Liberdade de expressão apenas para as opiniões permitidas!
Agosto 24, 2008, 10:01 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Apenas tomei conhecimento agora, mas no passado mês de Julho o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos negou o recurso apresentado pelo dissidente Guillaume Faye, autor de vários livros onde denunciou a colonização da Europa por alógenos, e nos quais apela à resistência organizada face à invasão e seus colaboracionistas.

Recorde-se que Guillaume Faye havia sido condenado pelo Estado Francês a uma pesada multa pela publicação da obra «La colonisation de l’Europe”, discours vrai sur l’immigration et l’islam» (para descarregar este livro basta clicar aqui).

Não sendo de admirar a decisão deste organismo, não duvido que Faye, ainda que arruinado financeiramente, não irá sucumbir perante mais este golpe da ditadura do pensamento único e que muito em breve irá voltar a contribuir para a resistência identitária europeia com mais alguns pujantes e revolucionários escritos.



Sem armas, sem ódio e sem violência
Agosto 23, 2008, 1:05 pm
Filed under: Europa

Num momento em que a criminalidade violenta e alógena prolifera neste meu querido rectângulo, decidi recordar um homem que se notabilizou por via de um acto legalmente punível. Contudo, como ilustra bem o título deste postal, Spaggiari era motivado por algo bem mais nobre que a calanzisse manhosa dos nossos actuais meliantes. Claro que já ouço o vociferar de anátemas dos “law-abiding citizens” da chamada extrema-direita, mas como outrora se dizia; não me importa!

Albert Spaggiari é praticamente desconhecido em Portugal, contudo este patriota entrou para a História por ser o cabecilha de um dos assaltos mais espectaculares e originais de sempre.Spaggiari teve desde cedo uma vida atribulada. Voluntário na Legião Estrangeira, pára-quedista na guerra da Indochina, combatente na Argélia, membro da OAS (Organização do exército Secreto, uma organização clandestina patriótica e anti-descolonizadora) e cuja pertença lhe valeu alguns anos na prisão.

Após a saída das masmorras gaullistas, Spaggiari abriu um estúdio fotográfico em Nice. Contudo, o seu carácter indómito e aventureiro depressa o levou a abandonar a vida cómoda e burguesa.

Em 1976, Albert Spaggiari começou a arquitectar um engenhoso plano para levar a cabo o assalto a uma dependência do banco Societè Generale, situada em Nice. Continuar a ler



O amigo instigador americano
Agosto 16, 2008, 7:00 pm
Filed under: Em foco, Europa



Esperteza imigrante
Agosto 15, 2008, 6:20 pm
Filed under: Em foco

(Clicar nas imagens para aumentar)



Algumas considerações sobre o tema do Paganismo Europeu em geral
Agosto 15, 2008, 4:40 pm
Filed under: Raízes

Recupero um artigo publicado no extinto blog «Plataforma Identitária» e que se afigura interessante, permitindo dar continuidade ao polémico debate mantido neste blog, nomeadamente em Setembro de 2007, o qual não ficou, para todos os efeitos, encerrado.
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Nos dias que correm, e no nosso meio, muito diverso, encontramos desde católicos integristas, católicos não-praticantes, católicos-porque-ser-portugues-é-ser-católico, cristãos protestantes, ateus, agnósticos, pagãos.

Neste artigo pretendo desenvolver um pouco a temática complicada do paganismo.

A definição corrente de paganismo é todo o culto, religião, ou crença que não seja uma das seguintes religiões, por sinal as mais importantes e praticadas no mundo de hoje: Cristianismo, Judaismo, Islamismo. Logo é mais fácil dizer que o paganismo é o que não é Cristianismo, Judaismo ou Islamismo, todas religiões monoteístas, religiões de uma só divindade. Só vou falar do paganismo europeu. Diz-se das religiões pré-cristãs da Europa muitas coisas. A maior parte erradas. Diz-se que eram religiões de muitos deuses, havia o deus do rio, o deus da árvore, o deus do céu (onde está “deus” também podia estar “deusa”). Isto é, em parte, verdade. As religiões pré-cristãs eram religiões panteístas, ou seja, religiões em que se acreditava que Deus, ou deuses, eram parte da substância da Terra, ou seja, DEUS é a terra, não a criou. A religião pré-cristã praticada no nosso território era, sem dúvida, panteísta. Panteísta e politeísta, sendo o “politeísta” discutível, pois em todas as religiões politeístas, haviam sempre um deus-pai, ou deusa-mãe, o que não elimina a existência de vários deuses e divindades, que não eram “apenas” equivalentes de bispos como já ouvi dizer. O que interessa aqui tentar explicar é a mentalidade desses povos.

1) Eram povos que viviam em profunda comunhão com a Natureza. Logo ao entenderem que haviam coisas que estavam para além do limite físico e espiritual dos homens, este deram a essas forças, que entenderam ser divinas, um símbolo, um nome, uma personalidade. Mais nada. Isto podia ser um trovão, uma tempestade, um monte ( basta ver a quantidade de monsantos que há), a morte, a vida.

2) Deus, ou deuses, não criam o homem, antes o contrário, ou melhor, ambos vivem como um todo. Os povos pré-cristãos não tinham uma visão linear da vida na terra, nem da vida da terra. Tudo era um ciclo permantente, em mudança, mas em que havia sempre um paralelo com tempos passados. Daí a existência dos mitos, que eram histórias que não aconteceram mas que eram sempre verdade. Exemplo disso é o uso da espiral, sozinha, ou muito frequentemente triplicada. Ver o exemplo do triskell ou trísceles.

3) O pleno oposto desta visão é a visão bíblica da vida. O homem nasce, se se portar bem (10 mandamentos), vai para o céu, ou inferno. Isto está sujeito a muita discussão, sendo uma versão mais light a de que quando morrermos todos vamos para o céu onde vivemos para sempre com Deus, e a mais pesada sendo que a qualquer momento vamos todos ao Dia do Julgamento, dia em que serão julgados os vivos e os mortos. Depois desse dia, todos viveremos bem, ou mal, dependendo do julgamento. Nem quero pensar nas filas nesse dia. Outra versão desta visão é a que Deus criou tudo e todos e nos controla lá de cima. Isto reduz-nos a meros fantoches. Deus não tira nem dá vida, só fez isso uma vez, logo no início. Resumidamente, uma grande confusão. Basta ver o caso do Inferno… Existe? Não existe? Deus não gosta de todos? Deus não perdoa?

Uma razão da crítica da mentalidade judaico-cristã é a não-sacralização da Natureza. Na mentalidade pré-cristã Europeia, Deus ou deuses eram a Natureza, ou faziam parte da mesma substância. Sabiam que faziam parte de um sistema maior, eram apenas uma parte de um todo. Se tratassem bem da Terra, ela trataria bem deles, logos os Deuses tratariam bem deles.

Na mentalidade cristã, Deus criou o céu e a terra. O homem e os animais. Logo, tudo é reduzido a “deus criou”. Tudo o que é fora do alcance do homem é “Deus”. A diferença é que na mentalidade pré-cristã Deus ou Deuses eram a própria Natureza, estavam contidos nela, eram a mesma substância. Na mentalidade cristã Deus apenas criou a Natureza. Aí reside a diferença. No criar e ser. Sim, claro que me podem dizer que “se deus criou a natureza, logo a natureza tem algo de divino nela”.
Sim, pode ser, mas ter e ser é diferente….



Todos iguais?
Agosto 1, 2008, 9:17 pm
Filed under: Em foco