Ave Europa, nostra vera Patria
Maio 9, 2008, 10:18 pm
Filed under: Em foco, Europa, Raízes, Resistência & Reconquista

Ave Europa, nostra vera Patria
Música & Letra por George J. Lehmann
(Deverá ser somente cantado em latim)

Ave, Europa, nostra vera patria!
Omnes Europaei te salutant.
Multae gentes summus,
sed tantum stirpes una.
Stemus nos fratres, nunc et semper

Ave, Europa; magna fons scientiae,
philosophiaeque, laudamus te.
Mundo luciferi sunt populi aquilae;
aquila se tollat sine cancellis

Ave, Europa, tibi fidem spondemus;
nobilitas tua aeterna est.
Ubicumque summus, in orbe aut astribus,
ibi es nobiscum semper in spiritu.

Ave, Europa, nostra vera patria

————————————————
(Versão portuguesa)

Viva, Europa, a nossa verdadeira terra mãe!
Todos os Europeus te saudam
Somos muitas tribos, mas somente uma estirpe.
Deixem-nos ser uma irmandade, agora e sempre.

Viva, Europa, grande fonte da ciência,
e da filosofia, nós te louvamos.
O lampião do mundo são os Povos da Águia
deixem a Águia voar sem limites.

Viva, Europa! A ti nós juramos lealdade;
A tua nobreza é eterna.
Onde quer que nós estejamos, na terra ou nos céus,
Tu estás connosco em espírito.

Viva, Europa, a nossa verdadeira terra mãe! <

(Clicar aqui para ouvir o hino em versão mp3)


231 comentários so far
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Belo.

Comentar por Caturo

“O lampião do mundo são os Povos da Águia
deixem a Águia voar sem limites.”

Esta foi a parte de que gostei mais, sem dúvida.

Comentar por Ninguém

Se ha abierto un foro NR alternativo, asambleario y con el baneo por motivos de opinión totalmente prohibido. Antes de banear a nadie hay que demostrar que ha vulnerado alguna norma aprobada por la asamblea de usuarios y luego votar. Todo foro NR que no funcione así es para mí un fraude.

http://server4.foros.net/index2.php?mforum=Wahrheit

Comentar por Alamán

Acabei de assistir ao vivo às ultimas provas ao Campeonato da Europa de Triatlo e constatei que a Europa é, de facto, um sitio muito especial, além dos dos urálicos do costume de quem a gente, mesmo que quisessemos (e ainda bem, porque senão quem é que ia fabricar os Nokia?) , já não nos conseguimos livrar, então não é que também cá estavam uns tipos que querem à viva força pertencer à Europa. Uns porque têm a mania que são europeus e outros porque se não fosse a Europa aceitá-los nas suas organizações não participavam em evento de nenhum tipo na região onde geográficamente estão inseridos.
Falo, é claro, de turcos e judeus. O mais engraçado, é que aquela malta (pelo menos os que eu vi) não faz nenhuma diferença dos restantes europeus, não fosse as inscrições estampadas nos equipamentos e ninguém descobria qual era a sua origem.
De facto a Europa é uma grande Casa.

——————-
Só para complementar o meu comentário anterior, permite que eu diga, a sério, que gostei muito do poema agora aquilo cantado e ainda por cima em latin, santissimo sacramento, parece uma ladainha daquelas que se cantam na missa. Cruzes!

Comentar por Ninguém

E os russos nao entram? não são etnicamente europeus, pelo menos alguns dos seus grupos etnicos?

Tambem faltam ai algumas ilhas como a Corsega e Sardenha que seguramente serão etnicamente mais europeias que a Sicilia.

Comentar por Kim

Quem tem medo da sacralidade?…

Bem, adiante.

No que respeita à inclusão na Europa, o elemento decisivo deve ser o étnico, não o estritamente racial. O Judeu, o Libanês, o Turco, por mais claros de pele que possam ser, não serão nunca Europeus, visto que a sua origem étnica não é similar à dos outros Europeus, ou seja, não é indo-europeia.
Em contrapartida, os Arménios poderiam ser integrados na Europa. Quanto aos Curdos, por exemplo, a questão é mais delicada, visto que, embora sejam indo-europeus, o seu credo é islâmico, o que poderia trazer perigos vários para dentro do velho continente.

Comentar por Caturo

Caro Ninguém, não confundamos a Águia aludida neste hino com a ave rara e felizmente em extinção que mora ali para os lados de Benfica.

Já quanto ao que referes sobre Israel e Turquia, o Caturo fez o favor de responder e correctamente. Jamais esses povos poderão ser considerados europeus, na mesma medida em que os espanhóis dos enclaves de Ceuta e Melilla alguma vez serão considerados africanos.

Kim, o mapa realmente apresenta essa deficiência que mencionas, e também pensei nisso antes de o publicar, mas enfim, creio que os nossos patrícios europeus da Rússia, Sardenha e Córsega irão perdoar-me essa omissão. É consabido que o meu europeísmo não exclui povo algum da nossa Europa, a qual estende-se dos Açores a Vladivostok.

Comentar por arqueofuturista

«Felizmente» em extinção, ponto e vírgula, que ainda vai existindo, ao contrário do Dragão, que esse é que já se extinguiu mesmo, se é que alguma vez existiu… :) Ou seja, andava a existir à custa de aldrabices, mas pode ser que entretanto lhe cortem as fogaças… :)

Comentar por Caturo

Quanto à Águia da 2ª circular, muito respeitinho, é melhor a conversa ficar por aqui.

O Caturo respondeu correctamente? Pois, como sempre. E depois não gosta que digam que sofre de miopia crónica e, pelos vistos, não é só ele. Então e os finlandeses, hungaros, lapões, estónios e bascos? Como não são indo-europeus o que fazemos deles? Para onde os vamos recambiar esta malta toda? E já agora, que tal aproveitarmos o balanço e mandamos os albaneses pastar cabras para as montanhas do Curdistão.
E o que é que o carissimo Caturo quer insinuar com aquela do medo da sacralidade?

Outra coisa que constato é que o seu conceito de Europa é um bocado imperialista, que eu saiba Vladivostok fica na Ásia. E a provincia sul-africana do Transvaal também é Europa?

Comentar por Ninguém

Bom, finalmente consegui unir o Caturo e o Ninguém! Hip Hip Hurra! Então temos aqui dois lampiões ressentidos porque não ganham nada no tapete verde e depois gritam vitória com as palhaçadas de secretaria, autênticas injustiças para com aquele que deveria ser o presidente desta mal amanhada república, a augusta personalidade, Jorge Nuno Pinto da Costa. Enfim, pobres de espírito.

Agora quanto ao meu conceito de Europa, o meu amigo Ninguém está equivocado, ou melhor, a Europa não é um mero conceito, um convencionalismo geográfico que decreta os seus limites nos Urais. Se quisermos ser lineares com os convencionalismos, bom, realmente o mapa que aqui apresento está certo, mas a Europa é mais que isso, muito mais, e quase me atreveria a dizer que a Europa existe onde existem homens europeus, mas esta sim, é uma consideração muito pessoal.

Abraço valente.

Comentar por arqueofuturista

Mas queres comparar a maior equipa nacional com um clube regional?…
Enfim.

Quanto à miopia que o Ninguém refere, mais correctamente se falaria da sua estreiteza de vistas, que o leva a tomar as coisas rigidamente à letra.

E porquê? Porque eu falei em termos essencialistas, de princípio, não dum modo estrito. Claro que os Bascos são europeus, bem como os Finlandeses, os Lapões, os Húngaros e os Estónios. Mas estas são as excepções, pois que a esmagadora maioria das nações europeias é de raiz indo-europeia. E as ditas excepções não podem ser usadas para abolir a «regra», neste caso, a realidade étnica do predomínio indo-europeu. Quer isto dizer que o facto de a Europa ter integrado os Bascos, os Finlandeses, etc., não obriga a que agora tenha de integrar tudo o resto que por aí gravite. O que está feito, feito está, mas não serve para invalidar a realidade maioritária.

Acresce que os integrados puderam sê-lo porque constituiam minorias rodeadas de povos indo-europeus, o que é verdade para todos eles, pelo que puderam ser europeizados em todos os sentidos (quanto aos Bascos, talvez representem os mais antigos Europeus, que já estavam na Europa antes dos Indo-Europeus chegarem, ou talvez não, é nebuloso). O mesmo não se passa com os Turcos, nem com os Libaneses.

Por conseguinte, não estiquem a corda, nem tampouco nos queiram obrigar a optar pela deportação ou pelo extermínio étnico das «imperfeições»…

Comentar por Caturo

Claro, assim como África é onde existem africanos…

Comentar por Ninguém

Meu amigo Ninguém, é isso mesmo, Darwin em acção, ou afinal seremos todos ingénuospara pensar que poderia ser doutra forma? Não é isso que se ouve dizer sobre a Damaia, a Buraca, a Cova da Moura e outros enclaves colonizadores africanos cravados no solo nacional? Não são eles que dizem que a Cova da Moura é a 11ª ilha de Cabo Verde?

Os multiculturalistas, sem disso se aperceberem, promovem ainda mais a teoria de Darwin sobre a sobrevivência dos mais aptos e fortes. A nossa decadência assim o comprova.

Marx enganou-se, a economia não é tudo, a etnopolítica sim, tem sido o motor da história, e foi a nossa renúncia a este elementar princípio que nos em purrou para o actual estado de degradação gradual a todos os níveis.

Comentar por arqueofuturista

Não são eles que dizem que a Cova da Moura é a 11ª ilha de Cabo Verde?

«Eles» engloba já gente demais… o socialista Jorge Sampaio, por exemplo, quando era presidente, pediu autorização à embaixada de Cabo Verde antes de ir a essa maravilha do multiculturalismo e do expansionismo tuga…

Comentar por Caturo

Quanto ao medo da sacralidade, isso é o que o Ninguém pode explicar, quando escreve isto:

gostei muito do poema agora aquilo cantado e ainda por cima em latin, santissimo sacramento, parece uma ladainha daquelas que se cantam na missa. Cruzes!

Comentar por Caturo

Os multiculturalistas, sem disso se aperceberem, promovem ainda mais a teoria de Darwin sobre a sobrevivência dos mais aptos e fortes. A nossa decadência assim o comprova.

Bom, excelente exemplo disto mesmo é a nojenta prosa de Daniel de Oliveira:
http://gladio.blogspot.com/2006/05/extrema-esquerda-ou-arete-do-nojo.html
D.O.:Desde que o homem é homem que os mais fortes entre os mais miseráveis chegam às cidades ricas para nelas mudar a vida e que os mais fracos entre os mais ricos se assustam.

Caturo: Isto é partir do princípio de que, numa sociedade, o curso normal da actuação individual consiste em que cada um trate de si e nada faça pela Estirpe. Em tal visão do mundo, a consciência de Povo, de salvaguarda da sua própria gente, é coisa que pura e simplesmente não existe.

Ora é precisamente isto que os engenheiros de almas, os Dr. Frankenstein dos tempos actuais, pretendem: agir sobre o humano de modo a dele extirpar todo o conceito de Estirpe com o intuito de o tornar num Homem Novo, ou seja, o apátrida puro, o pária absoluto, o sem-raça orgulhoso de o ser.

Repare-se, entretanto, noutras declarações do mesmo esquerdista, no mesmo artigo:

D.O.: Felizmente, tomarão conta das nossas cidades

Caturo: O mundo pertence por direito aos mais forte… diz o esquerdista…
Se um antigo colonialista europeu assim falasse relativamente ao domínio europeu de África, qual não seria o escarcéu da Esquerda militante contra o imperialismo racista, opressor, etc.. Porque África era dos negros e tal.

Mas isso era dantes… quando era preciso destruir o poder europeu além fronteiras é que se gritava a plenos pulmões «África é dos negros!». E era, de facto. E os conservadores da Direita «moderada» encolhiam os ombros, incapazes de ripostar a tão justa declaração.

Comentar por Caturo

Pai do céu, cá no Brasil existem estúpidos em profusão colossal, mas como diabos Portugal foi parir um sujeito como esse Daniel Oliveira, faz o nosso Emir Sader parecer um sábio provecto.O sujeito só vomita estrume!
Endosso tudo o que o camarada Caturo assinalou, e digo mais, apesar de não poderem ser integrados a Europa , Israelense, Libaneses Cristãos e Turcos/ Curdos laicos, e principalmente Hindus,Tailandeses, Vietnamitas, Etíopes e Filipinos, são postos avançados de combate ao islão expansionista e deveriam receber total apoio dos Europeus para que mantivessem suas nações poderosas e livres do Califado, mas a escumalha de esquerda prefere apoiar os jihadistas onde quer que se encontrem.
Saudações identitárias.
Ah sim, belíssimo hino.

Comentar por Aldo Friederiksen

Meus caros, a coisa é tão clara, que não entendo como um povo tão instruido como os europeus ainda não atentaram para o fato.
Vejam o exemplo da França, e da Itália, entra governo socialista e o que se vê é o descontentamento, então sai socialista e entra a direita liberal, e continua o descontentamento, prova disso é o Sarkozy na França e o Prodi e Berlusconi na Itália.
O que vocês almejam é uma direita nacionalista, mas a lavagem cerebral que a midia lhes infligiu, tornou-lhes cegos.

Comentar por Sul Americano

“O que vocês almejam é uma direita nacionalista…”

Cruzes!!!

Comentar por Ninguém

Só algumas perguntas ao Caturo, a ver se eu o consigo entender:

1. Porque razão aceita como europeus povos comos os filandeses e os hungaros e não aceita que o possam ser os judeus que vivem na Europa à séculos? É porque são semitas?

2. Essa sua teoria de que temos mais a ver com um bengali ou um cigano do que com um libanês ou um judeu é fundamentada em algum problema oftalmológico, tipo daltonismo ou cataratas, de que eventualmente sofra? Parece que ainda há lugares no próximo voo charter para Cuba, se fosse a si aproveitava.

“Não há pior cego do que aquele que não quer ver” diz o ditado e muito bem e eu aproveito para acrescentar que cada um é aquilo que é, não é o que quer ser, nem o que outros dizem de ele é.

Comentar por Ninguém

1. Porque razão aceita como europeus povos comos os filandeses e os hungaros e não aceita que o possam ser os judeus que vivem na Europa à séculos? É porque são semitas?

É porque a sua terra de origem é outra, e eles podem ser aí integrados. Se têm Israel, não há motivo algum para que fiquem na Europa. Talvez o Ninguém estivesse disposto a oferecer-lhes uma parte da Alemanha, da Rússia, ou da Ucrânia, mas eu acho que isso seria roubo, no mínimo…

2. Essa sua teoria de que temos mais a ver com um bengali ou um cigano do que com um libanês ou um judeu é fundamentada em algum problema oftalmológico, tipo daltonismo ou cataratas, de que eventualmente sofra? Parece que ainda há lugares no próximo voo charter para Cuba,

Pelos vistos está familiarizado com a medicina cubana, talvez porque já lá tenha dado um saltinho para corrigir os seus problemas de visão. Mas olhe, dou-lhe uma novidade: correu mal, tem de lá voltar. Porque, de facto, há muitos ciganos que passam bem por europeus, enquanto a média dos libaneses se distingue claramente, por exemplo, dos Australianos.
Mas não pense que essa operação que tem de fazer lhe basta para passar a compreender o que o rodeia. Não, tem também de ler algo sobre o assunto. Tem por exemplo de saber que os hindus são de raiz indo-europeia, que se orgulham de ser arianos, e que têm uma cultura étnico-religiosa de origem indo-europeia que está bem viva, constituindo, nesse aspecto, um exemplo de excepcional valor para os Europeus actuais. Nada disso se pode dizer nem dos Libaneses nem dos Judeus, por mais claros de pele que sejam. A raça, biologicamente falando, não é tudo. Um povo é composto de raça, mas também de etnia. Aliás, é a etnia que tudo engloba, não a raça, por motivos óbvios.

Além disso, o que faria com os judeus e libaneses que não fossem branquinhos de pele? Estaria você às portas da Europa com um aparelho para medir a cor de pele dos asiáticos brancos e só deixava entrar uns quantos judeus e libaneses, mas não todos?

“Não há pior cego do que aquele que não quer ver” diz o ditado e muito bem e eu aproveito para acrescentar que cada um é aquilo que é,

E eu por cima disso acrescento que nem todos estão igualmente capacitados para dizer como é que cada um é ou deixa de ser. Aprenda primeiro, instrua-se.

Comentar por Caturo

Rapaziada, rapaziada, europeus são só os da Europa do Sul!!! Os restantes são bárbaros.

Agora um pouco mais a sério:

Em primeiro lugar, não entendo essa história dos “semitas vs arianos”.
Racialmente, os judeus são brancos. Mais nada. Basta tirar os óculos escuros e olhar para uma Ester Mucznik, ou um Joshua Ruah. Se eles não são brancos, então os intervenientes neste blog devem ser todos guineenses (excepto eu, claro!)
Depois é essa história dos “indo-arianos”. Isso é tudo muito bonito: os arianos, a “raça europeia”, etc., mas o facto é que arqueológicamente não existem indicações concretas quanto ao aspecto dos arianos a não ser que eram brancos. Aliás o termo “ariano” refere-se, ou aos persas (que são europeus de primeira categoria, como se sabe!) ou então no seu sentido moderno, à língua (o que indica que o José Edurdo dos Santos é, tal como Mahmoud Ahmadinejad, um europeu de primeira!).

Portanto, penso não haver grandes problemas no que diz respeito à raça: os judeus, tal como os magiares, os bascos, os albaneses ou mesmos os arménios, são brancos. E a maioria dos turcos também pois são descendentes de gregos, celtas, romanos, etc., e só um bocadinho de turcomanos.

É a cultura que vem diferenciar tudo. Os turcos, por terem aceite o Islão, afastaram-se da nossa cultura. Os albaneses também viraram o bico ao prego. Já os Escandinavos, os magiares, os finlandeses, etc, todos esse aceitaram, em dada altura, o cristianismo e as suas consequências culturais.
Pose-se mesmo afirmar que eles só passaram a ser europeus, e aceites como iguais, quando adoptaram o cristianismo. Até lá não passavam de bárbaros sedentos de sangue. Depois passaram a ser “os nossos” bárbaros sedentos de sangue.

Quanto aos judeus actuais, em termos culturais, a maioria é mais parecida conosco do que com um qualquer tipo orientalizante. A cultura prevalecente em Israel é muito próxima à cultura norte-americana, no seu melhor e no seu pior. E quanto aos judeus europeus, nada, a não ser a sua religião (e isto para aqueles que a praticam) os diferencia dos restantes europeus.

Os libaneses são uma outra história. Os que eu conheço são ligeiramente mais escuros do que o português comum, mas nada que seja escadaloso. Mas sendo eles cristãos, com uma cultura parecida com a nossa, são actualmente portugueses indistintos de nós, e mais o são os seus filhos.

Pos fim, Caturo, não vejo qual é o problema de ter judeus na Europa. Se racialmente não se distinguem de nós, a única coisa que os define é a sua permanência religiosa e cultural ao longo de 5000 anos, algo que faríamos bem em aprender.
Se vivem cá há séculos, porque não continuar? Tirando o ocasional judeu-que-está-à-esquina-a-esfregar-as-mãos-a-ver-se-explora-o-incauto-europeu, eles não chateiam ninguém.

Ah, e o facto de Israel ser a pátria nacional judaica não quer dizer que os judeus tenham de ir para lá. Imagine se um destes desgraçados for anti-sionista? Tadinho dele, que fica sem pátria!

Comentar por Ovelha Negra

Depois é essa história dos “indo-arianos”. Isso é tudo muito bonito: os arianos, a “raça europeia”, etc., mas o facto é que arqueológicamente não existem indicações concretas quanto ao aspecto dos arianos a não ser que eram brancos.

Melhor ainda – é mais uma maneira de facilitar a tomada de consciência árica no sul da Europa, onde a população é predominantemente morena.

Aliás – há até teorias segundo as quais os Indo-Europeus primordiais seriam morenos.

Aliás o termo “ariano” refere-se, ou aos persas (que são europeus de primeira categoria, como se sabe!)

Indo-Europeus são-no seguramente. Qual é a dúvida?
Ou será que alguém quer transformar uma questão de identidade dum povo em algo de meramente geográfico?

ou então no seu sentido moderno, à língua (o que indica que o José Edurdo dos Santos é, tal como Mahmoud Ahmadinejad, um europeu de primeira!).

O Ahmadinejad é indo-europeu, até prova em contrário. E por se chamar «Mahmoud» não passa por isso a ser menos ariano do que os milhões de «Josés/Josephs» que há na Europa.
Quanto ao José Eduardo dos Santos, só fala um idioma indo-europeu porque foi colonizado por um povo indo-europeu. A sua raça, todavia, indica claramente que ele não é indo-europeu, pois que, como o próprio Ovelha Negra reconheceu, «o facto é que arqueológicamente não existem indicações concretas quanto ao aspecto dos arianos a não ser que eram brancos.», ou seja, os Indo-Europeus eram brancos.
Adiante.

Portanto, penso não haver grandes problemas no que diz respeito à raça: os judeus, tal como os magiares, os bascos, os albaneses ou mesmos os arménios, são brancos. E a maioria dos turcos também pois são descendentes de gregos, celtas, romanos, etc., e só um bocadinho de turcomanos.

Não sei se será «só um bocadinho». Para já, o seu idioma é turco, o que significa que a sua etnicidade é uralo-altaica, ou seja, não indo-europeia. Quanto à raça, abundam por ali elementos não europeus, como se pode ver neste mapa genético da Europa, Ásia Menor, Próximo Oriente e norte de África:

Repare-se na cor verde, (presumivelmente) correspondente ao elemento semita – abunda na Turquia.
Sim, também abunda na Grécia. Só que, na Grécia, o elemento indo-europeu, helénico, foi suficientemente forte para que a população continuasse a ter o Grego (indo-europeu, portanto) como idioma nacional. Na Turquia, não. Os falares indo-europeus (Grego, Latim) foram submergidos pela invasão turcófona. As gotas de sangue céltico, lídio, hitita, grego, romano, persa, frígio, que corram pelas veias dos actuais Turcos são marginais, não essenciais, não centrais, logo, não definidoras.

É a cultura que vem diferenciar tudo. Os turcos, por terem aceite o Islão, afastaram-se da nossa cultura.

Não é «afastaram-se». Eles nunca foram da nossa cultura. Os Turcos eram invasores vindos das estepes asiáticas. Invadiram a Ásia Menor e aí impuseram a sua cultura aos nativos, mixórdia de povos, alguns de origem indo-europeia, outros talvez não.

Os albaneses também viraram o bico ao prego.

Só que os Albaneses têm um fundo étnico indo-europeu ao qual podem retornar a qualquer momento, teoricamente falando, tal como os Iranianos e os Curdos.
Os Turcos não.

Os Albaneses olham para trás e o que vêem?
Ancestralidade indo-europeia.

Os Iranianos olham olham para trás e o que vêem?
Ancestralidade indo-europeia.

Os Curdos olham para trás e o que vêem?
Ancestralidade indo-europeia.

Os Turcos olham para trás e o que vêem?
Ancestralidade NÃO indo-europeia.

Portanto, se todos adoptassem o processo identitário, em que também nós, Portugueses, olhamos para trás, para as nossas raízes, temos que:
– os Albaneses, os Iranianos, os Curdos, voltavam em pleno às suas respectivas culturas indo-europeias;
– os Turcos, pelo contrário, voltavam à sua cultura uralo-altaica, estranha aos Indo-Europeus, estranha, portanto, à nossa Estirpe.

Já os Escandinavos, os magiares, os finlandeses, etc, todos esse aceitaram, em dada altura, o cristianismo e as suas consequências culturais.

Aceitaram ou foi-lhes imposto pela força, em demasiados casos.
De qualquer modo, da mesma maneira que «o aceitaram», agora estão a largá-lo, a alta velocidade, e não passam por isso a ser menos Europeus, pelo contrário, visto que o Cristianismo é uma religião estranha à Europa Ariana.

Pose-se mesmo afirmar que eles só passaram a ser europeus, e aceites como iguais, quando adoptaram o cristianismo.

Não. Passaram a fazer parte da Cristandade, que é coisa diferente. Mas já eram europeus muito antes disso.
Dizer que só passaram a ser europeus depois de cristianizados, é como dizer que só é português quem adere à República e renuncia à Monarquia.
Dizer que antes disso os Escandinavos, e outros, não eram Europeus, é como dizer que antes de Copérnico era o Sol que andava em torno da Terra.

Quanto aos judeus actuais, em termos culturais, a maioria é mais parecida conosco do que com um qualquer tipo orientalizante. A cultura prevalecente em Israel é muito próxima à cultura norte-americana, no seu melhor e no seu pior.

Pois, mas a sua cultura ÉTNICA não é europeia. É isso que interessa, a raiz étnica, e não a aculturação.

No pensamento identitário, a civilização é relevante, mas secundária – o essencial é a cultura NO SENTIDO ÉTNICO.

A música clássica interessa, mas o Folclore interessa mais.
O «Crime e Castigo» interessa, mas o Mabinogion, ou a Ilíada, interessam mais.
Salvador Dali interessa, mas «O Discóbolo» ou a estátua do guerreiro galaico interessam mais.
A torre Eiffel interessa, mas o templo clássico, ou o castro, interessam mais.

Os libaneses são uma outra história. Os que eu conheço são ligeiramente mais escuros do que o português comum, mas nada que seja escadaloso. Mas sendo eles cristãos, com uma cultura parecida com a nossa, são actualmente portugueses indistintos de nós,

Não, não são. E não são porque o seu idioma não é indo-europeu e, quando olham para trás, só vêm semitas, ao passo que nós vemos povos de origem indo-europeia (Lusitanos e aparentados, Romanos, etc.).
Quanto ao Cristianismo, é uma religião universalista de raiz semita. Até pode ter a ver com eles, mas não nasceu entre os Libaneses. E tem ainda menos a ver connosco.
Assim, para além, para trás e para cima dos universalismos (Islão ou Cristianismo), quando o Libanês olha para o Panteão dos seus ancestrais, vê talvez Baal e Astarte, ou eventualmente umas quantas Divindades árabes, ao passo que os Portugueses, em fazendo o mesmo exercício, vêem Bandua, Trebaruna, Neton, Endovélico, Ataegina, Júpiter, Juno, Maia, Marte, Vénus, Diana, Apolo, enfim…

Pos fim, Caturo, não vejo qual é o problema de ter judeus na Europa. Se racialmente não se distinguem de nós,

Mas etnicamente distinguem-se. É isso que interessa.

a única coisa que os define é a sua permanência religiosa e cultural ao longo de 5000 anos, algo que faríamos bem em aprender.

Correcto. Era mesmo isso que devíamos ter feito. Ter-nos-íamos assoim mantido afastados do Cristianismo, tal como os Judeus, que sempre o recusaram, negando assim a dissolução da sua fé num credo universalista, porque o Cristianismo começa por ser isso mesmo, a dissolução do Judaísmo num mar universalista…

Se vivem cá há séculos, porque não continuar?

Porque não são de cá. Só por isso. Cada povo tem direito à sua própria terra e tanto os Judeus como as várias nações da Europa devem ter o seu próprio Estado. Não houve já chatices que chegassem, não apenas com os Judeus, mas também com os Ciganos? E entre os Bascos e os Castelhanos? E entre os Irlandeses e os Ingleses? E entre os Flamengos e os Valões? Basta.

Ah, e o facto de Israel ser a pátria nacional judaica não quer dizer que os judeus tenham de ir para lá. Imagine se um destes desgraçados for anti-sionista? Tadinho dele, que fica sem pátria!

Isso é com ele, não connosco. Também o Francisco Louçã pode eventualmente ser contra a existência duma pátria portuguesa, mas não é por isso que os Gregos, os Chineses ou os Peruanos têm de o gramar nas suas terras.

Comentar por Caturo

Já me estava a sentir uma espécie alienigena, aqui sózinho sem que mais ninguém fizesse frente ao Caturo, eu que sou um pobre mortal que não tive a oportunidade de receber a esmerada instrução que o prezado Caturo teve o previlégio de receber enfim, talvez seja uma questão de castas.

Obrigado Ovelha Negra por participar na discussão.

“É a cultura que vem diferenciar tudo”

Ora, nem mais.
Mas o Caturo acha que o povo que habita a peninsula do Indostão (por quem eu tenho o maximo respeito e admiração) mas que adoram ratos e elefantes e bebem a própria urina tem mais afinidades com a gente que os judeus, só porque aqueles são indo-europeus (diz ele) e pagãos e estes são semitas, monoteistas e não comem (alguns) carne de porco.
De qualquer maneira, aqui declaro a minha falta de pachorra para discutir esta questão (que afinal não passa de lana caprina) com fundamentalistas sem visão periférica.

Comentar por Ninguém

Nunca ouvi falar dum povo que adorasse ratos e elefantes, mas sim que tivesse certos animais – incluindo elefantes, e talvez ratos, não digo que não – como símbolos de certas Divindades.
Mas enfim, essa distorção segundo a qual os pagãos prestam bizarros cultos a animais já vem de longe, é incompreensão velha. Estranho é que certos iluminados da actualidade, conquanto se pretendam grandes conhecedores das culturas alheias, caiam em tão primários erros, comuns ao fundamentalismo monoteísta abraâmico e ao já moribundo senão cadavérico positivismo.

Quanto a beber urina, por acaso agora lembrei-me dos nossos antepassados Celtíberos que lavavam os dentes com urina… e, curiosamente, ainda no século XX havia aldeias portuguesas em que se bochechava com urina para desinfectar a boca. Mais recentemente, há certos cientistas que identificam nestes métodos um fundamento de utilidade. Seja como for, tal tipo de prática é-nos de todo nauseabunda, compreensivelmente, e o mesmo se passa com a maioria dos hindus.

Ainda bem que os Judeus não têm nenhum destes atrasos culturais. São, como se sabe, imensamente civilizados e ocidentalizados, mesmo muito cultos, exceptuando «talvez», mas só «talvez», aqueles judeus ortodoxos que insistiram para que canecas com desenhos alusivos ao filme «Parque Jurássico» fossem proibidas em Israel, porque, ao divulgarem a existência de dinossaurios há milhões de anos, estavam a ser diabólicas, as canecas, porque estavam a ir contra a verdade sagrada da Bíblia, que diz que o mundo só começou há cinco mil anos, pelo que não há lugar para dinossaurios de há setenta milhões de anos…

Mas pronto. Há que ter visão periférica, e quem tem visão periférica vê que os Judeus são cá dos nossos porque eu ainda no outro dia vi uma data de judeus com calças jeans, relógios de pulso, alguns com óculos que pareciam Ray-ban, e falavam todos bom Inglês dos Seteites, e depois também há o Seinfeld e tal e pronto, isto é que é ser judeu, e agora de repente lembrei-me que também o Michael Jackson é bem branco, um autêntico caucasóide, olá se é. Claro que se este pret… digo, este branco, tiver um filho, o petiz é capaz de sair um bocado encarapinhado e queimadito, mas não interessa, o que interessa é o agora.

A visão periférica é pois olhar em volta e ver na televisão os bons exemplos de Judeus que até se podem somar à gente, pelo menos alguns, mas só alguns, a gente adopta uns quantos que gostarem dum bom cozido à portuguesa e gostarem de ver o futebol e deixa os outros de lado. Claro que depois se aplicarmos o mesmo critério a todos os outros não europeus, às tantas temos uma salganhada de desenraizados judeus, libaneses, egípcios (olha o Omar Sharif!), marroquinos, argelinos (o Zidane, grande francês!!), turcos e etc. e tal, o que tem tudo a ver com o ideal identitário, ah pois tem, é a globalização em versão «europeia».

Espera, espera… a propósito de visão periférica… estou-me agora a lembrar que o povo que habita a península do Indostão tem um programa espacial, armas nucleares, economia florescente, aviões de guerra que rivalizam com os dos EUA, e a propósito de EUA, veio-se a saber que, mesmo nos EUA, a comunidade hindu ultrapassou recentemente a comunidade judaica em riqueza. Acresce que a Índia tem os melhores matemáticos do mundo, e no sistema de ensino britânico, os hindus são os melhores alunos, superando até os próprios indígenas brancos ingleses, mas isso não interessa porque de certeza que a seguir vão para casa beijar ratos e emborcar uma litrada de mijo, ai vão de certeza, que pena, tão bons rapazes e com taras tão esquisitas.
E depois o Caturo diz que eles são indo-europeus, diz ele, ele é que diz, não são os linguistas, os filólogos, os historiadores, é o Caturo, o Caturo é que inventou essa.

De qualquer modo, essa nem sequer interessa nada, mas afinal somos identitários ou bons cidadãos do mundo???!???, queremos lá saber da ancestralidade, da comum raiz que define a nossa identidade, da nossa sagrada herança trans-milenar, o que queremos é ver televisão e comer um bom cheeseburguer, e isso qualquer judeu é capaz de fazer, e fá-lo com gosto.

Comentar por Caturo

Caro Caturo, estou siderado! O que escreveu é de facto notável. Nunca li tanta demonstração de saber e cultura de uma só vez! E olhe que eu leio muito!

Face às minha limitações, esclareça-me:
O que é a “consciência árica”?
Tem a ver com a língua indo-ariana? Se tem, então não é preciso ter consciência, nós já falamos as nossas línguas;
Terá a ver com a raça? Então basta ser branco (ou indiano, ao que parece…). a não ser que haja novas “raças”, como por exemplo as “raças” indo-europeia; dravídica, mongol, fino-úgrica, turca, etc.. Eu, que sou ignorante e antiquado, só conheço as raças básicas, que são a mongol/ameríndia, industânica, negroide e caucasiana, …

Ora, salvo mais douto esclarecimento, a identidade de um povo passa muito para além da “raça”.
Os factores primordiais da identidade de um povo são a sua origem racial e sobretudo a sua cultura. É a cultura que nos define como portugueses em oposição aos espanhóis, por exemplo, e não a raça (isto, claro, a não ser que alguém me venha agora apresentar novas descobertas como, por exemplo, uma”raça lusitana”! Aliás, acho que ela já existe, mas é só para cavalos e talvez alguns humanos de inteligência similar…)
Posto isto, estou-me nas tintas que o Mahmud seja “indo-europeu”. Europeu não o é seguramente! Quanto muito é indo-iraniano. Não é uma questão de geografia, é uma questão de cultura. Ou de conhecimento e bom senso.

E passamos então aos turcos e ao camarada José Eduardo dos Santos.
Como o Caturo disse, o idioma dos turcos é o turco (boa!), o que significa que a sua etnicidade é uralo-altaica, ou seja, não é indo-europeia.
Em compensação, o camarada Presidente José Eduardo dos Santos fala português, o que significa que a sua etnicidade é… banto!!! Cá está! Total clareza e congruência no discurso!

No tal mapa que apresentou, na Turquia abunda a cor “verde semita”, que é da mesma tonalidade do “verde semita” da Grécia (que, como se sabe, está cheiinha de árabes, judeus e outros perniciosos elementos não europeus!). Ah, mas é claro, na Grécia o elemento helénico, indo-europeu, foi “suficientemente forte” para que a população continuasse a ter o Grego como idioma nacional. Já na Turquia (que também está pintalgada de “verde semita”), o elemento turco-altaico (não semita) foi mais forte…
Mas estudando a História da região constatamos que os povos que passaram pela Grécia e pela Turquia provêm, em grande parte, do Caucaso e dos Balcãs. Será que, por acaso, o “verde semita” não é antes um “verde helénico” ou “verde caucasiano”? Se estudar mais a História da região vai ver que se calhar até pode ser isso…

Ou seja, se na Turquia “os falares indo-europeus (Grego, Latim) foram submergidos pela invasão turcófona”, então a questão volta a resumir-se à língua, não à genética. E a língua, que eu saiba, tem a ver com a cultura.
Recomendo-lhe uma viagem de 1 mês à Turquia. Viaje de autocarro e de comboio, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Verificará que os seus “irmãos” curdos (mui indo-europeus) até são os gajos mais escuros de toda a Turquia. E a restante populaça turco-altaica só muito raramente tem feições mongólicas, tais como as têm os também turcos uzebeques, cazaques, quirguizes, etc.
Ah, e já agora, regresse ao seu mapa genético e compare o “azul etíope” com o “azul ibérico”: são iguais! Tire as ilações que bem entender.

A questão do retorno às “raízes ancestrais”
Explique lá o que é isso da cultura indo-europeia, que eu não bem a ver o que é. É o quê, a cultura iraniana? Ou é a portuguesa? Ou será a russa? Ah, ou será que é a cultura dos nossos antepassados sakas/partos/citas/sármatas/alanos? Ou então a cultura dos cunetes e dos turdetanos? Ou então poderá ser a cultura greco-latina, que em tudo diferia das anteriormente referidas, como sabe. Devo estar muito distraído, mas assim de repente não estou a ver o que é “cultura indo-europeia” típica da nossa “estirpe”…
O que, mais uma vez, coloca problemas aos sacrificados dos turcos, que ao contrário do que o Caturo sugere, quando olham para trás não vêem ancestralidade NÃO indo-europeia mas sim uma ancestralidade (genética) diversa, de cultura altaica e islâmica.

O Cristianismo na definição de Europa.
Chegamos por fim a uma questão nuclear do pensamento absurdo-neo-pagão que corre nas cabeças de vento de alguma juventude pseudo-nacionalista e afim.
A teoria é a de que o cristianismo, de origem semita, não é uma “religião euro-ariana” e que portanto não nos define como europeus. Pelo contrário, o europeu tem de “voltar às suas origens” adoptando o paganismo ancestral, sotérico, que o liga à sua terra e aos seus antepassados.

O problema é que a cultura europeia está totalmente impregnada de cristianismo. Mais, a cultura europeia É CRISTÃ!
A primeira vez que os “europeus” e a “Europa” são referidos como tal, no seu sentido cultural, e não geográfico é, salvo erro, quando Eginardo refere a salvação da Europa em Poitiers, às mãos de Charles Martel.

Durante séculos os europeus são cristãos. Aliás, para se ser “europeu” tem de se ser cristão. A Cristandade é o factor decisivo, distintivo, face aos “outros”. E aliás, note-se que Cristandade designa somente os Ocidentais: os cristãos de rito grego, ou os orientais, não pertencem à Cristandade e como tal não são “europeus” como os Ocidentais. E essa noção permanece até aos dias de hoje, quando se diz que os russos “não são bem europeus” ou que são “meio orientais”.
Portanto, já desde há mais de 1000 anos que “europeus” são os cristãos. Os outros, os pagãos, não são europeus, são pagãos. Podem até ser branquinhos, louros e de olhos azuis, mas são pagãos e como tal são carne para abate. Os bálticos eram pagãos – não eram europeus. Os Escandinavos eram pagãos – não eram europeus. Todos esses se converteram ao Cristianismo – passaram a ser europeus.

Qualquer tentativa de comparação de um processo de formação/adopção de cultura e identidade à adopção de um determinado sistema político ou o conhecimento científico, dizendo que “só é português quem adere à República e renuncia à Monarquia”, ou dizer que “antes de Copérnico era o Sol que andava em torno da Terra”, é manifestação de um certo tipo de sapiência que a mim me escapa.

Tal como também me escapa essa história da “raiz étnica” (alguém sabe o que é isso?), que me parece é que dá para muita verborreia pseudo-identitária. A realidade é algo mais complexa e, pelos vistos, só é acessível a quem tem massa cinzenta para a analisar. A aculturação é, em grande parte das vezes, crucial para a definição da identidade de um povo. É por isso que nós, os portugueses, temos uma cultura latina e cristã, não uma cultura celtibérica, lusitana e pagã.

E mais: vejamos os húngaros, que são europeus… esperem lá, mas são mesmo europeus??? Os gajos falam uma língua fino-úgrica; são originários das estepes; ainda no séc. XIV os que não estavam “aculturados” eram apresentados como semi-nómadas com feições e roupas orientais… mas claro, os húngaros não são europeus!!! Ou melhor, não eram, até que no séc. X adoptaram o Cristianismo, e depois passaram a ser “dos nossos”, europeus. Aaaah, o Caturo sabia disto, seu malandro, só se esqueceu foi de o dizer! Estava distraído a pensar noutras coisas…

Acho que o mesmo se passa com os libaneses que eu conheço: eles falam português, mal sabem árabe (quando sabem!) e os seus filhos são portugueses, entre outras coisas, porque têm ascendência luso-libanesa. Ah, mas é claro, eu CONHEÇO esses libaneses. O Caturo deve conhecer outros, não sei. Ou se calhar o Caturo não conhece e fala por desporto…

“Quanto ao Cristianismo, é uma religião universalista de raiz semita. Até pode ter a ver com eles, mas não nasceu entre os Libaneses. E tem ainda menos a ver connosco.
Assim, para além, para trás e para cima dos universalismos (Islão ou Cristianismo), quando o Libanês olha para o Panteão dos seus ancestrais, vê talvez Baal e Astarte, ou eventualmente umas quantas Divindades árabes, ao passo que os Portugueses, em fazendo o mesmo exercício, vêem Bandua, Trebaruna, Neton, Endovélico, Ataegina, Júpiter, Juno, Maia, Marte, Vénus, Diana, Apolo, enfim…”

Ufff!!! Esta exposição é de tal modo… notável, que se torna difícil de contra- argumentar. Não é por não o conseguir fazer, é apenas porque se me esgota a paciência para perder tempo a responder a tamanha demonstração de conhecimentos.
Já agora, o que é que me pode dizer sobre o culto desse deuses lusitanos? Como é que eram os rituais? Qual era a teologia por detrás desses cultos? Qual era a visão que os lusitanos tinham do Universo, dos seus deuses e do seu lugar na Criação?
É que eu, que sou português de gema, quando olho para o panteão dos meus ancestrais vejo Deus, o tal que era (e é) adorado nas igrejas.

E eis agora a questão da identidade judaica. Se vivem cá há séculos, porque não continuar? Porque, como sabiamente diz o Caturo, os Judeus são “etnicamente distintos” e “não são de cá”.
Mas afinal, “será que alguém quer transformar uma questão de identidade dum povo em algo de meramente geográfico?”. Lembra-se? Foi o que o Caturo disse relativamente aos “indo-europeus” iranianos. Mas esse critério não se aplica aos judeus. Porquê? Porque são semitas! Têm uma raiz étnica diferente da nossa (ao contrário dos iranianos e dos indianos do Norte da Índia!), e têm uma cultura ÉTNICA diferente da nossa (ao contrário dos iranianos e dos indianos do Norte da Índia?).
Olhe, que quer que lhe diga? Se calhar temos de ir os dois a Tel-Aviv. Acho que um de nós irá mudar de opinião, e um dedinho me diz que não serei eu…

Por último: por favor, Caturo, vamos manter o nível! Não traga o Francisco Louçã à conversa, este é um blogue decente! Não o ajavarde!

Comentar por Ovelha Negra

Ninguém: de facto acho que o Caturo não tem visão periférica, tem a visão em túnel.
Eu, como sou uma ovelha (ainda que por dentro seja um lobo!) tenho visão periférica!!!
Olhe, veja lá se aparece que um seu amigo de longa data me fala muito de si (e ao que parece vice-versa).

Comentar por Ovelha Negra

Não me meto mais na conversa que isto atingiu niveis de erudição de tal ordem que me sinto ultrapassado a uma velocidade alucinante.

Quanto ao meu amigo de longa data, já estou a ficar bravo com ele. Sei bem as ideias dele a respeito deste tema e chateia-me solenemente que não venha aqui dar a opinião dele.

Um abraço

Comentar por Ninguém

de facto acho que o Caturo não tem visão periférica, tem a visão em túnel.

Antes em túnel do que em beco sem saída, como a do Ovelha Negra…

Comentar por Caturo

Folgo muito em que aprecie os meus conhecimentos, Ovelha Negra. Não posso, infelizmente, dizer o mesmo a respeito do seu discernimento. Nem tampouco da sua lógica ou sequer da sua capacidade de entender o que lê. Vejamos porquê:

Face às minha limitações, esclareça-me:O que é a “consciência árica”?

Esclareço sim senhor – consciência árica é a consciência de ser de raiz ariana. E os Hindus têm-na, e disso se orgulham. Os Iranianos também, pelo menos alguns, debaixo do manto verde do Islão. Aliás, num manual de História universitário editado pela universidade de Teerão, em 1981, fazia-se notar a origem árica dos Iranianos, em contraste com a semita dos Iraquianos, e observava-se que naquela região sempre houvera conflitos entre Arianos e Semitas (Medos contra Assírios, Persas contra Babilónios, enfim). Não interessa se há aqui manipulação da História, o que realmente conta, neste caso, é a consciência duma origem étnica indo-europeia. O que se pode, ou não, fazer com ela (manipulação) é outra coisa e não interessa para o caso. Uma verdade pode servir para se deturpar algo, mas não deixa por isso de ser, em si, uma verdade.

Tem a ver com a língua indo-ariana? Se tem, então não é preciso ter consciência, nós já falamos as nossas línguas

É preciso ter consciência sim, para já para não a deixar abastardar-se. Mas enfim, presumo que, para si, não seja necessário ter-se consciência de que se é europeu, basta ser-se europeu, nem sequer consciência de que se é humano, basta ser-se humano…

Ora, salvo mais douto esclarecimento, a identidade de um povo passa muito para além da “raça”.

Isso foi precisamente o que eu disse. Não reparou? Estou farto de dizer que um turco ou um judeu não são europeus, mesmo que tenham pele branca como a cal, cabelo loiro e olhos azuis.

Os factores primordiais da identidade de um povo são a sua origem racial e sobretudo a sua cultura.

Pois… mas agora vamos ver o que é que entendemos por cultura. É aí que bate o ponto.

É a cultura que nos define como portugueses em oposição aos espanhóis,

A cultura nacional (sub-étnica, digamos) distingue-nos dos Espanhóis. Não a cultura urbana, ou a cultura erudita, ou a cultura de massas. Os Portugueses são diferentes dos outros Espanhóis (porque espanhóis somos todos…), não por verem televisão, ou por irem à missa, mas porque a sua língua nacional difere das outras da Ibéria.

Somos do ocidente ibérico, galaico-portugueses (distintos por isso dos Espanhóis), e também latinos (aí já se englobam os Espanhóis quase todos), e também europeus, e também indo-europeus, pelo que aí já englobamos os povos de raiz indo-europeia que estejam geograficamente fora do continente europeu.

Posto isto, estou-me nas tintas que o Mahmud seja “indo-europeu”. Europeu não o é seguramente! Quanto muito é indo-iraniano.

Portanto, é indo-europeu. Sim, é indo-europeu. Etnicamente, é indo-europeu. E é caucasóide. Tenha paciência, por mais que se torça e contorça, não o consegue negar. Se ele abandonar o Islão, e se tornar ateu, ou até zoroastriano, terá certamente mais a ver com a Europa que todos os seus libaneses e turcos.

Mas pronto. Há-de sempre haver quem diga o contrário, porque o libanês e o turco podem ser europeus porque sim, mas os Iranianos não porque não…

Não é uma questão de geografia,

A Identidade não se limita à geografia, pois não. Por isso, não pode negar-se o carácter europeu dos Afrikaners da África do Sul, por mais que eles se digam «africanos».

é uma questão de cultura

Que você ainda não definiu, porque não lhe convém, mas que eu já desarmei no comentário anterior.

Como o Caturo disse, o idioma dos turcos é o turco (boa!),

Sim, foi boa. Quando se fala com certas pessoas, começa a ser necessário dizer o óbvio…

o que significa que a sua etnicidade é uralo-altaica, ou seja, não é indo-europeia.Em compensação, o camarada Presidente José Eduardo dos Santos fala português, o que significa que a sua etnicidade é… banto!!! Cá está! Total clareza e congruência no discurso!

Bem, eu deixei esta questão tão clara quanto possível, mas você ou não entendeu o que leu ou fingiu que não entendeu. Mas, como já estou farto de a explicar, vou simplesmente fazer um copy-paste e acrescentar o óbvio. A repetição vai a grosso, por ser repetida:
Só que os Albaneses têm um fundo étnico indo-europeu ao qual podem retornar a qualquer momento, teoricamente falando, tal como os Iranianos e os Curdos.Os Turcos não.
Os Albaneses olham para trás e o que vêem?Ancestralidade indo-europeia.
Os Iranianos olham olham para trás e o que vêem?Ancestralidade indo-europeia.
Os Curdos olham para trás e o que vêem?Ancestralidade indo-europeia.
Os Turcos olham para trás e o que vêem?Ancestralidade NÃO indo-europeia.

(E agora vem o óbvio, ATENÇÃO)
Os Angolanos (civilizados, europeizados) olham para trás, e o que vêem?Ancestralidade NÃO indo-europeia. Nem tampouco caucasóide.
Se não entendeu, volte a ler, ou peça a alguém que lhe leia.

No tal mapa que apresentou, na Turquia abunda a cor “verde semita”, que é da mesma tonalidade do “verde semita” da Grécia (que, como se sabe, está cheiinha de árabes, judeus e outros perniciosos elementos não europeus!

Isso da Grécia estar cheia de judeus e árabes é outra que nunca ouvi, mas enfim, quem diz as coisas que você diz, segue fontes muito estranhas…

Ah, mas é claro, na Grécia o elemento helénico, indo-europeu, foi “suficientemente forte” para que a população continuasse a ter o Grego como idioma nacional.

Correcto. Essa parte já percebeu… boa!…

Já na Turquia (que também está pintalgada de “verde semita”), o elemento turco-altaico (não semita) foi mais forte…

Correcto. A salganhada racial e étnica que por lá havia não tinha nenhum elemento dominante, bem definido, que pudesse opôr-se ao invasor turco, ao contrário do que aconteceu na Grécia.

Mas estudando a História da região constatamos que os povos que passaram pela Grécia e pela Turquia provêm, em grande parte, do Caucaso e dos Balcãs. Será que, por acaso, o “verde semita” não é antes um “verde helénico” ou “verde caucasiano”? Se estudar mais a História da região vai ver que se calhar até pode ser isso…

Bem, esse verde semita é maioritário na zona mais abaixo da Turquia, pelo que se presume que seja correspondente ao elemento semita (Líbano, Palestina, Israel). Portanto, dificilmente corresponderá a uma camada indo-europeia.

Ou seja, se na Turquia “os falares indo-europeus (Grego, Latim) foram submergidos pela invasão turcófona”, então a questão volta a resumir-se à língua, não à genética.

Pois, mas já não se resumia à genética há muito tempo… pelo que escusa de o apresentar como triunfo argumentativo.

E a língua, que eu saiba, tem a ver com a cultura.

Sim, a cultura… mas a cultura étnica. E esta não caiu do céu, nem se faz por contágio televisivo, sobretudo porque, caso não saiba, não havia televisão no tempo em que os Turcos invadiram a Ásia Menor.

Recomendo-lhe uma viagem de 1 mês à Turquia. Viaje de autocarro e de comboio, de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Verificará que os seus “irmãos” curdos (mui indo-europeus) até são os gajos mais escuros de toda a Turquia

Grande vitória argumentativa, sim senhor!!! Abaixo o racismo ariano!!!!! Claro que eu estou há toneladas de anos a dizer que não é pela cor de pele que se identifica uma pertença étnica, ou então nem sequer falava aqui dos Hindus, mas pronto, pode ir contar essa vitória aos seus amigos lá na missa, força nisso…

Sim, os Curdos, mesmo sendo mais morenos, são fundamentalmente arianos. Os Turcos, não. A «arianidade» não se vê no tom de pele, mas sim no conjunto da raça com a cultura ÉTNICA.

a restante populaça turco-altaica só muito raramente tem feições mongólicas, tais como as têm os também turcos uzebeques, cazaques, quirguizes, etc.

Ou seja, mesmo centenas de anos após a invasão, mesmo sendo a região da Ásia Menor maioritariamente habitada por povos de origem indo-europeia, mesmo assim o sangue mongólico dá sinais de vida. Significativo…

Ah, e já agora, regresse ao seu mapa genético e compare o “azul etíope” com o “azul ibérico”

Calma. Antes de mais nada, você terá de ir a um mapa mundo para perceber que aquilo ali não é bem a Etiópia, é mais a Argélia… Instrua-se:

Quanto às ilações, esse azul demonstra apenas que a população ibérica tem algum sangue norte-africano, embora numa quantidade bem inferior à da Argélia, evidentemente…
Tirou o ovelha negra outras ilações? Venha a terreno expô-las, não se faça rogado…

A questão do retorno às “raízes ancestrais”Explique lá o que é isso da cultura indo-europeia, que eu não bem a ver o que é. É o quê, a cultura iraniana? Ou é a portuguesa? Ou será a russa?

