Por Rabbi Aryeh Spero
Talvez, pela primeira vez na história, estamos a testemunhar a morte de uma civilização não devido a forças exteriores mais fortes militarmente, mas porque “ao invés de lutarem contra a ameaça, os europeus simplesmente desistiram, e não querem lutar.” O pacifismo na Europa é tão profundo que está para além de qualquer relutância em assumir uma acção militar, estendendo-se mesmo à negação da discussão verbal, seja com as leis ou opiniões assertivas, ou até mesmo na defesa da cultura ocidental nas conversas sociais de rotina.
Como é sabido, após a II Guerra Mundial, a Europa começou a denegrir o conceito de nacionalismo, e a extrema-esquerda impôs politicamente o internacionalismo. A lavagem cerebral dos cidadãos contra a inclinação natural dos seres humanos para serem orgulhosos e fiéis ao seu próprio país em detrimento dos outros, resultou no efeito boomerang, ou seja, chegou-se ao ponto em que os europeus já não podem sequer defender a sua própria cultura e história.