O Sangue e a Terra
Julho 28, 2008, 9:05 pm
Filed under: Raízes

O que é a Nação?
– O conjunto de homens ou de povos que têm a mesma origem, a mesma língua, o mesmo carácter, os mesmos costumes, as mesmas leis fundamentais, as mesmas glórias, as mesmas tendências ou aspirações, os mesmos destinos.

De todas essas propriedades, quais são as que essencialmente constituem a nacionalidade?
– Em primeiro lugar, o sangue, raça ou origem; em segundo lugar, a língua. As outras propriedades não são mais que consequência dessas duas, e singularmente da primeira.

O que se deve ter em conta para conhecer a Pátria de um individuo?
– À raça a que pertence, ao apelido que apresenta.

Porquê ao amar a Pátria amamos também a terra onde a Pátria está estabelecida?
– Porque essa terra foi a morada e propriedade dos nossos maiores que durante séculos a ocuparam e cultivaram; porque é o baluarte em que se defendeu a nossa raça; porque encerra as cinzas dos nossos antepassados e foi regada com o seu sangue, lágrimas e suores, porque nela estão encravados os templos que a Cristo elevaram os nossos padres e onde milhares de vezes dirigiram ao céu as suas preces; porque é como uma herança bendita que aos seus filhos legaram depois de a trabalharem e de a cultivarem.

No que constituem os deveres de um homem para com a Pátria?
– Trabalhar sem descanso pela conservação ou restauração da raça, língua, leis, instituições políticas, costumes, carácter, tradições, artes, território e demais elementos constitutivos da Pátria ou nacionalidade.

Como trabalhar pela conservação da raça?
– Impedindo ou diminuindo com os seus conselhos e diligências os matrimónios dos seus compatriotas com pessoas de estranhas raças. Esta obrigação é tanto mais estrita quando se tratam de raças pouco numerosas, como a basca; pois as que contam com muitos milhões de indivíduos é mais difícil, para não dizer impossível, que desapareçam.

Mas não vos parece que é um sacrifício enorme para uma jovem a renuncia à mão de um homem de diferente nacionalidade, quando o casamento lhe oferece notáveis vantagens?
– Compreendo a grandeza desse sacrifício, mas todos os sacrifícios devemos fazer para bem da Pátria.

Finalmente, o que deve fazer o patriota pela conservação do território nacional?
– Tomar as armas, e até mesmo perder a vida, se necessário for, para impedir que esta caia nas mãos do inimigo.

Ramón Goikoetxea Orokieta, Padre Evangelista de Ibero, “AMI VASCO”, 1906



Ter força e coragem
Julho 26, 2008, 9:41 pm
Filed under: Resistência & Reconquista

É necessário força para exprimir a sua opinião
É necessário coragem para assumi-la até ao fim

É necessário força para tomar uma decisão
É necessário por vezes coragem para aceitar as consequências

É necessário força para avançar
É necessário coragem para aceitar que se errou

É necessário força para enfrentar o perigo
É necessário coragem para aceitar os seus limites

É necessário força para escolher
É necessário coragem para renunciar

É necessário força para aceitar as provas
É necessário coragem para rir

É necessário força para denunciar
É necessário coragem para calar-se

É necessário força para ganhar a sua vida
É necessário coragem para enfrentar a miséria

É necessário força para lutar
É necessário coragem para não renunciar

É necessário força para dizer não
É necessário coragem para ser capaz de afirmar a sua opinião sem violência

É necessário força para enfrentar os outros
É necessário coragem para enfrentar-se a si mesmo

É necessário força para ter sucesso
É necessário coragem para ultrapassar-se

É necessário força para atenuar a perda de um amigo
É necessário coragem para suportar o seu próprio sofrimento

É necessário força para suportar a injustiça
É necessário coragem para a travar

É necessário força para amar
É necessário coragem para ir embora

É necessário força para viver
É necessário coragem para sobreviver

Anónimo



Filha putices intelectuais
Julho 19, 2008, 9:13 pm
Filed under: Em foco

O aviltar de símbolos nacionais é hoje encarado como uma atitude de ruptura com o estabelecido, digamos mesmo, para empregar os termos da moda, que é in, até mesmo chic, ou, melhor ainda, cool.

