Uma noite com Stigger
Abril 28, 2008, 10:38 pm
Filed under: Em foco
Perdoem-me os leitores que seguem diariamente este vosso escriba, mas hoje quero deixar aqui um registo muito pessoal, ou seja, quero transmitir-vos que a passada sexta-feira não foi apenas mais um dia para o esquerdalho celebrar o golpe de estado do 25 do A. De todo!

Na passada sexta-feira Portugal teve a oportunidade de receber Stigger, o extraordinário e ex-guitarrista da mítica banda Skrewdriver, liderada pelo saudoso Ian Stuart, um homem que influenciou milhares de jovens europeus e de todo o mundo eurodescendente ao som das suas canções e que continua geração após geração a ser uma referência de compromisso e militantismo nos dias que correm.

Convidado por bons amigos para assistir a este concerto intitulado «A Ballad Evening in Lusitania», não poderia sob forma alguma declinar tão preciosa invitação, a qual, ciente estava disso, me iria fazer obviamente mergulhar numa doce nostalgia.

Após um repasto de picante com frango, sim, é verdade, não me enganei, pois tal era a camada de piri piri que nem umas valentes “jolas” conseguiram impedir o dormente na boca, dizia que após o repasto, Stigger iniciou o concerto, e meus amigos, se eu já havia imaginado o quão seria extraordinária aquela noite, o Homem não defraudou sob forma alguma as minhas expectativas. Escutar ao vivo as músicas da minha juventude rebelde, cantarolar as letras que sempre me despertaram um fervilhar no sangue, como «The snow fell», «Get yourself tattooed», «Tomorrow belongs to me», «Europe awake!», entre outras tantas que a memória auditiva não permite olvidar, transformou a noite de sexta-feira numa noite memorável, na qual também foi possível reencontrar velhos amigos e conhecidos dos velhos tempos.

O meu reconhecimento aos organizadores da iniciativa, extensível aos anfitriões que tão bem nos receberam na sua casa. Que mais eventos destes sejam doravante uma constante.


27 comentários so far
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Com toda a razão caro amigo , excelente noite, excelentes baladas, execelente ambiente. O frango….mas jolas acalmaram :)

Comentar por Surviver667

Boa malha! E imagino que tenha dado para desentorpecer o braço ;)

Comentar por Rodrigo

A direitalha e os seus icones.
O tipo tem pinta de skin, será que me enganei?

Comentar por Abrileiro

Mas desde quando este concerto teve alguma coisa a ver com a direita? É preciso ter mesmo uma mente mesquinha para fazer essa associação.

Além disso dizer que o tipo tem pinta skin só revela um preconceito mal-disfarçado, porque até aposto que este Abrileiro é daqueles que diz que é pela liberdade, menos para quem não pensa como ele.

Comentar por Hellraiser

Skrewdriver é uma banda formada por Ian Stuart Donaldson em 1977 em Blackpool, Inglaterra. Desde 1982, a banda, com músicas ao estilo punk rock, mantém estreitas relações com grupos de extrema direita, tais como o National Front, o Combat 18 e Blood and Honour. Suas músicas, de conteúdo fortemente conservador, são muito conhecidas no meio neonazista.

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Skrewdriver”

Se não estão de acordo vão lá à Wikipedia contestar.

Quanto a lições sobre liberdade posso adiantar que não recebo lições de ninguém e muito menos de quem passa a vida a invoca-la para um dia (longe vá o agoiro) mais uma vez a poderem espezinhar.

Comentar por Abrileiro

Oh Abrileiro, um tipo que usa um pseudo desses e vem para aqui dar numa de moralista, um gajo que de certeza defendia e defende, ainda que de forma não-declarada, o paraíso socialista soviético, maoísta ou até do camarada Enver Hoxha, um gajo que cita um site profundamente alinhado com o sistema politicamente corretês, quer agora dizer-me o que devo eu ouvir ou deixar de ouvir!!!

Oh tovarich, fica lá com os teus ruídos nostálgicos dos Zeca Afonsos, das Brigadas Vitor Jaras e demais lixo sonoro-vende-pátrias que eu prefiro escutar o Stigger.

Comentar por arqueofuturista

O dono deste blogue é um castiço. Como não sabe com quem está a falar atira em todas as direcções, a ver se acerta.
O sr. Arqueofuturista sofre do mesmo sindroma de que a esquerdalha que tanto odeia sofre. Enquanto estes chamam de fascista/nazi a todos os que não estão de acordo com as suas ideias totalitárias, o dono deste blogue e seus sequazes chamam comuna a tudo o que mexe à sua esquerda e, tal como os outros, passam o tempo a falar de liberdade mas, na realidade, são tão adeptos do totalitarismo como os outros.
Quando citei a Wikipédia já estava à espera da sua reacção, quem não está de acordo com vocês está alinhado com o “politicamente correcto”, além de que me cheirou a um pouco de mania de perseguição.
Quanto a superioridades morais, não vejo nenhuma diferença entre o discurso do PCP e do BE e o vosso. Por esse lado estamos conversados.
Só duas inocentes perguntas:
– Você era capaz de ter amigos na área da esquerda?
– Na CI todos pensam como você?

Para finalizar, aconselho a que tome um Kompensam a seguir às refeições, não há melhor para a azia.

