A justiça francesa quer destruir o movimento Identitário
Setembro 27, 2008, 12:44 pm
Filed under: Em foco, Europa

O título deste artigo serve para expressar a vergonhosa decisão do colectivo de juizes do Tribunal de Apelação de Aix-en-Province, o qual condenou o ex-dirigente das Jeunesses Identitaires, Philippe Vardon, a uma absurda multa, assim como a 4 meses de pena suspensa e ainda à perda dos seus direitos cívicos durante 2 anos. Tamanha sentença resulta da queixa movida pelas organizações pró-imigracionistas MRAP e SOS-Racisme, após as JI terem colocado em prática uma campanha de difusão de folhetos com os seguintes dizeres: Ni Voilée, Ni violée (Nem com véu, nem violadas), palavras consideradas “islamófobas” pelos organismos colaboracionistas supra referidos. Acresce igualmente a isto a exorbitante multa de 30 000 euros aplicada às Jeunesses Identitaires, decisão judicial que obviamente visa acabar com a estrutura juvenil identitária.

Se como vimos dizendo a solidariedade é uma arma, e se é nosso dever sermos solidários com as vitimas da repressão, não existem dúvidas de que os militantes identitários franceses encontram-se na primeira linha de choque com o sistema de justiça, uma “justiça” absolutamente aberrante, iníqua e abertamente em guerra contra todos aqueles que ousam agir em defesa da identidade etnocultural europeia.

É dever de todos e de cada um de nós demonstrar a nossa solidariedade para com os identitários franceses, dando a conhecer dessa forma a nossa repulsa face a esta ignóbil decisão judical. Deixo aqui o endereço da Embaixada Francesa, de forma a que quem assim decidir possa expressar o seu desagrado junto do máximo organismo do Estado Francês em solo nacional.

Por outra parte, e de maior importância ainda, quero apelar a todos os que possam contribuir, que não deixem de enviar um donativo para as JI e, por extensão, para Philipe Vardon. Podem fazê-lo através da página das JI, ou em alternativa enviarem um vale postal directamente para a morada de Philippe Vardon: VARDON – 4 rue du Lycée 06 000 Nice, France.

Certos de que este tremendo golpe não derrotará a Causa dos identitários europeus, estamos, isso sim, cientes de que aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes, ficando patente que os identitários são cada vez mais uma força notoriamente incómoda para o sistema destruídor dos povos.

Um abraço identitário Philippe!!!


14 comentários so far
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Uma vergonha esta merda que estão a fazer aos identitários. O Front Nationale do Le Pen já pronunciou-se e diz que apesar de muita coisa separar as duas organizações esta sentença é escandalosa.
Se os identitários não incomodassem ninguem os perseguia ou queria acabar com eles.

Comentar por Raven

«… uma vergonha… esta sentença é escandalosa…»

Quem gosta de choraminguices… deve-se candidatar a um JARDIM INFANTIL…

—» Não sejam BURROS: no planeta não há lugar para choraminguices… só há um caminho a seguir: LUTAR PELA SOBREVIVÊNCIA!
—» Há que olhar para o futuro!
—» Os Identitários europeus poderão ter futuro no planeta, mas (antes que seja tarde demais) isso só será possível através duma ‘declaração de guerra’ (leia-se SEPARATISMO) aos Bandalhos Brancos.

Nota: Os Bandalhos Brancos (a maioria dos europeus) são uns Bandalhos Intolerantes: de facto, com o objectivo de branquear a bandalheira/infiltração … consequentemente… os Bandalhos Brancos são INTOLERANTES para com a existência de Reservas Naturais de Povos Nativos!…

Comentar por pvnamII

É a desgraça do costume, e serve para se perceber que quem quer que defenda certo tipo de ideias, há-de sempre, mas sempre, ser considerado como «de extrema-direita», «nazi», etc., por mais que queira demarcar-se do Nacionalismo.

Comentar por Caturo

Camarada Caturo, a verdade é que os identitários não se querem demarcar do nacionalismo, eles não são nacionalistas simplesmente.
Se o Sistema e os seus meios de repressão, de propaganda, querem fazer dos Identitários uns «terríveis nazis» apenas porque estes são já os únicos que se atrevem em França a promover a defesa da identidade etnocultural, isso não é nada de novo.
Antigamente acusava-se de heresia, de bruxaria, quem dissentia da doutrina oficial, agora o reductio ad Hitlerum ou argumentum ad nazium serve para apontar todos quantos fojem aos ditames da tirania encapotada em que vivemos.
Prova deste malabarismo semântico, da manipulação lexical, da novilíngua, é o caso dos etarras, que são acusados em Espanha de serem una «nazis»…

Comentar por arqueofuturista

—> O grande problema é que os Identitários europeus são BURROS!

