Religião ou Raça?
Junho 1, 2008, 9:47 pm
Filed under: Em foco

Artigo da autoria de Ramón Bau, o qual afigura-se muito oportuno, visto as recentes discussões que têm tido lugar nas caixas de comentários deste blog. Não constituindo este artigo um registo definitivo no que a matéria concerne, revela-se um contributo importante que lança novas pistas para uma reflexão mais profunda.

Religião ou Raça?

«E um ariano muçulmano? É mais importante a raça ou a religião?»

A pergunta que leio é interessante. Torna-se muito simples dizer que a raça é mais importante para uma visão identitária que a religião. A razão essencial assente no facto de que a raça herda-se, enquanto que a religião não, ou seja, em poucas gerações pode-se mudar de religião e depois voltar à anterior, mas não acontece o mesmo com a raça. Se não houver mistura essa manter-se-á, mas a acontecer a mestiçagem já não existe marcha atrás, ou seja, não existe a possibilidade de ‘conversão’ étnica. É um princípio elementar de genética natural; perdida a identidade étnica não se pode recuperar a anterior. Portanto, a perda racial é muitíssimo mais grave que uma conversão religiosa.

Contudo, sendo tudo isto certo é preciso entender o tema num aspecto mais genérico.

A identidade é um conjunto de factores que de uma forma sumatória e global (logo, não individual) identificam uma comunidade, factores culturais, étnicos, históricos, tradicionais, artísticos, vivenciais, etc….
Por conseguinte, para um etnicista alguns destes factores têm parte da sua base na psicologia genética transmitida pela etnia comunitária. Ainda que os factores educacionais e ambientais sejam muito importantes, os étnicos marcam margens e possibilidades, mas não um caminho determinado.

Por outro lado, há que recordar que ante a ditadura larga e completa dos anti-valores do dinheiro e do capitalismo materialista, os signos identitários e os seus valores estão decadentes e quase desaparecidos no Sistema, de tal forma que hoje a revolução socialista é a primeira base identitária necessária, antes que nada.

A religião tem dois factores, o teológico que é independente da identidade (por isso um cristão pode ser negro, branco ou chinês) e um factor de integração espiritual comunitária. Por exemplo, o Cristianismo arianizou-se de tal forma que hoje a cultura dos povos brancos está muito mediatizada pelos mitos, crenças, formas, artes, culturas e espiritualidade emanada do Cristianismo. Todavia isto não se passa num povoado cristão de origem chinesa.
No Japão, um cristão não tem nas tradições, arte e formas japonesas um referente identitário cristão.
Dessa forma o Islão não é apenas uma ‘teologia’ ou uma ‘religião espiritual ou mística’ que pode ser perfeitamente assumida por um branco. É acima de tudo um marco cultural, artístico, formal, que está completamente alheio das formas identitárias dos povos brancos e inversamente está muito relacionado com os povos árabe. A sua língua e as suas formas, os seus centros e culturas, as suas tradições e mitos são árabes.

Posto isto, uma massificação islâmica na Europa é um perigo anti-identitário, não pela ‘religião’ em si, mas pelas suas consequências artísticas, culturais, formais, históricas, míticas, que são absolutamente estranhas à nossa identidade, tradição histórica e inclusive ‘inclinação natural’ (por exemplo o sistema de matança prescrito, a poligamia, os mitos das huríes (virgens), as proibições de certas comidas, os festejos, etc…
Enquanto que o Cristianismo, pese as suas origens, alcançou uma total adaptação ao mundo europeu, inclusive ao paganismo inicial, o Islão não deu nem um passo nesse sentido e é ‘estranho’ à identidade europeia.

Ainda que este tema seja muito complexo para o expor em poucas linhas, espero ter sido suficientemente claro nas suas bases essenciais.


29 comentários so far
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Um texto oportuno para reflectir, sobretudo tendo em conta quem o escreve.

Miazuria Miguel Angelo Jardim

Comentar por Miazuria

A raça. Enquanto elemento identitário. A religião, também o sendo, pode nada dizer a uma determinada Nação.
Abraço.

Comentar por pintoribeiro

Eu trocaria o tema tranquilamente por Etnia ou Raça? No meu caso a resposta seria absoluta: RAÇA.

Comentar por Aldo Friederiksen

Se…nem imaginas a discussão que, via Évola, vai por estes lados a propósito do nacionalismo.

Comentar por nacionalistas

Saludos!!!!

Acción Identitaria y Lovecraft se uniéron para formar: “Bloque Identitario” un grupo de Identitarios Euro-descendientes en Chile.
Acción Identitaria finaliza su actividad esta semana.
El link de “Bloque Identitario” es http://bloqueid.wordpress.com
ArqueoFuturista tiene su link en nuestro sitio

Saludos

Comentar por bloqueid

Bom artigo, realmente a raça é mais irreversível do que a religião, mas no meu caso concreto, se não fosse pela religião nenhum motivo haveria para tentar salvaguardar algum tipo de identidade. Pois todos temos a esperança que haverá sempre algum recanto para gozarmos a nossa liberdade durante o resto do tempo que nos resta, os que vierem a seguir que tratem de arranjar o seu. Pelo menos é uma abordagem frequente.

Comentar por Silvério

Na minha opinião, a cultura, a qual engloba inevitavelmente a religião, é determinante para a identidade de um povo e dos seus elementos constituintes.
A raça é importante, mas não essencial, pois podemos ter portugueses mestiços. O que irá determinar a sua identidade é o meio em que são criados, os seus valores, os seus conceitos, e a sua consciência de pertença a uma nação. Por isso é que temos mulatos que são portugueses e nem pensam em poder ser qualquer outra coisa pois toda a sua cultura é portuguesa (e eventualmente a cultura do seu progenitor negro também o é).
Assim, considero que o meu legado não é apenas a minha genética (que, assumo, é muito importante pois é literalmente a continuação de mim) mas também aquilo que eu transmito aos meus filhos e aqueles que me rodeiam, como vocês, por exemplo.

Um Abraço a todos,

Comentar por Pippo

É engraçado como o autor classifica os outros povos brancos da grande família caucasiana como “não brancos”. É mais um exemplo de contributo para a destruição da raça branca. Em nome da raça branca atiram-se as suas etnias umas contra as outras. O resultado é o desastre.

Só o indo-europeu é branco. Um judeu askenazin louro de olhos azuis será preto ? Só a cultura indo-europeia é “branca”.

Então a cultura semita que deriva do mesmo tronco rácio cultural caucasiano será “preta”.

PS

Ok, avance o arqueo a dizer que eu estou a ofender toda a gente. É que, para mim isto não é ofensa. É lógica elementar. Se alguém se sente ofendido pela lógica elementar…

Quanto ao aspecto específico da religião digo só isto. Para mim um bósnio muçulmano é tão europeu, branco e ariano como um espanhol ou um português. Desculpem lá a grande ofensa.

