Uma noite com Stigger
Abril 28, 2008, 10:38 pm
Filed under: Em foco
Perdoem-me os leitores que seguem diariamente este vosso escriba, mas hoje quero deixar aqui um registo muito pessoal, ou seja, quero transmitir-vos que a passada sexta-feira não foi apenas mais um dia para o esquerdalho celebrar o golpe de estado do 25 do A. De todo!

Na passada sexta-feira Portugal teve a oportunidade de receber Stigger, o extraordinário e ex-guitarrista da mítica banda Skrewdriver, liderada pelo saudoso Ian Stuart, um homem que influenciou milhares de jovens europeus e de todo o mundo eurodescendente ao som das suas canções e que continua geração após geração a ser uma referência de compromisso e militantismo nos dias que correm.
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Que nasçam 1000 casas da identidade!
Abril 27, 2008, 10:39 am
Filed under: Em foco, Europa, Ligações Amigas, Resistência & Reconquista
A casa detém na cultura europeia um lugar primordial. Lugar de actividades compartilhadas, a casa é o local onde se perpetua o legado ancestral, onde os jovens ouvem atentamente os seus maiores e descobrem a história do seu povo. Espaço de afectos e relações pessoais a casa representa a manifestação da esfera privada. A casa é como o “Castelo” da família, na exacta medida em que é por excelência propriedade do Homem e onde este é soberano num território inviolável. Assim, tendo tudo isto reunido, a casa constitui primordialmente uma referência de identidade.

Há cerca de 4 anos, ou para ser mais exacto, em 30 de Abril de2004, os identitários do Pays Niçois, inauguraram aquela que é conhecida por La Maioun, ou traduzindo para português, a Casa, um espaço onde a solidariedade se transforma em fraternidade e o grupo reforça os seus laços e fomenta o espírito de comunidade. Neste local desenvolvem-se diversas actividades, sejam conferências, iniciação e melhoramento de conhecimentos informáticos da população, exposições temáticas, entre outras iniciativas, sem deixar de ser também um espaço de lazer e convívio, no qual quem por lá passa pode inclusive pernoitar, e onde se promove acima de tudo a identidade nicense e europeia.

Na esteira deste projecto os identitários da flandres avançaram com a edificação da sua própria casa e assim nasceu a Vlaams Huis, ou na língua do poeta, Casa Flamenga, uma habitação absolutamente extraordinária, provida de toda a comidade própria de uma casa na mais vetusta tradição europeia. Bastião dos identitários na região, a Vlaams Huis é já um polo de desenvolvimento e reconhecimento da cultura flamenga. Nela têm lugar as sempre necessárias conferências, aulas de aprendizagem de flamengo, cineclube, curso de artes marciais, entre um amplo conjunto de actividades. As fotografias presentes no sítio dedicado à Vlaams Huis deixam evidenciar que o futuro passa impreterivelmente pela abertura de mais e mais espaços como este, e uma vez mais os identitários estão na vanguarda. Parafraseando Fabrice Robert, que nasçam 5, 10, 100, 1000 casas da identidade!

 

 



Disneylândia portuguesa
Abril 23, 2008, 9:38 pm
Filed under: Em foco, IMinvasão

    

Com a devida vénia ao meu amigo e leitor deste blog, Social-Patriota.



Abertas as portas e não só…
Abril 20, 2008, 9:23 am
Filed under: Hit Parade dos colaboracionistas, IMinvasão

Escreve a Agência Lusa que o Roteiro de Saúde Imigrante, organizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e pelo ex-ACIME, agora rebatizado Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), terminou com um saldo muito positivo. Diga-se que não nos estão a conceder novidade alguma, pois é consabido que alguém engorda, não somente em níveis de gordura mas acima de tudo pecuniariamente, com esta arma de colonização maciça que representa a imigração!

No seguimento da mesma notícia ficámos a saber pela boca de uma enfermeira ligada à iniciativa que «os imigrantes, independentemente do seu estatuto legal, têm o direito de aceder à saúde.» Ora, é conveniente acrescentar que isso processa-se a expensas do pobre Zé Povinho, que entretanto continua, qual ovelhum, a ver fechar maternidades, centros de saúde e as listas de espera a engrossarem exponencialmente.

