Insanidade multiculturalista III : Condutor escocês acusado de acelarar o seu automóvel de modo racista.
Setembro 26, 2006, 5:32 pm
Filed under: Em foco, Europa

A insanidade inerente ao multiculturalismo fez mais uma vítima, entre tantas outras, no hiperetnomasquista Reino Unido. Não fosse esta história terrivelmente real, poderiamos julgar que se trataria de apenas mais um episódio do peculiar humor britânico. 

Ronnie Hutton, mecânico de profissão, foi acusado de ter tentado intimidar um casal líbio, nomeadamente Isam Maigel e Hana Saad, através de acelarações barulhentas da sua viatura, um Lotus Espirit, apetrechado com um motor V8.   Continuar a ler



Insanidade multiculturalista II : Racismo anti-branco na polícia britânica
Setembro 26, 2006, 12:30 pm
Filed under: Em foco, Europa

A Skynews avança com a, nada surpreendente, notícia de que o departamentos de polícia de Sua Majestade estão a recusar potenciais recrutas tendo por base o facto de serem… de raça branca.
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Insanidade multiculturalista I : Membro do BNP condenado por racismo contra uma vítima desconhecida
Setembro 26, 2006, 12:22 pm
Filed under: Em foco, Europa

Um cidadão britânico, membro do partido identitário British National Party, foi condenado pelo acto de discriminação racial contra uma mulher asiática, não obstante o tribunal não ter conseguido saber quem era a vítima e quais as palavras injuriosas que Robert McGlynn terá alegadamente proferido.

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Vitória da preferência étnica na Suiça
Setembro 24, 2006, 10:33 pm
Filed under: Em foco, Europa, IMinvasão

Os eleitores suíços pronunciaram-se a favor, por larga maioria, de novas leis mais restritivas sobre a imigração e a concessão de asilo, apesar da oposição dos sectores colaboracionistas, nomeadamente das igrejas, dos partidos de esquerda e das organizações de defesa dos direitos humanos.

Segundo dados oficiais, 68 por cento dos votantes apoiam a nova lei de imigração proposta pelo Executivo, enquanto 67,8 por cento aceitam o endurecimento das condições para a concessão de asilo. Nenhum dos 26 cantões do país se opôs à nova legislação.
 
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Bento XVI e a identidade da Europa
Setembro 24, 2006, 12:46 pm
Filed under: Em foco

Sendo este espaço internáutico aconfessional e consequentemente livre de qualquer obediência ou preferência religiosa, o que não impede, ainda assim, de denunciar todos quantos prejudiquem ou atentem contra os superiores interesses nacionais e europeus, como é o caso dessa religião, inimiga desde sempre, denominada por Islão, decidimos publicar aqui alguns trechos, que julgamos muito pertinentes, de um extenso texto redigido pelo Papa bento XVI acerca da identidade europeia.

Qual é a verdadeira definição da Europa? Onde começa, e onde termina? Porque, por exemplo, não é a Sibéria considerada parte da Europa, mesmo havendo muitos Europeus aí a viverem, os quais têm um estilo europeu de pensar e de viver? Ao sul da comunidade dos povos russos, onde as fronteiras da Europa desaparecem? Que ilhas atlânticas são europeias e quais não são? A Europa é um termo geográfico somente num sentido secundário: A Europa é primeiramente um conceito cultural e histórico.  Continuar a ler



A propósito das declarações do Papa Bento XVI
Setembro 23, 2006, 5:23 pm
Filed under: Em foco

Tenho o enorme prazer de publicar este artigo de um grande amigo e companheiro de luta e a pessoa mais qualificada que conheço para abordar assuntos de carácter religioso. Espero que este contributo seja o primeiro de muitos outros Miguel.

A controvérsia gerada em torno das declarações proferidas pelo Papa Bento XVI sobre o Islão (1) veio confirmar que o Islamismo permanece desafiador e agressivo face a todos aqueles que ousam questionar a sua intrinseca natureza.

Ora, sabe-se muito bem que o Islão, e muito mais o islamismo, sua construção ideológica, é uma religião absolutista, totalitária, expansionista e mundialista, não podendo separar o religioso do temporal e do profano, não reconhecendo a autonomia da pessoa perante a livre opção religiosa, não distinguindo a “teopolis” (cidade de Deus) da “polis”(cidade dos homens). O discurso de Bento XVI tem o mérito de abrir a ferida e promover corajosamente o necessário debate sobre os reais propósitos do Islamismo.Se as outras religiões monoteistas do Médio-Oriente, o Cristianismo com o iluminismo e a laicidade, o judaismo com o movimento da “Haskalah” e os seus seguidores “maskalim”, conseguiram, a muito custo, superar a tentação totalitária e reducionista, o Islão, pelo contrário, permaneceu e permanece imobilizado, salvo algumas excepções, num discurso teológico e filosófico dogmático, encerrado em si mesmo, naturalmente incapaz de ler e perceber a modernidade.