Comentar por molochbaal

Amigo molochbaal, não me parece que haja assim tanto anti-semitismo nos dias que correm como lhe poderá parecer. Indubitavelmente, os judeus são brancos. Poderão ou não ser indo-arianos, mas se quer que lhe diga, isso a mim não diz grande coisa.
Eu dou ênfase à cultura e, consequentemente, à religião. A raça é importante mas não totalmente essencial (não quero com isto apregoar o multi-racialismo ou a miscegenação, apenas constato que indivíduos de uma raça, ou mestiços, podem adoptar, e ser adoptados, por uma cultura com origem diversa). No que diz respeito aos arianos, são um elemento constituinte da maioria dos povos europeus, mas isso por si só não significa grande coisa. Os pashtunes são arianos e, infelizmente, nada nos liga a eles a não ser a genética.

Mas penso que isto já está a ser debatido noutro lado com resultados não muito louváveis.

Abraço,

Comentar por Pippo

É engraçado como o autor classifica os outros povos brancos da grande família caucasiana como “não brancos”. É mais um exemplo de contributo para a destruição da raça branca. Em nome da raça branca atiram-se as suas etnias umas contra as outras

Não se atira nada contra ninguém. Reconhecem-se simplesmente as diferenças e, consequentemente, mantêm-se as distâncias. Os semitas são caucasóides, mas não indo-europeus.

Quanto ao aspecto específico da religião digo só isto. Para mim um bósnio muçulmano é tão europeu, branco e ariano como um espanhol ou um português

Mas, diferentemente dum espanhol ou dum português, está a soldo duma doutrina universalista que pretende sobrepôr a verdade de Mafoma por cima e contra todas as fronteiras raciais e étnicas. É, essencialmente, tão inimigo da Europa como qualquer anti-racista. Por conseguinte, não pode de modo algum ser integrado na Europa que se quer.

Comentar por Caturo

Pippo,

Não, na sociedade não existe. Mas existe nos meios onde se deveria defender a raça e etnia, a cultura se quiseres, dos povos caucasianos.

O antisemitismo falseia a nossa identidade.

Para além do tronco comum rácio cultural, da longa história de contactos culturais, a começar nos fenícios, passando pela ocupação árabe (que dá azo ao pormenor divertido de um piquenique de identitários que recusam o papel do semitismo na nossa identidade ser feito num local chamado castelo dos mouros), até ao facto de a maior parte dos tugas ter algumas gotas de sangue cristãos-novo (judeu).

Assim, acabamos a defender uma identidade de pacotilha, inexistente, cuja credibilidade cai perante qualquer exame sério. além do mais isso afasta as pessoas. Ao que se pode juntar o complexo de superioridade e a fobia anti-semita que leva a extremos de loucura, como considerar que qualquer reconhecimento do papel semita na nossa cultura é destruir a identidade – o que leva imediatamente ao medo do publico que, obviamente, não deixa de fazer a comparação com outras doutrinas paralelas que assentaram nas mesmas premissas e que levaram directamente ao holocausto (o real ou o exagerado para fins de propaganda).

Quanto á oportunidade da discussão, os resultados podem não ser mesmo nada louváveis. Mas, por uma questão de lógica, ética e estratégia de expansão na sociedade, esta questão devia estar a ser debatida – seriamente – em todos os lados onde se fala em defesa étnica e identidade.

Os principais interessados em não discutir isto são aqueles que mantêm a defesa étnica no gueto político para onde foi lançada desde a II GM – precisamente devido ao mesmo tipo de erros que ainda hoje caturras e companhia se mantêm aferrados. Assim o futuro vai ser mais do mesmo.
Meia dúzia de iluminados, isolados de toda a sociedade a discutir revoluções que nunca virão.

Mas eu já sabia. A minha aparição aqui foi apenas uma experiência. Uma confirmação se não seria possível qualquer evolução – não é.

É uma das razões pelas quais não me sinto culpado por ter deixado a política.

Comentar por molochbaal

Caturo,

Quanto à questão caucasóide não adianta discuir contigo. Vais morrer assim, independentemente de qualquer prova que se te apresente. Para ti o indo-eurpeísmo é uma espécie de religião – como para mim é a raça – pelo que não adianta batermos nesse ponto. A única diferença entre nós é que, quando deparo com uma realidade sou capaz de adaptar o meu pensamento ao mundo real.

Quanto ao resto:

Depois dizes que eu te chamo fanático cego!

Tens toda a razão no tocante ao islamismo.

Entretanto, como sempre, não vês o que não queres ver. A tua descrição do islamismo, serve igualmente para descrever o cristianismo, no qual aliás, nesse aspecto o islamismo directamente se inspirou. E então ? Para excluires um islâmico por essa razão, tens também de excluir os cristãos – uns 90% da população europeia.

Como sempre baseias os teus juísos em puro preconceito onde o que é verdade aqui já é mentira ali, consoante as tuas necessidades de manter um discurso totalmente ilógico.

Comentar por molochbaal

até ao facto de a maior parte dos tugas ter algumas gotas de sangue cristãos-novo (judeu)

É que até nisso exageras grotescamente, para servir a tua teoria comprada na loja dos trezentos. Segundo estudos genéticos recentes, há relativamente muito pouco sangue semita na população portuguesa.

Assim, acabamos a defender uma identidade de pacotilha, inexistente,

Ah sim, percebo, identidade de pacotilha, inexistente, aquela dos Portugueses serem Iberos, que eram norte-africanos, mas afinal os Iberos praticamente nem estiveram em Portugal e o sangue norte-africano é afinal francamente minoritário em Portugal, mas pronto, a coisa passa «com jeitinho»… ou aquela identidade de a gente sermos fenícios porque sim, porque termos o alfabeto fenício e Lisboa ser fenícia e «dezenas de cidades de Portugal serem fenícias», mas afinal não está nada provado que Lisboa é de origem fenícia, nem tampouco que houvesse muitos estabelecimentos fenícios em Portugal, e o alfabeto ser fenício afinal também não interessa a ponta dum real corno (não de unicórnio), mas pronto, lá vai a coisa assim coladinha com cuspe a deslizar pelos deditos e pela língua lesta do molocho…

cuja credibilidade cai perante qualquer exame sério

Na verdade, foi precisamente o contrário que sucedeu – ficou bem patente que o essencial da identidade nacional é de raiz indo-europeia. O Povo descende fundamentalmente da fusão do elemento romano com o indígena, maioritariamente indo-europeu: Lusitano, principalmente, mas também Galaico, Celtici, Túrdulo, Cónio e Tartéssio, quase tudo gentes indo-europeias (com a possível, mas só possível, não comprovada, excepção dos Cónios).
Mais tarde, o elemento germânico, quer o que chegou pelas invasões (suevo, visigodo, também um pouco de vândalo), quer o que chegou com os cavaleiros da Reconquista (em que se destaca, por motivos óbvios, o exemplo do próprio pai do primeiro rei português) só contribuíram para reforçar esta identidade indo-europeia.

