Sobre cartazes, um vereador xenófilo e seus desvarios
Outubro 8, 2008, 5:54 pm
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Recentemente um partido português, o PNR, colocou um cartaz numa movimentada rotunda da cidade de Lisboa. Inicialmente denunciado pelos pasquins politiquement engagés como tratando-se de uma cópia de um cartaz de um partido oriundo da Suíça, com o nítido intuito de descredibilizar a originalidade do aparelho de marketing do referido partido português. Além de inúmeros partidos europeus já terem cartazes semelhantes, estranhamente, ou talvez não, estes mesmos pasquins nada comentaram quando o partido socialista decidiu há uns anos maquilhar a imagem, trocando o punho cerrado pela rosa empregue pelos seus congéneres socialistas europeus. 

Outros, por seu turno, julgando-se oniricamente detentores em exclusividade do nacionalismo, depressa vieram à liça condenar o tema central do dito cartaz, lançando invectivas ao PNR por este insistir na questão da imigração, o que para estas pessoas “não é de todo o nosso principal problema”, porque, dizem eles, “mesmo que os imigrantes abandonassem Portugal continuaríamos a ter problemas económicos e sociais”, olvidando por completo que se porventura a nossa população for “engolida” pelo processo massivo de mestiçagem em curso, os problemas económicos e sociais interessariam tanto como interessa neste momento um processo de desratização no Nepal.

No que concerne à retirada do cartaz por ordem do vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, se a atitude execrável do dito fulano não é em absoluto de espantar, não deixa de ser totalmente vergonhoso e aviltante o silêncio ovino da classe política e da sua obediente trupe jornalística. Talvez isso se deva ao facto desta maralha preferir uma imagem distinta à do cartaz em causa, uma imagem possivelmente mais aproximada à que abaixo apresento. Enfim, típico de xenófilos e demais gente que não presta.

Face a isto uma só resposta:

Pela liberdade de opinião e de expressão
Contra o extremismo de todas as matizes
Pelo respeito e pelo direito à diferença
Contra toso os racismo, mesmo o anti-branco
Por uma comunidade unida em torno da mesma cultura
Contra o individualismo da sociedade moderna
Por um mundo que reconhece a diversidade da humanidade
Contra a Globalização



Uma lei para os alógenos, outra para nós!
Outubro 4, 2008, 11:18 pm
Filed under: Em foco

No dia em que três «jovens» (eufemismo da novilíngua empregue pelos formadores de opinião para se referirem a elementos pertencentes às comunidades alógenas radicadas em solo nacional), assaltam e violam uma mulher, por sinal portuguesa, entenda-se, branca, soube pelos ditos meios de comunicação social que em Monsanto (novamente) várias pessoas foram condenadas a penas de prisão efectiva, outras a penas suspensas, por diversos ilícitos, entre os quais pesa a condenação por discriminação racial.

Não obstante alguns considerandos pessoais que por ora não merecem menção, não posso deixar de ficar indignado por saber que um colectivo de juizes condena pessoas por discriminação racial, com base em conversas mantidas na internet, assim como pelo facto de algumas dessas pessoas terem-se deslocado a uma determinada localidade do território nacional, onde a população portuguesa, a nossa, sofria agressões e ameaças de violência por parte de membros da comunidade cigana, aquela mesma comunidade que uma jornalista refere na última edição do jornal “Expresso”, a propósito da presença de imagens de sapos à porta de estabelecimentos comerciais, algo que, escreve a jornalista, poderia justificar o insurgir violento dos membros da comunidade supra referida.

Se como venho dizendo em Portugal a liberdade de expressão existe mas somente para as opiniões permitidas, não restam dúvidas de que a isso acresce a existência de uma lei para eles (os outros) e outra para nós, portugueses de raiz.



Leitura para a juventude politizada
Setembro 27, 2008, 8:38 pm
Filed under: Em foco

Já está disponível ao público o número 2 da revista “Identitário”. Desprovida da publicidade que sustenta a imprensa escrita, esta publicação é inteiramente resultante do esforço económico dos associados da Causa Identitária, o que torna ainda mais meritório se atentarmos na qualidade gráfica e material da revista.

Fiel à posição desde o ínicio assumida em ser uma publicação contracorrente, e por conseguinte, de cultura alternativa, “Identitário” revela-se como uma bomba de oxigénio face à intoxicação patente nos acobardados meios de comunicação social. Mais, esta revista releva-se por ser igualmente uma pedra no charco da chamada «área nacional», seja pelas ideias iconoclastas expressas na mesma, seja pela vontade de furar o bloqueio imposto pelo aparelho mediático, caninamente subserviente ao regime, como comprova a entrevista ao conhecido grupo musical Galandum Galundaina.