O que era até há algumas gerações considerado sagrado, intocável e inatacável, tornou-se para as gerações actuais o alvo preferencial para, de alguma forma, demonstrarem que são «rebeldes», que estão fora do sistema, e não se cingem à ordem vigente. Contudo, a verdade é que nunca a História se deparou com gerações tão enquadradas e arregimentadas, tão formatadas no politicamente correcto, puros produtos de um sistema totalitário que as modelou e finge granjear-lhes absoluta liberdade, quando a realidade, essa, espelha bem que as actuais gerações estão, isso sim, absolutamente estupidificadas pela ignorância dos princípios e valores basilares que fazem permanecer no tempo qualquer comunidade nacional.

Escreveu Lenine, e com ampla razão, que “os intelectuais não são o cérebro da nação, são a sua merda!”. Um dos nossos intelectuais de pacotilha, que mais não é que um «pimba» do mundo das (más) ideias, escreveu numa revista, por sinal de pensamento elevado, um artigo dedicado ao fundador da nacionalidade, D. Afonso Henriques, no qual, de forma vil e rasteira, o energúmeno autor coloca a hipótese de que o nosso primeiro Rei era homossexual.

Perante isto, reclamando das mesmas amplas liberdades que o autor do insultuoso artigo fez uso, e protegido pela liberdade de expressão outorgada pela Constituição da República, tendo em conta o meu exame da vida desse cretino, não resisto em questionar se a mãe dele não era prostituta?



O multiculturalismo conduz ao multirracismo
Julho 14, 2008, 9:57 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

O conflito étnico que tem lugar na Quinta da Fonte veio pôr a descoberto uma realidade há muito conhecida das populações que habitam na cintura urbana de Lisboa. Uma realidade de violência conhecida pela nossa população, que resulta ser a principal vitima da mesma, e que é igualmente do conhecimento das autoridades e dos diversos órgãos de informação, entidades que procuram na sua grande parte, e de forma cúmplice, escamotear os múltiplos episódios de violência racial protagonizados pelas populações alógenas instaladas em solo português. Basta recordar as palavras encomendadas pelo investigador Jorge Malheiros que no anterior ano assegurava a não existência «de guetos étnicos ou gangs na Área Metropolitana Lisboa». Muito a propósito da Quinta da Fonte e dos acontecimentos semelhantes que ali ocorreram no ano transacto, relembro as muito pertinentes observações do blog Máquina Zero.

Mesmo que alguns jornais denunciem a onda de violência organizada e praticada pelos gangues étnicos africanos, não deixa de ser gritante o manto de silêncio dos meios de comunicação sobre os reais motivos deste recente conflito na QdF. Aliás, atrevo-me mesmo a escrever que em noticiário algum a palavra racismo foi alguma vez empregue, pois é amplamente consabido que o racismo somente é, na óptica jornalística, próprio de pessoas de tez alva, entenda-se brancas, portuguesas e europeias, ou seja, um racismo de sentido único, e que apenas se deve denunciar os inadmissíveis actos racistas quando são protagonizados pelos terríveis skinheads. Recorde-se a ordem do governo Guterres em 1997, dirigindo-se às forças policiais, sobre a não menção da origem étnica dos meliantes alógenos, a fim de não acicatar os ânimos da população autóctone, ou, já agora, no livro de estilo do jornal Público que estabelece que «A cor da pele ou a nacionalidade do suspeito de um crime nunca deve merecer relevância noticiosa, salvo quando existirem óbvias implicações com interesse público.», isto é, salvo quando são jovens brancos.

Não consigo deixar de expressar a minha revolta face à passividade do nosso povo, do meu povo, que ovinamente vai encolhendo os ombros, como se isto fosse problema de alguém que não nosso, como se o tiroteio exibido na televisão tivesse tido lugar num qualquer país do longínquo Médio Oriente, como se toda aquela gente da QdF não vivesse do rendimento mínimo em casas oferecidas, sublinho, pela autarquia, ou seja, a expensas dos portugueses de raíz!

As imagens da intifada que Paris e demais cidades francesas conheceram em finais de 2005 não são uma realidade tão distante. A França já conheceu as chamas infernais do paraíso multiculturalista e Portugal está gradualmente a conhece-las, o pior é que se nada for feito para o impedir amanhã já pode nada restar senão as cinzas.

Resistência e Reconquista são as palavras de ordem!



O ruído da revolta contra o silêncio da cumplicidade
Julho 11, 2008, 9:11 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Pela segunda vez os xenófilos da França tentaram organizar um círculo do silêncio, um evento que visa sensibilizar a população para a legalização dos imigrantes clandestinos.