Quaisquer veleidades de deitar por terra estas verdades ficaram aqui atoladas na lama da pretensão frustrada, como abaixo se viu e se continuará a ver.

além do mais isso afasta as pessoas

Correcção: afasta UM alienado semitista. Mas um alienado semitista NÃO É «as pessoas», nem fala em nome das ditas.
Efectivamente, a primeira coisa que alguém que ingressa nas fileiras nacionalistas pergunta não é «olhem lá, e os Fenícios, o que é que vocês pensam dos Fenícios?» E falo por experiência própria – de todas as vezes que alguém se me dirigiu a questionar-me sobre o PNR, ninguém me falou desses navegadores vindos do Mediterrâneo Oriental… e em todas as situações em que me confrontaram, oralmente ou por escrito, com o mito de que «somos muito misturados, portanto não temos nada a ver com os puros nórdicos», tive o cuidado de explicar, até esclarecer as pessoas, que de facto não precisamos de ser nórdicos para sermos Europeus, basta que tenhamos uma ascendência e uma língua indo-europeias, sustentadas sobre o alicerce da raça branca. Os Mouros eram os nossos inimigos e foi CONTRA ELES que nascemos como País; os Judeus, misturaram-se menos connosco do que alguns querem fazer crer, como as pesquisas genéticas o demonstram; o Viriato e os seus Lusitanos eram indo-europeus (e qual é o português que não se orgulha de Viriato como seu grande E MAIS REMOTO antepassado?), o D. Afonso Henriques era um homem do norte, filho de europeus de sangue germânico, e os Portugueses não são essencialmente mais morenos do que os outros povos da Europa do Sul (e, já agora, em toda a família portuguesa haverá decerto pelo menos um indivíduo de tipo norte-europeu, mais coisa menos coisa).

Isto sim, molocho, isto é sólido. O resto são baalelas.

Mas eu já sabia. A minha aparição aqui foi apenas uma experiência. Uma confirmação se não seria possível qualquer evolução – não é

Ahahahahh, como se o molocho fosse o iluminado salvador do Nacionalismo em Portugal… que ridículo.

É uma das razões pelas quais não me sinto culpado por ter deixado a política

Não te sintas não, que não lhe fazes falta nenhuma…

Comentar por Caturo

Vais morrer assim, independentemente de qualquer prova que se te apresente

Bem, se essas provas forem todas como as que apresentaste, que se viraram CONTRA TI e a MEU FAVOR, :) enfim, não vejo porque é que haveria de mudar de opinião… ;)

A única diferença entre nós é que, quando deparo com uma realidade sou capaz de adaptar o meu pensamento ao mundo real

Pois – ignora-lo, mudas descaradamente a converseta, fazes de conta que não disseste as asneiras que disseste, fazes de conta que não foste FLAGRANTEMENTE DESMENTIDO PELAS TUAS PRÓPRIAS FONTES, e pronto, lá te vais adaptando à «realidade»… :)

Tens toda a razão no tocante ao islamismo.

Entretanto, como sempre, não vês o que não queres ver. A tua descrição do islamismo, serve igualmente para descrever o cristianismo, no qual aliás, nesse aspecto o islamismo directamente se inspirou. E então ? Para excluires um islâmico por essa razão, tens também de excluir os cristãos – uns 90% da população europeia.

Mas quem te meteu nesses cornos semitizados que eu não quero ver isso? Já viste que desde o início até agora, estás sempre a presumir que o outro lado diz isto ou aquilo, ou deixa de dizer isto ou aquilo? Não adianta andares por aí a dizer que já não és skinhead como se isso te livrasse de pareceres primário para depois teres um comportamento ridículo, que os mais argutos skinheads sabem evitar. Conheço seguramente vários skinheads com um discurso mais inteligente e lógico do que o teu.

CLARO que o Cristianismo tem a mesma origem que o Islão e, em boa parte, a mesma natureza (universalismo intolerante de origem semita). Não foi por acaso que o papa João Paulo II chamou «irmão mais novo» ao credo de Mafoma. E CLARO que desde há pelo menos uma década ando a dizer que o Cristianismo foi a maior desgraça que alguma vez se abateu sobre o Ocidente. Porque pensas tu que o ovino beato está aos pinotes de mentecapta raiva histérica, no outro tópico? Porque pensas tu que o Miazuria mais me critica? Será que ao menos não tens o cuidado ELEMENTAR de leres o que está escrito antes de o comentares? Bem me parecia, quando fizeste a tua «estilosa», estrepitosa, pimbalhesca e ignara aparição no outro tópico, bem me parecia, dizia, que não tinhas visto com atenção o que até então se tinha aí redigido. Dando-te o benefício da dúvida, pensei que entretanto tivesses ido ler o que estava para trás. Mas não…

O Cristianismo constitui pois uma praga sem igual em terras ocidentais – instilou aí o vírus do universalismo em versão de amor sem fronteiras tido como MORALMENTE OBRIGATÓRIO, instilou aí o vírus do amor ao alienígena a todo o custo, chegando ao ponto de mandar dar a outra face ao agressor, instilou aí a desvalorização dos laços de sangue em prol dos laços doutrinais, e é NISTO que se baseia o politicamente correcto anti-racista que está a matar o Ocidente. O Cristianismo é assim quase tão perigoso como o Islão mas, ao contrário deste, foi europeizado. Também ao contrário do Islão, perdeu a maior parte da sua força, e perde o resto da dita a cada dia que passa, visto que as igrejas fecham umas a seguir às outras. Muitos nacionalistas sinceros e válidos, e inteligentes até, são cristãos, e não se lhes pode levar a mal. A formação de infância não se muda assim com meia dúzia de verdades, por mais bem explicadas que sejam. É uma questão emocional, pessoal, íntima, além do campo de acção do intelecto.

É só preciso deixar que a Cristandade continue a cair. A Igreja Católica já toma posição abertamente pró-imigracionista, afirmando-se assim como inimiga frontal do Nacionalismo (sempre o foi, mesmo que muitos o não percebessem, dada a circunstancial e histórica aliança entre o Cristianismo e o Patriotismo), mas o Povo dá-lhe cada vez menos crédito. A Igreja perde politicamente em Itália e em França quando se posiciona ao lado das forças de esquerda pró-imigracionistas e mesmo assim o Povo vonta a favor das medidas anti-imigracionistas; a Igreja já teve até estrepitosas derrotas, como sucedeu no caso do aborto.

É pois preciso deixá-la morrer e, sobriamente, ir avisando os camaradas mais jovens (os que ainda podem mudar de ideias) para não se deixarem ir para o abismo atrás dessa doutrina de raiz semita.

E, sobretudo, urge divulgar o valor da restauração do culto às antigas Deidades da nossa herança indo-europeia.

Como sempre baseias os teus juísos em puro preconceito

Não me lixes, molocho. Tu entras aqui de rompante a criticar tudo e todos com base nos teus estereótipos imbecis, nem sequer lês o que dissemos e ainda tens a lata de falar de preconceitos? Axandra-te, méne.

Comentar por Caturo

Por favor, não vamos transpor para aqui o “debate” que está a ser feito noutra entrada!

Vendo o que se passa por aqui, e atendendo ao que já li, penso que a nossa causa enferma de várias falhas, vários problemas, alguns deles já aqui apontados.

Um dos (falsos) problemas reside na questão do anti-semitismo, que nos relegou, e relegará sempre, para o guetto das ideologias. A não ser que façamos uma introspecção e revisão dos conceitos. E alguns de nós, receio bem, nunca o farão.

Outro dos problemas é a questão da “raça” e a problemática da definição do conceito de “europeu”.