—> De facto, no planeta não há lugar para choraminguices… só há um caminho a seguir: LUTAR PELA SOBREVIVÊNCIA… ou seja, declarar guerra (leia-se Separatismo) aos Inimigos (leia-se Bandalhos Brancos – a maioria dos europeus -, vulgo adoradores de Negociatas de Lucro Fácil…)

Comentar por pvnamII

É por isso mesmo inútil estar a querer demarcar-se do quadrante ideológico nacionalista, ao qual sempre pertenceram, visto que aí nasceram e aí continuam a defender o que sempre defenderam, e que é o que todos os Nacionalistas defendem, com maior ou menor prioridade, pois que também os NS defendem as identidade etno-culturais dos Povos.

Comentar por Caturo

Meu caro, dizer que os NS são nacionalistas equivale dizer que os comunistas são anarquistas. São os fascistas nacionalistas para ti? Parece-me que não. São os Integralistas nacionalistas? A historiografia e a própria documentação da época fazia a distinção. Logo, porque motivo terão os identitários de ser nacionalistas? Afirmá-lo é demosntrar uma grande confusão nos conceitos, para não dizer desconhecimento da ideia identitária. Os etarras e Sin Finers são nacionalistas, pelo menos eles assim se definem, serão eles na tua opinião camaradas?

Não quero entrar neste tipo de debate que em nada se afigura fructuoso, e não contribui para nada, além de ser abstracto para quem está de fora, nem percebo porque insistes em mantê-lo, ou acaso tens a veleidade de julgares que me farás mudar de opinião? Conheces-me já o suficiente…

Comentar por arqueofuturista

Penso que o Caturo quer salientar que o modelo de distanciação por motivos estéticos e de imagem não resulta. Porque na verdade não se trata de distanciamento ideológico, ou de barreiras inquebrantáveis, porque conhecemos o arqueofuturista o suficiente né…

Comentar por pessoa

Naturalmente que nenhum de nós mudará de opinião. Mas, já agora, afirmo que os NS são nacionalistas porque para eles o essencial é o «Volk», o Povo, a Nação, a Estirpe – para o NS, o Estado é uma criação instrumental da Nação; os Fascistas, pelo contrário, afirmam que o essencial é o Estado, e que o Estado é que cria a Nação, motivo pelo qual a Nação se acha, na visão fascista, subordinada ao Estado, e isto, a meu ver, não é ser Nacionalista, mas sim, digamos «Estatista», ou, mais concretamente, imperialista, como a prática italiana bem o demonstrou.

O mesmo é válido para os integralistas, por razão análoga.

O Sin Fein é, essencialmente, nacionalista – não sei é se tem uma vertente racial. O mesmo é válido para a ETA. Não concordo todavia com a violência que os segundos utilizam, mas isso é outro assunto.

Considero o Identitarismo como nacionalista porque no cerne do pensamento identitário está a Estirpe – a Raça, a Etnia, a Nação. O termo «racialista» não será suficiente porque para os Identitários também interessam as etnias. Mas também não lhes chamaria simplesmente «etnicistas» porque para os Identitários também a Nação conta.

Aliás, todos aqui éramos nacionalistas e afirmávamos isto, sem margem para dúvidas. A dada altura, alguns resolveram abandonar simplesmente esta designação, o que, quanto a mim, não está minimanente justificado do ponto de vista ideológico, e, do ponto de vista mediático, não só não evita chatice nenhuma como até cria confusões desnecessárias.

Comentar por Caturo

Pessoa, seria de bom tom dar-me uma pista sobre quem é na verdade, pois diz que me conhece como se isso fosse uma vantagem para si e no debate gerado.
Contudo, atente no seguinte, o distanciamento, para empregar a sua expressão, não se efectua por via de uma mudança estética apenas, aluás, por mim considerado desde sempre o menor dos obstáculo no quer que seja. Eu apostei e aposto acima de tudo numa nova abordagem ideológica, descomplexada, mas também desprovida de pesos históricos que para o combate encetado em nada beneficia o mesmo, sem no entanto, refira-se, renunciar ao essencial. Concorde-se ou discorde-se, esta é a via que acredito. Que venha algum pseudo guardião dos purismos ideológicos gritar e espernear pela via que adoptei, bom, isso pouco me importa, pois estou ciente de que inúmeros serão os obstáculos, mesmo vindos daqueles que insistem em ser os últimos de ontem e não aceitam que outros sejam os primeiros de amanhã.
Por fim, refere “barreiras inquebrentáveis”. Apenas posso responder que nunca as coloquei, ao contrário de.

