Insanidade multiculturalista VI
Maio 19, 2008, 10:42 pm
Filed under: Em foco, Hit Parade dos colaboracionistas, IMinvasão

No dia em que algumas redes noticiosas, poucas, refira-se, informam sobre a onda de violência anti-imigrante que assola a República da África do Sul, e que conta com o saldo de 12 mortos em apenas um dia, sem que nenhum canal informativo ouse empregar o termo racismo/racista para qualificar tamanha violência, vem o vereador do Ambiente da câmara de Lisboa, o fóssil comunista arvorado em iluminado mas que só engana os ignaros, Sá Fernandes (acabadinho de ingressar no Hit Parade dos Colaboracionistas), propor que que seja criado um Museu de África em Lisboa, de forma a tornar a capital portuguesa uma cidade onde a multiculturalidade seja cada vez mais uma realidade.

Se provado está, nem que seja pelo coitidiano da cidade alfacinha, que o multiculturalismo é uma farsa e que acaba invariavelmente por tornar toda e qualquer sociedade em multirracista, acresce o facto de que o sacrossanto multiculturalismo custa a todos nós, portugueses de raíz, inúmeros postos de emprego, conduzindo à precariedade laboral e consequentemente à descapitalização das famílias portuguesas, isto para não referir que uma fatia significativa dos nossos impostos é canalizada para a educação, cuidados de saúde e habitação dos imigrantes, o multiculturalismo, dizia, já provou a vermelho sangue que é uma quimera assassina e destruidora de povos e culturas seja pela integração obrigatória promovida e levado a cabo pela nossa classe política, sempre subserviente, à direita, aos senhores do €apital e sua imposíções por mais e sempre mais mão-de-obra barata e novos consumidores, ou aos devaneios de uma esquerda narcotizada e desvirilizada, ou mesmo de uma clique pseudo-intelectual, apostada na engenharia social gizada pelo marxista Muzenberg, que visa materialisticamente reduzir povos, homens e mulheres à mísera condição de números sem rosto nem identidade.

Mais gritante e irónico é verificar que aqueles que há uns anos estavam na linha da frente do anti-colonialismo, são os mesmos que hoje se encontram na primeira linha da promoção do imigracionismo, isto é, para falar claro, na colonização de portugal e da Europa pelos anteriores colonizados.

Enquanto uns traiem ao colocarem os outros primeiro que os seus, num absoluto e desprezível acto de traição para com os seus concidadãos, Ali Campbell, o antigo vocalista da banda UB40, uma banda que tanto ajudou a idealizar quão harmoniosa seria a sociedade multiculturalista, mostra-se hoje desiludido com aquilo que criou e decidiu abandonar a sua cidade natal Birmingham, aquela que em 2011 será a primeira cidade europeia em que os europeus serão minoria, tudo porque Campbell considera que a integração é uma coisa do passado e que a cidade é hoje um palco de conflitos étnicos protagonizados por aqueles que alguns meios de comunicação eufemisticamente insistem em apelidar de minorias étnicas.

Não é por mero acaso que desde há uns anos vimos alertando que a Cultura acaba onde começa o multiculturalismo!