Todas elas. A cultura indo-europeia é aquela cuja língua nacional é de raiz indo-europeia, bem como o essencial do seu folclore. Para saber mais, vá ler livros de Dumézil, ou de Pierre Levêque, ou de Jean Haudry. Só lhe farão bem.

ou será que é a cultura dos nossos antepassados sakas/partos/citas/sármatas/alanos? Ou então a cultura dos cunetes e dos turdetanos? Ou então poderá ser a cultura greco-latina, que em tudo diferia das anteriormente referidas,

Em tudo… o quê? Bem, em raiz linguística não era de certeza. Em religião, pouco seria, no essencial.

Devo estar muito distraído,

Ainda se fosse só isso…

coloca problemas aos sacrificados dos turcos, que ao contrário do que o Caturo sugere, quando olham para trás não vêem ancestralidade NÃO indo-europeia mas sim uma ancestralidade (genética) diversa, de cultura altaica e islâmica.

Ou seja, contradiz-se na mesma frase, quase na mesma linha, a menos, claro, que esteja convencido de que a cultura altaica seja indo-europeia, ou que o Islão seja um credo de raiz indo-europeia… Portanto, NÃO É «o contrário do que o Caturo sugere», é, isso sim, exactamente o que o Caturo diz: ao olharem para trás, os Turcos vêem uma ancestralidade NÃO indo-europeia.

Chegamos por fim a uma questão nuclear do pensamento absurdo-neo-pagão que corre nas cabeças de vento de alguma juventude pseudo-nacionalista

Enfim, o busílis que mais irrita a cambada salazarenga beata e espiritualmente bastarda, que queria andar toda a vida a acorrentar a Nação à sua sacristia e à sua atrasadice deprimente, moralista e repressora. Uma chatice.
Vejamos como argumentam os seus paladinos:

A teoria é a de que o cristianismo, de origem semita, não é uma “religião euro-ariana” e que portanto não nos define como europeus. Pelo contrário, o europeu tem de “voltar às suas origens” adoptando o paganismo ancestral, sotérico, que o liga à sua terra e aos seus antepassados.

Correcto.
E agora o rebate desta ideia… vejamos:

O problema é que a cultura europeia está totalmente impregnada de cristianismo

Fraco argumento. E é fraco por isto: porque o termo correcto não é, nunca foi, «impregnado», mas sim «associado». Tire-se o Cristianismo à Europa, e o essencial da sua cultura mantém-se intacto. Aliás, é facto que a religião cristã está a perder terreno a olhos vistos em toda a Europa, e não é por isso que os Europeus passam a ser menos europeus. Língua, folclore, música, tudo isso continua a ser europeu, mesmo com o Cristianismo morto e enterrado.

Mais, a cultura europeia É CRISTÃ!

Também era pagã, antes do Paganismo ser proibido por lei. Aliás, não é «também». É pagã, na sua raiz e identidade, antes da intromissão cristã.

A primeira vez que os “europeus” e a “Europa” são referidos como tal, no seu sentido cultural, e não geográfico é, salvo erro, quando Eginardo refere a salvação da Europa em Poitiers, às mãos de Charles Martel.

Correcto, e a primeira vez que a Terra começa a andar em torno do Sol foi quando Copérnico o descobriu… certíssimo… porque as coisas só passam a existir quando são assim nomeadas…

E é «isto», a argumentação do beatame irritado com a nova paganidade…

Durante séculos os europeus são cristãos

Durante milénios não o foram. E só o passaram a ser com base na imposição e na intimidação. Mas se «o que está feito está feito», pois muito bem – o Tratado da Constituição Europeia não tem qualquer referência ao Cristianismo, por mais que uns quantos intelectuais tenham barafustado… acabou por isso, oficialmente, a «Europa Cristã». ::)

Aliás, para se ser “europeu” tem de se ser cristão

Ahahahahhah, queriiia, como dizia o outro…

A Cristandade é o factor decisivo, distintivo, face aos “outros”

Nunca o foi. Ou então, também o norte de África pré-cristão era europeu… :)

Para se ser europeu, é só preciso ser-se originário da Europa, de raça branca e duma cultura cuja raiz histórica esteja na Europa. Nada disto tem a ver com o Cristianismo, pois que Gregos, Latinos, Celtas, Germanos, Baltas, Eslavos, e também Bascos, já estavam em solo europeu muito antes do Cristianismo surgir.

Em termos civilizacionais, o que distingue a Europa é o legado dito clássico, greco-romano: filosofia grega, arte grega (estética), administração romana. Ponto final.

E aliás, note-se que Cristandade designa somente os Ocidentais: os cristãos de rito grego, ou os orientais, não pertencem à Cristandade e como tal não são “europeus” como os Ocidentais.

Boa, esta então é a pérola suprema da beatice: os Gregos, os Russos, os Ucranianos, não são europeus. É mesmo disto que a Europa continua a precisar, de divisionismos caducos baseados no fanatismo doutrinal dum credo universalista que, ironicamente, dividiu a Europa em facções que se odiavam entre si…

Viva, viva, mil vivas ao 25 de Abril. Pelo menos teve o mérito de pôr certa gente à margem, limitada a certos antros onde se lamenta muito o fim da Inquisição e se jura a pés juntos que Angola é nossa…

E essa noção permanece até aos dias de hoje, quando se diz que os russos “não são bem europeus” ou que são “meio orientais”.

Uma noção perfeitamente errada e perigosa. De todo contrária aos interesses da Europa, faz o jogo dos seus inimigos e até dos seus adversários (EUA).

Portanto, já desde há mais de 1000 anos que “europeus” são os cristãos

E há quinhentos anos que a Terra gira em volta do Sol. Só a título de informação…

Os outros, os pagãos, não são europeus, são pagãos

Sim, porque o Ovelha Negra o diz!… Platão não era europeu, Aristóteles também não, Homero muito menos, os Baltas pagãos que resistiram ao Cristianismo também não eram europeus; os mulatos católicos nascidos em Lisboa, pelo contrário, esses são bons europeus… :)

Os bálticos eram pagãos – não eram europeus. Os Escandinavos eram pagãos – não eram europeus.

Só o pagão é integralmente europeu.

Todos esses se converteram ao Cristianismo – passaram a ser europeus.

Alto… mas então os Bálticos não se converteram ao Cristianismo de leste? Esses não faziam parte da Cristandade, segundo diz o ovelha negra… logo, eram europeus mas não eram… :) :) :)

Entretanto, os africanos convertidos ao Catolicismo também passaram a ser europeus… e os Coptas também… :)

comparação de um processo de formação/adopção de cultura e identidade à adopção de um determinado sistema político ou o conhecimento científico, dizendo que “só é português quem adere à República e renuncia à Monarquia”

Efectivamente, o Cristianismo é simplesmente uma doutrina. Nada mais do que uma doutrina. E quem não é cristão não deixa por isso de ser europeu. Do mesmo modo, quem é republicano não deixa por isso de ser herdeiro de Afonso Henriques.

ou dizer que “antes de Copérnico era o Sol que andava em torno da Terra”,

Claro. Se as coisas só passam a existir a partir do momento em que são conhecidas, se só passam a ser o que são a partir do momento em que são assim nomeadas,(é esta a natureza do argumento do Ovelha Negra para dizer que os Bálticos não eram pagãos porque o termo «europeu» só começou a ser utilizado no tempo da Cristandade, diz o Ovelha Negra) então é óbvio que a Terra só começou a andar em torno do Sol quando tal foi descoberto… É uma questão de lógica. Que o Ovelha Negra não se dê bem com isso, é outro assunto. É o que faz não estar habituado a pensar fora da sacristia…

é manifestação de um certo tipo de sapiência que a mim me escapa.

Mas há algum tipo de sapiência a sério que não escape a quem diz que os Bálticos não eram europeus mas afinal eram europeus porque foram convertidos ao Cristianismo mas afinal não eram porque não eram ocidentais? Os Bálticos não eram europeus PORQUE não eram cristãos, mas os Judeus já são europeus mesmo não sendo cristãos… com lógica desta, toda e qualquer sapiência é, digamos, especialmente «filtrada»…

Tal como também me escapa essa história da “raiz étnica” (alguém sabe o que é isso?),

Quem diz que os Escandinavos e os Bálticos não eram europeus, não percebe mesmo o que é isso de raiz étnica, não há dúvidas… :)

que me parece é que dá para muita verborreia pseudo-identitária.

Claro… e quem diz que a identidade está na aderência a uma religião universalista, mas só se for à versão católica, mas antes não era à versão católica era só ao Cristianismo, esse sim, esse é que sabe o que é identidade… :)

A realidade é algo mais complexa

Muito, de facto – é-se europeu quando se é cristão, mas como só o católico é europeu, afinal é-se europeu quando se é cristão mas só até certo ponto, porque o católico, como diz de si mesmo que é europeu e faz parte da Cristandade, é portanto mais europeu do que o grego… :) Ah, complexidades eruditas. :) :) :)

A aculturação é, em grande parte das vezes, crucial para a definição da identidade de um povo. É por isso que nós, os portugueses, temos uma cultura latina

Temos uma cultura latina porque somos em parte latinos – porque o nosso idioma é latino. Não é porque nos apeteça falar Latim, é porque a nossa língua NACIONAL, ÉTNICA, é latina.

e cristã,

A civilização em que nos inserimos, foi cristã. A cultura, em si, não o é, visto que, pela mais elementar lógica, não há culturas cristãs.

não uma cultura celtibérica, lusitana e pagã.

Esta é uma herança que pertence a todo o Português como tal. E quem a ela renuncia, renuncia à Ancestralidade e à própria Estirpe.

E mais: vejamos os húngaros, que são europeus… esperem lá, mas são mesmo europeus??? Os gajos falam uma língua fino-úgrica; são originários das estepes; ainda no séc. XIV os que não estavam “aculturados” eram apresentados como semi-nómadas com feições e roupas orientais… mas claro, os húngaros não são europeus!!!

São europeus sim senhor porque são bons cristãos! Mesmo os que são ateus, olé!!!!!!! São eles e os Coptas… :)

Ou melhor, não eram, até que no séc. X adoptaram o Cristianismo, e depois passaram a ser “dos nossos”, europeus.

Não, não foi por isso que passaram a ser europeus, foi porque se civilizaram à maneira europeia (cultura greco-romana) e porque a sua constituição racial é hoje maioritariamente europeia. Porque, se fosse só por serem cristãos, então também os Coptas do Egipto eram «dos nossos», porque são cristãos. Claro que o Ovelha Negra sabe disto, mas estava a ver se a gente também sabia, aquilo era só ele a brincar…

acho que o mesmo se passa com os libaneses que eu conheço: eles falam português, mal sabem árabe (quando sabem!) e os seus filhos são portugueses, entre outras coisas, porque têm ascendência luso-libanesa.

Ah, são portanto uma mistura. Isto sim, isto é mesmo o que o Nacionalista quer, é o que o Identitário mais preza, a salganhada e a separação em relação às raizes… portanto, a gente, da Europa, invade ali o Médio Oriente, viola aquele mulherio todo, educamos os putos na catequese, e pronto!, a Europa passa a estender-se até Bagdad, e de caminho ficamos com o petróleo. Boa ideia, Ovelha Negra à presidência… :)

Ah, mas é claro, eu CONHEÇO esses libaneses

E eu conheço um negro que fala Português sem sotaque e diz que é nacionalista. Portanto, os Africanos também são integráveis na Europa…

“Portugueses, em fazendo o mesmo exercício, vêem Bandua, Trebaruna, Neton, Endovélico, Ataegina, Júpiter, Juno, Maia, Marte, Vénus, Diana, Apolo, enfim…”

Ufff!!! Esta exposição é de tal modo… notável, que se torna difícil de contra- argumentar

Efectivamente, assim é. Vejamos, de qualquer modo, como se sai o Ovelha Negra:

Já agora, o que é que me pode dizer sobre o culto desse deuses lusitanos? Como é que eram os rituais?

Sabemos que também foram adorados à maneira romana. E os rituais romanos são por nós conhecidos.

Qual era a teologia por detrás desses cultos?

Nos paganismos ocidentais, a teologia era secundária. O essencial era o culto.

Qual era a visão que os lusitanos tinham do Universo, dos seus deuses e do seu lugar na Criação?

Ignora-se. Também o camponês transmontano é capaz de nem sequer saber o que é o dogma da Santíssima Trindade, ou quem era Pôncio Pilatos, ou Herodes, ou sequer saber descrever o que Jesus Cristo veio fazer, mas isso não interessa, é cristão e acabou, quer queira quer não… :)
Portanto, a Europa é cristã porque foi cristianizada, mesmo que a esmagadora maioria dos cristianizados não percebessem nada de Cristianismo. Mas o mesmo não se pode aplicar ao Paganismo, porque não!, porque não pode ser, é que não pode ser, é por isso que não pode ser… :)

É que eu, que sou português de gema, quando olho para o panteão dos meus ancestrais vejo Deus,

Deus, palavra indo-europeia latina que se aplica à Entidade masculina simbolizada pelo céu luminoso. Curiosamente, é basicamente essa a noção que o comum português tem do Ser Máximo, mas enfim, pormenores…

E eis agora a questão da identidade judaica. Se vivem cá há séculos, porque não continuar?

Boa maneira de ter justificado a escravatura. Faltou-nos foi esse argumento, assim teríamos agora menos fadigas…
Aliás, os Judeus também não tiveram um Estado seu durante séculos. Porque não continuar? E os Portugueses estiveram debaixo do domínio castelhano durante décadas. Porque não se deixaram estar?

Porque, como sabiamente diz o Caturo, os Judeus são “etnicamente distintos” e “não são de cá”.Mas afinal, “será que alguém quer transformar uma questão de identidade dum povo em algo de meramente geográfico?”. Lembra-se? Foi o que o Caturo disse relativamente aos “indo-europeus” iranianos. Mas esse critério não se aplica aos judeus. Porquê? Porque são semitas!

Correcto.

Têm uma raiz étnica diferente da nossa (ao contrário dos iranianos e dos indianos do Norte da Índia!), e têm uma cultura ÉTNICA diferente da nossa (ao contrário dos iranianos e dos indianos do Norte da Índia?).

Correcto, mais uma vez.

Olhe, que quer que lhe diga? Se calhar temos de ir os dois a Tel-Aviv. Acho que um de nós irá mudar de opinião, e um dedinho me diz que não serei eu…

Pois a opinião de quem diz que os Baltas não eram europeus antes de serem cristãos, é opinião, digamos… irremediável.
Mas enfim, fica-se a saber que em Tel-Aviv a língua oficial é indo-europeia, e SÓ ASSIM é que eu mudaria de opinião se por lá passasse…

Comentar por Caturo

Ufff! Parabéns, Caturo, pelo seu atentado, perdão, tratado! :o)

Vamos lá a mais uma ronda (os meus comentários têm um hífen)…

– Para mim, de facto, não é necessário ter-se consciência de que se é humano, basta-me ser humano. Há quem precise, contudo, de fazer um esforço mental para perceber aquilo que é. Mas olhe, todos nós já percebemos aquilo que o Caturo é, pelos vistos só lhe falta a si ;o)

– O Caturo faz alguma confusão ao dizer “cultura nacional sub-étnica”.
Na verdade, a etnia é que é sub-nacional, pois pode resumir-se à existência de um povo.
Para se ser uma etnia é necessário uns quantos atributos como um nome colectivo (portugueses, por exemplo); um mito de linhagem comum; uma História partilhada; elementos diferenciadores relativamente aos “outros” (identificação pela negativa); sentido de solidariedade entre os membros da mesma etnia.
Já a a nação (no sentido que é dado nas nossas universidades) é a organização política do povo, associada a um determinado território. Como tal, pressupõe a existência prévia de uma etnia, de um povo, ou mesmo de meros cidadãos (Nação contratual, ou “francesa” vs nação natural ou “germânica”).
Portanto, torna-se difícil existir uma “cultura nacional sub-étnica”. É exequível dentro d um conceito político (uma cultura nacional norte-coreana, por exemplo) mas não vai de encontro ao que estamos a discutir.
Como eu não leio os autores eruditos que o Caturo lê, contento-me com Adriano Moreira, Ernest Gellner e Anthony D. Smith. Acho que eles percebem umas coisas disto…

– Quanto ao Ahmadinejad, muito bem, é indo-ariano. E depois? Nada o liga a nós a não ser a raça (e não é raça indo-europeia – que não existe – , é raça branca)
Ora, os iranianos não têm uma cultura igual à nossa, nem História, nem nada. Nós não temos nada em comum com os antepassados dos tocários ou dos sakas, ou dos persas.
Portanto, que importa que os iranianos, ou pashtunes, ou tajiques, sejam indo-iranianos? Tirando a sua raça (branca), não têm nada a ver conosco.
Tenha paciência, por mais que se torça e contorça, não o consegue negar.

Os Angolanos (civilizados, europeizados) olham para trás, e o que vêem?
Ancestralidade NÃO indo-europeia. Nem tampouco caucasóide
– Excepto se forem angolanos civilizados, europeizados e mulatos. Esses vêm o quê? Optam?

Isso da Grécia estar cheia de judeus e árabes é outra que nunca ouvi, mas enfim, quem diz as coisas que você diz, segue fontes muito estranhas…
– Pois, quando o emissor utiliza a ironia, pressupõe capacidade da parte do receptor para a perceber, mas já vi que consigo não vamos lá…

Já na Turquia (que também está pintalgada de “verde semita”), o elemento turco-altaico (não semita) foi mais forte…
Correcto. A salganhada racial e étnica que por lá havia não tinha nenhum elemento dominante, bem definido, que pudesse opôr-se ao invasor turco, ao contrário do que aconteceu na Grécia.
– Defina-se! Ou é “salganhada racial” ou é “salganhada étnica”. Racial não era certamente, pois só havia ali brancos; quanto muito seria “salganhada étnica”, mas os povos daquela zona eram hititas, paflagónios, jónios, latinos, arménios, alguns persas, etc., todos eles de sólida raíz indo-europeia provenientes dos Balcãs e do Cáucaso. Árabes, esses, só foram para a Turquia, e como refugiados (eram cristãos sírios), depois da invasão dos muçulmanos. Não eram muito numerosos, diga-se de passagem. Os judeus não se misturavam. Mas chegados ao séc. XI já não havia nada dessas “salganhadas étnica” pois nessa altura, tirando os foedeatoi, aquela malta era já toda da mesma etnia grega, todos eles aculturados. O que se passou depois, com as iinvasões turcas, foi algo um pouco mais complexo, de cariz social, económico, político e militar, que não estou aqui para explicar, mas olhe, recomendo-lhe David Nicolle, Walter E. Kaegi e Gerge T. Dennis.

Ah, e já agora, regresse ao seu mapa genético e compare o “azul etíope” com o “azul ibérico”
Calma. Antes de mais nada, você terá de ir a um mapa mundo para perceber que aquilo ali não é bem a Etiópia, é mais a Argélia…
Instrua-se:

– De geografia percebo eu, por isso nem vá por ai!
Eu quero é instruir-me com os mapas que estavam na página que me mostrou antes! Porque é que agora mostra um mapa de um link diferente? Mostre antes este (http://www.geocities.com/littlednaproject/W-MAP.GIF ), que é da mesma página.
Agora olhe para o azul na Etiópia e para o azul na Pen. Ibérica. Lá está o que eu estava a dizer.
Aliás, se olhar um pouco mais, vai ver outra coisa engraçada: na Europa Ocidental, a cor predominante é o vermelho; na Europa de Leste a cor predominante é o amarelo. Caturo, esclareça-nos.

A cultura indo-europeia é aquela cuja língua nacional é de raiz indo-europeia, bem como o essencial do seu folclore. Para saber mais, vá ler livros de Dumézil, ou de Pierre Levêque, ou de Jean Haudry. Só lhe farão bem.
– Aaaah, obigado, eu nã sabia… Pois, é como lhe digo, eu só leio autores menores, como Adriano Moreira ou Gellner… ah, e aqueles autores clássicos, dos tais que se referem aos restantes povos indo-europeus como bárbaros.

coloca problemas aos sacrificados dos turcos, que ao contrário do que o Caturo sugere, quando olham para trás não vêem ancestralidade NÃO indo-europeia mas sim uma ancestralidade (genética) diversa, de cultura altaica e islâmica.
Ou seja, contradiz-se na mesma frase, quase na mesma linha, a menos, claro, que esteja convencido de que a cultura altaica seja indo-europeia, ou que o Islão seja um credo de raiz indo-europeia…
– Leia novamente, interiorize, interpre… ah, esqueça, não vale a pena!

(…) a cultura europeia está totalmente impregnada de cristianismo
Fraco argumento. E é fraco por isto: porque o termo correcto não é, nunca foi, «impregnado», mas sim «associado». Tire-se o Cristianismo à Europa, e o essencial da sua cultura mantém-se intacto.
– AAAAhahaha! É pá, essa é … desculpe, vou-me controlar :o) Muito giro, muito giro…

Aliás, é facto que a religião cristã está a perder terreno a olhos vistos em toda a Europa, e não é por isso que os Europeus passam a ser menos europeus.
– Olhe, há quem diga que sim, é a chamada “perda de valores” que avassala a Europa. Claro que os políticos politicamente correctos, que não querem ofender as minorias, e os neo-pagãos de pacotilha que andam por aí, acham que a nossa cultura não tem nada a ver com a religião que caracteriza a Europa há uns 1500 anos…

A primeira vez que os “europeus” e a “Europa” são referidos como tal, no seu sentido cultural, e não geográfico é, salvo erro, quando Eginardo refere a salvação da Europa em Poitiers, às mãos de Charles Martel.
Correcto, e a primeira vez que a Terra começa a andar em torno do Sol foi quando Copérnico o descobriu… certíssimo…
– Exacto, eu já calculava que percebesse as coisas dessa maneira. Mas vou explicar como no anúncio:
A primeira deriva da percepção de uma cultura comum, da tomada de consciência civilizacional de um conjunto de povos como sendo parte de um todo. É um processo mental, cultural, criativo, que tem de ser construído. É uma realidade humana evolutiva, não um facto permanente que é constatável científicamente.
A descoberta da translação terrestre é a constatação de um facto, não é construtivo, não deriva da vontade humana. A traslação é uma realidade não humana e não cultural.
Olhe, vou simplificar para que possa entender mais facilmente: para se criar uma nação ou civilização são precisas pessoas; para que a Terra gire em volta do Sol não são precisas pessoas.
Percebeu ou quer um desenho?

A Cristandade é o factor decisivo, distintivo, face aos “outros”
Nunca o foi. Ou então, também o norte de África pré-cristão era europeu… :)
– Se o Caturo assim o diz… O Norte de África era romano, disso não há dúvidas. Não chegou a ser europeu porque não se tinha atingido essa consciência quando aquela região foi conquistada. Mas foi importante para a formação da cultura cristã e europeia, veja-se S. Agostinho ou o início do movimento monástico.

Em termos civilizacionais, o que distingue a Europa é o legado dito clássico, greco-romano: filosofia grega, arte grega (estética), administração romana. Ponto final.
– Então os bálticos, eslavos e escandinavos pré-cristãos não são europeus porque não têm essa civilização. Ponto final. E já agora, o que ligou, amalgamou tudo isso e o transportou para o resto da Europa foi o Cristianismo. Os eslavos só adoptaram elementos “clássicos” quando se converteram, o mesmo aconteceu com os restantes. Ponto final.
– Quanto aos Bálticos, este não adoptaram o cristianismo “de Leste”. Aprenda História que só lhe faz bem e sempre evita embaraços. Os povos do báltico foram colonizados pelos Escandinavos e pela Ordem Teutónica, e só no início do séc. XVIII é que foram dominados pela Rússia, e deixados em paz, cultural e religiosamente falando. Por isso é que são hoje, na sua maioria, luteranos. Leia o Atlas des Religions do Le Monde, é bom e não é muito caro. Ah, e já agora, os bálticos estão inseridos na cultura Ocidental. Basta ir lá, ver as vistas e conviver com eles.

– Por outro lado, eu não disse que os russos não são europeus. Se bem reparou, eu disse que não pertencem à Cristandade (conceito que apenas abarcava a Igreja de Roma) e que não são “europeus” (entres aspas) como os Ocidentais. Tal consideração deriva da cultura adoptada pelos russos, uma cultura ortodoxa, com menos elementos latinos, e que era substancialmente diferente da cultura ocidental. Mas não faz mal, se não entendeu o que eu escrevi reconheço que a culpa é minha.

Se a nossa cultura (europeia) fosse apenas cristã, então também os Coptas do Egipto eram «dos nossos», porque são europeus. Claro que o Ovelha Negra sabe disto, mas estava a ver se a gente também sabia, aquilo era só ele a brincar…
– Não, o Caturo é que anda a tentar brincar, mas não consegue, pois já vi que percebe de muitas coisas menos da poda. Se calhar anda a ler as coisas erradas, ou então lê mal…

– Referiu o Platão, perguntando-me se ele era europeu. Era sim senhor, da mesma maneira que o Viriato era português! E até já eram cidadãos comunitários!!!
Ó homem, como é que ele poderia ser europeu se se esse conceito não existia??? NÓS dizemos que ele era europeu; ELE não se definiria como tal, definir-se-ia somente como grego, na melhor das hipóteses. Aliás, o Platão seria dos tais que achava que os macedónios (de origem helénica) eram semi-bárbaros, dificilmente consideravéis como sendo gregos. E quanto aos restantes “europeus” (celtas e afins), não passariam de bárbaros. Para os Gregos não existia essa noção de “europeu”, isso é uma noção posterior, nossa (a tal metáfora, por si repetida, da Terra a girar à volta do Sol…). Para os Gregos havia a noção de família e cidade, e de cultura comum. Os restantes “irmãos indo-europeus” eram bárbaros, mais nada. Olhe, eram os ehtnoi…

Os magiares são europeus porque adoptaram uma cultura europeia (greco-romana) e porque a sua constituição racial é hoje maioritariamente europeia.
– Ceeeerto. Então vamos lá ver:
Qual é a parte greco-romana da cultura húngara? A língua não é, porque é de origem altaica; o seu folclore também não nem romano nem grego; só se for na sua cultura vivencial, política e religiosa, mas isso não é cultura étnica, é aculturação, e provêm do Cristianismo.
Mas não faz mal porque os húngaros adoptaram uma cultura europeia (greco-romana) e a sua constituição racial é hoje maioritariamente europeia.
Ora, tinha ficado com a impressão que o Caturo condenava a assimilação. Ai dos libaneses cristãos que vivem por cá, que falam português (sem sotaque nem pronúncia, ao contrário do seu negro!), que se misturam e que se separam em relação às raízes! Isso é um crime de lesa identidade étnico-qualquer coisa! Isso não pode ser! Esses não são europeus porque são semitas.
Mas foi isso que fez com que os magiares (não indo-europeus) passassem a ser europeus! Aculturaram-se (a cultura actual não é a sua cultura original) e alteraram-se genéticamente, tornaram-se híbridos (já não são do ramo onogur).
Portanto, os húngaros, ao misturarem-se, ao assimilarem-se, ao separarem-se em relação às raízes, passaram a ser europeus, e isso é bom e permissivo.
Os húngaros ainda vá, mas os libaneses, nem pensar! São semitas!!!
Por isso é que judeus não podem ser europeus, porque mesmo os assimilados à nossa cultura têm uma “raiz étnica” não europeia e a língua oficial de Tel-Aviv é não europeia, tal como as línguas oficiais de Budapest ou de Helsínkia. E os finlandeses e húngaros não são indo-arianos. Mas esses são europeus porque são brancos (assim como os judeus que vivem cá) e são “assimilados” (assim como os judeus que vivem cá).
Posto isto, de certeza que para o Caturo nada pode impedir os turcos de serem europeus. A sua constituição racial é maioritariamente europeia (basta ir lá e ver); sua língua não é indo-europeia (mas a dos húngaros também não); a sua relação com uma religião semita universalista, como sabe, é algo superficial, quando não mesmo indiferente; e a sua “cultura énica” (Völkskultur) tem tanto de greco-latina como a dos húngaros… olhe, até têm mais: na Turquia até têm gaitas de foles, esses malandros altaico-semitas não-indo-europeus! Ah, mas se calhar a origem dessa gaitaria toda é a mesma da da Grécia: os gálatas, que devastaram a Grécia e depois mudaram-se aos milhares para a Anatólia.

– E com tudo o que escreveu, o Caturo ainda não me esclareceu cabalmente quanto ao culto dos nossos ancestrais ao qual, presumo eu, deveríamos voltar.
Já percebi, contudo, umas coisas:
1º – que o Caturo tem dotes para o desenho (espero que não me desenhe um menir, que ainda posso levar a mal!);
2º – Que nos paganismos ocidentais, a teologia era secundária e que o essencial era o culto (claro, não sabem qual era a teologia, por isso têm de dizer que era secundária! Mas também não sabem qual era o culto, mas não faz mal, isso inventa-se!)
3º – E também já pecebi que, tal como o camponês transmontano que não percebe nada da teologia cristã, o camponês Caturo não pesca nada do paganismo dos nossos antepassados. Mas arroga-se no seu arauto!!!
Olhe, continue à pesca! Mas veja lá que se calhar só apanha um pneu! Já percebi que a minhoca é pequena…

– Por fim, para o Caturo, para se ser europeu, é só preciso ser-se geograficamente da Europa, de raça branca e duma cultura cuja raiz histórica esteja na Europa. E fora com o Cristianismo, pois, aliás, “só o pagão é integralmente europeu”.
Portanto, os escandinavos e os bálticos eram europeus, mas já não são porque se tornaram luteranos, mas afinal ainda são porque são brancos e são geográficamente da Europa, ao contrário dos húngaros que não são geográficamente da Europa mas que são europeus porque se aculturaram à cultura greco-romana europeia, mas também não são porque têm uma língua fino-úgrica e uma cultura étnica não europeia e professam uma religião semita, mas são europeus porque estão na Europa e são racialmente miscigenados com europeus, tal como os libaneses que vivem cá e que se misturaram com portugueses, mas esses afinal não são cristãos porque têm raiz cultural semita e não pertencem à nossa “estirpe”, apesar de estarem aculturados e falarem uma língua indo-iraniana, ao contrário dos bascos que não são indo-iranianos mas são de cá, são brancos e têm uma cultura com influências latinas, mas que não são europeus porque são catolicíssimos…

Saúdinha, que é o que é preciso!!!

Comentar por Ovelha Negra

Eu já não discuto ou argumento com alguém que estabelece como critério para definir os povos a língua e a religião.
Vive no século XIX quando opina ou classifica a identidade dos povos. “Semitas” e “Indo-Europeus”são referências linguísticas, quando muito culturais, mas nunca raciais ou étnicas.
E quanto ao cristianismo as “barbaridades” e o desconhecimento, para não chamar ignorância, afluem na proporçao da escrita jorrada. Não tenho pachorra.

Os Indianos (quem?! Os gujaratis, os bengalis, os tamiles, os keralis, os negritos, os telugus,etc,etc?)

Os indianos são mestiços, será que o caturo agora é defensor da mestiçagem racial?

E quanto ao Eduardo dos Santos o Caturo deveria estudar um pouco melhor a história de Angola….

Vejamos, fala da ancestralidade e da memória histórica, pois bem os mestiços de Angola que falam uma língua Indo-Europeia têm duas referências históricas memoráveis: a dos progenitores, sendo que um deles é, seguramente, “Indo-Europeu”, porque é que de acordo com a original classificação do Caturo ele, o crioulo, não é “indo-europeu”?

O que define os povos é a epiderme(o que é visto e sentido pelo comum dos mortais) e só depois vem a cultura, a religião, sem dúvida que ambas importantes e, por último, a língua.

Miguel Angelo Jardim

Miazuria

Comentar por Miazuria

Realmente este tema é lana caprina da pior qualidade.

O Caturo é um beato e prosélito pagão e faz o papel dele, o que não era criticável se os seus alvos não fossem, só e sempre, os cristãos, ateus e agnósticos. Por que não vai pregar para a porta da mesquita central de Lisboa ou para a da Rua do Benformoso para tentar reencaminhar os seus irmãos paquistaneses, bengalis e afins para o bom caminho do paganismo? Que grande melga!

Comentar por Ninguém

Eu tenho melhor sugestão:
Ó melga, vá mas é pregar para Qom ou Herat, para reencaminhar para o paganismo ancestral os seus irmãos indo-ariano-europeus “de estirpe” que andam enganados pela religião semita.
Quem sabe, talvez tenha sorte e os seus irmãos arianos não lhe dêem com o insecticida!

E pronto, o tema até é bom, o Caturo é que é… também eu já vi que não vale a pena, ele não tem capacidade para chegar lá.

Comentar por Ovelha Negra

Meus caros, isso já não é debater ideias mas sim palhaçada.

Já se percebeu que existem visões distintas, outras que apenas padecem de uma diferença semântica, mas nehuma se sobrepôe àquilo que consideramos essencial, logo, persistir numa discussão desta indole revela-se uma absoluta perda de tempo.

Comentar por arqueofuturista

Para mim, de facto, não é necessário ter-se consciência de que se é humano, basta-me ser humano.

Portanto, nem sequer é preciso ter consciência de que se é português ou europeu… ou sequer cristão. Em assim sendo, a converseta do Ovelha Negra carece de todo o sentido. Mas ele esquivou-se a falar da consciência de ser português, ficou-se pela de ser humano, por alguma coisa foi…

Há quem precise, contudo, de fazer um esforço mental para perceber aquilo que é. Mas olhe, todos nós já percebemos aquilo que o Caturo é,

Também eu já percebi aquilo que você é, o que talvez não coincida com aquilo que você pensa que é. Efectivamente, a real consciência de se ser o que se é faz falta a muita gente, especialmente àqueles que acham que não é preciso ter disso consciência.

pelos vistos só lhe falta a si

«Pelos vistos» diz o ceguinho… :)

– O Caturo faz alguma confusão ao dizer “cultura nacional sub-étnica”.
Na verdade, a etnia é que é sub-nacional, pois pode resumir-se à existência de um povo.

Não, é o contrário. Uma etnia é que pode englobar várias nações, como por exemplo a etnia eslava, que compreende Russos, Ucranianos, Polacos, etc..
Em contrapartida, não há Nações multi-étnicas. Há Estados multi-étnicos, mas não Nações multi-étnicas. E ignorá-lo é, mais uma vez, dar sobejas provas de ignorância, ou, na melhor das hipóteses, dum pensamento bastardo que ignora a distinção entre Estado e Nação.

Já a a nação (no sentido que é dado nas nossas universidades) é a organização política do povo, associada a um determinado território.

Errado. A isso chama-se um Estado, uma Pátria. Não uma Nação. A Nação é o conjunto do sangue, das tradições, da língua e da memória histórica (pode haver várias Nações duma só Etnia, porque diferentes partes da Etnia podem ter diferentes percursos), que por sua vez tem direito sobre um determinado território.

Confirma-se, portanto, que o Ovelha Negra ignora o essencial daquilo que discute.

Portanto, torna-se difícil existir uma “cultura nacional sub-étnica”

O que se torna difícil é perceber seja o que for quando se ignoram os mais rudimentares princípios dos temas em discussão…

Como eu não leio os autores eruditos que o Caturo lê, contento-me com Adriano Moreira, Ernest Gellner e Anthony D. Smith.

Bem, venha de lá a citação de Anthony D. Smith a respeito do assunto, com citação de obra e de página, bem entendido…

– Quanto ao Ahmadinejad, muito bem, é indo-ariano

Indo-europeu também.

E depois? Nada o liga a nós a não ser a raça (e não é raça indo-europeia – que não existe – , é raça branca)

E a raiz étnica indo-europeia. Essa parte ainda não lhe entrou, a vedação à forte…

Ora, os iranianos não têm uma cultura igual à nossa, nem História, nem nada. Nós não temos nada em comum com os antepassados dos tocários ou dos sakas, ou dos persas.

Redondamente enganado, mais uma vez. Em primeiro lugar, temos em comum a raiz indo-europeia. Em segundo, e para seu provável azar, é até bastante plausível que tenham existido povos de origem iraniana na região que é hoje Portugal. Aliás, Alanos existiram de certeza.

Portanto, que importa que os iranianos, ou pashtunes, ou tajiques, sejam indo-iranianos? Tirando a sua raça (branca), não têm nada a ver conosco.

Têm também a RAIZ ÉTNICA INDO-EUROPEIA. Tenha paciência, por mais que se torça e contorça, não o consegue negar.

Os Angolanos (civilizados, europeizados) olham para trás, e o que vêem?
Ancestralidade NÃO indo-europeia. Nem tampouco caucasóide
– Excepto se forem angolanos civilizados, europeizados e mulatos. Esses vêm o quê? Optam?

São mestiços, não pertencem nem a um lado nem a outro. Por alguma razão, o bilhete de identidade angolano tem precisamente essa definição racial, «mulato», não exigindo por isso que um mulato opte. É aliás esse o seu grande drama, e é normalmente por isso que há tantos conflitos, não apenas entre mulatos e brancos, mas também entre mulatos e negros. É precisamente isso que o Nacionalismo Identitário combate, a mixórdia que leva à perda de referências, à diluição identitária num mar de indiferenciação, em que às tantas todas as raizes valem o mesmo (o sonho dos universalistas, a começar pelos cristãos, daí que tanto o incomode esta história das raizes étnicas dos povos…).

– Pois, quando o emissor utiliza a ironia,

Pois quando o receptor vira a ironia contra o emissor, este, se for pouco esperto, não percebe, e, se ficar irritado mas não tiver resposta, finge que não percebe. Mas o que tem desde já de perceber é que quem dá mostras de total inversão da lógica, de falta de compreensão do que lê e até de acentuada ignorância, pode perfeitamente dizer grandes asneiras sobre os Gregos, pelo que não está autorizado a usar de ironia. Cada qual no seu lugar.

mas já vi que consigo não vamos lá…

Você é que não vai a lado nenhum. Deixe-se estar no seu lugar que é melhor.

salganhada racial

Salganhada racial com a chegada dos povos uralo-altaicos, que seriam de origem mongólica. Ao menos preste atenção ao elementar, torna-se fastidioso estar a explicar o óbvio.

quanto muito seria “salganhada étnica”,

Também e sobretudo. Enfim, começa a perceber…

mas os povos daquela zona eram hititas, paflagónios, jónios, latinos, arménios, alguns persas, etc., todos eles de sólida raíz indo-europeia

Esquece-se dos Assírios, que eram inequivocamente semitas e dominaram a região.
Além do mais, a comum origem indo-europeia não obsta a que houvesse uma diversificado mosaico de povos bem diferenciados, especialmente porque entre alguns deles existiam ódios antigos, como por exemplo entre Gregos e Persas.

O que se passou depois, com as iinvasões turcas, foi algo um pouco mais complexo, de cariz social, económico, político e militar, que não estou aqui para explicar, mas olhe, recomendo-lhe David Nicolle,

Ou seja, fica por explicar. Isso de citar autores sem deles dizer nada mais não faz do que ser uma assinatura de impotência e insuficiência intelectual, atitude mental de quem lê mas não sabe sequer apreender o que lê, quanto mais explicar. Por conseguinte, comece de novo: pegue num desses autores e diga por palavras suas o conteúdo do que afirmam, tipo de exercício que, pelos vistos, lhe faltou fazer no primeiro ciclo do ensino básico.

– De geografia percebo eu, por isso nem vá por ai!
Eu quero é instruir-me com os mapas que estavam na página que me mostrou antes! Porque é que agora mostra um mapa de um link diferente?~

Isso é o que EU lhe pergunto. Porque o mapa que lhe dei, e ao qual me referia, foi este:

Faça-se o copy paste para comprovar:
Não sei se será «só um bocadinho». Para já, o seu idioma é turco, o que significa que a sua etnicidade é uralo-altaica, ou seja, não indo-europeia. Quanto à raça, abundam por ali elementos não europeus, como se pode ver neste mapa genético da Europa, Ásia Menor, Próximo Oriente e norte de África:

MENSAGEM Nº23 DE CATURO

E, neste mapa, não aparece a Etiópia.

Portanto, não se «distraia»…

Mostre antes este (http://www.geocities.com/littlednaproject/W-MAP.GIF ), que é da mesma página.
Agora olhe para o azul na Etiópia e para o azul na Pen. Ibérica. Lá está o que eu estava a dizer.

O que também não surpreende em demasia, visto que a Etiópia também teve uma grande quantidade de semitas e de camito-hamitas.

Aliás, se olhar um pouco mais, vai ver outra coisa engraçada: na Europa Ocidental, a cor predominante é o vermelho; na Europa de Leste a cor predominante é o amarelo. Caturo, esclareça-nos.

Prontamente, na medida do possível: o vermelho aqui corresponde ao R1B, e o amarelo ao R1A. Ora o R1B e o R1A são parentes, como o próprio «nome» indica. Uma das explicações mais convincentes é que se trata de dois grandes ramos da família indo-europeia, que chegaram à Europa em épocas diferentes e se tornaram dominantes em diferentes regiões.
Pode por exemplo ter a ver com a divisão Centum/Satem, mas esta é já muito contestada, ao que se diz; não é de qualquer modo nada difícil assumir que uma primeira migração, eventualmente ligúrica, como disse em tempos Martins Sarmento, tenha vindo do leste em épocas muito recuadas, antes das seguintes migrações, que chegaram até à Europa Central mas não foram muito mais além.
Instrua-se mais aqui:
http://forums.familytreedna.com/showthread.php?t=2890

Olhe, preciosidades:
The prevalence of R1a among speakers of the Eastern IE languages should be readily apparent.

What also should be readily apparent is the strong connection of R1b – the single most prolific and populous Western European y-haplogroup – to the Western centum Indo-European languages.

The obvious explanation is that, just as R1as (and the closely connected R1s and R2s) were the primary spreaders of Indo-European in the East, R1bs were the primary propagators of Indo-European in the West.

It is interesting in this connection to note that the Uyghurs of northwestern China claim descent from the Indo-European Tocharians. The Tocharians, an exception in Central Asia, spoke a Western or centum Indo-European language with certain Celtic affinities (although Tocharian was not itself Celtic). The Uyghurs have a high proportion of R1b.

– Aaaah, obigado, eu nã sabia… Pois, é como lhe digo, eu só leio autores menores, como Adriano Moreira ou Gellner…

Sim, Adriano Moreira é muito maior do que o gigante Dumézil, e, ao que parece, também escreveu sobre os antigos povos indo-europeus, o salazarista Adriano Moreira…
Portanto, ou isto é verdade, ou então é forçoso chegar à conclusão que o Ovelha Negra citou os seus don… os seus mestres num contexto em que não bate a bota com a perdigota, completamente fora de tema, talvez para mostrar que lê livros e já conhece dois autores (leu repetidamente os seus nomes nas capas das obras e ficou a saber escrevê-los), ou então sentiu-se acabrunhado por nunca ter ouvido falar de qualquer especialista que tenha estudado o assunto. Enfim, nenhuma destas opções abona em seu favor, mas tanta mediocridade já não é surpresa nenhuma.

ah, e aqueles autores clássicos, dos tais que se referem aos restantes povos indo-europeus como bárbaros.

Pois, aqueles autores clássicos que consideravam que fora do mundo greco-romano, era tudo barbárie. E, pasme-se, nenhum desses autores tinha pelo Cristianismo qualquer respeito, vendo-o como mais uma doutrina bárbara, e, segundo alguns críticos, especialmente pobre e nociva (Marco Aurélio, por exemplo, o imperador filósofo, ou, antes deles, o grande Tácito). Anda com boas leituras, agora sim. A ser assim tão fiel desses autores clássicos, qualquer dia abandona de vez o seu credo bárbaro oriental…

Ou seja, contradiz-se na mesma frase, quase na mesma linha, a menos, claro, que esteja convencido de que a cultura altaica seja indo-europeia, ou que o Islão seja um credo de raiz indo-europeia…
– Leia novamente, interiorize, interpre… ah, esqueça, não vale a pena!

Olha, o beato desistiu do milagre das rosas. Estava à espera que, de repente, a imbecilidade que escreveu se transformasse em bela e floreada prosa de jeito, mas já tirou daí o sentido… 

Enfim, parece na catequese o mau perder não é considerado uma falta grave… 

Fraco argumento. E é fraco por isto: porque o termo correcto não é, nunca foi, «impregnado», mas sim «associado». Tire-se o Cristianismo à Europa, e o essencial da sua cultura mantém-se intacto.

– AAAAhahaha! É pá, essa é … desculpe, vou-me controlar :o) Muito giro, muito giro…

Não, esse argumento também não serve. Esforce-se mais…

Aliás, é facto que a religião cristã está a perder terreno a olhos vistos em toda a Europa, e não é por isso que os Europeus passam a ser menos europeus.

– Olhe, há quem diga que sim, é a chamada “perda de valores” que avassala a Europa

Acima disso, é outra coisa, bem melhor: é a Europa a livrar-se de corpos estranhos. O homem europeu não é compatível com a subserviência a um Deus estranho e todo-poderoso, com um credo que ordena a humildade e condena o prazer, um credo que menospreza a liberdade. A revolta começou há muito, no Renascimento. E, desde então, tem vindo a desenvolver-se. Tarde ou cedo, tinha de acontecer, paciência….

Claro que os políticos politicamente correctos, que não querem ofender as minorias, e os neo-pagãos de pacotilha que andam por aí, acham que a nossa cultura não tem nada a ver

Chhhiu, tenha calma. Perdeu, está a perder, ao menos mantenha a dignidade, deixe-se de estar a apelar. Os neo-pagãos sabem bem qual é o lugar de beatos do Judeu Morto, especialmente dos mais obscurantistas. E, já que gosta tanto de nomes sonantes, olhe, ponha-se a ler Louis de Rougier, que, não sendo pagão (tanto quanto sei), mostra-lhe a sua cara, Ovelha Negra, em todo o seu «esplendor». Poderá não gostar do que vai ler, mas olhe, tenha fé e aguente-se…

com a religião que caracteriza a Europa há uns 1500 anos…

Com a religião que se impôs pela força à Europa há mil e quinhentos anos, mas que para o fazer teve de se adulterar, e que agora está agonizante, não por comando superior dos «politicamente correctos» (os quais, ao fim ao cabo, são descendentes espirituais bastardos desse credo), mas pura e simplesmente porque os Povos estão fartos. Fartos dessa fé miserabilista, contrária ao mais fulgente e autêntico sentir dos Europeus.

A primeira deriva da percepção de uma cultura comum, da tomada de consciência civilizacional de um conjunto de povos como sendo parte de um todo

Bem, isso começou com a Romanização do Ocidente. Aliás, aquilo a que se chama o «Homem Europeu» é a fusão do romano com o germano, tendo o celta por substracto. O Cristianismo está aí presente a título circunstancial, visto que não constitui o cimento que originou esta síntese romano-germânica.

De qualquer modo, você é que não percebeu e por isso volto a explicar-lhe: você está preso aos conceitos em si, como se o conceito fosse o criador da realidade, como se a realidade só passasse a existir depois do seu conceito ser formado. Por isso é que está a dizer que só há «Europeus» desde o Cristianismo, só porque, coincidentemente, o termo «Europeu» começou a ser usado mais ou menos durante os primórdios da Cristandade oficial.
Ora isso não interessa a ponta dum gafanhoto para o que estamos a discutir. O que nos interessa mais não é a civilização histórica, como já lhe foi explicado em mensagem anterior, mas a própria identidade étnica dos povos.
Não nascemos com a Cristianização da Europa, já cá estávamos muito antes. Percebe? O que somos hoje, e o que queremos preservar? Somos povos caucasóides de língua indo-europeia. É isso que, essencialmente, nos define. Temos também a consciência cultural, e até étnica, duma longa história, que inclui, consoante os povos, Celtas, Romanos, Gregos, Baltas, Eslavos, Germanos, Dácios. Rómulo, Homero, a Ilíada, a Odisseia, a Eneida, Júlio César, Alexandre, Sócrates, Platão, Aristóteles, Heráclito, Solon, Péricles, Leónidas, Vercingetorix, Viriato, Olíndico, Arminius, Octávio César Augusto, Marco Aurélio, tudo isto e muito mais está na raiz do que a Europa é, e nada disto precisa de qualquer referência cristã para brilhar ou sequer para ser. E é isto a Europa, e NÃO HÁ Europa sem isto. E isso vem-nos dum passado longínquo, muito anterior sequer ao nascimento do trisavô do seu Judeu Morto.

Mas você diz que não, porque o que interessa é “o momento em que se deu a « tomada de consciência civilizacional»”. Portanto, a seu ver, não há Europa antes de haver uma «tomada de consciência civilizacional». Isto tem imensa PIADA, vindo de quem, logo no início, dizia que não era preciso ter consciência do que se era, bastava ser-se, ahahahahahahh.

Ó Ovelha Negra, francamente – lá na catequese, ou no seminário, não lhe ensinaram a ler o que escreve? Proibiram-no, porventura, de estudar Lógica? 

Continuando – ora se uma coisa só existe a partir do momento em que é nomeada, ou, para usar vocabulário do seu, a partir do momento em que há uma «tomada de consciência», tem-se que, se não havia Europeus antes dos Europeus saberem que eram Europeus, então também a Terra não girava em torno do Sol antes de Copérnico o descobrir.

Entendeu agora ou ainda quer um desenho?

A Cristandade é o factor decisivo, distintivo, face aos “outros”
Nunca o foi. Ou então, também o norte de África pré-cristão era europeu… :)

– Se o Caturo assim o diz… O Norte de África era romano, disso não há dúvidas. Não chegou a ser europeu porque não se tinha atingido essa consciência quando aquela região foi conquistada.

Mau… mas agora a consciência de se ser conta para tudo? Ó Ovelha Negra, quem o viu e quem o vê….

Mas foi importante para a formação da cultura cristã e europeia,

Assuma – pela sua «lógica», o norte de África fez parte da Europa. Ponto final. Portanto, a seu ver, os Coptas também são europeus, uns europeus perdidos nas terras de Mafoma… é preciso ir lá descobrir um Prestes João, força nisso, Ovelha Negra, ahahahahahaahhh….

veja-se S. Agostinho

Olha, outro bom europeu, um dos principais senão o principal doutor da Igreja Católica, ainda hoje uma referência incontornável da Cristandade… portanto, para o Ovelha Negra, o norte-africano em questão era um bom e verdadeiro europeu. Fica registado.

Em termos civilizacionais, o que distingue a Europa é o legado dito clássico, greco-romano: filosofia grega, arte grega (estética), administração romana. Ponto final.

– Então os bálticos, eslavos e escandinavos pré-cristãos não são europeus porque não têm essa civilização

Você precipita-se, tal é a pressa de escapar… tenha calma e leia com atenção: eu disse, com toda a clareza, «em termos civilizacionais». Mas também já estou farto de EXPLICAR que uma coisa é a cultura, outra é a civilização. A civilização europeia é sim greco-romana, e esta chegou a toda a parte do velho continente, até mesmo ao extremo norte da Escandinávia, ou então aquela gente nem sequer escrevia com o alfabeto latino, nem tinha universidades com filósofos, nem tinha a Ciência Ocidental, nem tinha por lá havido um descendente de Vikings tão «romano», tão «romano», que até latinizou o nome (Carolus Linnaeus).

Agora, antes e acima da civilização, está a cultura étnica. Os Baltas, os Eslavos, os Escandinavos, não faziam parte da civilização europeia, claro que não, mas sempre foram inequivocamente Europeus, duma ponta à outra (se calhar mais do que os Europeus do Sul, segundo alguns, mas isso é discutível).

E já agora, o que ligou, amalgamou tudo isso e o transportou para o resto da Europa foi o Cristianismo

A civilização romano-germânica estendia-se pela Europa já antes da cristianização. A presença da doutrina do Crucificado foi puramente circunstancial.

Os eslavos só adoptaram elementos “clássicos” quando se converteram,

Pois, mas continuam a poder conservar esses elementos clássicos mesmo abandonando o Cristianismo, como se viu no passado século e se continua a ver. Isto sim, é o ponto final.

– Quanto aos Bálticos, este não adoptaram o cristianismo “de Leste”. Aprenda História que só lhe faz bem e sempre evita embaraços

Grande embaraço, uma questão de pormenor que em nada altera o significado do que estou a dizer. Mas, já que está em maré de aprender alguma coisa sobre o Báltico, fica desde já a saber que na Letónia, ao contrário do que se passa na Lituânia, a comunidade ortodoxa é forte, e, pasme, até tem uma Igreja nacional.
http://en.wikipedia.org/wiki/Latvian_Orthodox_Church

Portanto, quanto a embaraços, estamos conversados…

– Por outro lado, eu não disse que os russos não são europeus. Se bem reparou, eu disse que não pertencem à Cristandade

Você andou por aí com uma salganhada de todo o tamanho, e agora está a ver se compõe o ramalhete. Ao deprimente e pobre quadro que traçou, feito de peças coladas com cuspe, chama você «complexidade». De resto, eu disse que você disse que os Russos não eram europeus? Pode demonstrá-lo? Não me recordo de o ter feito…

(conceito que apenas abarcava a Igreja de Roma) e que não são “europeus” (entres aspas) como os Ocidentais.

