Combate cultural identitário em Espanha
Outubro 31, 2007, 11:01 pm
Filed under: Em foco, Ligações Amigas


Os identitários para lá da fronteira estão vigorosamente empenhados num efectivo combate de resgate das mentalidades e dos espíritos, e esse combate só poderá ser vencido por via de uma muito bem alicerçada contra-cultura.

Duas publicações acabam de vir a público. Tierra y Pueblo, já no nº 16, é uma leitura incontornável para todos aqueles que procuram formarem-se para a luta ideológica.

IdentidaD é a mais recente aposta dos identitários e que aposta, pois a equipa que a anima comprometeu-se com uma tiragem de 25 mil exemplares mensais.

A subscrição torna-se portanto imperiosa para quem não a fez ainda. Deixo os contactos para os interessados.
Tierra y Pueblo: organizacion@tierraypueblo.com
IdentidaD: idpress7@gmail.com



Século XXI, século da uniformização e da mestiçagem?
Outubro 31, 2007, 10:30 pm
Filed under: Em foco

               
«O que é necessário, é praticar por toda a parte a mestiçagem e o controlo dos nascimentos com vista à criação de uma raça única num mundo único sob um governo único.»
Brock Chisholm, antigo director da OMS

«Teremos um governo mundial. Quer isto agrade ou não. A única questão é saber se será criado através da conquista ou do consentimento.»
Paul Warburg, fundador do Banco Central Americano

«É necessário impôr a mestiçagem por toda a parte. A ideia de países etnicamente puros é um resquício do século XIX. O segundo milénio assistirá à vitória da mestiçagem.»
Wesley Clarke, General Norte-Americano

Nós, Identitários, aceitamos as diferenças e as especificidades de cada povo, e exigimos que as nossas também sejam respeitadas. Ser Identitário, é honrar a sua própria singularidade e as diferenças dos outros, aquilo que enriquece verdadeiramente a humanidade, e é por isso que nos opomos à mestiçagem destruidora dos povos e das identidades e procuramos preservar a diversidade que a compõe.



A internet como instrumento de trabalho
Outubro 24, 2007, 11:58 am
Filed under: Ligações Amigas

Assim como para o ferreiro o martelo é um instrumento de trabalho fundamental no seu labor, também para todos aqueles que envolvidos estão na defesa e preservação da nossa estirpe e cultura a internet afigura-se como um utensílio incontornável e de extraordinária projecção na promoção e divulgação das nossas nobres ideias. A única coisa que importa para os activistas em rede é, à semelhança e em analogia com o ferreiro, saberem disferir devidamente as pancadas do martelo.

Alguns têm sabido manejar o martelo com mestria, sendo exemplo paradigmático os amigos da Legião Vertical que cumpriram o seu primeiro aniversário internético, presenteando quem os visita com uma inovadora e mística apresentação ao nível gráfico. Os meus parabéns!

Os companheiros identitários além-fronteira iniciaram há relativamente pouco tempo um projecto editorial denominado ID-press, que vem assim enriquecer o panorama mediático identitário ao juntarem-se dessa forma ao esforço exercido pela rede Novopress no estabelecimento de uma agência de notícias alternativa ao aparelho mediático existente.

Outra louvável iniciativa é o projecto iniciado por identitários italianos e que já se dissimenou por vários países europeus e não apenas e que se intitula Radio Bandiera Nera, uma emissora radiofónica via internet de cariz político e cultural e que conta com a sua interessantíssima congénere portuguesa Rádio Lusitânia Expresso. Fiquem atentos!

Sinal de que a área identitária cresce e consolida-se em território nacional comprova-se através desta página dedicada ao artesanato. Uma iniciativa que se inscreve numa tentativa efectiva de estabelecer uma contracultura, uma cultura alternativa à vigente, desenraizada e de tendência uniformizadora. Ofibel é um projecto a apoiar a auxiliar sem reservas.

