Filed under: IMinvasão
O website Imigport foi em tempos uma dor de cabeça para o sistema etnocída que vigora em Portugal. Alvo de uma queixa crime e consequente investigação judicial
, este sítio de internet não foi encerrado, mas o seu autor abandonou o projecto que alimentou corajosa e inteligentemente durante uma temporada considerável, desmontando um mito propalado pela indústria do pensamento único de que a imigração é um factor de riqueza económica, social e cultural, e dessa forma providenciando argumentos contundentes a todos quantos se opôem à gradual mas inexorável substituição populacional através da invasão/colonização da Europa.
Visitem, e no caso de alguns revistem, este sítio e em particular tenham particular atenção aos tópicos na coluna da direita, que não obstante estarem já ultrapassados em determinadas cifras, são de uma crueza e acutilância tremenda, servindo mesmo de auxiliar argumentativo aos resistentes identitários.
Filed under: IMinvasão
Dizia o marxista Berthold Brecht que quando um povo deixa de servir, substitua-se esse povo, opinião, diga-se, partilhada pelos seus congéneres comunistas de todo o planeta, bastando para tal recordar o extermínio pela fome dos ucranianos pelo paizinho dos povos, Estaline, a revolução cultural chinesa onde pereceram mais de 20 milhões de pessoas devido a não partilharem as mesmas opiniões que Mao Tsé Tung, ou ainda o genocídio cambodjano praticado pelos, outrora louvados pela inteligentsia esquerdista, Khmers Rouges. Continuar a ler

Os eleitores suíços pronunciaram-se a favor, por larga maioria, de novas leis mais restritivas sobre a imigração e a concessão de asilo, apesar da oposição dos sectores colaboracionistas, nomeadamente das igrejas, dos partidos de esquerda e das organizações de defesa dos direitos humanos.
Segundo dados oficiais, 68 por cento dos votantes apoiam a nova lei de imigração proposta pelo Executivo, enquanto 67,8 por cento aceitam o endurecimento das condições para a concessão de asilo. Nenhum dos 26 cantões do país se opôs à nova legislação.
Continuar a ler
O líder líbio, Mouammar Kadhafi, afirmou este sábado que a Europa deve pagar anualmente 10 mil milhões de dólares aos países africanos se quiser travar a imigração clandestina. Durante um discurso por ocasião do sétimo aniversário da União Africana (UA), disse Kadahfi que «A Europa deve indemnizar-nos por ter explorado e pilhado os nossos minérios e riquezas. Para que os africanos fiquem em casa, nós reclamamos 10 mil milhões de dólares por ano».
Perante estas assombrosas declarações faço minha a questão levantada pelo Professor Revillo Oliver: «O que devemos aos nossos parasitas?» Não basta a Europa ser assolada por uma verdadeira invasão populacional e consequente colonização, algo sem paralelo na milenar história europeia, como agora somos ainda chantajados pelo beduino de Tripoli a pagar uma avultada soma monetária para que os africanos não nos entrem pela casa adentro.
Ora, não podemos deixar de nos interrogar; se nós europeus, somos denominados pelos africanos, entre outros mimos, como diabos brancos, imperialistas, colonialistas, racistas, esclavagistas, e-tudo-do-pior-que-existe-no-mundo, não deixa de ser incompreensível, atingindo mesmo níveis de bizarria, que as “pobres vítimas” do terrível e tenebroso colonialismo europeu queiram abandonar os seus lares, as suas nações livres e independentes “da mão do branco”, para rumarem em direcção às terras dos seus antigos exploradores? Mais, acaso alguém irá remunerar financeiramente os estados europeus pelas despesas extraordinárias que têm lugar face ao elevadíssimo custo que acarreta a imigração terceiro-mundista, nomeadamente no campo da saúde, da habitação, do ensino, autêntico imposto da imigração a que estão sujeitos os contribuintes europeus?
Além disto, é pertinente lembrar que a imigração é uma enorme fonte de receitas (a segunda para ser exacto, após o turismo) para países como a Tunísia, Marrocos, Senegal, etc.
Estas e outras questões saltam à mente, porém, estamos em crer que o Dalai Lama, aquando da sua intervenção no parlamento europeu há alguns meses, respondeu antecipadamente ao Coronel Kadhafi ao proferir estas tão corajosas quanto certeiras e incontestáveis palavras: «Os africanos têm a tendência em se queixarem muito e a trabalharem pouco.»
Filed under: IMinvasão
Surgiam os primeiros raios de luz em Estocolmo e dois amigos suecos interpelam um grupo de alógenos (em Portugal os jornalisticamente mencionados como “jovens”) que se divertiam com a destruição de canteiros públicos. Os alógenos, certamente, dirão algumas vozes da cáfila esquerdista, descontentes com o latente racismo de que são vitimas, se bem que, na minha opinião, eles estavam verdadeiramente revoltados com o subsídio mensal que auferem a espensas dos contribuintes suecos, acharam despropositadas as observações dos dois amigos. Mas afinal o que vem a ser isto! Já não se pode destruir alegremente os bens públicos desta merda de país que nos acolhe? Terão pensado e comentado os alógenos.
