Filha putices intelectuais
Julho 19, 2008, 9:13 pm
Filed under: Em foco

O aviltar de símbolos nacionais é hoje encarado como uma atitude de ruptura com o estabelecido, digamos mesmo, para empregar os termos da moda, que é in, até mesmo chic, ou, melhor ainda, cool.

O que era até há algumas gerações considerado sagrado, intocável e inatacável, tornou-se para as gerações actuais o alvo preferencial para, de alguma forma, demonstrarem que são «rebeldes», que estão fora do sistema, e não se cingem à ordem vigente. Contudo, a verdade é que nunca a História se deparou com gerações tão enquadradas e arregimentadas, tão formatadas no politicamente correcto, puros produtos de um sistema totalitário que as modelou e finge granjear-lhes absoluta liberdade, quando a realidade, essa, espelha bem que as actuais gerações estão, isso sim, absolutamente estupidificadas pela ignorância dos princípios e valores basilares que fazem permanecer no tempo qualquer comunidade nacional.

Escreveu Lenine, e com ampla razão, que “os intelectuais não são o cérebro da nação, são a sua merda!”. Um dos nossos intelectuais de pacotilha, que mais não é que um «pimba» do mundo das (más) ideias, escreveu numa revista, por sinal de pensamento elevado, um artigo dedicado ao fundador da nacionalidade, D. Afonso Henriques, no qual, de forma vil e rasteira, o energúmeno autor coloca a hipótese de que o nosso primeiro Rei era homossexual.

Perante isto, reclamando das mesmas amplas liberdades que o autor do insultuoso artigo fez uso, e protegido pela liberdade de expressão outorgada pela Constituição da República, tendo em conta o meu exame da vida desse cretino, não resisto em questionar se a mãe dele não era prostituta?