Xenofília desenvergonhada!
Agosto 31, 2006, 10:07 pm
Filed under: Hit Parade dos colaboracionistas

Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país.”

Daniel Oliveira



Arqueofuturismo
Agosto 31, 2006, 9:52 pm
Filed under: Em foco



Entrevista a Guillaume Faye
Agosto 30, 2006, 10:06 pm
Filed under: Em foco, Fala Guillaume Faye

Recentemente Guillaume Faye foi alvo, uma vez mais, de uma rídicula tentativa de descredibilização e assassinato político, tendo por base a montagem de uma falsa entrevista, pretensamente concedida à secção online da revista nacionalista ‘France Echos’. É por de mais sabido que Faye adquiriu uma notabilidade tremenda nos últimos anos, tendo alcançado consensualmente uma respeitabilidade inquestionável pela sua dialéctica capacidade analítica. Não obstante, Guillaume Faye também despertou ódios e criou rancores entre alguns sectores do universo da “extrema-direita” francesa, e não só, nomeadamente entre aqueles que não aceitam as posições, lúcidas e corajosas diga-se de passagem, de Faye em relação ao Islamismo e ao real perigo que a sua implementação e crescimento representa e implica para a Europa. Os dogmas são, como se sabe, os piores inimigos da lógica e da objectividade.Ora, com o intuito de esclarecer os leitores de língua portuguesa e mesmo os nossos amigos do outro lado da fronteira que visitam este espaço, publicamos hoje, na íntegra, a entrevista conduzida pela Novopress França e a que Guillaume Faye gentilmente respondeu, sendo a sua leitura uma autêntica ”lufada de ar fresco” de inteligência e pragmatismo.   

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Os inimigos da floresta são nossos inimigos!
Agosto 28, 2006, 6:52 pm
Filed under: Em foco

Pierre Vial, dirigente da associação de resistência identitária Terre et Peuple redigiu este muito pertinente texto sobre um falgelo que recorrentemente, ano após ano, e tal como ele refere, também aflige de forma impiedosa o nosso país. A defesa da natureza e do nosso parque florestal é um dever imperioso de todas e todos aqueles que estão empenhados na defesa e preservação do nosso património étnico, cultural e, de forma consequente, ambiental. Leiamo-lo, pois.

Este verão, na Europa, todas as regiões, especialmente na Espanha, em Portugal, na Grécia, foram devastadas por incêndios monstruosos. Particularmente mortal na Galiza, velha terra céltica onde existe o ancestral caminho das estrelas (chamado, por certo, caminho de Santiago de Compostela, nome que significa “o campo das estrelas”) e que afirma orgulhosamente a sua identidade, designadamente enviando cada ano, para o representar, os seus músicos e os seus dançarinos ao Festival intercélto de Lorient. A incúria das autoridades regionais mas também a criminosa negligência das autoridades madrilenas foram tragicamente postas em evidência: bombeiros muito pouco numerosos e insuficientemente formados, materiais inapropriados, obsoletos, incapazes de serem eficazes frente a incêndios gigantescos.

Estes incêndios são, na maior parte, de origem criminosa. São provocados, comanditados por crápulas que, para obterem enormes lucros em operações imobiliárias, não hesitam em transformar vastas e bonitas florestas em desertos de cinzas, semelhantes a superfícies lunares, a flora e fauna destruídas sem hesitação em nome do Deus Dinheiro. Estas pessoas – executantes e mais ainda os comanditários – são criminosos que, em Estados normalmente constituídos, deveriam ser sancionados pela única penalidade adaptada ao seu crime: a pena de morte.

Atacando a floresta, estes criminosos destroem uma insubstituível fonte de vida, a floresta que constitui um biótipo indispensável ao equilíbrio natural. Claramente, a floresta é o garante de sobrevivência para tudo o que é vivo sobre a terra, da vegetação aos animais (contando, entre eles, estes animais que se chama homens). É por isso que a destruição, sempre para fins mercantis, de gigantescas superfícies florestais, em todos os continentes, sob pretexto de necessidades industriais (massa de papel, de madeiras de construção, mobiliário, etc….) é tão criminosa como os incêndios voluntários.

Se os interesses financeiros explicam muitas coisas, não explicam tudo. Porque a floresta é, em si mesma, portadora de uma concepção do mundo, de culturas e de civilizações que são as nossas. No século XIX, Ernest Renan opunha, na história da humanidade, os povos das florestas – nós – e os povos do deserto – os nossos inimigos, desde sempre. Este critério é mais válido que nunca. Retornamos a uma luta ideológica multissecular: quando os monges, na Idade Média, justificavam os arroteamentos, explicavam que era obra pia porque todo o retrocesso da floresta era o retrocesso do diabo (ou seja, os velhos Deuses pagãos, do ponto de vista da neurose cristã, pois as crenças ancestrais dos Europeus, perseguidas pelos zelotas cristãos, haviam encontrado refugio no coração das florestas, sob a protecção de pessoas que se poderia denominar como os Irmãos e irmãs da Floresta – ou feiticeiras, bruxas ou fadas, como se quiser).