Conceito absurdo, visto que de modo algum se pode dizer que o Ocidente da Europa detenha a chave da verdadeira «europeidade».

se não entendeu o que eu escrevi

Correcção – você é que não entende do que escreve.

Se a nossa cultura (europeia) fosse apenas cristã, então também os Coptas do Egipto eram «dos nossos», porque são europeus. Claro que o Ovelha Negra sabe disto, mas estava a ver se a gente também sabia, aquilo era só ele a brincar…

– Não, o Caturo é que anda a tentar brincar, mas não consegue,

Bem, pelos vistos consigo, porque agora mesmo brinquei mesmo na sua cara e a sua mísera resposta reduz-se a esta pobreza:
pois já vi que percebe de muitas coisas menos da poda. Se calhar anda a ler as coisas erradas, ou então lê mal…

Ou seja, ficou-se caladíssimo de todo a respeito do carácter «europeu» dos Coptas. Parece que afinal isso aí dentro dessa cabeça (onde eventualmente não haverá muito espaço, e o que houver já está preenchido, embora mal) anda confuso…

Por conseguinte, brinquei e continuo a brincar, impunemente, enquanto você não se dignar a apresentar uma resposta decente.
Aguardo.

– Referiu o Platão, perguntando-me se ele era europeu. Era sim senhor, da mesma maneira que o Viriato era português!

Ah, percebo… portanto, para si, o ser europeu é uma coisa inventada em Bruxelas. Os povos da Europa antiga não eram europeus, porque ainda nem sequer havia CEE… pois, com uma tibieza de entendimento destas, como é que alguém pode entender seja o que for do que é a Europa? Continua preso numa visão tacanha de quem não está de facto familiarizado com o que é realmente a Europa, tem por isso a noção de que esta é uma construção civilizacional, em vez dum dado à partida. Enfim, a mediocridade do costume quando se fala com salazaristas.

Ó homem, como é que ele poderia ser europeu se se esse conceito não existia???

E como é que a Terra podia girar em torno do Sol quando esse conceito não existia?…
A Europa NÃO É uma construção civilizacional. É um dado À PARTIDA, independente das consciências humanas.

NÓS dizemos que ele era europeu; ELE não se definiria como tal, definir-se-ia somente como grego, na melhor das hipóteses.

Também os primeiros cristãos não se definiriam como europeus, nem sequer os cristãos de Constantino e seguintes. Do mesmo modo, estes povos também não sabiam que eram indo-europeus, mas eram-no.

Aliás, o Platão seria dos tais que achava que os macedónios (de origem helénica) eram semi-bárbaros,

O Platão afirmava a coesão da Nação Grega, a tal ponto que chegou a dizer que uma luta entre Estados gregos era como uma guerra civil.

– Ceeeerto. Então vamos lá ver:
Qual é a parte greco-romana da cultura húngara? A língua não é,

É o alfabeto, a administração, a arte, a arquitectura, a cultura erudita e filosófica. Chega?

só se for na sua cultura vivencial, política e religiosa, mas isso não é cultura étnica, é aculturação,

Evidentemente. Foi precisamente o que eu disse…

e provêm do Cristianismo.

Não, não provém. Para quem queria dar lições de História, esta saiu-lhe particularmente mal. E olhe, nem era preciso tirar uma licenciatura para saber que a Hungria fazia parte da Romanidade, e foi por aí que a cultura clássica lá se estabeleceu. Aprenda mais esta:
http://en.wikipedia.org/wiki/Hungary_before_the_Magyars

Olhe, até lhe facilito o trabalhinho de procurar, para não lhe fazer doer a cabeça:
The four centuries of Roman rule created an advanced and flourishing civilization. Many of the important cities of today’s Hungary were founded during this period, such as Aquincum (Budapest), Sopianae (Pécs), Arrabona (Győr), Salva (Esztergom), Savaria (Szombathely) and Scarbantia (Sopron). Christianity spread in Pannonia in the 4th century, when it became the Empire’s official religion.
Ou seja, COMPLETAMENTE AO CONTRÁRIO do que você diz, foi a Romanidade que para lá levou o Cristianismo, não foi o Cristianismo que para lá levou a cultura clássica.
Eu bem lhe disse, Ovelha Negra, que isso de reduzir a Europa ao Cristianismo só dava chatice, mas você não me quis ouvir… agora aprende mais esta.

tinha ficado com a impressão que o Caturo condenava a assimilação

Sem dúvida. E, de facto, isto só comprova que tenho razão – um exemplo destes serve de precedente para você a seguir tentar meter os Libaneses na Europa, e os Judeus, e os Turcos. Se porventura eliminássemos a população húngara, já você não tinha o que dizer.
Mas, ainda assim, não tem mesmo muito que dizer… é que as regras não são afectadas pelas excepções, e seria desumano proceder ao extermínio, ou expulsão em massa, da população húngara. Completamente cercada por povos indo-europeus, e tendo até precedentes indo-europeus (Trácios, Dácios), o País pode ser integrado na Europa sem problemas de maior.
Mas pode ser integrado precisamente porque duma minoria muito reduzida se trata. Nada tem a ver com a Turquia, por motivos óbvios… e, quanto ao Líbano, se bem que este país seja mais pequeno, não há razão absolutamente nenhuma para o integrar na Europa, só porque você e outros beatos querem meter no velho continente tudo o que é cristão (daqui a pouco chegam ao Egipto…). O desejável era que o caso da Hungria não existisse, mas, já que existe, é deixá-lo ficar.

. Ai dos libaneses cristãos que vivem por cá, que falam português (sem sotaque nem pronúncia, ao contrário do seu negro!)

O negro de que falo não tinha nem sotaque nem pronúncia… além disso recordo que nunca me passou pela cabeça meter na Europa um país negro a partir do exemplo dum negro ou de meia dúzia, ou de cem, ou de mil deles, ao contrário de você, que por conhecer meia dúzia de libaneses educados em Portugal, já quer enfiar o Líbano no continente europeu. Isto é a mistura do «porreirismo» mesticeiro tuga com a beatice cristã.

Por isso é que judeus não podem ser europeus, porque mesmo os assimilados à nossa cultura têm uma “raiz étnica” não europeia e a língua oficial de Tel-Aviv é não europeia,

Correcto.

Posto isto, de certeza que para o Caturo nada pode impedir os turcos de serem europeus. A sua constituição racial é maioritariamente europeia (basta ir lá e ver); sua língua não é indo-europeia (mas a dos húngaros também não);

Já expliquei de sobejo o caso dos Turcos. Só mesmo o desespero argumentativo mais cretino é que pode recorrer a algo mais que batido.

a sua relação com uma religião semita universalista, como sabe, é algo superficial,

Pelos vistos, você é que não sabe. Não tem tomado atenção às notícias da Turquia há pelo menos cinco anos, se não for mais tempo. O Islamismo está aí a crescer a olhos vistos, e a MINORIA laica desse país anda assustada com o facto. Ignorar isto e todavia falar como se percebesse do assunto é, mais uma vez, a sua imagem de marca.

quando não mesmo indiferente; e a sua “cultura énica” (Völkskultur) tem tanto de greco-latina como a dos húngaros… olhe, até têm mais: na Turquia até têm gaitas de foles, esses malandros altaico-semitas não-indo-europeus! Ah, mas se calhar a origem dessa gaitaria toda é a mesma da da Grécia: os gálatas, que devastaram a Grécia e depois mudaram-se aos milhares para a Anatólia.

Há várias teorias quanto à origem do instrumento, uma delas situa-a nos Balcãs. Aliás, os Gregos também a têm, mesmo sem serem celtas.

– E com tudo o que escreveu, o Caturo ainda não me esclareceu cabalmente quanto ao culto dos nossos ancestrais ao qual, presumo eu, deveríamos voltar.

Também não me perguntou… mas pergunte, que respondo…

Já percebi, contudo, umas coisas:
1º – que o Caturo tem dotes para o desenho (espero que não me desenhe um menir, que ainda posso levar a mal!)

Até posso ter dotes para o desenho, mas não há desenho que resista quando o receptor não distingue um elefante duma corneta.

2º – Que nos paganismos ocidentais, a teologia era secundária e que o essencial era o culto

Correcto. Era assim pelo menos nos Paganismos ocidentais mais bem conhecidos, o de Roma e o da Grécia. Se lesse alguma coisinha a respeito do assunto, talvez viesse a saber que as religiões clássicas são uma questão de ortopraxia, não de ortodoxia. Qualquer pagão grego, ou romano, podia livremente discutir o significado e a natureza dos Deuses, sem que isso interferisse na Religião, que era o ritual. Isto fez com que, dum modo geral, a tolerância religiosa fosse reinante. Não havia aí grande espaço de manobra para que, por exemplo, os que afirmam uma trindade chacinassem ou fossem chacinados pelos que dizem que o filho não é nada o mesmo que o Pai, como aconteceu no Cristianismo em larga escala, desde a Antiguidade até depois da Idade Média.

(claro, não sabem qual era a teologia,

Sabem, sabem. Conhecem o que dizia Platão, o que dizia Cícero na «Da Natureza dos Deuses», o que dizia Celso em «Discurso Contra os Cristãos», o que dizia Juliano, o que dizia Sallustius no «Sobre os Deuses e o Cosmos» (não, nenhum deles se chamava Adriano Moreira, nem Gellner, tenha paciência… olhe, vá-lhes perguntar se eles conhecem estes nomes…). Mas sabem também que uma coisa é a teologia e outra é o ritual.

por isso têm de dizer que era secundária! Mas também não sabem qual era o culto,

Sabem, sabem. E sabem por exemplo que as Divindades Lusitanas chegaram a ser adoradas com o culto romano, como as epígrafes dessa época o demonstram. Ora, nós ainda somos em parte latinos, pelo que nada obsta a que honremos essas Deidades Ancestrais através do ritual romano, que é suficientemente bem conhecido para ser hoje praticado.

Mas olhe que, ainda assim, mais valia nada saber dos Deuses dos Antepassados e mesmo assim dirigir-Lhes orações, como se pudesse, do que continuar subjugado ao credo do Judeu que morreu longe.

E também já pecebi que,

O que você já devia ter percebido há muito era que não percebe do que fala. Ao menos, faça como Sócrates (se o Adriano Moreira falar dele, claro).

– Por fim, para o Caturo, para se ser europeu, é só preciso ser-se geograficamente da Europa, de raça branca e duma cultura cuja raiz histórica esteja na Europa. E fora com o Cristianismo, pois, aliás, “só o pagão é integralmente europeu”.

Correcto.

Portanto, os escandinavos e os bálticos eram europeus, mas já não são porque se tornaram luteranos,

Não, eu não disse que já não o eram. Tem ao menos de evitar aplicar a mim os raciocínios pobrezinhos que você faz a respeito das coisas – porque VOCÊ é que cai no supremo ridículo de dizer que um povo só é europeu quando adopta uma determinada doutrina, não eu.
Sucede simplesmente que os paganismos são as religiões nacionais da Europa. A adopção dum credo estrangeiro não faz ninguém cair abaixo do continente, mas seguramente que descaracteriza os Povos. Por conseguinte, os Escandinavos e os Bálticos não deixaram de ser europeus quando se tornaram luteranos, mas seguramente que passaram a ser europeus dum modo incompleto. E gravemente incompleto, foram por assim dizer decapitados, espiritualmente falando.

mas afinal ainda são porque são brancos e são geográficamente da Europa, ao contrário dos húngaros que não são geográficamente da Europa

Não são geograficamente da Europa? Vai de mal a pior…

mas são europeus porque estão na Europa e são racialmente miscigenados com europeus, tal como os libaneses que vivem cá e que se misturaram com portugueses,

Conclusão do Ovelha Negra – se há uns libaneses que cá vivem e falam Português, então o Líbano já pode fazer parte da Europa. O Líbano, Angola, Cabo Verde, todos esses, que têm cá gente a viver que fala Português. Aliás, a Índia também pode fazer parte da Europa, visto que a comunidade hindu em Portugal é seguramente muito maior do que a libanesa, e alguns indianos misturaram-se com portugueses, e falam muito bem o Português. Mas esses não podem, não podem não, porque não se ajoelham ao Vosso Senhor Jesus Cristo… .)

Meta na cabeça que a Europa NÃO É um truque porreiro para evangelizar o mundo, ou pelo menos os arredores mais «integráveis»… Não é. Acabou-se a mama.

Comentar por Caturo

Caro Arqueofuturista, o Caturo é que com a sua visão sectária, quando não insultuosa, acaba por afastar outros, os que não partilham das suas teses linguístico-religiosas.
Aprenda a fazer POLÍTICA!!!

Do ponto de vista estratégico e político é um erro grosseiro atacar, por tudo e por nada, o cristianismo, ou será que ele, o Caturo, pensará que os portugueses de repente, tal qual milagre evangélico, se converteram, num ápice, ao “endovelismo”! Ele lá sabe…..

Saudações Identitárias.

Ps/ E afirmar que os ciganos (só porque falam ou falaram uma língua Indo-Europeia, mais Indo do que Europeia) estão mais próximos de nós do que os “semitas” loiros das montanhas do Líbano,por favor, é caso para dizer: valha-nos Deus, ou se assim o preferirem valham-nos os deuses…..

Comentar por Miazuria

Miazuria, deixa-te de estar a apelar por «aliados» nesta discussão, que isso fica-te mal. Para começar, NÃO FUI EU quem aqui veio atacar ou desmerecer outros credos, mas sim o Ovelha Negra, com a seguinte deixa:
Pose-se mesmo afirmar que eles só passaram a ser europeus, e aceites como iguais, quando adoptaram o cristianismo. Até lá não passavam de bárbaros sedentos de sangue.

Isto sim, é um insulto à Europa autêntica e uma beatice das mais fanáticas, disfarçada debaixo duma análise «cultural» baratinha.

Eu, da minha parte, limitei-me a pôr cobro às pretensões do Ovelha Negra. E, além do mais, «isto é a gente falar», estamos aqui, com um público muito restrito (se houver mais do quatro ou cinco pessoas a ler este debate é uma sorte), não estamos a falar para todo o Povo.
De qualquer modo, o Povo está a descristianizar-se em boa velocidade, todo o Povo da Europa, incluindo os Portugueses. E, quanto ao «Endovelismo», bem, o Paganismo cresce a passos sólidos nos países europeus mais poderosos – Reino Unido, França, Alemanha, Rússia, Polónia – e o movimento começa também a chegar a Portugal e à Espanha.

Quanto ao resto, vejamos… dizes tu que isso de dividir os povos com base na língua é do século XIX.

Bem, bem, vamos lá ver em que ambiente é que estamos a debater… mas é do século XIX segundo quem

Se vamos a isso, então é preciso lembrar que os mesmos que dizem isso, são os MESMOS que dizem que dividir os povos por raças é IGUALMENTE uma classificação do século XIX. Assim, o Miazuria gosta do discurso modernaço para atacar pontos de vista alheios, mas não aplica esse mesmo discurso aos seus critérios de avaliação…

Para cúmulo, o Miazuria até fala em «epiderme», o que até os racialistas mais instruídos sabem ser secundário. O essencial para definir a raça não é a cor de pele, como já se sabe há muito.

Mas já agora… mas qual epiderme? Duvido que os alvíssimos norte-europeus, e eslavos do norte, estejam dispostos a reconhecer libaneses e turcos como «seus». Aliás, isso até pode vir a ser um problema, visto que muitos dos skins russos atacam tudo o que seja moreno, incluindo arménios e até alguns italianos. Essa questão é pois já demasiado problemática para agora se estar a complicar ainda mais a questão, ainda por cima se necessidade absolutamente nenhuma. Nada, rigorosamente nada, ganhamos em forçar as portas do continente europeu para cá enfiar o Líbano e a Turquia. E Israel. O que tem a este propósito mais piada é que no fim o Miazuria até diz que os Libaneses loiros são dos nossos, e que os Ciganos o não são, baseado em quê?, na cor, pois então. Portanto, confirma-se o absurdo que denunciei acima: quem assim pensa queria estar à porta da Europa a escolher quem é que podia entrar, de aparelho especial em punho, para medir a cor de pele de cada um…

Claro que isso só originaria a divisão de povos ao meio, e a inclusão na Europa de uma amálgama de «refugiados raciais» que não teriam etnicamente nada a ver com qualquer país europeu, mas pronto, tudo em nome da Cristo-branquidão…

Com os Ciganos, ao menos, não há esse problema, visto que têm bem segura a sua identidade étnica, e, em havendo ordem policial e estatal, não se esticam, por assim dizer. Não constituem pois uma massa de gente à deriva, a vaguear, como seriam os libaneses loiros e «lusos» do Ovelha Negra e do Miazuria.

Quanto aos Indianos, são de facto diversos entre si, mas isso em nada nos prejudica. Eu nunca disse que era preciso meter a Índia na Europa, não sou como aqueles que querem incluir o Líbano na Europa. Reconheço simplesmente que o essencial da Índia, o elemento dominante, é-nos afim, e é com isso que temos de contar para a futura política global. É em nome disso, e da Democracia, que o Ocidente pode e deve fortalecer laços com os nossos primos hindus, exemplares no que diz respeito à salvaguarda da sua religião ancestral.

E já agora, misturas raciais também os Europeus têm. E não precisamos pois de nos preocuparmos com a presença do sangue negróide na Índia, é que também nós temos que fazer cá pelo burgo… ou porventura vão querer pôr fora da Europa os poucos portugueses com sangue negro das margens do Sado e de Alter do Chão?

De resto, Miazuria, já se sabe o que é que tu consideras «dos teus». Desde que vieste para aqui dizer que para ti o tal norte-africano que se passou do Islão para o Cristianismo sob os auspícios do papa, perante as televisões de todo o mundo, para ti esse é um dos «teus». Para mim, não. Para mim o sujeito continua a ser um norte-africano, e não é a conversão a um credo que dominou a Europa que faz dele um europeu.

E repito o que disse ao Ovelha Negra: a Europa não é a Cristandade, nem tampouco pode ser um truque para evangelizar o norte de África. Essa situação em que os Europeus serviam os interesses do Estado Papal em todo o mundo, essa situação acabou. Aliás, até já há vozes na Igreja a querer separar o Cristianismo da ideia de Ocidente, precisamente porque percebe que a doutrina ou é europeia ou é universalista.

Quanto ao Cristianismo, o Miazuria continua sem dizer nada a respeito do que afirmo. Limita-se, como sempre se limitou, a dizer que são «asneiras». Pronto…

Comentar por Caturo

Provavelmente ele não diz nada, assim como eu já não o vou dizer, porque perdeu a paciência para estabelecer diálogo com um recalcado…

Boa sorte!

Comentar por Filipe

Atenção à linguagem. Quem não sabe debater ideias deve abster-se de participar em debates. Noutro tópico pedi aos intervenientes para se acalmarem nem que seja pelo bem-estar da camaradagem existente entre todos.

Comentar por arqueofuturista

Olha, ia dizer uma coisa semelhante…!

Ó Caturo, parece que você tem fãs! Parabéns! Mais um que se afastou depois de ler o que você escreve…

Então isto é assim:
– em primeiro lugar, deixe-se desses traumas quanto aos “beatos de sacristia”. Se levou tau-tau na catequese, ou se tinha uma tia beata que cheirava a mofo, não é por isso que deve ter tãos maus fígados face à religião que caracteriza todas as cidades da Europa. Olhe, na verdade, eu até sou daqueles que vâo à igreja uma vez por ano. Ah, e também está com azar, não sou um salazarento que pensa que Angola é nossa. Mas tenho consciência de que o cristianismo é fundamental na cultura europeia. Depois de referir Platão, Marco Aurélio, Leónidas, estranho que não tenha referido S Bernardo; S Inácio de Loyola; S Bento, S Francisco, S António, etc., mas claro, esses você prefere ignorar;
– A tal “consciência indo-ariana” do qual é preciso ter vai conduzir a quê, a uma grande aliança dos povos indo-arianos? Com base em quê, numa ancestralidade comum? SE é nisso que pensa, então deve estar a brincar!
– O Caturo continua a confundir psicologia e sociologia com geofísica e cosmologia. Já lhe disse que a Terra gira à volta do Sol mesmo que não saibamos disso, mas um povo só passa a ser povo quando toma consciência disso, até lá é um conjunto de tribos, etc. Por isso é que o “Discurso” do Fischte é tão importante, mas enfim, dedique-se antes ao seu Endovélico que é capaz de ter mais paciência para os seus discursos…
– no artigo sobre a Panónia, o Caturo poderia ter referido que após 370DC a região deixou de estar efectuvamente sobre controlo romano. Aliás, já vários federados habitavam-na, sendo que o processo de “desromanização” terá sido tão mais rápido quanto mais chegavam novas vagas de povos, como os godos, os gépidas, os ávaros, etc. Vai-me dizer que de 370 a 900 a latinidade se manteve “só porque sim”, sem que houvesse romanos na região, sem que houvesse instituições para manter a romanidade? O Caturo vai negar que foi a Igreja quem manteve o que restava do mundo latino aquando das invasões bárbaras? O Caturo acha que os Merovíngios, os Carolíngios e a diniastia Otoniana estabeleceram sólidas alianças com a Igreja, detentora de todo o saber, por terem um enorme desejo de se afastarem das “raízes étnicas da sua estirpe”? E vai negar o facto de que os magiares só foram aceites como iguais, não-bárbaros, depois da sua evangelização?
– os autores que eu citei são apenas para sua instrução. Não tenho vagar para colocar aqui frases inteiras, como o Caturo parece ter. SE quiser leia-os, se não quiser não os leia, é consigo.

Por fim, e para acabar com a conversa, dois conselhos:
1º – instrua-se;
2º – deixe-se de recalcamentos, dos intelectuais e dos outros.

Saudações identitárias

Comentar por Ovelha Negra

Melhor faziam o Caturo, Miazuria, Ovelha Negra e ouyros se se deixassem de tretas, e todos remassem para o mesmo lado, em vez de perderem tempo com discussões em que nenhum de vocês vai mudar de opinião. O inimigo está lá fora. Escrevam para aí, mas alguma coisa positiva e que faça o nosso movimento crescer. Quem vos pede isto é um amigo.

Comentar por Um amigo

Pois eu também fico por aqui porque já não tenho paciência, nem pachorra para fundamentalistas pagãos.

Parece que o caturo só lê o que quer ler, só vê o que quer ver e só interpreta em conformidade com as suas palas. Um obcecado com a india (porque será?), com o Líbano, ( onde é que escrevi ou afirmei que o Líbano ou Israel deviam integrar-se na União Europeia? Ainda por cima é desonesto do ponto de vista intelectual!!!)
Mas não foi você que um dia escreveu que os Húngaros não eram europeus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Quanto às raças a minha classificação, aliás sobejamente conhecida, não seja mesquinho caro Caturo, confinam-se ao lugar comum das correntes antropológicas, que aliás você deveria conhecer, caucasianos,vulgo brancos, (os Líbaneses são caucasianos, os Israelitas também o são, assim como ALGUNS indianos), negróides,( vulgo pretos, existem também na India) mongóis(vulgo amarelos ou orientais, existem também na India). Estas são as raças! Ser falamos de etnias estamos a falar de outra coisa.
Mas é no mínimo um pouco estranha a sua aversão ao critério da epiderme, daqui a pouco estamos a vê-lo a defender teses de que os peuls ou os tutsis são “caucasianos”porque não têm nariz achatados…..

Sim, defendi o tal egípcio como um dos meus no sentido de que ele defende os meus valores, e só isso, PERCEBEU?
Ou você já que impedir a possibilidade de as pessoas poderem mudar de religião?! Olhe que tal atitude não vai lá muito com a sua pseudotolerância, e com o seu liberalismo….pense bem!

E quanto a “semitas” e “Indo-Europeus”,sim, são classificações enfermadas quando falamos de raças (tema já bastante controverso pela sua complexidade). Existem línguas semitas e indo-europeias, NÃO existem raças”semitas” e “Indo-europeias”. Esta é uma classificação baseada em intenções ideológicas, nada mais. São os mesmos que acreditam nestas babuseiras que agridem os arménios e os italianosm lá pelo norte, sabe disso, não sabe caturo?
E depois ainda há aqueles que são do tipo mediterrânico, basta verem-se ao espelho, e continuam a adular ideologias baseadas no nordicismo ou a seguirem postulados que nada têm a ver com a nossa cultura e com as nossas raízes mais remotas.

A minha concepçao de Identidade é construída em referências genéticas, fenotopia (o que é visível), culturais e civilizacionais.
São estes os pilares, o resto é acessório.

E quanto ao cristianismo há muito que deixei de dar aulas de catecismo ou de teologia cristã, faço minhas as palavras, de um dos meus “aliados”, (só mesmo para rir), instrua-se!

E vou seguir o sábio conselho do AMIGO….

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

(Arqueofuturista, é esta que conta, apaga a anterior)

Mais um que se afastou depois de ler o que você escreve…

Pois, eu é que vim aqui atacar pessoalmente quem pensa diferentemente de mim…

De qualquer modo, os «mais uns» como o Felipe, dificilmente fazem falta ao Movimento, pois que quem se afasta só por causa de constatar a existência de divergências ideológicas, não é militante recomendável. Efectivamente, certos vícios mentais tais como a exigência da concordância total entre todos, sem que se possa discutir seja o que for, só agradam mesmo a quem não se dá bem com a liberdade alheia. E, com gente dessa, o Movimento só anda para trás.

Quanto às suas recomendações de psicologia barata, pode enfiá-las onde lhe fizerem mais falta – que não goste das críticas que lhe dirijo, é uma coisa com a qual tem de lidar e vai continuar de ter de lidar, mas escusa de tentar descer ainda mais o seu nível de conversa com as pretensas referências à intimidade alheia, que isso só ridiculariza ainda mais a sua já de si paupérrima exibição. E também não lhe perguntei quantas vezes vai à missa, ao menos seja homem e deixe-se de estar aqui a partilhar os seus hábitos pessoais, isto aqui não é o seu confessionário.

Quanto a filósofos do Ocidente, você bem se esforça por destacar os da Cristandade, não podendo todavia negar que todos eles vivem, de certo modo, à sombra de Platão e de Aristóteles, ou seja, é nos tempos da Paganidade que se encontra o essencial da Filosofia europeia, o que não deixa de ser interessante e significativo…

No que respeita às suas recomendações de leitura, insira-as no mesmo local em que já lhe mandei meter as suas análises «psicológicas», é que recomendações de leitura também eu lhe fiz, mas você preferiu dizer que os seus autores eram outros (e, no caso, NEM TINHAM NADA A VER com o assunto :) ). De resto, essas recomendações que fez de nada lhe valeram, é que nem sequer se dignou a vir aqui referir o que Anthony Smith teria afirmado em auxílio da sua teoria sobre a Nação. Isto porque o seu método de discussão revela mais uma vez a sua mentalidade: em vez de trazer aqui argumentos e citações, como eu tive o trabalho de fazer, em vez disso, dizia, limitou-se a atirar com nomes para o ar, como se os seus tutores mentais o pudessem proteger da polémica. Escudou-se atrás deles e «prontos», ficou o caso arrumado…

Compreende-se que tenha esse tipo de reacção num debate – ao fim ao cabo, a discussão de ideias é coisa perigosa e lá na catequese devem ter-lhe ensinado que basta dizer que «é assim porque a Bíblia diz que é!», e, consequentemente, usar o argumento do «magister dixit» («O Mestre disse!») para resolver qualquer discussão.

Ora o Ovelha Negra tem de perceber que essa estratégia não pega numa discussão de adultos nos tempos actuais, sobretudo porque, como agravante, o Ovelha Negra não chega sequer a citar o que os seus mestres dizem, limita-se a dizer que eles disseram que…

Ou seja, eu apresento argumentos e citações, o Ovelha Negra limita-se, literalmente, a um «diz que disse».

Terá portanto de crescer um pouco, o que se adivinha difícil, enfim, vícios antigos duram a morrer, e não é por acaso que a grande contribuição da Cristandade para a Filosofia, a Escolástica, caracterizava-se precisamente por pôr a fé acima da razão e por recusar o debate… :)

Compreende-se portanto donde é que o Ovelha Negra herdou a mentalidade ovina (o nick foi aliás bem escolhido, com a particularidade de que o Ovelha Negra, em vez de obedecer ao pastor das outras ovelhas, obedece a um pastor diferente, mas a mentalidade é a mesma…).

No que respeita à consciência indo-ariana, já lhe expliquei ao que conduz – à união entre povos, tendo por base a recordação efectiva e activa duma ascendência comum, o que se revela essencial para quem, como os Nacionalistas, considera que a raiz étnica/racial é o essencial. Lá que você não acredite nisso, é consigo, mas é PRECISAMENTE NISTO que assenta todo o pensamento nacionalista contemporâneo, incluindo o pensamento identitário. Não é por acaso que a Direita intelectual mais esclarecida, já desde Alain de Benoist, aliás, já com Julius Evola, realça o valor das origens indo-europeias, e a tendência para tal só se fortaleceu com o pensamento identitário, dos quais são exemplos Guillaume Faye (por alguma razão chama ele «primos» aos hindus), Pierre Vial e Jean Haudry, professor universitário especialista precisamente no tema dos Indo-Europeus.

E também não é por acaso que certos salazaristas mostram algum desdém por esta valorização dos Indo-Europeus, é talvez porque, como nunca gostaram da Europa, mas sim da Lusofonia, percebem que o Indo-Europeu é o cimento para unir a Europa, dos Urais aos Açores, e claro, não gostam disso…

Acresce que, por coincidência ou provavelmente não, os povos indo-europeus são em geral, muito em geral, atreitos ao amor à Liberdade, nomeadamente à moderna encarnação desde ideal, a Democracia. A Índia, fiel à sua espiritualidade antiga, de raiz indo-europeia, é igualmente tolerante, tal como as indo-europeias Grécia e Roma também o foram, e tal como a Pérsia também o foi (antes da conversão ao Islão, bem como no tempo do Xá Reza Pahlevi, em que a Pérsia era relativamente menos islâmica…).

Depois, quanto a este discurso batido e rebatido,
O Caturo continua a confundir psicologia e sociologia com geofísica e cosmologia. Já lhe disse que a Terra gira
continua o Ovelha Negra, ou a mostrar que não percebeu ponta de corno, ou então a fugir, mas eu volto a explicar-lhe:
– que a Terra gira em torno do Sol, é uma verdade científica INDEPENDENTE da consciência humana;
– que a Europa e os Europeus já existiam muito antes do Cristianismo, É IGUALMENTE INDEPENDENTE da consciência humana.

Percebe? Trata-se de duas realidades INDEPENDENTES da consciência humana.

um povo só passa a ser povo quando toma consciência disso,

Ahahahahhh, mais uma vez se confirma que o Ovelha Negra se desdiz à grande e à francesa, é o buraco total na «lógica» – então afinal a consciência de ser é realmente necessária? :)
Foi o Ovelha Negra quem afirmou que, passo a citar,
Para mim, de facto, não é necessário ter-se consciência de que se é humano, basta-me ser humano. Há quem precise, contudo, de fazer um esforço mental para perceber aquilo que é.

Então afinal, Ovino Preto, é ou não é preciso ter-se consciência do que se é? Decida-se duma vez, escura cabeça de gado.

De qualquer modo, chega-se aqui a mais uma conclusão a respeito do seu ideário… pois se o Ovelha Negra diz (agora, ajhahhahah) que é a consciência que cria o povo, e se o Ovelha Negra nega com todas as forças o valor da consciência árica, ENTÃO é porque o Ovelha Negra não quer que haja uma união entre os povos europeus com base na consciência étnica, prefere que haja uma união entre os povos com base na religião cristã, um credo universalista, que é para assim poder enfiar o Líbano na Europa, e, se calhar, também Cabo Verde, como quer o seu mestre salazarista brando Adriano Moreira…
http://africaminha.blogspot.com/2005/02/euro-cabo-verde.html

dedique-se antes ao seu Endovélico que é capaz de ter mais paciência para os seus discursos…

Não, Ele já sabe que isto é verdade. Este discurso é mesmo para si, tenha paciência…

– no artigo sobre a Panónia, o Caturo poderia ter referido que após 370DC a região deixou de estar efectuvamente sobre controlo romano. Aliás, já vários federados habitavam-na, sendo que o processo de “desromanização” terá sido tão mais rápido quanto mais chegavam novas vagas de povos,

Diz você, esquecendo, ou ignorando, que muitos dos povos federados estavam já muito romanizados, o que em alguns e importantes casos serviu para manter ou mesmo reafirmar a presença da cultura romana. Foi o caso por exemplo dos Visigodos, que vieram para a Ibéria para lutar contra outros Germanos, os Suevos e os Vândalos, e vieram A PEDIDO dos Romanos, e, uma vez estabelecidos, mantiveram a cultura românica. Se alguma resistência indígena, ou germânica, subsistia, esta desapareceu por completo.

Por conseguinte, não é com essa conversa que o Ovelha Negra consegue realçar o papel da Cristandade, a qual, recorde-se, foi levada para a Hungria pela Romanidade, isto é, completamente ao contrário do que você afirmou. Tome nota.

No que toca ao papel da Igreja em manter a Latinidade, pois ninguém o negou. Efectivamente, os vigários de Cristo sempre souberam o que melhor lhes convinha, não foi por acaso que se estabeleceram em Roma, é que perceberam que Roma seria uma excelente plataforma para evangelizarem o mundo… portaram-se assim como aqueles vírus dos filmes de ficção científica que se apoderam dos corpos das pessoas para depois se passarem para os corpos doutras pessoas, só que este vírus foi especialmente esperto, soube escolher bem os «portadores». Uma vez controlando a Romanidade, tinham, só por isso, a vassalagem ou pelo menos a aliança de vários povos que, invejando o poder da Romanidade CONSTRUÍDO PELOS PAGÃOS ROMANOS, adoptaram tudo o que era romano, tal era o prestígio que a Águia Romana adquiriu em todo o Ocidente. Não foi por acaso que, já séculos depois da queda do Império Romano do Ocidente, o beato Carlos Magno continuava a dizer-se «imperador dos Romanos»; e, ligeiramente a leste, os Germanos construíam aquilo a que chamaram o «Sacro Império Romano-Germânico», encabeçado por um Kaiser (derivado do latino Caesar, e que entretanto também deu origem ao «Czar» russo… chegou longe, o nome pagão de César…). Era tudo uma questão de prestígio civilizacional, político, administrativo, militar especialmente, que a urbe pagã fundada por Rómulo adquiriu, graças ao esforço das mentes e das armas romanas sob os auspícios de Júpiter e de Marte…

Aprenda, se ainda for a tempo.

Comentar por Caturo

Meus amigos, é isso mesmo, sigam o conselho do amigo (postal 42) e a bem da camaradagem existente e da imagem exterior encerrem a discussão.

Abraço e saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Respondendo ao Miazuria, que está quase a ter um «chelique»:

Pois eu também fico por aqui porque já não tenho paciência, nem pachorra para fundamentalistas pagãos.

Coisa engraçada de se dizer antes de desbobinar longo texto… :)

Um obcecado com a india (porque será?),

Obcecado com a Índia o catano, mas qual obcecado com a Índia. Sucede simplesmente que a Índia é um bom exemplo em certas coisas, e que, além disso, é também um valioso aliado do Ocidente, não apenas contra o Islão mas também contra a China. De resto, não fui eu quem desta vez veio falar da Índia. Mas, se me falam no assunto, digo a minha opinião, evidentemente.

com o Líbano, ( onde é que escrevi ou afirmei que o Líbano ou Israel deviam integrar-se na União Europeia? Ainda por cima é desonesto

Ahahahahh, mas quem te mandou enfiar a carapuça? Eu disse que eras tu?

Mas não foi você que um dia escreveu que os Húngaros não eram europeus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ui, tanta exclamação. E depois o obcecado sou eu… :)
Por acaso, não me lembro de ter dito isso, mas lá que a questão é de difícil resolução, isso é. Em princípio, considero-os como Europeus.

Quanto às raças a minha classificação, aliás sobejamente conhecida, não seja mesquinho caro Caturo, confinam-se ao lugar comum das correntes antropológicas, que aliás você deveria conhecer, caucasianos,vulgo brancos, (os Líbaneses são caucasianos, os Israelitas também o são, assim como ALGUNS indianos),

Bem, ALGUNS israelitas também não são caucasóides, aliás, são negróides.

negróides,( vulgo pretos, existem também na India)

Sim, e também por lá há línguas não indo-europeias, mas toda esta gente é claramente minoritária e não afecta o conjunto geral, o de povo de raiz indo-europeia.

mongóis(vulgo amarelos ou orientais, existem também na India). Estas são as raças! Ser falamos de etnias estamos a falar de outra coisa.

Mas é de etnias que estamos também a falar, não é só de raças. A identidade dum povo não se limita à raça.

Mas é no mínimo um pouco estranha a sua aversão ao critério da epiderme,

Não é aversão, é racionalidade. É bem sabido que a cor de pele está classificada como critério secundário na definição racial. Quem não sabe isso, não tarda muito que esteja a classificar os negros albinos como bons europeus…

daqui a pouco estamos a vê-lo a defender teses de que os peuls ou os tutsis são “caucasianos”porque não têm nariz achatados…..

Isso era se eu fizesse análise simplistas como as tuas e me baseasse apenas num critério para determinar a raça… mas, já agora, parece que os Tutsis até reinvidicavam uma origem parcialmente caucasóide (hamita).

Sim, defendi o tal egípcio como um dos meus no sentido de que ele defende os meus valores, e só isso,

Pois isso é que tu não tinhas especificado…

Ou você já que impedir a possibilidade de as pessoas poderem mudar de religião?!

Que ridícula acusação…

Olhe que tal atitude não vai lá muito com a sua pseudotolerância,

Mete já de antemão na cabeça que tu a mim não me dás lições de tolerância.

E quanto a “semitas” e “Indo-Europeus”,sim, são classificações enfermadas quando falamos de raças

Ora isso é que é ser intelectualmente desonesto, porque eu NUNCA disse que havia raça indo-europeia, e, repito, NÃO estamos a falar apenas de raças, mas TAMBÉM de etnias. E existe uma família étnica indo-europeia, tal como existe uma família étnica semita. Mas o tema das etnias incomoda-te, vá-se lá saber porquê.

Esta é uma classificação baseada em intenções ideológicas,

Essa classificação que tu tão garbosa como ridiculamente «derrubas» não foi aqui defendida.

São os mesmos que acreditam nestas babuseiras que agridem os arménios e os italianosm lá pelo norte, sabe disso, não sabe caturo?

Não, não são. Quem agride os Arménios e os Italianos lá pelo norte são os que pensam COMO TU a respeito da cor da pele, porque não os atacam pela sua etnicidade e sim pela sua COR DE PELE. É a isso que conduz a TUA classificação. ENTENDES?

Se os skins russos que assim procedem pensassem como eu a respeito da etnicidade, não batiam em imigrantes e/ou turistas e/ou estudantes cuja origem étnica é a mesma que a dos Russos, indo-europeia, como é o caso dos Arménios e dos Italianos.
Mas, uma vez que pensam como tu, o seu raciocínio será outro: bem, muitos destes gajos do sul europeu são tão morenos de pele como os Turcos e os Libaneses. Portanto, ou a gente também aceita os Turcos e os Libaneses no seio da comunidade branca, ou então pomos os sul-europeus fora da carroça. É ASSIM que os nordicistas têm pensado ao longo das décadas, e pensam assim porque seguem essa estúpida classifcação epidérmica, o que atira com os sul-europeus para junto dos mediterrânicos não europeus.

E depois ainda há aqueles que são do tipo mediterrânico, basta verem-se ao espelho, e continuam a adular ideologias baseadas no nordicismo ou a seguirem postulados que nada têm a ver com a nossa cultura e com as nossas raízes mais remotas.

Pois, tal como aqueles que, a avaliar os Povos por causa da cor de pele, teriam tendência, se fossem coerentes, a considerarem os mais clarinhos de pele como os mais puramente europeus, o que vai precisamente servir a causa dos nordicistas. Só a tapadice mais opaca é que poderia evitar que se percebesse isto.

A minha concepçao de Identidade é construída em referências genéticas, fenotopia (o que é visível), culturais e civilizacionais.

Ou seja, deixas a etnia de fora, o que confirma o que eu disse acima.

Quanto ao cristianismo há muito que deixei de dar aulas de catecismo ou de teologia cristã, faço minhas as palavras,

Ahahahhhahah, boa escapadela à segunda ou terceira vez em que se te diz para justificares as tuas críticas…
Bem, não falas sobre teologia cristã porque já não dás aulas de catecismo… presume-se então que andes a dar aulas de Raça e Antropologia, porque disso já não receias falar… :)

Comentar por Caturo

Só um adendo em que ambas as partes se enganam, os skins russos não atacam armênios e italianos por desconsideração étnica ou racial, mas por desinformação mesmo, são uma cambada de bêbados, semi-instruídos, que respondem ao primeiro grito de mata-esfola, não tendo nada em comum com os verdadeiros nacionalistas e identitáriios russos.Provavelmente confundem os italianos com outros Tchórnii (negros, como se referem aos muçulmanos mais escuros) e as vezes armênios são atacados por outros grupos caucasianos como ossetas e georgianos nas brigas pelo domínio do crime organizado, prostituição e tráfico de drogas.Com relação ao resto da discução tenho que concordar com o Miazuria e o Ninguén em muitos pontos, mas o principal é que o camarada Caturo tem uma intransigência total no que se refere a aceitação de seus irmãos europeus, brancos e cristãos, pelo fato de serem cristãos, e isso, me desculpe, não o faz muito diferente dum muslo no que tange a intolerância.Para mim é fundamentalismo, pois não posso considerar mais européia uma feminista Wiccan, abortista, multicultural, em suma perniciosa socialmente para a Europa do que uma cristã ou judia branca que procrie e cultive bons cidadãos com orgulho de pertencer a sua raça e transmitir sua herança. estas são muito mais próximas de qualquer europeu do que a primeira.Só para constar- na década de 50, 25% da população mundial era da raça branca.Tanto o cristianismo como o judaísmo ainda eram fortes e sustentavam valores “horríveis” como a família, a tradição, a parcimônia, o trabalho, o mérito, com a queda destas crenças frente ao New Age hippie e à Igrja neomarxista-guevarista, e ainda a total destruição da Igreja católica pelo Concílio Vaticano II, o que se viu? O oba-oba feminista pílula + abortismo desenfreado, dezenas de milhões de pequenos euro-descendentes assasssinados e outros milhões não gerados, hedonismo, consumismo, egoísmo…. Hoje os brancos constituem menos de 10% da população mundial e caindo…Dentro desta porcentagem uma vasta gama de sexagenários para cima. O ponto é: ou o Europeu e seus descendentes recuperam um conjunto de valores que sedimente seu conjunto, e esses valores são sim iminentemente morais, e aí não falo em moral religiosa e sim em algo que toca em cada um: sua conciência de que a sobrevivência dos seus está em jogo (para mim é fácil, basta olhar para as carinhas dos meus quatro filhos para me lembrar disso a cada dia). Por isso amigo Caturo não nos considere inimigos na luta pela sobrevivência e não coloque todos os que se denominam cristãos no mesmo saco de gatos, branir sempre o universalismo cristão como inimigo da raça branca vai contra os fatos, e se afirma que ele tentou destruir a etnia indo européia, pouco me importa, pois a raça branca perseverou na Europa sob seu domínio e se difundiu pelos quatro cantos do globo.E coloco sim o critério raça acima de etnia, pois no dia que negros ,mulatos e mestiços resolvem massacrar brancos, eles não perguntam se ele é sueco, armênio, espanhol, kalash ou druzo antes de cravar-lhe a bala ou o facão, miram a cor da pele e os traços fenotípicos.

Comentar por Aldo Friederiksen

Portanto o que conta é a etnia.

Então uma criança alemã que fosse criada por um casal de hotentotes deixava imediatamente de poder fazer parte da nossa comunidade racial.

Sob o pretexto de defender a raça vocês são os maiores criminosos contra a raça. Os vossos nacionalismos étnicos estreitos de vistas causaram os maires desatres à nossa raça.

Á pála disso alemães brancos andaram a assassinar polacos e russos, sérvios a bósnios, alemães a judeus.

Sob o pretexto de um baptismo e meia dúzia de regras gramaticais vocês detroem a raça branca através do fratricídio.

Outra coisa, os libaneses que tu conheces devem ser um bocado especiais, porque eu não os distingo dos europeus do sul.

Afinal, se a raça não interessa, os bacanos da cova da moura são europeus e arianos de pleno direito visto que falam uma língua indo-europeia – o português.

O vosso mapa está errado. A verdadeira europa, cultural e racial inclui a américa do norte, grande parte da central e do sul, austrália e israel.

Comentar por molochbaal

Outra coisa, que eu saiba são as raças que criam as etnias e não o contrário. A etnia é parte da raça e não o contrário. A realidade maior será sempre a raça. O III Reich pecou porque a sua ideologia estava impregnada de preconceitos religiosos (cristãos) e nacionalistas. Ao pretender defender a raça, quase a destruiu. De facto, se hoje não podemos defender abertamente a nossa raça é pelas obtusidades que levaram, em nome da raça branca, a quase destruir uma etnia da raça branca (a judaica) e lançaram as etnias europeias umas contra as outras.

Comentar por molochbaal

Para que se compreenda até onde o preconceito se confunde com a estupidez, junto imagens de mulheres libanesas.

Vocês, com os vossos aturados conhecimentos raciais, tão, mas tão aturados que até conseguem afirmar que pessoas que não se distinguem fisicamente pertencem a raças diferentes se frequentarem igrejas diferentes, apontem as “enormes” diferenças raciais que existem entre estas mulheres e as nossas marias. Eu, pobre leigo, continuo a afirmar que, se não existem diferenças físicas é porque são da mesma raça. Mas vocês inventaram a raça não física, não material, muito etérea, muito leve. Tão leve que dá para justificar qualquer preconceito xenófobo – visto que não significa nada.

Faz lembrar o alemães a ter de montar sistemas informáticos de pesquisa de documentos genealógicos para detectar os judeus. Porque a olho nu, fisicamente, nada distinguia um judeu de um ariano.

Quanto ás “enormes” diferenças culturais, não sei porquê mas os SS também não conseguiam detectar nada, a não ser que descobrissem alguma menorah ou investigassem de perto as pilas dos judeus.

E assim, a brincar às casinhas, se destruiram todas as hipóteses de resurgimento da raça branca- a tal de que todas as etnias europeias fazem parte – incluindo a judaica.

Comentar por molochbaal

Outra coisa. O que é que vocês fazem dos persas ?

Quanto aos turcomanos de raça branca – existem tribos de loiros de olhos verdes – presumo que também não tenham hipóteses com vocês. Cultura diferente diraõ vocês, o que é que temos a ver com os povos da estepe ?

Os povos da estepe, para além de grande parte serem da nossa raça, seguem em grande parte o modo de vida do povo indi-europeu – o povo cita – que criou esse modo de vida. E aliás, os vossos queridos arianos provavelmente originários desas mesma estepe e eram nómadas como os turcomanos.

Mas pronto, vocês têm de deitar fora o menino com a água do banho e rejeitar metade da raça branca em nome da defesa da raça branca…

Comentar por molochbaal

http://www.lebanese.co.za/brenda.htm

Tinha-me esquecido das imagens de libanesas que por mais que tente não consigo distinguir das mulheres do sul da europa.

Vejam e apontem as difer
enças…

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Junto mais fotos de mulheres libanesas e de mais alguns países árabes. Poderão dizer que não passavam na Suécia. Mas em Portugal três quartos daquele pessoal podia estar na queima das fitas que ninguém dava por nada.

http://thetravelphotographer.blogspot.com/2007/02/tyler-hicks-poyi-award.html

http://www.viff.org/tixSYS/2007/filmguide/eventnote.php?notepg=1&EventNumber=1307

http://www.hamsaweb.org/photos.php

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http://en.wikipedia.org/wiki/Miss_Lebanon

http://www.freewebs.com/lamittaf/missleb04ru.htm

http://www.nadinenjeim.com/nadinenjeim.html

http://picasaweb.google.com/maggies32/Lebanon2007/photo#5129256458444519314

Mais algumas imagens de libaneses. Eu penso que maioritariamente são fêmeas. Mas não tenho a certesza. É uma raça tão diferente da nossa que eu não consigo distinguir os individuos e os sexos e idades. Imaginem, quando pesquisei “mulheres libanesas” pensei que me tinha enganado e ido parar a um site de personagens alienígenas da guerra das estrelas. Mas não, vendo bem eram mesmo libanesas. Só fiquei espantado por não terem cauda nem antenas. Mas devem ter, embora as escondam para a fotografia. Estes aliens são muito espertos…

Ainda bem que estão cá vocês para nos indicar as diferenças invisíveis destas raças indistinguíveis. Acho incrível é como existem estudiosos que dizem que os povos mediterrânicos pertencem a uma mesma raça mediterrânica. Atão toda a gente não vê que eles têm antenas ?

Quanto ás diferenças culturais são tambêm muito giras. Atão eles não sabem que nós portugueses somos celtas puros ?

O “pequeno” pormenor de que maioritariamente a nossa origem racial e cultural é IBERA e que os iberos vieram do NORTE DE ÁFRICA não interessa nada…

PS

Quanto a nada termos a ver culturalmente com os povos norte africanos e médio orientais, lembro, além da “pequena” questão ibérica que a capital do nosso país, Lisboa, foi fundada pelos fenícios, assim como dezenas de cidades em Portugal e no resto da península.

Quanto ás bocas ao meu nick, informo também que existem restos de templos a Baal e Tanit por toda a península incluindo Portugal.

De resto, falando de influências culturais, só para citar algumas, todos nós estamos aqui a escrever num alfabeto derivado do alfabeto FENÍCIO.

Ah, outra coisa, EUROPA é o nome de uma princesa FENÌCIA cujo nome foi dado a este continente.

Não há que espantar, a cultura grega, seminal da cultura europeia, teve imensas influências finícias.

Mas vocês preferem fazer como na questão dos homosexuais. Fazer de conta que não sabem. Quiçá não vos choque a nossa herança fenícia e médio oriental se não falarmos nela – se a mantivermos na esfera privada !!!!!!!!

PS

Pormenor giro. A saudação romana, copiada pelos fascistas, que foram copiados pelos nazis e que é hoje um símbolo das organizações anti-semitas é uma saudação semita.

Foi copiada pelos romanos aos semitas cartagineses…

É só rir, é pena é ser tudo tão triste.

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http://www.nadinenjeim.com/nadinenjeim.html

http://picasaweb.google.com/maggies32/Lebanon2007/photo#5129256458444519314

http://watch.windsofchange.net/revolution_01.htm

Mais imagens de libaneses. Peço desculpa pela mistura, mas não consigo distinguir os sexos ou idades, todas aquelas antenas, chifres, patas e rabos me confundem. Imaginem um bicho destes a passear no chiado ! Juntava-se uma multidão para ver o bicho ! Realmente são uma raça totalmente diferente. Não temos nada a ver com esta gente !!!

Aliás, quando entrei pensei que estava no site de adereços do bicho dos filmes do Alien. Mas não. Eram mesmo libaneses. Brrr que medo…

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Somos tão diferentes, mas tão diferentes, que somos descendentes puros dos celtas !!!

Claro que somos muito mais descendentes, cultural e racialmente, dos iberos, que vieram do norte de áfrica – mas isso não interessa nada !

Ainda muito menos interessa lembrar que a capital do nosso país, Lisboa, foi fundada pelos FENÍCIOS de quem descendem os actuais libaneses.

E não interessa mesmo nadinha lembrar que existem dezenas de outras cidades fundadas pelos fenícios e cartagineses na península ibérica…

Quanto ás bocas ao meu nick informo também que existem vestígios de templos de BAAL e Tanit por toda a península ibérica.

E não querendo ser chato, gostava também de lembrar que estamos todos, incluindo vocês caros identitários, a escrever usando um descendente do alfabeto inventado pelos fenícios.

Ah, mesmo chatinho é o facto de EUROPA ser o nome de uma princesa fenícia, cujo continente em que vivemos foi nomeado segundo o nome dela.

Nada de espantar, a cultura grega, seminal da europeia, teve imensas influências Fenícias.

Enfim, presumo que não fiquem muito chocados se não se falar muito nisso.

