Xenofília desenvergonhada!
Agosto 31, 2006, 10:07 pm
Filed under: Hit Parade dos colaboracionistas

Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país.”

Daniel Oliveira



Arqueofuturismo
Agosto 31, 2006, 9:52 pm
Filed under: Em foco



Entrevista a Guillaume Faye
Agosto 30, 2006, 10:06 pm
Filed under: Em foco, Fala Guillaume Faye

Recentemente Guillaume Faye foi alvo, uma vez mais, de uma rídicula tentativa de descredibilização e assassinato político, tendo por base a montagem de uma falsa entrevista, pretensamente concedida à secção online da revista nacionalista ‘France Echos’. É por de mais sabido que Faye adquiriu uma notabilidade tremenda nos últimos anos, tendo alcançado consensualmente uma respeitabilidade inquestionável pela sua dialéctica capacidade analítica. Não obstante, Guillaume Faye também despertou ódios e criou rancores entre alguns sectores do universo da “extrema-direita” francesa, e não só, nomeadamente entre aqueles que não aceitam as posições, lúcidas e corajosas diga-se de passagem, de Faye em relação ao Islamismo e ao real perigo que a sua implementação e crescimento representa e implica para a Europa. Os dogmas são, como se sabe, os piores inimigos da lógica e da objectividade.Ora, com o intuito de esclarecer os leitores de língua portuguesa e mesmo os nossos amigos do outro lado da fronteira que visitam este espaço, publicamos hoje, na íntegra, a entrevista conduzida pela Novopress França e a que Guillaume Faye gentilmente respondeu, sendo a sua leitura uma autêntica ”lufada de ar fresco” de inteligência e pragmatismo.   

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Os inimigos da floresta são nossos inimigos!
Agosto 28, 2006, 6:52 pm
Filed under: Em foco

Pierre Vial, dirigente da associação de resistência identitária Terre et Peuple redigiu este muito pertinente texto sobre um falgelo que recorrentemente, ano após ano, e tal como ele refere, também aflige de forma impiedosa o nosso país. A defesa da natureza e do nosso parque florestal é um dever imperioso de todas e todos aqueles que estão empenhados na defesa e preservação do nosso património étnico, cultural e, de forma consequente, ambiental. Leiamo-lo, pois.

Este verão, na Europa, todas as regiões, especialmente na Espanha, em Portugal, na Grécia, foram devastadas por incêndios monstruosos. Particularmente mortal na Galiza, velha terra céltica onde existe o ancestral caminho das estrelas (chamado, por certo, caminho de Santiago de Compostela, nome que significa “o campo das estrelas”) e que afirma orgulhosamente a sua identidade, designadamente enviando cada ano, para o representar, os seus músicos e os seus dançarinos ao Festival intercélto de Lorient. A incúria das autoridades regionais mas também a criminosa negligência das autoridades madrilenas foram tragicamente postas em evidência: bombeiros muito pouco numerosos e insuficientemente formados, materiais inapropriados, obsoletos, incapazes de serem eficazes frente a incêndios gigantescos.

Estes incêndios são, na maior parte, de origem criminosa. São provocados, comanditados por crápulas que, para obterem enormes lucros em operações imobiliárias, não hesitam em transformar vastas e bonitas florestas em desertos de cinzas, semelhantes a superfícies lunares, a flora e fauna destruídas sem hesitação em nome do Deus Dinheiro. Estas pessoas – executantes e mais ainda os comanditários – são criminosos que, em Estados normalmente constituídos, deveriam ser sancionados pela única penalidade adaptada ao seu crime: a pena de morte.

Atacando a floresta, estes criminosos destroem uma insubstituível fonte de vida, a floresta que constitui um biótipo indispensável ao equilíbrio natural. Claramente, a floresta é o garante de sobrevivência para tudo o que é vivo sobre a terra, da vegetação aos animais (contando, entre eles, estes animais que se chama homens). É por isso que a destruição, sempre para fins mercantis, de gigantescas superfícies florestais, em todos os continentes, sob pretexto de necessidades industriais (massa de papel, de madeiras de construção, mobiliário, etc….) é tão criminosa como os incêndios voluntários.

