Convocatória
Novembro 18, 2008, 10:19 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

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Por uma espiritualidade autêntica
Novembro 2, 2008, 4:51 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

A espiritualidade autêntica não pode senão ser fundada sobre a via (e a voz) do sangue, e isto quer dizer a coisa mais simples do mundo: a herança dos antepassados, tanto biológica como cultural, a experiência concreta do combate vital, individual e colectivo, e a esperança do crescimento da linhagem. Isto é válido para todos os povos do planeta, porque nós jogamos todos, uns contra os outros, e uns com os outros, o mesmo jogo de póquer, onde as regras foram fixadas por uma entidade que os Gregos denominavam de Moïra.

Guillaume Faye, in Avant-Guerre



Liberdade de expressão apenas para as opiniões permitidas!
Agosto 24, 2008, 10:01 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Apenas tomei conhecimento agora, mas no passado mês de Julho o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos negou o recurso apresentado pelo dissidente Guillaume Faye, autor de vários livros onde denunciou a colonização da Europa por alógenos, e nos quais apela à resistência organizada face à invasão e seus colaboracionistas.

Recorde-se que Guillaume Faye havia sido condenado pelo Estado Francês a uma pesada multa pela publicação da obra «La colonisation de l’Europe”, discours vrai sur l’immigration et l’islam» (para descarregar este livro basta clicar aqui).

Não sendo de admirar a decisão deste organismo, não duvido que Faye, ainda que arruinado financeiramente, não irá sucumbir perante mais este golpe da ditadura do pensamento único e que muito em breve irá voltar a contribuir para a resistência identitária europeia com mais alguns pujantes e revolucionários escritos.



Ter força e coragem
Julho 26, 2008, 9:41 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

É necessário força para exprimir a sua opinião
É necessário coragem para assumi-la até ao fim

É necessário força para tomar uma decisão
É necessário por vezes coragem para aceitar as consequências

É necessário força para avançar
É necessário coragem para aceitar que se errou

É necessário força para enfrentar o perigo
É necessário coragem para aceitar os seus limites

É necessário força para escolher
É necessário coragem para renunciar

É necessário força para aceitar as provas
É necessário coragem para rir

É necessário força para denunciar
É necessário coragem para calar-se

É necessário força para ganhar a sua vida
É necessário coragem para enfrentar a miséria

É necessário força para lutar
É necessário coragem para não renunciar

É necessário força para dizer não
É necessário coragem para ser capaz de afirmar a sua opinião sem violência

É necessário força para enfrentar os outros
É necessário coragem para enfrentar-se a si mesmo

É necessário força para ter sucesso
É necessário coragem para ultrapassar-se

É necessário força para atenuar a perda de um amigo
É necessário coragem para suportar o seu próprio sofrimento

É necessário força para suportar a injustiça
É necessário coragem para a travar

É necessário força para amar
É necessário coragem para ir embora

É necessário força para viver
É necessário coragem para sobreviver

Anónimo



O multiculturalismo conduz ao multirracismo
Julho 14, 2008, 9:57 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

O conflito étnico que tem lugar na Quinta da Fonte veio pôr a descoberto uma realidade há muito conhecida das populações que habitam na cintura urbana de Lisboa. Uma realidade de violência conhecida pela nossa população, que resulta ser a principal vitima da mesma, e que é igualmente do conhecimento das autoridades e dos diversos órgãos de informação, entidades que procuram na sua grande parte, e de forma cúmplice, escamotear os múltiplos episódios de violência racial protagonizados pelas populações alógenas instaladas em solo português. Basta recordar as palavras encomendadas pelo investigador Jorge Malheiros que no anterior ano assegurava a não existência «de guetos étnicos ou gangs na Área Metropolitana Lisboa». Muito a propósito da Quinta da Fonte e dos acontecimentos semelhantes que ali ocorreram no ano transacto, relembro as muito pertinentes observações do blog Máquina Zero.

