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Um dos preconceitos mais correntemente conhecidos é que a indulgência para com os imigrantes, que o anti-racismo militante, a discriminação positiva, etc., estão de acordo com a “tradição humanista europeia”. Desse modo, os “direitos do homem”, abusivamente atribuídos a esta tradição humanista, opôr-se-iam aos riscos de tirania e de fascismo induzidos pelas doutrinas da preferência nacional ou da preferência étnica. Trata-se de um desvio de tradição. Os “direitos do homem” são um simulacro desfigurado do humanismo clássico. É necessário esclarecer, pelo contrário, que o humanismo clássico, e nomeadamente o grego, defende a Cidade como um conjunto étnico homogéneo. Inversamente, o humanitarismo multi-étnico opõe-se frontalmente à tradição democrática greco-europeia e não pode senão desembocar únicamente na desarmonia social e no despotismo.
É mérito dos trabalhos do Círculo Nação e Humanismo de Yvan Blot, sobretudo com os estudos que este último consagrou a Aristóteles, ter mostrado que as raizes da democracia e do viver em conjunto da filosofia política grega eram fundadas sobre as noções de homogeneidade de origem da Cidade, e na de separação rigorosa entre os cidadãos e os metoikoï, os estrangeiros.
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Reflictam no significado da palavra de ordem Formar Quadrado
Formar Quadrado, foram os Romanos que o ensinaram, significa solidariedade e unidade no objectivo.
Somente assim poderemos dizer; atacar eficazmente,
Somente assim poderemos conquistar, porque sobreviver já não é suficiente.
Formar Quadrado significa avançar sem parar, sem hesitar, ser capaz de comandar mas também de obedecer.
Formar Quadrado, é reconhecer e respeitar a lei natural, e encarnar a solidariedade, alma e corpo, crer, lutar.
Formar Quadrado contra o corrompido, contra o sórdido, contra a banalidade.
Formar Quadrado contra tagarelice, os lugares comuns, a superficialidade.
Formar Quadrado, potência inexorável, Formar Quadrado é um pensamento forte.
Formar Quadrado contra a subversão, a nosso marcha que celébra a morte.
Formar Quadrado e erguer a bandeira e atacar se se recebe a ordem.
Formar Quadrado quer dizer dominar-se, permanecer imóvel se a tal é instrução.
Formar Quadrado significa resistir, Formar Quadrado, contra-atacar.
Formar Quadrado, restabelecer a ordem, Formar Quadrado, reconquistar.
Não à nostalgia, não à mentalidade de antigos combatentes, Olhar em frente contra o imobilismo.
Não ao pacifismo, não aos pensamentos frouxos, à hipocrisia, ao intervencionismo.
Afirmem a nossa vontade, Formar Quadrado, estética de acção.
Sem remorsos nem renúncia, Formar Quadrado em cada situação.
Formar Quadrado, nova vanguarda, Formar Quadrado é a lei natural.
Formar Quadrado significa hierarquia, exactamente o contrário da concepção liberal.
Ser um exemplo pela unidade, ir em frente, Formar Quadrado.
Um manifesto, uma vontade, uma palavra de ordem.
Formar Quadrado – . Londinium SPQR
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O Al Andalus designa o conjunto dos territórios Ibéricos sujeitos à dominação muçulmana, correspondendo à maior parte da Península após a conquista sarracena, sendo reduzido gradualmente, ao ponto de se limitar unicamente, a partir da segunda metade do século XIII, ao reino Nasride de Granada. De acordo com o credo progressista, que estabelece o politicamente – e historicamente – correcto, o Al Andalus simboliza uma Espanha muçulmana refinada, dinâmica e tolerante, que se opõe aos estados cristãos instigadores de cruzadas, da inquisição, do obscurantismo e da intolerância. Esta visão sumária e comprometida não tem infelizmente nada a ver com aquilo que foi realmente a luta que opôs durante nove séculos, se tivermos em conta que terminou-se com a expulsão de 300.000 mouriscos (muçulmanos superficialmente convertidos ao cristianismo) para o Magrebe em 1614, duas sociedades resolutamente antagónicas. Dois mundos enfrentaram-se de maneira permanente, durante séculos, não obstante os períodos de frágeis tréguas, as alianças pontuais e tácticas entre príncipes cristãos e muçulmanos e os conflitos entre cristãos. Mas o dado fundamental reside na guerra entre duas civilizações incompatíveis. Continuar a ler
Filed under: Europa
Parte final do consciso artigo redigido por Miguel Jardim. Aconselhamos, como forma de enquadramento, a leitura da parte I, parte II, parte III e parte IV deste mesmo texto.