À semelhança do primeiro número da revista, também o nº 2 conta com a minha participação, desta feita com um artigo em que, na tentativa de derrubar mitos, contesto a influência do árabe na língua portuguesa. Aguardo críticas…

Contudo, o assunto central da publicação centra-se na sempre actual (e jamais deverá ser olvidada) questão do kosovo, a qual adquiriu nova perspectiva com o recente conflito que opôs a Rússia à Geórgia.

Aconselho vivamente a aquisição da revista “identitário”, uma revista pensada para a juventude politizada, que teima em não deixar-se contaminar pela acefalia reinante entre uma grande fatia da camada jovem da nossa sociedade.

A revista encontra-se à venda por simbólicos 3€, podendo os interessados adquiri-la enviando para o efeito um mail para a associação Causa Identitária. É desejo dos identitários colocar esta publicação em alguns quiosques, portanto, se existirem voluntários dispostos a ajudar na difusão dos ideiais identitários junto do nosso povo, não hesitem em transmiti-lo.

Boa leitura.



A justiça francesa quer destruir o movimento Identitário
Setembro 27, 2008, 12:44 pm
Filed under: Em foco, Europa

O título deste artigo serve para expressar a vergonhosa decisão do colectivo de juizes do Tribunal de Apelação de Aix-en-Province, o qual condenou o ex-dirigente das Jeunesses Identitaires, Philippe Vardon, a uma absurda multa, assim como a 4 meses de pena suspensa e ainda à perda dos seus direitos cívicos durante 2 anos. Tamanha sentença resulta da queixa movida pelas organizações pró-imigracionistas MRAP e SOS-Racisme, após as JI terem colocado em prática uma campanha de difusão de folhetos com os seguintes dizeres: Ni Voilée, Ni violée (Nem com véu, nem violadas), palavras consideradas “islamófobas” pelos organismos colaboracionistas supra referidos. Acresce igualmente a isto a exorbitante multa de 30 000 euros aplicada às Jeunesses Identitaires, decisão judicial que obviamente visa acabar com a estrutura juvenil identitária.

Se como vimos dizendo a solidariedade é uma arma, e se é nosso dever sermos solidários com as vitimas da repressão, não existem dúvidas de que os militantes identitários franceses encontram-se na primeira linha de choque com o sistema de justiça, uma “justiça” absolutamente aberrante, iníqua e abertamente em guerra contra todos aqueles que ousam agir em defesa da identidade etnocultural europeia.

É dever de todos e de cada um de nós demonstrar a nossa solidariedade para com os identitários franceses, dando a conhecer dessa forma a nossa repulsa face a esta ignóbil decisão judical. Deixo aqui o endereço da Embaixada Francesa, de forma a que quem assim decidir possa expressar o seu desagrado junto do máximo organismo do Estado Francês em solo nacional.

Por outra parte, e de maior importância ainda, quero apelar a todos os que possam contribuir, que não deixem de enviar um donativo para as JI e, por extensão, para Philipe Vardon. Podem fazê-lo através da página das JI, ou em alternativa enviarem um vale postal directamente para a morada de Philippe Vardon: VARDON – 4 rue du Lycée 06 000 Nice, France.

Certos de que este tremendo golpe não derrotará a Causa dos identitários europeus, estamos, isso sim, cientes de que aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes, ficando patente que os identitários são cada vez mais uma força notoriamente incómoda para o sistema destruídor dos povos.

Um abraço identitário Philippe!!!



A luta, essência da nossa cultura
Setembro 21, 2008, 11:40 am
Filed under: Em foco
Reconhecer que o pensamento europeu está profundamente impregnada da ideia de luta. E que este mecanismo de oposição, que é definido por uma escolha, uma opção, uma decisão conjunta – boa ou má opção – constitui a essência da nossa cultura.
É esta cultura que o filósofo-delinquente honra. Ressuscitando-a.

Derramar o sangue no corpo de uma Europa inanimada, pálida, exangue, persuadida da sua incapacidade para lutar, convicta de que a “vitória” é sinónimo de “monstruoso”, “ruim”, “criminoso”.

Voltemos, então, a elogiar a vontade de vencer, a coragem para conquistar. Seja qual for o resultado. A vida, a morte. A consciência, o inconsciente. O conforto ou o risco.

