Da memória
Maio 3, 2008, 5:38 pm
Filed under: Em foco, Raízes, Resistência & Reconquista
“Quando se foge e se deixa tudo para trás, o único tesouro que podemos levar connosco é a memória. A memória das nossas origens, das nossas raízes, da nossa história ancestral. Só a memória pode permitir-nos renascer do nada. Não importa onde, não importa quando, mas se conservarmos a recordação da nossa grandeza de outrora e os motivos pelos quais a perdemos, ressurgiremos.”

(Diálogo de Ambrosino e Rómulo ,A Última Legião, Massimo Manfredi)


22 comentários so far
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Este «post» é como se fosse eu a colocar. Mai’ nada.

Comentar por Caturo

Grande postal sim senhor! Obrigado pela inspiração, este é o melhor blog nacional não há duvida.

Comentar por CG

A imagem e o que vai escrito chegam a embargar os olhos de humidade, que o combate prossiga, sempre. Invejo-lhe a capacidade de compor .
Abraços

Comentar por Aldo Friederiksen

Comprei e li esse belo livro mal foi editado.
E tem piada que hoje um colega arranjou-me uma cópia do filme que ainda não tive oportunidade de ver…abro aqui as portas do tasco do arqueo e voilá – A ULTIMA LEGIÃO!
Ele há cada coincidência!!!!

Legionário

Comentar por Anónimo

O filme é interessante, por mais que o critiquem. Não tem a pretensão de ensinar História real, mas sim de compor uma saga interessante a partir duma hipótese curiosa e sedutora. É de ver.

Comentar por Caturo

http://suckandsmile.blogspot.com/2008/05/andam-por-acreditem.html
Passa lá se puderes.
Abraço.

Comentar por PR

No mundo hoje em dia apenas os europeus estão renegando sua identidade e memória.
Isso apara mim é um suicidio coletivo, deve ter a ver com o sentimento de culpa que a midia manipuladora e perversa incutiu no subsconsciente de vocês.
Esse sentimento de culpa de vocês é doentio e autodestrutivo, e só vocês não percebem isso.

Comentar por Brasileiro

Os europeus fizeram mais bem para a sociedade do que mal!

Comentar por Brasileiro

Olá arqueofuturista,

Cá estou eu outra vez. Sei que já esperas com esntusias mo a minha humilde contribuição para te abrir novas perspectivas de pensamento.

Assim, gostei imenso das imagens tipo viking com que pretendes figurar a nossa herança.

Concordo.

Apenas gostava de te lembrar dos teus grandes amigos libaneses (fenícios) que fundaram a capital do teu amado país Lisboa/olisipo, que deram o nome de uma sua princesa ao continente e cultura que tanto amamos (Europa) e que nos permitem estar aqui a comunicar através de um sistema de informação criado por eles (alfabeto).

Acho que devemos honrar a memória de TODOS os nossos ancestrais que contribuiram para a construção da europa e do povo português. Pelo que propunha que pusesses de vez em quando algumas imagens de navegadores ou heróis militares Fenícios, como Aníbal – afinal o nosso presidente até tem o seu nome.

Comentar por molochbaal

É pá, isto já começa a roçar ao doentio. Além de veres em qualquer coisa uma apologia do nordicismo (algo que também eu condeno, mas não sou Obcecado), padeces de um estranho fascínio pelos libaneses. Isto para não falar do teu pedantismo merdos ao afirmares que me vais abrir novas perspectivas de pensamento, quando até agora só me abriste perspectivas de que este meio está mesmo infestado de totós e lunáticos.

Companheiro, já o escrevi, vai para Beirute, para junto dos teus amigos fenícios, e talvez aí encontres espaço para discutires como o homossexualismo é algo normal, mesmo que entres em contradição ao afirmares que a homofobia é de origem cristã, quando na verdade é um produto da mentalidade semita, esses, de acordo contigo, irmãos de raça.

Tens um bom sítio para escrever, o Pan-aryan forum, de certeza que ali encontrarás a tua piscina.

