Incrível! A nova Miss França, a Miss Borgonha Vicky Michaud (na imagem), proferiu em pleno concurso de eleição e perante milhões de telespectadores as muito corajosas palavras: «a minha maior força é a minha homogeneidade étnica!». Escândalo nacional, o Júri, muito inquisitorialmente, decretou de imediato a suspensão do concurso sine die e a revogação com efeitos imediatos da eleição que havia concedido a Vicky Michaud a coroa de rainha da beleza gaulesa por um ano.
Pois bem caros amigos, como tenho por princípio tentar imaginar dialecticamente o outro lado de uma notícia, quero confessar que infelizmente a bonita Miss Borgonha não foi a vencedora do concurso Miss França 2008. Antes pelo contrário a vencedora desse politicamente orientado programa televisivo foi, nada mais, nada menos, a Miss Reunião, de nome Valérie Bègue, a qual utilizou o infalível argumento/passaporte para conquistar um lugar no mundo do jet-set, uma sorte de míssil teleguiado dos debates modernos. “a minha maior força, é a minha mestiçagem”.
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Diz a agência informativa AFP que “Steve “, a mascote branca de olhos azuis da polícia londrina, será substituida por uma representação mais multi-étnica, após críticas emitidas por um sargento de origem asiática, indicou o Daily Telegraph.
O responsável da Polícia Metropolitana, Ian Blair, deu ordem para a criação de uma nova mascote, destinando para tal 21.000 euros, a fim de evitar que os polícias de origem asiática, assim como as mulheres polícia, se sintam “isolados”, acrescenta o diário.
Steve, um boneco à imagem de um polícia que se desloca às escolas primárias no âmbito de uma campanha de promoção, poderá ser substituído por Sunita, a qual representará uma mulher polícia de origem indiana, de acordo com o jornal.

Um dia milhões de homens deixarão o hemisfério sul deste planeta em direcção ao norte. Mas não como amigos. Porque irão para conquistar, e conquistarão povoando-o com as suas crianças. A vitória chegarnos-á através dos ventres das nossas mulheres.
Houari Boumedienne, antigo President da Argélia discursando perante as Nações Unidas em 1974
Recentemente veio a público a notícia sobre um padre de uma igreja católica do Norte de Itália decidiu, por «caridade», abri-la ao culto muçulmano, disponibilizando todas as sextas-feiras o edifício para a oração, às quais acorrem em média 200 muçulmanos e aquando das festividades mais de 1000.
De seu nome Aldo Daneli, este padre afirmou não ter medo das hierarquias eclesiásticas, sendo que tomaria a mesma acção se o proibissem. Imbuído de um espírito universalista, assevera que «É inútil falar tanto de diálogo quando lhes damos com a porta no nariz. Para mim são todos filhos de Deus».
Infelizmente, este não é um caso isolado e são cada vez mais numerosos os padres que se rebelam contra as autoridades eclesiásticas, já por si sobejamente marcadas pelas orientações emanadas desde o Concílio Vaticano II e que se revelaram particularmente fracturantes no seio da Cristandade, para não dizer mesmo suicidárias desta religião duas vezes milenar.
Mergulhado está o Cristianismo nas raízes paulistas, as diversas correntes cristãs afiguram-se cada vez menos como uma válida e sólida alternativa espiritual para as massas europeias perdidas nas teias do consumista compulsivo e da ausência niilista dos valores. As seitas proliferam, e o expansionismo islâmico entra sorrateiramente na Europa mascarado de imigração. Aquilo que os filhos de Maomé não conseguiram por via da espada afigura-se cada vez mais fácil perante uma conjunção de factores para os quais contribui, por manifesta demissão e puerilidade mental pseudo-humanitária, a religião cristã e em particular o catolicismo, o qual, ao invés das demais religiões, mesmo das suas congéneres de matriz semita, apela recorrentemente ao diálogo interreligioso, numa genuflectida demonstração de algo que está derrotado por antecipação.
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Filed under: Europa
11 Novembro 1918. Fim da Primeira Guerra Mundial, mas que foi também e acima de tudo uma Grande Guerra Civil Europeia. O chauvinismo, as reivindicações irredentistas dos povos, a manipulação de ódios adormecidos há muito, conduziram a um conflito sem precedente até à época. Milhões foram os europeus que perderam a vida numa guerra que deveria acabar com todas a guerras no velho continente.

