Fitna, o filme que Eles não queriam que se visse
Março 30, 2008, 9:11 pm
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Identidade, uma clarificação
Março 23, 2008, 7:53 pm
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Há alguns meses um blog alojado num servidor do estado espanhol, com a denominação Orientaciones, publicou um artigo intitulado “Qué «Identidad»?”, um requisitório redigido por Pepe López, no qual o autor condena as posições ideológicas identitárias, acusando estas de serem reduccionismos da própria identidade. O conhecido e veterano militante D. Ramón Bau assumiu a tarefa de responder ao detractor, respostas magistrais pelo seu carácter sintético e axiomático que tenho o prazer de aqui reproduzir em português.

Respostas de Ramón Bau

As seis inversões dos reducionismos da identidade ou quando se fala de algo sem saber do que se fala….

* 1ª inversão: a própria redução dos homens e dos povos à «escala» inferior do etnográfico e do naturalismo, um plano que não é menos estreito e material que o económico.

O plano étnico é Natural, não é artificial, não depende da divisão económica da sociedade, das trapaças ou roubos efectuados. É natural. Além disso, não há reducionismo. Os identitários não negam outras questões, apenas indicam que a etnia também é muito importante e que a etnia tem implicações culturais e vivenciais, mentais…
Isso de “escala inferior” é curioso… O cérebro e todo o homem reduzidos a uma escala inferior segundo parece… Será a alma a escala superior? Ou o Estado?

* 2ª inversão: a negação de compartir um estado com outros grupos, «tribos» ou «cantões», de participar com eles em qualquer projecto sugestivo de vida em comum.

Não há negação em compartir um Estado Federal que respeite as identidades num projecto comum. Todos os identitários são europeístas por exemplo. O que se nega é que por um Estado artificial se tenha de renegar ou ignorar ou perder a própria identidade.
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As raças não existem…
Março 20, 2008, 11:55 pm
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É amplamente consabido que as raças não existem, mas o Supremo Tribunal dos Estados Unidos acaba de anular a condenação à morte de um assassino de raça-negra-que-não-existe, com o pretexto de que todos os membros do júri eram de raça-branca-que-não-existe.

Allen Snyder, que havia assassinado o companheiro da mulher da qual se tinha separado, viu a sua condenação anulada pelo facto de ser de raça-negra-que-não-existe e o júri que o condenou ser composto por pessoas de raça-branca-que-não-existe, o que terá influenciado o resultado..

No próximo julgamento, sugiro que jurados sejam todos de raça-negra-que-não-existe, de forma a demonstrar que o homem havia sido condenado com base em preconceitos raciais de um grupo de jurados de raça-branca-que-não-existe, porque como é sabido as raças-não-existem, logo não se pode condenar alguém desde pressupostos raciais porque é do conhecimento público que-as-raças-não-existem.

No entanto, e tendo por base o axiomático postulado de que as raças-não-existem, fico sempre com a dúvida se eventualmente se poderá condenar alguém por racismo, isto é, pela prática da discriminação racial, se está provado que as-raças-não-existem?!



Liberalismo, o inimigo principal!
Março 16, 2008, 9:47 pm
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Na era da mundialização, o liberalismo não se apresenta mais como uma ideologia, mas como um sistema mundial de produção e reprodução dos homens e das mercadorias, dominado pelo hipermoralismo dos direitos do homem. Esta dupla polaridade de economia e de moral representa o bloco central das ideias de uma modernidade que termina. Não se trata, por conseguinte, de recusar o liberalismo político aceitando ao mesmo tempo o liberalismo económico, como se faz à direita, ou de recusar o liberalismo económico aceitando ao mesmo tempo o liberalismo político, como o faz a esquerda. O liberalismo, em todos os seus aspectos, representa o inimigo principal de todos aqueles que trabalham pela sua superação.

Manifeste pour une renaissance européenne, G.R.E.C.E.



Como se apanha um reles caluniador e agente provocador
Março 15, 2008, 2:01 pm
Filed under: Em foco, Hit Parade dos colaboracionistas

Considero sempre ser um exercício desprovido de interesse falar de quem carece de importância, de dimensão política ou cultural, enfim, de quem utiliza a falácia e a difamação intriguista como praxis regular e pelos mais diversos canais. Contudo, há momentos em que se torna incontornável renunciar a tal postura, particularmente quando a calúnia extravasa para outros âmbitos, para outros domínios, além fronteiras mesmo, entendendo-se aqui fronteiras nos sentidos literal e metafórico.

Alguns bons amigos advertiram-me que escrever sobre esta matéria é conceder importância a quem não têm em absoluto, outros alertaram-me mesmo para o facto de que tal criatura, isto é, aquela que doravante irei expor, ser um mero instrumento de outrem. Infelizmente, os meus amigos terão de me perdoar, pois não posso protelar mais esta denúncia. O animal de presépio, ou por outras palavras, esse gordo como uma vaca, estúpido como um burro, mas que gosta de se encobrir na pele de carneirinho, padece de uma obsessão, diga-se mesmo de uma tara maníaco-compulsiva em relação à minha pessoa em particular e para com os identitários de forma geral. Tamanha é a paranóia que o indivíduo colocou-me a mim e aos identitários no centro do seu miserável universo, fazendo girar toda a sua vidinha sem interesse em torno deste vosso escriba, erigido por ele à categoria do “principal identitário em Portugal”.

Os excertos que infra irei apresentar são retirados apenas e somente de um local internético, nomeadamente o Foro DisidenciaS, um fórum de debate político do Estado espanhol, onde convergem inúmeros militantes da chamada área nacional de Espanha e não apenas, entre os quais o roliço ogre, que tem por passatempo minar os camaradas espanhóis contra os identitários em geral e a Causa Identitária mais especificamente, num trabalhinho reles de deturpação, mentiras e muita falta de carácter, já que ética é para este tipo de gente uma palavra inexistente nos seus dicionários. Como nunca teci qualquer comentário em dito fórum, o Troll julgava-se livre e impune para ali destilar o seu veneno mais nojento, mas não estava… Continuar a ler



E porque hoje é dia da mulher…
Março 8, 2008, 11:53 am
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista



Vídeo da II Conferência Internacional da Causa Identitária
Março 6, 2008, 9:13 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista


* Cortesia da Asamblea Identitaria