Se os interesses financeiros explicam muitas coisas, não explicam tudo. Porque a floresta é, em si mesma, portadora de uma concepção do mundo, de culturas e de civilizações que são as nossas. No século XIX, Ernest Renan opunha, na história da humanidade, os povos das florestas – nós – e os povos do deserto – os nossos inimigos, desde sempre. Este critério é mais válido que nunca. Retornamos a uma luta ideológica multissecular: quando os monges, na Idade Média, justificavam os arroteamentos, explicavam que era obra pia porque todo o retrocesso da floresta era o retrocesso do diabo (ou seja, os velhos Deuses pagãos, do ponto de vista da neurose cristã, pois as crenças ancestrais dos Europeus, perseguidas pelos zelotas cristãos, haviam encontrado refugio no coração das florestas, sob a protecção de pessoas que se poderia denominar como os Irmãos e irmãs da Floresta – ou feiticeiras, bruxas ou fadas, como se quiser).

Hoje, o dever imperioso dos bons Europeus é mobilizarem-se para zelar pelas nossas florestas. Muito concretamente, voluntários prontos para ajudar ao reflorestamento das regiões da Europa martirizadas estes últimos meses seriam bem-vindos.

Pierre Vial



Assim vai a nossa Europa
Agosto 27, 2006, 12:02 pm
Filed under: Europa, IMinvasão
  • 44% dos desempregados na capital norueguesa, Oslo, são imigrantes. A nível nacional os imigrantes sem emprego totalizam 22%.
  • Na Grã-Bretanha a imagem do porco foi banida de todas as publicações infantis, assim como das ementas das instituições de ensino.
  • Também na Grã-Bretanha, um parque de diversões estabeleceu um dia só para muçulmanos.
  • Na Itália uma jovem imigrante foi degolada pelo pai.”Matei-a porque vivia com um italiano,era uma P*** e não me obedecia”, afirmou o pai, um imigrante paquistanês, quando foi preso.
  • Em Malta, um polícia que ajudava os imigrantes a desembarcarem ouviu este conselho de um deles: “Cuidem bem desses barcos porque dentro de alguns anos vocês irão usá-los para escaparem de nós!”
  • Em França, milhares de pessoas manifestaram-se em Paris contra uma nova lei de imigração que dificulta a obtenção de autorizações de residência aos imigrantes ilegais.

 Enquanto isso, continuam a chegar barcos carregados de clandestinos à costa espanhola, maltesa e italiana.



A intolerável tolerância!
Agosto 25, 2006, 4:54 pm
Filed under: Hit Parade dos colaboracionistas

« Devemos nos mostrar abertos e tolerantes para com os muçulmanos de modo a que no dia em que nos tornemos uma minoria eles ajam da mesma forma em relação a nós. »

Jens Orback, Ministro Suéco



Crianças de três anos de idade podem ser racistas!
Agosto 24, 2006, 6:08 pm
Filed under: Em foco

Na edição de 7 de maio do presente ano noticiava o jornal britânico The Independent que de acordo com Herman Ouseley, promotor de uma campanha pela igualdade racial, as crianças com a idade de três anos já são racistas, dado serem capazes de categorizar as pessoas em função da origem racial. Logo, aconselha o arauto do multiculturalismo que as crianças devem «desde o primeiro dia começar a interagir com outras crianças de distintas etnias a fim de as ajudar a “desaprender” quaisquer atitudes racistas que eventualmente tenham aprendido». 

Ora, a mensagem que o biltre instigador da auto-flagelação étnica nos trasmite é que as crianças, os nossos filhos, devem, desde a mais tenra idade, ser mentalmente formatadas de maneira a não expressarem qualquer indício de que são resultado de uma identidade única, detentoras de uma especificidade biológica singular, da qual não devem nem podem esboçar o menor gesto de afirmação individual de pertença a um colectivo ou sequer um acto natural e instintivo de diferenciação em relação a outrém. O terrífico 1984 de George Orwell é um conto infantil quando comparado com esta demência destruidora dos povos e das culturas. 

Numa sociedade em que se glorificam músicos toxicodependentes, em que se celebra a prostituição na forma de “amor livre”, em que se enaltece a cobardia mascarada de pacifismo, em que se vangloria o individualismo, em que se louva pervertidos sexuais, em que homenageia artistas sem talento, em que se deifica a outras etnias e culturas em detrimento da nossa, não é de estranhar que tais declarações, mesmo tão aberrantes, sejam proferidas.  

