Etnopolítica: trabalhos práticos africanos
Janeiro 27, 2008, 12:24 pm
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por Pierre Vial

Aqueles que pretendem que o factor étnico é negligenciável nas relações entre populações, a actualidade oferece um fustigante desmentido com o que se passa no Quénia. Mesmo o jornal Le Monde – sublinhe-se! – foi obrigado a titular na primeira página (2 de Janeiro de 2008): “o Quénia afunda-se na violência interétnica”. É considerado como particularmente inquietante, à escala internacional, “a multiplicação de confrontações interétnicas num país até agora considerado como um pólo de estabilidade e um exemplo de desenvolvimento económico prometedor”.

O Quénia é o país mais importante da África oriental. Antiga colónia da Grã-Bretanha (até 1963), o Quénia tinha até agora a reputação de ser um oásis de estabilidade (taxas de crescimento de 6,1% em 2006), numa África oriental muito instável, devido a conflitos étnicos multisseculares, que ressurgiram mais fortemente que nunca a partir do fim da era colonial (os Britânicos eram pessoas realistas e sabiam perfeitamente, ao contrário dos Franceses cegos pelos seus apriorismos ideológicos, que as confrontações étnicas são desde sempre a chave do teatro africano). Do porto queniano de Mombaça, sobre a costa do Oceano Índico, parte uma estrada que é uma artéria vital para os países da região dos Grandes Lagos, o Ruanda ao leste do Congo-Kinshasa e até ao Sul do Sudão. Por esta estrada transita uma boa parte do abastecimento destas regiões (no Uganda, a falta de combustível paralisa já os transportes aéreos). Ora, esta estrada foi cortada por barricadas. Continuar a ler



II Conferência Internacional da Causa Identitária
Janeiro 26, 2008, 2:11 pm
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Leitura recomendada
Janeiro 19, 2008, 1:03 pm
Filed under: Em foco, Europa

A ideia de Unidade europeia, da construção de um bloco continental no qual conflui a vontade criadora de vários povos que partilham a mesma matriz etnocultural, não foi resultado da inspiração de um Jules Monet ou Robert Schumann, actualmente, e erroneamente, considerados como os “pais da Europa”, pois é uma ideia antiga, anterior aos citados e que teve maior expressão nos ideais revolucionários que foram o Fascismo em Itália e o Nacional-Socialismo na Alemanha, os quais, por força da sua influência, conduziram a uma inevitável compreensão por parte das demais forças nacionalistas da Europa dos anos 30, e em particular dos anos 40, do século XX, que a unidade europeia era a todos os níveis desejável, ou mais do que isso, uma necessidade e o consumar consequente da nossa evolução histórica e política. O historiador espanhol Erik Norling deixou isso magistralmente patente na sua obra “Eurofascismo”, ENR, 2006, demonstrando fundamentalmente a existência de um esforço enorme a todos os níveis por parte do Eixo em estabelecer os alicerces para uma efectiva União Europeia, tendo nomeadamente por porta-vozes os académicos de maior renome do velho continente.

Exemplo disso foi a publicação «Jovem Europa», revista da juventude académica e combatente (não olvidar que milhões de jovens europeus encontravam-se por altura do primeiro número desta publicação, 1942, empenhados na Cruzada contra o Bolchevismo), na qual eram publicados artigos dedicados exclusivamente à Pátria europeia, contando com a colaboração de Continuar a ler



O combate identitário chega à República Checa
Janeiro 12, 2008, 3:49 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

O movimento identitário solidifica-se e amplia a sua área de influência. Se o leste europeu parece por vezes alheio aos desenvolvimentos políticos e sociais que têm lugar no resto do velho continente, isso é uma ilusão, pois um novo amanhecer já se começa a assomar e ali germinam as forças que poderão resgatar a Europa da tenebrosa decadência que dela se apoderou.

Muitos e cada vez mais são aqueles que percepcionam que os problemas que afectam o seu país de origem são transversais a todas as nações da Europa, que o combate contra o «sistema de assassinar povos» não se restringe às fronteiras nacionais de cada estado, e desse modo o movimento Identitário está a ganhar simpatizantes por todo o continente (e não apenas, não é assim amigos brasileiros e chilenos!), um combate que está a disseminar-se e cada vez mais e a substituir velhas formas e fórmulas políticas, caducas e anacrónicas, que durante décadas não conseguiram atrair a menor simpatia das populações nem exercer qualquer influência política, social ou cultural.