Comentar por arqueofuturista

Hum, vou ver esse forum. Entretanto, esclarece-me – o cristianismo não é uma religião semita ?

Toda a vida estive convencido de que o J cristo e os apóstolos todos eram judeus. Mas talvez venha aí teoria Rosenberguiana da grossa.

Lembro-te apenas que, ao amigo Rosenberg, que desculpava o judaísmo de cristo com todas as acrobacias possíveis e imaginárias acerca de possíveis transversalidades étnicas do so called salvador, a alguém com as credenciais do JC que vivesse no seu tempo – palrador de Hebreu, escrevinhador aramaico, circuncidado, leitor da tora, frequentador de sinagogas e por todos os conhecidos chamado de rabi – não havia transversalidade étnica que o safasse – ia direito para Buchenwald.

Assim como tu e o caturras, mesmo que o pretenso salvador fosse loiro de olhos azuis, com essas credenciais, não hesitavam em dizer que não pertencia à raça branca. Falador de indo-europeu não era de certeza.

Comentar por Anónimo

O cristianismo tem origem semita, isso é indubitável, mas afirmar que o cristianismo é uma religião semita é negar a sua história, a sua oganização, a sua paganização, a sua europeização.

Eu sou adverso ao cristianismo, mas não nego as suasmarcas na história europeia, sejam boas ou más.

Não é o primeiro postal que referencias os dirigentes NS, neste recorreste a Rosenberg, mas devo dizer-te que isso não abona em teu favor. Já deverias ter percebido que neste blog tais nomes representam somente figuras históricas e que eu, bem como outros companheiros que aqui escrevem, estamos focados no presente com vista a estabelecermos um futuro melhor para as nossas crianças. Deixa lá o III Reich de parte um pouco.

Comentar por arqueofuturista

Sem dúvida que o cristianismo se paganizou. Até talvez seja hoje mais pagão/indo-europeu do que semita.

No entanto a sua paganização não apagou completamente o seu carácter semita. Como dizia Nietzsche, o cristão ajoelha-se perante uma família de judeus. Cristo era um rabi judeu, Maria era judia, os apostóslos eram judeus, o segundo fundador do judaísmo – S. Paulo – era judeu apesar de ter sido ele que começou a paganizar o judaísmo. A própria expansão do cristianismo explica-se pela rede de comunidades judaicas espalhada pelo mundo romano e de que os primeiros cristãos eram indistinguíveis. O deus dos cristãos, embora muito modificado, é o deus dos judeus. A primeira das duas partes dos livros sagrados do cristianismo é a história sagrada do povo judeu. A segunda é a história paganizada da criação de uma seita judaica, tal como havia tantas na época.

Depois disto tudo é inconcebível negar a enorme, se bem que minoritária influência judaico-semita que a cultura semita tem no cristianismo.

O que vem ao encontro da minha denúncia da vossa negação da identidade da vossa própria etnia.

Desde há 1500 anos e ainda hoje, a maior parte dos europeus ajoelha-se perante uma sagrada família composta de judeus. A própria identidade europeia foi identificada durante séculos com o cristianismo, indubitávelmente de origem judaica.

A propria civilização europeia era e em muitos meios ainda é, considerada como JUDAICO-CRISTÃ.

Embora eu discorde desta designação, visto que considero que a cultura pagã europeia original e o racionalismo pagão ou ateu, grego e moderno têm um papel muito mais importante na nossa cultura, é no entanto ridículo e espúrio negar a parte muito importante, embora minoritária, da contribuição cultural semita para a nossa civilização, cultura e identidade.

Depois disto, negar o parentesco das culturas semita e indo-europeias, quer a nível das origens comuns, dos contactos e das recíprocas contribuições culturais é totalmente infundado.

Assim, se queremos defender a nossa identidade, temos de aceitá-la tal como é e não inventar uma falsa. As culturas semita e indo-europeia são aparentadas e complementares. Negá-lo é negar a nossa (verdadeira) identidade.

Comentar por molochbaal

Quanto ao III Reich, teve em mim um papel formativo. Para mim apontou o caminho a seguir e ao mesmo tempo foi um exemplo dos efeitos desastrosos dos erros a evitar.

