Pela obediência às leis da vida
Julho 8, 2008, 9:53 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

Um povo não deve estar baseado em sentimentos privados – que ele transforma em pseudo-virtudes públicas – mas em emoções colectivas e nos reflexos de defesa, da honra e do orgulho. Aliás, a ideologia do amor individual, que percorre o ocidente, não semeia senão os infortúnios, os dramas íntimos, as decadências colectivas. Ele é a seiva do egoísmo, da fractura nas famílias, do adolescentismo. Nunca se falou tanto de “amor ao próximo” (laicização triunfante da noção cristã com a mesma designação) e nunca o egoísmo social, o desprezo pela nupcialidade, a quebra dos laços de solidariedade próxima, a ausência de civismo, o cinismo materialista e a violência foram tão fortes.

A quem serve o conceito de “amor” na realidade? Ele é o simulacro psicológico que é o pretexto para uma xenofilia descarada. Os malefícios dessa perniciosa “ideologia do amor”, eixo do dogmatismo dos direitos do homem, são:o anti-racismo de sentido único, a caridade hipócrita das ONG, a “discriminação positiva” para com os alógenos, o imigracionismo militante, etc. A noção de “caridade cristã”, passando pelo campo político, tornou-se a verdadeira máquina de guerra do masoquismo europeu. O revólver que enfiamos na própria boca.

Os moudjahidines, estes não estão imbuídos nem de “amor” nem de “caridade”, mas de solidariedade ofensiva entre os membros da umma, pela exclusão de todos os outros. Eles são meus inimigos, não lhes ofereço uma prenda nem lhes digo obrigado, mas eles obedecem às leis da vida.

Guillaume Faye, «Avant-Guerre»


4 comentários so far
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Em cheio, tanto na denúncia do problema como na compreensão da sua raiz. Pensamento lúcido e verdadeiramente europeu.

Comentar por Caturo

Hum… Acho muito aliciante o tema tocado, mas não consigo ter segurança plena na nota comunicacional transmitida. É o núcleo axiológico das sociedades ocidentais que é tocado.

Quanto à nupcialidade, gostava de saber mais da opinião que o blogue possui. A minha é a seguinte: o Direito deve se aproximar da realidade, e simplificar o procedimento da separação é necessário. É uma forma até de precaver o golpe de baú, acho correctíssimo.

Quanto à Cristandade, isso há um quê de Nietsche por aí. Mas lembre-se de uma coisa, o pensador era individualista, profundamente avesso ao totalitarismo social, que pode ser uma forma de humilhante degradação e alienação do ser humano, como também o sentimentalismo romântico, daquele que o Eça falava, pode ser igualmente maléfico.

A sociedade precisa de se refundar numa corrente vitalista, com sólida percepção para o futuro, e reconceptualização dos axiomas que fundam o direito, quiçá??? É uma questão premente, urge dar seguimento a uma elaborada reformulação da nossa orientação.

É normal que haja unicidade, todas as culturas e sistemas de ideias tentam o fazer, é muito controvertido ter uma opinião bem estabelecida.

O futuro talvês dite qualquer sol para a terra.

PS: o ser humano não pode se desligar da sua natureza privada nem da pública. São uma só, por isso haverá sempre um pouco de areia de um lado, um tanto de pedra do outro.

Comentar por Fidélio

De facto o Cristianismo representa uma total perversão dos ideais pelos quais a nossa estirpe se deveria guiar. Esse “Bolchevismo da antiguidade” representa para os europeus o maior vírus paralisante que alguma vez atingiu os nossos povos, e por favor, não me venham falar das Cruzadas. a esses relembro que mesmo nessa altura já os “grandes pensadores” da Cristandade questionavam de forma sistemática e feroz o uso da guerra como forma de resolver conflitos, e isto numa altura em que a moirama não recuava perante nada, o que ainda salvou a Europa naquele período foi o facto de interiormente o espírito pagão estar ainda bem vivo naqueles povos e é essa a grande diferença para os dias de hoje, onde esse espírito já se perdeu, estando os povos europeus completamente à mercê do ecumenismo universalista do Papado.Eu sei que há bons cristãos nacionalistas e identitários mas ou se criam igrejas nacionais e um verdadeiro “cristianismo positivo” ou assim a nossa luta é autenticamente chover no molhado!!!

Comentar por Rui Paulino




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