Tal como na questão da homosexualidade, voc~es até podem viver com a enorme influência Fenícia/semita Egipcia/camita em toda a nossa civilização, desde que se mantenham tais factos “antinaturais” discretamente na sombra da vida privada !!!!!

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PS

Para acabar um pormenor jocoso.

A saudação romana/fascista/nazi usada com orgulho por todos os grupos antisemitas como símbolo de anti-semitismo é uma SAUDAÇÃO SEMITA.

Foi copiada pleos romanos aos cartagineses… Sorry.

PS II

Não acham bera estarem a fazer a apologia da Europa (princesa fenício/semita) na base de a cultura europeia nada ter a ver com a semita ?

Não acham que as pessoas podem reparar e acoisa cair no ridículo ?

Proponho que se deixem de semitices e passem a nomear os nosso continente por Brunildeterra ou Evabrownland por exemplo. Não digam que não dou boas ideias !!!

Uma saudação fenícia, perdão, ROMANA para vocês também…

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http://www.pbase.com/drjaysel/image/80980580

A lenda de europa, a linda pincesa FENÍCIO/SEMITA raptada por Zeus sob a forma de touro. Este mito significa a enorme influência dos fenícios/semitas no continente europeu – ao ponto de ser nomeado segundo uma personagem fenícia.

http://images.google.pt/images?ndsp=20&hl=pt-PT&lr=&q=baal&start=80&sa=N

Aproximadamente a meio da página o baal sentado faz a saudação “romana”, “fascista”, “nazi” ? A saudação é FENÍCIO-CARTAGINESA.

http://images.google.pt/images?ndsp=20&hl=pt-PT&lr=&q=baal&start=40&sa=N

No canto superior esquerdo outro baal sentado. Embora a mão esteja parcialmente destruída reconhece-se a célebre saudação.

Ah, desculpem por estar a escrever neste alfabeto derivado do fenício/semita. Afinal a nossa cultura não tem mesmo nadinha a ver com esta gente. Cruzes, valha-me deus, não havia necessidade de falar nestas coisas. Isto são factos para esconder na privacidade num baú lá para os fundos do quintal, nunca para debater num site identitário onde os administradores provam todos os dias que a EUROPA (a princesa semita ?) nada tem a ver com a cultura semita !!!

Tenho dito ! Ups, lá estou eu a usar um sistema de tipo fenício para expressar os meus pensamentos de europeu (da princesa fenícia?) que nada, nadinha tem a ver com esses bichos esquisitos lá do oriente que fundaram a cidade onde vivo e que são fisicamente mais semelhantes a nós do que os europeus do norte. Mas não temos NADA a ver com eles. Nadinha !

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Juro…

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cruzes canhoto… bato na madeira.

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http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=519169

Leiam só a primeira linha da história da cidade de Lisboa. Ou melhor olisipo – vocábulo da língua fenícia que significa “bom porto”. Afinal a nossa capital era uma colónia fenícia.

http://viajar.clix.pt/geo.php?c=255&lg=pt

Outra colónia fenícia em portugal, mértola.

http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/algarve/portimao/history.html

Mais uma colónia fenícia (entre dezenas na península ibérica) em portugal, Portimão, cujo nome se suspeita significar Porto de Hanibál…

O que nos leva para a origem do nome do nosso presidente da república. ANÌBAL cavaco Silva. Sabiam que ANÍBAL é um nome Fenício ? Significa DADO POR BAAL. Já viram ? Temos um presidente da república cujo nome significa LITERALMENTE – DADO POR BAAL ?

Claro que tudo isto não interessa nada. Continuo a dizer que nada temos a ver com esses povos esquisitos do oriente. Lá por termos um presidente dado por baal que reside numa cidade chamada “porto seguro” (olisipo) em fenício, não significa que tenhamos alguma coisa a ver com esse povo. Nada ! Nadinha ! A sério…

Afinal somos europeus – da princesa fenícia!

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Embora hà 3ooo anos atrás, as nossas velhas, ao invés de excursões a fátima, faziam excursões aos templos fenícios como o templo de Melkart que existiu nas ilhas Berlengas ou ao santuário de Baal da colónia fenícia de Setúbal.

Estupores das velhas. Atão elas não sabiam que não temos nada a ver com os fenício/semitas ? A adorar Baal, Tanit e Melkart ? atão não sabiam que só se pode falar de endovélico que é socialmente muito mais correcto ?

Somos da Europa, continente que nada tem a ver com os fenícios embora até tenha o nome de uma princesa fenícia ! Nadinha !

http://ruilindomenino.spaceblog.com.br/76986/Setubal-Guia-Turistica-Portugal/

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Já agora, em homenagem à cultura fenícia, expresso a minha homenagem à cantora Colombiano-libanesa Shakira, cuja música é uma bosta mas cujo rabo é um monumento ás relações fenício-europeias.

Se a princesa Europa tinha um rabo destes, não admira que Zeus tenha perdido a cabeça e que os gregos tenham baptizado o nosso continente com o seu nome. Um bom rabo justifica muita coisa.

Claro, vocês, os homens da raça invisível, dirão que ela é um bicho alienígena muito estranho. Talvez. Mas há bichos muito estranhos a quem eu gosto de papar o rabo. (estava a pensar nas lagostas)

Comentar por molochbaal

AAAhahaha!!! Moloch… gosto do teu estilo!!!
Mas é como eu dizia a quem não queria ouvir: EU CONHEÇO libaneses, sei como eles são e sei que são portugueses de corpo e alma. Mas quem não conheçe, quem só se baseia na cultura livresca e nos preconceitos saídos de livros da treta, continua na cegueira intelectual, social e, quem sabe, até moral.

Bom, temos de nos deixar de tretas e trabalhar para fortalecer a nossa comunidade e a nossa cultura.

Um “baalido” amigo desta bem portuguesa luso-ibero-romano-visigotico-berbero-árabo-judaica (e cristã) Ovelha Negra

Comentar por Ovelha Negra

Só um adendo em que ambas as partes se enganam, os skins russos não atacam armênios e italianos por desconsideração étnica ou racial, mas por desinformação mesmo, são uma cambada de bêbados, semi-instruídos, que respondem ao primeiro grito de mata-esfola, não tendo nada em comum com os verdadeiros nacionalistas e identitáriios russos.Provavelmente confundem os italianos com outros Tchórnii (negros, como se referem aos muçulmanos mais escuros)

Ou seja, atacam os Arménios (e até os Italianos) por estes serem escuros, o que confirma o que eu disse – a análise grosseira de achar que a cor da pele é o mais importante leva a situações destas.

Comentar por Caturo

o principal é que o camarada Caturo tem uma intransigência total no que se refere a aceitação de seus irmãos europeus, brancos e cristãos, pelo fato de serem cristãos,

Errado. Não discrimino nenhum camarada que seja cristão, apenas manifesto a minha opinião sobre o significado do Cristianismo no contexto identitário. Se há quem com as críticas que faço se sinta de algum modo marginalizado, pois isso é um problema de sensibilidade que não me cabe a mim resolver. Dizer o que me parece importante ser dito, pôr o dedo na ferida, é que não pode deixar de ser feito, quando vem a propósito. E, desta vez, nem fui eu quem abordou essa perspectiva.

me desculpe, não o faz muito diferente dum muslo no que tange a intolerância.

Está desculpado, mas também errado. Não ponho seja quem for fora de qualquer grupo por causa do credo cristão. Já afirmei, várias vezes, noutros lugares, que seria absurdo exigir ou sequer forçar o abandono da religião cristã da parte de qualquer camarada, sobretudo dos mais velhos.

Para mim é fundamentalismo, pois não posso considerar mais européia uma feminista Wiccan, abortista, multicultural, em suma perniciosa socialmente para a Europa do que uma cristã ou judia branca que procrie e cultive bons cidadãos com orgulho de pertencer a sua raça e transmitir sua herança.

Pois, mas eu não falei da Wicca, nem nunca a glorifiquei. Mas já agora, essa wiccan está no aspecto religioso menos distante da sua herança étnica do que a judia e a cristã que referiu. Quanto aos outros aspectos, o da ideologia e da procriação, são assuntos diferentes. E a judia, bem como a cristã, podem ter todas as vantagens do mundo sobre a wiccan, todas menos uma: a religiosa, mesmo que a Wicca não seja realmente uma religião europeia antiga e sim uma construção do século XX, mas pelo menos presta quase sempre culto a pelo menos uma Divindade europeia (a «Grande Mãe», ou Diana, ou Cernunos, consoante os casos e as sensibilidades).

na década de 50, 25% da população mundial era da raça branca.Tanto o cristianismo como o judaísmo ainda eram fortes e sustentavam valores “horríveis” como a família, a tradição, a parcimônia, o trabalho, o mérito, com a queda destas crenças frente ao New Age hippie e à Igrja neomarxista-guevarista, e ainda a total destruição da Igreja católica pelo Concílio Vaticano II,

Total destruição?… Esse concílio marcou o início duma fase mais tolerante da Igreja. Isso é para si… «destruição»? Significativo.

O oba-oba feminista pílula + abortismo desenfreado, dezenas de milhões de pequenos euro-descendentes assasssinados e outros milhões não gerados, hedonismo, consumismo, egoísmo….

Nada disso está na raiz do maior problema da raça branca. Tudo isso seriam aspectos de somenos importância se não houvesse o vírus do internacionalismo militante a servir de directriz às elites dominantes. Abortos sempre existiram, e a população não desapareceu por causa disso; citar a pílula como inimiga da raça branca, não tem qualquer sentido; o mesmo no que diz respeito ao feminismo; o hedonismo, o egoísmo, o consumismo, estão também longe de constituir graves obstáculos à sobrevivência da raça branca.

Hoje os brancos constituem menos de 10% da população mundial

De certeza? Onde viu essa estatística? Se a população da Terra tem seis mil milhões e se, só na Europa, há pelo menos setecentos milhões, e na América há seguramente mais de trezentos milhões de brancos (Canadá, EUA, parte do Brasil, Argentina e mais uns restos, Austrália), só aí já tem mil milhões de brancos… já para não falar de boa parte da Índia, do Irão, do Afeganistão…
Um sexto não é o mesmo que um décimo.

ou o Europeu e seus descendentes recuperam um conjunto de valores que sedimente seu conjunto, e esses valores são sim iminentemente morais,

Sim, mas não os que você disse, e sim outros que são independentes do Cristianismo e até contrários à sua mensagem universalista.

Por isso amigo Caturo não nos considere inimigos na luta pela sobrevivência

Já afirmei muitas vezes que não. Mas também não deixo de denunciar aqueles que, à surrelfa, vão querendo fazer da Europa uma plataforma ao serviço da Cristandade.

branir sempre o universalismo cristão como inimigo da raça branca vai contra os fatos,

Pelo contrário – é sustentado por factos passados e por posturas actuais da Igreja.

a raça branca perseverou na Europa sob seu domínio e se difundiu pelos quatro cantos do globo.

Pois, e nessa difusão criou a mulatagem… não obrigado.

E coloco sim o critério raça acima de etnia, pois no dia que negros ,mulatos e mestiços resolvem massacrar brancos, eles não perguntam se ele é sueco, armênio, espanhol, kalash ou druzo antes de cravar-lhe a bala ou o facão, miram a cor da pele e os traços fenotípicos.

Pois, mas curiosamente só massacram brancos de aspecto europeu, não nutrem ódio por Árabes nem sequer por judeus, salvo algumas excepções…

De resto, não nos definimos pelo que os outros vêem em nós, mas pelo que sabemos ser. Este é um princípio ESSENCIAL na questão identitária: não permitir que seja o «outro» a determinar o que somos ou deixamos de ser.

Comentar por Caturo

Portanto o que conta é a etnia.

NÃO. É a etnia E a raça. «E» quer dizer «TAMBÉM».
«E» é «et» em Latim, «y» em Castelhano, «and» em Inglês, «und» em Alemão, «agus» em Irlandês, «indi» em Lusitano…

Então uma criança alemã que fosse criada por um casal de hotentotes deixava imediatamente de poder fazer parte da nossa comunidade racial.

NÃO, porque a raça TAMBÉM conta. E todo o indivíduo é à partida herdeiro duma etnia. Claro que pode ser educado noutra, mas a sua herança não se altera. E claro que também um recém-nascido pode ser adoptado por lobos, e crescer sem sequer saber falar, como já aconteceu, que não é por causa disso que deixa de ser humano, embora a sua situação seja evidentemente aberrante.
Mutatis mutandis, o mesmo se aplica a quem é educado e formado numa etnia diversa da dos seus pais.

Os vossos nacionalismos étnicos estreitos de vistas causaram os maires desatres à nossa raça.

Não. O que causou os maiores desastres à nossa raça foi o universalismo; e, em escala menor, os ódios entre povos brancos que não se prendiam com classificações etnicistas, mas sim com ódios históricos. Aliás, se a etnicidade tivesse sido sempre levada em conta, NUNCA os Alemães se voltariam contra Polacos, Ucranianos ou Russos, por exemplo, e toda a Europa estaria naturalmente solidária, desde o extremo sul e moreno da Grécia até ao alvíssimo extremo norte da Islândia.

Outra coisa, os libaneses que tu conheces devem ser um bocado especiais, porque eu não os distingo dos europeus do sul.

Pois, mas não são europeus do sul, são árabes do Próximo Oriente. Do mesmo modo que um francês não é um inglês, embora ambos sejam europeus (não é por isso que o francês pode ter na Inglaterra os mesmos direitos que um inglês), também um libanês não é um sul europeu, não tendo por isso de ser integrado no espaço meridional da Europa.

Afinal, se a raça não interessa, os bacanos da cova da moura são europeus e arianos de pleno direito visto que falam uma língua indo-europeia – o português.

Pois, mas aí sabe-se que a língua original da sua gente não é indo-europeia, falam Português apenas porque foram colonizados pelos Portugueses, e a sua cultura étnica não é europeia. Se olham para trás, não vêem ascendentes indo-europeus, nem sequer caucasóides, mas sim negros.

É um pormenorzito que é capaz de ter alguma importância…

Pela vossa ordem de ideias e maneira de discutir, se alguém vos quisesse explicar o que é uma mão e vos falasse em dedos, responderiam: «Ah, a mão é os dedos!»
Depois explicava-se-vos que a palma da mão também contava.
Concluiriam brilhantemente: «Ah, então para ti a palma é que conta, queres cortar os dedos das mãos de toda a gente!»,
e depois dizia-se que não, que a mão também tinha de ter dedos… e vocês depois ou diziam «já te estás-te a contradizer!», ou então achavam que esta explicação era «confusa»…

O vosso mapa está errado. A verdadeira europa, cultural e racial inclui a américa do norte, grande parte da central e do sul, austrália e israel.

Não, Israel não faz parte da Europa. É uma Nação semita do Próximo Oriente.

Comentar por Caturo

A realidade maior será sempre a raça.

Pois, mas a realidade «maior» não apaga a realidade «menor». A menos que se faça como certos Americanos que, visto terem já muitas misturas de várias Nações europeias, optam – compreensivelmente – por dizer que «a minha raça é a minha pátria». Mas na Europa não é assim, há Nações diferenciadas, há diferenças nacionais dentro das etnicidades, e da grande família étnica indo-europeia. E o trabalho dum identitário europeu está seriamente incompleto se se limitar a defender «a raça».

O III Reich pecou porque a sua ideologia estava impregnada de preconceitos religiosos (cristãos) e nacionalistas.

Não, pecou por estar imbuído de uma mentalidade anti-democrática, que repeliu muitos e bons amantes da Liberdade. E pecou também pela sua atitude supremacista, NÃO pelo Nacionalismo.

De facto, se hoje não podemos defender abertamente a nossa raça é pelas obtusidades que levaram, em nome da raça branca, a quase destruir uma etnia da raça branca

Não. Isso foi só um pretexto. Também os comunistas chacinaram milhões, mas hoje ninguém está proibido de ser comunista e até de glorificar Estaline (pelo menos nos países da Europa Ocidental).

Sucede que já antes da ascensão do NS ao poder, a elite dominante no Ocidente queria acabar com o espírito de Estirpe, tal e qual como agora; e as matanças alegadamente levadas a cabo pelo Estado NS serviram de justificação para a partir daí punir legalmente quem afirmar politicamente ideais que possam ser identificados com os de Hitler.

Comentar por Caturo

Vocês, com os vossos aturados conhecimentos raciais, tão, mas tão aturados que até conseguem afirmar que pessoas que não se distinguem fisicamente pertencem a raças diferentes se frequentarem igrejas diferentes,

Deves ter vindo doutro lado qualquer assim de repente, porque estás aqui a meter coisas que não foram ditas por qualquer dos participantes desta caixa de comentários…

Comentar por Caturo

Outra coisa. O que é que vocês fazem dos persas ?

São Arianos. Qual é a dúvida?

Quanto aos turcomanos de raça branca – existem tribos de loiros de olhos verdes – presumo que também não tenham hipóteses com vocês.

Bem, não acho que terem olhos claros lhes sirva para entrarem na Europa, a menos que quem tenha olhos escuros tenha de ir para o Médio Oriente…

Os povos da estepe, para além de grande parte serem da nossa raça, seguem em grande parte o modo de vida do povo indi-europeu – o povo cita – que criou esse modo de vida. E aliás, os vossos queridos arianos provavelmente originários desas mesma estepe e eram nómadas como os turcomanos.

Boa. Mas isso não faz dos Turcomanos um povo indo-europeu, do mesmo modo que um mulato de olhos azuis que saiba falar Português não passa a ser branco português, pois que há boas probabilidades de que o turcomano seja originalmente de raça mongólica.

Comentar por Caturo

Nossa esse mologbaal ou sei lá como se escreve essa pérola, está desesperado mesmo, chega ao ponto de dizer que os iberos vieram do norte da africa, hahahahah!!!!!!!

Comentar por Douglas

Apesar dos iberos serem na verdade ocupantes originais da Europa Ocidental, conforme se depreende de estudos históricos e principalmente dos atuais estudos dos haplogrupos, eles não tiveram uma ocupação consistente de Portugal, conforme se pode verificar no mapa abaixo:

Comentar por Henrique

Ó molochbaal, tem calma pá, não te irrites pois uma parte bem substancial da malta que por aqui deambula é boa gente, não tem. nem quer ter, nada a ver com aquelas teses raciais que a gente sabe e até tem algumas ideias parecidas com as tuas.

A propósito, por acaso tens sangue cónio?

Comentar por Ninguém

Quanto ás diferenças culturais são tambêm muito giras. Atão eles não sabem que nós portugueses somos celtas puros ?

O “pequeno” pormenor de que maioritariamente a nossa origem racial e cultural é IBERA e que os iberos vieram do NORTE DE ÁFRICA não interessa nada…

Há outro pormenor ainda mais giro, é o de isso ser uma aldrabice pegada. A nossa origem racial é essencial e maioritariamente europeia, como todos os estudos genéticos bem demonstram. Os Iberos praticamente nem estiveram na região que é hoje Portugal. Mesmo podendo haver traços em comum entre o norte de África e a Ibéria, isso não significa forçosamente que os Ibéricos sejam norte-africanos, até pode dar-se o caso de a influência ter seguido o caminho inverso…

Quanto a nada termos a ver culturalmente com os povos norte africanos e médio orientais, lembro, além da “pequena” questão ibérica que a capital do nosso país, Lisboa, foi fundada pelos fenícios,

E eu lembro que isso não está de modo algum estabelecido historicamente, não passando apenas duma teoria. A referência lendária a Ulisses tanto pode dizer respeito a Gregos como a Fenícios, como até a outros povos do Mediterrâneo Oriental, não necessariamente semitas, que tenham vindo parar à Ibéria aquando da invasão dos chamados «Povos do Mar».

assim como dezenas de cidades em Portugal e no resto da península.

Dezenas… quais?…

Quanto ás bocas ao meu nick, informo também que existem restos de templos a Baal e Tanit por toda a península incluindo Portugal.

Para além da região do Algarve?…
Aliás, já está garantido que existiu um templo de Baal, ou de Hércules Melkart, onde se pensava que existe?

De resto, falando de influências culturais, só para citar algumas, todos nós estamos aqui a escrever num alfabeto derivado do alfabeto FENÍCIO.

Por acaso, é o latino, que deriva directamente do Grego, que por sua vez derivará do Fenício, embora mesmo isto possa ser discutido…
Mas pronto, é a lógica dos antirras em acção: como já há um bocadito de sangue negro em Portugal, então pode-se deixar entrar tudo o que é africano, porque perdido por cem perdido por mil… do mesmo modo, os pró-semitas dirão que, como já temos o alfabeto «fenício», então podemos também assumir que Astarte, Baal, Moloch, são os nossos Deuses…
Entretanto, os Persas e os Árias da Índia usaram alfabetos bem diferentes dos europeus. Conclusão do pró-semita: os Fenícios são mais parentes dos Eslavos do que os Persas…

Ah, outra coisa, EUROPA é o nome de uma princesa FENÌCIA cujo nome foi dado a este continente.

Talvez sim… talvez não. A compreensão grega das etnicidades do Próximo Oriente não era perfeita.

Fazer de conta que não sabem. Quiçá não vos choque a nossa herança fenícia e médio oriental se não falarmos nela – se a mantivermos na esfera privada !!!!!!!!

Pelo contrário, ela que venha para aí, mas que fique bem à luz da Razão que é para não andar pelas semi-obscuridade a projectar sombras enormes… que seja encarada de frente, para se ver se é assim tão grande como alguns querem fazer crer.

Pormenor giro. A saudação romana, copiada pelos fascistas, que foram copiados pelos nazis e que é hoje um símbolo das organizações anti-semitas é uma saudação semita.

Não, também não está nada garantido. Até pode ser de origem hispânica, por exemplo…

Comentar por Caturo

Não acham bera estarem a fazer a apologia da Europa (princesa fenício/semita) na base de a cultura europeia nada ter a ver com a semita ?

Ah, percebo… portanto, a Ásia é a terra dos filhos de Clímene, e os Asiáticos são todos iguais, derivados da mesma ninfa… só por acaso é que uns são brancos, outros amarelos, mas vai dar tudo ao mesmo, porque sim, porque os nomes dados pelos geógrafos gregos são sagrados e exprimem verdades absolutas… e os Africanos são todos berberes ou coisa parecida, porque originalmente «Afri» era o nome de povos do norte do dito continente…
Ok. Nada como um pró-semita para dar bons esclarecimentos étnico-geográficos.

Proponho que se deixem de semitices e passem a nomear os nosso continente por Brunildeterra ou Evabrownland por exemplo.

Então pronto – quando falarmos em Europa, tu pensas em «Brunildeterra» ou em «Evabrownland». Assim ficas a perceber o que só a ti confunde…

Comentar por Caturo

Entretanto, estou-me agora a lembrar que o próprio antropónimo «Europa» é grego e provavelmente explica-se pelo Indo-Europeu…

Porra, ainda não é desta que os Fenícios podem entrar cá pró clube!…

Comentar por Caturo

http://images.google.pt/images?ndsp=20&hl=pt-PT&lr=&q=baal&start=80&sa=N

Aproximadamente a meio da página o baal sentado faz a saudação “romana”, “fascista”, “nazi” ? A saudação é FENÍCIO-CARTAGINESA.

Pois, de certeza que é assim, porque se os Fenícios a faziam era porque foram eles que a inventaram, mas se os Romanos, e mesmo os Gregos, a faziam, isso não quer dizer que tenham sido os Romanos, ou os Gregos, a inventá-la…
Isto porque, como se sabe, só os Fenícios estão autorizados a inventar saudações que depois tenham sido adoptadas pelos Fascistas. Está nos estatutos da UNESCO…

E se os povos ibéricos também a podiam ter feito, também não interessa, foram os Fenícios e acabou-se!

Comentar por Caturo

Ah, e nessas estátuas o Baal nem podia ter tido nada na mão, um raio, uma lança, nada! Estava com o braço no ar para saudar porque estava mesmo!!!

Depois, no segundo link, a imagem do canto superior direito tem o Baal com um braço mais atrás… o que era aquilo, uma saudação «fenícia» à retaguarda?…

Comentar por Caturo

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=519169

Leiam só a primeira linha da história da cidade de Lisboa. Ou melhor olisipo – vocábulo da língua fenícia que significa “bom porto”. Afinal a nossa capital era uma colónia fenícia.

Ora cá está! Ainda hoje não se chegou a nenhuma conclusão sólida sobre a origem de Lisboa, e o seu nome tem tido várias explicações etimológicas que a ligam, não apenas ao Fenício, mas também ao Ibero, ou ao Tartesso, ou ao Turdetano, e/ou ao Céltico, mas o gajo que escreveu num forum qualquer é que sabe…

http://viajar.clix.pt/geo.php?c=255&lg=pt

Outra colónia fenícia em portugal, mértola.

Provas de que seja fenícia de origem?…

http://www.portugalvirtual.pt/_tourism/algarve/portimao/history.html

Mais uma colónia fenícia (entre dezenas na península ibérica) em portugal, Portimão, cujo nome se suspeita significar Porto de Hanibál…

E sai mais uma especulação sobre a origem do nome duma cidade portuguesa… vá lá que ao menos desta vez assume que não passa de hipótese.

O que nos leva para a origem do nome do nosso presidente da república. ANÌBAL cavaco Silva. Sabiam que ANÍBAL é um nome Fenício ? Significa DADO POR BAAL. Já viram ? Temos um presidente da república cujo nome significa LITERALMENTE – DADO POR BAAL ?

Pois é… portanto, todo o negro que se chame Rodrigo é um germano a quem o pai quis chamar «Glória e Poder» (Hrod + Ric). E todo o Josué, Miguel, Manuel, José, John, Jean, é judeu…
Ok, mais uma «lição» do Fenício-de-(bonito)serviço.

Ah… e por falar em Hannibal… não me digam que o «Hannibal the Canibal» do tal filme do psicopata era na verdade um fenício a querer vingar-se dos Romanos…

Lá por termos um presidente dado por baal que reside numa cidade chamada “porto seguro” (olisipo) em fenício, não significa que tenhamos alguma coisa a ver com esse povo.

Claro que significa! Do mesmo modo que um macaense que se chame Afonso e viva em Macau, é de certeza europeu, porque tem um nome português e vive num continente nomeado a partir da mitologia grega!!!!

Comentar por Caturo

Embora hà 3ooo anos atrás, as nossas velhas, ao invés de excursões a fátima, faziam excursões aos templos fenícios como o templo de Melkart que existiu nas ilhas Berlengas ou ao santuário de Baal da colónia fenícia de Setúbal.

Porreiro, faz-se luz sobre História a sério! Há 3000 anos nem sequer existia Fenícia alguma, quanto mais Fenícios na Ibéria, aliás, nem há provas concretas da presença de Fenícios em Portugal antes do século X, mas pronto, não interessa, isto é tudo fenício porque é! E a gente sabe, porque até lá estivemos a ver aquelas procissões todas, iam de autocarro desde Mírtilis até Setúbal, mas com um desvio por Portimão e dando um saltinho a Lisboa, tudo terra fenícia…

Eram as «nossas» velhas. Bem, as minhas é que provavelmente não eram, visto que a presença fenícia no sul de Portugal ainda está em discussão e escassas são as provas de qualquer estabelecimento fenício em toda esta zona, mas siga…

Curiosamente, não há, em todo o Alentejo, e muito menos para norte do Tejo, qualquer Baal, qualquer Bel, nem tampouco El ou Al, nada, os teónimos que existem nestas regiões são praticamente todos explicáveis por raizes indo-europeias, mas isso não interessa, isso é nazismo, e o nazismo matou brancossssssssssss!!!!!!!!!!!!!!

Comentar por Caturo

Subscrevo as palavras e a reflexão do Aldo Friederiksen.

E quanto ao molochbaal um sincero obrigado pela sua contribuição.

E é bem verdade, pelo menos na minha concepção, que esta prblemática “semitas” “Indo-Europeus” infelizmente fez muito mal à RAÇA branca de todas as matizes.

Aparentamente há muito boa gente que ainda navega em mitos e fantasias sem nenhuma base na realidade antropológica que nos entra pelos olhos adentro.

É pena!

Quanto ao caturo, desisto,tenho mais que fazer….
A língua é apenas UM dos atributos de uma cultura ou civilização, não a define.
E o meu problema com o Islão é similar ao antagonismo que tenho com QUALQUER regime de natureza TOTALITÁRIA.

Miazuria

Miguel Angelo Jardim

Comentar por Miazuria

Mas devo acrescentar caro molochbaal que não lhe fica bem o “ataque” aos administradores do blogue, afinal até lhe dão a palavra.

E os Identitários não são anti-semitas, falo menos por mim, os Identitários defendem legitimamente os interesses de Portugal e dos Portugueses num mundo cada vez mais globalizado e refém do capitalismo selvagem, negador da justiça social e destruidor das Identidades de TODOS os povos.

Comentar por Miazuria

voltem a abrir o Júlio de Matos!

Comentar por RGMateus

Sinceramente creio que o debate está a conduzir ao estabelecimento de uma falsa problemática, que assenta em opiniões e teses, as quais visam condiconar o pensamento identitário.

Meus caros, os identitários não são filo-semitas nem anti-semitas, os identitários não gastam (ou não podem gastar) o seu tempo em discussões inócuas, ou pior mesmo, discussões inúteis e fracturantes, quando todo um mundo real está lá fora à espera de ser abanado pela nossa radicalmente inovadora mensagem.

Podem continuar com esse debate, mas devem sempre atentar se o mesmo está de facto a contribuir positivamente para o sucesso daquilo que defendemos e preconizamos.

Saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Amigos, continuando o pensamento do Arqueo, gostaria que passassem pela entrada “para reflectir”.
O combate trava-se noutro campo, e penso que é por aqui que temos de agir.

Comentar por Pippo

Caturo,

A minha expressão “há 3000 anos” foi apenas uma referência aproximada. Não estou aqui a discutir datas certas visto que isto não é uma dissertação acerca de colonização fenícia.

Entretanto, amigo caturo, só por acaso, o Séc X AC, periodo do início da colonização fenícia na península foi à exactamente 3000 anos. Pelo que não estou a perceber qual é a tua objecção. ou melhor, até estou. Como não tens qualquer argumentação válida tend de dizer qualquer coisa, nem que seja uma asneira qualquer, só para me contrariar.

Também não percebo muito bem a tua afirmação de que á 3000 anos (Séc X AC) a Fenícia nem existia. Bem, se começaram a colonizar a península nessa época é porque tinham de existir não é ?

Mas não insisto muito nisto porque sei que não adianta esperar que venhas a ter um pensamento minimamente coerente. Assim pronto, á 3000 anos atrás os fenícios começaram a colonizar a península, mas ainda não existiam. É que não te quero contrariar….

Quanto a não haver provas da presença fenícia na ibéria é justamente uma prova da descomunal IGNORÃNCIA de certos sectores nacionalistas e identitários ACERCA DA SUA PRÓPRIA IDENTIDADE.

Tu nem sequer sabes quais são as tuas origens nem identidade.

Deves pensar que és um viking.

Aconse-lho apenas a que faças algumas leituras. Tenta conhecer algo acerca da tua história, lê alguns livros de arqueologia por exemplo, antes de fazeres figuras ridículas.

Comentar por molochbaal

Miazuria,

A minha veemência é pelo horror de descobrir que em nome da defesa da raça, etnia ou identidade se continua a destruir a raça, a etnia e identidade. Tento apenas chamar a atenção para o óbvio. Só não vê quem não quer ver. Figurões como o catura que diz que não está provada a presença Fenícia na península cobrem de ridículo qualquer tentativa de defesa da nossa etnia. Além de FALSEAREM totalmente a verdadeira consistência dessa etnia.

Agora, se os administradores não quiserem debates com contraditório podem sempre impedir-me o acesso. Também não morro por causa disso. Enquanto não impedirem e enquanto me apetecer aparecer por aqui, vou participando.

Entretanto, estou consciente do esforço que devem estar a fazer para não me “apagarem” visto eu estar entretidíssimo a deitá-los abaixo. Agradeço e reconheço a honestidade. Mas também só os estou a deitar abaixo para debater ideias. e acho que qualquer blog se enriquece com o contraditório. Quanto mais veemente melhor. Isto é a minha opinião. Mas posso estar errado e, voltando a agradecer o respeito que têm demonstrado pela minha escrita não a apagando), volto a dizer que, enquanto for vivo vou dizer sempre o que penso, da maneira como o penso. Nem que seja sozinho, a falar para uma parede.

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Caturo,

Para não fazeres figuras ridículas, aqui vai algumas bibliografia acerca da presença fenícia e cartaginesa na península.

Claro que vais dizer que historiadores e arqueólogos pertetencem todos ao lóbbie gay e ao lóbbie semita e que estão todos feitos na conspiração mundial para vos obrigar a usar calcinhas cor de roa e falar ydiche.

Em seguida até podes acrescentar que os artefactos e vestígios de colonização fenícios foram cá deixados pelos celtas e germanos, que provavelmente terão inventado a civilização fenícia e em seguida construído as pirãmides e os jardins da babilónia, só para se distrairem num sábado à tarde. De gente como tu espero tudo. Vocês são tão perigosos para a raça e a etnia como os liberais mais fanáticos. Vocês, com os vossos preconceitos, ignorância e espirito de divisão, destroem a raça e etnia a partir de dentro.

http://www.fl.ul.pt/historia/programas2007/indigenas_fenicios_gregos_AMA.pdf

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Apenas um exemplo, os vestígios fenícios em Tavira.

Claro que foram os celtas que encomendaram estes vestígios via internet, sem nenhum contacto comos fenícios…

Outra coisa. Existem inúmeros toponímios de Baal na península. Claro que para ti foram os germanos que os inventaram…

Talvês até Aníbal e Asdrubál fossem germanos puros que o lóbbie judaico-gay nos quer convencer que eram semitas ?

http://escritadosudoeste.no.sapo.pt/arquivo/Tavira.pdf

Comentar por molochbaal

“Douglas – Maio 29, 2008
Nossa esse mologbaal ou sei lá como se escreve essa pérola, está desesperado mesmo, chega ao ponto de dizer que os iberos vieram do norte da africa, hahahahah!!!!!!!”

Alerta !

A minha veemência deve-a a este tipo de babuseiras geradas pela estreiteza de vistas da vossa ideologia redutora.

Evidentemente que qualquer pessoa minimamente instruida, mesmo que não tenha grande interesse pelas suas origens, sabe que as principais teorias históricas das nossas origens situam a origem dos iberos no norte de áfrica ou no oriente, existe uma terceira teoria miniritária que dá os iberos como ocidentais, mas o mais provável é que sejam uma etnia composta precisamente de elementos africanos, orientais e ocidentais. Mas para espécimes como o douglas os iberos serão provavelmente hiperbórios acabados de sair de uma ópra de wagner.

Ainda por cima ri-se da sua própria ignorância.

Enquanto não sairem disto vocês serão a chacota da humanidade.

Comentar por molochbaal

http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians#Origins

Aqui vai o link.

Ah, desculpem, esqueci-me que a wikkipedia pertence à conspiração mundial judaico-gay.

Mas não tenho paciência para as vossas taras. Consultem qualquer enciclopédia editada no III Reich que vão encontrar exactamente a mesma coisa.

Comentar por molochbaal

http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians#Origins

Comentar por molochbaal

Enquanto não sairem disto vocês cobrem a vossa causa de rdículo e impedem qualquer trabalho sério.

http://en.wikipedia.org/wiki/Prehistoric_Iberia

Comentar por molochbaal

http://ceipac.gh.ub.es/biblio/Data/A/0488.pdf

Mais uma prova do perigo da infiltração da ignorãncia e do preconceito na vossa ideologia. Vestígios Fenícios, que mentes brilhantes como o caturra juram não existir, escavados em plena baixa lisboeta.

Como é que vocês querem defender a vossa etnia se a renegam e desconhecem completamente a sua história ?

PS

No texto aparecem referências ao periodo “orientalizante” da história da península. Para quem não saiba, “orientalizante”, em jargão arqueológico peninsular significa FENÍCIO ou de INFLUÊNCIA CULTURAL FENÍCIA.

Comentar por molochbaal

arqueofuturista,

Não. Enquanto renegarem a vossa identidade, enquanto tiverem orgulho em desconhecer as vossas origens e alardearem a ignorãncia e o preconceito como grandes virtudes, vocês estão a DESTRUIR tudo aquilo porque dizem lutar.

Comentar por molochbaal

Ninguém,

Estou apenas a debater.

Mas enganas-te. Eu sou precisamente aquele que aqui mais importãncia dá à raça. Durante anos lutei pela defesa da raça.

É por isso que desespero ao ver os preconceitos estúpidos tipo :

– Ver uma fotografia de um libanês (ou de um judeu) FISICAMENTE INDISTINGUÍVEL de um português – e continuar a jurar que pertencem a raças completamente diferentes. Porque é fino dizer que raça branca tem de nascer na europa e ir à missa.

– Jurar que não existem provas da presença fenícia na península quando existem estações arqueológicas fenícias mesmo debaixo dos nossos narizes, por exemplo, na baixa lisboeta. Quando existem dezenas de publicações académicas sobre o assunto. Quando séculos da vida peninsular são descritos como o periodo “orientalizante” (de influência fenícia). Fazer alarde da total ignorância da sua história e origens, renegar todo o seu passado e identidade ao mesmo tempo que se faz grandes discursos acerca de uma “identidade” completamente falseada e inventada de maneira a poder encaixar numa ópera de Wagner.

Este tipo de anormalidades destruiu completamente a defesa da raça, que aparece assim como divagação de lunáticos e atrasados mentais.

Comentar por molochbaal

Caturo disseste que:


Não. Isso foi só um pretexto. Também os comunistas chacinaram milhões, mas hoje ninguém está proibido de ser comunista e até de glorificar Estaline (pelo menos nos países da Europa Ocidental).

Sucede que já antes da ascensão do NS ao poder, a elite dominante no Ocidente queria acabar com o espírito de Estirpe, tal e qual como agora; e as matanças alegadamente levadas a cabo pelo Estado NS serviram de justificação para a partir daí punir legalmente quem afirmar politicamente ideais que possam ser identificados com os de Hitler.”

Não. Isso é apenas parte da história.

A principal razão é que os judeus PERTENCEM À NOSSA RAÇA, são virtualmente indistinguíveis de qualquer europeu.

Isso provocou o horror de qualquer pessoa, no mundo branco, poder ser confundida com um judeu.

Ninguém pode ter a certeza de que não terá algum antepassado judaico, porque isso não deixa nenhum vestígio fisico indistinguível. Até dizem, por exemplo, que Hitler ou Heydrich tinham antepassados judeus o que, mesmo que não seja verdade, seria perfeitamente possível, visto não haver qualquer diferença física entre um judeu e o europeu médio.

Ou seja, nos filmes de propaganda sobre o holocausto, quer este tenha existido ou não, as pessoas vêem milhões de outras pessoas EXACTAMENTE IGUAIS A ELAS, a serem embarcadas nos comboios para o extermínio.

Daí a apresentarem o maior horror pelo nacional-socialismo é uma consequência psicológica inevitável.

Esse é o segredo do sucesso da propaganda do holocausto.

Ao não reconhecerem que alguém fisicamente igual a nós é necessariamente da mesma raça A VOSSA OBTUSIDADE FORNECEU AO INIMIGO A MAIOR ARMA DE PROPAGANDA DE TODOS OS TEMPOS !!!!!

Para além disso perverteram completamente o sentido de raça e etnia. O ANTI-SEMITISMO É O MAIOR CRIME CONTRA A RAÇA BRANCA !

Comentar por molochbaal

O problema, caro amigo Arqueofuturista, é que a problemática aqui discutida no plano intelectual faz parte, e muito, do mundo real…. a sua não compreensão tem consequências graves em termos de estratégia política e cultural.

Saudações Identitárias

Comentar por Miazuria

“o mesmo no que diz respeito ao feminismo; o hedonismo, o egoísmo, o consumismo, estão também longe de constituir graves obstáculos à sobrevivência da raça branca.”

Terei lido bem o que aqui está escrito???!!!

Miazuria

Miguel Angelo Jardim

Comentar por Miazuria

Caturo, disseste que :

“Lá por termos um presidente dado por baal que reside numa cidade chamada “porto seguro” (olisipo) em fenício, não significa que tenhamos alguma coisa a ver com esse povo.

Claro que significa! Do mesmo modo que um macaense que se chame Afonso e viva em Macau, é de certeza europeu, porque tem um nome português e vive num continente nomeado a partir da mitologia grega!!!!”

É isto que me faz tremer. O fanatismo leva ao completo desaparecimento das faculdades mentais mais elementares.

Caturo, pensa ! Devagarinho porque não estás habituado.

EVIDEENTEMENTE QUE O FACTO DE AFONSO SER UM NOME HABITUAL EM MACAU SIGNIFICA QUE HOUVE UMA ENORME INFLUÊNCIA POLITICA HISTÓRICA E CULTURAL PORTUGUESA EM MACAU !

Isto é lógica elementar. Básica. Até um puto de 5 anos conseguia ententder isto – mas parece que está fora das possibilidades intelectuais de um identitário adulto.

Do mesmo modo, por exemplo, a existência topónimos ou formas culturais orientalizantes na arqueologia indica uma influência cultural oriental na península.

Do mesmo modo, o facto de sermos fisicamente semelhantes a um libanês indica que pertencemos ao mesmo tipo racial – o mediterrânco.

Só um atrasado mental não é capaz de perceber uma coisa destas.

Comentar por molochbaal

“Por acaso, é o latino, que deriva directamente do Grego, que por sua vez derivará do Fenício, embora mesmo isto possa ser discutido…”

Ou seja, tal como eu disse, descende do alfabeto fenício.

Salvo a tal “discussão” de que falas. Totalmente inexistente nos meios académicos, onde é um facto estabelecido sem quaisquer dúvidas, suponho que a discussão e as dúvidas sobre a origem fenícia do alfabeto tenham surgido no bairro alto entre dois skins especialistas no assunto, entre duas idas ao gregório.

Comentar por molochbaal

caturo

“Ah, e nessas estátuas o Baal nem podia ter tido nada na mão, um raio, uma lança, nada! Estava com o braço no ar para saudar porque estava mesmo!!!”

Vou-te ensinar uma coisa. Com a mão levantada, a palma virada para baixo ou para cima, aberta e os dedos estendidos em frente qualquer objecto está sujeito a cair enquanto existir a força da gravidade.

Continua a fazer estas observações inteligentes. Eu vou-te explicando. Pode até ser que um dia consigas segurar num garfo e comer sozinho.

Comentar por molochbaal

A língua é apenas UM dos atributos de uma cultura ou civilização, não a define.

Não é questão de a língua definir a civilização. O que interessa PERCEBER é que a língua é um TESTEMUNHO de ancestralidade.

Um TESTEMUNHO de identidade, na medida do possível e com ocasionais limitações, mas muito sólido no que ao velho mundo diz respeito.

Claro que os povos que SABEMOS terem sido colonizados por Europeus, falam línguas europeias e não passam por isso a ser europeus.

Mas, no caso de Povos de longa ancestralidade cuja língua nacional não foi, que se saiba, aprendida a partir dum colonizador, então aí pode partir-se do princípio de que a identidade étnica desse povo é correspondente à origem étnica da língua que fala como ÚNICO idioma nacional. A este respeito, convém lembrar que boa senão a esmagadora maioria dos actuais povos africanos, por exemplo, tem a sua própria língua étnica, por baixo e independentemente da língua oficial, a do colonizador. Isto sucede no caso de Angola, por exemplo, e no de Moçambique.
Quanto a Cabo Verde, o idioma verdadeiramente nacional é o crioulo, O QUE CORRESPONDE à identidade deste povo, que é igualmente crioula (mulata).

No caso dos povos que já falam línguas indo-europeias há milénios, a situação é claramente diferente. Um idioma nacional não cai do céu nem seria imposta por uma elite minoritária muito mais poderosa sem que houvesse um bom substracto populacional a susportá-lo, visto não haver nessas épocas uma superioridade militar e civilizacional tão evidente e nítida como a que se verificava no caso dos colonizadores europeus em África e na América Latina.

Assim, se determinado povo fala determinada língua, isso é porque, ou a língua que esse povo falava anteriormente era já parecida com a que passou a falar posteriormente, ou então foi porque recebeu forte influxo POPULACIONAL do colonizador que trouxe a nova língua. Por exemplo, na Ibéria, todos os povos paleo-hispânicos indo-europeus passaram a falar Latim, língua igualmente indo-europeia e talvez mais ou menos aparentada com as dos indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Astures, Célticos, etc.), mas os não indo-europeus da área dos Pirinéus, os Bascos, esses ainda hoje falam um idioma não indo-europeu, ou porque não recebeu suficiente influxo populacional romano, ou porque a sua homogeneidade racial e étnica permitisse uma resistência forte à língua do invasor (coisa que parece não ter existido por exemplo no sudeste ibérico, onde o sangue ibérico se misturou provavelmente com o fenício/cartaginês e com o Grego, e depois a seguir com o romano).

Tudo isto é complexo e nebuloso. Uma coisa, porém, é certa: um povo que fala uma língua indo-europeia como ÚNICA língua, é um povo indo-europeu até prova em contrário.

Comentar por Caturo

A língua é apenas UM dos atributos de uma cultura ou civilização, não a define.

Não é questão de a língua definir a civilização. O que interessa PERCEBER é que a língua é um TESTEMUNHO de ancestralidade.

Um TESTEMUNHO de identidade, na medida do possível e com ocasionais limitações, mas muito sólido no que ao velho mundo diz respeito.

Claro que os povos não europeus que SABEMOS terem sido colonizados por Europeus, falam línguas europeias e não passam por isso a ser europeus.

Mas, no caso de Povos de longa ancestralidade cuja língua nacional não foi, que se saiba, aprendida a partir dum colonizador, então aí pode partir-se do princípio de que a identidade étnica desse povo é correspondente à origem étnica da língua que fala como ÚNICO idioma nacional. A este respeito, convém lembrar que boa senão a esmagadora maioria dos actuais povos africanos, por exemplo, tem a sua própria língua étnica, por baixo e independentemente da língua oficial, a do colonizador. Isto sucede no caso de Angola, por exemplo, e no de Moçambique.
Quanto a Cabo Verde, o idioma verdadeiramente nacional é o crioulo, O QUE CORRESPONDE à identidade deste povo, que é igualmente crioula (mulata).

No caso dos povos que já falam línguas indo-europeias há milénios, a situação é claramente diferente. Um idioma nacional não cai do céu nem é imposto por uma elite minoritária muito mais poderosa sem que haja um bom substracto populacional a susportá-lo, visto não haver nessas épocas uma superioridade militar e civilizacional tão evidente e nítida como a que se verificava no caso dos colonizadores europeus em África e na América Latina.

Assim, se determinado povo fala determinada língua, isso é porque, ou a língua que esse povo falava anteriormente era já parecida com a que passou a falar posteriormente, ou então foi porque recebeu forte influxo POPULACIONAL do colonizador que trouxe a nova língua. Por exemplo, na Ibéria, todos os povos paleo-hispânicos indo-europeus passaram a falar Latim, língua igualmente indo-europeia e talvez mais ou menos aparentada com as dos indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Ástures, Célticos, etc.), mas os não indo-europeus da área dos Pirinéus, os Bascos, esses ainda hoje falam um idioma não indo-europeu, ou porque não receberam suficiente influxo populacional romano, ou porque a sua homogeneidade racial e étnica permitiu uma resistência forte à língua do invasor (coisa que parece não ter existido por exemplo no sudeste ibérico, onde o sangue ibero se misturou provavelmente com o fenício/cartaginês e com o grego, e depois a seguir com o romano).

Tudo isto é complexo e nebuloso. Uma coisa, porém, é certa: um povo que fala uma língua indo-europeia como ÚNICA língua, é um povo indo-europeu até prova em contrário.

Comentar por Caturo

ou porque a sua homogeneidade racial e étnica permitiu uma resistência forte à língua do invasor (coisa que parece não ter existido por exemplo no sudeste ibérico, onde o sangue ibero se misturou provavelmente com o fenício/cartaginês e com o grego, e depois a seguir com o romano).

Não estou com isto a querer dizer que se esteja aqui perante a presença de raças diferentes. Iberos, Púnicos, Gregos e Romanos, eram todos caucasóides, mesmo que pudessem apresentar algumas diferenças físicas entre si.

Comentar por Caturo

Ninguém,

Quanto à prova de triatlo, é mesmo disso que eu estou a falar.

Para ti pode ser só mais uma contradição divertida. Talvez até te faça rir esta coisa de afirmar que uma pessoa dolicocêfala, loira de olhos azuis não é de raça branca se frequentar uma sinagoga.

Tal como diria o caturras, não são brancos, são brancosssss, seja lá o que isso for.

No periodo da II GM os portugueses morenões deliravam com a novidade sensual. Mulheres muito brancas, muitas delas altas ruivas e loiras mostravam as pernas nos cafés. Eram judias asquenazins refugiadas da guerra. Se não conhecessem as suas origens quaisquer especialistas raciais do gabinete de estudos raciais do III Reich não hesitaria em as considerar como centro europeias típicas, mais próximas da raça nórdica do que os tugas baixotes e morenões que se babavam á vista delas.

Mas ATENÇÂO, se soubessem que iam à sinagoga diziam, como o caturras, que não eram de raça branca !!!!!! Passavam a brancassssss…

Eis algumas imagens de mulheres “não brancas” porque falam outra língua e frequentam outra igreja.

http://www.smh.com.au/news/unusual-tales/global-village/2006/11/17/1163266786042.html

http://www.viewimages.com/Search.aspx?mid=2943396&epmid=1&partner=Google

http://www.gooya.us/photos/2007/08/women-soldiers-in-israeli-army.php

http://www.aljazeera.com/news/newsfull.php?newid=13922

Isto para ti pode ser giro. Dizes, grandas malucos, granda pancada. E voltas aos teus afazeres não ligando grande importância aos maluquinhos.

Para mim, que dediquei a minha vida à defesa da raça e da cultura europeia, é um PESADELO.

É com horror que vejo a minha causa transformada num circo de anormais.

Comentar por molochbaal

http://www.skyscraperlife.com/mivzak-tmunot/2044-israeli-girls-ssl-version-6.html

Mais algumas garotas não “brancas”, mas brancasssssss, como diz o caturras.

Entretanto, não sei como é o aspecto do caturras, mas algumas destas brancassssss são de raça branca mais pura do que muitos dos nossos tugas, incluindo muitos dos nacionalistas da nossa praça.

Tirem-me deste filme !

Comentar por molochbaal

Atirem-me água fria que eu quero-me ir embora.

Comentar por molochbaal

AVE EUROPA seja qual for a tua língua ou religião, seja qual for o local, a tua raça é sagrada.

Comentar por molochbaal

EUROPA não é uma língua, uma país, um território, uma marca de calças ou uma religião. EUROPA É A RAÇA BRANCA.

Comentar por molochbaal

Vocês, ao porem tudo à frente da raça – a língua, a etnia, o território, o país, a religião, a marca da camisola – ESTÃO A ASSASSINAR A VERDADEIRA EUROPA.

EUROPA ESTÁ PRESENTE ONDE ESTIVAR A RAÇA BRANCA !

Comentar por molochbaal

“mas isso não interessa, isso é nazismo, e o nazismo matou brancossssssssssss!!!!!!!!!!!!!!”

Ó Caturo, mas não matou?!

Miazuria

Miguel Anglo Jardim

Comentar por Miazuria

EUROPA ESTÁ PRESENTE ONDE ESTIVAR A RAÇA BRANCA !

Porra, até que enfim que concordo com alguma coisa que este tipo escreve!

Comentar por arqueofuturista

Molochbaal: A Europa está presente onde estiver a raça branca.

Bingo! Matou o debate. Já que o Caturro estava a incluir até os pretinhos indianos na raça branca, talvez considerando-os mais europeus que vários judeus e cristãos veramente brancos.