Mesmo que alguns jornais denunciem a onda de violência organizada e praticada pelos gangues étnicos africanos, não deixa de ser gritante o manto de silêncio dos meios de comunicação sobre os reais motivos deste recente conflito na QdF. Aliás, atrevo-me mesmo a escrever que em noticiário algum a palavra racismo foi alguma vez empregue, pois é amplamente consabido que o racismo somente é, na óptica jornalística, próprio de pessoas de tez alva, entenda-se brancas, portuguesas e europeias, ou seja, um racismo de sentido único, e que apenas se deve denunciar os inadmissíveis actos racistas quando são protagonizados pelos terríveis skinheads. Recorde-se a ordem do governo Guterres em 1997, dirigindo-se às forças policiais, sobre a não menção da origem étnica dos meliantes alógenos, a fim de não acicatar os ânimos da população autóctone, ou, já agora, no livro de estilo do jornal Público que estabelece que «A cor da pele ou a nacionalidade do suspeito de um crime nunca deve merecer relevância noticiosa, salvo quando existirem óbvias implicações com interesse público.», isto é, salvo quando são jovens brancos.

Não consigo deixar de expressar a minha revolta face à passividade do nosso povo, do meu povo, que ovinamente vai encolhendo os ombros, como se isto fosse problema de alguém que não nosso, como se o tiroteio exibido na televisão tivesse tido lugar num qualquer país do longínquo Médio Oriente, como se toda aquela gente da QdF não vivesse do rendimento mínimo em casas oferecidas, sublinho, pela autarquia, ou seja, a expensas dos portugueses de raíz!

As imagens da intifada que Paris e demais cidades francesas conheceram em finais de 2005 não são uma realidade tão distante. A França já conheceu as chamas infernais do paraíso multiculturalista e Portugal está gradualmente a conhece-las, o pior é que se nada for feito para o impedir amanhã já pode nada restar senão as cinzas.

Resistência e Reconquista são as palavras de ordem!



O ruído da revolta contra o silêncio da cumplicidade
Julho 11, 2008, 9:11 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Pela segunda vez os xenófilos da França tentaram organizar um círculo do silêncio, um evento que visa sensibilizar a população para a legalização dos imigrantes clandestinos.

Face a este desprezível acto de colaboracionismo para com a invasão e colonização da Europa, as Juventudes Identitárias de Lyon protagonizaram um novo blitz de protesto, à semelhança do primeiro realizado em Nice. Conforme se pode ver no vídeo os identitários irrompem subitamente pela praça onde se encontravam os miseráveis colaboracionistas e causam tamanho ruído que provocam o espanto geral entre todos quantos por ali se encontravam ou passavam. 

Uma vez mais, os identitários demonstraram que por cada acção realizada pelos inimigos da Europa uma acção de resposta terá lugar, com a garantia de que o Círculo do ruído estará sempre presente e cada vez mais estrepitoso para afirmar peremptoriamente que Europa permanecerá europeia, custe o que custar.. 



Resistência identitária chega à Suécia
Julho 4, 2008, 9:54 pm
Filed under: Ligações Amigas, Resistência & Reconquista

Se commumente por movimento entende-se o acto de mover, actividade, evolução, alteração, o movimento identitário, nascido em solo gaulês no ano de 2002, expressa de forma bem visível o enorme potencial das suas ideias, da sua mensagem, da sua praxis, um potencial que se traduziu por um inevitável ultrapassar de fronteiras geográficas, dado o carácter de ruptura com formas passadas e ultrapassadas e pelo sua inovadora forma de fazer a política, sendo o caso português um exemplo claro disso, quando em 2005 a associação Causa Identitária ganhou substância física.
Implantado está nas terras de Cervantes, assim como na bella Itália, o movimento identitário chegou finalmente à terra dos vikings. O reino da Suécia, outrora um país etnicamente homogéneo, economicamente próspero, socialmente harmonioso, conhece desde alguns meses a presença do activismo identitário em forma de resistência à descaracterização etnocultural que assola esta nação escandinava.

Se as ideias de Guillaume Faye há muito que penetraram no pensamento alternativo e da contracultura sueca, pela mão do blogger Oskorei, o movimento identitário não havia, contudo, adquirido os desejados mecanismos organizacionais. Através do espaço internético Identitet Väst torna-se patente o fulgor militante dos identitários suecos. O Manifesto Identitário (tradutor online do Google ajuda!) recentemente apresentado em nada deixa duvidar da sintonia ideológica que irmana os activistas suecos, franceses, castelhanos ou portugueses. Através de uma prática militante permanente por via da distribuição de folhetos, pinturas murais e colagens de autocolantes, ou pela estruturação do corpo ideológico do movimento identitário sueco, podemos estar seguros de que o Lambda, símbolo que matiza a resistência identitária europeia, tornou-se já no estandarte da vanguarda política sueca na luta pela defesa e preservação das nossas identidades nacionais e europeia.

Älska din identitet!