Face a este desprezível acto de colaboracionismo para com a invasão e colonização da Europa, as Juventudes Identitárias de Lyon protagonizaram um novo blitz de protesto, à semelhança do primeiro realizado em Nice. Conforme se pode ver no vídeo os identitários irrompem subitamente pela praça onde se encontravam os miseráveis colaboracionistas e causam tamanho ruído que provocam o espanto geral entre todos quantos por ali se encontravam ou passavam. 

Uma vez mais, os identitários demonstraram que por cada acção realizada pelos inimigos da Europa uma acção de resposta terá lugar, com a garantia de que o Círculo do ruído estará sempre presente e cada vez mais estrepitoso para afirmar peremptoriamente que Europa permanecerá europeia, custe o que custar.. 



Pela obediência às leis da vida
Julho 8, 2008, 9:53 pm
Filed under: Fala Guillaume Faye

Um povo não deve estar baseado em sentimentos privados – que ele transforma em pseudo-virtudes públicas – mas em emoções colectivas e nos reflexos de defesa, da honra e do orgulho. Aliás, a ideologia do amor individual, que percorre o ocidente, não semeia senão os infortúnios, os dramas íntimos, as decadências colectivas. Ele é a seiva do egoísmo, da fractura nas famílias, do adolescentismo. Nunca se falou tanto de “amor ao próximo” (laicização triunfante da noção cristã com a mesma designação) e nunca o egoísmo social, o desprezo pela nupcialidade, a quebra dos laços de solidariedade próxima, a ausência de civismo, o cinismo materialista e a violência foram tão fortes.

A quem serve o conceito de “amor” na realidade? Ele é o simulacro psicológico que é o pretexto para uma xenofilia descarada. Os malefícios dessa perniciosa “ideologia do amor”, eixo do dogmatismo dos direitos do homem, são:o anti-racismo de sentido único, a caridade hipócrita das ONG, a “discriminação positiva” para com os alógenos, o imigracionismo militante, etc. A noção de “caridade cristã”, passando pelo campo político, tornou-se a verdadeira máquina de guerra do masoquismo europeu. O revólver que enfiamos na própria boca.

Os moudjahidines, estes não estão imbuídos nem de “amor” nem de “caridade”, mas de solidariedade ofensiva entre os membros da umma, pela exclusão de todos os outros. Eles são meus inimigos, não lhes ofereço uma prenda nem lhes digo obrigado, mas eles obedecem às leis da vida.

Guillaume Faye, «Avant-Guerre»



Resistência identitária chega à Suécia
Julho 4, 2008, 9:54 pm
Filed under: Ligações Amigas, Resistência & Reconquista

Se commumente por movimento entende-se o acto de mover, actividade, evolução, alteração, o movimento identitário, nascido em solo gaulês no ano de 2002, expressa de forma bem visível o enorme potencial das suas ideias, da sua mensagem, da sua praxis, um potencial que se traduziu por um inevitável ultrapassar de fronteiras geográficas, dado o carácter de ruptura com formas passadas e ultrapassadas e pelo sua inovadora forma de fazer a política, sendo o caso português um exemplo claro disso, quando em 2005 a associação Causa Identitária ganhou substância física.
Implantado está nas terras de Cervantes, assim como na bella Itália, o movimento identitário chegou finalmente à terra dos vikings. O reino da Suécia, outrora um país etnicamente homogéneo, economicamente próspero, socialmente harmonioso, conhece desde alguns meses a presença do activismo identitário em forma de resistência à descaracterização etnocultural que assola esta nação escandinava.

Se as ideias de Guillaume Faye há muito que penetraram no pensamento alternativo e da contracultura sueca, pela mão do blogger Oskorei, o movimento identitário não havia, contudo, adquirido os desejados mecanismos organizacionais. Através do espaço internético Identitet Väst torna-se patente o fulgor militante dos identitários suecos. O Manifesto Identitário (tradutor online do Google ajuda!) recentemente apresentado em nada deixa duvidar da sintonia ideológica que irmana os activistas suecos, franceses, castelhanos ou portugueses. Através de uma prática militante permanente por via da distribuição de folhetos, pinturas murais e colagens de autocolantes, ou pela estruturação do corpo ideológico do movimento identitário sueco, podemos estar seguros de que o Lambda, símbolo que matiza a resistência identitária europeia, tornou-se já no estandarte da vanguarda política sueca na luta pela defesa e preservação das nossas identidades nacionais e europeia.

Älska din identitet!