Comentar por Aldo Friederiksen

Mais alguma biblio sobre o assunto, só para o esclarecimento da “ralé”; personagens cultas como o Caturo não estão incluídos porque eles só sabem ler aquilo que lhe interessa.
Note-se que eu não coloco aqui publicações conotadas políticamente com nenhum campo mas sim material “neutro”

Sobre as origens africanas dos Iberos:
AMARAL, João Ferreira do. “Os filhos de Caim e Portugal”. Lx, Livros Quetzal, 2004 – Um pouco confuso, mas dada a complexidade do o tema é perfeitamente natural
MATTOSO, José (Dir.). História de Portugal. Lx, Círculo de Leitores, 1993 – 1º Vol.
Isto é o que tenho cá em casa. Na dos meus pais há mais, e existem mais edições especilizadas, mas o Moloch já se antecipou…´
Também recomendo uma ida à agência do BCP na rua da Prata, a uma 5ª feira, que é (que eu saiba) quando se podem visitar os restos arqueológicos olissiponenses. Lá estão vestígios fenícios…

Sobre as origens das ideias ariosofistas e o perigo do “judeu oculto”:
GOODRICK-CLARKE, Nicholas. “As raízes ocultistas do nazismo”. Lx: Terramar, 2002 – 1º e 2º capítulos – um EXCELENTE livro que recomendo vivamente.
REISS, Tom, “O Orientalista”. Porto: Civilização Editora, 2006 – uma biografia de um judeu de Baku que se converteu ao islão e frequentou a elite germânica dos anos 20 e 30.
Também poderia enviar para aqui uma fotografia que eu tirei a um velho português que é IGUAL ao grande heroi Ariel Sharon. Aparentemente o sujeito fotografado não tinha cornos na testa nem pés de cabra. Mas era igual a um judeu…

Comentar por Ovelha Negra

Caro amigo Arqueofuturista, por acaso estou mais de acordo com o que escreve o molochbaal do que com o que escrevinha o caturo.

Saudacoes Identitarias

Miazuria

Comentar por Miazuria

Aaah, as mulheres do exército israelita…! :o) Eis um dos meus temas favoritos! Até já pensei em deixar de ser “ariano de pura estirpe” só para me inscrever no Tzahal, eheheh!
Agora a sério: falando de raça, acho que a demonstração do molochbaal é auto-explanatória.

Só mais achega: Vejam o filme auto-biográfico “Europa, Europa”, que é a historia de um judeu alemão (Solomon Perel) que fugindo às perseguições na Alemanha vai parar à Polónia. Depois, aquando da invasão, foge para Leste só para ser capturado pelos soviéticos. Educado numa escola do Komsomol, é novamente apanhado pelos alemães em 1941.
Mas como o rapaz falava alemão, os soldados pensam que ele é um volksdeutsche e envam-no para uma escola das Juventude hitleriana onde ele, numa aula, é submetido a um exame para apurar o seu grau de “pureza racial”. E é então que ele, judeu, descobre que é um germânico com um grau de pureza muito elevado!

Comentar por Ovelha Negra

arqueofuturista,

Estava a ver que não.

Resta-me perguntar, se concordas com essa frase, porque é que continuas a assassinar a raça e a europa renegando as tuas origens e desprezando metade da tua raça graças a preconceitos de origem religiosa encapotada, baseados na ignorãncia, no patrioteirismo e clubismo estreito e acêfalo e no ódio fratricida ?

Comentar por Anónimo

Caro Miazuria, como podes concordar com um tipo que nos acusa de assassinarmos a nossa raça? Um tipo que veio para aqui armado em chico-esperto e que fala em «vocês», «a vossa ideologia» , etc.

Além disso, quero lá saber de graus de pureza, quero lá saber de libaneses e fenícios, isso para mim é perda de tempo absoluta. Enquanto se perde energias neste tipo de discussões os problemas vão-se agravando e nós, incluindo o Molochbaal, continuamos a discutir o sexo dos anjos.

Comentar por arqueofuturista

Entretanto, amigo caturo, só por acaso, o Séc X AC, periodo do início da colonização fenícia na península foi à exactamente 3000 anos. Pelo que não estou a perceber qual é a tua objecção. ou melhor, até estou

Eu é que estou – é que vi-te a dizer tanto asneiredo seguido que, de repente, me pareceu que estivesses a dizer «3000 a.c.» em vez de «há 3000 anos». Porque quem se põe a falar de procissões geriátricas de há três milénios como quem fala das festas da Senhora da Agonia, deve estar mesmo a brincar com a tropa, ou a pensar que brinca. Sim, há 3000 anos a.c. é que os Fenícios podem ter começado a vir para a Ibéria. Mas enfim, parece que a aturada chamada à realidade que te fiz, acabou por te levar a «ser mais prudente», ou, por outra, a ter mais cuidadinho com os teus entusiasmos semitizantes ou aliás, com a tua conversa da treta, de quem pensa que tem impunidade para atirar areia aos olhos alheios. Em silêncio ficaram já as tuas teorias das procissões das tuas velhas, a Europa fenícia, o sangue fenício dos portugueses… e as «dezenas de cidades fenícias» do território português, essas então parecem ter-se evaporado ou sido engolidas por algum tremor de terra… vê lá se a descobres, ao menos habitua-te a responder a perguntas directas, não confies sempre na cassete, olha que só aos olhos de mentecaptos como tu é que essa converseta de enfiada pega.

Efectivamente, quem aqui já levou com muita areia nos olhos antes de para cá vir, foste tu, e ficaste lá com ela. E agora queres partilhá-la, mas tens azar. O teu fanatismo semitizante é directamente proporcional à imbecilidade com que o serves. Como não tens qualquer argumentação válida tend de dizer qualquer coisa, nem que seja uma asneira qualquer, só para me contrariar.

Quanto a não haver provas da presença fenícia na ibéria

Não foi isso que eu disse, jovem. Que raio, ainda agora começaste e já estás nervoso?… O que eu disse foi, e agora vai a grosso para te entrar melhor pelos olhos adentro (pode ser que te chegue ao cérebro, embora quando lá chegue não tenha talvez lugar para aterrar…), repara bem,
aliás, nem há provas concretas da presença de Fenícios em Portugal antes do século X.

Compreende-se que as tuas limitações em Geografia sejam equivalentes às tuas «deficiências» (leia-se «nulidades») em História, mas uma das lições que tens de aprender é que Portugal não é toda a Península Ibérica, é só a maior parte da sua faixa atlântica ocidental…

Deves pensar que és um viking.

Pelo menos não penso que sou um fenício, podia ser pior… :)

Aconse-lho apenas a que faças algumas leituras. Tenta conhecer algo acerca da tua história,

Ó petiz, não é contigo que o aprendo quase de certeza, como a seguir se continuará a ver.

Comentar por Caturo

Caturo,
Para não fazeres figuras ridículas, aqui vai algumas bibliografia acerca da presença fenícia e cartaginesa na península.

Pois eu da minha parte não te digo nada para evitar que faças figuras ridículas, é que sou realista e sei que a imbecilidade apalhaçada está na tua natureza. E desde já ficas a saber que, tanto quanto ouvi da boca da Dr. Arruda quando fui seu aluno na disciplina de História Antiga Peninsular, a presença fenícia foi escassa em território português, e teve muito mais a ver com comércio do que com estabelecimentos vitalicíos de populações.

Se entretanto já se descobriu mais qualquer coisa, não sei. Mas também não te vejo a dizer nada de jeito a respeito do assunto – limitas-te a mandar umas larachas estupidamente exageradas, a dizer mentiras descaradas, e, claro, a nem sequer responder a perguntas directas.

Claro que vais dizer que historiadores e arqueólogos pertetencem todos ao lóbbie gay e ao lóbbie semita e que estão todos feitos na conspiração mundial para vos obrigar a usar calcinhas cor de roa e falar ydiche.

Ahahahh, estás mesmo apostado em defender os homossexuais, rapazito… mas viste-me alguma vez a atacar o teu grupo-vitimado favorito?…

Trata lá dos teus problemas com o caso se algum dia foste maltratado por te bateres em nome dos direitos da homossexualidade, tem é ao menos um bocadinho de pudor e evita trazer para aqui os teus problemas de índole pessoal.

Em seguida até podes acrescentar que os artefactos e vestígios de colonização fenícios foram cá deixados pelos celtas e germanos,

Posso dizer outras duas coisas, que por acaso até ouvir nas aulas da Dr. Margarida Arruda e não só:
– primeiro, um povo comerciante que deixa artefactos pode simplesmente estar de passagem e não deixar cá grande população;
– segundo, e agora nota bem, a opção de chamar «fenício» a tudo o que PAREÇA orientalizante é mera convenção dos arqueólogos, porque em muitos casos nem sequer há certezas quanto à origem fenícia de certas peças «orientalizantes», que até podem ter sido trazidas por outros povos que tenham vindo do Mediterrâneo Oriental.

E isto, gebo pró-tírio, foi igualmente a professora Margarida Arruda quem mo disse, durante uma aula… pois foi.

Comentar por Caturo

Curiosamente, o Molochbaal nem sequer comenta o tiro (não o tírio, não fiques já feliz!) que o Henrique lhe acertou, ora releia-se:

Apesar dos iberos serem na verdade ocupantes originais da Europa Ocidental, conforme se depreende de estudos históricos e principalmente dos atuais estudos dos haplogrupos, eles não tiveram uma ocupação consistente de Portugal, conforme se pode verificar no mapa abaixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Iberos.png

Ora apesar do Henrique dizer isto, o Molochbaal continua a dizer isto:
http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians#Origins
Aqui vai o link.
Ah, desculpem, esqueci-me que a wikkipedia pertence à conspiração mundial judaico-gay.

Quer isto dizer que:
– primeiro: ignora completamente o que o Henrique disse e continua a bater na tecla dos Iberos, mesmo depois do «argumento» pretensamente nor-africanizante dos Iberos em Portugal ter já sido DESARMADO;
– segundo: acusa-nos de considerarmos a Wikipedia como fonte pouco fiável e desonesta, MESMO DEPOIS de ter lido que o link do Henrique É DA WIKIPEDIA.

Ora o que é isto? Simples entusiasmo juvenil histérico estupidificante ou uma vontade de aldrabar quem o lê?
Só porque ser uma dessas duas coisas.

Comentar por Caturo

Ah, e já que gostas tanto de citar a Wikipedia, toma lá disto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugueses

Olha, até te ajudo:

Repare-se, portanto, que nunca existiram, contrariamente ao que muitas vezes se afirma, populações iberas em parte alguma do território português.[36] Da mesma maneira, é de notar que não há indício algum de colonização fenícia em Portugal (com a excepção do entreposto comercial de Balsa, hoje Tavira, no Algarve), assim caindo por terra os mitos da fundação fenícia de Lisboa, para não falar da ainda mais inverosímil fundação grega. É claro que excursões comerciais fenícias devem ter percorrido as costas portuguesas (de facto, pensa-se que até às Ilhas Britânicas), e que a sua influência directa ou, mais provavelmente, indirecta via Tartessos, tenha tido forte impacto cultural. Daí encontrarem-se povoações organizadas na região de Lisboa com claras influências orientalizantes.

É pá!!! Tu…. tu… tu queres ver que a Wikipedia já passou do lóbi judaico-gay para o lóbi nazi-arianista???!!???? Vai-te a eles, rapazelho, vai denunciá-los, força nisso!….

Comentar por Caturo

Caro camarada Arqueo, discordo quando dizes que o Molochbaal e os demais estamos envolvidos em discussões improcedentes para o movimento, pelo menos não na totalidade. A colocação de que a raça branca é prioritária frente a aspectos secundários, como ideologia, religião, geografia, cultura, etc. é , pelo que parece ponto pacífico entre aqueles que querem combater pela sua continuidade e isso tem que ser gritado em alto e bom som: SOMOS BRANCOS, TEMOS UMA HISTÓRIA MONUMENTAL E UMA LIGAÇÃO COMUM ONDE QUER QUE ESTEJAMOS, E ,A DESPEITO DE CRENÇAS OU VISÕES DE MUNDO DíSPARES, SOMOS UM SÓ POVO EM LUTA PELO NOSSO IRREVOGÁVEL DIREITO DE EXISTIR.

Comentar por Aldo Friederiksen

Acusa-vos ponto e virgula. Visto que a maior parte do pessoal até concorda comigo, quanto muito acusarei a ti e ao caturra. Quanto à oportunidade da conversa, acho que desprezar 50% da sua raça e das etnias que a compõem, desprezar as suas origens e fazer gala em desconhecer o passado da sua etnia – isto é, desprezar a sua própria etnia e identidade, ao mesmo tempo que se faz a apologia da etnia e da identidade – é ao mesmo tempo incoerente, contraproducente e totalmente destrutivo daquilo que se diz defender.

Ao mesmo tempo, do ponto de vista táctico, É SUICIDA. Já falei acerca do devastador efeito propagandistico que as vossas incoerências podem ter CONTRA a causa que dizem defender.

Comentar por molochbaal

Caro amigo arqueofuturista, não estou de acordo com tudo o que ele escreve, mas comungo muito das suas ideias….
E creio, sinceramente, que aquilo que o Caturo veicula é mais pernicioso para a nossa raça, para a nossa cultura e para a nossa civilização.

E para mim é mais grave permanecer-se alheado do mundo e da realidade sócio-política em que vivemos, como acontece com o Caturo.

Não contem comigo, definitivamente, com ideias e comportamentos que só nos levam a becos sem saída.

Saudações Identitárias

Comentar por Miazuria

E para mim ser Identitário não é, de todo, recauchutar ideias do passado.

Saudações Iderntitárias

Comentar por Miazuria

Continuando…

Disse o Molochbaal:

Enquanto não sairem disto vocês cobrem a vossa causa de rdículo e impedem qualquer trabalho sério.

http://en.wikipedia.org/wiki/Prehistoric_Iberia

Vejamos então o que diz o site http://en.wikipedia.org/wiki/Prehistoric_Iberia:

Contrary to myth, there is no record of Phoenician colonies west of the Algarve (namely Tavira), even though there might have been some voyages of discovery. Phoenician influence in what is now Portuguese territory was essentially through cultural and commercial exchange with Tartessos.

During the ninth century BC the Phoenicians (from the city-state of Tyre founded the colony of Carthage (in North Africa). During this century Phoenicians also had great influence on Iberia with the introduction the use of Iron, of the Potter’s wheel, the production of Olive oil and Wine. They were also responsible for the first forms of Iberian writing, had great religious influence and accelerated urban development. However, there is little evidence to support the myth of a Phoenician foundation of the city of Lisbon as far back as 1300 BC, under the name Alis Ubbo (“Safe Harbour”), even if in this period there are organized settlements in Olissipona (modern Lisbon, in Portuguese Estremadura) with clear Mediterranean influences.

Ou seja, é cada tiro cada melro, ou aliás, cada pé, o tuga que usa nomes de Deuses fenícios quanto mais fala mais se enterra.

De futuro, rapaz, tem ao menos o cuidado de ler as fontes que citas, para depois não caíres no ridículo desta maneira. Isso é tudo histerismo adolescente ou simples saloíce?

Comentar por Caturo

Enquanto renegarem a vossa identidade, enquanto tiverem orgulho em desconhecer as vossas origens e alardearem a ignorãncia

Até agora, o único que foi apanhado a alardear ignorância, não apenas a respeito das próprias origens, como, mais ridículo ainda, a respeito das suas próprias fontes, FOSTE TU. Portanto, pianinho, que ainda a procissão vai no adro. Já a maior parte da tua arenga foi deitada por terra e continuará a sê-lo, ponto por ponto.

Continuemos pois…

Comentar por Caturo

Ver uma fotografia de um libanês (ou de um judeu) FISICAMENTE INDISTINGUÍVEL de um português – e continuar a jurar que pertencem a raças completamente diferentes.

Bem, eu deixei BEM CLARO que NÃO É POR CAUSA DA RAÇA que os Libaneses pertencem a estirpe diferente da nossa, mas sim POR CAUSA DA ETNIA.

NUNCA NINGUÉM AQUI DISSE que os Libaneses eram de raça completamente diferente, mas sim de ETNIA diferente.

Eu já tinha afirmado isto, mas tu fazes de conta que não leste, tal é a tua estúpida desonestidade histérica.
Claro que há sempre a possibilidade de, ou porque tenhas sérias dificuldades de leitura, devido, seguramente, à falta de hábito, ou então porque te disseram que pensar faz doer a cabeça e tu vai daí não arriscas, não teres sequer percebido o que eu aqui tinha redigido, mas tem calma que vais apanhar aqui com a mesma resposta tantas vezes quantas disseres a mesma imbecilidade. Vais usar a falácia do homem de palha lá com os atrasados mentais do teu buraco, mas aqui és posto no teu lugar.

Comentar por Caturo

Disse eu que, repito,

Também os comunistas chacinaram milhões, mas hoje ninguém está proibido de ser comunista e até de glorificar Estaline (pelo menos nos países da Europa Ocidental).

Sucede que já antes da ascensão do NS ao poder, a elite dominante no Ocidente queria acabar com o espírito de Estirpe, tal e qual como agora; e as matanças alegadamente levadas a cabo pelo Estado NS serviram de justificação para a partir daí punir legalmente quem afirmar politicamente ideais que possam ser identificados com os de Hitler.

Respondeu molochbaal que Não. Isso é apenas parte da história.

Não, esta é a parte essencial da História. É por isto que o NS é demonizado. Aquilo que a seguir dizes não tem grande peso, como a seguir se verá:

A principal razão é que os judeus PERTENCEM À NOSSA RAÇA, são virtualmente indistinguíveis de qualquer europeu.
Isso provocou o horror de qualquer pessoa, no mundo branco, poder ser confundida com um judeu.

Nem por isso. O homem comum europeu não pensa que isso lhe podia acontecer, porque sabe não ser judeu. Foi só através da maciça propaganda anti-nazi que se generalizou essa tirada de que «cuidado, se estivesses lá também podias ser confundido com um judeu…».

E PORQUE é que essa tirada se generalizou (não tanto quanto dizes)?

PORQUE está em marcha uma maciça propaganda anti-nazi.

E PORQUÊ?

PORQUE as elites dominantes assim o querem.

E PORQUE é que o querem?

POR CAUSA do que eu disse:
já antes da ascensão do NS ao poder, a elite dominante no Ocidente queria acabar com o espírito de Estirpe, tal e qual como agora.

Só ia para os campos de concentração quem pudesse ser identificado como judeu, através de documentos. Só o mais primário anti-nazi pode sustentar a estúpida ideia de que a Gestapo e as SS andavam pela rua fora a olhar para as pessoas e a levar todas as que tivessem pinta de judeu, pois que, como tu próprio dizes, os Judeus não se distinguem fisicamente dos Europeus.

Aliás, esse argumento volta-se contra ti, pois que, se qualquer um poderia na Alemanha NS ser confundido com um judeu, também qualquer um poderia ser, na União Soviética, considerado um perigoso burguês ou um agente anti-comunista, só por se suspeitar que estava de algum modo contra o regime.

Portanto, se as pessoas tivessem medo do NS essencialmente por causa do que dizes, então teriam o mesmo medo do Comunismo.

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“o mesmo no que diz respeito ao feminismo; o hedonismo, o egoísmo, o consumismo, estão também longe de constituir graves obstáculos à sobrevivência da raça branca.”

Terei lido bem o que aqui está escrito???!!!

Sem margem para dúvida. Eis porquê:
– o egoísmo pode facilmente ser virado a favor da anti-imigração, pois que os povos rapidamente percebem que a Europa não dá para todos;
– o consumismo, tem sido porreiro para permitir ao homem comum, até a muitos pobres, o acesso a comida barata e à maior parte dos outros bens (perfumes, doces, brinquedos, televisões, dvds, livros, roupas…) como nunca antes se tinha visto na História da Humanidade;
– o hedonismo obedece à mesma lógica que o egoísmo, por aproximação de funcionamento – quando as pessoas começam por exemplo a perceber que não podem sequer ir para a borga toda a noite porque há gangues a assaltar e a espancar, começam a ser contra a imigração. Aliás, foi neste quadro que se inseriu o famoso e falecido Pim Fortuyn, adepto duma vida libertina, boémia, promíscua e homossexual, que, lúcido e realista, percebeu que não podia manter um estilo de vida desses no seu liberal país se este continuasse a ser iminvadido por muçulmanos.

É tão simples como isto.

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“mas isso não interessa, isso é nazismo, e o nazismo matou brancossssssssssss!!!!!!!!!!!!!!”

Ó Caturo, mas não matou?!/i>

Matou, mas o que é que a conversa tem a ver com o nazismo?…

Faltou-te perceber essa «subtileza»…

Comentar por Caturo

Prosseguindo, molochbaal,

EVIDEENTEMENTE QUE O FACTO DE AFONSO SER UM NOME HABITUAL EM MACAU SIGNIFICA QUE HOUVE UMA ENORME INFLUÊNCIA POLITICA HISTÓRICA E CULTURAL PORTUGUESA EM MACAU !

MAS NÃO SIGNIFICA QUE O MACAENSE QUE SE CHAMA AFONSO SEJA PORTUGUÊS OU TENHA SANGUE PORTUGUÊS, DO MESMO MODO QUE O PORTUGUÊS QUE SE CHAMA ANÍBAL NÃO TEM POR ISSO DE SER DESCENDENTE DE FENÍCIOS.

Aliás, até te dei uma pistazita para perceberes isso quando te falei da personagem «Hannibal the Cannibal», para te fazer pensar que também no mundo anglo-saxónico o nome do cartaginês é conhecido e usado, e não é por isso que se vai dizer que os Anglo-Saxões são fenícios. UM NOME QUE ADQUIRA DETERMINADO PRESTÍGIO PODE ULTRAPASSAR AS FRONTEIRAS ÉTNICAS E CIVILIZACIONAIS, SEM QUE ISSO SIGNIFIQUE UMA FORTE CONTAMINAÇÃO ÉTNICA OU CIVILIZACIONAL, OU ATÉ PODE VIR A SIGNIFICÁ-LO, MAS ISSO É SE HOUVER MUITOS TAPADOS COMO TU.

Dei-te esta pista, mas essa mioleira, já por demais apodrecida, não conseguiu-se erguer-se da lama de cretinice fanática em que chafurda.

Ao mesmo tempo, o facto de Macau ficar num continente ao qual chamamos Ásia, e ao qual muitos Macaenses que falam Português também podem chamar Ásia, e muitos chineses de Hong Kong idem, por razão análoga (em Inglês é «Asia»…), NÃO SIGNIFICA QUE OS MILHÕES E MILHÕES DE AMARELOS TENHAM CORNO A VER COM O CONTEXTO ÉTNICO E CIVILIZACIONAL QUE LEVOU OS GREGOS A CHAMAR «ÁSIA» AO CONTINENTE ASIÁTICO.

Portanto, essa treta de que «ah, estamos na Europa porque os Fenícios colonizaram isto» é, mais uma vez, rebatida. E ainda se dirão mais coisas a respeito do tema.

Do mesmo modo, o facto de sermos fisicamente semelhantes a um libanês indica que pertencemos ao mesmo tipo racial – o mediterrânco.

Ao mesmo tipo racial, talvez, salvo as devidas distâncias; ao mesmo grupo étnico, NÃO, do mesmo modo que os Turcos NADA têm etnicamente a ver com os Gregos. Só um imbecil, ou um ignorante, é que o podem negar.

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Ou seja, tal como eu disse, descende do alfabeto fenício.

Salvo a tal “discussão” de que falas. Totalmente inexistente nos meios académicos, onde é um facto estabelecido sem quaisquer dúvidas, suponho que a discussão e as dúvidas sobre a origem fenícia do alfabeto tenham surgido no bairro alto entre dois skins

Supões mal, a menos que no teu «peculiar» pequeno mundo de perseguições anti-semitas queiras considerar a professora Ana Margarida Arruda como uma «skinhead»… é que foi ela quem me disse isto. Numa aula, perguntei-lhe, na sequência duma conversa sobre o tema, «mas o alfabeto grego deriva do fenício, não é? Isso está estabelecido…». Resposta da professora: «Muito pouco». E mais não sei…

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Com a mão levantada, a palma virada para baixo ou para cima, aberta e os dedos estendidos em frente qualquer objecto está sujeito a cair enquanto existir a força da gravidade

Pois, mas o que não conseguiste demonstrar foi que as estátuas por ti referidas tenham as mãos posicionadas dessa maneira. Nelas, mal se vê os restos duma mão, quanto mais a posição dos dedos.
Constato também que esqueceste a saudação-nazi-à-retaguarda.
Aliás, para teu continuado azar, uma das imagens de Baal que facilmente se encontram na Internet, mostra o Deus exactamente nesta posição, como se pode ver aqui,

e no entanto tem algo na mão levantada…

Olha outra, rapazinho, para tua melhor instrução:

Para teu continuado e já novelesco azar, desta vez a lança ainda não caiu da mão do Deus do qual saloiamente tiras o nome…

Ou seja, confirma-se a tendência já anteriormente verificada na tua prosa, que é a do auto-enterramento progressivo, à medida que a dita «se desenvolve».

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Mais alguma biblio sobre o assunto, só para o esclarecimento da “ralé”; personagens cultas como o Caturo não estão incluídos porque eles só sabem ler aquilo que lhe interessa.
Note-se que eu não coloco aqui publicações conotadas políticamente com nenhum campo mas sim material “neutro”

Sobre as origens africanas dos Iberos:
AMARAL, João Ferreira do. “Os filhos de Caim e Portugal”. Lx, Livros Quetzal, 2004 – Um pouco confuso, mas dada a complexidade do o tema é perfeitamente natural

De facto, a obra é complexa e densa, mas de leitura assaz compensadora. Coisa que o Ovelha Negra «talvez» não tenha descoberto, se calhar porque se ficou a meio…

Porque, se soubesse o que diz realmente essa brilhante obra de João Amaral, não vinha para aqui citá-la. É que a obra deste autor, tal como a sua anterior, «Povos Antigos em Portugal», acaba por apontar uma origem

INDO-EUROPEIA

a

TODOS

os povos arcaicos que estiveram na região que é hoje Portugal antes e durante a ocupação romana: até os duvidosos Cónios, que muitos consideram pré-indo-europeus, até esses são por Amaral considerados como PROVAVELMENTE indo-europeus, descendentes de MIGRAÇÕES INDO-EUROPEIAS vindas do Mediterrâneo Oriental.

Quanto aos Iberos, vejamos o que diz Amaral:
(…) só muito escassos topónimos do nosso território poderão indicar presença de Iberos no território hoje português. E, admitindo a validade de tais indícios, deve reconhecer-se de qualquer modo o seu pouco significado para a paleoetnologia portuguesa.
Também os dados da genética apoiam esse entendimento. Cavalli-Sforza interpretou como demonstrativo do impacte genético ibero-mediterrânico na Península Ibérica o mapa da terceira componente principal da frequência de genes. E por ele se vê como esse impacte se dá no sueste espanhol mediterrânico e como praticamente não existe na faixa portuguesa.
Povos Antigos em Portugal, Quetzal Editores (não, molocho, este nome é dum Deus maia, mas isso não quer dizer que os Maias tenham colonizado Portugal, alto, pára, acalma-te, toma um valium…).

Pois é, Ovelha Negra. Já da outra vez eu lhe tinha dito para fazer aqui citações dos seus autores favoritos (entre os quais o salazarista Adriano Moreira, aquele que quer meter Cabo Verde na União Europeia, não sei se o Ovelha Negra o reconhece agora…), mas dessa vez o ovino desculpou-se com a «falta de tempo».

Enfim, tem falta de tempo para, em cinco minutos, fazer uma curta citação, mas não tem falta de tempo para andar aqui durante semanas à espreita, a ler tudinho, para depois meter a sua colherada em apoio de algum novo «campeão» que venha «em seu auxílio»…

Percebe-se agora porque é que «não tem tempo». Como disse alguém, não se pode enganar toda a gente durante todo o tempo; e, como diz o Povo, quem o alheio veste, na praça o despe. E o Ovelha Negra anda pois a citar livros sem os ler, sendo que pelo menos um desses livros APRESENTA TEORIAS OPOSTAS ÀS DO OVELHA NEGRA, o que faz com que este ovino caia ao nível do outro ovino, o que usa nomes de Deuses fenícios.

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como podes concordar com um tipo que nos acusa de assassinarmos a nossa raça? Um tipo que veio para aqui armado em chico-esperto e que fala em «vocês», «a vossa ideologia» , etc.

É um imbecil histérico – e faço notar que nada, rigorosamente nada, do que veio dizer se sustentou. Todos os pressupostos que tentou impingir tiveram o seguinte resultado:

– Europa ter este nome por causa dos Fenícios – FALHOU

– A Ibéria teve cá Fenícios e vai daí Portugal é fenício – FALHOU

– Os racistas dizem que os Libaneses são doutra raça – FALHOU

– A saudação romana vem dos Fenícios – FALHOU

– Os Portugueses são Iberos e os Iberos são africanos, e portanto, iá méne, a gente sermos uns bacanos iberos, portanto sermos de origem africana e tal e assim e fenícia – FALHOU

– O nome «Aníbal» de Cavaco Silva indica um elemento fenício forte em Portugal – FALHOU RIDICULAMENTE.

Depois pelo meio, o gajo lança um slogan jeitoso – que a Europa é onde está a raça branca. Pois muito bem. Mas isso QUALQUER SKIN diria, pelo que a sua distanciação intelectual relativamente aos skinheads está muito aquém de se justificar… eles pelo menos não dizem baboseiras em catadupa sobre os Fenícios…

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Mas já agora… será que a Europa é mesmo onde há brancos?

Mas quais brancos?

A Arábia Saudita é Europa? NÃO, não é.
Marrocos, é Europa? NÃO, não é.
A Argélia é Europa? NÃO, não é.
E a Líbia, é Europa? Também NÃO.
E o Egipto, é Europa? NÃO.
E os Coptas, são Europeus? NÃO.
E o argelino berbere Zinedine Zidane, nascido na Europa, com olhos e pele relativamente claros, cabelo liso e feições caucasóides, é europeu? NÃO, não é. E o Figo, que até tem olhos mais escuros do que o dito argelino, o Figo é europeu? SIM, é, porque é duma ETNIA europeia. O mesmo se aplica a milhões de escuros portugueses, espanhóis, albaneses, italianos e gregos.
E o Líbano, é Europa? NÃO, não é.
E Israel?… NÃO, não é.
E a Turquia? A Turquia também NÃO. Turquia fora da Europa, é que todos queremos…

Comentar por Caturo

Caro Caturo, percebeste bem que por Brancos eu não me refiro aos médio-orientais, mas sim àqueles que possuem uma origem absolutamente europeia.

Comentar por arqueofuturista

Camarada Aldo, isso que escreveste merece a minha total adesão e tem sido que tenho vindo a tentar expressar, porque essa deve ser a nossa prioridade primária.

Saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Amigo Miguel, acho que confundes o estilo cáustico do Caturo (que assumo pode incomodar algumas pessoas) com aquilo que ele defende, na verdade o mesmo que tu, ainda que com matizes distintas. Quando se deixar de dar prevalência a gostos pessoais, a aspectos menores, quando se adquirir maturidade para aceitar as diferenças, então teremos as bases necessárias para avançar com uma plataforma séria e consistente, até lá, continuaremos a gritar e a barafustar uns com os outros por assuntos que nada dizem ao povo, e depois admiramo-nos por não termos público, por não sairmos do gueto em que estamos encerrados.

Comentar por arqueofuturista

Já falei acerca do devastador efeito propagandistico que as vossas incoerências podem ter CONTRA a causa que dizem defender.

E falaste estupidamente mal, como acima se DEMONSTROU.

Comentar por Caturo

E para mim é mais grave permanecer-se alheado do mundo e da realidade sócio-política em que vivemos, como acontece com o Caturo

Isto tem graça, vindo de quem queria «deixar isto tudo para trás» e ir viver para uma aldeia recôndita, talvez porque a cidade esteja podre… :) Tem piada vindo de quem anda agarrado a «reflexões morais» da treta, lugares-comuns empobrecedores e, esses sim, que nos distanciam do Povo autêntico, como essa da crítica ao consumismo.

Comentar por Caturo

Caro Caturo, percebeste bem que por Brancos eu não me refiro aos médio-orientais,

Ora nem mais…

Comentar por Caturo

Caro amigo arqueofuturista, mas eu nunca recusei, nem sequer posso recusar ao caturo o direito de dizer e escrever o que lhe dá na gana…
O que eu não posso aceitar é a sua linguagem grosseira, insultuosa e preconceituosa para além de ignorante nas áreas importantíssimas da economia e da política.
Um tipo que não tem posição sobre o aborto, que aceita a homossexualidade como prática sexual normal, que dedende o consumismo e o hedonismo como hábitos de vida, que não gosta de imigrantes mas que gosta de respirar o cosmopolitismo das grandes urbes, etc, etc

Já deu para perceber, e bem, que a minha mundovidência é OPOSTA à dele.
Mais: a minha concepção de raça brança (caucasóide) é distinta da dele, os povos do Médio-Oriente são brancos, assim como a maioria dos Norte de África, se não for assim então os Portugueses, pelo menos uma parte, não são brancos.
É muito mais a cultura, a religião e os costumes que nos diferenciam, pelo menos ainda, tendo em conta o processo da mundialização, leia-se americanização da vida quotidiana.
Por isso mesmo Não são europeus.
A teoria dele das “estirpes” faz-me lembrar a linguagem dos veterinários quando falam de cavalos!!
E quanto ao caturo dou por encerrada qualquer discussão com ele, não nos leva a lado nenhum.
E repito: as suas posições ideológico-religiosas são perniciosas e só prejudicam qualquer prática política eficaz.

Abraço e saudações Identitárias

Miazuria

Comentar por Miazuria

Caturra,

Porreiro, faz-se luz sobre História a sério! Há 3000 anos nem sequer existia Fenícia alguma, quanto mais Fenícios na Ibéria, aliás, nem há provas concretas da presença de Fenícios em Portugal antes do século X,

Não percebo porque continuas a não dar duas para a caixa e pensas que, por adoptares uma liguagem mais agressiva, provas alguma coisa.

Gostei da tua transcrição da wikkipedia em que provas que eu sou um mentiroso por dizer que os fenícios tiveram uma enorme influência na península colocando uma passagem que afirma que os fenícios tiveram uma enorme influência cultural na península.

“e que a sua influência directa ou, mais provavelmente, indirecta via Tartessos, tenha tido forte impacto cultural. Daí encontrarem-se povoações organizadas na região de Lisboa com claras influências orientalizantes.”

Isto foi exactamente o que eu disse, pelo que não estou a ver qual é o teu problema. A questão dos objectos orientalizantes já tinha também referido que eles representavam uma presença OU grande influência cultural fenícia, pelo que também não estou a ver qual é o teu problema.

Quanto a sermos descendentes do fenícios, nunca disse isso. Disse simplesmente aquilo que se pode ler em qualuer livro de história – que a nossa etnia sofreu uma grande influência cultural fenício-semita. Isto ninguém põe em dúvida, pelo que não percebo onde queres chegar.

A única coisa que poderá estar em dúvida é a quantidade de mistura racial directa que pode ter havido entre fenícios e peninsulares. Aí reconheço que existe polémica.

embora nesse ponto, tenha sido politicamente correcto afirmar que nunca existiram colónias de povoamento – exactamente por racismo – admiti-lo seria admitir a “inferioridade” da nossa raça – daí o teu terror de que possas ter algum gene semita. Disso ainda enferma esse artigo da wikki.

E, embora seja certo que nunca existiu povoamento semita em massa, já se admitem colónias de povoamento na península, especialmente na andaluzia.

Mas, mesmo a não haver povoamento em massa, seria estranho não haver alguma mistura racial, visto que os fenícios/cartagineses dominaram a península durante séculos.

Seria um bocado difícil não haver nenhuma população semita na península quando esta foi colonizada por cartago, por exemplo, coisa que nenhum historiador coloca em dúvida.

A saída de que teriam sido outros povos a trazer artefactos fenícios para a península não explica a fundação de cidades fenícias como cartagena, a existência de templos fenícios, topónimos fenícios, que a península tenha sido dominada politica e militarmente o que, sem a presença fenícia seria impossível.

Quanto ao nosso obvio parentesco racial com os povos semitas (e com todos os povos caucasianos) nunca disse que tal se devia a uma emigração em massa fenícia, mas sim porque na origem racial dos dois povos é evidente um tronco comum. Basta ver as fotografias. Somos mais parecidos fisicamente com um libanês ou com um sírio do que com um sueco ou um norueguês. Por isso somos chamados de raça mediterrânica (portu-libaneses) enquanto eles são chamados de raça nórdica.

Um sueco médio distingue-se claramente nas ruas de Lisboa, é mais alto, mais branco, mais louro. Um libanês tem mais ou menos a mesma altura, cor de pele e cabelo feições etc do que o tuga médio. Por isso, só um louco Isto pode negar que existe parentesco racial. Não tenho a mínima dúvida de que pertences a esse tipo de loucos.

http://travessadamalingua.blogspot.com/2005/06/o-modelo-koeman.html

http://www.vieiros.com/nova/66020/otelo-saraiva-visita-galiza-na-semana-do-25-de-abril

Imagens de dois politicos tuga/libanês. Podiam ser irmãos.

http://www.welt.de/english-news/article2033972/Lebanese_parliament_elects_army_chief_as_president_.html

Imagem de treinador holandês. Este, embora indubitavelmente da mesma raça (caucasiana/branca) dificilmente alguém diria que era da mesma família.

Ou seja, todas as evidências comprovam que grande parte dos povos semitas e turcomanos pertencem à mesma raça (caucasiana/branca) dos europeus. Esta proximidade racial é especialmente evidente na bacia mediterrância, onde existem claras afinidades entre as etnias que habitam as suas costas.

isto nunca foi colocado em dúvida por nenhum estudioso dos assuntos raciais, pelo que até se adoptou a designação de raça mediterrãnica para os povos da bacia deste mar.

Todas as evidências comprovam o parentesco de semitas e europeus. Todas as evidências comprovam que estamos mais próximos dos semitas do que dos europeus do norte.

O resto é conversa de chacha. O género de conversa que nos faz passar por atrasados mentais para quem está de fora.

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caturra

Claro que para ti tudo falha, visto que és um fanático obtuso.

Para ti nunca existirão provas da presença fenícia em portugal. Durante milénios as culturas “orientalizantes” da península serão apenas culturas de importação. Os navios fenícios que durante séculos passram pelas costas portuguesas (vá lá admites) não tinham qualquer contacto com a população. Apesar de a tecnologia naútica exigir que varassem os barcos todas as noites nas nossa praias. Claro que não houve contactos. Durante séculos, os marinheiros fenícios, em viagens de meses pelas costas peninsulares nunca tocavam nas mulheres nativas, porque só pensavam em dinheiro e elas eram muito castas. Cidades como cartagena foram provavelmente fundadas pelos marcianos. As feitorias, explorações mineiras e agrícolas, os oficiais que comandavam os exércitos cartagineses que operavam na península faziam-no por controlo remoto, tipo guerra dos clones. Provavelmente aníbal, Asdrubal, amílcar e outros generais que se notabilizaram pelo controle que conseguiram na península, comandavam os seus exércitos por email.

Tudo o que tu quiseres.

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Entretanto existe uma coisa que se chama lógica elementar.

Se existiu um periodo orientalizante na península na cultura peninsular é porque houve influência cultural oriental (semita) na cultura peninsular.

Se a principal religião europeia é de origem semita, isso comprova que houve (há) enorme influência religiosa/cultural na Europa.

Se os povos mediterrânicos são parecidos fisicamente isso implica que sejam aparentados racialmente.

Se determinados povos são aparentados racialmente, implica que têm uma origem comum.

logo, qualquer cultura específica que tenham criado tem uma origem comum. Porque, por mais que tenham derivado e individualizado posteriormente, a sua origem comum implica que am algum tempo da sua história remota partilharam uma cultura comum, que se foi diferenciando com a expanção geográfica.

Afirmar uma etnia pelo mapa, como os falsos identitários fazem, é pura loucura. Uma etnia não é um mapa. É uma derivação de um grupo específico de determinada raça que se individualizou em relação à sua cultura comum original.

Por mais importante que seja a etnia, o principal é a raça de que ela derivou e que comprova o parentesco da sua cultura com outras etnias da mesma origem racial.

AS ETNIAS PODEM-SE EXTINGUIR E EXTINGUEM-SE SEM QUE ISSO AFECTE A RAÇA OU A CAPACIDADE DESTA EM PRODUZIR NOVAS ETNIAS. MAS QUANDO SE ACABA A RAÇA, ACABA-SE TUDO. A COMEÇAR PELAS ETNIAS QUE ESTA CRIOU.

Assim, a cultura europeia suportou sem mossa a desaparição de etnias como a dos celtiberos, romanos, etc. Em seu lugar apareceram as etnias portuguesa, catalã etc.

Mas quando a raça desaparecer não só as etnias actuais desaparecem, como nunca mais haverá novas etnias brancas.

Logo, a raça é mais importante do que a etnia. logo o que define o parentesco de uma etnia é a raça e não o contrário.

Um morenão de cabelo encaracolado tuga é morenão provavelmente porque tem genes misturados de negro. Um sírio de pele clara, tem a pele clara porque descende de um tronco racial comum aos europeus. Que necessariamente
já partilhou uma cultura comum. Logo, necessariamente, qualquer cultura que o sirio crie tem um certo parentesco com a nossa. Parentesco provavelmente mais proximo da essência da nossa cultura do que a cultura original do tuga misturado que tem antepassados que provavelmente falavam banto e foram trazidos como escravos para amanhar as hortas da lisboa renascentista.

Se admitimos um tuga misturado (até certo ponto) como da nossa raça e etnia, porque também seria loucura desprezar o poder assimilador da nossa raça e etnia – necessariamente teremos de admitir como nosso irmão de raça e possuidor de uma cultura aparentada o sirio mais branco do que muitos dos nossos conterrâneos.

Tudo o resto é conversa e crime contra a raça.

E crime contra a raça é o mesmo que crime contra a etnia, visto que esta é uma derivação cultural da raça que a criou.

Vocês estão a assassinar a etnia que dizem defender.

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PS

Fui skin durante dez anos. Com muita honra.

Simplesmente afastei-me por o movimento skin, especialmente em Portugal, estar infestado de poseurs ou de fanáticos como o caturra.

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O ridículo do “pensamento” caturriano é exemplar na sua diatribe cartográfica que faria corar de inveja os distribuidores do mapa das estradas Michelin.

Sem dúvida que a Europa é um território sagrado, pela sua história, por abrigar um dos conjuntos de etnias da raça branca que mais se distinguiu pelo poder criativo.

No entanto grande parte dos seus habitantes são de origem extra-europeia. Já que idolatram o conjunto de etnias indo-europeias, deviam saber que a maior parte das teorias acerca do território de origem desse grupo linguístico o situam na Ásia.

Então vocês desprezam um grupo turcomano mesmo que seja racialmente igual ao europeu porque esse grupo não vive na europeu – quando os indo-europeus ou pelo menos grande parte desse grupo, também não viviam na europa e tenham a mesma origem territorial do que o grupo otomano.

Então, se os indo-europeus não são de origem europeia, também não os podem considerar como de interesse para preservação da etnia.

Proponho então, visto que só dão importância ás línguas e aos mapas, que tentem descobrir que língua falavam os neanderthais, visto que foi a única raça humana completamente autóctone da Europa.

Aliás, o pensamento politico-filosófico do caturras não se deve distuinguir muito do do neanderthal médio.

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A questão turca é também flagrante. A turquia é território da nossa raça. Nela se distinguiram o império hitita, as cidades jónias, as tribos celtas dos gálatas. A maior parte da população truca descende dessas brilhantes civilizações arianas. Por mim, neste momento, até podiam falar chinês. O principal é que são irmãos de raça.

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Que a Turquia seja bem vinda ao seio da europa. Que todos os povos brancos dêem as mãos.

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Caro caturo, sou de facto um ovino com tempo limitado pois tenho vida própria, ao contrário de ti. Mas felizmente as minhas limitações são meramente temporais. A tuas, por outro lado, são de ordem intelectual ou mesmo emocional, o que é facilmente verificável pelo teu tipo de escrita.
Mas olha, só para te dar algum contento, vou responder aos teus zurros. Baixa então as tuas longas orelhas e olhos bem abertos:

Sobre os Fenícios:
“Numa época bastante antiga, situável no séc. VII AC, surge no Sul da Península a primeira forma de escrita local: a chamada “escrita meridional”. Parece basear-se no alfabeto fenício, cujos signos copia e adapta […] Hoje em dia parece evidente para alguns investigadores que o modelo adoptado é o alfabeto fenício […] Outros autores preferem filiar esta forma de escrita nos alfabetos orientais do Egeu.”
MATTOSO, José (Dir.). História de Portugal. Lx, Círculo de Leitores, 1993 – 1º Vol, p. 137.

Os povoamentos na zona de Lisboa demonstram bastas influências mediterrânicas. Quanto a Lisboa, ou Olissipo, importa “sublinhar que o próprio nome da cidade, terminado em “-ipo”, denota um inequívoco carácter mediterrânico e deve relacionar-se com vários outros topónimos onde o referido elemento está presente. Estes situavam-se sobretudo na zona da Andaluzia mas também na fachada atlântica peninsular”
(idem, p. 143).
Note-se também o comentário ao mapa na página 145

Quanto ao artigo da Wiki (http://en.wikipedia.org/wiki/Prehistoric_Iberia):
“(…) there is little evidence [ou seja, o que está escrito é que “há poucas evidências/provas”, e não que “não há provas”] to support the myth of a Phoenician foundation of the city of Lisbon […], even if in this period there are organized settlements in Olissipona (modern Lisbon, in Portuguese Estremadura) with clear Mediterranean influences [esta parte passou-te ao lado, como aliás a inteligência).”

Sobre os Iberos
Começemos pela famosa Wiki (as maísculas são minhas)(http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians)
“One theory suggests that they [the Iberians] arrived in Spain sometime during the Neolithic period, with their arrival being dated from as early as the fifth millennium BC to the third millennium BC (see Cardium culture). Most scholars adhering to this theory believe from archaeological, anthropological and genetic evidences that THE IBERIANS CAME FROM A REGION FARTHER EAST IN THE MEDITERRANEAN. Others have suggested that THEY MAY HAVE ORIGINATED IN NORTH AFRICA. The Iberians would have initially settled along the eastern coast of Spain, and then possibly spread throughout the rest of the Iberian Peninsula later on.[1][2][3][4][5]
An alternative theory states that they were part of the original inhabitants of Western Europe (…)

Quanto ao livro, tens razão, o livro que queria citar do João Ferreira do Amaral não era “Os Filhos de Caim e Portugal”. Este só refere o povoamento de povos “indianos” (indo-arianos) no extremo ocidental no norte de África (pg. 165; 169) e a sua passagem para a Península Ibérica (p. 170).

Mas vamos ler outras coisas e estabelecer a comparação:
Para Pedro Bosh Gimpera (“Etnologia de la Peninsula Iberica”, Barcelona 1932), os povos ibéricos eram o resultado da fusão dos Capsienses e Pirenaicos (indígenas) com elementos camitas, provenientes do Norte de África.
E quem são estes camitas?
Os camitas eram os povos que habitavam o Norte de África e que segundo a Bíblia, eram descendentes de Cam, filho de Noé. Can foi o patriarca de várias nações do Médio Oriente, Kush e Sabá.
E agora vamos voltar ao livro do Ferreira do Amaral, o qual tu, ignorantemente, dizes que eu não li. É que nesse livro, entre as páginas 197 e 209, vêm explicadas umas coisas:
Os Danuna, ou Danones ou Danaus, eram um povo indo-ariano que se espalhou pelo Médio Oriente e que veio a ocupar a Palestina. Eram também conhecidos como, ou terão dado origem aos, jónios, que originalmente não eram gregos. Na Bíblia os Danaus são referidos como a tribo israelita de Dan (o que, aliás, comprova uma antiga associação entre judeus “puros” e estes não-judeus).
Caim, o tal da Bíblia, é um epónimo do povo dos Caimitas (vês a semelhança entre os nomes “Caimita” e “Camita”?), ou Cahones (p. 202). A descendência dos Caimitas foi o povo dos Cineus. Segundo algumas tradições, o sogro de Moisés era cineu, e foi ele quem ensinou Moisés a adorar a Jeová (p. 200).
Os danaus e os caimitas/cineus, misturados, começaram a migrar, por vagas, para a Pen. Ibérica, por volta do II milénio AC. E uma das rotas foi, cá está, terá sido o Norte de África.

Segundo Augusto Ferreira do Amaral, o alfabeto dos cinetes, ou cunetes, era uma versão arcaica do alfabeto cananita (p. 218). Ora, sabemos onde Canã se situava…
De igual modo, “isso dá-nos uma pista para compreendermos a frase de Heródoto que diz que o alfabeto grego foi introduzido pelo heroi Cadmo em Tebas.” (idem)

Pronto, até te dou uma chucha e assim já ficas a saber aquilo que perguntaste à Dr. Ana Margarida Arruda e que ela, certamente face à tua personalidade e ingorância, nem se deu ao trabalho de te explicar. Bastava teres lido o livro que dizes ter lido e cuja matéria dominas por inteiro… e que afinal parece que não ter lido e cuja matéria só dominas… nos teus sonhos, é claro! :oD

E penso que o tema fica explicado. Claro que para saberes isto terias de ter lido vários livros, nomeadamente de arqueologia, em vez de te limitares à wikipédia e à treta da genética e dos halogrupos, como se as comunidades fossem estanques. Mas isso é exigir demais de um cérebro como o teu.

E finalmente, sobre o Adriano Moreira
Em primeiro lugar, lava bem a boca com água e sabão azul e branco antes de falares dele. Para quem fala da “Dr.” Ana Margarida Arruda com tanta subserviência (uma professora quem nem se deu ao trabalho de te explicar as origens do alfabeto grego!), parece-me que não terás nem nem idade nem curriculum para te quereres medir com ele, e tomara tu teres metade da inteligência do papel higiénico que ele usa.

Em 2005 o salazarista Adriano Moreira juntou a sua voz ao igualmente salazarista Mário Soares sobre a questão da integração de Cabo Verde na UE. Tal inseriu-se numa óptica geopolítica atlantista na qual se pretendeu, em primeiro lugar, reforçar a posição de Portugal no seio da UE e por outro priveligiar os laços com África através do carácter mestiço da cultura cabo verdiana.
Eu percebo que quem nem tem capacidade para saber atar os sapatos ou comer sopa com uma colher poderá alguma vez vir a entender o que quer que seja de geopolítica. Muito menos pode entender o tipo de desafio que foi lançado. mas não faz mal, podes ler mais umas coisas aqui:
http://www.caboverde24.com/portugues/forum/topic.asp?TOPIC_ID=311
E acho que isso está no Boletim da SGL. Não sei onde está a minha edição de 2005, mas também não me estou para dar ao trabalho de a procurar por um tipo como tu.

Se tu, Caturo, em lugar de ignorantemente sugerires coisas relativamente aos outros, tivesses realmente lido “Os Filhos de Caim”, e outros demais livros, e se tivesse capacidade intelectual para sintetizar a matéria lida, terias ficado de “boca calada”, ou neste caso, terias metido as mãos nos bolsos. Para além de te impedir de escrever asneiras, sempre te permitiria obter algum satisfação, para variar.

Assim, de uma só penada comprovei que:
1 – tu não sabes ler;
2 – que o que lês (e mal!) é só o que te interessa;
2 – até te poderia acusar de seres intelectualmente desonesto, não fosse o paradoxo do “intelectualmente”, o que está comprovadamente deslocado no que toca à tua pessoa;
4 – e que, para além de seres mal-formado, não passas de um pseudo-intelectualzeco arrogante e mesquinho, mentalmente obtuso e que provavelmente nem acabou a licenciatura pois a tua professora Dr., a quem caninamente adulas, nem te deu troco durante as aulas;

E posto isto, voltemos a actividades intelectualmente mais interessantes. Olha, aproveitando o embalo, continuarei a ler “Os Iberos” do Antº Arribas. Quanto a ti, sugiro-te a mais recente aventura do Noddy. É capaz de não ser muito complexo para a tua idade. ;o)

Comentar por Ovelha Negra

Molossobaalelas, estás cada vez pior. Quanto mais ladras mais te engasgas. Vejamos como:

Não percebo porque continuas a não dar duas

Ó rapaz, a ti dou duas, dou três, dou quantas eu quiser. De resto, há muita coisa que não percebes. Logo a começar, não percebes do que falas; e, em certos casos, nem percebes que já foste apanhado em flagrante falsidade e/ou contradição, e só o descaramento mais mentecapto é que te permite continuar armado em professor, quando tu aqui até como aluno és medíocre.

Gostei da tua transcrição da wikkipedia em que provas que eu sou um mentiroso por dizer que os fenícios tiveram uma enorme influência na península colocando uma passagem que afirma que os fenícios tiveram uma enorme influência cultural na península.

Ora cá está, logo a começar, um exemplo típico da tua desonestidade desesperada. Mas estás com azar, aqui não escondes os teus falhanços, nem podes fingir que não disseste o que disseste:

– primeiro, vieste por aí fora qual novo-rico do «Nacionalismo», a dizer que éramos todos umas bestas porque não amávamos os Fenícios e os Fenícios estavam na nossa raiz e tal;

– respondi-te que, em Portugal, a presença fenícia era de somenos importância;

– estúpida, ou desonestamente, ou, mais provavelmente, ambas, puseste-te a guinchar que isso era ignorância e tal, porque os Fenícios estiveram cá, e houve DEZENAS de cidades fenícias em Portugal e tal e coisa. P

– erguntei-te por elas, e tu caladíssimo.

