Implantado está nas terras de Cervantes, assim como na bella Itália, o movimento identitário chegou finalmente à terra dos vikings. O reino da Suécia, outrora um país etnicamente homogéneo, economicamente próspero, socialmente harmonioso, conhece desde alguns meses a presença do activismo identitário em forma de resistência à descaracterização etnocultural que assola esta nação escandinava.
Se as ideias de Guillaume Faye há muito que penetraram no pensamento alternativo e da contracultura sueca, pela mão do blogger Oskorei, o movimento identitário não havia, contudo, adquirido os desejados mecanismos organizacionais. Através do espaço internético Identitet Väst torna-se patente o fulgor militante dos identitários suecos. O Manifesto Identitário (tradutor online do Google ajuda!) recentemente apresentado em nada deixa duvidar da sintonia ideológica que irmana os activistas suecos, franceses, castelhanos ou portugueses. Através de uma prática militante permanente por via da distribuição de folhetos, pinturas murais e colagens de autocolantes, ou pela estruturação do corpo ideológico do movimento identitário sueco, podemos estar seguros de que o Lambda, símbolo que matiza a resistência identitária europeia, tornou-se já no estandarte da vanguarda política sueca na luta pela defesa e preservação das nossas identidades nacionais e europeia.
Älska din identitet!