Podem tentar, e certamente muitas mais investidas dos prosélitos do multiculturalismo se seguirão, manipular a natureza humana, porém, tal como muito correctamente explica o Professor J.P. Rushton em Ethnic nationalism, evolutionary psychology, and genetic similarity theory, capítulo da sua interessantissima obra Nations and Nationalism, a diferenciação racial é parte de um processo biológico assente em factores genéticos. Aprender a não ter consciência da sua identidade etno-cultural será qualquer coisa como aprender a não ser heterossexual. Simplesmente é algo impossível e sobejamente perigoso tentar inverter as leis naturais da vida. Uma criança que diferencia, que escolhe, que demonstra preferência, está obviamente a fazer o que é natural em todos nós.



Fazer bloco em torno de ideias claras contra o inimigo comum
Agosto 22, 2006, 6:43 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

As piores guerras são as que ninguém declarou. Elas estoiram em surdina, como um vento mau, e são as mais duras, as mais mortais. A Europa de hoje, em níveis distintos, enfrenta a maior ameaça da sua história, correndo o risco – não necessariamente pelo sangue – de desaparecer para sempre enquanto civilização. A Europa está em guerra, e não o sabe. Ela suspeita, mas esconde-se, através da clássica política da avestruz que enterra a sua cabeça na areia para não encarar a ameaça. Nós estamos a ser ocupados e colonizados pelos povos do Sul e pelo Islão, de maneira rápida e maciça. Somos submissos à nova ordem mundial americana, económica, estratégica e cultural. E os dois fenómenos andam a mão dada. Somos esmagados  pelas ideologias do declínio e do optimismo factício, em vias de uma regressão da cultura e da educação em direcção ao primitivismo, e ao simulacro de uma prosperidade frágil. A Europa – todos os seus povos aparentados e as suas nações irmãs – é o homem doente do mundo. O declínio demográfico demonstra-o, tal como a desvirilização fisiológica, e o etnomasoquismo da ideologia hegemónica, protegidos pelos censores do politicamente correcto e os seus vigias mediáticos ou judiciais. Estamos a ser roídos desde o interior, mas também somos atacados e minados a partir do exterior. Temos de enfrentar ao mesmo tempo os invasores, os ocupantes, mas também os colaboradores, ou seja, a maioria da classe politico-mediática e os intelectuais, classificados à esquerda ou à direita. O nosso povo não o percebe (ainda) dado que os carrinhos de supermercado estão (ainda) cheios. Todos se apercebem, em segredo, que a guerra já começou, mas a maioria nega-o porque ninguém tem, de momento, a coragem para se bater. De momento…

O aumento dos perigos, a marcha para o caos que começamos a prever hoje é talvez a condição indispensável de uma revolta e de um despertar. Porque nada ainda vimos. A tragédia não  está senão no início do seu primeiro acto.

Como em qualquer guerra, a liberdade de expressão dos defensores é posta em causa. Não é necessário ter-se pena, é a regra do jogo. No entanto, nós possuímos ainda imensos recursos em toda a Europa. Nada está perdido e o pessimismo não tem lugar. Na história, são sempre as minorias combatentes que mostram o caminho, face às as massas amorfas. Não se trata mais de ser de esquerda ou direita, mas de tomar o partido da resistência.

Extracto da obra de Guillaume Faye »Pourquoi nous combattons, manifeste de la résistance européenne», L’Aencre, 2001



Europa muçulmana; análise correcta, soluções erradas.
Agosto 20, 2006, 11:29 am
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Não obstante o óbvio que nos separa de Daniel Pipes, este não deixa de demostrar uma substancial coragem intelectual na denúncia da nova, mas recorrente, tentativa islâmica para invadir a Europa. No texto que ora apresentamos, o autor traça um diagnóstico correcto, embora incompleto, da actual crise, a maior e mais grave, da nossa civilização europeia. Contudo, Pipes avança com algumas sugestões que a nosso ver não poderiam senão acentuar o agravamento da presente situação, soluções essas que mais se assemelhariam a querer apagar um fogo com gasolina. É aí que vamos focalizar a nossa crítica.

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Europa muçulmana

Original em inglês: Muslim Europe

A Europa transforma-se cada vez mais numa província do Islão, numa colónia do Islão.” Assim escreve Oriana Fallaci no seu novo livro”A Força da Razão“. E a famosa jornalista italiana está certa: o antigo bastião da Cristandade que é a Europa está a ceder rapidamente ao Islão.

Dois factores principais contribuem para esse evento capaz de abalar o mundo.