Ora veja-se neste video a expressiva mensagem corporal que os hóspedes transmitiram aos seus anfitriões suecos, aqueles hóspedes que tanto à esquerda como à direita definem como sendo um contributo indispensável para a Europa.
« Recuando mil anos na História recordamos que os escandinavos eram os bárbaros da Europa, despertando o medo nas demais populações europeias, as quais se viam na contigência de pagar o “Danegeld”, um tributo monetário que evitava serem “varridas” dos anais pelos homens do norte. No século XXI os escandinavos são pessoas pacíficas e amigáveis, e os papeis parecem ter-se invertido com a chegada de novos imigrantes.
Uma comissão Dinamarquesa concluiu que a Dinamarca poderia poupar 50 biliões de Coroas cada ano até 2040 se fechasse a porta à imigração do terceiro mundo. Entretanto, estatísticas indicam que os escandinavos irão tornar-se uma minoria nos seus próprios países dentro de duas gerações, se a actual fluxo migratório se mantiver. Enquanto as suas élites políticas insistem que a imigração é “boa para a economia”, os escandinavos estão na realidade a financiar a sua própria colonização. »
The Brussels Journal
- 44% dos desempregados na capital norueguesa, Oslo, são imigrantes. A nível nacional os imigrantes sem emprego totalizam 22%.
- Na Grã-Bretanha a imagem do porco foi banida de todas as publicações infantis, assim como das ementas das instituiçõ
es de ensino. - Também na Grã-Bretanha, um parque de diversões estabeleceu um dia só para muçulmanos.
- Na Itália uma jovem imigrante foi degolada pelo pai.”Matei-a porque vivia com um italiano,era uma P*** e não me obedecia”, afirmou o pai, um imigrante paquistanês, quando foi preso.
- Em Malta, um polícia que ajudava os imigrantes a desembarcarem ouviu este conselho de um deles: “Cuidem bem desses barcos porque dentro de alguns anos vocês irão usá-los para escaparem de nós!”
- Em França, milhares de pessoas manifestaram-se em Paris contra uma nova lei de imigração que dificulta a obtenção de autorizações de residência aos imigrantes ilegais.
Enquanto isso, continuam a chegar barcos carregados de clandestinos à costa espanhola, maltesa e italiana.
Filed under: IMinvasão
“Aqueles que permanecem em silêncio em relação ao capitalismo não deverão queixar-se da imigração.” Alain de Benoist
Resultante de complexos direitistas ou por mera conveniência é corrente no meio nacionalista olvidar o papel fulcral que joga o patronato no fenómeno IMinvasor. Afirmemo-lo sem paliativos, é o patronato, através do fortíssimo lóbi empresarial o principal impulsionador da entrada desenfreada de massas imigrantes (ver alógeno no Dicionário ideológico) na Europa.
Imigração e Capitalismo são indissociáveis!
É, pois, necessário cada vez mais encetar um combate social, denunciando não só os actores (os invasores/colonizadores), mas também aqueles que os geram e manipulam (Capitalismo/lóbi empresarial/eleitoralismo dos partidos políticos/instituições religiosas, em particular e especialmente a igreja católica).Apresentamos aqui alguns tópicos que poderemos utilizar aquando de debates e discussões com amigos/colegas discordantes, a fim de os fazer ver que a nossa intransigente defesa da identidade não se limita a questões meramente étnico-culturais:
O Patronato e a imigração, ou das inúmeras vantagens que a imigração oferece ao patronato:
- exploração de pessoas desenraizadas e paupérrimas e, como tal, sujeitas às ordens de um patronato que os ameaça com a a denúncia e a expulsão.
- utilização da mão-de-obra barata, mas ávida de consumismo, dado que são um alvo fácil da publicidade.
- dividir a classe operária portuguesa com a introdução de povos não-assimiláveis nas redes de reivindicações dos trabalhadores (sindicatos), baixando os custos da mão-de-obra.
- estabelecimento de comunidades alógenas no seio da população portuguesa, a fim de compartimentar o povo (dividir para reinar).
- destruir a identidade nacional ou o sentimento de pertença do povo a fim de melhor modelar os desejos desse mesmo povo, para, assim, o tornar um alvo comercial mais fácil de abordar.
- esvaziar as antigas colónias das suas forças vivas, impedindo o regresso dos trabalhadores qualificados aos seus países de modo a quebrar a esperança desses países de um novo impulso económico.
- permitir a estigmatização para desqualificar toda e qualquer voz discordante e dissidente, excluindo, desse modo, os identitários, com o intuito de proteger os partidos e instituições do sistema, denunciando toda a discordância como sendo “racista” ou “fascista”.
- enfrquecer os países Europeus, tornando-os desprovidos de qualquer sentido de identidade e comunidade específica, criando a ideia que apenas existe um contrato social, levando ao desaparecimento progressivo da política para, desse forma, conduzir ao reino da economia.
Imigração, o patronato diz sim. Os trabalhadores dizem não!