Na bonita República Checa os identitários já fazem notar o seu trabalho pela Renascença europeia Continuar a ler



Que a Coruja de Minerva levante voo!
Janeiro 8, 2008, 5:55 pm
Filed under: Europa, Fala Guillaume Faye, Resistência & Reconquista

Extracto de uma conferência de Guillaume Faye na Alemanha em 2006

Recordem as previsões do kali-yuga indiano relativas à idade de ferro, ou seja, aquela da decadência final:
Matarão as crianças no ventre das mulheres, os homens casarão com os homens, e as mulheres com as mulheres, alimentarão as vacas com carne, o herói e o guerreiro serão vexados e banidos, os reis serão ladrões e os ladrões tornar-se-ão reis.

– Uma civilização, uma nação, um povo, uma raça, assemelham-se a uma árvore. As raízes são o fundamento biológico, isto é, o substrato genético, num sentido mais amplo, de onde tudo procede. O tronco, a cultura, é o conjunto das manifestações étnicas de ordem mental e espiritual. A folhagem representa as manifestações exteriores da civilização, da economia, das técnicas, das artes, da potência material. Quando o tronco e a folhagem são feridos ou ficam doentes, a cura é possível enquanto as raízes forem sãs e puderem regenerar o conjunto. Mas se estas últimas forem atingidas pelo desmoronamento demográfico, pela mestiçagem, pela imigração alógena maciça, para além de um certo limiar, não se pode mais voltar atrás, a árvore cai, o povo de cepa e tudo aquilo que criou petrificam-se para sempre na morte, dado que o código identitário desapareceu, foi parasitado e alterou-se.

– Os recursos dos nossos povos feridos existem todavia, como a semente que insiste em viver no gelo e sob a neve, no frio invernal onde cresce a Edelweiss.
Temos a possibilidade de pertencer a uma civilização metamórfica, que sempre soube regenerar-se após crises graves, como a Fénix, a ave que renasce das suas cinzas. Não é no crepúsculo, quando tudo parece perdido, que levanta voo a coruja de Minerva?

É a partir deste momento que é necessário preparar o Renascimento e imaginar o mundo vindouro. Na História, são as minorias activas que vencem.

No seio da mentalidade dos povos de origem europeia, reside essa ideia fundamental de destino, o Fatum dos romanos e a Moïra dos gregos. O destino é aberto e imprevisível. Nada está escrito. O rio da História pode voltar o seu curso. Nenhum Deus pode fazer dobrar Prometeus.

No início do seu Fausto, Goethe dizia, invertendo o provérbio bíblico, «“ao início era o verbo”: não, ao início era a acção». Penso em boa verdade que ao início estão ao mesmo tempo o verbo e a acção. É necessário falar e escrever para ensinar e convencer, e agir para fazer avançar as coisas. Porque combatemos? Não tanto por nós, mas pela herança dos antepassados e pelo futuro das nossas crianças.

Da Resistência à Reconquista, e da Reconquista à Revolução. Não são Renascença e Revolução mais ou menos sinónimos?



Barack Obama, a white-made man
Janeiro 6, 2008, 1:00 pm
Filed under: Em foco

Self-made man é uma expressão em inglês, e amplamente empregue nos Estados Unidos da América, a qual procura designar uma pessoa, no caso um homem, que construiu a sua vida e atingiu o sucesso graças aos seus próprios esforços. Ora, no caso de Barack Hussein Obama, candidato pelo Partido Democrata às Presidenciais, não se pode dizer isso. Obama é um produto da esquerda americana, um homem que foi criado e moldado por uma classe política, e que é carregado promocionalmente ao colo por todo um aparelho mediático. A sua recente vitória no Iowa, um Estado com 93% da população Branca, é expressão directa de decénios de Affirmative Action, dessa política de racismo invertido que visa combater a discriminação das minorias através da discriminação da maioria.

Se Hillary Clinton sofreu o vexame de da derrota, à actuação errónea de uma vida política o deve, na medida em que o seu oponente não é senão um produto daquilo que Hillary, o seu marido e outros hippies, muito em voga nos idos anos 60, histericamente advogavam. Finalmente o Melting Pot, que Hillary tanto defende, está a surtir efeito, traduzindo-se consequentemente no American Way of Death. Hillary Clinton, e não apenas esta, sofre agora as consequências das suas políticas. Obama deve estar grato pelo figurão que o casal Clinton fazia noutros tempos, pois se não fossem eles…