Caíste na asneira de vires aqui colocar links para o Wikipedia, e, cúmulo do novo-riquismo imbecilmente arrogante, até te puseste a fazer piadas sobre a nossa alegada (TOTALMENTE inventada na tua estúpida cabeça, e não adianta dizeres que já não és skinhead, porque pelos vistos rapaste durante demasiado tempo mas foi por DENTRO) repulsa pelo Wikipedia, e depois apanhaste em cheio com uma citação a confirmar o que eu tinha dito e a desmentir-te. Porque tu, molochobalhelhas, insistias em dizer que a «gente sermos Fenícios porque sim, porque eles estiveram cá», e afinal a citação que eu aqui trouxe, dizia que os Fenícios foram importantes no sudeste de Espanha mas NÃO

NÃO

NÃO, percebes, molocho?

NÃO

em Portugal. Claro que, como argumentador pimba que és, em vez de admitires o teu estúpido erro, ou de ao menos ficares caladinho, ainda tentas entortar a verdade a teu favor. Enfim, pobreza de espírito aliada a mediocridade intelectual dá nisso.

“e que a sua influência directa ou, mais provavelmente, indirecta via Tartessos, tenha tido forte impacto cultural. Daí encontrarem-se povoações organizadas na região de Lisboa com claras influências orientalizantes.”

Ah bom, agora já é através de Tartessos… assim é outra história, rapazinho. Porque, quanto a Tartessos, podes não saber, ou evitar saber, mas a maior parte dos autores actuais inclinam-se para a sua raiz indo-europeia. Vai aprendendo…

Quanto a sermos descendentes do fenícios, nunca disse isso. Disse simplesmente aquilo que se pode ler em qualuer livro de história – que a nossa etnia sofreu uma grande influência cultural fenício-semita

E disseste MAL, como uma das citações que eu aqui trouxe deixou claro.

Isto ninguém põe em dúvida,

Definitivamente, custa-te a ler o que te dá cabo das «ideias», mas eu ajudo-te…

Ah, e já que gostas tanto de citar a Wikipedia, toma lá disto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugueses
Olha, até te ajudo:
Repare-se, portanto, que nunca existiram, contrariamente ao que muitas vezes se afirma, populações iberas em parte alguma do território português.[36] Da mesma maneira, é de notar que não há indício algum de colonização fenícia em Portugal (com a excepção do entreposto comercial de Balsa, hoje Tavira, no Algarve), assim caindo por terra os mitos da fundação fenícia de Lisboa,

Ou seja, desmentiu frontalmente dois dos teus principais mitos:
– o da fundação fenícia de Lisboa;
– o da «grande presença» fenícia em Portugal.

É preciso mais, ou chega assim? Vê lá se é preciso mais. É que se for, vais ter mais.

A única coisa que poderá estar em dúvida é a quantidade de mistura racial directa que pode ter havido entre fenícios e peninsulares. Aí reconheço que existe polémica.

Ah bom… não há nada como uns bons raspanetes para começares a moderar o discurso… ainda no outro dia éramos fenícios, agora já «reconheces que existe polémica» sobre a «quantidade da mistura racial directa». Olha, o mundo académico está-te grato por o teres reconhecido… :)

embora nesse ponto, tenha sido politicamente correcto afirmar que nunca existiram colónias de povoamento – exactamente por racismo

Olha, outro que quer usar o termo «politicamente correcto» a seu favor…
Não, rapaz. «Politicamente correcto» é o ideário da Esquerda liberal, mais concretamente da norte-americana, ESSE é que é, rigorosamente, o significado do termo. NUNCA um europeu «racista» «anti-semita» passaria, sequer de longe, por «politicamente correcto».

– admiti-lo seria admitir a “inferioridade” da nossa raça –

Que ridículo. Pelos vistos tu é que tens fantasmas desses…

daí o teu terror de que possas ter algum gene semita. Disso ainda enferma esse artigo da wikki.

Ahá! Eu não disse que afinal a «Wikipedia» tinha passado do lóbi judaico-gay para o lóbi «ainda-enfermado-de-racismo»? Eu disse, ahahhahahahahhahahh…

E, embora seja certo que nunca existiu povoamento semita em massa,

Portanto, não houve maciça afluência de sangue semita às veias dos nossos antepassados da faixa ocidental ibérica. Olha que estás mesmo a progredir, hein!… :)

já se admitem colónias de povoamento na península, especialmente na andaluzia.

Pois, mas NÃO ERA do território espanhol que se estava a falar, e sim do PORTUGUÊS. Concentra-te, co’a breca!, ó molocho!

Mas, mesmo a não haver povoamento em massa, seria estranho não haver alguma mistura racial, visto que os fenícios/cartagineses dominaram a península durante séculos

E, ao que tudo indica, essa mistura racial EM TERRITÓRIO PORTUGUÊS é mesmo diminuta ou praticamente inexistente, como os dados genéticos parecem indicar…

Seria um bocado difícil não haver nenhuma população semita na península quando esta foi colonizada por cartago, por exemplo, coisa que nenhum historiador coloca em dúvida

Pois, mas estamos a falar de PORTUGAL, não da Penin… ai, rapaz!, que canseira, cruzes canhoto!…

A saída de que teriam sido outros povos a trazer artefactos fenícios para a península não explica a fundação de cidades fenícias como cartagena,

Cartagena… FORA DO TERRITÓRIO ACTUALMENTE PORTUGUÊS, bem entendido…

a existência de templos fenícios,

Em território português?… Pouco ou nada comprovado.

topónimos fenícios,

Tais como… (EM PORTUGAL, OLHA QUE É EM PORTUGAL, TU BENZE-TE ANTES DE RESPONDERES!!!)…

Quanto ao nosso obvio parentesco racial com os povos semitas

Óbvio? Mas qual óbvio?
Quer dizer, recuas em toda a linha no que respeita à presença fenícia EM PORTUGAL, e agora queres dar como ADQUIRIDO o dogma que vieste aqui pregar e que, para cúmulo do ridículo, as TUAS PRÓPRIAS FONTES desautorizaram?
Isso é que é palhaçada de quem queria ser malabarista, hein… :)

(e com todos os povos caucasianos) nunca disse que tal se devia a uma emigração em massa fenícia, mas sim porque na origem racial dos dois povos é evidente um tronco comum.

Mas longínquo, muito longínquo. O parentesco é por isso mais forte entre os povos de raiz indo-europeia. E, ao contrário do que te diz a tua formação skinhead em versão mais básica, ou seja, puramente racial (a cor da pele é que conta!!!), NÃO é o tipo físico que aqui mais interessa, mas sim a ETNIA a que se pertence, ou então os próprios Gregos, por exemplo, teriam no seu seio várias «nações», já que há gregos de diversos tipos físicos, do moreníssimo mediterrânico ao nórdico… escusado será dizer que se passa o mesmo com Portugal.

Somos mais parecidos fisicamente com um libanês ou com um sírio

Já agora… mas PORQUE é que alguns libaneses e sírios são parecidos connosco? Será por termos sangue semita… OU POR ELES TEREM BOAS DOSES DE INFLUÊNCIA INDO-EUROPEIA, mesmo sendo semitas? Seremos por exemplo parecidos com sauditas «puros», lá dos desertos? Um camponês tipicamente português, de faces rosadas e nariz estreito, será mais parecido com um beduíno do que com um irlandês (geneticamente, não o é seguramente, como os dados genéticos parecem indicar)? Tenho cá as minhas dúvidas. Mas isso é de somenos importância, pois que o que mais conta é a raiz étnica.

Imagens de dois politicos tuga/libanês. Podiam ser irmãos.

Grande coisa… olha, e o Hermínio Martinho podia ser irmão da Angela Merkel, pronto…

Comentar por Caturo

Quanto a linguagem agressiva, fedelho, até nisso mostras a cretinice do teu descaramento. Vieste aqui com uma «frescura» juvenilóide infantilmente arrogante, acusar tudo e todos de serem os teus estereótipos, teceste comentários imbecis e insultuosos contra quem não partilha das tuas concepções históricas (que, «surpresa das surpresas», foram todas arrastadas pela lama…) e depois ainda tens cara para dizer que a minha postura é agressiva?

Podia recomendar-te que te visses ao espelho, ou que reflectisses bem a respeito do teu percurso ou da tua actuação – mas, por ser para ti, e para melhor entenderes, digo-te simplesmente: vê lá se te axandras, méne!…

Comentar por Caturo

Claro que para ti tudo falha, visto que és um fanático obtuso

Ó molocho, francamente, que mau perder, méne! Então eu deito por terra a tua arenga toda, mostro, ponto por ponto, que não acertaste em nada do que disseste, e, de caminho, até viro contra ti as tuas próprias fontes, e depois eu é que sou um fanático obtuso? Tem paciência, rapaz, educa-te.

De qualquer modo, há a registar uma a modos que «evolução» no teu discurso… já não estás cheiíssimo de certezíssimas a respeito das tuas fenicices; à cautela, já nem fontes citas, não vão essas sacanas traiçoeiras lixar-te outra vez, porque afinal até há «nazis» que pagam para ver e não se deixam impressionar pelos teus bluffs (ainda por cima vieste a descobrir que a tua preciosa Wikki, como carinhosamente lhe chamas, tinha passado do lóbi judaico-gay para o lóbi dos «ainda-racistas-anti-semitas», pôssas!, olha que um gajo apanha com cada desilusão no chifralhame que até faz faísca!! não há direito, carago!, uma destas não se fazia nem ao pior inimigo!!!…)

Agora, já queres PARTIR DO PRINCÍPIO de que se os Fenícios cá estiveram, foi porque coisa e tal, cruzaram-se aí com umas garinas, e o comércio e assim vai dar ao casamento e quem casa quer casa, e pronto. Por essa ordem de ideias, se somos fenícios, também somos vikings, que os Vikings estiveram mesmo no norte de Portugal, e consta que até fundaram Ovar e Gondomar, e atenção que Portugal nasceu no norte e daí desceu para sul, e nós somos o produto dessa descida, aquando da Reconquista. Claro que partir daqui para dizer que se não falarmos dos Vikings é porque somos uns desnaturados ignorantes das nossas origens é um absurdo; mas, como já provaste ser desprovido do mais sensato espírito crítico, ficas assim, com esta nova «conclusão». Para quem é, bacalhau basta…

Quanto a Cartagena, é pá, enfia na mioleira duma vez por todas que isso é EM ESPANHA. É EM ESPANHA, rapazelho. NÃO É em Portugal. Porque, em território português, a presença fenícia é MÍNIMA, não contribui significativamente para a constituição da etnicidade portuguesa. Larga o osso, molosso!

Quanto aos Cartagineses, estiveram IGUALMENTE de passagem, e provavelmente levaram mais gente (mercenários) do que a que deixaram ficar. Ao menos tenta pensar um bocadinho, vais ver que não magoa, ao contrário do que provavelmente te disseram.

Comentar por Caturo

Recordo – os Cartagineses vieram como invasores, combateram contra Roma, levaram daqui mercenários para combater em Itália (Lusitanos e Celtiberos), e depois acabaram por ser expulsos pelos Romanos.

Comentar por Caturo

Entretanto existe uma coisa que se chama lógica elementar.

Ah, os teus papás já te falaram dela. Ainda bem, porque agora, ainda antes de a aprenderes na escola, vais ter as primeiras noções, ora toma atenção:

Se existiu um periodo orientalizante na península na cultura peninsular é porque houve influência cultural oriental (semita)

Ora cá está. Parres duma PREMISSA errada, vai daí chegas uma conclusão errada.

Porque, ao contrário do que tens por certo (tu e muitos outros, de resto), a influência orientalizante na Ibéria NÃO É forçosamente semita. É aliás provável que tenha cá chegado por obra de povos indo-europeus vindos pelo Mediterrâneo.

Atenta:

Depois, a principal religião europeia. Referes-te ao Cristianismo, que não é verdadeiramente europeu, mas sim semita do Próximo Oriente.
Ora como se impôs tal credo?
Pela força, pela intimidação, pela conversão em massa derivada de situações de conveniência política (reis tribais, querendo a aliança e a proximidade com Roma, convertiam-se à religião dominante em Roma, e o Povo ia atrás do rei, sendo convertido em massa, mas, na prática, continuando a praticar muitos dos seus rituais pagãos). O Cristianismo é pois um corpo estranho que só artificialmente se agarrou à Europa. E, como tal, está agora a morrer, de dia para dia, como se vê no progressivo esvaziamento das igrejas, na diminuição do número de baptismos, enfim. Enquanto isso, os Povos Europeus continuam a sê-lo, a ser europeus, e tornam-se cada vez mais parecidos, na liberdade, com os seus antepassados pré-cristãos.

Há outro aspecto a ter em conta. É que o Cristianismo, para se impor na Europa, TEVE DE SE EUROPEIZAR. Língua aramaica, está quieto. Formas e filosofia, tudo greco-romano. Até o Carpinteiro Judeu é representado com um tipo físico europeu, por vezes nórdico (há polémica sobre qual seria o seu aspecto verdadeiro, se claro de pele e de cabelo longo, se escuro e de cabelo curto quase crespo).

Ora é óbvio que isto significa que, étnica e culturalmente, os Europeus são de tal modo diferentes dos semitas que uma religião semita, para conseguir implantar-se na Europa, teve de assumir um aspecto tão europeu quanto possível.
Se os Europeus tivessem tanto de fenício e de cartaginês como querias fazer crer, essa adaptação, essa greco-romanização, nem sequer teria sido necessária, os Europeus teriam simplesmente dito aos primeiros cristãos da Palestina (judeus conversos) «Venham como estiverem».

Por conseguinte, em termos propriamente étnicos, culturais, estéticos, a Europa continuou a ser não semita, tal como antes do Cristianismo.

Quanto às parecenças físicas entre os mediterrânicos, trata-se duma questão racial, que, repito, NÃO ESTÁ EM CAUSA nesta conversa.
Há seguramente muitos irlandeses que se assemelham a russos, e todavia não se dirá que são todos iguais. Aliás, étnica e até geneticamente, há mais proximidade entre Portugueses e Irlandeses do que entre Irlandeses e Russos, do mesmo modo que também há mais proximidade ÉTNICA e GENÉTICA entre Portugueses e Irlandeses do que entre Portugueses e Libaneses.
Com os Irlandeses, os Portugueses têm em comum a cultura megalítica, a genética (pois que a Irlanda foi povoada a partir da Ibéria depois da última glaciação), uma certa ancestralidade céltica, e, note-se, independentemente da ligação céltica, a ligação indo-europeia, pois que o Latim é parente próximo do Celta (consta que, originalmente, um dos grandes ramos do Indo-Europeu era o chamado Celto-Italiota, e o Latim é uma das línguas do ramo italiota).

E com os Libaneses? Os Fenícios, que, mesmo tendo por cá passado, pouco deixaram da sua genética? Os Árabes? Efectivamente, há em Português umas quantas palavras de origem árabe, mas apenas ao nível do superestrato, ou seja, o Árabe não tocou sequer na estrutura da língua.

Estar a basear os parentescos entre os povos na cor da pele é pois superficial e enganador.

Por conseguinte, a relativa parecença física não implica necessariamente uma comunidade de raiz, e muito menos de cultura.

Não tem de resto, qualquer cabimento a acusação parola de que há identitários a afirmar etnias através de mapas. É uma afirmação completamente idiota e desprovida de sentido. Os verdadeiros identitários afirmam etnias, e parentescos étnicos, com base nas raízes étnicas dos povos, e é por isso que por exemplo Guillaume Faye chama «primos» aos hindus, e que Christopher Gérard diz encontrar na Índia uma imagem e uma vivência da verdadeira e mais arcaica Europa.

Ora as etnias são elementos cruciais das identidades. Uma Identidade completa é uma Estirpe, e a Estirpe tem vários graus: Família, Nação, Etnia, Raça. Não precisa de prescindir de qualquer destes graus para ser «mais verdadeira», isso seria um absurdo ridículo, pelo contrário – a Estirpe só está completa quando inclui todos estes graus.

Dizer pois que a Etnia não interessa porque o que conta é salvar a Raça, é como dizer que a Família não interessa porque o que conta é salvar a Nação.

Acresce que lutar pela salvaguarda das Etnias, é, só por si, lutar para salvaguardar as Raças, porque não há Etnia sem Raça (ao contrário do que diz a politicagem correcta). Por conseguinte, cada etnia tem de lutar por si, em solidariedade étnica para com as etnias aparentadas, e, a um nível mais amplo e lato, para com toda a raça branca.

Ninguém que seja minimamente normal vê com bons olhos, ou com indiferença, a extinção da sua etnia. Dizer que as etnias podem-se extinguir sem que isso afecte a raça, é como dizer que o cérebro pode morrer sem que isso afecte o coração. Uma maralha biologicamente branca, mas sem etnia, isto é, resultante duma misturada que acabou com nações e etnias, está culturalmente à deriva e mais facilmente se mistura com gentes não brancas, porque, sem eira nem beira, já não tem referências. Foi em grande medida através disso que o Cristianismo, credo semita oriental, fez a sua entrada em Roma, arrebanhando as multidões de desenraizados. Na Grécia, por exemplo, o Cristianismo penetrou muito melhor nas zonas mais cosmopolitas do que nas etnicamente mais puras.

Compreende-se que muitos brancos americanos digam «A minha pátria é a minha raça». Efectivamente, quem é descendente de irlandeses, ingleses, alemães, polacos, gregos, russos, arménios, com uma pitada de índio, tudo à mistura, centra-se no que é comum a praticamente toda a sua ancestralidade, que é a sua raça. Sobretudo porque, pela frente, têm uma raça diametralmente oposta e estranha, a negra.

Mas na Europa, o caso é outro. A identidade europeia não se compreende sem as suas nações, bem diferenciadas, e claro, convenientemente aliadas. Uma Europa sem Portugal, Galiza, Castela, Astúrias, Irlanda, Inglaterra, Bretanha, Suécia, Islândia, Grécia, Rússia, Lituânia, Sérvia, etc., seria uma Europa mais pobre. E não há motivo absolutamente nenhum para que se deixem morrer estas identidades étnicas, que é nisso que está o mais forte segredo da conservação dos Povos. Foi por se agarrarem à sua etnicidade que povos como os Judeus e os Parses conseguiram sobreviver até hoje e ter actualmente um poder político, cultural, e económico, apreciável.

Todas as etnias europeias devem seguir o mesmo exemplo.

Não é portanto «sem mossa», como diz o molossobaalelas, que as etnias desaparecem. A aniquilação dos Celtiberos, dos Lusitanos, dos Gauleses, foi uma tragédia. Nenhum verdadeiro identitário diz que não há «mossa» nenhuma em ver desaparecer uma etnia, que o que interessa é a cultura europeia e tal (coisa que ele próprio nem sabe bem o que é, nem tampouco lhe compreende as raízes, como já demonstrou).

Efectivamente, para cúmulo do primarismo, o sujeito chega a dizer isto:
Logo, a raça é mais importante do que a etnia. logo o que define o parentesco de uma etnia é a raça e não o contrário.

Que vai precisamente ao encontro do exemplo com que, mais acima, caricaturei a sua atitude, sem tirar nem pôr:
Pela vossa ordem de ideias e maneira de discutir, se alguém vos quisesse explicar o que é uma mão e vos falasse em dedos, responderiam: «Ah, a mão é os dedos!»
Depois explicava-se-vos que a palma da mão também contava.
Concluiriam brilhantemente: «Ah, então para ti a palma é que conta, queres cortar os dedos das mãos de toda a gente!»,
e depois dizia-se que não, que a mão também tinha de ter dedos… e vocês depois ou diziam «já te estás-te a contradizer!», ou então achavam que esta explicação era «confusa»…

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Um morenão de cabelo encaracolado tuga é morenão provavelmente porque tem genes misturados de negro. Um sírio de pele clara, tem a pele clara porque descende de um tronco racial comum aos europeus. Que necessariamente
já partilhou uma cultura comum. Logo, necessariamente, qualquer cultura que o sirio crie tem um certo parentesco com a nossa.

Boa. Portanto, a cultura islâmica, que também foi criada originalmente por brancos, está porreira para nós…
É isto um raciocínio identitário? Não passa duma alarvidade idiotária.

Parentesco provavelmente mais proximo da essência da nossa cultura do que a cultura original do tuga misturado que tem antepassados que provavelmente falavam banto e foram trazidos como escravos para amanhar as hortas da lisboa renascentista.
Se admitimos um tuga misturado (até certo ponto) como da nossa raça e etnia, porque também seria loucura desprezar o poder assimilador da nossa raça e etnia – necessariamente teremos de admitir como nosso irmão de raça e possuidor de uma cultura aparentada o sirio mais branco do que muitos dos nossos conterrâneos

Não, não temos. E não temos porque, no caso do português (tuga serás tu) com alguma mistura na sua árvore genealógica, a raça é essencialmente caucasóide e a sua ÚNICA cultura étnica é a portuguesa, ou seja, uma cultura indo-europeia. O mesmo se aplicaria a um castelhano, a um italiano ou a um grego que tivessem sangue negróide. O sírio, embora possa ser mais caucasóide do que alguns europeus, tem como ÚNICA cultura étnica uma cultura que não pertence à família indo-europeia. Não é da família. Basta isso. No pensamento identitário e nacionalista em geral, os grupos não se fazem por RELATIVIDADES como mais branco/menos branco, mas sim por puro e simples nascimento – nasce do grupo, é do grupo, independentemente do seu tom de pele poder ser «suspeito». Se assim não fosse, a Europa racial e étnica desagregava-se de imediato, pois que nada impediria os Eslavos e os Germânicos de pura e simplesmente cortarem os laços com a Europa do sul, que é aliás o que muitos nordicistas pretendem. E, assim, os povos indo-europeus ficariam fragmentados, tudo por causa duma estúpida e superficialóide distinção entre epidermes.

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E, inevitavelmente, teria de vir o resto da cartilha desonesta mentecapta dos antirras, porque o molocho baalelas tem o condão de só enfiar imbecilidades na cornadura.

Vejamos qual, desta vez:

No entanto grande parte dos seus habitantes são de origem extra-europeia. Já que idolatram o conjunto de etnias indo-europeias, deviam saber que a maior parte das teorias acerca do território de origem desse grupo linguístico o situam na Ásia.

Pois… portanto, «não são europeus!!!», grita o relativista apostado em diluir a ideia de Indo-Europeu como fundamento das identidades europeias…

Então vocês desprezam um grupo turcomano mesmo que seja racialmente igual ao europeu porque esse grupo não vive na europeu

MAS QUEM É QUE DISSE ISSO?

Um grupo turcomano ainda não europeu e demasiadamente grande para ser absorvido não pode fazer parte da comunidade europeia NÃO PORQUE viva na Ásia Menor, mas SIM PORQUE não é da mesma estirpe que os Europeus. Só por isso. Permitir que excepções antecedentes sirvam de cunha para abastardar um todo é atitude de desleixo mental, cultural e até espiritual. Não pode pois invocar-se o caso da Hungria para desculpar a introdução da Turquia.

Não nos queiram obrigar a deixar de lado os Húngaros…

quando os indo-europeus ou pelo menos grande parte desse grupo, também não viviam na europa e tenham a mesma origem territorial do que o grupo otomano.

Afirmação completamente especulativa… sem provas nem solidez.

Então, se os indo-europeus não são de origem europeia,

Até isso pode ser discutido, pois que há teorias que expressam o contrário. Aliás, a teoria dominante e mais divulgada situa a origem dos Indo-Europeus no sul da Rússia, que faz parte da Europa.

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A questão turca é também flagrante. A turquia é território da nossa raça. Nela se distinguiram o império hitita, as cidades jónias, as tribos celtas dos gálatas. A maior parte da população truca descende dessas brilhantes civilizações arianas. Por mim, neste momento, até podiam falar chinês. O principal é que são irmãos de raça.

Mas não são irmãos de etnia, isto para além de estarem debaixo dum poder islâmico crescente, inimigo de todas as identidades.

Assim, o lugar da Turquia é, seguramente, fora da Europa.

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O que eu não posso aceitar é a sua linguagem grosseira, insultuosa e preconceituosa para além de ignorante nas áreas importantíssimas da economia e da política.

É preciso descaramento para dizer isso, sem todavia ter vindo, por uma só vez, corrigir-me fosse no que fosse…
Quanto a linguagem grosseira e insultuosa, o descaramento é ainda maior e mais vergonhoso, visto que só respondo na mesma moeda, o que significa que fui sempre atacado, e insultado, antes de insultar. Mas enfim, percebo que certos vícios mentais ovinos impeçam o raciocínio livre e justo de alguns «analistas».

tipo que não tem posição sobre o aborto,

Que grande coisa… já cheira mal, o assunto e a polémica.

aceita a homossexualidade como prática sexual normal,

Não se trata de «aceitar a homossexualidade». Eu não tenho que aceitar nada. O que eu não tenho de certeza é NADA COM ISSO. Não tenho que aceitar que seja normal, como também não tenho que aceitar ou deixar de aceitar que comer queijo com banana seja normal, desde que não me obriguem a comê-lo.

que dedende o consumismo e o hedonismo como hábitos de vida, que não gosta de imigrantes mas que gosta de respirar o cosmopolitismo das grandes urbes,

Mais estreiteza de vistas…

Efectivamente, não creio que uma cidade ultra-sofisticada e desenvolvida necessite obrigatoriamente de imigrantes. Duvido por exemplo que Tóquio seja um paraíso cosmopolita.

De resto, e à parte isso, eu posso perfeitamente ir a um museu contemplar uma exposição de arte aqueménida, comprar uma estátua grega e um anel de âmbar polaco, a seguir ir ao cinema ver um filme inglês, depois jantar num restaurante francês e ir beber um copo a um «pub» irlandês, que não me sinto desidentificado e abastardado por causa disso.

Mais: a minha concepção de raça brança (caucasóide) é distinta da dele, os povos do Médio-Oriente são brancos, assim como a maioria dos Norte de África, se não for assim então os Portugueses, pelo menos uma parte, não são brancos

Isto já não é «diferença de perspectiva», isto já é pura e simples parvoíce. Estou farto de dizer que OS POVOS SEMITAS E CAMITAS SÃO CAUCASÓIDES, mas continuam a dizer que eu digo o contrário.

A teoria dele das “estirpes” faz-me lembrar a linguagem dos veterinários quando falam de cavalos!!

Ahahahahh…. o Miazuria é que quer usar a cor da pele como padrão universal para definir povos, e eu é que falo de cavalos…
Enfim, lamentável.

Comentar por Caturo

E repito: as suas posições ideológico-religiosas são perniciosas e só prejudicam qualquer prática política eficaz.

Mais uma vez, uma «boca» atirada para o ar sem especificar… e quase que aposto que, se lhe perguntar, obtenho as mesmas respostas que obtive no caso da doutrina cristã, isto é, mais acusações e de resto… nicles.

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Caturro,

Nunca vi uma coleção de asneiras tão impressionante.

Olha, está bem, ganhaste.

Nada temos a ver com os semitas. Somos totalmente diferentes deles. A nossa religião nada tem a ver com o mundo semítico, o nosso alfabeto e cultura também não. Nunca houve povoamento nem colónias semitas no ocidente. Todos os vestígios semitas foram trazidos pelos gregos, que os sacanas dos fenícios nem sabiam navegar. Os topónimos semitas em portugal foram totalmente inventados pelo lóby semitizante. A única coisa que interessa é a língua e cultura árias, que, por milagre, nada têm a ver com as outras culturas caucasianas. Surgiu do nada, por geração espontânea e por milagre de Wotan. Tudo o que tu quiseres.

O mundo caucasiano não existe, mas apenas o seu derivado ariano, sem qualquer parentesco com as outras culturas do mesmo tronco rácio-cultural.

Todas as tuas premissas são tão cretinas que, francamente, vocês não afastam só os outsiders que deviamos estar a converter. Afastam também qualquer correligionário com um minimo de cultura e moral.

Só um exemplo da profunda estupidez de todas as tuas deduções. Dizes que a europa nada tem a ver com as origens semitas do cristianismo por que foi convertida pela força.

Bem, se foi convertida, seja qual for a forma da conversão, necessariamente teve que passar a ter alguma coisa a ver…

Por outro lado, a força empregue para a converter foi exercida não por um invasor efémero e passageiro, como tu obtusamente queres reduzir a presença fenícia de cerca de um milénio na península, mas sim pelas próprias elites politicas e culturais europeias. Foram os imperadores e reis EUROPEUS que converteram os seus povos à força. Isto necessariamente comprova um profundo enraizamento cristão nos sctores mais determinantes da sociedade a nível politico.

Mas pronto, já sei que vai sair dez quilos de teorias a “demonstrar” que a predominância de uma religião semita na europa só prova que não houve qualquer influência semita na europa, assim como os artefactos fenícios em portugal e na península, o facto de todas as culturas peninsulares da época revelarem uma enorme influência semita, são para ti prova segura de que os fenícios nunca estiveram na península etc.

Realmente isto não leva a lado nenhum.

Comentar por molochbaal

Quanto à tua algaraviada de mãos e dedos com que tentas “demonstrar” que uns têm tanta importância como os outros, acho que, descendo ao teu nível parabólico de demonstrar historinhas – qualquer pessoa, tendo que escolher, prefere perder uns dedos do que o braço. Na mesma lógica, visto que a raça é a fonte de vida das etnias, qualquer pessoa preferirá perder um braço do que a cabeça – parte sem a qual o braço vai para as minhocas.

Só inteligentes como tu dão mais importãncia ao dedo mindinho do que ao cerebro, figado ou coração. Só gente como tu fala em “estirpe” ao mesmo tempo de despreza a raça, não entendendo que são uma e a mesma coisa. Se os turcomanos são da tua raça é porque são da tua estirpe, embora possam ser de família afastada. Não é uma língua nem um mapa que decide isso.

As línguas são apenas criações das raças que as criaram. As etnias são apenas diversificações do tronco comum da origem racial.

PS

Para os ceguinhos como tu.

Os irlandeses são mais altos, mais brancos e mais louros do que o portugês médio. Os libaneses são tão baixos e morenos como os portugueses. Logo, racialmente, são de uma estirpe muito mais próxima.

Quanto á tua asserção de que também há tugas parecidos com alemães, apenas demonstra o tão completamente aldrabão e ignorante que és. Porque qualquer pessoa (menos tu) sabe que estamos a falar da média geral que caracteriza esses povos e não de casos raros. Por tudo se conclui que não passas de um conversa de chacha,

Comentar por molochbaal

Só para se ver a profunda ignorância deste tipo.

Caturras dixit:

“De resto, e à parte isso, eu posso perfeitamente ir a um museu contemplar uma exposição de arte aqueménida, comprar uma estátua grega e um anel de âmbar polaco, a seguir ir ao cinema ver um filme inglês, depois jantar num restaurante francês e ir beber um copo a um «pub» irlandês, que não me sinto desidentificado e abastardado por causa disso. ”

Eu digo:

ESTE TIPO É DOIDO !!!!!!!

As\artes grega e aqueménida sofreram fortes influências semitas e camitas médio orientais, qualquer pessoa com um minimo de cultura geral sabe isso.

A arte aqueménida foi fortemente influenciada pela arte semita mesopotâmica. Praticamente toda a sua escultura e arquitectura, assim como grande parte da ourivesaria, seguem padõres semitas mesopotâmicos. Na melhor das hipóteses pode-se dizer que boa parte dessa influência será suméria, não semita mas também não ariana.

A arte grega, teve imensas influências orientais. A nível da ourivesaria, tendências orientalizantes (semitas) são vizìveis já entre os aqueus, a nivel da escultura, o seu período formativo, indica uma nítida inspiração egípcia (camita).

As estátuas aqueménidas são directamente inspiradas nos modelos semitas mesopotãmicos – existe até forte possibilidade de muitas delas serem feitas por artistas semitas mesopotãmicos ao serviço do rei dos reis, visto que o império aqueménida englobava a mesopotãmia.

As estátuas gregas, se são do periodo arcaico são quase cópias da arte egipcía/mesopotâmica. Se são do periodo clássico ou helenístico, não deixam de dever as suas origens à grande arte camita egipcía.

MAS O CATURRAS, ESCUDADO NA SUA IGNORÃNCIA, JÀ PODE IR A ESSAS EXPOSIÇÔES SOSSEGADO PORQUE NÃO PERCEBE NADA DO QUE ESTÁ A VER E JULGA QUE AQUILO TUDO É MUITO ÁRIANO PURO E NADA TEM A VER COM “BASTARDICES” SEMITAS OU CAMITAS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Se há coisa que prova as fortes relações entre os povos caucasianos é precisamente a arte. Grande parte da arte aqueménida e grega clássica têm na sua origem modelos semitas ou camitas prõximo orientais.

“Os gregos, inicialmente um conjunto de tribos relativamente autônomas que apresentavam fatores culturais comuns, como a língua e a religião, instalaram-se no Peloponeso nos inícios do primeiro milênio antes de Cristo, dando início a uma das mais influentes culturas da Antiguidade.”

Após a fase orientalizante (de 1100 a 650 a.C.), cujas manifestações artísticas foram inspiradas pela cultura mesopotâmica,”

“Foram poucas as esculturas gregas que sobreviveram ao tempo. As obras atualmente conhecidas são cópias realizadas durante o período romano. Estatuetas de bronze sólido, retratando homens e especialmente cavalos, constituem os exemplos mais remotos de escultura grega.

As primeiras estátuas de pedra, quase do tamanho humano, datam de 650 a.C; são pesadas e unidimensionais. No início deste “período arcaico”, o escultor representava superficialmente as feições e músculos, evitando cortar a pedra com profundidade. As estátuas do período arcaico revelam evidentes filiações na arte mesopotâmica, na arte egípcia e na arte da Ásia Menor.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_da_Gr%C3%A9cia_Antiga

El arte aqueménida estuvo estrechamente vinculado con el de Babilonia.

http://tu-arte-y-cultura.blogspot.com/2007/02/el-arte-aquemnida-y-los-palacios-reales.html

O pobre caturras nem nos pubs irlandeses está a salvo de bastradices semito-camitas. Tudo indica que a cerveja tenha sido inventada no egipto e mesopotâmia…

“Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de cereais ou de outras fontes vegetais. As fábricas de cerveja e de algumas outras bebidas alcoólicas são geralmente chamadas de cervejarias (breweries, em inglês). Em termos históricos, a cerveja era já conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4 000 a.C. Como os ingredientes usados para fazer cerveja diferem de acordo com o local, as características (tipo, sabor e cor) variam amplamente.

A mais longínqua notícia que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram indícios, escritos em uma placa de barro com o Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas e o uso em diversas quantidades de mel. O Código de Hammurabi, rei da Babilônia entre os anos de 1792 e 1750 antes de cristo, incluía várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas.

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja, segundo Athenaeus, teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Hieróglifos e obras artísticas testemunham sobre o gosto deste povo pelo henket ou zythum, preferida por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como “faraó-cervejeiro” após doar às sacerdotes do Templo de Amón 466.308 ânforas ou aproximadamente 1.000.000 de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerveja

Compreendo que o mundo real seja um verdadeiro pesadelo para um caturras. A sua única solução é mesmo fugir ás realidades e viver num mundo de faz de conta, onde a arte grega e aqueménida sejam arianas puras e não tenham nada a ver com os seus modelos semitas e camitas.

Deixam o rapazinho comprar estátuas gregas e aqueménidas e orgulhar-se de nada ter a ver com os semitas e camitas que criaram esse tipo de arte.

Não se vai tirar o balão a uma cirança.

Comentar por molochbaal

Caturo, tu usas a religião para definir o que é ou não importante para os Europeus, nisso não diferes nem um pouco de um fundamentalista islâmico ou cristão, sua base de pensamento é religiosa e ponto. Para ti, nós Europeus ou eurodescendentes cristãos somos traidores e os ateus e agnósticos ovelhas desorientadas que devem ser reencaminhadfas ao paganismo, sua última salvação.Tu tens sua escatologia pagã para os não crentes,… portanto és sim fundamentalista até a raiz do cabelo, por mais que queiras mostrar credenciais democráticas e de liberdade de crença, que aos outros estás sempre a negar (ou termos como Judeu Morto, elevar o rabo para o céu lhe parecem suaves e educados para aqueles que tem uma religião distinta dsa sua).Por sua vez joga com definições de palavras e fatos bem mutáveis para adaptá-los ao teu fundamentalismo pagão- usa o termo branco como se nós estivéssemos nos referindo apenas a cor da pele (ao dizer que então consideraríamos até negros albinos), estais a saber pois que definimos branco como um conjunto de característica fenotípicas, em que a pele é apenas um dos componentes. Quando se refere a fontes cristãs do passado sempre as coloca em dúvida quando não as acusa abertamente de manipul~ção em nome da fé, mas não passa a mesma navalha de Occam sobre as fontes pagãs, que in principi já são de confiabilidade e isenção pétreas. Isso para não repisar solo batido quando excluis da problemática atual vivida pela população branca do mundo ocidental causas morais (e me refiro a moral contida no direito natural e na regra de ouro, sem apelar a nenhuma moral judaico cristã, pois no meu texto já havia colocado isso), econômicas, culturais e sócio-políticas. Para ti o problema se resume ao: paganismo o muerte! Pois saiba, a Europa ou a raça branca não desaparecerão se não existir mais paganismo, pois ela não se resume a isso e tão pouco a identidade se resume ao “culto dos deuses ancestrais”.Não precisamos nos ajoelhar na missa ou dançar em volta de fogueiras para afirmarmos nossa identidade e não precisamos de comissários do povo, sejam eles cristão, comunistas, nacional-socialistas ou neopagãos para nos dizer quem somos ou quem devemos ser (e não venha me dizer que quem faz isso é o cristianismo, pois de antemão lhe respondo: sim, fazx, e está errado em fazer, tal como teu comportamento frente a críticas e idéias díspares). Por fim Caturro, não o conheço a não ser pelos textos, mas tua escrita transpassa muita leitura e erudição, mas ao mesmo tempo pouco contato com uma realidade vivida. Coloca em prática teu sentimento de identidade então, conheça os Outros, a começar pelos Outros mais próximos da tua própria raça, como cristãos, judeus, turcos e libaneses, e não me venha dizer que com isso sou multiculturalista, pois lhe recomendo isso para que fortaleça sua identidade sem desumanizar os Outros, talvez então enculque realmente princípio democráticos.
Saudações

Comentar por Aldo Friederiksen

O molochobaalelas consegue sempre superar-se em estúpido descaramento, aquilo está-lhe no sangue. Perdeu todos os pontos, nem uma só das suas pretensões cretinas sobre o «imenso» passado fenício do território que é hoje Portugal se sustentou, mesmo apesar de o sujeito ter tentado, desonestamente, baralhar as hostes, falando, quando lhe dava jeito, da «Península».

Ora nunca ninguém pôs em dúvida que a Península Ibérica recebeu grande influência semita. Mas é preciso ser um parvo cheio de lata nas fuças para vir dar essa novidade COMO SE alguém tivesse dito o contrário, e depois, com uma manigância de desonestidade flagrante, criar confusões, atribuindo-me coisas que eu não disse.
Para cúmulo da estupidez despudorada, o imbecil até trouxe aqui fontes QUE CONTRARIAVAM flagrantemente o que ele próprio andava aqui a dizer, o que só pode significar duas coisas:
– ou o molocho não leu as suas próprias fontes, o que atesta a sua profunda iliteracia;
– ou o molocho pensava que a peixeirada que aqui arranjou tinha conseguido intimidar a audiência, pô-la perante «factos consumados» e achou que ninguém ia confirmar se as fontes apresentadas pelo labrego concordavam comn ele ou não.

Em qualquer dos casos, a miséria intelectual, e até ética, ficou bem patente.

Para continuidade da sua desgraça, foi da mesa fonte (Wikipedia) que eu aqui trouxe textos a deitar LITERALMENTE por terra as aldrabices que o molocho queria dar como «Ciência», mas é que LITERALMENTE MESMO, referindo-se EM CONCRETO às suas alarvidades («ai, Lisboa é nome fenício»; «ai, os Fenícios controlaram esta zona toda» – chegou ao cúmulo do à vontade saloio e desbragado de dizer que «as nossas velhinhas até faziam procissões fenícias, iam todas na carreira das nove da manhã de Beja até Setúbal, está PROVADO!!!!!»).

Pelo caminho, também dizia, COM FONTES (ahahahhah, um gajo destes só pode ser comediante) que nós éramos Iberos e os Iberos eram africanos e tal coisa…. ZÁS, levou com o desmentido nas trombas, e desta feita não apenas da minha parte, mas também da parte doutro leitor: averiguou-se que afinal os Iberos pouco ou nada tiveram a ver com o território hoje português.
Entretanto, o molochobaalelas calou-se com essa, o que, note-se, não o inibe de continuar no mesmo estilo adolescente a dizer asneiredo em barda como se estivesse a dar grandes lições.

Enfim, a tal ponto ficou reduzido o petiz que, apesar da arrogância infantilóide estar na mesma, JÁ NÃO CITA FONTES (ahahahahahahah) e, note-se, JÁ NÃO FAZ AFIRMAÇÕES PEREMPTÓRIAS, limita-se agora a uma postura especulativa: «se os Fenícios vieram cá várias vezes, DEVEM ter deixado cá gente e alguma influenciazita…». DEVEM. Princípio ESPECULATIVO. Mas, como o apresenta de forma jocosa, irónica, agressiva, se calhar até consegue transmitir a ideia de que está a fazer um grande avanço…

Pobreza das pobrezas.

Comentar por Caturo

Quanto à família étnica indo-europeia ter pontos em comum com outras famílias étnicas indo-europeias, TAMBÉM NÃO FOI NEGADO POR MIM, ao contrário do que o molocho tenta fazer crer. E tenta fazer crer isso por manifesto desespero de causa.

Já expliquei, com toneladas de paciência (como se estivesse a explicar a alguém muito imbecil, o que pelo menos num caso até nem é mentira…), que a Estirpe é feita de VÁRIOS GRAUS. Uma Estirpe completa não é só raça – é Raça, é Etnia, é Nação, é Família. Não há, nunca houve, jamais haverá, qualquer necessidade de cortar com um destes «degraus» – é que nem necessidade nem tampouco propósito. Por sermos Portugueses, não quer dizer que não possamos ser irmãos dos Gregos, mas sabemos que não somos gregos, a bem da riqueza e da diversidade identitárias. DO MESMO MODO, por sermos indo-europeus não quer dizer que não sejamos da mesma raça que os semitas – mas o que de certeza absoluta não precisamos é de aniquilar ou ignorar as nossas diferenças étnicas em nome da Raça.

E é aqui que a estupidez compulsiva do molochobaalelas atinge o seu expoente máximo – eu dei o exemplo do imbecil que não percebe que um membro superior do corpo PODE E DEVE TER braço e dedos, NÃO PRECISA, NUNCA, de cortar qualquer uma das partes. Mas dei o exemplo a caricaturar. Ora o molocho quis demonstrar que ele próprio é uma caricatura viva e vai daí põe-se a falar como se de algum modo fosse necessário cortar os dedos para preservar o braço, leia-se:
qualquer pessoa, tendo que escolher, prefere perder uns dedos do que o braço

O que este grande atrasado mental ainda não percebeu é que NÃO HÁ NECESSIDADE DE ESCOLHER, pode-se ter os dedos TODOS, todinhos, sem faltar nenhum, E o braço.

Do mesmo modo, pode-se e deve-se cultivar uma especial proximidade entre os filhos dos Indo-Europeus, porque um Povo não é só biologia (como diria o mais cretino skinhead, por aí se vê que deixou de rapar a cabeça por fora mas continua a rapá-la por dentro, o grave é que qualquer skinhead normal percebe isto, só o molochas é que não), mas também etnicidade, cultura, referências míticas e religiosas. NADA DISTO faz perigar a Raça, antes pelo contrário.

Comentar por Caturo

Depois, esta «preciosidade»:

Foram os imperadores e reis EUROPEUS que converteram os seus povos à força. Isto necessariamente comprova um profundo enraizamento cristão nos sctores mais determinantes da sociedade a nível politico.

Pois. Mas também são os líderes e intelectuais EUROPEUS que estão neste momento a fomentar a iminvasão aniquiladora da Europa. Será que isto comprova um profundo enraizamento multiculturalista e imigracionista nos sectores mais determinantes da sociedade a nível político? Sem dúvida.

Mas será que a massa popular quer mesmo isso? NÃO necessariamente.

O mesmo se passou relativamente ao Cristianismo – por motivos de conveniência política em grande parte, foi imposto por vários líderes políticos, mas o grosso das populações manteve-se pagã por muito tempo. E a diferença entre os diversos níveis sociais não se esbateu tanto como alguns pensam, pois se é verdade que a Cristandade adoptou vários traços do Paganismo para poder estabelecer-se, a verdade é que alguns dos vestígios do Paganismo não foram ou não puderam ser absorvidos, daí que ainda na Idade Média a Igreja ameaçasse o povo se este praticasse certas festividades antigas.

Voltando à questão da cultura que «se impôs porque somos mesmo assim, por isso é que aceitámos», enfim, por essa ordem de «ideias», o molocho ainda vai acabar a «curtir» uma noite inteira de jazz, ou a «cantarolar» o rap, ou o blues, visto que estes estilos musicais de raiz NEGRÓIDE, ou seja, NÃO CAUCASÓIDE, estão estabelecidos pelas elites dominantes em todo o Ocidente e, portanto, passam a fazer parte da cultura e da identidade dos povos brancos…

Aliás, se por os indígenas hispânicos usarem objectos fenícios e adoptarem uma religião semita, isto significa que «são tão arianos como semitas», que é o que o anormaleco quer fazer crer, então os Europeus actuais, como ouvem já mais música negróide (jazz, rap, blues, funk, tudo junto fazem a maioria da música moderna), e alguns até apreciam a misturada racial, e louvam as habilidades negras no desporto, e vibram com selecções de futebol mestiças (e o futebol é hoje tema de primeiro plano no Ocidente Europeu), então, segundo a lógica do molochas, «são tão caucasóides como negróides e tal».

Comentar por Caturo

Quanto á tua asserção de que também há tugas parecidos com alemães, apenas demonstra o tão completamente aldrabão e ignorante que és

Não, essa asserção exemplifica o quão aldrabão e ignorante que TU és, porque se me dás UM ou dois exemplos de parecenças entre portugueses e libaneses, é porque deves estar convencido que conheces os portugueses todos, ou que se calhar o Otelo é o português médio.

Comentar por Caturo

Quanto à tua converseta sobre a arte (olha, voltou a ter coragem de apresentar fontes, ehheheh, mas aposto que agora com mais cuidadinho, para evitar os vexames anteriores… :)), mais uma vez vens para aqui dar «novidades» que eu já conhecia antes, provavelmente, de teres alguma vez pegado num livro, mas crês todavia que ensinas algo de novo.

Ao mesmo tempo, mais uma vez se evidencia, de forma estupidamente engraçada, que não tens a menor capacidade de analisar o tema com um mínimo de lógica.

E não tens pelo seguinte: porque nem sequer te passou pela cabeça que, uma vez que os Persas puderam copiar e usar modelos artísticos semitas, e sumérios, SEM contudo deixarem de ser indo-europeus, TAMBÉM os povos da Ibéria Ocidental puderam usar artefactos fenícios SEM deixarem de ser indo-europeus. Isto sim, molocho baalelas, isto é que é lógica, acessível a qualquer criança normal com mais de doze anos. Sublinha-se o «normal», claro, para fazer toda a diferença no teu caso…

Além do mais, molosso, do mesmo modo que vou a restaurante francês sem deixar de ser português, também vou a restaurantes japoneses, ou vejo um filme chinês, por exemplo, sem que por isso sinta em perigo a minha identidade racial.

Podes por conseguinte limpar as patas à parede com as tuas lições sem propósito e, sobretudo, com a tua converseta desonesta e francamente mentirosa, como mais uma vez se verificou, quando por exemplo me tentas pôr na boca alarvidades que eu não disse e que só um imbecil prentensamente manhoso como tu poderia inventar.

Comentar por Caturo

Olha, caturo, se por milagre em sonho de inspiraç
ão de um dos teus deusinhos, tu acordasses e acreditasses que a terra era quadrada, ninguém te convenceria que aquela era redonda…..
Com que então os portugueses parecem-se com alemães?!!!!
Tens espelho em casa?
Posso oferecer-te um…..

Gabo-te a casmurrice e continua a divertir-te.
Bons auspícios!

Miazuria

Comentar por Miazuria

Eu cá acho que o Caturo se parece com um alemão… daqueles que na segunda metade do século XX emigraram para Israel, eheheheheheh!

Comentar por Joaquim Montanelas

“Todas as tuas premissas são tão cretinas que, francamente, vocês não afastam só os outsiders que deviamos estar a converter. ”

Eu sou um dos que está fora.

E depois há uma coisa que me faz muita confusão, o país está de rastos, o povo cada vez está mais pobre e os fdp dos ricos cada vez mais ricos, e o pessoal práqui, todos entretidos, a discutir raças, pedigree e religião. Tenham paciência, assim não vão longe.

Comentar por Ninguém

Quanto ao espelho para o Caturo, tem de ser um daqueles de corpo inteiro, onde caiba toda a sua vaidade e petulância. Se ninguém tiver um para lhe oferecer, sempre podemos abrir uma subscrição publica.

Comentar por Ninguém

Eu alguma vez disse que o Portugueses se parecem com Alemães? O que eu disse foi que uma ou duas comparações de políticos portugueses com libaneses NÃO SERVIA de nada.

Já é a segunda vez que te escapa o entendimento dos exemplos simples que dou… esforça-te mais.

Comentar por Caturo

Aldo Friederiksen, do modo que actuas, não é possível dialogar. Eu, quando critico os pontos de vista alheios, cito sempre aquilo a que me refiro, em concreto. O Aldo, pelo contrário, nunca o faz, fala sempre na generalidade, o que, no fundo, dá para sustentar todas as acusações sem todavia ter o trabalhinho de as justificar com provas concretas. Já percebi que é inútil estar-te a perguntar ao que te referes em concreto, ou quando é que eu disse x ou y, visto que assim até parece que estou num tribunal e não estou – estou num debate em que as regras são iguais para todos. Por conseguinte, se justifico, em concreto, as minhas críticas, exijo o mesmo da parte de quem me critica.

Desta maneira, é desadequado, da tua parte, estar, não apenas a generalizar sem nada de concreto, mas também o estar a atribuir-me pensamentos e sentimentos negativos que te possibilitem criticar-me. Essa táctica cabe no terreno da falácia do homem de palha, só servindo assim para sabotar discussões de ideias.

Basta pois criticar o único momento em que o Aldo vem a terreno com uma ideia sua, passo a citar,
a Europa ou a raça branca não desaparecerão se não existir mais paganismo, pois ela não se resume a isso e tão pouco a identidade se resume ao “culto dos deuses ancestrais”.

Ora bem. O que sucede é isto: o combate identitário mais completo, integral, é aquele que abarca TODOS os aspectos da identidade, e não apenas o da raça (já agora, quem veio falar na epiderme NÃO FUI EU, foi quem quis pôr os Indianos fora da «carroça» e os Libaneses dentro, atenção a isso, porque EU é que vim aqui dizer que a cor de pele é secundária na definição racial). Um povo não é só raça, é também etnia, nação, famílias, folclore, raízes ancestrais e, a coroar o conjunto étnico, religião. Independentemente de se ser ateu ou não, é fácil constatar que, para qualquer povo tradicional, a Religião constitui o vértice superior da sociedade, aquilo que nela tem mais valor por excelência. Fulano x pode não gostar de música, por exemplo, mas isso não o impede de reconhecer que a música tradicional, folclórica, é um dos elementos da cultura do seu Povo.

Por conseguinte, o mais pleno combate identitário pela Europa inclui a vertente religiosa – aliás, o aspecto religioso é até o corolário desse combate, o nec plus ultra, porque consiste na restauração do que de mais sagrado existe na herança europeia e que foi deitado abaixo, não por um esquecimento «natural», mas sim por uma invasão consciente levada a cabo por um credo semita universalista, de todo estranho à Europa, o que por sua vez traz à memória que o cerne da ameaça mortal que neste momento pesa sobre o Ocidente, está, a meu ver, o vírus que a dita religião universalista divulgou em terras europeias.

A salvaguarda da raça é condição básica para que a Identidade possa ser inteiramente recuperada, mas o culminar deste processo é a restauração religiosa. Quando se constrói uma casa, os alicerces são essenciais e precedem tudo o resto, e é esse o papel da raça, mas os alicerces não são tudo – e o objectivo final será passar bons e tranquilos serões com um tecto por cima, ou seja, é esse o intuito último da construção.