·         O esvaziamento do Cristianismo. A Europa é cada vez mais uma sociedade pós-cristã, que expõe uma progressiva perda de vínculos com sua tradição e seus valores históricos. O número de cristãos fiéis e praticantes decaiu nas últimas duas gerações, a ponto de alguns observadores a designarem de o “novo continente negro“. Analistas já estimam que todas as semanas as mesquitas da Grã-Bretanha recebem mais crentes que as Igrejas na Inglaterra

.·         Uma taxa de natalidade anémica. Os europeus nativos encontram-se em vias de extinção. A manutenção da taxa populacional exige que cada mulher tenha em média 2,1 filhos; na União Européia, o índice total é um terço menor, de 1,5 filhos por mulher, e continua em queda. Um estudo mostra que, a continuar a tendência decrescente da população actual e a cessar a imigração, os 375 milhões de europeus serão 275 milhões em 2075. Para manter a mesma população activa de hoje, a U.E. precisa acolher 1,6 milhão de imigrantes por ano; para manter igual proporção de trabalhadores prestes a se aposentar, são necessários nada menos que 13,5 milhões de imigrantes por ano. (1)

Nesse vazio entram o Islão e os muçulmanos. Enquanto o Cristianismo cambaleia, o Islão mostra-se robusto, firme e ambicioso. Enquanto os europeus se reproduzem menos e em idade mais avançada, os muçulmanos fazem-no mais e ainda jovens.

Actualmente cerca de 5% da U.E., ou quase 20 milhões de pessoas, identificam-se como muçulmanos; mantida a tendência, o número chegará aos 10% antes de 2020. Se os não-muçulmanos fugirem da nova ordem islâmica, como parece provável, em décadas o continente poderá tornar-se de maioria muçulmana.

Quando isso acontecer, as grandiosas catedrais serão vistas como vestígios de uma civilização anterior — pelo menos até um regime do tipo saudita convertê-las em mesquistas ou alguém ao estilo Talibã as fizer explodir pelos ares. As grandes culturas nacionais — italiana, francesa, inglesa e outras — possivelmente cairão por terra, substituídas por uma nova identidade muçulmana transnacional que incorpora, entre outros, elementos norte-africanos, turcos e subcontinentais.

Essa previsão pouco tem de original. Em 1968, o político britânico Enoch Powell fez o famoso discurso “Rios de Sangue“, no qual advertia que o Reino Unido, ao permitir a imigração excessiva, estava “erguendo a pira do próprio funeral”. (As suas palavras enterraram uma carreira até então promissora.) Em 1973, o escritor francês Jean Raspail publicou “O campo dos Santos”, um romance que retrata a Europa sucumbindo à imigração maciça e descontrolada originária do subcontinente indiano. A passagem tranquila, ora em curso, de um território de uma grande civilização para o de outra não tem precedentes na história humana, arrastando ao descrédito fácil as vozes de alerta.

Existe ainda uma chance de que a transformação não se conclua, mas as expectativas diminuem com o passar do tempo. Aqui estão várias maneiras de se interromper o processo:

·         Mudanças na Europa que levem ao renascimento da fé cristã, ao aumento da natalidade ou à assimilação cultural dos imigrantes; em tese, tais resultados são possíveis, mas o que poderia provocá-los é difícil de imaginar. (2)

·         Modernização muçulmana. Por razões que ninguém consegue realmente entender (educação das mulheres? a demanda por abortos? adultos absorvidos demais em si mesmos para gerar filhos?), a modernidade causa uma drástica redução no número de nascimentos. Além disso, se o mundo muçulmano se modernizasse, a atração pela vida na Europa seria menor. (3) 

·         Outras fontes de imigração. Latino-americanos, por serem cristãos, permitiriam que a Europa conservasse de certa forma sua identidade histórica. Hindus e chineses ampliariam a diversidade cultural, tornando menos provável o domínio do Islão. (4)

As tendências actuais sugerem que a islamização ocorrerá com certeza, pois parece que os europeus consideram muito extenuante procriar, acabar com a imigração ilegal ou mesmo diversificar as fontes imigratórias. Preferem antes descambar tristemente para a senilidade civilizacional.

A Europa, ao mesmo tempo que alcançou níveis sem precedentes de paz e de prosperidade, demonstrou uma incapacidade ímpar para se sustentar. Um demógrafo, Wolfgang Lutz, afirma que “nunca um momento negativo foi experimentado em tão larga escala na história mundial”.

É efectivamente inevitável que a mais brilhante e bem sucedida sociedade seja também a primeira em risco de entrar em colapso devido à falta de confiança cultural e de descendência? Por ironia, criar um lugar muitíssimo agradável para se viver parece também ser uma receita para o suicídio. A comédia humana continua.