Comentar por arqueofuturista

Caro Caturo, já foi aqui debatido, e noutros locais também, que o nacionalismo teve e tem inúmeras e distintas interpretações ao longo da História. Era de importância capital primeiramente definir de que nacionalismo falamos. A título de exemplo, o nacionalismo para os tradicionalistas é um produto do modernismo, parido da revolução francesa de 1789. Inicialmente o nacionalismo nasce à esquerda e foi uma bandeira dos jacobinos, só posteriormente tendo sido adoptado por sectores conservadores que viram no nacionalismo uma forma de fortalecer o estado e galvanizar as massas em torno deste por via dessa ideia.

Bem sei que não te estou a dar nenhuma novidade, apenas insistes em embirrar em algo que pretendes politicamente manipular, sendo que te louvo o gesto, embora tenha de o rejeitar, porque a clareza ideológica assim o impõe e a diferença de estratégias assim o dita.

O termo nacionalismo tornou-se no pós-45 numa forma de fascistas e NS camuflarem a verdadeira natureza e raiz das suas ideias. Aceito que a represão a isso obrigou/obriga. Porém, dizer que o NS é nacionalista é um reduccionismo. O NS estva para além do nacionalismo na medida em que o superava. O Fascismo e todas as ideologias que expressavam ou continham na sua doutrina a exaltação da pátria, a unidade do povo, a superioridade da comunidade nacional em relação às comunidades vizinhas (mesmo que da mesma origem racial!) também estavam para além do nacionalismo, entenda-se do nacionalismo orginal, aquele que ganhou contornos ideológicos no século XIX. O nacionalismo de Barrés ou de Maurras não é o nacionalismo de um Hitler, de um Codreanu, de um Ramiro Ledesma Ramos, porque estes superaram em larga medida as ideias dos primeiros. Por outra parte, o que une o nacionalismo de Barrés com o nacionalismo dos Batasunos bascos? O termo nacionalismo é unívoco e demasiado abstracto. Serve para efeitos políticos-partidários, mas se formos rigorosos no campo das ideias políticas é evidente que as diferenças saltam à vista.

Agora, uma coisa é certa, a confusão é tsal que vemos Integralistas (ou pelo menos revivalistas do mesmo) a definirem-se como os verdadeiros nacionalistas. Vemos Salazaristas defensores de um Portugal multirracial afirmarem alta voz que eles são os verdadeiros e únicos nacionalistas. Assistimos ao proliferar de nacionalistas ditos democráticos e simultanemanete de outros que se dizem partidários de um regime ditatorial. Enfim, a fauna é tão diversa e tão confusa que na verdade nem me interessa saber quem é que tem razão ou sequer em saber quem é que são os detentores legitimos do emprego do termo nacionalismo, porque eu, eu irei simplesmente definir-me como identitário.

Abraço e nos próximos sábados gostava que me/nos fizesses companhia.

Comentar por arqueofuturista

Caro Arqueofuturista, não é correcto que me atribuas uma atitude de manipulação, não apenas porque num diálogo civilizado não se atribuem intenções não declaradas a outros, como também e principalmente porque ainda «ontem» tu próprio te dizias nacionalista e não dizias nada de diferente, ideologicamente, do que dizes agora. Se nessa altura estavas tu a querer manipular algo, não sei, mas da minha parte deixo claro que esse tipo de procedimento nada tem a ver comigo, e não mudo de palavras para mascarar ou forjar seja o que for.

É por esta razão despropositado estares agora a recordar a conversa das diferentes noções de Nacionalismo que no passado se defenderam, quando a verdade é que, no Movimento Nacionalista Europeu (e norte-americano), já todos tinham acordado em como só a defesa da Nação acima de tudo pode ser considerado Nacionalismo, e a Nação só pode ser uma comunidade etno-racial e cultural, o que arruma a questão dos estatismos, dos imperialismos e dos patrioteirismos beatos de quem quer fazer da Nação um instrumento ao serviço de um sentido de «missão civilizadora» de cunho religioso.

Efectivamente, as confusões dos outros nunca nos perturbaram, que com o mal alheio podemos nós bem.