Comentar por Caturo

Miazuria, não ligues que o garoto está a divertir-se.

Já deves ter reparado que, apesar de toda aquela prosápia de que supostamente me terá “desmentido em tudo” (ainda não vi em quê) – já começa a admitir que, afinal, as atnias peninsulares sofreram enormes influências culturais semitas ao longo da sua história.

Isto já é um esforço de honestidade verdadeiramente espantoso da parte de um caturras – que é imediatamente compensado pelo costumeiro ataque de estupidez.

Assim o caturro, dolorosamente forçado a admitir (depois de dizer que nada tinhamos a ver com os semitas) que a cultura peninsular, grega e persa sofreram enormes influências culturais semitas (exactamente o que eu estou a dizer desde o início) o caturras passa ao contra-ataque e garbosamente afirma – APESAR DE TODAS AS INFLUÊNCIAS, CONTRA TODAS AS INFLUÊNCIAS, ESSAS CULTURAS MANTIVERAM O SEU CARÁCTER INDO-EUROPEU !!!!

VITÓRIA !!!!!

Fantástico ! Dito assim parece que existe uma luta de morte entre semitas e indo-europeus !

Quando aquilo que eu estou a dizer desde o início é que NÃO existe contradição entre semitas e indo-europeus, mas sim que são culturas aparentadas e COMPLEMENTARES.

Existem inúmeras influências MÚTUAS entre semitas e indo-europeus, existe um PARENTESCO DE ORIGEM, uma CULTURA COMUM DE ORIGEM visto que têm origem no mesmo tronco rácio-cultural.

As influências semitas NUNCA puseram em causa a identidade indo-europeia, mas ENRIQUECERAM-NA. Assim como o pensamento grego enriqueceu o pensamento muçulmano.

Foram os árabes semitas que preservaram e nos transmitiram grande parte do pensamento perdido de Aristóteles na idade média. Foram imperadores arianos (cristãos) que quase fizeram perder esse pensamento destruindo as escolas filosóficas pagãs.

Quem coloca o tudo ou nada, dando a entender que reconhecermos a nossa irmandade com turcos ou semitas, por exemplo, aceitando-os na comunidade europeia, será um perigo para a nossa identidade é o caturras, não eu.

Aceitar a turquia ou até israel ou o líbano (se quisessem o que eu duvido) na união europeia não era “cortar dedos” era aceitar o nosso próprio corpo de volta – neste momento amputado por preconceitos idiotas.

Cortar dedos, que o caturras diz que não é preciso mas que faz diariamente, é desprezar os nossos irmãos brancos da turquia, israel, líbano e síria.

A verdadeira europa abarca TODOS os povos brancos do planeta.

Comentar por Anónimo

Caturra…

Estás a levar uma ensaboadela de tar tamanho que agora sim, já deves mesmo ser do fenótipo branco, ahahah!

Tu desdobras-te em argumentos para justificares as tuas posições sem te aperceberes das lacunas que existem no teu discurso e nas tuas ideias;

Tu presumes provar os teus pontos de vista usando linguagem obtusa e estapafúrdia, sem te aperceberes que isso te retira qualquer pontinha de razão que possas ter (e olha que não é muita);

Usas pretensas fontes, como a internet, sem te aperceberes que nem sequer sabes ler o que está lá escrito. Aliás, usas autores, sem os citares, e julgas por isso ter razão, mas negas a mesma prática aos outros. E mesmo os textos de autores que dizes conhecer pareces conhecer de facto;

Tu dizes já ter “provado” muita coisa relativamente às afirmações, tuas e alheias, mas não te apercebes que pela forma patética de o “provares”, e pelo facto de não provares nada, só fazes figura de palhaço e prejudicas a tua imagem;

No que diz respeito à identidade europeis, tu olhas para a árvore sem olhar para a floresta;

Tu usas de um tipo de linguagem e tens uma postura indigna, inoportuna e lamentável, o que me leva a supor que nunca terás feito, nem farás, nada de notável durante toda a tua vida;

Tu nao passas de um rapazola perdido a tentar chamar a atenção dos mais crescidos.

Em suma, e olha que é uma simples ovelha, e negra, quem to diz: faz uma introspecção, olha bem para ti, olha para o Mundo que te rodeia. Viaja mais, conhece outras culturas, olha, vai à Índia, se quiseres, e então, lá, descobrirás o que significa ser-se europeu. Até o descobrires, não pelos livros que escolheste ler (e que leste mal, por sinal), mas pela experiência vivida, até lá não passarás de um nada a quem ninguém dará crédito. E olha que ainda não te apercebeste mas poucos ou ninguém aqui to dão.

Comentar por Ovelha Negra

Joaquim Montanelas, que espanto de intervenção, que contributo inolvidável, que pensamento tão profundo!!! Mais uma dessas e obrigas-me a clicar “delete”.

Caro Ninguém, sei que estranhas eu não criticar o Caturo, mas deixa-me dizer que se não o faço é porque detesto seguidismos, se não o faço é porque também não critico os demais participantes no debate, com a excepção do Molochbaal que me/nos atacou directamente, mas acima de tudo se não o faço é porque o debate não me interessa e coloco sempre o essencial acima do secundário.

Quanto à tua observação no postal #177, partilho o mesmo sentimento.

Abraço.

Comentar por arqueofuturista

«Foram os árabes semitas que preservaram e nos transmitiram grande parte do pensamento perdido de Aristóteles na idade média. Foram imperadores arianos (cristãos) que quase fizeram perder esse pensamento destruindo as escolas filosóficas pagãs.»

Falso. Ó anónimo, não venhas para aqui propalar mitos que a história fundamentadamente refuta.

Leia-se aqui: http://cat.novopress.info/?p=1870

E já agora também este artigo: http://www.islamisation.fr/archive/2008/03/26/le-mythe-de-la-transmission-arabe-du-savoir-antique.html

Portanto, deixa lá de denegrir os europeus, e por conseguinte a ti próprio, nesses gestos de auto-flagelação étnica.

Comentar por arqueofuturista

Já deves ter reparado que, apesar de toda aquela prosápia de que supostamente me terá “desmentido em tudo” (ainda não vi em quê)

Confirma-se, mais uma vez, a desonestidade flagrante do molochobaalelas. É apanhado a mentir à grande, todas as suas afirmações são refutadas e, para cúmulo do ridículo, as SUAS PRÓPRIAS FONTES viram-se contra ele (ajhahahhahah), e, todavia, o sujeito continua, com o descaramento imbecil que o caracteriza, a fingir que está na mesma…

Enfim, uma vez que ele quer mais uma vez ver em que é que foi batido, repita-se, desta vez a grosso, à laia de puxão de orelhas.

Disse o molochobaalelas:
Claro que somos muito mais descendentes, cultural e racialmente, dos iberos, que vieram do norte de áfrica – mas isso não interessa nada !
Ainda muito menos interessa lembrar que a capital do nosso país, Lisboa, foi fundada pelos FENÍCIOS de quem descendem os actuais libaneses.
E não interessa mesmo nadinha lembrar que existem dezenas de outras cidades fundadas pelos fenícios e cartagineses na península ibérica…

Disse a própria fonte que ele estava a citar, note-se:
Curiosamente, o Molochbaal nem sequer comenta o tiro (não o tírio, não fiques já feliz!) que o Henrique lhe acertou, ora releia-se:

Apesar dos iberos serem na verdade ocupantes originais da Europa Ocidental, conforme se depreende de estudos históricos e principalmente dos atuais estudos dos haplogrupos, eles não tiveram uma ocupação consistente de Portugal, conforme se pode verificar no mapa abaixo:

Ora apesar do Henrique dizer isto, o Molochbaal continua a dizer isto:
http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians#Origins
Aqui vai o link.
Ah, desculpem, esqueci-me que a wikkipedia pertence à conspiração mundial judaico-gay.

Quer isto dizer que:
– primeiro: ignora completamente o que o Henrique disse e continua a bater na tecla dos Iberos, mesmo depois do «argumento» pretensamente nor-africanizante dos Iberos em Portugal ter já sido DESARMADO;
– segundo: acusa-nos de considerarmos a Wikipedia como fonte pouco fiável e desonesta, MESMO DEPOIS de ter lido que o link do Henrique É DA WIKIPEDIA.

Ah, e já que gostas tanto de citar a Wikipedia, toma lá disto:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugueses

Olha, até te ajudo:

Repare-se, portanto, que nunca existiram, contrariamente ao que muitas vezes se afirma, populações iberas em parte alguma do território português.[36] Da mesma maneira, é de notar que não há indício algum de colonização fenícia em Portugal (com a excepção do entreposto comercial de Balsa, hoje Tavira, no Algarve), assim caindo por terra os mitos da fundação fenícia de Lisboa, para não falar da ainda mais inverosímil fundação grega. É claro que excursões comerciais fenícias devem ter percorrido as costas portuguesas (de facto, pensa-se que até às Ilhas Britânicas), e que a sua influência directa ou, mais provavelmente, indirecta via Tartessos, tenha tido forte impacto cultural. Daí encontrarem-se povoações organizadas na região de Lisboa com claras influências orientalizantes.

É pá!!! Tu…. tu… tu queres ver que a Wikipedia já passou do lóbi judaico-gay para o lóbi nazi-arianista???!!???? Vai-te a eles, rapazelho, vai denunciá-los, força nisso!….

Agora vê lá se queres ver outra vez em que é que foste batido duma ponta à outra, vê lá vê… olha que o teu vexame vai-se repetir as vezes que forem necessárias… :)

Comentar por Caturo

Arqueo,

Folgo em saber que sou o teu único inimigo. Entretanto, volto a chamar-te a atenção de que todos menos tu e o caturras, parecem concordar comigo, pelo menos no essencial, pelo que agradecia que fosses um bocadinho mais honesto e especificasses que só tu e o brilhante caturras estão sob os meus terríveis e traiçoeiros “ataques”.
Errata – Por “Ataques” deve ler-se :
Ter o desplante de contradizer detentores da verdade universal como o caturras.

Entretanto, agradecia que lesses melhor os textos que tu próprio citas. Assim, quando falo de árabes, evidentemente que estou a generalizar, a referir os povos de língua árabe e de religião muçulmana, que vocês arrogantemente dizem nada ter a ver com a nossa cultura. Desde o início que estou a falar em libaneses e sírios pelo que só a vossa má fé pode pretender o contrário.

Vejamos uma passagem de um dos teus textos:

“Parler d’«Arabes» est déjà une erreur. Dans les pays d’islam, les Arabes,lettrés et traducteurs, furent certainement bien moins nombreux que les Persans, les Egyptiens et les chrétiens de Syrie et d’Irak. La plupart des textes grecs ont d’abord été traduits en langue syriaque, parler araméen de la ville d’Edesse qui a largement survécu à l’islam et ne dispararait qu’au XIIIe siècle. Au temps d’al Ma’mum,septième calife abbasside (813-833), Human ibn Isbak, le plus célèbre des hellénistes, hôte privilégié de la Maison de la Sagesse à Bagdad,était un chrétien. Il a longtemps parcouru l’Asie Mineure pour y recueillir des manuscrits grecs qu’il traduisait ou faisait traduire sous sa direction.”

« La transmission du savoir d’Averroès et l’intérêt qu’il connu à titre posthume ne doit rien aux arabes, ce furent les traductions latines effectuées par des chrétiens et des juifs qui permettront à son œuvre de survivre. »

Pois, é isso mesmo que eu estou a dizer desde o início. Quanto aos autores desconhecerem o incêndio de bibliotecas na idade média, existe uma explicação muito simples. Os imperadores, bispos e monges cristãos gregos ou romanos já tinham dado cabo de quase todas as bibliotecas e centros de estudos ainda antes do começo “oficial” da idade média – no baixo império.

Por outro lado, gritar vitória porque muitos dos tradutores que salvaram os textos antigos eram sírios e coptas sim – mas cristãos – o que para vocês parece mudar tudo é simplesmente ridículo tendo em vista ser uma contradição com a vossa própria afirmação de que, cristão ou não, um sírio ou um copta não pertence à nossa etnia.

O mesmo quanto aos moçárabes que falavam árabe e eram de religião semita, predicados que, para vocês parecem excluir qualquer veleidade de integração. Para vocês não passam de bastardos, pelo que é um bocado esquisito viram depois cantar vitória por a cultura europeia ariana ter sido salva por um bando de bastardos muçulmanos palradores de árabe. Decidam-se, deixem-se destas contradições constantes. É que, se não há qualquer contradição com os valores europeus em alguém ser muçulmano de língua semita, então também não pode haver problema na admissão na Europa da Síria, Líbano, Israel ou Turquia.

Lembro também que muitos judeus estiveram empenhados na transmissão do pensamento ariano antigo e que um judeu em especial Maimónides, teve enorme influência no pensamento europeu medieval, nomeadamente em Alberto magno.

Quanto ao papel de Bizâncio na preservação da cultura ocidental é sinistro e de mau gosto falares nisso. Bizâncio chama-se hoje Istambul, continua a ser uma das maiores cidades europeias e é a capital da Turquia que tu desprezas e pretendes afastar do resto da Europa.

Vocês dão voltas e mais voltas, torturando a lógica, a verdade e a moral para salvarem meia dúzia de preconceitos que já deviam estar enterrados há muito.

Como prova dos vossos preconceitos doentios cito o teu aviso para eu me deixar de “denegrir” a cultura europeia e de me “autoflagelar etnicamente”.

Só um doentiamente fanático anti-semita pode considerar ser autoflagelação e denegrimento o simples aceitar dos factos de que os semitas não são nossos inimigos mas sim povos irmãos de que partilhamos muito da sua cultura. Afirmar que arianos e semitas são aparentados e complementares não é autoflagelação – é a verdade obvia de quem tenha um mínimo de conhecimento de história. Autoflagelação é continuar a lutar contra todas as evidências e toda a verdade para criar um mundo artificial de arianos completamnete aparte e acima do resto dos povos da grande família rácio-cultural caucasiana.

Comentar por molochbaal

Caturras dixit:

“E não tens pelo seguinte: porque nem sequer te passou pela cabeça que, uma vez que os Persas puderam copiar e usar modelos artísticos semitas, e sumérios, SEM contudo deixarem de ser indo-europeus, ”

Bem caturras. Já estou um bocado farto de repetir dezenas de vezes amesma coisa. Eu NUNCA disse que gregos, persas, ou peninsulares deixaram de ser arianos.

Eu já repeti UMAS DEZ VEZES que gregos, persas e peninsulares sofreram sim enormes influências culturais desde a sua origem e ao longo de toda a história, da cultura semita.

Logo, se sofremos enormes influências culturais semitas, partilhamos parte da cultura semita QUE JÀ FAZ PARTE DA IDENTIDADE ARIANA – sempre fez, porque descendemos de um tronco racio-cultural comum, o que implica que sempre tivemos raça e cultura aparentadas.

Isto não é autoflagelação – são vocês que têm, a fobia das invasões semitas e do arianismo puro – que nunca existiu – visto que semitas e arianos desde a sua génese tiveram sempre um fundo cultural comum.

São vocês que praticam a autoflagelação e a automutilação pretendendo MUTILAR a nossa raça e cultura, excluindo artificialmente metade das suas etnias com base em preconceitos obscuros de origem religiosa.

São vocês que pretendem MUTILAR a nossa etnia em particular excluindo artificialmente grande parte da nossa herança cultural devido a preconceitos obtusos. Nós somos arianos, mas a cultura ariana tem muitos pontos em comum com a semita. Foi muito influenciada e também muito influenciou a cultura semita. Por outro lado as duas culturas têm uma origem racio-cultural comum.

Por isso, grande as culturas ario. Semitas partilham uma herança cultural comum. São aparentadase complementares.

Negar isto é mutilar a nossa identidade e falsear a nossa cultura e trair a nossa etnia.

Assim, por exemplo, algumas das maiores realizações culturais arianas, como a arte grega e aqueménida, foram directamente inspiradas na arte semita/suméria mesopotâmica, sem que isso tenha constituido qualquer problema para a nossa cultura. Antes pelo contrário foi um ENRIQUECIMENTO cultural. Se hoje podemos contemplar a perfeição de uma estátua grega isso deve-se a que houve artistas sumérios, semitas e camitas em quem os gregos se puderam inspirar para depois criarem uma arte própria.

Reconhecer isto não é masoquismo, é realismo. E só um fanático obtuso e doentio pode sofrer por ter de reconhecer que a nossa arte foi inspirada na dos semitas, camitas e sumérios. Qual é o problema ? Semitas, camitas e sumérios não são mosntros dos quais temos de negar todas as ligações para preservarmos a nossa identidade. São povos irmãos, de raça e cultura semelhantes à nossa.

Comentar por molochbaal

Mas felizmente as minhas limitações são meramente temporais

Temporais como… tens uma avaria no lobo temporal?… É que só pode ser mesmo isso, visto que escreves que te fartas por aqui… 

. A tuas, por outro lado, são de ordem intelectual ou mesmo emocional,

Quanto à ordem intelectual, já se viu a miséria que és, uma indigência completa em forma (presumivelmente) humana. Primeiro, foi aquela de, completamente a despropósito, teres dito que os teus autores «eram outros», num tema que NADA tinha a ver com esses autores. Recomendei-te Dumézil a respeito dos Indo-Europeus, mas disseste que só lias o Adriano Moreira (o qual nada tem a ver com o tema dos Indo-Europeus, uma conversa destas nem um petiz deficiente do terceiro ano do ensino básico teria). Pior, foste apanhado a citar livros sem sequer os teres lido. Tive por isso de te mostrar o teu devido lugar, aplicando-te o devido correctivo que foi o teu devido desmascaramento. Vai daí, voltaste com toda a gana, esperneante de todo, queixando-te da minha agressividade (o que te fica especialmente mal depois de ser ter aqui visto que foste o primeiro a insultar, que pobreza de carácter, jovem, primeiro bate, depois quando leva com o dobro da força, diz que assim já não quer brincar… ) .

No que respeita ao problemas de ordem emocional, enfim, ó burgesso, quem está suficientemente nervoso a ponto de meter os pés pelas mãos és tu, não sou eu.  Aliás, se voltas a ter necessidade de falar do aspecto emocional, como já tinhas feito antes, então é porque este debate, que se situa no campo das ideias e da cultura, está a afectar-te severamente do ponto de vista precisamente emocional… porque será? Terá a ver com a tua natural estupidez dogmática de ficares louco de raivinha só porque alguém deita por terra os teus sacrossantos ideais? Ou terá em vez disso a ver com os vexames que aqui apanhaste pelo lombo adentro? Ou será que é um pouco das duas coisas? Um pouco ou, diga-se, um muito… 
Já devias ter percebido que quando falas como se fosses um psicólogo, sem sequer teres acabado o ensino complementar em condições, acabas sempre esmigalhado.

Sobre os Fenícios:
“Numa época bastante antiga, situável no séc. VII AC, surge no Sul da Península a primeira forma de escrita local: a chamada “escrita meridional”. Parece basear-se no alfabeto fenício, cujos signos copia e adapta […] Hoje em dia parece evidente para alguns investigadores que o modelo adoptado é o alfabeto fenício […] Outros autores preferem filiar esta forma de escrita nos alfabetos orientais do Egeu.”
MATTOSO, José (Dir.). História de Portugal. Lx, Círculo de Leitores, 1993 – 1º Vol, p. 137.

Olha, finalmente as vergastadas que levaste no lombo fizeram-te crescer um bocadito… não tinhas tempo, não tinhas tempo, mas, devidamente apertado, lá entraste na linha…. quem é amigo, quem é?
Claro que foi preciso eu pegar no focinho do Ovelha Negra e esfregá-lo bem esfregado nas asneiras que fez, como se faz aos cães que deixam as suas fezes fora do devido sítio (enfim, em bom rigor, se se fosse a fazer isso ao Ovelha Negra, ele nem escrevia aqui… )) para ele aprender. E, ao que parece, surtiu efeito. Doravante, o ovino escuro sabe que, quando falar comigo, põe-se em sentido e porta-se quase como se tivesse afinal conseguido chegar à universidade…
Vejamos agora a natureza do argumento dessa citação – diz que o alfabeto do sul da Ibéria foi adoptado dos Fenícios.

E depois? QUEM é que o negou?

A minha posição é, desde o início, a seguinte: os Europeus são essencialmente indo-europeus, é na família indo-europeia que encontram a sua identidade.

O argumento dos meus opositores… é que eu estou errado. E, para isso, vêm aqui dizer que o alfabeto que usamos é baseado no fenício.

Ora a isso já respondi que, se o alfabeto fenício implica necessariamente proximidade étnica com o Fenício, então nesse caso os Eslavos, que usam um alfabeto igualmente aparentado com o Fenício (ou talvez mais, pois que o Cirílico é baseado no alfabeto grego, mas tem umas letras hebraicas pelo meio), nesse caso, dizia, pela ordem de «ideias» do ovino e do molosso, então os Russos teriam maior parentesco étnico com os Fenícios do que por exemplo com os Indo-Europeus da Índia e do Irão, que usam sistemas de escrita completamente diferentes…

A conclusão é obviamente absurda, mas o ovino e o molosso, ou não deram por isso porque lhes falta a mais elementar capacidade de raciocinar com lógica, ou então, em desespero de causa, continuam a martelar nessa miséria porque não têm mesmo mais nada que dizer.

Ora, tendo isto em mente, continuemos, para ver se aquilo que o ovino finalmente aqui trouxe contraria, SEJA NO QUE FOR, uma só letra que eu tenha escrito:

Os povoamentos na zona de Lisboa demonstram bastas influências mediterrânicas. Quanto a Lisboa, ou Olissipo, importa “sublinhar que o próprio nome da cidade, terminado em “-ipo”, denota um inequívoco carácter mediterrânico e deve relacionar-se com vários outros topónimos onde o referido elemento está presente. Estes situavam-se sobretudo na zona da Andaluzia mas também na fachada atlântica peninsular”
(idem, p. 143).
Note-se também o comentário ao mapa na página 145

Pois. O que nem o ovino nem o molosso perceberam ainda é que, atenção, AS INFLUÊNCIAS MEDITERRÂNICAS NÃO SIGNIFICAM FORÇOSAMENTE INFLUÊNCIAS FENÍCIAS, pois que no termo «mediterrânico» englobam-se, não apenas povos semitas, como o molosso quer fazer crer, mas também povos de diversas origens, INCLUINDO povos de origem indo-europeia. Ora o molosso até talvez tenha desculpa para não saber isto, mas o ovino, que veio para aqui citar livros sem os ter lido, esse é que já mostrou que não tem mesmo emenda, porquanto um dos livros que citou, o dos Povos «de Caim» em Portugal, afirma, DO PRINCÍPIO AO FIM, que o grosso dos povos mediterrânicos que veio para Portugal seria de origem INDO<EUROPEIA. Amaral, o autor, vai ao ponto de atribuir uma origem indo-europeia aos Cónios, aos Turdetanos e aos Tartéssios, ou seja, a TODOS os povos que estiveram em território actualmente português e sobre os quais há dúvidas no que respeita à sua origem étnica.

Continuemos:
Quanto ao artigo da Wiki (http://en.wikipedia.org/wiki/Prehistoric_Iberia):
“(…) there is little evidence [ou seja, o que está escrito é que “há poucas evidências/provas”, e não que “não há provas”] to support the myth of a Phoenician foundation of the city of Lisbon

Ahahahah, o desespero do ovino… ó rapaz, aprende mais esta: em Ciência, não é costume fazerem-se afirmações absolutas sobre coisas que se passaram há milhares de anos. Agora o que essa passagem afirma é que, repara, a ideia da fundação fenícia de Lisboa é um «MYTH» (vê no dicionário o significado do termo, que, tal como tudo o resto de relevante, te escapou) e que pouca coisa o fundamenta, ou seja, NÃO PODE SER AFIRMADO COMO SE DUM FACTO CONSUMADO SE TRATASSE, como fez o molosso e tu querias que fosse verdade.
Por conseguinte, até prova em contrário, não pode afirmar-se que os Fenícios fundaram Lisboa. Tem paciência, mas é mesmo assim…

[…], even if in this period there are organized settlements in Olissipona (modern Lisbon, in Portuguese Estremadura) with clear Mediterranean influences [esta parte passou-te ao lado,

Mais uma vez demonstras a que novos níveis de aldrabice leva o teu desespero, visto que já me referi a isso inúmeras vezes – porque, ao contrário do que a tua mente simplória quer fazer crer, e ao contrário do que diz o cada vez mais impotente e especulativo molosso, as INFLUÊNCIAS MEDITERRÂNICAS NÃO INDICAM FORÇOSAMENTE A PRESENÇA DE SANGUE SEMITA NA POPULAÇÃO. É que a investigação indica que nem sequer se podem atribuir essas influências orientalizantes apenas aos Fenícios.
Aprende (as maiúsculas são da minha iniciativa):

Na tradição historiográfica portuguesa, faz-se também habitualmente alusão a um importante contributo fenício para a formação do nosso País.
Vimos já, porém, que nenhum rasto seguro subsiste em território português do estabelecimento dos Fenícios.
A obsessão fenícia, pela qual se ampliou no espaço e no tempo o papel cesse pequeno povo do levante, brilhante na cultura, no comércio e na indústria, e perigo na navegação, tem alimentado ultimamente boa parte dos autores que escreveram sobre a proto-história do sul português. A ignorância generalizada do nosso País sobre as línguas hispânicas pré-romanas levou mesmo, num caso, ao delírio imaginativo sobre o papel dos Fenícios na formação de Portugal.
Em Espanha, onde o nível de conhecimentos nesta área tem sido incomensuravelmente maior do que no nosso País, houve mesmo assim autores notáveis que enfileiraram decididamente pela tese do predomínio fenício com um entusiasmo que a recolha de informação mais completa e aprofundada de forma nenhuma autoriza. Um desses autores é Blazquez. No entanto, MESMO O PRÓPRIO BLAZQUEZ NÃO DEIXA DE RECONHECER NAS INVASÕES INDO-EUROPEIAS O CONTRIBUTO MAIS RELEVANTE PARA A FORMAÇÃO DAS POPULAÇÕES PRÉ-ROMANAS (nota de rodapé). E ultimamente distribui, muito correctamente, por todo o Mediterrâneo oriental a cultura chamada orientalizante, que bastante influenciou a Península Ibérica. (aposto que a dupla de mentecaptos vai agora pegar nisto para dizer «Vês, a gente tinha razão!!!!!»).
Atribuis-se-lhes (aos Fenícios) a criação da cultura tartéssica. Mas, como bem observou Teresa Júdice Gamito, o comércio fenício não foi o impulso para o desenvolvimento de Tartessos, mas sim para a sua queda e colapso. (Gamito fez notar que quando os Fenícios fundaram Cádiz no século VIII a.C., já Tartessos tinha grande actividade metalúrgica).
(…)
Foram em Portugal achados alguns, poucos, objectos de culto seguramente identificáveis com os Fenícios. Mas nada prova que não hajam sido fabricados FORA do nosso território e trazidos para aqui no âmbito de simples trocas comerciais de estrangeiros com populações locais.
Os pouco abundantes vestígios que possam seguramente filiar-se neste povo navegante da Idade do Ferro terão para aqui sido importados por comerciantes que podiam até ser doutra etnia, mas que, de qualquer maneira, só episodicamente por aqui terão passado e aqui haverão exercido a sua actividade, sem radicarem em número significativo.
EM TERMOS LINGUÍSTICOS, NO RESPEITANTE À EPIGRAFIA, NADA SE ENCONTRA EM INSCRIÇÕES PRÉ-ROMANAS DO TERRITÓRIO HOJE PORTUGUÊS QUE CONSISTENTEMENTE POSSA APROXIMAR-SE DA LÍNGUA DOS FENÍCIOS. E QUANTO À TOPONÍMIA OU À ETNONÍMIA, NÃO FOI POSSÍVEL DETECTAR AQUI RESTOS SEGURAMENTE ORIGINÁRIOS DELES. (…)

Página 89 e seguintes da obra «Povos Antigos em Portugal», de João Ferreira do Amaral e Augusto Ferreira do Amaral.

Comentar por Caturo

E agora, da mesma obra acima citada «Povos Antigos em Portugal», mas da página 93, vai mais o seguinte trecho, para continuar a demonstrar a falácia que é a argumentação do ovino e do molosso (um molosso é cão de guarda do ovino, bate certo… :)) a respeito da importância do alfabeto fenício no sul ibérico:

Há ainda outra razão linguística que milita em favor da tese de que a língua fenícia não teria sido falada no nosso território. É que, como já se disse e mais se desenvolverá adiante, existem restos no sul de Portugal da escrita chamada «tartéssica» ou do Sudoeste, semi-silábica. Ora os caracteres desta escrita, muito aproximados do alfabeto fenício, têm no entanto várias inovações. E as inovações dizem respeito, segundo aventam os especialistas, a fonemas que não existiam na fala fenícia, mas que existiriam na fala dos povos que habitavam o sudoeste da Península. Estes foram conduzidos a inovar a escrita fonética para reproduzirem uma língua que não era a fenícia e que – acrescentamos nós – seria provavelmente também de raiz indo-europeia. Ora se a língua dos Fenícios não era aqui falada, a ponto de a sua escrita ter tido de ser adaptada a uma outra fala, é improvável que houvesse ocupação estável e significativa deles. Também a genética não detecta rastos de qualquer impacte fenício na população portuguesa, como se alcança dos mapas dos componentes principais feitos para a Península Ibérica por Cavalli-Sforza.»

Pois, mas nem os irmãos Ferreira do Amaral nem o Cavalli-Sforza contavam com a suprema argumentação da dupla molosso-ovino: «Ah, e tal, iá, os Fenícios estiveram cá, LOGO de certeza que coisa e tal DEVEM-SE ter cruzado com as nossas velhas quando elas iam a caminho de Setúbal e zás, sermos fenícios ou afeniciados, é assim uma cena, deve ser isso, iá…».

Comentar por Caturo

Molochbaal, deves ter-te em grande conta para julgares ser o meu único inimigo. Desengana-te meu caro, tenho muitos inimigos e tu não entras na galeria. Sendo tu quem eu suspeito, devo relembrar que foste tu quem me erigiste em teu inimigo. Mais, entraste neste blog a referires-te a mim e aos demais como “vocês”, “a vossa ideologia”, “destruidores da raça branca” e outros exemplos de má educação e ausência de capacidade diplomática, ou acaso olvidas que este espaço é meu e que se aqui escreves e me atacas é porque eu consinto, algo que, se fosse o inverso, de certeza não aconteceria de igual forma.

Portanto, não te iludas, não te considero inimigo, apenas considero que tu não mostras respeito pelos demais, porque debater num blog não passa por fazer um atestado de estupidez aos outros, mas sim convencer pela argumentação fundamentada.

Adiante, e no que concerne à tua afirmação sobre a transmissão do saber antigo pelos árabaes, generalizaste, logo, erraste! Se não tivesses generalizado não te teria pedido para leres os textos em francês, esses sim, correctos historicamente.

Tu pareces querer cumprir uma agenda, eu não, porque acredita, quero lá saber dos semitas para alguma coisa, quero lá saber de toda essa merda que escreves e que só vem provar que a chamada área nacional não evolui por causa de pseudo intelectuais que de tanto lerem ficam encerrados num mundinho à parte, afastado da realidade, ou tu acreditas que toda a tua obssessão porr semitas, fenícios, e diabo a sete, interessa alguma coisa ao nosso povo, ou contribui para o estabelecer de uma inovadora estratégia de captação de novos militantes da Causa???

Sejamos sérios, debater sim, mas primeiramente falemos daquilo que interessa, e depois poderemos burilar arestas.

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Agora, os Iberos – vamos lá ver como é que o desgraçadinho de rebanho descalçou a bota em que se meteu de focinho inteiro…

Sobre os Iberos
Começemos pela famosa Wiki (as maísculas são minhas)(http://en.wikipedia.org/wiki/Iberians)
“One theory suggests that they [the Iberians] arrived in Spain sometime during the Neolithic period, with their arrival being dated from as early as the fifth millennium BC to the third millennium BC (see Cardium culture). Most scholars adhering to this theory believe from archaeological, anthropological and genetic evidences that THE IBERIANS CAME FROM A REGION FARTHER EAST IN THE MEDITERRANEAN. Others have suggested that THEY MAY HAVE ORIGINATED IN NORTH AFRICA. The Iberians would have initially settled along the eastern coast of Spain, and then possibly spread throughout the rest of the Iberian Peninsula later on.[1][2][3][4][5]
An alternative theory states that they were part of the original inhabitants of Western Europe (…)

Correcto. Agora, REPETINDO o que a Wikipédia (a vossa Wikki, como carinhosamente lhe chamam, vá-se lá saber porquê, devem pensar que se a chamarem por nomes carinhosos ela se volta para o vosso lado, ahahhaahahhah… ) sobre os Iberos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugueses
Repare-se, portanto, que nunca existiram, contrariamente ao que muitas vezes se afirma, populações iberas em parte alguma do território português.

Portanto, para que queres tu falar em Iberos? Já se sabe para quê: para fazeres pela quantidade o que não consegues fazer pela qualidade, ou seja, fartas-te de dizer que os Iberos PODEM ter vindo de África para que quem te lê possa ser levado a pensar que estás a conseguir uma grande vitória, ahahahahhhh….
A tudo isso, basta dizer que os Iberos pouco ou nada influenciaram o território actualmente português, o que também é atestado pelos investigadores.

Quanto ao livro, tens razão,

Mas quando é que me viste a não ter razão, pobrezinho?…

o livro que queria citar do João Ferreira do Amaral não era “Os Filhos de Caim e Portugal”. Este só refere o povoamento de povos “indianos” (indo-arianos) no extremo ocidental no norte de África (pg. 165; 169) e a sua passagem para a Península Ibérica (p. 170).

Ou seja, INDO-EUROPEUS. Mais uma vez, quem é amigo, quem é? Dei-te um aperto nas ventas e isso serviu para que finalmente fosses folhear o livro que tinhas comprado e arrumado na prateleira sem contudo teres tido «TEMPO» (aahhahahahahahahh) para o ler… 
Mas vamos ler outras coisas e estabelecer a comparação:
Para Pedro Bosh Gimpera (”Etnologia de la Peninsula Iberica”, Barcelona 1932), os povos ibéricos eram o resultado da fusão dos Capsienses e Pirenaicos (indígenas) com elementos camitas, provenientes do Norte de África.
E quem são estes camitas?
Os camitas eram os povos que habitavam o Norte de África e que segundo a Bíblia, eram descendentes de Cam, filho de Noé. Can foi o patriarca de várias nações do Médio Oriente, Kush e Sabá.

Correcto, ovino. Mas agora diz lá… esses CAMITAS estiveram no território actualmente Português? MOSTRA LÁ A CITAÇÃO DESSE LIVRO a dizer isso, mostra lá, mémézinho da cor dum tição…

E agora vamos voltar ao livro do Ferreira do Amaral, o qual tu, ignorantemente, dizes que eu não li

Bem, ainda não o tinhas lido quando eu disse que não o tinhas lido. Foste lê-lo agora, à pressa, e a isso se deve «talvez» a tua ausência prolongada, hein?…
Mas agora vê bem – é que se já o tinhas lido e mesmo assim o citaste, então o caso é mais grave: não és simplesmente ignorante, mas és verdadeiramente estúpido, visto que não compreendes o que lês. E é mais grave porque a ignorância desaparece aprendendo (podes acreditar nisto, mesmo que não tenhas experiência pessoal do caso), ao passo que a estupidez, bem, é uma coisa de berço que te acompanha até ao esticar do pernil…

Agora vejamos o que diz Ferreira do Amaral:
Os Danuna, ou Danones ou Danaus, eram um povo indo-ariano que se espalhou pelo Médio Oriente e que veio a ocupar a Palestina. Eram também conhecidos como, ou terão dado origem aos, jónios, que originalmente não eram gregos. Na Bíblia os Danaus são referidos como a tribo israelita de Dan (o que, aliás, comprova uma antiga associação entre judeus “puros” e estes não-judeus).
Caim, o tal da Bíblia, é um epónimo do povo dos Caimitas (vês a semelhança entre os nomes “Caimita” e “Camita”?), ou Cahones (p. 202). A descendência dos Caimitas foi o povo dos Cineus. Segundo algumas tradições, o sogro de Moisés era cineu, e foi ele quem ensinou Moisés a adorar a Jeová (p. 200).
Os danaus e os caimitas/cineus, misturados, começaram a migrar, por vagas, para a Pen. Ibérica, por volta do II milénio AC. E uma das rotas foi, cá está, terá sido o Norte de África.
Segundo Augusto Ferreira do Amaral, o alfabeto dos cinetes, ou cunetes, era uma versão arcaica do alfabeto cananita (p. 218). Ora, sabemos onde Canã se situava…
De igual modo, “isso dá-nos uma pista para compreendermos a frase de Heródoto que diz que o alfabeto grego foi introduzido pelo heroi Cadmo em Tebas.” (idem)

Ou seja, toda esta gente veio para o Ocidente integrada num GRANDE MOVIMENTO MAIORITARIAMENTE INDO-EUROPEU, e a maior parte destes povos seriam de origem indo-europeia. Portanto, isso de dizeres «sabemos onde Canã» se situava em nada te ajuda, DEPOIS de se ter afirmado, no livro de Amaral, que os Indo-Europeus muito influenciaram toda aquela zona.

Agora aprende como é que se cita a sério – da mesma obra, página 208:
Originários provavelmente de uma zona a sudeste da Anatólia, os Caimitas (Chaones/Chalybes/Cineus/Cinezeus) dirigiram-se no III milénio a.C. para o leste do Tigre (…) Outro ramo dirigiu-se para o norte da Anatólia. Daí, no último quartel do II milénio, para o ocidente do Mediterrâneo em diversas vagas de migrações marítimas (…).

E agora, quem eram estes Caimitas ou Chaones ou Cinetes? Qual a sua identidade ÉTNICA?
Página 227:
os Cinetes, também de fala luvita como os Tartéssios, povo de Jónios, de origem Danuna, povo muito antigo, pois era o povo dos Chaones-Caimitas, que veio para o extremo ocidente (…).

E o Luvita, o que é?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Busca?search=Luvite
luviano ou luvita (luwili), um parente próximo do hitita falado nas regiões adjacentes às vezes sob controle hitita.

E o Hitita, o que é?
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_hitita

O hitita é a mais antiga língua indo-européia atestada.

Aprendeste, burgesso? É mesmo assim.

até te dou uma chucha e assim já ficas a saber aquilo que perguntaste à Dr. Ana Margarida Arruda e que ela, certamente face à tua personalidade

Ó ovino, vamos lá ver se percebes isto: foste apanhado em falso e caíste em profundo enxovalho, devido à tua imprudência e parvoíce. E não é por quereres voltar a tua agressividade adolescente contra mim que isso se altera. O passado, caro ovino, já não muda. O que está feito, feito está. E o que fizeste não foi bonito, pois que, além da habitual estultície, demonstraste também que és invertebrado, mau carácter, cobarde e que estás possesso de raiva, e nada do que mostraste, involuntariamente, de ti mesmo, se altera pelos insultos que resolveres dirigir-me.
Por conseguinte, deixa-te lá desse desespero cretino de estares a tentar analisar o que a Dr. Margarida Arruda terá dito. Pensa primeiro em ao menos conseguir entrar na universidade… mas olha que primeiro tens de aprender a escrever, para não dares erros ortográficos de palmatória… 

E finalmente, sobre o Adriano Moreira
Em primeiro lugar, lava bem a boca com água e sabão azul e branco antes de falares dele. Para quem fala da “Dr.” Ana Margarida Arruda com tanta subserviência (uma professora quem nem se deu ao trabalho de te explicar as origens do alfabeto grego!), parece-me que não terás nem nem idade

Não é subserviência, anormaleco. Compreende-se que a súcia da tua laia interprete o citar do título «Dr.» como um acto de subserviência, mas isso é só porque os ovinos do teu quilate passam a vida em genuflexões para com os seus mestres, e, quando dizem «Dr.» é só mesmo para dar graxa.
Mas nem toda a gente usa o teu código, pelo que nem toda a gente se põe de joelhos só por dizer «Dr.». Aliás, quanto a subserviência, já demonstraste bastas vezes como te deixas guiar pelos teus «mestres» sem sequer admitires que possam ser discutidos, e, cúmulo da baixeza servil e mentecapta, até os citas COMPLETAMENTE A DESPROPÓSITO (caso da minha referência a Dumézil e aos Indo-Europeus). Portanto, em matéria de subserviência, estamos conversados.
Agora, a outra lição, esta mais subtil: há uma diferença entre dizer «do Adriano Moreira» ou «de Adriano Moreira». Além disso, ovino, eu não disse que me queria medir com ele, não sou como tu que, daí de baixo do teu lodaçal de ignorância mentecapta, julgas poder medir-te com Georges Dumézil. Mas onde queres tu chegar sei eu bem, ehehehehh… estás com esse cagaçal de pretenso «indignado» (como se um indigno crónico como tu tivesse direito à indignação…) é desviar as atenções do facto de um minho-timorense como tu estar a querer infiltrar-se entre identitários, e todavia ter como guia espiritual supremo um salazarista que quer meter Cabo Verde na Europa, ahahhahahh…

Em 2005 o salazarista Adriano Moreira juntou a sua voz ao igualmente salazarista Mário Soares sobre a questão da integração de Cabo Verde na UE. Tal inseriu-se numa óptica geopolítica atlantista na qual se pretendeu, em primeiro lugar, reforçar a posição de Portugal no seio da UE e por outro priveligiar os laços com África através do carácter mestiço da cultura cabo verdiana

Ou seja, tudo o que um identitário português poderia querer…

Eu percebo que quem nem tem capacidade para saber atar os sapatos ou comer sopa com uma colher poderá alguma vez vir a entender o que quer que seja

Chhhhhiu, infame desgraçadinho. Foste desmascarado, não apenas na tua ignorância, nem apenas na tua estupidez, mas também nos teus «mestres», na tua proveniência ideológica, que andavas a querer esconder com referências à raça. E podes bem limpar as patas à parede com a tua geopolítica, que geopolíticas há muitas, e obedecem, antes de mais nada, a critérios IDEOLÓGICOS, não a «factos consumados» que «tenham mesmo de ser», como estás a querer fazer crer. E a ligação a Cabo Verde NÃO É nenhuma necessidade europeia, antes pelo contrário. Quem a preconiza, é da mesma água que quem quer meter a Turquia e Marrocos na União Europeia.

Por conseguinte, ovino, quanto mais te agitas mais te afogas. Para além de teres comprovado (contra a tua vontade) que não sabes ler, e que te pões a citar bibliografia «cara» para te dares ares, sem contudo perceber corno do que ela diz, demonstras também que a tua costumaz baixeza de carácter, bem como o teu tremeliqueiro estado de nervos, a ponto de estares sempre a querer-me atingir ao nível pessoal, atitude que é, como universalmente se sabe, própria de quem quer fazer pelo insulto o que não consegue fazer pelos argumentos…

Ah, é verdade. Lê lá «Os Iberos» de Arribas, mas olha que a obra já é de há algum tempo, rapazelho… De qualquer modo, vai ter piada que venhas aqui tentar «vingar-te» dos vexames sofridos com mais alguma citação daquelas que ostentas com grande pompa mas que desgraçadamente se voltam violentamente contra ti, ahahhaahhh…

Comentar por Caturo

Quanto a ti, molosso, vê lá se percebes uma coisa simples, já que, quanto às complexas, está quieto ó mau: os povos não são «complementares». O homem e a mulher é que são complementares, não são os Povos… os Povos quando muito inter-influenciam-se, mas sem que isso signifique forçosamente a perda da sua identidade, OU, repara BEM, a alteração da sua identidade. Os Europeus não deixaram de ser brancos de origem indo-europeia só por usarem alfabetos remotamente vindos de povos semitas, do mesmo modo que não deixaram de ser Europeus de origem indo-europeia só por terem passado a ouvir rock, música de raiz remotamente negróide, que os brancos souberam contudo transformar.

Ou seja, não é por haver o rock que todos os brancos se vêem obrigados a aceitar a cultura negróide como sua, DO MESMO MODO que não é por causa do alfabeto fenício que os Europeus vão dizer que são «tão semitas como indo-europeus».

Comentar por Caturo

a atenção de que todos menos tu e o caturras,

Todos… quem? O Miazuria, porque lhe dá jeito, para meter os Libaneses na carroça e excluir os Indianos… (é entretanto curioso que a postura anti-homossexual do Miazuria não incomode o molosso, ehhehehhh, e viva a aliança em nome dos Semitas…); o Ninguém, porque é tendencialmente bastardizante e não gosta de rigor no que respeita à identidade europeia; o ovelha negra, pelo mesmo motivo, e também porque é parvo.

Portanto, vê lá quem são os «todos»… :)

Comentar por Caturo

a referir os povos de língua árabe e de religião muçulmana, que vocês arrogantemente dizem nada ter a ver com a nossa cultura.

Agora é arrogância dizer que esses povos não estão na base da nossa identidade? E que o Islão não tem nada a ver com a cultura europeia, quando a religião de Mafoma SEMPRE FOI inimiga da Europa e de tudo o que não é islâmico, incluindo o próprio paganismo árabe? Que desgraça, este molosso baalelas…

Desde o início que estou a falar em libaneses e sírios pelo que só a vossa má fé pode pretender o contrário

Não é má fé, cretino. É que os Libaneses e os Sírios SÃO Árabes.

bispos e monges cristãos gregos ou romanos já tinham dado cabo de quase todas as bibliotecas e centros de estudos ainda antes do começo “oficial” da idade média

Pois, mas os muslos também queimaram a biblioteca de Alexandria.

Por outro lado, gritar vitória porque muitos dos tradutores que salvaram os textos antigos eram sírios e coptas sim – mas cristãos – o que para vocês parece mudar tudo é simplesmente ridículo tendo em vista ser uma contradição com a vossa própria afirmação de que, cristão ou não, um sírio ou um copta não pertence à nossa etnia

Não há contradição alguma, pois que os Persas pertencem à nossa etnia, e esses esqueceste-te de citar, com o habitual descaramento idiota que caracteriza a tua prosápia.

O mesmo quanto aos moçárabes que falavam árabe e eram de religião semita, predicados que, para vocês parecem excluir qualquer veleidade de integração

Sem dúvida – é que, ao contrário do que querer fazer crer, o Latim NUNCA morreu no Ocidente Ibérico. Se os moçárabes também falaram Árabe, fizeram-no por essa ser a língua do invasor, mas NÃO DEIXARAM DE FALAR o Latim misturado com o indígena pré-romano, indo-europeu céltico ou aparentado. Por conseguinte, a ETNIA desses moçárabes continuou sempre a ser Europeia, motivo pelo qual a tua arenga a querer encontrar contradições no que dizemos continua a não pegar.

É que, se não há qualquer contradição com os valores europeus em alguém ser muçulmano de língua semita,

Mas há, olá se há.

Comentar por Caturo

“Não há contradição alguma, pois que os Persas pertencem à nossa etnia, e esses esqueceste-te de citar, com o habitual descaramento idiota que caracteriza a tua prosápia.”

O que têm os persas a ver com os sirios e libaneses ? Acho que era a isso que devias responder. Fugires ao assunto com os persas que não referi por não entrarem no nosso litígio (porque aí estamos de acordo)é panas a habitual indicação de que foste apanhado sem resposta.

Limitas-te a mandar tretas para o ar. quando não tens nada para dizer, dizes qualquer coisa tipo menino birrento.

“mas sem que isso signifique forçosamente a perda da sua identidade, OU, repara BEM, a alteração da sua identidade. Os Europeus não deixaram de ser brancos de origem indo-europeia só por usarem alfabetos remotamente vindos de povos semitas, do mesmo modo que não deixaram de ser Europeus de origem indo-europeia só por terem passado a ouvir rock, música de raiz remotamente negróide, que os brancos souberam contudo transformar”

Sem dúvida que não deixaram de ser indo-europeus. Entretanto, essas formas culturais passaram a fazer parte da identidade indo-europeia. No que respeita ao negros, existe de facto uma enorme diferença racial. No que diz respeito aos semitas, essa identificação é muito maior, devido à proximidade racial e cultural.

Claro que para ti, existir uma enorme proximidade racial e cultural indica que nada temos a ver com a raça e cultura semitas, mas tu és simplesmente parvo.

Qualquer pessoa normal compreende que, se semitas e arianos partilham grande parte do seu património racial e cultural é porque têm uma identidade comum. Apenas a tua fobia anti-semita não te permite concluir isto.

Comentar por molochbaal

“Não é má fé, cretino. É que os Libaneses e os Sírios SÃO Árabes.”

Se ao menos soubesses do estás a falar, sabias que os textos que o arqueo pastou para me contradizer (e que afinal me confirmaram) baseiam-se no preciosismo de que não foram os arabes que salvaram o antigo pensamento ariano mas sim os cristãos coptas, sirios etc.

Isto porque eu tinha referido genericamente que os “arabes” – queria dizer faladores de árabe – tinham ajudado a salvar o pensamento ariano antigo. O arqueo, em desespero, como tu, agarra-se a pormenores para desmentir outros pormenores. Nem percebendo que estamos a falar em termos gerais e que o que é supostamente desmentido por eu me estar a referir a quadros gerais, abaca por ser confirmado nesse mesmo quadro. Isto é giro, porque a o quadro geral acaba sempre por ser a confirmação do eu estou a dizer.

Assim o arqueo, que tem um verdadeiro terror de médio orientais, para me desmentir (naquilo que eu nem tinha dito)acaba por colocar textos que comprovam a profunda ligação dos povos do médio oriente á nossa cultura. Neste caso o enorme papel dos médio orientais (faladores de semita) no salvamento do pensamento clássico ariano.

Ora isto evidentemente que confirma tudo o que eu disse – não existe destruição da identidade nas relações semita-arias, mas muitas vezes complementariedade e enriquecimento. Foi através da arte semita mesopotâmmica que se criou a maior forma de arte aria – o classicismo grego. Foram sirios e coptas (assim como judeus evidentemente não referidos num texto de claro cariz antisemita) que em grande parte ajudaram a salvar o pensamento clássico ariano, que os próprios arianos tinham destruído em grande parte.

Tudo isto prova que as tuas fobias deviam dar lugar a tratamento psiquiátrico urgente.

Comentar por molochbaal

“Portanto, vê lá quem são os «todos»… :)”

Todos, são precisamente todos os que citaste. Se reparares bem, são precisamente TODOS os que estão a participar no debate, com excepção de ti e do arqueo que quase já se retirou.

è incrível que a tua total inconsciência da realidade chegue ao ponto de nem seres capaz de acompanhar o que se passa no fórum. Qualquer dia nem comer sozinho és capaz.

Pareces mesmo uma criancinha birrenta. Vai brincar, vai.

Comentar por molochbaal

“E o Hitita, o que é?”

É realmente uma língua indo-europeia, e das mais antigas. Parabéns caturra, de vez em quando descobres umas coisas.

Entretanto, desprezas os descendentes desse povo, que mantêm a sua raça e parte da sua cultura, porque agora falam turco. Ou seja, o que é verdade agora é mentira daqui a bocado.

Em relação aos moçarabes dizes que não há problema de adoptarem costumes arabes porque a sua etnia é de origam aria. Mas a turquia, apesar de a maioria da sua população ser de origem aria, já não pode adopatar costumes não ários porque aí sim, já importa.

Porquê que importa num caso e no outro já não ? Porque sim ! Lindo.

Comentar por molochbaal

arqueo

“Adiante, e no que concerne à tua afirmação sobre a transmissão do saber antigo pelos árabaes, generalizaste, logo, erraste!”

Não, não errei. comvoc~es é-se preso por ter cão e por não ter. È evidente que, por árabes, me estava a referir aos faladores de semita. apesar de também alguns verdadeiros árabes terem participado no salvamento do nosso pensamento clássico, foram de facto principalmente cristãos sírios, coptas, muçulmanos peninsulares, judeus, muçulmanos persas e cristãos bizantinos que salvaram o nosso pensamento da destruição da idade das trevas do mundo ario.

Ora, podes-te agarrar aos preciosismos que quiseres. Isto confirma tudo o que eu disse.

Intelectuais de língua semita (tenho de especificar sempre, senão agarras-te a este pormenor que em nada importa para o quye está a ser discutido e dizes que errei !) foram em grande parte os responsáveis pelo SALVAMENTO do principal da nossa cultura, quando vocês dizem que reconhecer as nossas ligações com eles é destruir a nossa cultura.