Por fim, uma derradeira referência à realização para a primeira quinzena de Novembro da Convenção Identitária em França, mais precisamente na Borgonha, e cujo cartaz anuncia a presença da associação portuguesa Causa Identitária. Um evento promissor e que permite acalentar a esperança para o surgimento de uma real rede identitária europeia.



XII Távola Redonda da Terre et Peuple
Outubro 19, 2007, 12:16 pm
Filed under: Em foco, Europa

Miguel Jardim, na qualidade de representante da associação Causa Identitária irá fazer-se presente na XII Távola Redonda da congénere associação francesa Terre et Peuple. O cartaz representa a excelência do pensamento identitário europeu na pessoa daqueles que ali aparecem nomeados. Uma reportagem sobre este evento será redigida pelo Miguel na qual irá relatar a ambiência, os discursos dos distintos intervenientes, assim como as suas observações pessoais. Aguardemos.

  

(Clique na imagem para aumentar)



Esparta em grande
Outubro 17, 2007, 10:33 am
Filed under: Em foco


Além deste blog que este vosso amigo procura regularmente alimentar, decidi há uns meses, mais precisamente em Janeiro do presente ano, abrir um blog exclusivamente dedicado a algo que desde sempre me fascinou, e pelos visto não apenas a mim, que é a Civilização Espartana.

Constatando o facto imperdoável da não existência de uma única obra em português exclusivamente dedicada à História de Esparta, ou sequer de uma página de internet na língua de Camões a Esparta dedicada, tomei a decisão de avançar com o meu singelo contributo, mesmo que tivesse a noção antecipada de que seria obviamente pequeno por contingências várias assim obrigarem. Bafejado pela fortuna de ter estreado este mesmo ano nas salas de cinema o excepcional filme “300” de Zack Snyder, baseado na obra de Frank Miller, o blog Esparta viu crescer exponencialmente o volume de visitas, na sua maioria pessoas, diga-se em abono da verdade, ávidas de conhecer um pouco mais sobre os Espartanos, e isto, não tenho dúvidas, devendo-se à imensa curiosidade e espanto que tal peça cinematográfica causou, sendo que grande parte dos visitantes é oriunda do Brasil, país que conta com milhões de euro-descendentes também eles amplamente interessados em descobrir a sua ancestralidade e a ela estabelecerem um elo identitário há muito adormecido.

Passados 8 meses de vida, eis que o blog Esparta ultrapassou a fantástica cifra de 101,858 visitas, tendo inclusive registado num único dia mais de 1400 visitantes, algo que me deixa imensamente satisfeito, ainda para mais quando me recordo de algumas vozes que se ergueram, em histeria, contra o filme “300”, por esta película, na opinião desses, agora comprovadamente equivocada, de que tal obra não mais era que propaganda americano-sionista, algo que contestei precisamente neste espaço por via deste artigo e que as caixas de comentários do blog Esparta desmentem claramente.

Esparta é um fenómeno de popularidade, e talvez, nos últimos anos, nenhuma outra civilização histórica tenha despertado tanta paixão e interesse, levando à publicação de inúmeras obras literárias sobre Esparta, à abertura de novas páginas de internet, à excepção, claro está, de Portugal, onde a Historiografia persiste num propositado desprezo por esta peculiar cultura agonal que representa Esparta e que se afigura como um paradigma para muitos nestes tempos conturbados.



Quando se escreve sobre o que se desconhece…
Outubro 12, 2007, 9:33 pm
Filed under: Em foco

Um tal F. Santos assina na publicação electrónica Alameda Digital um texto intitulado « A trági-comédia nacionalista », no qual o autor estabelece um paralelismo entre os identitários e uma eventual corrente que o mesmo define como nacional-comunista, ou vermelho-verde, e parece, ainda segundo este, ter defensores que lhe dão forma em Portugal.