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(1) Daniel Pipes refere-se aos números avançados pela ONU, organização internacional cujos os interesses em forma alguma são coincidentes com os da Europa. Tais cifras inserem-se apenas e somente num prisma economicista, reveladando uma desfaçatez insultuosa para com as populações europeias, a quem jamais se perguntou se desejam e se aceitam a invasão do seu território e consequente colonização do mesmo, e mesmo para com os imigrantes, aqui encarados como meras peças de mercadoria ao serviço da lógica do mercado. 

(2) Pipes demonstra estar ciente de que a Europa necessita urgentemente de mudanças radicais em todas as vertentes da vida societária, desde o campo religioso às próprias mentalidades, todavia, não avança com a solução, a qual passa inevitavelmente pela superação do niilismo corrente imposto pelo igualitarismo individualista e desenraizador, o qual conduziu à “Decadência do Ocidente” (Spengler), sendo forçoso um retorno no tempo até ao Princípio, ao Começo, (Arche) para assim melhor enfrentarmos os desafios do Futuro.

(3) Modernização do islamismo. Pipes demonstra não perceber que o crescimento do islamismo é reflexo do mundo moderno, enquanto produto da mesma, expressão reagente face à acção posta em prática pelo “Sistema de assassinar os povos”.O actual islamismo é o islamismo da modernidade e quaisquer veleidades na existência de um eventual islamismo moderado´são reveladores de uma tremenda ingenuidade. 

(4) Neste ponto Daniel Pipes comete dois erros clamorosos; Desde o Concílio Vaticano II o mundo cristão conheceu uma profunda transformação. O outrora espírito aguerrido da Cristandade foi varrido das mentes dos fieis, criando um vácuo espíritual que conduziu a uma debandada geral nas hostes cristãs. As diferentes igrejas de confissão cristã não conseguem encontrar uma adequada resposta para colmatar esta crise. A fuga para a frente tem sido a tónica, nomeadamente através de um pretenso regresso às raízes universalistas, com incidência na implementação do eucumenismo e de uma demanda suicida pelo chamado diálogo inter-religioso. Tais posturas colocaram o Cristianismo, e em particular a Igreja Católica, objectivamente no campo do adversário, uma vez que este afigura-se deseperado com a perda de crentes, em grande parte para o islamismo rompante.

O segundo erro expresso por Pipes reside no facto de este apresentar como solução para travar o crescimento do islão na Europa a “importação” de imigrantes da América Latina, da China e da Índia, criando desse modo uma sociedade europeia multicultural e pretensamente tolerante, logo impermeável ao fundamentalismo muçulmano. Que ingenuidade! Mais, Pipes, fiel aos seus princípios cosmopolitas de feição universalista, pretende curar com sal esta ferida aberta no espaço Europeu. Uma sociedade multirracial é, comprovadamente, uma sociedade multirracista. A mistura explosiva de povos de origens distintas e portadores de cosmovisões absolutamente antagónicas não pode senão conduzir a conflitos sociais, étncios e culturais. Em última instância, o paríso multiculturalista de Pipes, além de revelador de uma xenofilia doentia, não é mais do que uma bomba relógio de consequências inimagináveis.         

Face ao islão conquistador a Europa somente tem uma solução; a recuperação da consciência étnica grande-europeia, assente nos valores da coragem, da solidariedade comunitária, da fidelidade à estirpe, no respeito selectivo da vida – e não de toda a “vida”. Em suma, nos princípios da Resistência e da Reconquista 



A subscrever e a ler urgentemente!
Agosto 18, 2006, 6:11 pm
Filed under: Em foco

Como já fizemos menção, Guillaume Faye publica mensalmente um boletim informativo onde, de forma absolutamente cirúrgica e caustica, desmonta toda a engrenagem do “Sistema assassino de povos”. Aconselhamos todos quantos possam a subscrever esta publicação, pois não só poderão encontrar aqui a informação que é sonegada pelos meios de comunicação oficiais, como também, de forma militante, contribuem para ajudar o pensador mais corajoso da área identitária europeia. A informação é também uma arma para os resistentes europeus!   

 

                                                                                                  



Imigração e Capitalismo
Agosto 16, 2006, 10:06 pm
Filed under: IMinvasão

 “Aqueles que permanecem em silêncio em relação ao capitalismo não deverão queixar-se da imigração.”                 Alain de Benoist

Resultante de complexos direitistas ou por mera conveniência é corrente no meio nacionalista olvidar o papel fulcral que joga o patronato no fenómeno IMinvasor. Afirmemo-lo sem paliativos, é o patronato, através do fortíssimo lóbi empresarial o principal impulsionador da entrada desenfreada de massas imigrantes (ver alógeno no Dicionário ideológico) na Europa.