(…) O Fight Club também está presente, a desfloração mental do indivíduo. (…) O Fight Club, por via do derramamento de sangue, puxa a cortina do teatro da vida. Apertum Theatrum mundi. Revelar as aparências. Revelar o ser.

Raphaël et Olivier Saint-Vincent in Manifeste du philosophe-voyou, Editions de L’Harmattan



Muitos povos, inúmeras línguas, uma Civilização: Europa
Setembro 8, 2008, 10:22 pm
Filed under: Europa

Europe es ein multilingue nazione, een realidad von plus de settecento million av abitanti. La langue serves zu kommunizieren, e aunque não exista une unique language comum europeo, en el XXI siècle tutti devono entender las other lenguas di forma natürlich. O intercambios de trabalhadores, students, kommerzielle et di cultura entre européens helps a faire famíliari los sonidos gli altri langues evropský.

La construction europea as a nazione exige la somma de tutti energie, de all volontées, superando vieux scontri. Europa needs un processus de unificazione real, radikale. Los männer et popoli o mundo comprendere that only com um Evropa fort podrán sein free, luttant contro el imperialismo kapitalistische et americké. Le nazionalismo europene ist el only capaz de fare frente a USA, et lo müssen comprendre tots os apoiantes di caducos nationalisms.

Il future é Europa.

*Texto retirado do Blog Ágora Revolucionaria



A amizade é mais forte que o fogo!
Setembro 2, 2008, 9:53 pm
Filed under: Em foco

Dedicado ao Miguel, que enfrenta o maior desafio da vida e da sua vida. 



Liberdade de expressão apenas para as opiniões permitidas!
Agosto 24, 2008, 10:01 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

Apenas tomei conhecimento agora, mas no passado mês de Julho o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos negou o recurso apresentado pelo dissidente Guillaume Faye, autor de vários livros onde denunciou a colonização da Europa por alógenos, e nos quais apela à resistência organizada face à invasão e seus colaboracionistas.

Recorde-se que Guillaume Faye havia sido condenado pelo Estado Francês a uma pesada multa pela publicação da obra «La colonisation de l’Europe”, discours vrai sur l’immigration et l’islam» (para descarregar este livro basta clicar aqui).

Não sendo de admirar a decisão deste organismo, não duvido que Faye, ainda que arruinado financeiramente, não irá sucumbir perante mais este golpe da ditadura do pensamento único e que muito em breve irá voltar a contribuir para a resistência identitária europeia com mais alguns pujantes e revolucionários escritos.



Sem armas, sem ódio e sem violência
Agosto 23, 2008, 1:05 pm
Filed under: Europa

Num momento em que a criminalidade violenta e alógena prolifera neste meu querido rectângulo, decidi recordar um homem que se notabilizou por via de um acto legalmente punível. Contudo, como ilustra bem o título deste postal, Spaggiari era motivado por algo bem mais nobre que a calanzisse manhosa dos nossos actuais meliantes. Claro que já ouço o vociferar de anátemas dos “law-abiding citizens” da chamada extrema-direita, mas como outrora se dizia; não me importa!

Albert Spaggiari é praticamente desconhecido em Portugal, contudo este patriota entrou para a História por ser o cabecilha de um dos assaltos mais espectaculares e originais de sempre.Spaggiari teve desde cedo uma vida atribulada. Voluntário na Legião Estrangeira, pára-quedista na guerra da Indochina, combatente na Argélia, membro da OAS (Organização do exército Secreto, uma organização clandestina patriótica e anti-descolonizadora) e cuja pertença lhe valeu alguns anos na prisão.

Após a saída das masmorras gaullistas, Spaggiari abriu um estúdio fotográfico em Nice. Contudo, o seu carácter indómito e aventureiro depressa o levou a abandonar a vida cómoda e burguesa.

Em 1976, Albert Spaggiari começou a arquitectar um engenhoso plano para levar a cabo o assalto a uma dependência do banco Societè Generale, situada em Nice. Continuar a ler



O amigo instigador americano
Agosto 16, 2008, 7:00 pm
Filed under: Em foco, Europa



Esperteza imigrante
Agosto 15, 2008, 6:20 pm
Filed under: Em foco

(Clicar nas imagens para aumentar)



Algumas considerações sobre o tema do Paganismo Europeu em geral
Agosto 15, 2008, 4:40 pm
Filed under: Raízes

Recupero um artigo publicado no extinto blog «Plataforma Identitária» e que se afigura interessante, permitindo dar continuidade ao polémico debate mantido neste blog, nomeadamente em Setembro de 2007, o qual não ficou, para todos os efeitos, encerrado.
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Nos dias que correm, e no nosso meio, muito diverso, encontramos desde católicos integristas, católicos não-praticantes, católicos-porque-ser-portugues-é-ser-católico, cristãos protestantes, ateus, agnósticos, pagãos.