Pouco importa que os semitas em questão fossem cristãos ou fossem muçulmanos peninsulares ou judeus da diáspora FORAM SEMITAS QUE AJUDARAM A PRESERVAR A NOSSA IDENTIDADE – que vocês dizem que é posta em perigo pelos semitas !!!!!

Quem errou foste tu e não é pouco.

Quanto aos bizantinos é horrível que tenhas a lata de os citar. Porque desprezas os povos que fizeram parte do império bizantino como um perigo para a tua identidade (que eles ajudaram a salvar).

Constantinopla é agora istambul, continua a ser uma das maiores cidades europeias. Por mais que faças nunca conseguirás apagar isto.

Comentar por molochbaal

PS

Continuo a não perceber a vossa sensibilidade com os meus “ataques”. Penso que sendo isto um lugar de discussão ganha com o contraditório.

Se eu digo asneiras, vocês poderão brilhar e desmantelar a minha argumentação apresentando assim a vossa ideologia. Embora não me pareça.

Ora só pode haver contraditório se cada um for livre de contradizer e dizer o que pensa.

Assim, se eu penso que estão a ajudar a destruir a raça branca e com ela as suas etnias, incluindo a nossa – vou dizer o quê ? Que muito bem, que estão a fazer um bom trabalho ? Ou que, enfim, talvês, talvês, não seja bem assim como vocês estão a dizer, mas que não digo mais nada para não ofender ninguém ?

Assim, o caturras, porque concorda contigo, já pode usar os mesmos métodos que eu, que para ele é “firmeza nas convicções” mas para mim já é “falta de respeito” pelos outros ?

Que raio de contraditório era esse ? Para isso já te disse. Coloca um sistema de password ou simplesmente apaga os meus textos. De qualquer maneira não vou ficar muito tempo por aqui. Só me tenho mantido por causa das caturrices do caturras.

Quanto a eu te apagar num blogue meu, não tenhas tanta certeza. Entretanto estás sempre a dizer que sabes quem eu sou. Só por curiosidade, quem pensas que sou ?

Comentar por molochbaal

Catarro, cada vez os teus zurros te põe mais em baixo. Todas as tuas imbecis demonstrações e “factos provados” mostram o quanto não sabes ler, nem o que está nos livros, nem o que os outros escrevem.
Mas o que me faz mesmo sorrir não é a demonstração da tua cultura enviesada (porque vê-se que lês, mau grado não saberes processar o que está escrito), não, o que me faz sorrir é a tua escrita azoada e sobretudo os teus risinhos de gaja histérica!!! Eu sei que não é argumento, mas eles demonstram a toda a gente o desespero a que já chegaste.
Pois quem termina frases com risinhos histéricos como os teus só demonstra nervosismo e insegurança. E isso nota-se, meu caro, isso nota-se…
Enfim, acusaste o toque, rapaz!

Agora voltemos à reinação:
Em primeiro lugar, meu grande asno, onde é que eu disse que os Iberos não eram indo-europeus? Ou que os seus antepassados não eram indo-arianos? Não me lembro de o ter escrito. Mas para ti isso pareceu importante a ponto de te desdobrares em esforços para provar, usando um artigo da Wiki (escrito por ti?), que eles não estiveram cá. Ora, o que eu digo (aliás, eu não, os gajos que sabiam disto) é que os Iberos eram descendentes de autóctones e de africanos. E isso tu não desmentes. E voltas ao livro do Amaral sem refutares rigorosamente nada.

Quanto à lingua luvita, obrigado por me ensinares, “Dr.”, mas eu já o sabia! Olha, até está na Wiki! Mas isso só prova que eles falavam essa língua. Tal como os jónios adoptaram o grego (apesar de não o serem), e a tribo de Dan adoptou a língua hebraica (vergonha das vergonhas, pois abandonaram a língua da sua “estirpe” por uma língua semita!), e os greco-anatolio-gálato-romanos adoptaram o turco, e os haitianos adoptaram um criolo de francês, e os cabo-verdianos um criolo de português (mas que é uma língua latina!)e tu, incrivelmente, adoptaste uma língua humana, mas que nem sequer é o indo-europeu lusitano mas sim uma língua de raiz, de estirpe indo-europeia, híbrida (horror!) com muitas palavras semitas (horror dos horrores!).
Ou seja, se vais pela língua não vais longe. Aliás, nunca o foste. Nós sabemo-lo, e tu sabe-lo. E escusas de te retorcer e replicar que não vale a pena, Os teus argumentos já não colam, “méne”!

E é pelas incongruências e pelos pormenores das tuas obtusas afirmações que tu és apanhado, como naquela de que a Letónia tem uma grande comunidade ortodoxa. Pois é, tem sim senhor… sensivelmente igual à sua comunidade russa, por sinal!
Ou as tuas incongruências relativamente à “raiz”, à “estirpe”, e à boa cepa indo-ariana que faz os europeus e que os deveria devolver à sua ancestralidade e ao seu paganismo, sem te aperceberes que são os processos culturais, bem mais do que a “raça”, que fazem a tua tão bem-amada “estirpe” e que faz com que os onogures dos húngaros sejam agora europeus de cepa, e da boa, diga-se de passagem. Eles mestiçaram-se e aculturaram-se, e isso transformou-os em europeus. E com isso tu ficas satisfeito, apesar de seres o primeiro a condenares a mestiçagem e o aculturamento que nos transformou a nós, bons pagãos indo-europeus, em indo-europeus “sem consciência de estirpe” com uma cultura abastardada “invadida” por um culto a um “judeu morto”.

Mais uma vez as tuas citações só provam o que eu ando a dizer há muito, e comprovam diante de todos, mais uma vez, que citas e mal. Se calhar por isso é que não tens a vida que aparentemente querias ter, a dar aulas, não é? E por isso é que tens muito tempo disponível, tempo pare escrever loooongas mensagens (as maiores do blog, o que indica excesso de tempo), e tempo para RELER, sim, reler livros como “Os Filhos de Caim e Portugal”, ou pensas que nós não nos apercebemos que voltaste apressadamente a tirar o livrinho da prateleira para ler o que não tinhas lido anteriormente? É que, para um escritor tão prolífico (penso que escreves todos os dias), demoraste muito tempo, mesmo muito, a dar-me resposta, o que é estranho para um guerreiro da caneta “de estirpe lusitana” como tu.

No que toca à tua reacção ao que eu disse quanto à tua subserviência canina perante a Margarida Arruda, olha, mais uma vez acusaste o toque, e cheira-me que desta vez terá sido mesmo um toque rectal!
É que, sabes, eu nunca tratei por “Dr” os meus professores. Eu usava o termo “professor”, tão ou mais digno e factualmente correcto. E não tratava um professor por “fulano de tal” e outro por “Dr”, como tu o fazes. És, portanto, um comprovado subserviente, um rastejante, que se calhar tanto lambeu botas e glúteos que enojou a comunidade a quem tanto queria agradar. Mas acredita que não era preciso tanto para se ser ostracizado e impedido de dar aulas: bastaria ser o puto arrogante e iliterato que és para seres excluído!

Em suma, mais uma vez não provas nada; não tens capacidade para refutar a ponta; insultas os outros mas fazes ares de virgem ofendida quando te respondem da mesma moeda; fazes mau uso das tuas citações; referes autores com ares grandiloquentes mas recusas aos outros o mesmo método; lês o que te interessa mas rejeitas demais leituras; até falas da geopolítica sem saberes o que isso é (não, não tem por base a ideologia mas sim o PODER, mas isto aprende-se na universidade); julgas-te importante a ponto de teres “muitos inimigos”… tu, inimigos? Deves ser louco! Tu não tens inimigos, tu tens é pessoas que te desprezam (pelas tuas opiniões e pelas tuas atitudes) e outras que se riem de ti, precisamente pelas mesmas razões.

Mais grave ainda, tu lutas pela tua identidade sem te aperceberes que a tua “identidade” nade tem a ver com a do teu povo; afastas os demais identitários, excluis, em vez de incluíres, és um cancro que mata o que está à tua volta. Se os identitários são tipos como tu, se tu representas “a alternativa” e “o regresso às origens”, não tenhas dúvidas que a nossa sociedade se voltará ainda com mais força para o multiculturalismo extra-europeus, pois não é em ti que encontrará a solução.

Mas de tudo, o mais grave é que enfadas as pessoas com o teu longo, pobre, desconexo e agressivo discurso. E isso é que é imperdoável.

E agora que terminada a ensaboadela voltaste a ficar branquinho como os indo-arianos de boa estirpe (mas só por fora, que lá por dentro deves ter sangue semita e do bom!) e te reduzi ao nível a que pertences, vou pastar para verdes pastagens, que os ares por lá são mais puros e as conversas são de nível mais elevado. Não é por demérito dos restantes participantes no blog, é mesmo por ti. É que já sei que não é no pagus que encontrarei um pagão como tu.

As melhores saudações ao arqueofuturista, pois este é um bom blog onde se encontram bons camaradas.

Quanto a ti, catarro… saúdinha, que é o que precisas!

Comentar por Ovelha Negra

“Não há contradição alguma, pois que os Persas pertencem à nossa etnia, e esses esqueceste-te de citar, com o habitual descaramento idiota que caracteriza a tua prosápia.”

O que têm os persas a ver com os sirios e libaneses ? Acho que era a isso que devias responder

Não, caro gebo. TU é que tens de responder porque cargas de água é que meteste aqui os Sírios e os Libaneses, como se se devesse só a eles a preservação da sapiência grega, quando o texto francês que citaste até fala também dos Persas.
Além disso, não explicaste qual é exactamente a relevância de toda esta gente de FORA da Europa, já que, ao contrário do que quiseste fazer crer, o Renascimento deu-se a partir de textos encontrados NA Europa.

Ou seja, crias novas discussões sustentadas em premissas frágeis ou claramente falsas, e depois dás como adquiridas as conclusões igualmente erradas que daí sacas. Essa é, mais uma vez, uma forma de discussão desonesta, pouco inteligente, que, mais uma vez, atesta a tua flagrante mediocridade.

“mas sem que isso signifique forçosamente a perda da sua identidade, OU, repara BEM, a alteração da sua identidade. Os Europeus não deixaram de ser brancos de origem indo-europeia só por usarem alfabetos remotamente vindos de povos semitas, do mesmo modo que não deixaram de ser Europeus de origem indo-europeia só por terem passado a ouvir rock, música de raiz remotamente negróide, que os brancos souberam contudo transformar”

Sem dúvida que não deixaram de ser indo-europeus

Ah bom, finalmente… portanto, já reconheces que os Europeus são indo-europeus. «Case closed.» :)

Entretanto, essas formas culturais passaram a fazer parte da identidade indo-europeia. No que respeita ao negros, existe de facto uma enorme diferença racial. No que diz respeito aos semitas, essa identificação é muito maior, devido à proximidade racial e cultural.

Maior ou menor, não é isso que interessa. Mete na cachola que estamos a falar de essências, não de proximidades. Os Romanos não passaram a ser um bocado celto-hispânicos SÓ POR TEREM adoptado a espada celtibérica (Gladius Hispaniensis), e até é verdade que os Celtas e os Romanos estão muito próximos entre si etnicamente (no seio da família indo-europeia, a proximidade entre os ramos celta e italiota é notória). Os Romanos continuaram a ser romanos, a sua identidade não se alterou. Uma identidade não se altera com meia dúzia de invenções, ou com cem. Uma identidade é tendencialmente fixa. O problema dos tapadinhos como tu é que confundem Identidade com Civilização. Por exemplo, todos os países da Europa partilham a civilização greco-romana, mas isso não significa que as identidade sueca, russa, inglesa, francesa ou irlandesa sejam «um bocado gregas». A identidade assenta na etnia, molosso, não nas ferramentas, materiais ou culturais, que se usam. O Português, por exemplo, é escrito com o alfabeto romano, mas continua a ser Português se for escrito com estenografia ou mesmo com oghams (letras célticas).

Claro que para ti, existir uma enorme proximidade racial e cultural indica que nada temos a ver com a raça e cultura semitas,

Claro que para ti, a proximidade quer dizer igualdade, daí que para ti quem é eslavo também é grego, mas já se sabe o tanso que és.

Qualquer pessoa normal compreende que, se semitas e arianos partilham grande parte do seu património racial e cultural é porque têm uma identidade comum

Qualquer pessoa normal compreende que a identidade tem vários níveis. Um eslavo partilha a identidade indo-europeia com um báltico, com um germano, com um grego, com um latino, mas SÓ PARTILHA A IDENTIDADE ESLAVA COM OUTRO ESLAVO. Um russo é por isso parente dum alemão ou dum sueco, MAS TEM UM PARENTESCO MAIOR E MAIS FORTE COM UM UCRANIANO OU DUM POLACO.

Do mesmo modo, um Português partilha a identidade RACIAL com um Libanês ou com um Saudita, mas SÓ PARTILHA A IDENTIDADE ÉTNICA COM OUTRO INDO-EUROPEU, ou seja, COM UM SUECO, UM RUSSO, UM GREGO, UM ALBANÊS OU UM PERSA.

Comentar por Caturo

“o Ninguém, porque é tendencialmente bastardizante…”

Extraordinária afirmação vinda de alguém que tem sangue dravidiano a correr-lhe nas artérias (digo isto porque já vi um monte de insinuações no seu blogue a esse respeito e ainda não vi nenhum desmentido).

Caro Arqueofuturista, o blogue é seu e você admite os comentários que acha dever admitir, está no seu pleno direito, agora peço-lhe o favor de pedir ao seu distinto camarada Caturo que não se torne a dirigir à minha pessoa nos termos que acima cito. Se isto tornar a acontecer vou ter de lhe responder à letra e eu não quero que você se veja obrigado a censurar-me os comentários.
Um abraço

Comentar por Ninguém

Todas as tuas imbecis demonstrações e “factos provados” mostram o quanto não sabes ler,

Não, labroste já mais que vexado. Todas as demonstrações e factos provados que te enfio trombas adentro só servem para evidenciar que TU é que não sabes ler, nem o que está nos livros, nem tampouco o que aqui se te espeta nas fuças. Aliás, eu já provei isto mesmo a teu respeito, mostrei claramente que és uma espécie de novo-rico dos livros, porque os compras e citas, mas não os entendes, e isto tocou-te fundo, e é por isso que agora estás esperneante de todo, com uma reacção infantilóide de quem diz «ai, tu é que és, tu é que és». Vê lá se cresces um bocadinho, ao menos para chegares à puberdade, ó atrofiadíssimo.

E vejamos o porquê do teu continuado desaire:

Mas o que me faz mesmo sorrir não é a demonstração da tua cultura

Pois não. O que te faz sorrir é só mesmo a tua parvoíce, aliada ao teu nervoso miudinho.

que me faz sorrir é a tua escrita azoada e sobretudo os teus risinhos de gaja histérica!!!

Ahahahahh, mas tu é que usas exclamações a torto e a direito, ó aleijadinho. E isso é que de gaja histérica, ou pior, de gajo histérico – é que numa mulher ainda se admite, agora num «homem», mesmo um homem com aspas como é o teu caso, a coisa fica especialmente mal.

E nada disso aconteceria se ao menos não tivesses tão mau perder.

Eu sei que não é argumento, mas eles demonstram a toda a gente o desespero

Ó rapaz, toda a gente já viu foi o teu desespero, mas há muito tempo, não é só agora, é quase desde o início – bastou em deitar-te abaixo a tua argumentação colada com cuspe para começares logo a gesticular e a babares-te por todos os lados. De imediato recorreste aos insultos e, cúmulo da baixeza da ralé quando fica mesmo muito irritada, começaste, completamente a despropósito, a fazer insinuações pessoais a meu respeito. Isso é mesmo o sinal último do desespero e da cobardia histérica, ó anormaleco de sacristia. Foi assim que te ensinaram a agir, lá na catequese, foi?… :)

Agora voltemos à reinação:

Não, jovem. Já devias ter percebido que aqui não brincas – e que, quando resolves «reinar», ponho-te nos eixos, e depois queixas-te…

Vamos lá então:

onde é que eu disse que os Iberos não eram indo-europeus?

Ou meu grande atrofiado, meu atrasado mental chapado, TODA a gente sabe que os Iberos NÃO ERAM Indo-Europeus, meu gebo eternamente aleijado. E por acaso TU até disseste que os Iberos eram de origem africana, olha aqui, acéfalo esquecido, olha bem:

Sobre as origens africanas dos Iberos:
AMARAL, João Ferreira do. “Os filhos de Caim e Portugal”. Lx, Livros Quetzal, 2004 – Um pouco confuso, mas dada a complexidade do o tema é perfeitamente natural.
Comentário por Ovelha Negra Maio 31, 2008 @ 12:36 pm

Ninguém defende uma origem indo-europeia para os Iberos, excepto um ou outro autor, mas é coisa quase por completo sem expressão.

Um dos teus problemas é que tu não tens qualquer preparação para entenderes o que lês (é o que eu digo, és um novo-rico dos livros), daí as barracas constantes que por aqui dás. E, erro de palmatória muito comum, confundes Iberos com IbérICOS.

Ora Iberos e Ibéricos não é de todo a mesma coisa, meu doentinho dos cornos.
Ibérico tem um significado sobretudo geográfico, ou seja, significa tão somente pertencente à Península Ibérica (e tão ibérico é um basco como um indo-europeu das Astúrias, da Galiza ou de Portugal).
Ibero, pelo contrário, tem um significado étnico preciso, dizendo APENAS respeito a um certo e determinado Povo que viveu no sudeste da Ibéria.
Instrui-te, deficitária criatura.

Mas para ti isso pareceu importante a ponto de te desdobrares em esforços para provar, usando um artigo da Wiki (escrito por ti?),

Ahahahahh, isso é que é mesmo desespero, ó deficiente profundo… :) Ainda há dias, dizia o teu molosso-de-guarda que os «nazis» cá do blogue tinham medo de ir à Wikipédia porque esta estaria sob o poder do lóbi judaico-gay, agora já tu dizes que aquilo que está escrito na Wikipedia por quem manifestamente sabe do que fala (e apoia o seu texto em bibliografia, que é o teu grande pesadelo, ahahahhah…) já foi escrito por mim… ó mau perder, as vítimas que tu fazes… :)

Mas pronto, gebo choroso, não leias mais essa satanizada Wikipédia. Pega então nos livros que disseste ter lido (ahahaahhahah) dos irmãos Ferreira do Amaral e vê lá qual o lugar que dão aos Iberos na paleoetnologia de Portugal, vai lá ver, cretino… olha que é melhor ires ver agora e escrever aqui o que lá diz, porque se o não fizeres faço eu, e depois a tua humilhação ainda é maior… despacha-te. Depois não digas que não te avisei…

Ora, o que eu digo (aliás, eu não, os gajos que sabiam disto) é que os Iberos eram descendentes de autóctones e de africanos. E isso tu não desmentes

Mas eu não tenho de desmentir, leproso da mioleira, pura e simplesmente porque isso não é argumento para rigorosamente nada neste debate. Os Iberos até podiam ter vindo da China ou do Polo Norte, é indiferente – o que sucedeu foi que tu e o outro aleijadinho, o molosso, vieram para aqui dizer que os Iberos eram africanos e que POR ISSO nós temos origem africana (o molocho baalelas, burro como é, chegou mesmo a dizer isto, textualmente). Ora, depois disso, não apenas eu, mas também o Henrique, viemos aqui demonstrar que os Iberos pouco ou nada influenciaram a população actualmente portuguesa, coisa que os livros dos Amaral afirmam, tal como a Wikipédia, e mais quem souber do que fala. A isso, tu e o outro aleijado só souberam responder da forma mais atrasada mental que imaginar se possa: limitaram-se a repetir que os Iberos vieram de África, e que têm muita razão porque os Iberos vieram de África, e vieram de África, África, e porque deixam e porque tornam.

Quanto à lingua luvita, obrigado por me ensinares, “Dr.”, mas eu já o sabia! Olha, até está na Wiki!

Pois, mas tu tens dificuldades de leitura e, se fores sincero, sabes muito que não chegavas lá se eu não to dissesse. Deixa-te por isso de peneiras, já se topou que, no processo cognitivo, estás longe de ser auto-suficiente como as pessoas normais.

Mas isso só prova que eles falavam essa língua

Falavam essa língua como LÍNGUA-MÃE.

Tal como os jónios adoptaram o grego (apesar de não o serem), e a tribo de Dan adoptou a língua hebraica (vergonha das vergonhas, pois abandonaram a língua da sua “estirpe” por uma língua semita!),

Claro. Se o que diz o livro de Amaral é verdade, foram absorvidos por um povo semita, perdendo assim a sua identidade indo-europeia.

e os greco-anatolio-gálato-romanos adoptaram o turco,

Mas adoptaram-no por serem invadidos e misturados com os Turcos. Essa amálgama deixou por isso de ser indo-europeia, perdeu as suas identidades.

e os haitianos adoptaram um criolo de francês, e os cabo-verdianos um criolo de português

Por colonização de povos europeus. Mas os Africanos ainda têm as suas línguas tribais originais, ou seja, as suas línguas ÉTNICAS. Os mulatos de Cabo Verde não, mas esses também não são ETNICAMENTE inteiramente africanos. São simplesmente uma mistura, é por isso que os mulatos constituem sempre um caso à parte.

mas que nem sequer é o indo-europeu lusitano mas sim uma língua de raiz, de estirpe indo-europeia, híbrida (horror!) com muitas palavras semitas (horror dos horrores!)

Pois, palavras AVULSO, que não tocaram na estrutura da língua, o que deita por terra a tua pretensão de que a língua possa ser indo-europeia-semita. É, em vez disso, uma língua indo-europeia com algum léxico (mínimo) de origem semita. Isso não permite contudo que um português entenda corno do que diz um marroquino ou um argelino, mas permite-lhe entender o essencial do que diz um italiano do norte de Itália, por exemplo, onde nunca estiveram Árabes ou Mouros. Engole mais esta, faz-te bem.

Ou seja, se vais pela língua não vais longe

Ou seja, perdeste mais uma vez. :)

E é pelas incongruências e pelos pormenores das tuas obtusas afirmações que tu és apanhado,

Ou seja, como és apanhado em flagrante delito de estupidez e ignorância, andas agora a tentar, por puro desespero, recordar toda e qualquer falha menor que em nada influenciou a demonstração das teorias e das ideias. Logo tu, que nem escrever como deve ser sabes, ehhehehheh… isto já para não falar daquelas que disseste sobre os Escandinavos não serem europeus antes do Cristianismo, ou sobre a consciência de povo não interessar nada a princípio mas depois já interessar, quando passou a ser da tua conveniência… é que nem um puto de doze anos era apanhado num primarismo desonesto destes. :)

como naquela de que a Letónia tem uma grande comunidade ortodoxa. Pois é, tem sim senhor… sensivelmente igual à sua comunidade russa, por sinal!

Pois, gebo, mas isso foi precisamente porque a Letónia começou em parte a ser evangelizada pela Igreja Russa, que desde então aí criou a Igreja Ortodoxa Letónia, que aí assentou arraiais.
Aprende:
The Orthodox Church enjoyed some success in its missions among the Latvians due to its use of the Latvian language.
http://en.wikipedia.org/wiki/Latvian_Orthodox_Church

Ou seja, até este pormenor, que tinhas como certo do teu lado, te esfaqueou esses costados mal lavados, ahahahahhh…

as tuas incongruências relativamente à “raiz”, à “estirpe”, e à boa cepa indo-ariana que faz os europeus e que os deveria devolver à sua ancestralidade e ao seu paganismo,

Mas quais incongruências, ó meu atrasado mental? Mete nos cornos que as tuas discordâncias beatas e dogmáticas não se chamam «minhas incongruências». Os Indo-Europeus têm as suas próprias religiões sim, e muitos resistiram até à morte contra as legiões do Judeu Morto. E isto, meu aleijado castrado, isto é a verdadeira e mais elevada identidade europeia. Sem ela, a Europa é quase tão acéfala como tu.

sem te aperceberes que são os processos culturais, bem mais do que a “raça”, que fazem a tua tão bem-amada “estirpe”

Não, gebo. Se isso fosse assim, então qualquer cabo-verdiano educado em Portugal faria parte da Estirpe, que é mesmo isso que a súcia como tu quer, daí a tua apreciação pelo que diz Adriano Moreira. Mas do mesmo modo que tu não passas a ser gente só porque foste educado como uma pessoa (?…), também o famoso caso do menino lobo não significa que uma criança humana se tenha mesmo transformado num lupino, isto apesar de ter sido adoptado por lobos e ter vivido entre eles, portando-se como um lobo igual aos outros.

A Estirpe é determinada pela Raça, pela Etnia, pela Nação, pela Família. E a Estirpe tem a sua própria herança espiritual, que, tenha sido esquecida ou reprimida, continua tão legítima enquanto essa Estirpe viver, e enquanto assim for, esta Estirpe pode retornar à sua herança a qualquer momento, do mesmo modo que um pobretanas de sessenta anos, que foi toda a vida miserável, pode subitamente tornar-se milionário se entretanto o contactarem para lhe darem acesso a uma fortuna fabulosa da qual seja herdeiro pelo sangue.

É por isso, ó pária labrego, que as verdadeiras religiões da Europa são, sempre foram e sempre serão, enquanto houver Europa, os seus paganismos, isto é, os seus cultos nacionais.

e que faz com que os onogures dos húngaros sejam agora europeus de cepa, e da boa,

Porque foram europeizados, imbecil. Mas não é esse o modelo desejável de identidade. Ninguém que tenha pelo menos uma vértebra (o que te exclui naturalmente) quer que o seu povo seja cortado das suas raizes ou desviado para outro bloco identitário. Nenhum português que se preze gostaria de ver Portugal a ser absorvido e africanizado de maneira a tornar-se num país africano em solo europeu, do mesmo modo que, salvas as devidas distâncias, os Irlandeses lutaram duramente para não se deixarem absorver pelos Ingleses e acabaram por conseguir a independência da maior parte do seu território. Por isso são ainda hoje Irlandeses, e não uma amálgama britânica anglicizada, até serem realmente ingleses, que é o que seriam se entretanto se tivessem deixado morrer na língua e na consciência de Povo.

Eles mestiçaram-se e aculturaram-se, e isso transformou-os em europeus. E com isso tu ficas satisfeito,

Não, inimigo do intelecto, não fico. Digo simplesmente que o que está feito, feito está, mas digo também, e disse-o VÁRIAS VEZES, que essa excepção não poderia servir de cunha para a partir daí meter igualmente a Turquia na Europa.

Mais uma vez as tuas citações só provam o que eu ando a dizer há muito, e comprovam diante de todos, mais uma vez, que citas e mal

Pois, labroste, lá essa parte do discurso soubeste copiar… mas faltou-te copiar-me no ESSENCIAL, e é também por isto que se vê como és um novo-rico dos livros: é que eu SÓ DIGO que tu citas mal e não entendes o que lês QUANDO o demonstro, ou seja, quando MOSTRO quais os teus erros, QUAIS os teus falhanços vergonhosos, QUAIS as tuas estrepitosas carências culturais.

Ora tu, como não tens mesmo entendimento para perceber o que é essencial, és como muitos negros de África, que, querendo imitar os brancos, usavam óculos… sem lentes… falta-te pois entender o essencial. É que tu dizes que cito mal, mas, quanto a explicares PORQUÊ, enfim, nessa altura «não tens tempo», ahhaahahahhahahhh…

Se calhar por isso é que não tens a vida que aparentemente querias ter, a dar aulas, não é?

Sabes lá qual era a vida que eu queria ter, eunuco babado… mas com mais essa «boca», continuas a comprovar por inteiro o que eu tenho dito sobre a tua «pessoa»: que o desespero do esmagamento constante aliado à tua natural rasquice e nervoso-raivoso :), faz-te fugir da conversa propriamente dita para o campo da insinuação e da tentativa de insulto ao nível pessoal. Assim se evidencia, mais uma vez, que és um pedaço de esterco sem carácter.

E, claro, o mais importante não conseguiste esconder – é que NÃO DEMONSTRASTE qual o erro das minhas citações, aleijadinho… :)

e tempo para RELER, sim, reler livros como “Os Filhos de Caim e Portugal”, ou pensas que nós não nos apercebemos que voltaste apressadamente a tirar o livrinho da prateleira para ler o que não tinhas lido anteriormente

Estás mesmo de todo, encostado às cordas, já só consegues copiar os escarros que te dirijo às trombas, mas mal, pois que eu posso dizer o que digo a teu respeito, porque tenho razão, ao passo que tu não, porque não tens razão. Simples, não é? Acho que até tu percebes isto, motivo pelo qual estás tão esperneante, ahahahahhh…

e cheira-me que desta vez terá sido mesmo um toque rectal!

Bem, informo-te desde já (aprende mais esta) que a Internet ainda não permite sentir aromas à distância. Por conseguinte, sugere-se que te levantes da cadeira e vás mudar de calças… :)

É que, sabes, eu nunca tratei por “Dr” os meus professores. Eu usava o termo “professor”,

Ó gebo, já se percebeu que tu aqui não és exemplo em coisa nenhuma. E, já agora, ficas a saber que «professor» é mais elevado do que «dr». Mas enfim, compreende-se que no teu vocabulário, «dr.» seja o mesmo que pedir que te ponham o pé em cima para tu lamberes, tens mesmo toda a pinta disso… :)

E ficas novamente a saber que a geopolítica não tem por base o PODER, aleijadíssimo, mas sim a IDEOLOGIA, porque é pela IDEOLOGIA que se escolhe alianças com este ou com aquele poder.

Ajeita-te com mais esta, bom proveito e pouco esperneanço, que para palhaçada já chega as que já fizeste. :)

Comentar por Caturo

Isto porque eu tinha referido genericamente que os “arabes” – queria dizer faladores de árabe – tinham ajudado a salvar o pensamento ariano antigo. O arqueo, em desespero, como tu, agarra-se a pormenores

Para deitar por terras os teus argumentos desesperados, não necessários pormenores, basta a verdade dos factos: a cultura antiga da Europa pré-cristã foi salva na Europa, e o Renascimento começou a partir de documentos encontrados na Europa, o que afoga esse falso argumento de que a Europa deve a sua memória da Antiguidade aos Árabes.

Ora isto evidentemente que confirma tudo o que eu disse

Tudo, não jovem… porque tudo o que tu disseste em termos factuais caiu por terra, como já se viu. O que entretanto tu continuas a defender é essa TEORIA da complementaridade, mas isso já é outra história. Em factos, nicles. Em teoria, sobrevives, fechadinho no teu pequeno círculo.

A identidade pode destruir-se sim, se a origem étnica, se a língua, se perde, sendo substituída por outra. Portugal não será Portugal daqui a quinhentos anos se daqui a quinhentos anos a sua língua nacional não for o Português mas sim o Ucraniano, por exemplo. E atenção que os Ucranianos ainda são indo-europeus, porque se em vez do Ucraniano a língua substituta for o Marroquino, então a distância é ainda maior… ter-se-á, não apenas a substituição duma Nação por outra, mas sim a substituição duma família étnica por outra, o que constitui diferenciação ainda maior e mais descaracterizante.
Agora, se os contactos se reduzem a simples troca de experiências, ou à adopção duma ferramenta, ou duma filosofia até por parte da elite, ou até dum culto religioso em concreto (DESDE QUE NÃO DESTRUA OS OUTROS), não altera a identidade dos povos.

mas muitas vezes complementariedade e enriquecimento. Foi através da arte semita mesopotâmmica que se criou a maior forma de arte aria – o classicismo grego

Foi, ponto e vírgula – porque o génio grego muito influenciou o produto final, daí que a arte helénica clássica seja claramente diferente da mesopotâmica, e de qualquer outra.

Foram sirios e coptas (assim como judeus evidentemente não referidos num texto de claro cariz antisemita) que em grande parte ajudaram a salvar o pensamento clássico ariano, que os próprios arianos tinham destruído em grande parte

Tinham destruído por influência dum credo semita, essa parte é que tu não disseste.
Portanto, sem Semitas, nem sequer teria chegado a haver qualquer destruição de qualquer cultura greco-romana… curioso, como este argumento se voltou contra ti.

Tudo isto prova que as tuas fobias deviam dar lugar

Ó rapaz, quem tem fobias és tu, que tu é que vieste por aqui fora dizer que era preciso salvar os Fenícios e que aqui d’el rei que estávamos a «assassinar!!!!!!!!!!!!! a raça branca!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!» só porque glorificamos apenas os povos indo-europeus. Tu é que tens mesmo fobias, e se calhar andas é a fugir ao tratamento, piraste-te do Júlio de Matos, recusas, com a irreverência que te caracteriza, a tomar os comprimidos, etc..

Comentar por Caturo

Todos, são precisamente todos os que citaste

Não, são os que eu citei que concordam contigo. E nenhum deles é bom exemplo de que tenhas razão, pois que todos eles têm a sua própria agenda, à qual a tua conversa convém.

Se reparares bem, são precisamente TODOS os que estão a participar no debate, com excepção de ti e do arqueo que quase já se retirou

«Retirou-se», mas participa mais do que o Miazuria, mais do que o ovino enxovalhado e muito mais do que o Ninguém, ahhahahahh…

è incrível que a tua total inconsciência da realidade chegue ao ponto de nem seres capaz

Bem, pelo menos chega, não apenas para te chamar à razão (mesmo que seja preciso depois ir buscar-te por uma orelha), mas também para corrigir estes pequenos «deslizes» que tens na análise duma situação que todos podem ver… :)

Comentar por Caturo

É realmente uma língua indo-europeia, e das mais antigas. Parabéns caturra, de vez em quando descobres umas coisas

Pois descubro, molochobaalelas. Tu é que não, por mais que tas expliquem. Aliás, se te mandassem descobrir a pólvora, desobedecias…

Entretanto, desprezas os descendentes desse povo, que mantêm a sua raça e parte da sua cultura, porque agora falam turco

Isso dizes tu, nabo. Mas a verdade é que esse povo NÃO TEM DESCENDENTES. Morreu. E morreu porque se deixou morrer, pela diluição. Tal como os Fenícios. E tal como os Vândalos. Os Judeus não morreram porque insistiram em preservar a sua identidade. Os Parsis são outro exemplo da mesma tenacidade em sobreviver.

Mas enfim, para alguém do teu pobre entendimento, agora os Turcos são Hititas… pela tua estúpida ordem de ideias, também os Marroquinos e os Argelinos descendem dos Vândalos, povo germânico, porque os Vândalos se fixaram no noroeste de África.

Em relação aos moçarabes dizes que não há problema de adoptarem costumes arabes porque a sua etnia é de origam aria

Mais uma vergastada nessas patas trapalhonas e manhosas, menino. Eu NUNCA disse que não havia problema em adoptarem costumes árabes. Pelo contrário. Simplesmente, não adoptaram a cultura árabe ao ponto de se deixarem diluir na estirpe dos invasores. Dum modo muito geral, as águas mantiveram-se separadas na Ibéria – hispano-gótico-romanos dum lado, mouros do outro.

Mas a turquia, apesar de a maioria da sua população ser de origem aria, já não pode adopatar costumes não ários porque aí sim, já importa

Bem, se conseguires que eles abandonem todos o Turco como língua mãe, e resolveres, arbitrariamente, pô-los a falar em exclusivo o Latim, ou o Grego, ou alguma forma de neo-hitita, força nisso… até lá, não são indo-europeus.

Comentar por Caturo

Acresce, meu alarve deslumbrado pela Fenícia, que uma língua não cai do céu assim porque sim. Um povo não deixa de falar a sua língua-mãe para adoptar outra só porque lhe apeteça, ou porque o Benfica ganhe, ou porque perca à sueca. Há motivos fortes e profundos para que um idioma desapareça e seja substituído por outro. E a amálgama de populações da Ásia Menor passou a falar Turco PORQUE se fundiu totalmente com os invasores turcos.

Comentar por Caturo

foram em grande parte os responsáveis pelo SALVAMENTO do principal da nossa cultura, quando vocês dizem que reconhecer as nossas ligações com eles é destruir a nossa cultura.

Falhas e aldrabas duplamente em apenas três linhas, é recorde.
Primeiro, porque, ao contrário do que dizes, NÃO É VERDADE que o salvamento da nossa cultura greco-romana se tenha ficado a dever a intelectuais semitas.
Segundo, porque, ao contrário do que dizes, NINGUÉM AQUI disse que reconhecer ligações culturais aos semitas era aniquilar a nossa identidade. O que se disse, e se mantém sem que o belisques, é que é essencial entender a distância que existe entre Indo-Europeus e Semitas. É uma diferença de raiz étnica, não se limita a resolver falar esta ou aquela língua, como acefalamente se tem dito por aqui. Os Semitas partilham a Raça com os Europeus, MAS NÃO a Etnicidade. E tu, e outros mutiladores tapadinhos, querem passar por cima da Etnia. Isso sim, é imbecilidade, é histeria, é fobia cretina.

Quanto aos bizantinos é horrível que tenhas

Mete bem nos cornos que horrível, horrível, é a tua ignorância e insistência na parvoíce. Isso é que é horrível. Os Bizantinos eram de origem ocidental e língua latina e grega. Foram ANIQUILADOS pelos teus queridos Turcos. A tomada de Constantinopla não foi como um dos teus pic-nics parolos em que os teus amigos fazem de Fenícios e de Cartagineses. Foi, isso sim, uma estrepitosa calamidade civilizacional. Acabaram-se os Bizantinos, porque foram submetidos e dissolvidos, acabou-se a sua língua, impôs-se o Islão.
Mete por isso a tua conversa da treta onde ela mais te fizer falta, porque aqui só te serve para te ridicularizar.

Comentar por Caturo

Assim, o caturras, porque concorda contigo, já pode usar os mesmos métodos que eu, que para ele é “firmeza nas convicções” mas para mim já é “falta de respeito” pelos outros ?

É que o Caturo não veio para aqui a tomar a iniciativa do insulto e da acusação parola e pimbalhesca, como o molocho-baalelas fez. O «pormenor» está só aí, fedelho.

Comentar por Caturo

Já agora, para o escuro ovino:

O que resta é ocupado pela Europa, que foi a primeira a receber Júpiter quando nadava no mar, soltou o touro e consentiu em pôr por cima a sua paixão, unindo-O à carga. Levou-a à praia, à qual deu o nome dela, consagrando com o nome a recordação do seu amor. É a terra maior pelos seus homens e a mais fecunda nas artes e na sabedoria: Atenas sobressai no domínio da eloquência, Esparta nas armas, Tebas pelos seus Deuses, por um só rei que tem o principado da casa de Pela, honra da guerra de Tróia; têm grande poder a Tessália, o Epiro, a Ilíria, sua vizinha no litoral, a Trácia, que teve a sorte de contar Marte entre os seus filhos, a Germânia, atónita perante os seus filhos, a Gália, mais destacada entre todas pela sua riqueza, tal como a Hispânia o é pela sua belicosidade; finalmente, a Itália, à qual Roma, a cidade mais poderosa do mundo e ela mesma incorporada às Divindades, fez dona da Terra.»
In ASTROLOGIA, LIVRO. IV, 681., de Marco Manílio, poeta e astrólogo romano do século I d.c..

Ou seja, já na Antiguidade se tinha noção de que os povos europeus bárbaros formavam um todo com os povos europeus meridionais ditos civilizados – um todo chamado Europa.

Compreendo que o teu dono Adriano Moreira, que nem admites ver criticado (tal é a sacralidade que os teus mentores têm para ti, isso é herança inquisitorial, ó labroste), nunca te tenha ensinado isto. Ou se ensinou, não o compreendeste – escapou-te por manifesta «falta de tempo» ( :) :) :)).

Engole portanto mais esta e bom proveito.

Comentar por Caturo

Caro Ninguém, lamentavelmente o debate redondou no insulto, e tudo porque as pessoas não querem aceitar uma pluralidade de opiniões, mesmo numa área tão pequena quanto esta. Uns acham que são detentores da verdade, outros consideram-se os últimos moicanos da razão, e com isso caiu-se neste jogo de agressões verbais.

Peço a todos que não o façam, sob o risco de passarmos uma péssima imagem a quem está de fora e lê este tópico.

Comentar por arqueofuturista

Molochbaal, não me retirei do debate, simplesmente não lhe dou importância, na medida em que o considero infrutífero. Além disso, a tua atitude merece pouca atenção da minha parte.

Não tenho terror de médio-orientais, nem de nenhum outro povo, raça ou etnia, mas uma coisa te garanto; não tenho qualquer filia por qualquer outros povos que não os europeus.

Eu vibro e exalto os feitos do meu povo, tu, inversamente vibras e exaltas os “feitos” dos outros.

Constantinopla é actualmente Istambul, é certo, e também é certo asseverar que a mesma se situa em solo europeu, contudo, o povo que ali habita não é europeu, nem de sangue nem culturalmente, isto para não referir a sua mundovidência, diametralmente oposta à dos europeus. Se com isso pretendes legitimar a definição da Turquia como uma nação europeia, deves convir que a Espanha, por deter possessões no norte de África também deverá ser considerada uma nação africana!

Quanto a desvendar a tua identidade, não o farei obviamente, mas esperaria que me dissesses, mesmo que de forma privada, quem tu realmente és, pois pareces conhecer-me, o que te é vantajoso, sendo incluisve que eu já te disse para me contactares pessoalmente, pois aí sim, poderiamos falar olhos nos olhos.

De resto, para além de fenícios, de libaneses, de homos, de semitas (conjunto que parece ser o teu principal interesse), aguardo uma contribuição realmente séria, positiva, algo que todos sem excepção possamos dizer que tu tens alguma coisa de válido para contribuir, para oferecer.

Comentar por arqueofuturista

Se com isso pretendes legitimar a definição da Turquia como uma nação europeia, deves convir que a Espanha, por deter possessões no norte de África também deverá ser considerada uma nação africana!

Muitíssimo bem observado.

Comentar por Caturo

Arqueo,

De válido… Isto é, concordar em tudo com vocês…

Comentar por molochbaal

Não tenho nada a esconder. Não te conheço de lado nenhum. Isto é, se calhar conheço, mas não faço a mínima ideia. Escolhi o teu blogue ao acaso, por ser dos mais interessantes e bem feitos. E escolhi-o apenas para debater ideias, não para sabotar ou incomodar ninguém. Embora soubesse que ia encontrar resistências e que há muita gente que se sente incomodada com o debate de temas incómodos.

De qualquer maneira já disse que não ficarei muito tempo. Talvez o suficiente para o caturo deixar de me espicaçar – o que pode ser nunca – mas tenho a esperança de o converter brevemente:)

Comentar por molochbaal

PS

O facto de se usar linguagem enérgica – na condição de se ter realmente algo a dizer – não me parece negativo. Afinal não somos um grupo de meninos de coro. Confesso que insulto o caturras e aceito os seus insultos com naturalidade. Para mim o que interessa é o que está a ser discutido e alguma picardia até dá vida à discussão.

Grande parte das minhas discussões politico/filosóficas foram ao som de Bathory, entre canecas de litro e murros na mesa. o socialmente correcto, tal como o politicamente correcto, para mim é um cancro moral.

Comentar por molochbaal

Por válido entenda-se algumacoisa que seja inovadora e não mais do mesmo, alguma coisa que seja construtiva e não destrutiva, alguma coisa que possamos dizer que realmente és uma mais-valia. Infelizmente, e com base naquilo que até ao momento tenho lido, não me fazes desejar ter-te nas nossas fileiras, pois nada de benéfico trouxeste à área nacional.

Comentar por arqueofuturista

Caro Arqueo,
tirando a parte dos insultos, os quais já me parecem ter excedido, em muito, o aceitável, qual é o objectivo desta entrada?
Estamos nós a discutir a Europa actual, a Europa onírica ou a História da Europa? É que ainda não vi nada sobre a Europa dos dias de hoje, mas já vi muita coisa sobre “História”, ou o que os participantes pensam, ou sonham, ser a “sua” Europa.
Esta discussão terá algum destino, algum objectivo? Ou é só para os camaradas do BE se rirem um bom bocado às nossas custas?

Comentar por Pippo

Grande parte das minhas discussões politico/filosóficas foram ao som de Bathory,

Cão nordicista e traidor, deves pensar que és Viking!!!… Se fosses coerente e bom semitista, estavas era a ouvir Melechesh!!!!!!!!!!!!! Um bom português dá preferência a Melechesh e quejandos, e dificilmente lhe apetece ouvir Bathory! E livra-te de sequer pensares em Thyrfing ou em Burzum!!!!!!!!!!!!

Comentar por Caturo

Nisso tens razão. Embora provavelmente já tenha feito mais pela causa nacional (na prática) do que a maioria dos presentes, por estes diàlogos se vê que toda a minha militância de dez anos foi um erro. Os vossos objectivos não são a defesa da raça e da identidade (a verdadeira) são lançar as diferentes etnias da nossa raça umas contra as outras até à destruição final. Continuem a apegar-se ao acessório, a língua como fetiche pseudo-religioso. Continuem a contradizer-se até ao absurdo, até nesse ponto, abrindo estranhas excepções para povos que não são de língua ariana, como hùngaros, bascos, finlandeses, ao mesmo tempo que repudiam judeus e turcos porque não são “arianos”.
No meio de toda essa salganhada de preconceitos e contradições, continuem a orgulhar-se de afastar gente como eu (e já agora o público em geral).

Por vocês não tenho pena. Sei que não vão a lado nenhum mas a escolha é vossa. O que me faz tremer é ver a bandeira da defesa da indentidade em mãos tão pouco dignas. Vocês queimaram qualquer possibilidade de ressurgimento racial ou nacional. Basta que as pessoas associem esse ressurgimento a pessoas como vocês para o interpretarem como uma coisa negativa.

PS

Já aqui elogiei várias vezes o teu blogue, pelo que não entendo as tuas constantes lamúras de que só tenho dado contributos negativos. Simplesmente proponho uma forma alternativa de defesa da identidade, baseada na realidade racial e não em preconceitos religiosos, de língua ou estreitamente patrioteiristas.
Até agora toda a minha contribuição foi sempre interpretada como uma grande ofensa, o que estranho. Afinal, mesmo não concordando, acho que devia existir um mínimo de flexibilidade de pensamento, pelo menos para não encarar como uma agressão qualquer variação em relação ás teses tradicionais. Talvez esta rigídez mental seja precisamente o sinal de morte e a explicação de termos sempre dado com os burros na água.

Posto isto, passo a não vos incomodar mais.

Comentar por molochbaal

E conheces-me, molochbaal?

Não sei porquê tehno a sensação que te conheço de outros tempos e de muitas conversas acaloradas…

É um pressentimento.

Quanto ao Caturo não discuto com alguém que recorre constantemente ao insulto gratuito.

Saudações

Miazuria

Comentar por Miazuria

Miazuria,

Não faço a mínima ideia. Entretanto, deixei de discutir neste sítio que este pessoal fica ofendido sempre que alguém sai da “linha do partido”.

De qualquer maneira, gostei de teclar contigo. Acho que tu e alguns outros, como o ovelha e o Aldo, também só aqui estão a perder tempo, Francamente são mal empregados aqui.

Saudações.

Comentar por molochbaal

Caturo,

“Cão nordicista e traidor”

Pelo menos tens graça. Sim, sou muito mais nrdicista do que tu. A defesa da identidade europeia passa pela riqueza genética do norte/centro europeu onde se manteve mais pura.

A treta de que quero semitizar a europa não passa de mais uma das vossas alucinações. Simplesmente não perceberam nada do que eu disse.

Entretanto não te vou explicar isto, nem nada mais. Considera que ganhaste todos os debates. Estou farto de ser convidado a sair. Agora saio mesmo. Não te saúdo, porque não te considero um camarada, mas desejo-te boa sorte.

Comentar por molochbaal

Pippo,

Acho que o interesse é evidente. Aqui estava-se a discutir a nossa posição frente à questão judaica, o que implica a posição acerca da questão ACTUAL do médio oriente. A questão turca, que implica a questão ACTUAL da adesão da turquia à europa. Tudo o que estava a ser discutido implica também a nossa imagem perante o publico. Se se puder desligar a imagem do racialismo ou da questão identitária dos fantasmas da agressividade passada e se se puder apresentar essas questões como contribuições positivas e integradoras, não agressivas e excluidoras, pode-se esperar adoptar uma estratégia de expanção muito mais eficaz na nossa sociedade onde os valores da inclusão e não agressividade são os mais populares neste momento. É a diferença de estes assuntos poderem vir a ser debatidos no grande publico e não apenas em meia dúzia de círculos ultra-minoritários compostos por pessoas identificadas pelo publico como portadoras de preconceitos agressivos – a imagem negativa por excel~encia na nossa sociedade. Ao falar da história, ao clarificar assuntos nunca clarificados, estamos a falar do FUTURO e de possíveis novas perspectivas que se poderiam abrir para este tipo de movimentos.

Agora concordo contigo. É uma perda de tempo. Estes tipos são tão tapados que não perceberam NADA do que foi discutido.

Por isso considero acabada a minha contribuição para este sítio.

Boa sorte.

Comentar por molochbaal

Molocho, acredita que este foi mesmo teu último comentário. Entraste aqui para denegrir, para difamar, para dividir. Demonstraste como derrotistas és, sempre com esse palavriado de que te irás retirar da vida política, do militantismo. Acusste-nos de destruirmos a nossa raça. Por fim, numa atitude absolutamente repulsiva, tentas criar fissuras entre quem aqui escreve.

Seja lá quem fores, volta para o teu canto, desaparece daqui com as tuas verdades absolutas, ó falso detentor da razão suprema. Podes escrever que algumas pessoas são mal empregues neste blog, mas acredita que tu não tens mesmo onde ser empregue, mesmo quando me vens com a conversa da treta de que já elogiaste o meu blog. Eu não quero elogios, quero pessoas com vontade de assumirem um compromisso, de militarem, não de quem fala muito.

A partir daqui escusas tentar escrever porque não verás os teus comentários publicados, porque se há coisa que abomino são os chico espertos que usam a manha do dividir pra reinar, e tu és um desses, só que menos esperto.

Comentar por arqueofuturista

Pelo menos tens graça. Sim, sou muito mais nrdicista do que tu. A defesa da identidade europeia passa pela riqueza genética do norte/centro europeu onde se manteve mais pura.

Que ridículo… tanta coisa com a valorização das raizes semitas e depois cai na situação à beira da subserviência perante os «puros nórdicos»…

Então afinal a Europa não é «onde há raça branca»? Os Semitas praticamente puros do deserto saudita não são afinal tão brancos como os Nórdicos?…

Enfim. Contradições e pés pelas mãos em barda da parte de quem aqui veio dar lições e acabou por mal perceber as que recebeu.

Comentar por Caturo

Quanto a conhecer o Molocho, quem o conhece doutros tempos sou eu. Andava o sujeito pelo clix a mandar bocas, aí há uns oito anos; até chegámos a trocar e-mails. Nessa altura estava menos senil, ou mais prudente, não dizia tanto asneiredo.

Comentar por Caturo

Quanto ao Caturo não discuto com alguém que recorre constantemente ao insulto gratuito.

Descaramento idiota, da parte de quem me viu a ser insultado gratuitamente, até rascamente, e nessa altura não se incomodou. Enfim, o facciosismo produz tapadices dessas.

Comentar por Caturo

Acho que o interesse é evidente. Aqui estava-se a discutir a nossa posição frente à questão judaica, o que implica a posição acerca da questão ACTUAL do médio oriente. A questão turca, que implica a questão ACTUAL da adesão da turquia à europa. Tudo o que estava a ser discutido implica também a nossa imagem perante o publico. Se se puder desligar a imagem do racialismo ou da questão identitária dos fantasmas da agressividade passada e se se puder apresentar essas questões como contribuições positivas e integradoras, não agressivas e excluidoras, pode-se esperar adoptar uma estratégia de expanção muito mais eficaz

Mais eficaz sim, menos assustadora para o Povo, pois é…

– Olhem lá, parece que vocês agora estão mais inclusivos…
– Estamos sim, estimado cidadão!
– Agora já aceitam os Turcos e os Judeus…
– Sim, cidadão, também eles são brancos!
– Alto… então vocês só os aceitam porque agora passaram a achar que eles são brancos…
– Mas são-no!
– Seja, não discuto isso, é académico… o que interessa realçar é que CONTINUAM A DISCRIMINAR COM BASE NA RAÇA.
– Bem, caro cidadão, a gente só quer defender os nossos…
– E os negros, são dos nossos?
– Bem, esses não podemos incluir…
– E os amarelos?
– Idem…
– E os mulatos?…
– Ibidem…
– Bem, nesse caso continuam a excluir grandes massas populacionais, não é?
– Pois…

Conclusão: é mais eficaz sim, muito mais eficaz, olaré…

Comentar por Caturo

Hello, as you may already found I am fresh here.
Hope to receive any assistance from you if I will have any quesitons.
Thanks and good luck everyone! ;)

Comentar por hushdevil




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