Não conheço F. Santos, mas pelo que leio do seu escrito, e por via de um exercício de cogitação, afigura-se-me um personagem que já passou a casa dos trinta, padecendo de ligeira calvice, envergando uma engomada camisinha com os botões das mangas apertados, mesmo nos dias de mais tórrido calor, e que escapa à sua misantropia acentuada através da leitura compulsiva dos discursos de Oliveira Salazar ou nos bulhentos panfletos de António Sardinha.

Ora se a leitura é uma prática saudável e recomendável, também não deixa de ser verídico que, como em tudo, ler em demasia acaba invariavelmente por tolher o normal desenrolar do raciocínio, e no caso dos cérebros, digamos, mais frágeis provoca frequentemente a atarantação, sendo o sintoma mais perceptível a desarrumação de ideias e uma constante tendência para a menestra nos considerandos que se procura emanar.

Mais grave, ou no minímo, garantia da ausência de  seriedade, contudo, resulta a tentativa de colocar em prática a elaboração do perfil ideológico de algo ou de alguém que manifestamente não se conhece, mesmo que previamente, não vá o diabo tecê-las, se advirta não haver a pretensão em « estudar a fundo » aquilo que se aborda.

Escreve F. Santos, altaneiro na sua sapiência, que no chamado meio nacionalista existem diversas e distintas tendências que padecem de uma « auto-fágica » atomização, para a qual os identitários e os tais nacional-comunistas vêm, ainda que tardiamente, contribuir. Levanta-se pois a questão; acaso F. Santos redige tal artigo desde fora do supramencionado meio nacionalista? Não cremos que assim seja, a não ser que se dê a conhecer da parte de F. Santos uma tomada de posição pública, esclarecendo que nada tem ou teve que o ligue, mesmo que superficialmente, ao dito meio. Se, inversamente, F. Santos faz concludente e efectivamente parte do meio nacionalista, somos impelidos a rematar que F. Santos contribui indelevelmente para a mencionada atomização, na exacta medida em que, por certo, se revê e está adstrito a alguma tendência nacionalista que não os identitários e até aos prováveis nacional-comunistas.

Mais adiante F. Santos alude que os identitários portugueses são tributários da influência dos seus congéneres em França, « um país com várias identidades regionais muito variadas », com isto querendo insinuar que os portugueses importaram um modelo ideológico de todo aplicável no território nacional, não vão este incómodos identitários fazer despertar o papão do tão odiado regionalismo. Acresce, todavia, questionar F. Santos se nos pode conceder a graça de nos elucidar que nacionalismo, ao longo da história, não sofreu influências de outros nacionalismos, que nacionalistas não se inspiraram noutros nacionalistas. Avivemos a memória a F. Santos recordando que o Professor Salazar, além de ter como mestre doutrinário o francês Charles Maurras, também possuia na sua secretária uma fotografia do italiano Benito Mussolini. E por que não também citar que os Integralistas Lusitanos beberam directamente das lições e exemplos da Action Française…

(…) « tendência balcanizante » e « O seu ideal seria uma Europa de pequenos estados », assim traça o politólogo F. Santos o ideal identitário, reduzido a uma centelha pronta a despoletar o barril de pólvora que é o temível etnicismo regionalista e, consequentemente, fazer em pedaços o “velho continente” e todos os seus estados-nações paridos da famigerada oitecentista hidra da revolução. Nada mais distante da realidade e só por expressa insipiência ou ignomínia reles se pode veicular tamanha ideação. Preferimos pensar que se trata do primeiro caso.

Continuemos na nossa dissecação das palavras redigidas e aos identitários dirigidas por F. Santos, pois este deixou o “melhor” para fim, qual cereja em cima do bolo, ainda que de um bolo fora de prazo. Já lá vamos. Atentemos ainda na vã tentativa de F. Santos em colar os identitários ao estado de Israel, sugerindo que este é o « modelo a seguir » dos primeiros. Embrenhado no seu maniqueísmo F. Santos no escorrega a todo o campo na esparrela dos detractores dos identitários, que acusam estes de serem pró-sionistas apenas e somente porque os identitários não contemplam na sua agenda a denúncia permanente, entenda-se, paranóica e sobejamente gasta, do nacionalismo judaico, comummente designado por sionismo, denúncia, diga-se igualmente que serve para alguns escamotearem um irracional e frustrado ódio extensível a todos os judeus.

