Dois livros a comprar quanto antes
Outubro 24, 2008, 9:50 pm
Filed under: Em foco

Adquiri esta semana dois livros em castelhano que aconselho vivamente aos leitores ideologicamente menos correctos, àqueles que não se deixam impressionar por rotulagens, que sabem manter um espírito suficientemente crítico sem se deixarem esmagar pelo preconceito ou pelo receio infundado de se verem conetados com os malditos da História recente europeia.

Refiro-me concretamente a duas obras, infelizmente não editadas em português, que se revestem de suma importância, nomeadamente «Los Proscritos», de Ernst Von Salomon, um livro que tem vindo a inflamar geração após geração os inconformistas da chamada área nacional europeia, aqueles que cultivam, apesar de tudo, o espírito do soldado político, que vivem intensamente o romantismo da acção. Em suma, Von Salomon permite compreender a autêntica epopeia dos Freikorps, esses homens animados por um paroxismo patriótico que os impelia a lutarem por algo que desconheciam, mas que, inversamente, sabiam bem aquilo que não queriam.

O outro livro a que me quero referir trata-se de «Thule, la cultura de la otra Europa», uma obra originalmente publicada em 1979 pelas Ediciones Bausp e que apresenta-se como um verdadeiro compêndio dos autores e tendência nacional-revolucionárias da supra mencionada área nacional.
Versão aumentada, pois conta já com inúmeras referências a pensadores políticos Sul-Americanos, assim como a diversos Portugueses (para tal contribuí com um artigo biográfico de Francisco Rolão Preto, escrito em 2001), este livro torna-se indispensável a todos quantos desejarem conhecer a vida e obra dos “pensadores malditos”, as ideias por estes formuladas e veiculadas, reais alternativas ao decadentismo da actualidade.

Os interessados em comprar estas obras podem transmiti-lo aqui e eu informo privadamente como o poderão fazer, porque uma coisa garanto, se há dinheiro bem empregue será nestas aquisições.



Identifica-te com as tuas raizes!
Outubro 13, 2008, 11:17 pm
Filed under: Raízes



Breve esclarecimento
Outubro 12, 2008, 5:00 pm
Filed under: Em foco

Os mais atentos terão por esta altura apercebido-se que um artigo/resposta direccionado a um comentário insultuso/ameaçador que me foi dirigido já não se encontra disponível para leitura. É verdade, apaguei o mesmo porque cheguei à conclusão que afinal alguém, absolutamente desprovido de carácter, fez-se passar pelo senhor Rui Barandas, pessoa que não conheço pessoalmente e que só agora travei conhecimento via email, a fim de esclarecer este mal-entendido.

Infelizmente o meu temperamento explosivo fez-me reagir ao dito mail de forma intempestiva e não-reflectida, não havendo outra possíbilidade agora senão a de apresentar as minhas desculpas ao verdadeiro Rui Barandas, o qual, foi-me prontamente garantido por diversos camaradas, que jamais teria a iniciativa de enviar mails de teor ofensivo e, comprovando-se isso mesmo, veio a este blog esclarecer a situação.

Uma nota final para o chico-esperto que se fez passar pelo senhor Rui Barandas, decerto um individuo obcecado em dividir para reinar, apostado em colocar as pessoas umas contra as outras, um escroque que emprega a mentira com mestria, cujo o receio de estar cada vez mais isolado está patente nesta artimanha que engendrou, e que infelizmente não vê meios para atingir fins. Não me é difícil perceber quem é o pulha a atentar na proveniência das visitas que tenho ultimamente recebido no blog. O “tiro saiu-lhe pela culatra”, pois em vez de separar, de afastar, aproximou, isso sim, duas pessoas que se desconheciam. Pena é que outros ingenuamente ainda se deixem levar pelo “canto da sereia” deste destroço humano.



Jörg Haider, Presente!
Outubro 11, 2008, 10:28 pm
Filed under: Em foco



Sobre cartazes, um vereador xenófilo e seus desvarios
Outubro 8, 2008, 5:54 pm
Filed under: Em foco

Recentemente um partido português, o PNR, colocou um cartaz numa movimentada rotunda da cidade de Lisboa. Inicialmente denunciado pelos pasquins politiquement engagés como tratando-se de uma cópia de um cartaz de um partido oriundo da Suíça, com o nítido intuito de descredibilizar a originalidade do aparelho de marketing do referido partido português. Além de inúmeros partidos europeus já terem cartazes semelhantes, estranhamente, ou talvez não, estes mesmos pasquins nada comentaram quando o partido socialista decidiu há uns anos maquilhar a imagem, trocando o punho cerrado pela rosa empregue pelos seus congéneres socialistas europeus. 

Outros, por seu turno, julgando-se oniricamente detentores em exclusividade do nacionalismo, depressa vieram à liça condenar o tema central do dito cartaz, lançando invectivas ao PNR por este insistir na questão da imigração, o que para estas pessoas “não é de todo o nosso principal problema”, porque, dizem eles, “mesmo que os imigrantes abandonassem Portugal continuaríamos a ter problemas económicos e sociais”, olvidando por completo que se porventura a nossa população for “engolida” pelo processo massivo de mestiçagem em curso, os problemas económicos e sociais interessariam tanto como interessa neste momento um processo de desratização no Nepal.

No que concerne à retirada do cartaz por ordem do vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, se a atitude execrável do dito fulano não é em absoluto de espantar, não deixa de ser totalmente vergonhoso e aviltante o silêncio ovino da classe política e da sua obediente trupe jornalística. Talvez isso se deva ao facto desta maralha preferir uma imagem distinta à do cartaz em causa, uma imagem possivelmente mais aproximada à que abaixo apresento. Enfim, típico de xenófilos e demais gente que não presta.

Face a isto uma só resposta:

Pela liberdade de opinião e de expressão
Contra o extremismo de todas as matizes
Pelo respeito e pelo direito à diferença
Contra toso os racismo, mesmo o anti-branco
Por uma comunidade unida em torno da mesma cultura
Contra o individualismo da sociedade moderna
Por um mundo que reconhece a diversidade da humanidade
Contra a Globalização



Uma lei para os alógenos, outra para nós!
Outubro 4, 2008, 11:18 pm
Filed under: Em foco

No dia em que três «jovens» (eufemismo da novilíngua empregue pelos formadores de opinião para se referirem a elementos pertencentes às comunidades alógenas radicadas em solo nacional), assaltam e violam uma mulher, por sinal portuguesa, entenda-se, branca, soube pelos ditos meios de comunicação social que em Monsanto (novamente) várias pessoas foram condenadas a penas de prisão efectiva, outras a penas suspensas, por diversos ilícitos, entre os quais pesa a condenação por discriminação racial.

Não obstante alguns considerandos pessoais que por ora não merecem menção, não posso deixar de ficar indignado por saber que um colectivo de juizes condena pessoas por discriminação racial, com base em conversas mantidas na internet, assim como pelo facto de algumas dessas pessoas terem-se deslocado a uma determinada localidade do território nacional, onde a população portuguesa, a nossa, sofria agressões e ameaças de violência por parte de membros da comunidade cigana, aquela mesma comunidade que uma jornalista refere na última edição do jornal “Expresso”, a propósito da presença de imagens de sapos à porta de estabelecimentos comerciais, algo que, escreve a jornalista, poderia justificar o insurgir violento dos membros da comunidade supra referida.

Se como venho dizendo em Portugal a liberdade de expressão existe mas somente para as opiniões permitidas, não restam dúvidas de que a isso acresce a existência de uma lei para eles (os outros) e outra para nós, portugueses de raiz.