Resistir para Reconquistar!
Dezembro 31, 2006, 1:07 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

 

« … o país que laboriosamente e apaixonadamente construíram os nossos antepassados, com o seu suor e o seu sangue, está a alterar definitivamente de aspecto. Estariam eles orgulhosos do que temos feito? Cada um de nós deve interrogar-se. 

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Homenagem
Dezembro 30, 2006, 11:54 am
Filed under: Em foco

         



Três aversões: Individualismo, igualitarismo, universalismo
Dezembro 28, 2006, 9:43 pm
Filed under: Em foco

O que entendo por individualismo? A ruptura da pessoa com os vínculos comunitários: nação, família, tradições, região, etc.  

Como defino o igualitarismo? Como a negação do direito humano à diferença.  

O que detesto no universalismo? A pretensão de homogeneizar as culturas segundo um modelo, seja o ocidental/norte-americano, seja o islâmico.



O racismo anti-branco : mitos e preconceitos
Dezembro 26, 2006, 11:57 am
Filed under: Em foco, Europa

 

1. O mito do “berço de ouro “ 

O primeiro mito específico do racismo Anti-branco é o mito do “berço de ouro”. É a crença que ter nascido branco constitui uma vantagem inata em todos os domínios da vida, quer sejam privados ou profissionais. Devido à sua cor de pele, os brancos teriam o direito a todas as espécies de vantagens que lhes garantiriam uma existência fácil. Decorre, no espírito do racista que adere a esta crença, que uma pessoa de tipo europeu não poderá jamais comungar dos mesmos sentimentos nutridos por um ser humano que pertence a um outro grupo étnico. Este mito contém a sua própria negação: prova pela sua própria existência que os brancos podem ser vítimas de preconceitos racistas. O desemprego, a doença, a morte, a depressão, o luto, o racismo são dramas e dificuldades que os brancos sentem de maneira igualmente aguda e de modo igualmente frequente que os outros seres humanos. Ter nascido branco não é um seguro ou uma protecção contra as dificuldades da vida: a ampla maioria dos brancos não nascem ricos, bonitos e famosos. Declarar que ser branco, é gozar de um privilégio inato, é negar a plena humanidade aos que assim nasceram.  Continuar a ler



Da inversão dos valores
Dezembro 23, 2006, 1:01 pm
Filed under: Em foco

           

Adeus querido! Cuida das crianças, mantém a casa limpa e passa a roupa a ferro durante a minha ausência. 

Sinal dos tempos, esta legenda poderia perfeitamente encaixar neste cartaz das Forças Armadas da Suécia, o qual é apenas um exemplo, entre tantos, da crescente e doentia inversão de valores que a sociedade europeia atravessa, sendo esta irreflectida e inconsequente inversão mais notória entre a nossa população masculina, precisamente através da desvirilização.   Continuar a ler



Quando se colocam os princípios na gaveta
Dezembro 22, 2006, 3:58 pm
Filed under: Em foco

     

Totalmente apostado nas eleições presidenciais de 2007, o Front National de Jean Marie Le Pen lançou recentemente uma campanha propagandística onde figura, entre outras imagens e slogans, esta jovem mestiça.  

Já não é novidade que na demanda pela obtenção de popularidade, e consequentemente de mais votos, alguns partidos nacionalistas (Alleanza Nazionale, apenas para citar um exemplo) guardem na gaveta determinadas posições anteriormente defendidas de forma intransigente e, desse modo, abdiquem de princípios pelos quais originalmente se norteavam.  

Porém, esta imagem é ainda mais bizarra se tivermos em conta que o FN defende no seu programa o restabelecimento do Jus Sanguinis, e que as palavras presentes neste cartaz, traduzidas na língua de Camões, rezam o seguinte:  

Nacionalidade, Assimilação, Elevação social, Laicidade. Direita/Esquerda, Eles estragaram tudo!     

Ora, tendo por base a imagem da jovem-resultado-da-sociedade-multiculturalista, é efectivamente estranho, e até mesmo paradoxal, que o marketing político do FN ponha em dúvida o processo de Assimilação…



Guillaume Faye visto por um brasileiro
Dezembro 21, 2006, 11:51 pm
Filed under: Em foco

“Se fosse possível descrever com poucas palavras a figura poliédrica de Guillaume Faye eu diria que ela é uma mistura explosiva de Inácio de Loyola com Che Guevara: certamente a espécie mais exótica de orador que a Europa produziu nos últimos anos. Lúcido quando mergulha no êxtase retórico, extático quando desfia o mais rigoroso silogismo, Faye jamais perde a medida. Príncipe soberano no reino do Espírito, sua inteligência desconhece entraves: tudo penetra, tudo resolve, tudo desata, só para depois poder nos humilhar com seu olhar esmagador. Quem poderá vencer este helenista entusiasmado, este herderiano anacrónico, este berseker gaulês? Façamo-lhe, pois, um meneio profundo no salão grego onde ele nos recebe para que, acalmado o desejo de honra do mestre, possamos seguir nosso caminho. 

Guillaume Faye é helenista e vitalista, o que não quer dizer muita coisa lá no Brasil, mas que na Alemanha significaria algo entre Winckelmann e Ludwig Klages. Ignora as convenções hipócritas do reacionarismo comodista, despreza qualquer capitulação em face de seus adversários. (…) 

Retirado daqui.