Depois dos Deuses do Estádio… as Deusas!
Agosto 28, 2007, 9:00 pm
Filed under: Em foco

 

E com isto o Arqueofuturismo Online mete uns dias de férias. Até breve!



Via Natura, um projecto a apoiar sem moderação
Agosto 27, 2007, 3:52 pm
Filed under: Ligações Amigas

        



Os homens novos
Agosto 26, 2007, 10:39 am
Filed under: Em foco

Na verdade, os homens novos deverão corresponder aos critérios apresentados por Evola:” anti-burgueses porque desprezarão a vida cómoda; anti-burgueses porque terão uma concepção superior da vida, heróica e aristocrática; anti-burgueses porque não seguirão os que prometem vantagens materiais, mas aqueles que exigem tudo de si mesmos; anti-burgueses porque não terão a preocupação da segurança, mas porque desejarão uma união essencial entre a vida e o risco, fazendo sua a inexorabilidade da ideia nua e da acção precisa, porque não terão senão a intolerância para com todas as for­mas de retórica e de falso idealismo, por todas as gran­des palavras que se escrevem com uma maiúscula, por tudo aquilo que é apenas gesto, frases feitas, cenografia. Tais contestatários preferirão sempre o alpinismo ao esqui, o sol à lua, a ascensão à descida, a pro­va ao exame universitário.

Georges Gondinet, La nouvelle contestation. 1977



Tintin na Prisão (2)
Agosto 21, 2007, 7:25 pm
Filed under: Em foco

Em adenda à notícia abaixo publicada constou-me que algumas tribos índias norte-americanas irão accionar um processo judicial contra Lucky Luke, que os cidadãos de Roma irão processar postumamente René Goscinny pelos complexos criados a gerações continuas de jovens da cidade eterna pelos arraiais de porrada infligidos por Astérix e Obélix às legiões romanas, que as massas árabes irão solicitar a interdição de Iznogoud porque soa em inglês como “he’s no good”, ou “ele não presta”. Enquanto isso um amigo disse-me que irá solicitar a proibição com efeitos imediatos da Abelha Maia porque se sentiu defraudado após recentemente haver descoberto que as abelhas não falam.  



Tintin na Prisão
Agosto 19, 2007, 12:09 am
Filed under: Em foco

O imigrante congolês Bienvenu Mbutu Mondondo, é estudante (com 38 anos de idade!!!) de Ciências Políticas (mas com queda para o Direito) em Bruxelas e recentemente apresentou uma queixa num tribunal Belga para denunciar o carácter “racista” do álbum de banda-desenhada “Tintin no Congo”, exigindo que esse seja retirado de venda. 
                                                                                                                                                   Eis mais um tremendo e inolvidável contributo para a Europa de um desses pobres imigrantes que vêm para a o nosso continente apenas e somente na demanda de melhores condições de vida e altruisticamente presenteando-nos, a nós ignaros europeus, com a  sua enriquecedora cultura.



Frankistan
Agosto 14, 2007, 11:42 am
Filed under: Em foco, Europa

  

Um chupa-chupa para quem descobrir o que se afigura absolutamente bizarro (ou porventura nem tanto) nesta fotografia. 

Uma pista: trata-se de uma coreografia de uma claque de futebol.



Somos Portugueses
Agosto 12, 2007, 9:08 pm
Filed under: Raízes

    

Somos povo, somos raça, da terra que o mar abraça,
Nessa Europa Ocidental. Somos a seiva e raiz,
Desse mais belo país que se chama Portugal…
Somos dom, somos vontade inventamos a saudade,
Que é tão nossa e nos ufana. Somos gente portuguesa
Que mantém viva e acesa essa chama Lusitana…



A ecologia como superação da fractura direita-esquerda (IV e última parte)
Agosto 9, 2007, 8:38 pm
Filed under: Em foco

Publicamos a parte final do artigo de Miguel Jardim sobre a ecologia e o seu papel decisivo na dicotomia existente entre a direita e a esquerda. Para melhor compreensão do presente texto aconselhamos a releitura das primeira, segunda e terceira partes.

Todo o espectro político confronta-se com os desafios impostos pela globalização, a que eu chamo de “globanalização”, e pelo mundialismo, identificando-se com propostas viciadas pelo erros do passado, não revelando soluções perante as exigências e interrogações do presente, entre estas salienta-se a questão ecológica.

Nos artigos precedentes foi patente a oportunista manipulação da ecologia por parte da esquerda convertida ao capitalismo global e mundialista, definido, nas palavras de J.Peyrelevade, como capitalismo total. Em simultâneo essa mesma esquerda imobilizou-se numa retórica aparentemente alternativa, caracterizada, como último recurso, pela apologia da multiculturalidade, na verdade multirracialidade, e pela árida invocação à solidariedade e justiça social. O cúmulo é que hoje se sabe que as disparidades sociais são maiores e que o “socialismo” como referência ideológica não passa de verbo-de-encher.