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O povo Kalash, antevisão do futuro dos europeus
Setembro 22, 2006, 11:57 am
Filed under: Em foco

Envolto pelas majestosas montanhas do Hindu Kush, no Paquistão, vive um povo tão antigo como a história, um povo étnica e culturalmente distinto dos povos da região e que deu lugar a teses diversas sobre a sua remota origem, sendo a lenda que refere terem sido os soldados das legiões de Alexandre da Macedónia os progenitores dos Kalash quiçá a mais próxima da realidade.  

Não contando actualmente com mais de três mil membros a tribo Kalash, apelidados inapropriadamente pelos povos seus vizinhos de kafir Kalash (termo de origem árabe que significa descrentes, que escondem, negam, a verdade), são detentores de um idioma próprio, muito semelhante ao sânscrito e com abundantes influências gregas, praticantes de uma religião ancestral pagã com raízes no culto védico, o que lhes tem valido a violenta hostilidade dos prosélitos da “religião da paz e da tolerância”, os kalash são porventura os derradeiros “europeus” na Ásia.   Continuar a ler



A essência do Arcaismo
Setembro 21, 2006, 12:59 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

É provável que somente após a catástrofe que fará desmornar a modernidade, a sua epopeia e a sua ideologia mundiais, que uma visão do mundo alternativa impor-se-á por necessidade. Ninguém terá a clarividência e a coragem para a aplicar antes da irrupção do caos. Cabe-nos por conseguinte, nós que vivemos no interregnum, o interrégno, de acordo com a fórmula Giorgio Locchi, de preparar desde já a concepção do mundo da após catástrofe. Ela poderá estar centrada no arqueofuturismo. Mas é necessário dar conteúdo a este conceito. É necessário voltar a dar à palavra “arcaico” o seu verdadeiro sentido, positivo e não pejorativo de acordo com o significado do substantivo grego arché que significa ao mesmo tempo “fundamento” e “início”, ou por outras palavras “impulso fundador”. Ela tem igualmente o sentido de “o que é criador e imutável” e refere-se à noção central de “ordem “. Atenção, “arcaico” não significa “passadista”, porque o passado histórico produziu a falhada modernidade igualitária, e por conseguinte qualquer regressão histórica seria absurda. É a modernidade que pertence já a um passado terminado. É o arcaismo um tradicionalismo? Sim e não. O tradicionalismo preconiza a transmissão dos valores e, a justo título, combate as doutrinas de “tábua rasa”. Mas tudo depende de quais tradições se transmitem. Não se pode aceitar qualquer tradição, por exemplo as das ideologias universalistas e igualitárias ou as que são estanques, museológicas, desmobilizantes. Convém seleccionar entre as tradições (os valores transmitidos) que são positivas e as que são prejudiciais. 

Os desafios que agitam o mundo actual e que ameaçam de catástrofe a modernidade igualitária são já de ordem arcaica: o desafio religioso do Islão; as batalhas geopolíticas e oceanopolíticas para os recursos raros, agrícolas, petrolíferos, haliêuticos; o conflito Norte-sul e a imigração colonizadora para o hemisfério norte; a poluição do planeta e a discordância física entre os desejos da ideologia do desenvolvimento e a realidade. Todos estes desafios nos impelam para as perguntas imemoráveis, enviando-nos para os olvidados debates políticos, quase teológicos, dos séculos XIX e XX, que não eram mais do que discursos sobre o sexo dos anjos Por outro lado, como previu o filósofo Rayrnond Ruyer, odiado pela intelligentsia da margem esquerda, nas suas duas obras-chave, Os danos ideológicos e Os cem próximos séculos, o parêntese dos séculos XIX e XX uma vez fechado, uma vez as alucinações do igualitarismo naufragando na catástrofe, a humanidade retornará aos valores arcaicos, ou seja, muito simplesmente biológicos e humanos (antropológicos): definição dos papéis sexuais, transmissão das tradições étnicas e populares, espiritualidade e organização sacerdotal, hierarquias sociais visíveis e enquadradas, culto dos antepassados, rituais e provas iniciáticas, reconstrução de comunidades orgânicas percorrendo desde a esfera familiar ao povo, desindividualização do casamento e das uniões que impliquem a comunidade tanto quanto os cônjuges, fim da confusão entre erotismo e conjugalidade, prestígio da casta guerreira; desigualdade dos estatutos sociais, não implícita, o que é injusto e frustrante, como actualmente nas utopias igualitárias, mas explícita e ideológicamente legitimada; proporcionalidade dos deveres aos direitos; decisões judiciais de acordo com os actos e não de acordo com os homens, responsabilizando estes últimos; definição do povo e de qualquer grupo ou corpo constituído como comunidade diacrónica de destino e não como uma massa sincrónica de átomos individuais, etc. 