Como disse anteriormente, para mim o europeu deve ser branco, mas não tem necessariamente de o ser, dependendo das circunstâncias em que ele se desenvolve, do meio cultural que o rodeia e que o forma, e do grau de aceitação da parte daqueles que o rodeiam. Inversamente, um “ariano puro” criado nas florestas do Assam nunca será europeu, pois a sua cultura em nada o liga a nós. Isso é lapidar, e há casos históricos a comprova-lo.
Por isso, para mim as discussões sobre quem tem “sangue nórdico-ariano” ou “camito-semita” ou “turco-altaico”, etc., são totalmente fúteis. Completamente.

Em lugar de se discutir a raça ou, pior ainda, as origens “étnicas”, dever-se-ia discutir a cultura, pois é o que invariavelmente determina o europeu. Note-se contudo que esta discussão tem ainda mais pano para mangas que a da “raça” e anexos, pois a definição de cultura é ainda mais subjectiva que a de “raça”. E pode até dar azo às discussões sobre o paganismo vs cristianismo, etc.

E chegamos assim a um dos grandes problemas da nossa orientação politico-social: o nosso problema reside no facto de excluirmos, em lugar de integrarmos. A maior parte da nossa energia é dispendida nessa questão, como a tal “discussão” bem o comprova. E daqui parecemos não sair.

Vejamos agora o outro lado da barricada.
Os elementos “bem pensantes” da nossa sociedade não gastam energias com este tipo de debates pois para eles é o “vale tudo”: Imigrante? Pode entrar. Não é branco? Excelente! Entre. Não tem a nossa cultura? Fantástico! Entre, que é o que é preciso para a Europa multi-cultural “que se quer”. E quem não quer o “que se quer” é taxado como nazi-xenófobo e racista. Ponto final. E se de tal houver dúvidas, basta ir aos seus blogues nacionalistas e “identitários” e ver as suas discussões sobre “raças”…

Ou seja, por um lado, com essas medidas facilitistas e “tolerantes” eles agradam à classe média com “consciência social” (a “esquerda caviar”), aos imigrantes e aos nacionalizados que votam; por outro, como não perdem tempo com discussões para se saber “quem é europeu e quem não é”, pois para eles o futuro da Europa é o regabofe étnico, podem pois devotar as suas energias aos outros assuntos políticos, económicos e sociais que cativam a restante população e os seus votos.
Convenhamos, quer o PCP quer o BE têm mérito nas questões económicas, ou não tivessem eles quadros excelentes e um historial de luta social. E nós, que historial temos? Quando é que lutamos pelos trabalhadores? Quando é que lutamos para corrigir as assimetrias e injustiças sociais? Isso mal é debatido, são assuntos preteridos para segundo plano, pois o que parece ser de interesse é saber se os Iberos eram indo-arianos e se os louros escandinavos são ou não são aparentados com os indianos do Gujerat…

Pois é assim, meu caro amigo.
Enquanto eles tratam do futuro, nós digladiamo-nos com os pormenores do passado; enquanto eles integram, nós excluímos, enquanto para eles é o vale tudo, nós andamos para aqui a discutir e a insultarmo-nos por causa de saber se este ou aquele povo histórico recebeu o influxo de povos arianos ou semitas…
Nós perdemos tempo; eles ganham todos os segundos na luta pelas mentes e pelo coração das pessoas.
Nós, a continuar assim, lamentavelmente, iremos perder; eles à partida já ganharam.

Se puder desenvolverei mais este tema expondo o que penso e o que tenho observado. Depois enviá-lo-ei para este blog.
Já sei que ninguém lerá o que escrevi e que não originarei qualquer tipo de debate, nem dos saudáveis nem sequer dos outros. Mas pelo menos ficará para que conste :o)

Abraço,

Comentar por Pippo

Caturo,

Caturo, não te respondo porque as minhas opiniões parecem incomodar sobremaneira os detentores deste sítio. Como voc~es dizem, o meu lugar não é aqui e também eu começo a afrtar-me de perder tempo com vocês. Desejo-te boa sorte. Podes considerar que “ganhaste” este debate.

Comentar por molochbaal

É natural que excluamos. Não podemos partir para o ataque sem termos consolidada a defesa. E, num mundo político em que a moda é a inclusão como forma precisamente de diluir as identidades, é com base na discriminação e na exclusão que devemos marcar posição.
Precisamos evidentemente de ser coerentes a respeito da consciência de nós mesmos – e, para nós, a questão da Identidade é essencial, sobretudo na época em que o pensamento identitário surge: num contexto em que as identidades são propositada e ideologicamente atacadas. Para toda a Esquerda, bem como para a Direita economicista, as nossas discussões sobre Raça e Etnia parecem fúteis e perigosas, evidentemente… pudera: os seus ideários são por natureza apátridas, bastardizantes, tendo o pária como modelo do humano. Um eunuco que se ponha a ler páginas literárias de amor ardente, comentará, enfadado, «Retórica vazia! Pura retórica vazia!!»

Dir-se-á então que do outro lado da barricada os mentores políticos não ligam nada à questão da Identidade?

Muito pelo contrário.

Ligam e não é pouco.

E tanto ligam, tão profundamente se debruçam sobre o tema, que os seus donos e lacaios erigiram o anti-racismo como o grande combate político do momento.

As campanhas anti-racistas sucedem-se, os grupos anti-racistas têm até suporte financeiro estatal, a mensagem anti-racista é como que omnipresente, permeando a (des)informação, a ficção e a publicidade, toda a elite político-cultural dominante afirma constantemente que «temos de ser cidadãos do mundo», e «somos todos imigrantes». Não têm conta as discussões intelectuais, as mesas redondas, os livros, em que se procura definir a identidade europeia, a identidade nacional, a identidade humana (em suma, tudo o que seja identidade) como uma amálgama resultante de todas as misturas e mais algumas. Isto é seguramente dar muita importância à definição do que é ou não o «nosso» povo.

É na questão racismo/xenofobia que está a grande divisão na política ocidental actual, sem qualquer margem para dúvida. Tudo o resto é acessório relativamente a isto, inclusivamente os temas da economia. Não será certamente por acaso que qualquer político ou fazedor de opinião que tome posições com aparência de racismo, ou de xenofobia, ou de anti-islamismo (ou seja, anti-religião-do-«sagrado»-outro), é, de IMEDIATO, rotulado de extremo-direitista, com tudo o que isso implica de marginalização e ante-criminalização política. Até o francamente esquerdista Pim Fortuyn (abertamente homossexual, defensor do aborto, ligado a todas as bandeiras da Esquerda, tendo um cabo-verdiano homossexual como número três do seu partido), até esse foi e é ainda considerado por muitos como «de extrema-direita», SÓ PORQUE se opôs à imigração de muçulmanos. Ao mesmo tempo, na Flandres, em França, na Suíça, TODO o espectro político não nacionalista (desde a extrema-esquerda até à Direita capitalista) se uniu politicamente para enfrentar os «nazis», nomeada e respectivamente do Vlaams Belang, da Frente Nacional (Le Pen) e da UDC (Bloch).

Efectivamente, os elementos «bem pensantes» da sociedade actuam a respeito da imigração com base no princípio do «vale tudo» – mas fazem-no COM BASE em ideais discutidos e promovidos em inúmeros debates. É tudo «pensado de avanços», como diz o vulgo alfacinha. É tudo derivado duma mentalidade solidamente alicerçada sobre todo um edifício ideológico, antigo e imenso.