A direita, órfã de novidades no plano das ideias, busca com o mesmo linguarejar político e recorrendo à mesma simbólica de sedução, bem similar à da esquerda, com os mesmos chavões apelativos e com o mesmo cinismo.

A verdade é que o ponto de encontro localiza-se na sacralização do mercado, esquecido o social pelo caminho, na realidade de uma suposta “democracia”, expressão do jogo partidário, submetida às influências dos poderes financeiros e mediáticos. O mesmo desprezo pelas Identidades dos Povos, a mesma redução dos seres humanos à mera função de consumidores e objectos de consumo na pura lógica de mercantilização das vivências; o triunfo do “homus economicus” alienado da sua comunidade identitária!

O movimento ecologista, e refiro-me à ecologia política, não se libertou, também ele, deste engodo. A esmagadora maioria dos “verdes” são partidos esquerdistas, na prática e nos conteúdos. São defensores de sociedades multirraciais, negando a biodiversidade, revelam-se adeptos do mais abjecto mundialismo, disfarçam as suas reais intenções com alusões à defesa da natureza: é um puro fenómeno de travestismo político.

O mito do progresso infinito estimula e lidera as motivações económicas, não importando a posição de esquerda ou de direita, a ilusão de que a ciência e a técnica “per se” podem resolver todos os problemas, tudo isto concorre para a irresponsabilidade e devaneio na gestão e conservação dos recursos naturais. Nos fundamentos desta crença está uma filosofia de cunho materialista, uma concepção da vida com registo no culto do crescimento sem regras e na competição sem ética e sem preocupação social.
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Um ano de existência
Agosto 8, 2007, 10:20 am
Filed under: Em foco

Ontem, sem que eu desse por isso, este blog fez um ano de vida. Diga-se que não é meu hábito celebrar aniversários, isto é, aqueles a que à minha pessoa dizem respeito, mas sendo eu o administrador do blog não posso deixar passar a oportunidade de agradecer a todos os visitantes que ao longo deste ano animaram quem deste lado está a ir alimentando o citado espaço internético, particularmente aqueles que regularmente apostaram pelo debate sério de ideias através dos seus comentários. Mais de 56 mil visitas colocam, numa base comparativa, o Arqueofuturismo Online muito à frente de outros blogs que de alguma forma partilham algumas das ideias aqui expressas e que perfazem mais tempo de existência. Motivo maior de regozijo é a constatação de que aquilo que no blog se escreve ter evidentemente despertado a atenção de muitos, seja pelo «pensamento radical» expresso através dos textos de Guillaume Faye, seja pelos sempre cativantes artigos do meu bom amigo Miguel Jardim, a quem muito agradeço a inestimável colaboração daquele que é indubitavelmente um dos mais insignes pensadores do identitarismo europeu actual, seja ainda pelo ódio de estimação, e paranóico, que alguns, felizmente pouquíssimos, devotam à minha pessoa e aos ideais aqui expostos, ódio que os impele a serem recorrentes, diria mesmo fanáticos, visitantes deste tasco.

A todos os meus agradecimentos sinceros, pois sem vós o Arqueofuturismo Online não faria sentido.   



Resident Evil 5, um jogo racista?
Agosto 3, 2007, 11:36 am
Filed under: Em foco

Não sendo eu um verdadeiro entusiasta dos jogos de computador, soube recentemente que a saga do já lendário jogo Resident Evil irá conhecer um novo lançamento para breve, desta feita intitulado Resident Evil 5. Ora se até aqui nada de particularmente especial, acontece que que este jogo está envolto em polémica ainda antes de preencher os ecrãs. Resident Evil não são jogos propriamente pedagógicos ou intelectualmente estimulantes, pelo contrário, o jogador tem por tarefa monotonicamente executar todos os zombies que lhe vão em catadupa surgindo pela frente. Definidos como Shoot and kill, existem centenas de jogos similares ao Resident Evil para deleite de todos aqueles que procuram escapulir momentaneamente à agridão da realidade do dia-a-dia.

Mas afinal o que leva Resident Evil 5 a ser digno de reparo, perguntarão por esta altura aqueles que estas linhas lêem? Pois bem, acontece que os produtores deste jogo de computador decidiram inovar no conteúdo gráfico do mesmo, alterando a localização geográfica e a composição racial dos zombies. Se o herói do jogo continua a ser o mesmo, um jovem branco com especiais aptidões físicas e uma portentosa preparação militar, já os temíveis zombies parecem ter chegado a África, disseminando-se toda a população negra desse continente.

Sempre ávidas de jogar outro tipo de jogo, o da auto-comiseração, diversas instituições negras (ou afro-americanas) dos EUA acusam Resident Evil 5 de ser um jogo racista e discriminatório, no qual se instiga ao assassínio de pessoas negras, tendo como instrumento virtual um super-herói… branco. Continuar a ler