Comentar por molochbaal

É hilariente negar a importância da influência semita na nossa cultura quando a terra santa da principal religião europeia desde à 1500 anos é a palestina e a sua cidade santa é jerusalém. Na recriação do principal acontecimento do cristianismo, o nascimento de jesus, no presépio, as figuras são apresentadas com trajes semitas típicos. O nome de do salvador, jesus, é uma palavra com origem no hebraico Yeshua. Cristo, é a derivação da palavra hebraica messias.

A designação de deus – senhor – é própria dos povos cananeus – hebreus e fenícios. Por exemplo, o meu nik BAAL é cananeu (fenício) e significa SENHOR, designação comum da divindade desses povos de onde derivou a designação cristã de SENHOR em relação ao seu Deus.

Os nomes do “nosso” deus Javé ou Jeová são puros nomes judaicos.

Palavras chave da liturgia cristã, como “Amém” ou “aleluia” são puros hebraico.

Por exemplo, a obra religiosa cristã, O messias, de Handel, está literalmente cheia de palavras hebraicas ou derivadas do hebraico :

Handel’s Messiah

allelujah (Aleluya)

Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
For the lord God omnipotent reigneth
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah
(For the lord God omnipotent reigneth)
Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah

For the lord God omnipotent reigneth
(Hallelujah hallelujah hallelujah hallelujah)
Hallelujah

The kingdom of this world is become
The kingdom of our Lord, and of His Christ, and of His Christ

And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever
And He shall reign forever and ever

King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords forever and ever
hallelujah hallelujah
King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords forever and ever
hallelujah hallelujah
King of kings forever and ever
hallelujah hallelujah
And Lord of lords
King of kings and lord of lords

And He shall reign
And He shall reign
And He shall reign, He shall reign
And He shall reign forever and ever

King of kings forever and ever
And Lord of lords
hallelujah hallelujah
And He shall reign forever and ever

King of kings and Lord of lords
King of kings and Lord of lords
And he shall reign forever and ever

Forever and ever and ever and ever
(King of kings and Lord of lords)

Hallelujah hallelujah
hallelujah hallelujah
Hallelujah

Por outro lado, o cristianismo é considerado, tal como as outras religiões monoteístas semitas, o judaísmo e o islamismo, como uma religião Abraãmica – derivada de abraão o patriarca de israel.

É totalmente impossível, sob pena de se cair no ridículo, negar a influência semita na nossa religião, etnia e identidade cultural.

Comentar por molochbaal

Assim como tu e o caturras, mesmo que o pretenso salvador fosse loiro de olhos azuis, com essas credenciais, não hesitavam em dizer que não pertencia à raça branca. Falador de indo-europeu não era de certeza.

Mas sem sombra de dúvida, molocho. O Cristianismo é semita; e, doutrinalmente, foi o maior desastre que aconteceu ao Ocidente.

Comentar por Caturo

Depois disto tudo é inconcebível negar a enorme, se bem que minoritária influência judaico-semita que a cultura semita tem no cristianismo.

Não é minoritária, labroste. É maioritária porque essencial. Os pozinhos filosóficos platónicos e filosóficos em geral não chegam para alterar a raiz e a natureza judaica do Deus dos cristãos.

Comentar por Caturo

A propria civilização europeia era e em muitos meios ainda é, considerada como JUDAICO-CRISTÃ.

Embora eu discorde desta designação, visto que considero que a cultura pagã europeia original e o racionalismo pagão ou ateu, grego e moderno têm um papel muito mais importante na nossa cultura, é no entanto ridículo e espúrio negar a parte muito importante, embora minoritária, da contribuição cultural semita para a nossa civilização, cultura e identidade.

Não é preciso negá-la – basta encará-la de frente e ver que não passa dum acrescento, que, de resto, não toca em nada de essencial, não se mescla sequer com a Identidade Europeia em si. E não se mescla com tal conceito porque uma coisa é a Identidade, outra é a Civilização. E o Cristianismo fez parte, aliás, dirigiu, durante algum tempo, a civilização europeia, mas não constitui parte essencial da identidade europeia.