Devemos naturalmente desenvolver também uma vertente assaz combativa no campo da economia e sobretudo na área laboral, em prol da defesa dos direitos dos trabalhadores nacionais contra a violência esmagadora do capital apátrida, nisso não há entre nós discórdia. E neste aspecto até temos vantagem sobre os BEs e os PCPs, pois que eles propagandeiam uma abstracção utópica, a do «trabalhador» em si, sem fronteiras, ao passo que nós defendemos o real, o carnal, o vital – defendemos o que existe, defendemos o trabalhador nacional, que quer viver na sua Pátria e não ser atirado pelo mundo fora ao sabor das variações do capital. Quando a situação se agrava, o operário/empregado de mesa/assalariado rural/empregado de escritório/pequeno lojista, percebe que o trabalhador alienígena lhe tira postos de emprego, ou, mais frequentemente, contribui para manter baixos os salários, enquanto os preços aumentam. O trabalhador realista e consciente começa a perceber que não há espaço para toda a gente dentro de sua casa, e que deve privilegiar os seus.

Mas este é, sem ofensa, um combate relativamente menor. E, para isso, já existe o PNR. A CI, por seu turno, nasceu precisamente para exaltar e promover a Identidade no seu sentido de Estirpe – de Raça, de Etnia, de Nação, com base na ancestralidade europeia, ideário que um dia pretende unir num só bloco político todos os povos indo-europeus, dos Urais aos Açores, e aos Euro-americanos, porque não, contando entretanto com a aliança indiana, sempre em nome da Estirpe.

E, a este propósito, é essencial deixar bem clara, nítida e límpida a crucial relevância da ascendência. A cultura é, a este respeito, uma consequência, uma produção, não um princípio em si. Um negro educado entre europeus, não deixará contudo de contribuir para a diluição da auto-imagem que o Povo tem de si mesmo, pois que um dos principais marcadores da Identidade assenta precisamente na estética, na visão de si mesmo e na visão dos que o rodeiam. Por outro lado, um ariano educado entre negros portar-se-á como um negro, é certo, mas não é menos certo que, se for trazido para a Europa, pode até nem chegar a ser reeducado, mas os seus filhos irão contribuir para a natalidade europeia, e esses sim, poderão ser devidamente educados na cultura europeia, de modo que a sua linhagem retome a sua herança, processo interrompido quando o supramencionado ariano foi por algum motivo separado da sua gente e criado numa qualquer selva africana.

Porque, ao fim ao cabo, o cerne do nosso combate passa, não apenas pela salvaguarda da Europa, mas também e sobretudo pelo RESTAURAR da nossa ancestral herança multimilenar, que pela via do sangue nos liga ao Alto, donde viemos, matriz divina e celestial das nossas raízes. É aliás aí que se inscreve o conceito de Arqueofuturista: recuperar o arcaico, a raiz, a origem, e com base nesta essência construir o futuro, um porvir que confirme o mito, entendendo-se aqui o mito como o modelo trans-temporal da vivência humana.

Comentar por Caturo

Compreendo a tua posição.

Eu, da minha parte, não estabeleço um nexo entre raça e o “sagrado”, mas isso é porque sou um pouco mais terra-a-terra.

Seja como for, estando eu “de fora” e tendo por isso uma diferente percepção daquela que a maioria dos intervenientes terão, parece-me que a nossa mensagam não passa precisamente por causa da discriminação e da enorme exclusão que se opera neste meio ideológico.
Ou seja, se fechamos todas as portas, nomeadamente ao tal “preto europeu”, ou mulato, ou seja o que for, depuraremos de tal modo “os nossos” que no final ficaremos com pouco mais que nada.
Lembra-me o destino dos espartíatas, que de tão depurados que foram para serem os melhores, acabaram por ser tão poucos, tão poucos, que no final foram eliminados pelos hilotas…

Tentarei pensar melhor neste caso e depois digo qualquer coisa.

Bom fim-de-semana e inté.

Comentar por Pippo

Nem tanto ao mar nem tanto à terra. Não se fala aqui em purezas raciais, mas tão somente em salvaguardar um rosto. Sem isso, nada mais interessa. Ter um país que por um lado é próspero mas por outro está completamente mergulhado no mulatame (por acaso não conheço nenhum nessas condições, mas enfim…) faz lembrar aquele velho dito irónico, «a operação foi um sucesso, mas o paciente morreu».

Quanto à mensagem… quem disse que não passa? Passa e cresce, embora a mais baixa velocidade do que deveria. E o que mete medo ao povo não é nem nunca foi a discriminação, mas sim a sombra da anti-democracia, da ditadura, do totalitarismo, da falta de liberdade, que infelizmente anda, para demasiadas pessoas, estreitamente ligada a todo o pensamento nacionalista.

Saudações Democráticas

Comentar por Caturo

Bem, a Índia é prospera e é “mulata”, no sentido em que é o resultado de várias raças (drávidas, arianos, etc.) :o)
E Angola, que é em parte mulata (e a maioria é negra) poderá vir a ser também um país próspero, se se eliminar a cleptocracia reinante. :o)

Enfim, mas isso não interessa para o caso europeu.

Recordo-te mais uma vez que prezo muito a minha identidade lusa, etc., mas que sou um “homem da rua”, ou seja, não venho do meio nacionalista. Como tal, deves ler o que escrevo desse modo.

Concordo que se deva manter “um rosto” europeu. Aliás, acho que a maioria das pessoas concorda com isso, ainda que o não admita.
Mas temos de encarar de frente a realidade: temos gente não branca (mestiça ou não) que está cá e que tem a nossa cultura e os nossos valores. O que fazer neste caso? Não podemos começar a expulsar pessoas por causa da raça, penso eu. Podemos impedir a entrada de estrangeiros, podemos expulsar pessoas que não comunguem dos nossos valores (um extremista islâmico, por exemplo), mas quanto aos “assimilados”, sinceramente, não sei como resolver o problema. Talvez deixar que o tempo resolva a questão da absorção, ainda que isso custe aos mais “puristas” (passe a expressão)?
Pessoalmente sou branco e tenho orgulho disso, mas tenho amigos de várias raças, de cultura portuguesa em maior ou menor grau (ou totalmente portuguesa, em certos casos) e trato-os a todos por igual, pelo que não veria com bons olhos a sua expulsão sem mais nem menos.

Temos depois a questão da política, de passar a mensagem.
Como disse, para mim, ser-se Europeu é ter a nossa cultura e ser-se preferencialmente branco. Mas temo uma discriminação tout court, e penso que as pessoas também temem a temem. É que a discriminação pode começar de uma maneira e acabar de outra bem inesperada. Sei lá, podem surgir pessoas a dizer que “vamos discriminar este que é menos branco que aquele” e “este que não é louro como aquele” e assim por diante. Estou a dizer-te isto de uma maneira muito honesta.

E por fim, como o disseste, temos a associação entre nacionalismo e tudo o que há de negativo na nossa História. Infelizmente aqui os europeus têm muita culpa no cartório, por causa dos vários males que foram feitos em nome da Nação. Com a tomada de consciência desses males veio a culpabilização, a auto-flagelação, o “façam-nos tudo porque nós merecemos, e assim por diante.
Por isso é que eu insisto, debalde, que se deve “arrefecer” um pouco essa luta da raça e passar-se para a luta social. É aqui que se começa a ganhar a batalha. O resto vem por acréscimo.

