Afinal a Raça importa!
Novembro 11, 2008, 12:06 am
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pleursobaman2zi6Xenófilos, colaboracionistas da IMinvasão e demais cambada promotora do onírico paraíso multiculturalista desdobraram-se por fazer crer que a eleição de Barack Hussein Obama seria a superação de todo os preconceitos e barreiras raciais. O empenho destes no processo de desracialização dos europeus e euro descendentes tem realmente surtido efeito se atendermos ao facto de que na actual sociedade torna-se mais aceitável, e até mesmo preferível, ser apelidado de filho da puta, do que alguma vez ser apontado como racista, derradeira heresia no índex nominativo da Ditadura do Pensamento Único.

O desaparecimento da consciência racial e a gradual deterioração dos vínculos de lealdade à comunidade etnocultural a que se pertence é indubitavelmente uma realidade entre a população europeia e mesmo no seio dos euro descendentes. Contudo, essa consciência e lealdade racial estão amplamente enraizadas em todos os povos não-europeus. O multiculturalismo somente encontra terreno fértil naquilo que se designa por Ocidente. Mesmo nos EUA, decénios após o fim do segregacionismo, depois de anos de Affirmative Action e de uma fanática promoção do melting pot, os nefastos efeitos da política de desracialização somente penetrou no tecido social e mental da comunidade branca, desprovida já em grande parte do elemento que torna as culturas e povos perenes, a saber, a consciência de si, da sua diferença e singularidade, já que as restantes comunidades étnicas residentes em solo americano apresentam um vigoroso orgulho racial.

A prova disto é que o factor racial, negado veementemente pelos prosélitos do multiculturalismo, constituiu um elemento decisório na eleição do novo Presidente dos Estados Unidos da América, tal como o provam os votos de 95% dos eleitores negros, 67% dos eleitores hispânicos e 62% dos votantes de origem asiática que votaram em Barack Hussein Obama. Apenas a ingenuidade, estupidez congénita ou manifesta má-fé poderão negar a evidência de que a população negra americana votou esmagadoramente em Obama porque este é um dos seus, ou por outras palavras, a comunidade negra mobilizou-se no apoio ao recém eleito presidente tendo por base a sua vincada consciência étnica.

À guisa de conclusão, a vitória de Obama representa a vitória do factor racial, representa a vitória daqueles que possuem uma consciência comunitária, cientes estão da sua especificidade e diferenciação. Infelizmente, entre os nossos, há quem insista em maquilhar tamanha evidência, negando-a, isto é, negando a realidade, a verdade, enfim, a própria existência, e em consequência, a dos seus semelhantes.