Aliás, morre a cada dia que passa – as igrejas esvaziam-se, e fecham, e ainda bem. Enquanto isso, a Europa fica cada vez mais europeia.

Comentar por Caturo

A propria civilização europeia era e em muitos meios ainda é, considerada como JUDAICO-CRISTÃ.
Embora eu discorde desta designação, visto que considero que a cultura pagã europeia original e o racionalismo pagão ou ateu, grego e moderno têm um papel muito mais importante na nossa cultura, é no entanto ridículo e espúrio negar a parte muito importante, embora minoritária, da contribuição cultural semita para a nossa civilização, cultura e identidade.

Não é preciso negá-la – basta encará-la de frente e ver que não passa dum acrescento, que, de resto, não toca em nada de essencial, não se mescla sequer com a Identidade Europeia em si. E não se mescla com tal conceito porque uma coisa é a Identidade, outra é a Civilização. E o Cristianismo fez parte, aliás, dirigiu, durante algum tempo, a civilização europeia, mas não constitui parte essencial da identidade europeia.

Aliás, morre a cada dia que passa – as igrejas esvaziam-se, e fecham, e ainda bem. Enquanto isso, a Europa fica cada vez mais europeia.

Comentar por Caturo

“O Cristianismo é semita; e, doutrinalmente, foi o maior desastre que aconteceu ao Ocidente.”

Na verdade, o Cristianismo foi a salvação do Ocidente. Se tivesse permanecido pagão, há séculos que o Ocidente teria sido engolido pelo Islão, tal como aconteceu com, basicamente, todas as culturas pagãs que com ele se confrontaram. Até os turcos e mongóis, triunfadores sobre os muçulmanos, se converteram.

Mas também existem resquícios de paganismo no mundo islâmico. A excisão, por exemplo, é apenas uma conhecida evidência desse facto, mas existem mais, nomeadamente no Sahel (onde os soberanos tribais ainda são venerados como semi-deuses) ou nas áreas tribais da montanha.
Paradoxalmente, áreas recentemente convertidas (pela força), como o Nooristan (anteriormente conhecido por Kafiristan, “terra dos infiéis”) são figadalmente fundamentalistas. É o complexo do “recém-converso”, que se torna mais extremista que os seus doutrinadores como que para provar algo.

Ainda sobre os resquícios de paganismo no Islão, constatam-se sobrevivências das divindades pré-islâmicas como, por exemplo, os djins, que não são mais do que o equivalente árabe dos genii romanos, divindades elementares (dos “elementos” naturais como o vento, o fogo, etc.). E ao contrário do que se possa pensar, eles admitem essas sobrevivências: recordo-me de uma bela conversa sobre este tema que tive com um tal de Rodrigo Remtula, um xiita estabelecido na Almirante Reis. Um sujeito interessante e que sabia mais sobre a sua religião que muitos dos muçulmanos que por aí andam.

Quanto ao legado Clássico (sobretudo grego), assim como persa, como se sabe, este viveu e foi incorporado no pensamento e na cultura islâmica. Aliás, foram os muçulmanos quem transmitiu parte desse conhecimento à Europa (mas não a totalidade, como certos indivíduos politicamente correctos nos querem fazer crer).

Concluindo, também sobre o Mundo islâmico poderíamos afirmar que o paganismo e a cultura clássica e persa são o verdadeiro substrato da identidade desse povos. E contudo as coisas não se processam dessa maneira. Apesar de tudo, apesar das influências e sobrevivências desses legados, ainda assim constatamos que o cerne da civilização islâmica é a religião. E tal não se verifica somente no mundo semita, de onde a religião é originária, mas também no mundo turco, no persa, no caucasiano e do Oriente.