Olha, e com isto já saímos do tópico desta entrada, eheheh!

Bom fim-de-semana

Comentar por Filipe

Pois é ,Caturo,quando deixas de lado suas pregações pagãs e de ódio anticristão, fazes colocações pertinentes e aplicáveis à consolidação identitária, mas colocações como ” ser reeducado,.. filhos devidamente educados..”, tudo isso me cheira a autoritariosmo, a intromissão seja do estado, de um partido ou de uma religião na autonomia do indivíduo, e isso eu não aceito. Tirania ,nem que seja psicológica em nome da etnia, ou da estirpe, continua sendo tirania e a famosa expressão popular:” de boas intenções o inferno esta cheio” basta para que ideologias com predições utópicas de futuros brilhantes mas com meios e instrumentos perniciosos para a liberdade humana sejam jogadas na lata de lixo das idéias.E mesmo a tal consolidação da identidade européia se tornará um piada, como se tornou o preambulo da constituição desta Neoditadura que se chama UE, nos teus escritos Caturo,tem vez para as fábulas pagãs pré-históricas e procuras apagar toda a história Européia influenciada pelo Cristianismo, que por sinal foi a parte da história que mais projetou a Europa no mundo hist´rico do que qualquer outro período, mesmo o heleno e romano, pois deixou mais marcas e seguidores do que qualquer um dos dois, além do mais reciclou-os para uso comum de todos os povos.Quanto a inclusão de “alienígenas” como chama a todos indiscriminadamente (ou não trata os cristãos brancos como do credo alienígena, obviamente com muito respeito claro)que não parilham da tua utopia pagã, acho que deves ponderar, pois uma coisa é chegar uma família de paquistaneses analfabetos, tribais para roubar os empregos dos nativos a um salário mais baixo e um físico nuclear para lecionar em suas universidades e institutos de pesquisa e avançar o desenvolvimento nacional. Recusar este é parvoíce assim como aceitar aqueles.
Quanto a acusação que fazes aos brancos cristãos (e aí falo do cidadão comum e não das autoridades eclesiásticas cada vez mais desligadas do mesmo) de no fim das contas serem mais fiéis ao cristianismo que a sua raça carece de fatos, pois quando se apresentou perigo a raça o mesmo defendeu o solo europeu, mesmo numa época em que não haviam pagãos para defende-la.E outra, se estivéssemos preocupados só com a religião poderíamos sentar na nossa poltrona e dormir tranquilos, pois o cristianismo se expande a olhos vistos pelo mundo afora, só perde terreno na Europa: na Africa consegue a proeza de superar o islamismo em número de conversões e crescimento natural, os pentecostais revolucionaram a religião na América Latina, praticamente riscando do mapa (que bom!..para nós eurodescendentes) as religiões indígenas tradicionais e credos africanos, tem um crescimento acelerado na Índia (mesmo com alguns amáveis identitários hindus queimando a família de missionários americanos brancos enquanto dormem) e no sudeste asiático , e mesmo sob pressão e perseguição intensas se espalha pelo país mais populoso do mundo.Na Indonésia, memso com massacres e atrocidades o número de crentes continua a crescer. Missionários convertem clandestinamente até no Oriente Médio e Ásia Central.
Na América do Norte, que eu conheço como a palma da minha mão, pois todo o ano passo de 3 a 4 mêses a trabalho nos quatro cantos do país, para tirar sua euforia caturo, saiba que o tal crescimento “vertiginosos” do paganismo que tu proclamas, só se dá por conta do wiccanismo, que lá é um modismo barato para garotinhas recem-saídas da adolescência ou para solteironas feiosas, feministas deslocadas e antigos hippies de miolos queimados por tanto haxixe e LSD. Mesmo os left liberals tem uma influencia cristã e o pessoal da Nova Era e os Ateus naão curtem muito ter filhos, o que deixa espaço para o grande crescimento dos latinos católicos e dos brancos rednecks evangélicos do Bible belt, mórmos, puritanos da Costa Leste e judeusw ortodóxos com suas famílias de cinco,seis filhos.Se minha preocupação fosse só com o cristianismo, como vês, poderia até tomar um chopinho para comemorar, mas não, me preocupo com o futuro da raça branca, em primeiro lugar, porque meus filhos são brancos, em segundo , por causa da beleza da nossa raça, seja física, cultural ou espiritual, fizemos uma obra civilizacional monumental, .. como diz o título daquele livro americano que não lembro o nome dos autores, “Macha de Titãs”.
Torço de coração pelo sucesso do movimento identitário, não apenas em Portugal, mas em toda Europa, e estou tentando iniciaR UM MOVIMENTO AQUI NO bRASIL PARA A DEFESA DOS EURODESCENDENTES, MAS TAMBNÉM PELA DEFESA DO bRASIL COMO PÁTRIA SOBERANA FRENTE A ONU , O GRANDE CAPITAL E ESCUMALHA POLITICAMENTE CORRETA MUNDIALISTA, mas acho também sinceramente que enveredar por esse caminho que pregas Caturo é por o próprio movimento a perder.A intolerâcia só é tolerável até o ponto de não adentrar na insanidade, e o modo que tratas aos que discordam de tuas idéias não se coadunam com atitudes de camaradagem que deveriam ser prevalentes, ainda mais num movimento que se dispõe a enfrentar o sistema.Dito isso, continuarei leitor assíduo deste excelente blogue, mas não participarei mais dos comentários, pois já vivi muito e já sei quando certos debates não levam a lugar algum, e com a idade o saco começa a perder sua capacidade de se distender.
Abraços, principalmente ao camarada arqueo, continue sua luta, e conte comigo com o que precisar, e boa sorte.

Comentar por Aldo Friederiksen

Bem, a Índia é prospera e é “mulata”, no sentido em que é o resultado de várias raças (drávidas, arianos, etc.)

Bem, ainda nem sequer faz parte do primeiro mundo… :) De qualquer modo, o caso indiano é diferente, primeiro porque é dirigida por gente de castas superiores, depois porque a cultura dominante, em toda a Índia, é ariana (oficialmente falando), a seguir porque a mistura não é institucionalizada pelo regime. Tudo isto a diferencia do Brasil.

Comentar por Caturo

colocações como ” ser reeducado,.. filhos devidamente educados..”, tudo isso me cheira a autoritariosmo,

Engano teu. Se há quem se oponha ao autoritarismo, sou eu. No Movimento Nacionalista português, fui dos primeiros, pelo menos na última década, a declarar-me democrata, o que fazia (e faz) confusão a muita gente. Sou aliás conhecido pela minha vertente liberal e liberalizante.
Não defendi pois qualquer «intromissão do Estado» na esfera familiar, mas sim a educação de todos os Europeus com base na cultura europeia. Ou será que fazer com que a escola dê prioridade ao conhecimento e exaltação dos valores europeus é, a seu ver, uma «intromissão»?