Quanto ao argumento de que o Nacionalismo é conceito «demasiado abstracto», enfim, aplica-se precisamente o mesmo ao termo «identidade». A elite dominante no Ocidente não entende a «identidade» do mesmo modo que os Nacionalistas Identitários a entendem, nem de perto nem de longe. Pela mesma lógica, qualquer um que seja sequer levemente patriota se pode dizer identitário. Aliás, tu próprio sabes isso, duvido que tenhas esquecido que um jovem patriota da «nossa praça» tenha dito que é identitário porque para ele a identidade é a lusofonia, o Portugal Minho-até-Timor, o faduncho, a tourada e o Eusébio. E podes ter nítida e inequívoca certeza que, mediaticamente, a teoria dele «pega» muito mais do que a tua, mas sem apelo nem agravo. Qualquer sociólogo, antropólogo, historiador do sistema, dirá, sem margem para dúvidas, que a identidade portuguesa está no Afonso Henriques, nos Desobrimentos, no fado, na lusofonia e no futebol, e mais, o simples cidadão tenderá a concordar, distraidamente, mesmo que seja nacionalista de boa vontade, porque pura e simplesmente, não estando habituado ao debate ideológico, não entende de imediato as implicações da definição de identidade à maneira patrioteira/sociológica.

Por conseguinte, ao dizeres que te queres distanciar da fauna confusa, adoptas uma lógica que, tarde ou cedo, te levará a abandonar a própria designação de «identitário» se/quando um dia todos os actuais patrioteiros, e social-patriotistas (os que vibram com «a nossa selecção», especialmente se estiver pejada de mulatos), se disserem «identitários». E lá irás tu em demanda de novo termo, até ao dia em que a turba confusa também dele se apodere, e assim sucessivamente. A dada altura, terás um longo historial de reivindicações designativas e rejeições designativas, sem que contudo os ideais tenham mudado, o que, em si, será particularmente confuso.

Talvez possa fazer-vos companhia num dos plácidos sábados olissiponenses, a ver vamos.

Comentar por Caturo

Camarada Caturo, se te revês no termo nacionalismo, bom, isso é contigo, eu opto pelo termo identitário. Dificilmente os chamados «nacionalistas de Minho a Timor» alguma vez poderão apoderar-se do termo identitário pela componente etnicista a este inerente, na mesma medida que jamais aceitariam que a experiência NS na Alemanha seja considerada nacionalista.
Pessoalmente não quero saber disso para nada, sou identitário e ponto final, e se me querem apelidar disto ou daquilo isso não irá demover-me nem um milímetro. Quem deseja persitir na confusão, na mescla, que o faça, eu não. Remeto-te para este texto de Pierre Vial.
De resto, conheço-te e sei que és um camarada valoroso e por quem nutro admiração pela tua tenacidade e provas dadas de militantismo, e para mim isso basta, mesmo que prefiras outra designação do que aquela que a maioria dos associados da associação a que pertences adoptaram.

Quanto ao sábado, neste próximo irei estar com os nossos camaradas Silvério e Inês, por isso vê se apareces. No outro a CI irá realizar a sua AG, portanto, a tua presença é vital.

Um abraço e saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

«a fauna é tão diversa»

—> Pois é; a questão que se impõe é a seguinte: quem é que possui condições para SOBREVIVER?

—> Ora:
1º -> Os Nacionalistas que estão à mercê de ‘descendentes de Obikuelus’ (e afins)… estão irremediavelmente condenados ao CAIXOTE DO LIXO da História.
2º -> Os Identitários que estão à mercê da (cada vez mais poderosa) Inquisição Mestiça… também estão irremediavelmente condenados ao CAIXOTE DO LIXO da História.

CONCLUSÃO: os Identitários poderão ter futuro… mas, para que isso seja possível, eles terão que ter capacidade de AUTO-DEFESA face à (cada vez mais poderosa) Inquisição Mestiça… e isso só será alcançado através do SEPARATISMO.

ANEXO
1º -> A taxa de natalidade dos ‘descendentes de Obikuelus’ (e afins) é muito superior… consequentemente, eles estão com uma evolução demográfica imparável
2º -> Os casos do Kosovo, da Quinta da Fonte 2008, etc… são exemplares: ao perderem o controlo demográfico da situação… os nacionalistas irão ficar completamente à mercê dos ‘descendentes de Obikuelus’ (e afins)…
3º -> Quando dominarem demograficamente a situação… acontecerá um Novo Tratado de Tordesilhas [7 de Junho de 1494]: os ‘descendentes de Obikuelus’ [Africanos, Árabes,etc.] irão efectuar, entre si, a divisão/partilha da Europa!…

Comentar por pvnamII




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