
(Diálogo de Ambrosino e Rómulo ,A Última Legião, Massimo Manfredi)
Há cerca de 4 anos, ou para ser mais exacto, em 30 de Abril de2004, os identitários do Pays Niçois, inauguraram aquela que é conhecida por La Maioun, ou traduzindo para português, a Casa, um espaço onde a solidariedade se transforma em fraternidade e o grupo reforça os seus laços e fomenta o espírito de comunidade. Neste local desenvolvem-se diversas actividades, sejam conferências, iniciação e melhoramento de conhecimentos informáticos da população, exposições temáticas, entre outras iniciativas, sem deixar de ser também um espaço de lazer e convívio, no qual quem por lá passa pode inclusive pernoitar, e onde se promove acima de tudo a identidade nicense e europeia.
Na esteira deste projecto os identitários da flandres avançaram com a edificação da sua própria casa e assim nasceu a Vlaams Huis, ou na língua do poeta, Casa Flamenga, uma habitação absolutamente extraordinária, provida de toda a comidade própria de uma casa na mais vetusta tradição europeia. Bastião dos identitários na região, a Vlaams Huis é já um polo de desenvolvimento e reconhecimento da cultura flamenga. Nela têm lugar as sempre necessárias conferências, aulas de aprendizagem de flamengo, cineclube, curso de artes marciais, entre um amplo conjunto de actividades. As fotografias presentes no sítio dedicado à Vlaams Huis deixam evidenciar que o futuro passa impreterivelmente pela abertura de mais e mais espaços como este, e uma vez mais os identitários estão na vanguarda. Parafraseando Fabrice Robert, que nasçam 5, 10, 100, 1000 casas da identidade!
Guillaume Faye escreveu faz alguns anos um livro, em forma de léxico, intitulado «Pourquoi nous combattons», uma obra a todos os níveis aconselhável por tratar-se de um autêntico instrumento intelectual ao serviço de todos quantos estão envolvidos de uma forma ou de outra na luta pela sobrevivência da nossa identidade.
Contudo, não poucas vezes vejo-me impelido a equacionar realmente aquilo pelo qual me movo, isto é, procuro perceber com maior precisão o que me faz deparar com tantos problemas, com tantas agruras e desgostos, mas também com muitos momentos de alegria e um prazer apenas cognoscível por quem vive intensamente a militância, enfim, acima de tudo pretendo estabelecer os pontos cardinais que me concedam permanentemente a resposta à questão inicial.
Desconhecendo em grande parte (e mesmo duvidando em alguns casos!) o móbil que propulsa os chamados camaradas, deixo aqui em 10 sentenças aquilo que me faz viver e lutar, as quais não se encontram necessariamente por ordem hierárquica ou sequer apresentam-se sob forma definitiva.
Porque combato eu?
Pela minha família
Pela terra em que descansam eternamente os meus antepassados
Pela honra
Pela beleza da mulher europeia
Pela Europa, mátria primordial
Pelo santuário de Endovélico
Pela memória
Pelo mosteiro dos Jerónimos
Pela liberdade
Pelo sorriso das crianças do meu povo
![]()
Com praticamente uma semana de atraso, o trabalho assim obriga, eis que, com algum cansaço, mas mais sereno, consigo finalmente tecer algumas impressões sobre um grande acto identitário.
No passado sábado, dia 23 de Fevereiro, a associação Causa Identitária realizou a sua II Conferência Internacional, a qual demonstra claramente a vitalidade e enorme empenho deste colectivo na renovação ideológica que tanta falta faz ao nosso país, enfiado está na pasmaceira mental, no conformismo canino, no carneirismo seguidista das verdades-feitas. No dia 23 a CI fez História, doa a quem doer, em particular aos arautos da desgraça, vaticinadores equivocados de finais antecipados, cegos estão pelas suas obsessões maníaco-depressivas. Mesmo as manobras mais reles e reveladoras de uma sevandija asquerosa para com a minha pessoa e por extensão para com a própria associação foram ineficazes e absolutamente inócuas face ao assombroso sucesso obtido com esta conferência, uma conferência que deixou bem vincado que o ideal identitário é indiscutivelmente a única alternativa face ao sistema obliterador dos povos, aliás, algo que o companheiro de luta Carlos Branco, dirigente do MPP, deixou amplamente patente.
Continuar a ler
