Parece-me por isso perfeitamente natural afirmar que o Cristianismo, uma religião verdadeiramente heleno-semita, é parte fundamental da cultura europeia. Não choca e é verdade, pois ela enformou e delimitou o nosso pensamento e a nossa cultura no seu mais íntimo.
Que actualmente nos estejamos a afastar da religião é uma afirmação falsa: Estamo-nos a afastar, isso sim, da forma clássica do Cristianismo, mas ao mesmo tempo que se esvaziam as igrejas “clássicas”, estão a encher-se as igrejas protestantes evangélicas ou pentecostais, e as mesquitas e os templos budistas com convertidos, ou enchem-se os locais de culto das religiões New Age.
O que aconteceu é que houve um enorme esforço dos intelectuais e dos políticos para dessacralizar a cultura europeia. Presumo que tal teve origem nas guerras da religião do séc. XVI/XVII e nos conflitos entre os reis e o Papa.
O cristianismo foi assim substituído por novas formas de “religião” como o comunismo, o nacionalismo e o nazismo, e tudo isso levou ao descrédito da nossa Civilização e à ausência de valores, que é o que se vive agora.

Mas curiosamente, até aqueles “ismos” derivam do pensamento clássico e, sem dúvida, do cristão.

É esta a minha opinião. E claro, para esta haverá sempre a sua contrária. Desde que haja um diálogo salutar e construtivo, para mim está sempre bem.

Um Abraço a todos

Comentar por Pippo

Na verdade, o Cristianismo foi a salvação do Ocidente. Se tivesse permanecido pagão, há séculos que o Ocidente teria sido engolido pelo Islão,

Isso é pura especulação, sem qualquer base sólida. É um «se…» sem grande alcance. E, já agora, pouca verosimilhança.

tal como aconteceu com, basicamente, todas as culturas pagãs que com ele se confrontaram

Todas não – uma, a mais poderosa, suportou o embate e obrigou o Islão a recuar. Trata-se do Hinduísmo. O Hinduísmo é, por assim dizer, o paganismo indiano, ou seja, a(s) religião(ões) étnica(s) da Índia.
Ou seja, não é verdade que o Islão bateu todos os Paganismos, e não há absolutamente nada que possa convincentemente demonstrar que os Paganismos europeus não teriam contra o Islão o mesmo sucesso que o Hinduísmo teve e ainda tem.

Já agora, quanto ao noroeste do Paquistão, faço lembrar que subsiste aí uma «ilha» pagã, a dos Kalash, indo-europeus que preservam a sua religião gentia ancestral, apesar de rodeados, e ameaçados, por muçulmanos.

Quanto ao legado Clássico (sobretudo grego), assim como persa, como se sabe, este viveu e foi incorporado no pensamento e na cultura islâmica. Aliás, foram os muçulmanos quem transmitiu parte desse conhecimento à Europa (mas não a totalidade, como certos indivíduos politicamente correctos nos querem fazer crer).

O Renascimento fez-se independentemente do material helénico em posse dos muçulmanos. Não foi pois à «civilização islâmica» que o Ocidente ficou a dever a sua recuperação.

Concluindo, também sobre o Mundo islâmico poderíamos afirmar que o paganismo e a cultura clássica e persa são o verdadeiro substrato da identidade desse povos. E contudo as coisas não se processam dessa maneira.

Esses povos não são todos iguais. A cultura persa, por exemplo, não está na raiz da Arábia, ou do norte de África, ou da Turquia. O mundo islâmico não tem apenas um paganismo como substrato, mas vários. Nada une todos esses povos a não ser o Islão.
Entretanto, o Zoroastrismo parece estar a crescer no Irão…

Que actualmente nos estejamos a afastar da religião é uma afirmação falsa: Estamo-nos a afastar, isso sim, da forma clássica do Cristianismo, mas ao mesmo tempo que se esvaziam as igrejas “clássicas”, estão a encher-se as igrejas protestantes evangélicas ou pentecostais,

Onde? Não na Europa, ao que tudo indica. Na Europa, o Cristianismo perde terreno a alta velocidade, todo ele.

e as mesquitas e os templos budistas com convertidos, ou enchem-se os locais de culto das religiões New Age

Sim, essas crescem, mas o Cristianismo perde terreno na Europa. E isto é que é significativo – outras religiões crescem na Europa, a de Cristo cai.

Saudações.

Comentar por Caturo




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