Fiel à posição desde o ínicio assumida em ser uma publicação contracorrente, e por conseguinte, de cultura alternativa, “Identitário” revela-se como uma bomba de oxigénio face à intoxicação patente nos acobardados meios de comunicação social. Mais, esta revista releva-se por ser igualmente uma pedra no charco da chamada «área nacional», seja pelas ideias iconoclastas expressas na mesma, seja pela vontade de furar o bloqueio imposto pelo aparelho mediático, caninamente subserviente ao regime, como comprova a entrevista ao conhecido grupo musical Galandum Galundaina.
À semelhança do primeiro número da revista, também o nº 2 conta com a minha participação, desta feita com um artigo em que, na tentativa de derrubar mitos, contesto a influência do árabe na língua portuguesa. Aguardo críticas…
Contudo, o assunto central da publicação centra-se na sempre actual (e jamais deverá ser olvidada) questão do kosovo, a qual adquiriu nova perspectiva com o recente conflito que opôs a Rússia à Geórgia.
Aconselho vivamente a aquisição da revista “identitário”, uma revista pensada para a juventude politizada, que teima em não deixar-se contaminar pela acefalia reinante entre uma grande fatia da camada jovem da nossa sociedade.
A revista encontra-se à venda por simbólicos 3€, podendo os interessados adquiri-la enviando para o efeito um mail para a associação Causa Identitária. É desejo dos identitários colocar esta publicação em alguns quiosques, portanto, se existirem voluntários dispostos a ajudar na difusão dos ideiais identitários junto do nosso povo, não hesitem em transmiti-lo.
Boa leitura.