Neste artigo pretendo desenvolver um pouco a temática complicada do paganismo.

A definição corrente de paganismo é todo o culto, religião, ou crença que não seja uma das seguintes religiões, por sinal as mais importantes e praticadas no mundo de hoje: Cristianismo, Judaismo, Islamismo. Logo é mais fácil dizer que o paganismo é o que não é Cristianismo, Judaismo ou Islamismo, todas religiões monoteístas, religiões de uma só divindade. Só vou falar do paganismo europeu. Diz-se das religiões pré-cristãs da Europa muitas coisas. A maior parte erradas. Diz-se que eram religiões de muitos deuses, havia o deus do rio, o deus da árvore, o deus do céu (onde está “deus” também podia estar “deusa”). Isto é, em parte, verdade. As religiões pré-cristãs eram religiões panteístas, ou seja, religiões em que se acreditava que Deus, ou deuses, eram parte da substância da Terra, ou seja, DEUS é a terra, não a criou. A religião pré-cristã praticada no nosso território era, sem dúvida, panteísta. Panteísta e politeísta, sendo o “politeísta” discutível, pois em todas as religiões politeístas, haviam sempre um deus-pai, ou deusa-mãe, o que não elimina a existência de vários deuses e divindades, que não eram “apenas” equivalentes de bispos como já ouvi dizer. O que interessa aqui tentar explicar é a mentalidade desses povos.

1) Eram povos que viviam em profunda comunhão com a Natureza. Logo ao entenderem que haviam coisas que estavam para além do limite físico e espiritual dos homens, este deram a essas forças, que entenderam ser divinas, um símbolo, um nome, uma personalidade. Mais nada. Isto podia ser um trovão, uma tempestade, um monte ( basta ver a quantidade de monsantos que há), a morte, a vida.

2) Deus, ou deuses, não criam o homem, antes o contrário, ou melhor, ambos vivem como um todo. Os povos pré-cristãos não tinham uma visão linear da vida na terra, nem da vida da terra. Tudo era um ciclo permantente, em mudança, mas em que havia sempre um paralelo com tempos passados. Daí a existência dos mitos, que eram histórias que não aconteceram mas que eram sempre verdade. Exemplo disso é o uso da espiral, sozinha, ou muito frequentemente triplicada. Ver o exemplo do triskell ou trísceles.

3) O pleno oposto desta visão é a visão bíblica da vida. O homem nasce, se se portar bem (10 mandamentos), vai para o céu, ou inferno. Isto está sujeito a muita discussão, sendo uma versão mais light a de que quando morrermos todos vamos para o céu onde vivemos para sempre com Deus, e a mais pesada sendo que a qualquer momento vamos todos ao Dia do Julgamento, dia em que serão julgados os vivos e os mortos. Depois desse dia, todos viveremos bem, ou mal, dependendo do julgamento. Nem quero pensar nas filas nesse dia. Outra versão desta visão é a que Deus criou tudo e todos e nos controla lá de cima. Isto reduz-nos a meros fantoches. Deus não tira nem dá vida, só fez isso uma vez, logo no início. Resumidamente, uma grande confusão. Basta ver o caso do Inferno… Existe? Não existe? Deus não gosta de todos? Deus não perdoa?

Uma razão da crítica da mentalidade judaico-cristã é a não-sacralização da Natureza. Na mentalidade pré-cristã Europeia, Deus ou deuses eram a Natureza, ou faziam parte da mesma substância. Sabiam que faziam parte de um sistema maior, eram apenas uma parte de um todo. Se tratassem bem da Terra, ela trataria bem deles, logos os Deuses tratariam bem deles.

Na mentalidade cristã, Deus criou o céu e a terra. O homem e os animais. Logo, tudo é reduzido a “deus criou”. Tudo o que é fora do alcance do homem é “Deus”. A diferença é que na mentalidade pré-cristã Deus ou Deuses eram a própria Natureza, estavam contidos nela, eram a mesma substância. Na mentalidade cristã Deus apenas criou a Natureza. Aí reside a diferença. No criar e ser. Sim, claro que me podem dizer que “se deus criou a natureza, logo a natureza tem algo de divino nela”.
Sim, pode ser, mas ter e ser é diferente….