Auto explanatório
Maio 25, 2008, 1:23 pm
Filed under: Em foco, Europa, IMinvasão, Resistência & Reconquista

          



Ave Europa, nostra vera Patria
Maio 9, 2008, 10:18 pm
Filed under: Em foco, Europa, Raízes, Resistência & Reconquista

Ave Europa, nostra vera Patria
Música & Letra por George J. Lehmann
(Deverá ser somente cantado em latim)

Ave, Europa, nostra vera patria!
Omnes Europaei te salutant.
Multae gentes summus,
sed tantum stirpes una.
Stemus nos fratres, nunc et semper

Ave, Europa; magna fons scientiae,
philosophiaeque, laudamus te.
Mundo luciferi sunt populi aquilae;
aquila se tollat sine cancellis

Ave, Europa, tibi fidem spondemus;
nobilitas tua aeterna est.
Ubicumque summus, in orbe aut astribus,
ibi es nobiscum semper in spiritu.

Ave, Europa, nostra vera patria

————————————————
(Versão portuguesa)

Viva, Europa, a nossa verdadeira terra mãe!
Todos os Europeus te saudam
Somos muitas tribos, mas somente uma estirpe.
Deixem-nos ser uma irmandade, agora e sempre.

Viva, Europa, grande fonte da ciência,
e da filosofia, nós te louvamos.
O lampião do mundo são os Povos da Águia
deixem a Águia voar sem limites.

Viva, Europa! A ti nós juramos lealdade;
A tua nobreza é eterna.
Onde quer que nós estejamos, na terra ou nos céus,
Tu estás connosco em espírito.

Viva, Europa, a nossa verdadeira terra mãe! <

(Clicar aqui para ouvir o hino em versão mp3)



Da memória
Maio 3, 2008, 5:38 pm
Filed under: Em foco, Raízes, Resistência & Reconquista
“Quando se foge e se deixa tudo para trás, o único tesouro que podemos levar connosco é a memória. A memória das nossas origens, das nossas raízes, da nossa história ancestral. Só a memória pode permitir-nos renascer do nada. Não importa onde, não importa quando, mas se conservarmos a recordação da nossa grandeza de outrora e os motivos pelos quais a perdemos, ressurgiremos.”

(Diálogo de Ambrosino e Rómulo ,A Última Legião, Massimo Manfredi)



Que nasçam 1000 casas da identidade!
Abril 27, 2008, 10:39 am
Filed under: Em foco, Europa, Ligações Amigas, Resistência & Reconquista
A casa detém na cultura europeia um lugar primordial. Lugar de actividades compartilhadas, a casa é o local onde se perpetua o legado ancestral, onde os jovens ouvem atentamente os seus maiores e descobrem a história do seu povo. Espaço de afectos e relações pessoais a casa representa a manifestação da esfera privada. A casa é como o “Castelo” da família, na exacta medida em que é por excelência propriedade do Homem e onde este é soberano num território inviolável. Assim, tendo tudo isto reunido, a casa constitui primordialmente uma referência de identidade.

Há cerca de 4 anos, ou para ser mais exacto, em 30 de Abril de2004, os identitários do Pays Niçois, inauguraram aquela que é conhecida por La Maioun, ou traduzindo para português, a Casa, um espaço onde a solidariedade se transforma em fraternidade e o grupo reforça os seus laços e fomenta o espírito de comunidade. Neste local desenvolvem-se diversas actividades, sejam conferências, iniciação e melhoramento de conhecimentos informáticos da população, exposições temáticas, entre outras iniciativas, sem deixar de ser também um espaço de lazer e convívio, no qual quem por lá passa pode inclusive pernoitar, e onde se promove acima de tudo a identidade nicense e europeia.

Na esteira deste projecto os identitários da flandres avançaram com a edificação da sua própria casa e assim nasceu a Vlaams Huis, ou na língua do poeta, Casa Flamenga, uma habitação absolutamente extraordinária, provida de toda a comidade própria de uma casa na mais vetusta tradição europeia. Bastião dos identitários na região, a Vlaams Huis é já um polo de desenvolvimento e reconhecimento da cultura flamenga. Nela têm lugar as sempre necessárias conferências, aulas de aprendizagem de flamengo, cineclube, curso de artes marciais, entre um amplo conjunto de actividades. As fotografias presentes no sítio dedicado à Vlaams Huis deixam evidenciar que o futuro passa impreterivelmente pela abertura de mais e mais espaços como este, e uma vez mais os identitários estão na vanguarda. Parafraseando Fabrice Robert, que nasçam 5, 10, 100, 1000 casas da identidade!