Aprenda a adequar as críticas aos indivíduos aos quais elas se dirigem.

nos teus escritos Caturo,tem vez para as fábulas pagãs pré-históricas e procuras apagar toda a história Européia influenciada pelo Cristianismo,

Não é apagar – é deixá-la no seu devido lugar: no passado que não volta. O que realmente define a Europa é que deve ser cultivado. E, em termos espirituais, o que define a Europa é a sua herança ancestral pagã. Cada Povo tem a sua própria Religião, este é um dos fundamentos essenciais de toda a identidade étnica. E os Povos da Europa tinham, cada qual, a sua própria religião NACIONAL antes desta ser atacada e submergida por um credo universalista vindo de fora da Europa. Isto é verdade objectiva, científica, e não vejo como é que pode ser difícil de entender.

Que alguns se sintam ofendidos por ela ser dita, é outra história. Mas são esses que têm de lidar com a dificuldade que possam ter em aceitar a verdade, não são os que a dizem que se devem retrair. O combate identitário tem pois como corolário a restauração da verdadeira espiritualidade europeia, a da sua herança gentia. Nem toda a gente gosta disto, mas já se sabe que não se pode agradar a Gregos e a Troianos.

história que mais projetou a Europa no mundo hist´rico do que qualquer outro período, mesmo o heleno e romano, pois deixou mais marcas e seguidores do que qualquer um dos dois,

Por acaso não deixou, visto que a herança civilizacional helena e romana continua a definir, no essencial, a civilização ocidental. A Constituição dos EUA, por exemplo, deve muito mais ao modelo grego-romano do que ao judaico-cristão.
De resto, essa expansão europeia está na raiz de alguns dos maiores problemas da Europa. Não fosse por ela e talvez agora não existissem nela tantos imigrantes vindos do terceiro-mundo.

Quanto a inclusão de “alienígenas” como chama a todos indiscriminadamente

A todos, não. Já estás a atribuir-me demasiadas ideias tuas, já basta. Essa não é uma maneira correcta de conversar. Ou trazes aqui demonstrações, citações de palavras minhas, a comprovar as tuas acusações, ou então o debate só se degrada.

(ou não trata os cristãos brancos como do credo alienígena,

Sim, os cristãos brancos seguem um credo alienígena à Europa. Isso não faz deles alienígenas, como eu já expliquei REPETIDAMENTE. Já chega, Friederiksen… basta.

uma coisa é chegar uma família de paquistaneses analfabetos, tribais para roubar os empregos dos nativos a um salário mais baixo e um físico nuclear para lecionar em suas universidades e institutos de pesquisa e avançar o desenvolvimento nacional. Recusar este é parvoíce

Pois, é parvoíce, e é igualmente parvoíce falar disso COMPLETAMENTE a despropósito, visto que nunca eu falei contra a integração de técnicos estrangeiros em casos pontuais.
Claro que agora é preciso demonstrar que a Europa precise de técnicos não europeus, depois de já tantos técnicos e cientistas europeus terem sido absorvidos pela máquina norte-americana…

acusação que fazes aos brancos cristãos (e aí falo do cidadão comum e não das autoridades eclesiásticas cada vez mais desligadas do mesmo) de no fim das contas serem mais fiéis ao cristianismo que a sua raça carece de fatos,

Antes de mais nada, terás de provar que eu tenha dito isso.

AGUARDO PROVAS.

pois quando se apresentou perigo a raça o mesmo defendeu o solo europeu, mesmo numa época em que não haviam pagãos para defende-la

Não havia pagãos por causa da perseguição cristã, bem entendido… de resto, é preciso ter em conta alguns factos:
– a maioria dos povos bárbaros foi convertida ao Cristianismo de modo puramente nominal, ou seja, seguiu o seu rei, o qual por sua vez se converteu em muitos casos por motivos políticos;
– a luta contra a Moirama foi, para o Cristianismo, não uma luta racial, mas sim uma luta RELIGIOSA, e isso não conta como ideal defensor da raça, por motivos óbvios. Ainda agora, por exemplo, há cristãos na Europa que são contra a imigração ISLÂMICA, mas não se incomodam nada em que a Europa seja iminvadida por negros cristãos. E isto não convém aos Europeus;
– numa guerra, há sempre vários factores que se entrecruzam. Na Ibéria, por exemplo, o ideal da Reconquista cristã pode até ter sido menos efectivo, menos motivador, do que o do orgulho ferido dos Visigodos, que queriam recuperar o que era seu. E a verdade é que a nobreza medieval ibérica (incluindo a portuguesa) reclamava uma ascendência visigótica como fundamento para a recuperação das terras na guerra contra a Moirama.

Ora o orgulho visigótico terá algo a ver com a Cristandade? Nem de perto nem de longe.

outra, se estivéssemos preocupados só com a religião poderíamos sentar na nossa poltrona e dormir tranquilos, pois o cristianismo se expande a olhos vistos pelo mundo afora, só perde terreno na Europa

E é só a Europa que nos interessa.

praticamente riscando do mapa (que bom!..para nós eurodescendentes) as religiões indígenas tradicionais e credos africanos,

Ai é bom? Pois, é bom para ter os indígenas e os africanos a juntarem-se aos grupos de eurodescendentes católicos, para que depois as igrejas cristãs celebrem os «santos» matrimónios entre indígenas, africanos e eurodescendentes, doravante todos filhos da mesma Igreja… belo, belíssimo…

tem um crescimento acelerado na Índia (mesmo com alguns amáveis identitários hindus queimando a família de missionários americanos brancos enquanto dormem)

Pois, é o resultado desses missionários brancos irem para lá incitar à violência contra os Hindus, além de andarem a enganar multidões de hindus, com truques repulsivamente desonestos para destruir a religião nacional da Índia. Pode imaginar-se, pelo modo como agora actuam na Índia, aquilo que terão feito na Europa… a mentalidade é a mesma, só que agora há informação de fonte não cristã sobre o que realmente se vai passando na Índia.

crescimento “vertiginosos” do paganismo que tu proclamas, só se dá por conta do wiccanismo,

Bem, mas dá-se, e as estatísticas indicam que o Paganismo é a religião que mais rapidamente cresce no País. São rapariguinhas? Melhor – são o futuro… Rapariguinhas? Melhor, educarão os seus filhos no respeito pela Natureza e, quem sabe, na valorização das antigas tradições europeias, até porque nos EUA cresce também o Paganismo reconstrucionista, ou seja, o da restauração dos cultos europeus com o maior rigor possível.

De resto, independentemente do crescimento do Paganismo, o que é facto é que o Cristianismo está a perder adeptos, isto apesar das campanhas cristãs nos média. O Catolicismo mantém-se forte, mas por via dos imigrantes latino-americanos, que têm muitos filhos…

Se minha preocupação fosse só com o cristianismo, como vês,

Já agora, convém lembrar o grande fortalecimento da comunidade hindu nos EUA – esta comunidade é agora a mais rica do país, tendo recentemente ultrapassado a judaica. O que, aliás, combina bem com o crescimento do poder da Índia a nível global.

por esse caminho que pregas Caturo é por o próprio movimento a perder.A intolerâcia só é tolerável até o ponto de não adentrar na insanidade, e o modo que tratas aos que discordam de tuas idéias não se coadunam com atitudes de camaradagem que deveriam ser prevalentes,

Não és tu quem me ensina o que é a camaradagem, esse é o primeiro ponto. De resto, o que faço é criticar ideias, não ataco gratuitamente pessoas, como alguns me atacam a mim.
Se não conseguem distanciar uma coisa da outra, se se sentem ofendidos só porque critico os vossos ideais, o problema é seguramente vosso, não é meu. E é por causa DESSA mentalidade que a Liberdade está a ser ameaçada no mundo ocidental – porque a cambada islâmica, pensando do mesmo modo que vocês (ou não fossem comuns as raízes mentais…), toma como ofensa e insulto qualquer crítica dirigida ao Islão.