Outra frase que não podemos deixar de aqui sublinhar, sendo talvez aquela que melhor expõe o ideário de que F. Santos é apologista, é a seguinte; « “invasão” (se quisermos usar um termo muito usado pelos identitários para descrever a imigração ». A patente indignação do autor desta frase constitui indubitavelmente todo um programa por si só, já que revela bem como F. Santos encara a imigração. Quiçá estejamos perante um aspirante a Alto Comissário para a Imigração e Diálogo Intercultural…

Por fim, conforme prometido, temos a tão almejada cereja, e à parte os considerandos entre um pretenso enfrentamento dos identitários com vermelho-verdes, os quais carecem de real fundamento por inexactidão, no sentido em que os identitários não reconhecem a existência formal ou material de tão coloridos inimigos, eis que F. Santos se deslumbra na sua tarefa de desluzimento dos identitários sem dar conta (outra coisa não seria de esperar!) do insanável paradoxo em que submerge ao asnear que « Estes nacionalistas, sempre prontos a abraçar modelos não-nacionais ». Desprovido de efectiva reflexão como foi apanágio ao longo de todo o arrazoado, F. Santos cai no desconchavo de acusar os identitários se serem nacionalistas que abraçaram um modelo não-nacional. Temos doutrina.
F. Santos determina que se pode ser nacionalista, isto é, de acordo com qualquer dicionário de língua portuguesa, aquele que concede preferência exclusiva por tudo o que é nacional, e concomitantemente defender modelos não-nacionais! Bom, estamos, por certo, perante alguém que conhece ferros de madeira.

F. Santos descreveu o seu texto como uma tragi-comédia, no entanto, e em analogia teatral, uma vez passada revista ao mesmo, concluimos que estamos perante uma peça digna de teatro de revista, não tanto pela comicidade de tal estilo, mas antes pela absoluta caducidade do mesmo e por representar um Portugal mesquinho e maledicente, felizmente cada vez mais restrito a um certo tipo de gente. Enfim, aquilo que de pior existe no nosso país.



Beldades islâmicas
Outubro 7, 2007, 9:15 pm
Filed under: Em foco

Não fazendo este blog parte da imprensa cor-de-rosa, nem desejando sequer arvorar-me em conselheiro nas matérias do coração, quero, contudo, partilhar, num gesto absolutamente sincero e altruista, com os regulares visitantes islâmicos deste espaço, sejam europeus convertidos ou não, este extraordinário conjunto de castas meninas afegãs à procura de homens sérios, entenda-se, que só lhes batam uma vez por semana e em partes não-vísiveis dos esbeltos corpos, predispondo-se inclusive a partilhar submissamente o leito conjugal com outras três moças (a lei corânica permite um total de quatro esposas), sem nunca, garantem, demonstrar qualquer laivo de ciúme. Todas garantem, sob juramento, aceitarem a lapidação pública no caso de existir uma mera suspeita de infidelidade. Mais acrescentam que é sua vontade limitarem a sua existência à procriação, apostadas que estão na batalha dos ventres, como forma de submergir demograficamente a Europa.

Posto isto, é com o meu mais íntimo desejo que espero, desta forma filantrópica, auxiliar no combate à misantropia de alguns islâmicos, e até filo-islâmicos, encalhados nas suas entediantes vidas amorosas, que tem gerado entre estes um recrudescimento de atitudes misóginas.

PS/ Embora maritalmente comprometido que estou, assumo não ser de ferro, e confesso que a menina Semoule _de_rêve possui algo… enfim, exótico. Já o nosso amigo Pepin, sempre tão participativo quando se publicam imagens de meninas, muito me engano ou irá seleccionar como sua preferida a moça que ostenta aqueles sensuais óculos…