 

 



Liberdade
Abril 19, 2008, 9:27 pm
Filed under: Resistência & Reconquista



Porque combato eu?
Abril 19, 2008, 9:18 pm
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista

Guillaume Faye escreveu faz alguns anos um livro, em forma de léxico, intitulado «Pourquoi nous combattons», uma obra a todos os níveis aconselhável por tratar-se de um autêntico instrumento intelectual ao serviço de todos quantos estão envolvidos de uma forma ou de outra na luta pela sobrevivência da nossa identidade.

Contudo, não poucas vezes vejo-me impelido a equacionar realmente aquilo pelo qual me movo, isto é, procuro perceber com maior precisão o que me faz deparar com tantos problemas, com tantas agruras e desgostos, mas também com muitos momentos de alegria e um prazer apenas cognoscível por quem vive intensamente a militância, enfim, acima de tudo pretendo estabelecer os pontos cardinais que me concedam permanentemente a resposta à questão inicial.

Desconhecendo em grande parte (e mesmo duvidando em alguns casos!) o móbil que propulsa os chamados camaradas, deixo aqui em 10 sentenças aquilo que me faz viver e lutar, as quais não se encontram necessariamente por ordem hierárquica ou sequer apresentam-se sob forma definitiva.

Porque combato eu?

Pela minha família
Pela terra em que descansam eternamente os meus antepassados
Pela honra
Pela beleza da mulher europeia
Pela Europa, mátria primordial
Pelo santuário de Endovélico
Pela memória
Pelo mosteiro dos Jerónimos
Pela liberdade
Pelo sorriso das crianças do meu povo



E porque hoje é dia da mulher…
Março 8, 2008, 11:53 am
Filed under: Em foco, Resistência & Reconquista



Vídeo da II Conferência Internacional da Causa Identitária
Março 6, 2008, 9:13 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista


* Cortesia da Asamblea Identitaria



Impressões da jornada identitária de 23 de Fevereiro
Fevereiro 29, 2008, 10:30 pm
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Com praticamente uma semana de atraso, o trabalho assim obriga, eis que, com algum cansaço, mas mais sereno, consigo finalmente tecer algumas impressões sobre um grande acto identitário.

No passado sábado, dia 23 de Fevereiro, a associação Causa Identitária realizou a sua II Conferência Internacional, a qual demonstra claramente a vitalidade e enorme empenho deste colectivo na renovação ideológica que tanta falta faz ao nosso país, enfiado está na pasmaceira mental, no conformismo canino, no carneirismo seguidista das verdades-feitas. No dia 23 a CI fez História, doa a quem doer, em particular aos arautos da desgraça, vaticinadores equivocados de finais antecipados, cegos estão pelas suas obsessões maníaco-depressivas. Mesmo as manobras mais reles e reveladoras de uma sevandija asquerosa para com a minha pessoa e por extensão para com a própria associação foram ineficazes e absolutamente inócuas face ao assombroso sucesso obtido com esta conferência, uma conferência que deixou bem vincado que o ideal identitário é indiscutivelmente a única alternativa face ao sistema obliterador dos povos, aliás, algo que o companheiro de luta Carlos Branco, dirigente do MPP, deixou amplamente patente.
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Sérvia, posto avançado na defesa da verdadeira Europa
Fevereiro 20, 2008, 9:50 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

    
Por manifesta escassez de tempo não tenho conseguido publicar tanto quanto gostaria e seria desejável, afinal muitos são os assuntos que merecem uma devida menção, outros uma merecida denúncia, mas existe um que é absolutamente incontornável, ou para ser mais concreto, a questão do Kosovo, província pertencente à República da Sérvia, que declarou unilateralmente a sua independência há alguns dias, e que contou com o despudorado apoio da hiperpotência, os EUA, estado que há muito colocou em prática uma guerra não-declarada contra a Europa, tal como o francês Alexandre Del Valle muito fundamentadamente demonstrou com a obra «Guerras contra a Europa» (Hugin Editores).

Local que esteve na origem do despoletar da I Guerra Mundial, os Balcãs continuam mergulhados numa instabilidade que se repercute invariavelmente por toda a Europa. Região geográfica que constitui desde sempre a porta de entrada dos eternos inimigos do nosso continente, os muçulmanos, foi e é ali que se encontra também a linha da frente do que resta da verdadeira Europa, uma Europa fiel a si própria, arraigada nas suas raízes e nas suas tradições, uma Europa que teima em não alinhar pela uniformização massificadora que o Ocidentalismo, esse sistema de destruir povos, procura há muito impor por todo o globo.