(Soldados alemães ajudam soldado francês a libertar-se do lodo)
Recordemos os soldados de todas as nações que estão sepultados nos campos de honra (mais de 10 mil foram os militares portugueses que encontraram a sua última morada nos verdes campos da França e Bélgica), bem como aqueles que conseguiram sobreviver ao furor dos combates.
Vincent Reynouard, jovem historiador gaulês, foi condenado por um tribunal da República Francesa a um ano de prisão efectiva por ter ousado colocar em causa, entenda-se, transmitir uma opinião distinta, a historiografia oficial sobre um episódio da II Guerra Mundial denominado Holocausto.
Acusado de ser o autor de um panfleto intitulado Holocauste ? Ce que l’on vous cache, Reynouard foi, contudo, considerado pela tirania do pensamento único como sendo moralmente responsável (!) pela difusão do referido texto.
Não interessando para o caso questionar a culpabilidade de Vincent Reynouard, ou a ausência da mesma, é a iniquidade de uma lei que permite sentenciar uma pessoa a quem se procura legalmente vedar a liberdade de se expressar livremente que me faz estas linhas redigir. Não consigo dissimular uma intensa perplexidade, mesclada com um angustiado sentimento de revolta, ao assistir a condenação após condenação de historiadores, ou não historiadores, apenas e somente porque cometeram a heresia de tocar num assunto tornado tabu, e judicialmente vigiado e protegido (como se a verdade necessitasse de ser protegida) nas sociedades europeias actuais, isto é, defender a não ocorrência de um determinado evento histórico conforme este é propalado por alguns, ou simplesmente por se procurar subtrair algarismos nos números de vítimas desse pretenso acontecimento, sobretudo quando se tem em mente que a adição de algarismos e a sua vulgar extrapolação mediática não são objecto de idêntica criminalização.
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Miguel Jardim, na qualidade de representante da associação Causa Identitária irá fazer-se presente na XII Távola Redonda da congénere associação francesa Terre et Peuple. O cartaz representa a excelência do pensamento identitário europeu na pessoa daqueles que ali aparecem nomeados. Uma reportagem sobre este evento será redigida pelo Miguel na qual irá relatar a ambiência, os discursos dos distintos intervenientes, assim como as suas observações pessoais. Aguardemos.
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No passado dia 11 de Setembro teve lugar no coração da cidade Bruxelas, mais propriamente frente às instituições da União Europeia, uma concentração de alguns milhares de pessoas, organizada por distintas plataformas cívicas oriundas da Dinamarca, Alemanha e Holanda, baixo o lema “Parem a islamização da Europa!”, evento que havia sido antecipadamente proibido pelo burgomestre da referida cidade sob a alegação de que tal manifestação poderia hostilizar a comunidade islâmica de Bruxelas e conduzir a actos de violência. A concentração, que se queria pacífica, mal iniciou conheceu uma desproporcionada e musculada reacção policial, que agrediu e deteve mais de 150 pessoas.
Ora, afigura-se pertinente explorar algumas questões que eventualmente podem escapar despercebidas aos mais desatentos, ou mesmo a alguns, por certo poucos, indivíduos que aplaudiram a decisão camarária e a actuação das forças policiais. Continuar a ler

Um chupa-chupa para quem descobrir o que se afigura absolutamente bizarro (ou porventura nem tanto) nesta fotografia.
Uma pista: trata-se de uma coreografia de uma claque de futebol.

