Manuela Marques, responsável desta iniciativa, referiu que esta acção foi “essencial” para facilitar “a acessibilidade e explicar às pessoas que estamos de porta aberta”. Oh Manela, não necessita dizê-lo, eles já o sabem e nós, o povo, também há muito que reparamos. E pelo que tenho visto sou forçado a acrescentar que pessoas há que não estão apenas de porta aberta…

Enfim, e desta forma o Hit Parade dos Colaboracionistas vai engrossando.



Liberdade
Abril 19, 2008, 9:27 pm
Filed under: Resistência & Reconquista



Porque combato eu?
Abril 19, 2008, 9:18 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

Guillaume Faye escreveu faz alguns anos um livro, em forma de léxico, intitulado «Pourquoi nous combattons», uma obra a todos os níveis aconselhável por tratar-se de um autêntico instrumento intelectual ao serviço de todos quantos estão envolvidos de uma forma ou de outra na luta pela sobrevivência da nossa identidade.

Contudo, não poucas vezes vejo-me impelido a equacionar realmente aquilo pelo qual me movo, isto é, procuro perceber com maior precisão o que me faz deparar com tantos problemas, com tantas agruras e desgostos, mas também com muitos momentos de alegria e um prazer apenas cognoscível por quem vive intensamente a militância, enfim, acima de tudo pretendo estabelecer os pontos cardinais que me concedam permanentemente a resposta à questão inicial.

Desconhecendo em grande parte (e mesmo duvidando em alguns casos!) o móbil que propulsa os chamados camaradas, deixo aqui em 10 sentenças aquilo que me faz viver e lutar, as quais não se encontram necessariamente por ordem hierárquica ou sequer apresentam-se sob forma definitiva.

Porque combato eu?

Pela minha família
Pela terra em que descansam eternamente os meus antepassados
Pela honra
Pela beleza da mulher europeia
Pela Europa, mátria primordial
Pelo santuário de Endovélico
Pela memória
Pelo mosteiro dos Jerónimos
Pela liberdade
Pelo sorriso das crianças do meu povo



Filosofia da responsabilidade
Abril 9, 2008, 9:49 pm
Filed under: Em foco, Europa

«A mentalidade evangélica (herdada do Novo Testamento e não do Antigo, puramente judeu), fundada sobre a auto culpabilização, o amor universal do género humano – com uma preferência pelo estrangeiro -, a negação da sua própria nação, impregna hoje todas as Igrejas cristãs, mas também, de forma laicizada, a maioria dos grupos de pressão, associações, sindicatos, meios de comunicação social, professores, partidos políticos, etc. Ainda que os intelectuais judaicos se tenham desde há muito tempo servido desta disposição de espírito para a acompanhar e acentuar, não a criaram em absoluto. Não foram os Judeus que introduziram o vírus do ódio a si próprio, da renúncia, do individualismo, nos Europeus. Nietzsche desenvolveu amplamente este ponto de vista, o qual foi sempre ocultado pelos seus panegiristas. Estes princípios foram inoculados pela moral do Novo Testamento, que não era judaica na sua essência, e que demorou vinte século antes de fazer sentir, após uma lenta incubação, os seus efeitos perversos (a ideologia do Amor); e, paradoxalmente após a destruição da Igreja católica tradicional que havia conservado os elementos fortes da mentalidade pagã.

Resumidamente, o espírito de abdicação, de abertura delirante ao Outro (mesmo sendo este agressivo e hostil), que enfraquece qualquer espírito de defesa e faz perder o bom senso, é talvez substancial ao espírito europeu, como uma parte negra do seu génio. Certos intelectuais judaicos podem ter activado este gene nefasto, mas não foram eles que o criaram certamente; e é provável que sem eles, ele ter-se-ia feito sentir do mesmo modo.»

Guillaume Faye. La nouvelle question juive. 2007