Na Europa, por exemplo, não se podem aplicar modelos que contradigam e violem os direitos historicamente conquistados pelas mulheres, ou seja, dever-se-á dar prioridade à nossa raiz cultural em detrimento do respeito por uma ideologia ou religião que agrida e viole o nosso modo de viver. Em resumo: não se pode entender e ler de uma forma absoluta os denominados “direitos humanos”, estes devem estar sempre subordinados ao direito à nossa identidade e segurança. Caso contrário a Europa estará a cometer um lento suicídio. A aliança entre a criminalidade (tráfico de droga e carne branca, terrorismo) e a alta finança internacional, e o discurso da culpabilização protegido por uma prática neo-liberal, revela-se mortífero para as identidades e culturas europeias. A consciência do nosso passado é uma das armas de resistência no combate do futuro pela nossa Identidade. Os novos bárbaros escalam as nossas fronteiras físicas e espirituais, deveremos estar preparados para o confronto. Esta é a questão fulcral.
Fim Continuar a ler
Filed under: Em foco
A mais recente edição do Courrier International tem como título de capa “África, ainda há lugar para os Brancos?”. O editorial de Fernando Madrinha é acompanhado por uma extensa reportagem que aborda a cada vez mais diminuta presença Branca no Continente Negro e as terríveis agruras que esta comunidade padece, mas que, de forma concertada e conivente, são omitidas pelos serviços de informação europeus. Parte dessa reportagem pode ser lida aqui.
Não consigo, porém, deixar de pensar no que se diria, naquilo que se escreveria e até mesmo no que aconteceria à publicação que se atrevesse a apresentar na capa uma frase tal como; “Europa, ainda há lugar para os negros?”.
Filed under: Europa
Actualmente uma constatação se impõe: afirmam-se sobre o nosso solo os comunitarismos reivindicados, entre outros, por magrebinos, judeus e negros (termo que nada tem de pejorativo, como o mostrou notavelmente Léopold Sedar Senghor, defendendo, a justo título, a “negritude”, enquanto exigência identitária). Estes diversos comunitarismos parecem-nos perfeitamente legítimos. Com a condição, naturalmente, de que seja reconhecido da mesma legitima maneira o comunitarismo europeu. E com a condição, também, de que os comunitarismos dos não-europeus se centrem, logicamente, no regresso ao país de origem dos interessados, quer eles sejam da primeira, segunda ou terceira geração. Em conformidade com o princípio, simples e evidente, de “Uma Terra, Um Povo”. Continuar a ler
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O hidromel é uma bebida alcoólica fermentada à base de mel e água. Consumida desde a antiguidade, a sua fabricação é anterior à do vinho e seguramente à da cerveja.
Na Grécia clássica designava-se “melikraton” e pelos romanos era conhecida pelo nome “água mulsum”, ainda que esta possa ser uma variante feita com vinho de uva adocicado com mel. Plínio conta que foi Aristeu quem criou a primeira fórmula do hidromel.
Outras culturas antigas consumidoras desta bebida foram os celtas, saxões e vikings. Existia a tradição de que os casais recém casados deveriam consumir esta bebida durante o primeiro ciclo lunar após as bodas para nascer um filho varão. Daí surgiu a tradição actual da lua de mel.
Na Mitologia Nórdica, o hidromel aparecia como a bebida favorita dos deuses.
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«Desde os primórdios que várias civilizações têm acreditado no grande poder e significado das árvores. Desde os gregos aos celtas, muitos foram os povos que prestaram culto às árvores, adorando-as como forma de ligação entre o terrestre e divino.
Porém, o significado que as árvores tiveram para os nossos antepassados foi sendo progressivamente esquecido, e estas começaram a ser negligenciadas por todos nós. Matam-se árvores por qualquer motivo não havendo qualquer respeito por elas.
É verdade que necessitamos da madeira no nosso dia-a-dia, até porque adquirir bens – como mobiliário – de madeira é uma opção muito mais viável e ecológica do que os bens de PVC ou de outros materiais.
Devido a esta perda constante e cada vez mais descontrolada, a Via Natura, numa tentativa de recuperar o significado e o poder da árvore, assim como as tradições mais remotas dos nossos antepassados, gostaria de pedir a todos que colaborem nesta iniciativa.»
Este trecho é parte do mais recente projecto da Via Natura. Para saber como colaborar activamente visitem a página desta meritória associação ambientalista identitária.

