Hoje, o dever imperioso dos bons Europeus é mobilizarem-se para zelar pelas nossas florestas. Muito concretamente, voluntários prontos para ajudar ao reflorestamento das regiões da Europa martirizadas estes últimos meses seriam bem-vindos.

Pierre Vial



Assim vai a nossa Europa
Agosto 27, 2006, 12:02 pm
Filed under: Europa, IMinvasão
  • 44% dos desempregados na capital norueguesa, Oslo, são imigrantes. A nível nacional os imigrantes sem emprego totalizam 22%.
  • Na Grã-Bretanha a imagem do porco foi banida de todas as publicações infantis, assim como das ementas das instituições de ensino.
  • Também na Grã-Bretanha, um parque de diversões estabeleceu um dia só para muçulmanos.
  • Na Itália uma jovem imigrante foi degolada pelo pai.”Matei-a porque vivia com um italiano,era uma P*** e não me obedecia”, afirmou o pai, um imigrante paquistanês, quando foi preso.
  • Em Malta, um polícia que ajudava os imigrantes a desembarcarem ouviu este conselho de um deles: “Cuidem bem desses barcos porque dentro de alguns anos vocês irão usá-los para escaparem de nós!”
  • Em França, milhares de pessoas manifestaram-se em Paris contra uma nova lei de imigração que dificulta a obtenção de autorizações de residência aos imigrantes ilegais.

 Enquanto isso, continuam a chegar barcos carregados de clandestinos à costa espanhola, maltesa e italiana.



A intolerável tolerância!
Agosto 25, 2006, 4:54 pm
Filed under: Hit Parade dos colaboracionistas

« Devemos nos mostrar abertos e tolerantes para com os muçulmanos de modo a que no dia em que nos tornemos uma minoria eles ajam da mesma forma em relação a nós. »

Jens Orback, Ministro Suéco



Crianças de três anos de idade podem ser racistas!
Agosto 24, 2006, 6:08 pm
Filed under: Em foco

Na edição de 7 de maio do presente ano noticiava o jornal britânico The Independent que de acordo com Herman Ouseley, promotor de uma campanha pela igualdade racial, as crianças com a idade de três anos já são racistas, dado serem capazes de categorizar as pessoas em função da origem racial. Logo, aconselha o arauto do multiculturalismo que as crianças devem «desde o primeiro dia começar a interagir com outras crianças de distintas etnias a fim de as ajudar a “desaprender” quaisquer atitudes racistas que eventualmente tenham aprendido». 

Ora, a mensagem que o biltre instigador da auto-flagelação étnica nos trasmite é que as crianças, os nossos filhos, devem, desde a mais tenra idade, ser mentalmente formatadas de maneira a não expressarem qualquer indício de que são resultado de uma identidade única, detentoras de uma especificidade biológica singular, da qual não devem nem podem esboçar o menor gesto de afirmação individual de pertença a um colectivo ou sequer um acto natural e instintivo de diferenciação em relação a outrém. O terrífico 1984 de George Orwell é um conto infantil quando comparado com esta demência destruidora dos povos e das culturas. 

Numa sociedade em que se glorificam músicos toxicodependentes, em que se celebra a prostituição na forma de “amor livre”, em que se enaltece a cobardia mascarada de pacifismo, em que se vangloria o individualismo, em que se louva pervertidos sexuais, em que homenageia artistas sem talento, em que se deifica a outras etnias e culturas em detrimento da nossa, não é de estranhar que tais declarações, mesmo tão aberrantes, sejam proferidas.  

Podem tentar, e certamente muitas mais investidas dos prosélitos do multiculturalismo se seguirão, manipular a natureza humana, porém, tal como muito correctamente explica o Professor J.P. Rushton em Ethnic nationalism, evolutionary psychology, and genetic similarity theory, capítulo da sua interessantissima obra Nations and Nationalism, a diferenciação racial é parte de um processo biológico assente em factores genéticos. Aprender a não ter consciência da sua identidade etno-cultural será qualquer coisa como aprender a não ser heterossexual. Simplesmente é algo impossível e sobejamente perigoso tentar inverter as leis naturais da vida. Uma criança que diferencia, que escolhe, que demonstra preferência, está obviamente a fazer o que é natural em todos nós.