Imigração e Capitalismo são indissociáveis!

É, pois, necessário cada vez mais encetar um combate social, denunciando não só os actores (os invasores/colonizadores), mas também aqueles que os geram e manipulam  (Capitalismo/lóbi empresarial/eleitoralismo dos partidos políticos/instituições religiosas, em particular e especialmente a igreja católica).Apresentamos aqui alguns tópicos que poderemos utilizar aquando de debates e discussões com amigos/colegas discordantes, a fim de os fazer ver que a nossa intransigente defesa da identidade não se limita a questões meramente étnico-culturais:

O Patronato e a imigração, ou das inúmeras vantagens que a imigração oferece ao patronato:

  1. exploração de pessoas desenraizadas e paupérrimas e, como tal, sujeitas às ordens de um patronato que os ameaça com a a denúncia e a expulsão.
  2. utilização da mão-de-obra barata, mas ávida de consumismo, dado que são um alvo fácil da publicidade.
  3. dividir a classe operária portuguesa com a introdução de povos não-assimiláveis nas redes de reivindicações dos trabalhadores (sindicatos), baixando os custos da mão-de-obra.
  4. estabelecimento de comunidades alógenas no seio da população portuguesa, a fim de compartimentar o povo (dividir para reinar).
  5. destruir a identidade nacional ou o sentimento de pertença do povo a fim de melhor modelar os desejos desse mesmo povo, para, assim, o tornar um alvo comercial mais fácil de abordar.
  6. esvaziar as antigas colónias das suas forças vivas, impedindo o regresso dos trabalhadores qualificados aos seus países de modo a quebrar a esperança desses países de um novo impulso económico.
  7. permitir a estigmatização para desqualificar toda e qualquer voz discordante e dissidente, excluindo, desse modo, os identitários, com o intuito de proteger os partidos e instituições do sistema, denunciando toda a discordância como sendo “racista” ou “fascista”.
  8. enfrquecer os países Europeus, tornando-os desprovidos de qualquer sentido de identidade e comunidade específica, criando a ideia que apenas existe um contrato social, levando ao desaparecimento progressivo da política para, desse forma, conduzir ao reino da economia.

Imigração, o patronato diz sim. Os trabalhadores dizem não!



Seminário organizado pelo ATHENEAUM em Setembro
Agosto 13, 2006, 9:56 am
Filed under: Resistência & Reconquista

Recebemos através do correio electrónico o seguinte convite de Pavel Tulaev, secretário geral da organização Sinergias Europeias e editor da revista russa Athenaeum: Todos os nossos amigos e colegas, especialmente aqueles que planearam mas não puderam participar na conferência internacional “O Futuro do Mundo Branco”, que teve lugar em Moscovo em Junho passado, http://www.ateney.ru/indexeng.htm, estão convidados a tomar parte no nosso seminário privado na Crimeia entre 15 e 21 de Setembro de 2006. Ateneus clássicos eram geralmente academias e escolas aristocráticas, e as publicações sob o mesmo título eram tribunas intelectuais. O nosso ATENEU russo continua esta tradição. Tornou-se num think tank da Nova Direita Europeia, chegando a mais de 20 países. O próximo seminário na Crimeia designar-se-à DESPERTAR BRANCO, tendo em conta o nosso Retorno Revolucionário aos arquétipos da Raça, à sagrada tradição ariana e aos nossos Deuses nativos. O seu objectivo principal é desenvolver uma nova estratégia e caminhos viáveis para o renascimento das nossas nações partindo da experiências e actividades dos nossos colegas. Durante uma semana você irá viver numpequeno hotel privado perto de Feodosija, onde poderá ouvir e fazer leituras, participar em seminários para pequenos grupos e realizar grandes debates, falar directamente a pensadores famosos, ser membro do júri ou um patrociniador, além de poder relaxar, fazendo passeios e nadar no Mar Negro que está a 150 metros do nosso hotel. O preço global dos 7 dias deste seminário do ATENEU e a permanência no hotel é de 500 euro (pequeno-almoço e jantar incluidos). Receberá mais detalhes depois de enviar o seu pedido para ateney@yandex.ru 

Com os melhores cumprimentos, Pavel Tulaev.