Por conseguinte, aprenda a ler e não me atribua coisas que eu não afirmei.

Comentar por Caturo

Caro Caturo, é incontestável que as castas mais altas dominam a Índia, mas daí a dizer que a cultura indiana é ariana vai um grande passo, ainda que eles o digam ser.
É mais ou menos o mesmo que dizermos que somos “lusitanos”, resalvadas as devidas diferenças.
Pois é inegável a contribuição da cultura dravídica para o todo cultural hindustânico. Ou seja, ainda que admitamos ser maioritariamente ariana, a cultura indiana não é ariana “pura”, se é que se pode dizer assim.
E de qualquer modo, mesmo com uma cultura predominantemente ariana, o facto é que racialmente a Índia é mestiça, pelo que voltamos ao problema por mim exposto anteriormente.

Comentar por Pippo

Pippo, a cultura indiana deriva essencialmente duma cultura indo-europeia que sempre deu a si mesma o nome de «ariana». Por conseguinte, esta é a cultura ariana por excelência, e não há outra que o seja mais. Naturalmente que os Indianos têm em si misturas raciais, mas o mesmo se aplica, grosso modo, a todos os outros povos do planeta. Também os Europeus são, em certa medida, «mestiços», na medida em que derivarão essencialmente da junção dos migrantes indo-europeus com alguns restos de povos pré-históricos que habitavam o continente antes da chegada dos Árias ou afins.

A Índia não é todavia como Cabo Verde ou sequer como o Brasil. A sua identidade não é mulata, ou seja, não se orgulha da mistura em si, mas sim duma ancestralidade essencial, dum só eixo arcaico, anterior a qualquer miscigenação com populações não arianas.

Nesse aspecto, a Índia continua a ser um exemplo para toda a Europa. Um exemplo e, claro, um potencial aliado, não apenas pelas ligações étnicas evidentes, mas também pelo comum interesse da salvaguarda da tolerância e da liberdade e, também, da resistência ao Islão.

Comentar por Caturo

Boas!
Enfim, nunca li o suficiente sobre a cultura indiana para porder concordar ou discordar de ti no que diz respeito à consciência histórica e cultural. Mas algo me diz que a realidade poderá ser um pouco mais complexa. Vou questionar um amigo meu, indiano, a esse respeito, e se puder retransmitirei o que ele me disser.

Quanto à Índia como aliada no que toca à salvaguarda da tolerância, liberdade e resistência ao islamismo militante, não posso estar mais de acordo contigo, pois já penso nisso há muitos anos. Aliás, duvido que alguém com um mínimo de discernimento discorde dessa posição.
Mas isso pertence ao campo da geopolítica das religiões.

Comentar por Pippo

Boas!
Como prometido, cá vai a resposta do meu amigo:

“Bom dia Filipão
O Devan está óptimo.
Quanto a questão que tu colocaste, as pessoas não falam muito sobre a descendência e origem dos indianos em relação ao arianismo. O motivo principal é que os indianos são muito nacionalistas e não gostam de falar sobre os povos estrangeiros que invadiram a índia, percebeste ?
Outro motivo é que a classe media/baixa não gosta dos arianos porque lembram o sistema das castas e de descriminação social.
Geralmente os Indianos falam pouco sobre as misturas e da descendência e origem dos indianos, preferem falar sobre a origem divina dos indianos e da religião Hindu, portanto a origem divina sobrepõe a ciência e a historia.
Adeus
Ameet”

Encontrei também alguns trabalhos onde se põe em causa a origem “ariana” da Índia. Podes ler aqui:
http://www.hindunet.org/hindu_history/ancient/aryan/aryan_frawley_1.html

Mas o mais interessante que eu li até agora é um texto que confronta as várias versões da presença ariana na Índia e as várias visões da construção identitária deste país:
http://www.freewebs.com/randoc/The%20Aryan%20Hypothesis%20and%20Indian%20Identity.doc

Abraço,

Comentar por Pippo

O homem que decifrou o enigma

Miguel Castelo-Branco, “Combustões”

Decididamente, ninguém poderá compreender o Ocidente sem ler Dumézil.

A realização do “milagre grego”, a trifuncionalidade antropológica e social romana – que depois transitou para a sociedade cristã medieval -a impulsividade castrense do mundo germânico, o espírito aristocrático da cavalaria só se compreenderam, finalmente, quando nos demos conta da herança esquecida que a Índia védica nos legou. O encanto irresistível pela Índia, velho sortilégio, era, afinal um afecto genético. Basta compulsar o Rigveda, o Mahabharata e o Ramayana para, sem outra resistência que o preconceito recebido do colonialismo recente, nos identificarmos com as nossas referências, que julgávamos nascidas na Hélade, no Lácio ou nas florestas da Germânia.

Houve um tempo, como provou Dumézil, em que Índia, Pérsia e Europa perfaziam uma unidade: unidade cosmogónica e religiosa, unidade ética bebendo dos mesmos recitativos heróicos, unidade na representação do homem e da sociedade. Para as férias que se aproximam aqui ficam duas recomendações. Lembro ainda com emoção o impacto que tais leituras sobre mim tiveram. Anotara a Paideia de Jeagger, pusera de lado os delírios fantasistas desse prodigioso criador de universos verazes que foi Evola, bem como a Civilização Grega, de Bonnard, mas nunca compreendera o enigma desse “milagre grego”cunhado por Ernest Renan. Não, não houve “milagre” algum; os caboucos do pensamento ocidental estavam todos, pan in herbis, nas margens do Indo: na preeminência do pensamento sobre a acção, no primado da palavra sobre a espada, no reconhecimento da autoridade do conhecimento antes da submissão à autoridade de facto.Tudo o mais que se seguiu ao afundamento desse mundo foram acrescentos, com excepção, bem entendido, da revolução cristã, que não deixou de lhe tributar respeito, incorporando-lhe a ideia de conhecimento como percurso e de cultura como processo, pelas quais a nossa civilização se distingue das outras civilizações, apenas viradas para a sua circunstância.

A mudança que acometeu tantos viajantes europeus em terras da Índia (ou de culturas indianizadas) explicar-se-á, então, por esse retorno ao lar perdido. Ao que se diz nas crónicas, até o Gama entrou com respeitosa naturalidade num templo indiano, ajoelhando-se aos pés dos seus deuses em preito de veneração. Só quando nos esquecermos do “estúpido século XIX” nos libertaremos de tudo o que nos afasta desse mundo remonto onde balbuciámos as primeiras palavras e articulámos as primeiras ideias.

Comentar por Helas

O Gama pensava que a deusa com a criança ao colo era a Virgem como o Menino Jesus… :o)

Comentar por Pippo




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