Resumidamente, os séculos futuros, no grande movimento pendular da história que Nietzsche denominava “o eterno regresso do idêntico”, retornarão de uma maneira ou outra a estes valores arcaicos. O problema, para nós, Europeus, está não em, por pusilanimidade, deixar-nos submeter pelo Islão – o que está, subrepticiamente, a acontecer -, mas em impôr de novo esses valores a nós próprios, recuperando-os da nossa memória histórica.  Recentemente, um grande proprietário de imprensa francês – que não posso nomear -, conhecido pelas suas simpatias esquerdisto-liberais, fazia-me, em substância, esta aterradora observação: “os valores da economia de mercado estão a perder gradualmente em relação aos do Islão, porque estão assentes exclusivamente sobre a rentabilidade económica individual, o que é inumano e efémero.” A nossa tarefa é de fazer com que não seja o Islão que nos imponha o inevitável regresso ao real. Evidentemente, a ideologia hoje hegemónica – mas sem dúvida não por muito mais tempo – encara como diabólicos estes valores. Exactamente como um louco paranóico vê o psiquiatra que o trata as feições do demónio. Na realidade são valores de justiça. Conformes com a natureza humana desde tempos imemoráveis, estes valores arcaicos recusam o erro da emancipação do indivíduo, cometido pela filosofia das Luzes que conduziu ao isolamento desse indivíduo e à crueldade social. Estes valores arcaicos são justos, na acepção dos antigos Gregos, porque designam o homem por aquilo que ele é, um zoon politicon (“animal social e orgânico inserido na cidade comunitária”) e não por aquilo que ele não é, um átomo assexuado e isolado munido de direitos universais e imprescritíveis. Concretamente, estes valores anti-individualistas permitem a auto-realização, a solidariedade activa, a paz social, ao contrário do individualismo pseudo-emancipador das doutrinas igualitárias que conduz apenas à lei da selva.

Extraído do livro “L’Archeofuturisme” L’Aencre, 1998



Aos outros dá-se-lhes tudo, aos nossos não se lhes dá nada!
Setembro 20, 2006, 12:07 pm
Filed under: Em foco



Pensamento & Acção
Setembro 19, 2006, 12:44 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

“O combate cultural e o combate político são dois ramos de uma mesma árvore. O combate cultural, desligado da política, torna-se num discurso sem aplicação e o combate político, privado de um projecto cultural e de fundamento ideológico, não passa de um mero eleitoralismo.”

Guillaume Faye



A sociedade Proto-Indo-Europeia
Setembro 18, 2006, 9:22 pm
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Os Proto-Indo-Europeus (PIE) eram uma sociedade patrilinear da Idade do Bronze (aproximadamente 5º ou 4º milénio AC), provavelmente semi-nómadas, tendo por base a produção animal.  Estrutura Societal O nome nativo com que estes povos se designaram a si mesmos enquanto comunidade linguística, ou enquanto uma unidade étnica de tribos relacionadas não pode ser reconstruído com absoluta certeza. Pode ter sido  arvo (“raça ariana”).  

Existe uma evidência para a realeza sagrada, sugerindo que o rei tribal ocupou ao mesmo tempo o papel do sacerdote supremo. Muitas sociedades indo-Europeias conheceram uma divisão tripartida com uma classe de clérigos, uma classe de guerreiros e uma classe de agricultores. Tal divisão foi sugerida para a sociedade Proto-Indo-Europeia por Georges Dumézil.   Havia provavelmente uma classe separada de guerreiros, consistindo nos homens novos que não eram ainda casados. Eventualmente eles possuiam um código separado de guerreiros inaceitável na sociedade fora de seu par-grupo. Os traços de rituais de iniciação em diversas sociedades indo-Europeias sugerem que este grupo se identificou com lobos ou cães ( Berserker (viking), homem-lobo).  Os povos estavam organizados em povoações ( weiks; – em inglês wick “vila”), provavelmente cada uma com o seu rei (rek’s). Estas povoações ou vilas estavam divididas por casas (dom), cada uma dirigida por um patriarca (demspati; despotes em grego, dominus em latim, dampati em sânscrito).  

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Até os mais simples organismos favorecem a sua própria espécie
Setembro 18, 2006, 11:12 am
Filed under: Em foco

Cientistas descobriram que até mesmo os organismo unicelulares como as amebas, os organismos mais simples conhecidos, favorecem os seus semelhantes em momentos de necessidades. Geralmente presentes na água, as amebas também se sacrificam a si mesmas para o bem da sua espécie, concluiram os investigadores de acordo com o número de Agosto da Revista Nature.  

“Ao reconhecer a sua espécie, um micróbio social pode direccionar um comportamento altruista para com os seus parentes” diz Natasha Mehdiabadi, orientadora do estudo na Universidade de Rice.  

Mehdiabadi e os colegas estudaram um grupo de amebas denominadas Dictyostelium purpureum, micróbios comuns existentes no solo que se alimentam de bactérias. Na natureza, quando ocorre uma diminuição de alimentos, estas amebas juntam-se aos milhares e formam estreitos blocos, semelhantes a cogumelos.  

Estes “cogumelos” diminutos têm uma haste autonoma onde se situam as células reproductivas. Uma criatura que eventualmente lhe toque irá transportar essas células reproductivas, permitindo que as amebas possam começar o ciclo de vida outra vez.Contudo, de modo a dispersar as células reproductivas, algumas amebas têm de formar a haste e sacrificarem-se a si próprias nesse processo. 

Mehdiabadi experimentou o método em diferentes grupos de amebas, misturando-as, sendo que ficou demonstrado que os organismos se associam  preferencialmente aos da sua espécie.