Que a beleza da mulher europeia nunca feneça!
Julho 30, 2007, 6:27 pm
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Mudanças
Julho 26, 2007, 2:12 pm
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Atendendo ao patente crescimento do número de interessados no conhecimento e estudo da obra tremenda de Faye, optei por auxiliar essa tarefa através do GUILLAUME FAYE Archive, uma página na qual se poderá encontrar inúmeros artigos e citações retiradas das principais obras deste pensador francês, aconselhando eu a que o faça igualmente o meu contestatário ideológico (ele designou-me por inimigo em tempos, mas, de acordo com o meu sentido de prioridades, bem como respeitando o binómio amigo/inimigo schmittiano, o Flávio não pode ser tido nessa conta), de forma a que não pratique a arte da crítica sem uma argumentação sólida e estruturada…

Posto isto, a fim de disciplinar melhor este espaço, bem como suavizar o seu aspecto estético, actualmente sobrecarregado, decidi aliviar assim a barra lateral, passando as referências aos textos de Faye para sede própria.



Breves considerações sobre o revisionismo e o novo livro de Faye, passando pelas inquietações do Flávio.
Julho 22, 2007, 8:54 pm
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Flávio, um dhimmi desavergonhadamente assumido, enfrenhado que está na sua mui quixotesca peleja contra os identitários, voltou recentemente a pespegar, qual mania obsessiva, em risco de se tornar caso patológico irreversível, no nome daquele que ele embicou como sendo uma sorte de “Guru” dos identitários europeus.

Ora, o incontornavelmente mediático Guillaume Faye, excelsa figura do pensamento político contemporâneo, o qual publicamente homenageio com este blog, foi novamente presenteado com uma referência, entre inúmeras, no confuso espaço internético do Flávio, desta feita através de um artigo em língua francesa redigido por uma figura que admiro particularmente pela sua tenacidade e persistência, mesmo após terem atentado contra sua vida, em divulgar aquela que é quiçá a mais difícil, para não dizer perigosa, disciplina da História, o revisionismo histórico referente à II Grande Guerra Mundial. Refiro-me ao Professor Faurisson, figura que dispensa apresentações e cuja demanda pela verdade histórica lhe valeu um injusto anátema social.

Faurisson redigiu um exaltado artigo, logo, carente da necessária objectividade, sobre a mais recente obra literária de Faye ousadamente intitulada «La nouvelle question juive» (A nova questão judaica), um livro extenso de 400 páginas onde, bem ao estilo que o caracteriza, Faye coloca o dedo na ferida, uma ferida não-cicatrizada e tão propícia a provocar celeuma, mas que não se pode lidar dogmaticamente ad eternum, ou simplesmente desviando o olhar como se desse modo tamanha e tão crucial questão caia no esquecimento.

Sem peias ou circunlóquios Faye aborda desde todos os ângulos a problemática que persiste em envolver os povo hebraico. Muito naturalmente a questão do revisionismo histórico foi explorada de idêntico modo, desferindo o politólogo gaulês severas criticas a determinada prática revisionista que prima pelo primarismo provocador, carente de bases historicamente cientificas, quando não, e de forma inconsequente, colado ideologicamente para indelével prejuízo de todos aqueles que de maneira desapaixonada dedicam as suas vidas ao estudo da História contemporânea.

Como quem estas linhas escreve não teve ainda oportunidade de ler este livro de Guillaume Faye, não irei tecer outras observações que não apresentar sucintamente algumas ideias pessoais sobre o tema do revisionismo em geral, e que me parecem ser coincidentes precisamente com aquilo que Faye exprobra. Continuar a ler



Frente a um inimigo comum; unidade!
Julho 17, 2007, 2:30 pm
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Fez bem o Caturo recordar o aniversário da Batalha de Navas de Tolosa que teve lugar precisamente há 795 anos e na qual D. Afonso II, o Gordo, coligado com os reinos de Castela, Navarra e Aragão derrotaram o Califa al-Nasir, disferindo dessa forma um severo abalo na hegemonia muçulmana na Península Ibérica. 

Contudo, fez-me lembrar que esta batalha não foi a única em que povos europeus se uniram para combater o inimigo comum. Ora vejamos sucintamente algumas dessas batalhas:

Batalha dos campos Cataláunicos (século V, Ano de 451): Coligação Galo-Romana, de Romanos, de Celtas, de Gauleses frente ao exército bárbaro dos Hunos sob o comando de Átila.

                

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Mensur, um ritual arqueofuturista
Julho 14, 2007, 11:31 am
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Nos meus erradios passeios internéticos fiz uma interessante descoberta que dá pelo título de Mensur. Para aqueles que, como até recentemente eu próprio, desconhecem o que é o Mensur, devo dizer que se trata de um duelo ritualístico praticado com o sabre desde há um século nas universidades alemãs pela maior parte das associações de estudantes, exercício viril que havia sido proibido após a segunda guerra mundial, nomeadamente por um acordão do tribunal de Karlsruhe no já longínquo ano de 1953.  

Recuperada a sua legalidade, o Mensur persistiu, porém, no seu carácter secretista. As autoridades universitárias alemãs estimam em cerca de 5 mil o número anual destes combates, agrupando actualmente as associações mais de cem mil membros activos, presentes em mais de uma centena de universidades e grandes escolas alemãs.  

O Mensur, que representa a forma mais perfeita dos rituais colectivos estudantis, é acima de tudo uma exaltação da honra. Continuar a ler



Diz-me o que lês…
Julho 9, 2007, 3:43 pm
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Face ao desafio lançado por um companheiro das lides blogosféricas, o famigerado Nonas, para que eu torne público o meu único vício, o qual, assumo, me tornou num consumista compulsivo, entenda-se o acto de comprar livros sem por vezes os ler (já vai longa a lista dos que aguardam uma leitura condigna), eis que aqui deixo os títulos das últimas cinco obras lidas, mesmo correndo o risco de me traçarem algum perfil ideológico através dos títulos abaixo mencionados: 

    Elogio da Heterossexualidade” de Guy Baret, Editorial Teorema 

    A arte de ser português” de Teixeira de Pascoaes, Delraux (edição facsimilada)

     “Eurofascismo, de los inicios a la derrota de 1945” de Erik Norling, ENR

     “António Sardinha, um intelectual no século” de Ana I.S. Desvignes, Imprensa de Ciências Sociais 

     “La convergence des catastrophes” de Guillaume Corvus, DIE  

Se por aqui passarem Miguel Vaz, Pedro Guedes, Humberto Nuno de Oliveira, Legionário e Caturo, lanço-lhes o mesmo desafio de revelarem as suas derradeiras leituras.



Divina Europa
Julho 7, 2007, 2:06 pm
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