Sem demoras e saltando por cima dos antecedentes, o actual contencioso entre a a República da Sérvia e a mal designada, mas absolutamente infame, comunidade internacional, pode ser traçado muito sucintamente;

Por um lado existe, como referi supra, uma estratégia norte-americana de enfraquecimento fraccionamento da Europa, isto é, uma estratégia que visa impedir custe o que custar a concretização do Bloco Europeu, sob a égide, ou não, da presente União Europeia. Tal esquema ardiloso tem por ponto de partida algumas contradições existentes em solo europeu, nomeadamente a existência de comunidades etnicamente europeias, mas de confissão muçulmana, as quais actuam inequivocamente como «Cavalos de Tróia» do neo-expansionismo islamita, sendo o caso do kosovo e da Chechénia exemplos claros disso.
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O combate identitário chega à República Checa
Janeiro 12, 2008, 3:49 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

O movimento identitário solidifica-se e amplia a sua área de influência. Se o leste europeu parece por vezes alheio aos desenvolvimentos políticos e sociais que têm lugar no resto do velho continente, isso é uma ilusão, pois um novo amanhecer já se começa a assomar e ali germinam as forças que poderão resgatar a Europa da tenebrosa decadência que dela se apoderou.

Muitos e cada vez mais são aqueles que percepcionam que os problemas que afectam o seu país de origem são transversais a todas as nações da Europa, que o combate contra o «sistema de assassinar povos» não se restringe às fronteiras nacionais de cada estado, e desse modo o movimento Identitário está a ganhar simpatizantes por todo o continente (e não apenas, não é assim amigos brasileiros e chilenos!), um combate que está a disseminar-se e cada vez mais e a substituir velhas formas e fórmulas políticas, caducas e anacrónicas, que durante décadas não conseguiram atrair a menor simpatia das populações nem exercer qualquer influência política, social ou cultural.

Na bonita República Checa os identitários já fazem notar o seu trabalho pela Renascença europeia Continuar a ler



Que a Coruja de Minerva levante voo!
Janeiro 8, 2008, 5:55 pm
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Extracto de uma conferência de Guillaume Faye na Alemanha em 2006

Recordem as previsões do kali-yuga indiano relativas à idade de ferro, ou seja, aquela da decadência final:
Matarão as crianças no ventre das mulheres, os homens casarão com os homens, e as mulheres com as mulheres, alimentarão as vacas com carne, o herói e o guerreiro serão vexados e banidos, os reis serão ladrões e os ladrões tornar-se-ão reis.

– Uma civilização, uma nação, um povo, uma raça, assemelham-se a uma árvore. As raízes são o fundamento biológico, isto é, o substrato genético, num sentido mais amplo, de onde tudo procede. O tronco, a cultura, é o conjunto das manifestações étnicas de ordem mental e espiritual. A folhagem representa as manifestações exteriores da civilização, da economia, das técnicas, das artes, da potência material. Quando o tronco e a folhagem são feridos ou ficam doentes, a cura é possível enquanto as raízes forem sãs e puderem regenerar o conjunto. Mas se estas últimas forem atingidas pelo desmoronamento demográfico, pela mestiçagem, pela imigração alógena maciça, para além de um certo limiar, não se pode mais voltar atrás, a árvore cai, o povo de cepa e tudo aquilo que criou petrificam-se para sempre na morte, dado que o código identitário desapareceu, foi parasitado e alterou-se.

– Os recursos dos nossos povos feridos existem todavia, como a semente que insiste em viver no gelo e sob a neve, no frio invernal onde cresce a Edelweiss.
Temos a possibilidade de pertencer a uma civilização metamórfica, que sempre soube regenerar-se após crises graves, como a Fénix, a ave que renasce das suas cinzas. Não é no crepúsculo, quando tudo parece perdido, que levanta voo a coruja de Minerva?

É a partir deste momento que é necessário preparar o Renascimento e imaginar o mundo vindouro. Na História, são as minorias activas que vencem.

No seio da mentalidade dos povos de origem europeia, reside essa ideia fundamental de destino, o Fatum dos romanos e a Moïra dos gregos. O destino é aberto e imprevisível. Nada está escrito. O rio da História pode voltar o seu curso. Nenhum Deus pode fazer dobrar Prometeus.

No início do seu Fausto, Goethe dizia, invertendo o provérbio bíblico, «“ao início era o verbo”: não, ao início era a acção». Penso em boa verdade que ao início estão ao mesmo tempo o verbo e a acção. É necessário falar e escrever para ensinar e convencer, e agir para fazer avançar as coisas. Porque combatemos? Não tanto por nós, mas pela herança dos antepassados e pelo futuro das nossas crianças.

Da Resistência à Reconquista, e da Reconquista à Revolução. Não são Renascença e Revolução mais ou menos sinónimos?