As bandeiras dos nossos Pais. (Não, este não é do Clint Eastwood)
Fevereiro 27, 2007, 10:38 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

    



O imperativo da homogeneidade étnica
Fevereiro 27, 2007, 10:18 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

Um dos preconceitos mais correntemente conhecidos é que a indulgência para com os imigrantes, que o anti-racismo militante, a discriminação positiva, etc., estão de acordo com a “tradição humanista europeia”. Desse modo, os “direitos do homem”, abusivamente atribuídos a esta tradição humanista, opôr-se-iam aos riscos de tirania e de fascismo induzidos pelas doutrinas da preferência nacional ou da preferência étnica. Trata-se de um desvio de tradição. Os “direitos do homem” são um simulacro desfigurado do humanismo clássico. É necessário esclarecer, pelo contrário, que o humanismo clássico, e nomeadamente o grego, defende a Cidade como um conjunto étnico homogéneo. Inversamente, o humanitarismo multi-étnico opõe-se frontalmente à tradição democrática greco-europeia e não pode senão desembocar únicamente na desarmonia social e no despotismo.

É mérito dos trabalhos do Círculo Nação e Humanismo de Yvan Blot, sobretudo com os estudos que este último consagrou a Aristóteles, ter mostrado que as raizes da democracia e do viver em conjunto da filosofia política grega eram fundadas sobre as noções de homogeneidade de origem da Cidade, e na de separação rigorosa entre os cidadãos e os metoikoï, os estrangeiros.

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Formar Quadrado
Fevereiro 22, 2007, 10:59 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

                 

Reflictam no significado da palavra de ordem Formar Quadrado

Formar Quadrado, foram os Romanos que o ensinaram, significa solidariedade e unidade no objectivo.

Somente assim poderemos dizer; atacar eficazmente,

Somente assim poderemos conquistar, porque sobreviver já não é suficiente.

Formar Quadrado significa avançar sem parar, sem hesitar, ser capaz de comandar mas também de obedecer.  

Formar Quadrado, é reconhecer e respeitar a lei natural, e encarnar a solidariedade, alma e corpo, crer, lutar.  

Formar Quadrado contra o corrompido, contra o sórdido, contra a banalidade.

Formar Quadrado contra tagarelice, os lugares comuns, a superficialidade.

Formar Quadrado, potência inexorável, Formar Quadrado é um pensamento forte.

Formar Quadrado contra a subversão, a nosso marcha que celébra a morte.

Formar Quadrado e erguer a bandeira e atacar se se recebe a ordem.

Formar Quadrado quer dizer dominar-se, permanecer imóvel se a tal é instrução.

Formar Quadrado significa resistir, Formar Quadrado, contra-atacar.

Formar Quadrado, restabelecer a ordem, Formar Quadrado, reconquistar.

Não à nostalgia, não à mentalidade de antigos combatentes, Olhar em frente contra o imobilismo.

Não ao pacifismo, não aos pensamentos frouxos, à hipocrisia, ao intervencionismo.

Afirmem a nossa vontade, Formar Quadrado, estética de acção.

Sem remorsos nem renúncia, Formar Quadrado em cada situação.

Formar Quadrado, nova vanguarda, Formar Quadrado é a lei natural.

Formar Quadrado significa hierarquia, exactamente o contrário da concepção liberal.

Ser um exemplo pela unidade, ir em frente, Formar Quadrado.

Um manifesto, uma vontade, uma palavra de ordem.

Formar Quadrado.  Londinium SPQR



O mito do Al Andalus
Fevereiro 21, 2007, 12:18 pm
Filed under: Em foco

O Al Andalus designa o conjunto dos territórios Ibéricos sujeitos à dominação muçulmana, correspondendo à maior parte da Península após a conquista sarracena, sendo reduzido gradualmente, ao ponto de se limitar unicamente, a partir da segunda metade do século XIII, ao reino Nasride de Granada. De acordo com o credo progressista, que estabelece o politicamente – e historicamente – correcto, o Al Andalus simboliza uma Espanha muçulmana refinada, dinâmica e tolerante, que se opõe aos estados cristãos instigadores de cruzadas, da inquisição, do obscurantismo e da intolerância. Esta visão sumária e comprometida não tem infelizmente nada a ver com aquilo que foi realmente a luta que opôs durante nove séculos, se tivermos em conta que terminou-se com a expulsão de 300.000 mouriscos (muçulmanos superficialmente convertidos ao cristianismo) para o Magrebe em 1614, duas sociedades resolutamente antagónicas. Dois mundos enfrentaram-se de maneira permanente, durante séculos, não obstante os períodos de frágeis tréguas, as alianças pontuais e tácticas entre príncipes cristãos e muçulmanos e os conflitos entre cristãos. Mas o dado fundamental reside na guerra entre duas civilizações incompatíveis.  Continuar a ler



A erosão cultural das identidades na Europa – parte 5
Fevereiro 18, 2007, 12:30 pm
Filed under: Europa

Parte final do consciso artigo redigido por Miguel Jardim. Aconselhamos, como forma de enquadramento, a leitura da parte I, parte II, parte III e parte IV deste mesmo texto. 

 Na Europa, por exemplo, não se podem aplicar modelos que contradigam e violem os direitos historicamente conquistados pelas mulheres, ou seja, dever-se-á dar prioridade à nossa raiz cultural em detrimento do respeito por uma ideologia ou religião que agrida e viole o nosso modo de viver. Em resumo: não se pode entender e ler de uma forma absoluta os denominados “direitos humanos”, estes devem estar sempre subordinados ao direito à nossa identidade e segurança. Caso contrário a Europa estará a cometer um lento suicídio. A aliança entre a criminalidade (tráfico de droga e carne branca, terrorismo) e a alta finança internacional, e o discurso da culpabilização protegido por uma prática neo-liberal, revela-se mortífero para as identidades e culturas europeias. A consciência do nosso passado é uma das armas de resistência no combate do futuro pela nossa Identidade. Os novos bárbaros escalam as nossas fronteiras físicas e espirituais, deveremos estar preparados para o confronto. Esta é a questão fulcral. 

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O futuro dos Brancos em África
Fevereiro 16, 2007, 7:14 pm
Filed under: Em foco

A mais recente edição do Courrier International tem como título de capa “África, ainda há lugar para os Brancos?”. O editorial de Fernando Madrinha é acompanhado por uma extensa reportagem que aborda a cada vez mais diminuta presença Branca no Continente Negro e as terríveis agruras que esta comunidade padece, mas que, de forma concertada e conivente, são omitidas pelos serviços de informação europeus. Parte dessa reportagem pode ser lida aqui.  

Não consigo, porém, deixar de pensar no que se diria, naquilo que se escreveria e até mesmo no que aconteceria à publicação que se atrevesse a apresentar na capa uma frase tal como; “Europa, ainda há lugar para os negros?”.



Recordar Dresden
Fevereiro 14, 2007, 5:49 pm
Filed under: Em foco