Melhores cumprimentos

Comentar por Abrileiro

O Abrileiro tem é saudades do PREC, dos mandatos de captura em branco e da escumalha esquerdista aos gritos de “todos os fascistas para o Campo Pequeno”.
Enganas-te meu amigo, tu recebes lições sobre liberdade de quem quer que seja, acredita em mim!!!

Comentar por Rui Paulino

O meu amigo “arqueo” não me convidou para esta noite memorável, estás lixado, vou pedir ao nosso “amigo” abrileiro para te enviar para um daqueles gulags como só eles têm, estás fo…

Comentar por Rui Paulino

Para pessoas como o Abrileiro, os presentes nessa noite festiva são, provavelmente, criminosos.
Qual o crime por eles cometido? O não apreciarem os baladeiros abrileiros e em vez disso juntarem-se para ouvir baladas patrióticas.

Comentar por RGMateus

Meu caro e grande amigo Rui, como poderei eu fazer-me perdoar de tal olvido? Acredita que julguei que a informação te havia chegado, mas agora constato que julguei erradamente. Enfim, com toda a certeza existirão outras oportunidades e aí, não falharei, serás o primeiro a ser convidado.

Prezado amigo RGMateus, assim se vê não a força do PC mas a face inquisitorial, KGBista desta malta abrileira. Ainda bem que a criatura veio aqui dar mais uma mostra da sua verdadeira face.

Comentar por arqueofuturista

Agora vamos ao Abrileiro. Primeiramente, não atirei em todas as direcções, mas apenas na tua, ou seja, na direcção de um tipo que veio aqui armar-se em advogado de defesa da esquerda, insinuando que sou da direitalha, além de ter lançado uma critíca implícita não aos skins mas a quem eventualmente se dá com skins, o que considero absolutamente patético, pois não o imagino preocupado com as minhas companhias se eu fosse a um concerto da Amy Whinehouse, ou por outras palavras, não se iria interrogar se a Amy Whinehouse é uma adicta às drogas e que tipo de gente ela se rodeia.

Mais, o facto de o Abrileiro, que agora critica a esquerda, ter-se sentido de alguma forma picado com a minha bojarda à esquerda abrilista, é demonstrativo de que ainda vive encerrado na caixinha de recordações de Abril, essa palermice provinciana a que chamam eufemisticamente de revolução. Ter estado num concerto privado, sim privado, porque publicamente o mesmo seria alvo de censura, e até mesmo de ataques pela parte dos amantes da liberdade de Abril, serviu de móbil para me apelidar de direitalha e depois ainda tem a distinta lata de me acusar de totalitário… Companheiro, num concerto destes acredita que não acontecem roubos protagonizados por gangs étnicos, drogados a injectarem-se, promiscuidade e demais libertinagens que Abril nos trouxe, ali impera o respeito e a ordem.

Quanto à Wikipédia, enfim, se achas que essa porcaria é imparcial, bom vou ali e volto já, ou não é absolutamente perceptível que uma visão dissidente, seja ela qual for não tem lugar nesse antro pseudo-intelectualoide?

Por fim, não vejo porque motivo te devo responder às questões que lanças, mas como sou transparentes e não quero que fiques com receio de te aproximares dos identitários, posso dizer-te que no que concerne à 1ª questão, sim, é óbvio que posso e tenho amigos da chamada esquerda. Quanto à 2ª questão, sim e não, ou para ser mais explícito, sim, todos pensam como eu que em Portugal a liberdade existe mas apenas para as opiniões permitidas, e não, na Ci não existem dogmas, ninguém está formatado nem é obrigado a pensar como A ou B, porque a organização leninista, essa deixamos para a esquerda, com o seu centralismo democrático.

Passar bem e vê lá se te tornas menos preconceituoso, sejas lá tu quem fores.

Comentar por arqueofuturista

Então apagaste as minhas mensagens? Está mal, sou apenas um cara de pau, como tu…

Comentar por Cara de Pau

Vou aproveitar o espaço desse tópico(mais recente) para parabenizar o criador desse blog, tem um material singular e único em língua portuguesa, apesar que o meu português seja o Brasileiro.

Ainda que de forma geral eu ache de grande valia a maior parte da cosmovisão exposta nesse blog, eu tenho um outro direcionamento, me alinhando mais especificamente com o Nacional Socialismo Racial, para aclarar, algo nos moldes do pensador, a muito falecido, o ucraniano Ben Klassen.

Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre o identitarismo por vossa parte, pois parece muito culto e informado.Pois bem, eu notei um ar politicamente correto demais no desenvolvimento da maioria dos textos, o mesmo que inclusive você se opõe acima quando fala do “sistema politicamente corretês”. Digo isso pois você se diz contra o racismo, afirmando que é etno-diferencista(algo do tipo) como se tivesse uma vergonha da carga que traz a palavra racismo. É necessário fazer essas alteraçoes com a linguagem apenas para ficar mais “bonitinho” aos olhos dos outros? Digo assim pois reconheço o termo racista como alguêm que ama a sua raça, que vive entre os seus semelhantes e etc, a parte positiva obviamente.

Aqui no Brasil a alguns anos atrás estava de prache usar o termo racialista para camuflar o teor PC que existe no termo racista, o que eu particularmente acho uma besteira. Acaba-se caindo no jogo do sistema, a verdade e honestidade não se prezam substancialmente. É mais fácil inventar uma pseudo-nova-ideologia “new age”(não que esse seja o caso).

Eu estou me referindo a um termo mas isso pode transmutar para qualquer coisa… Eu sou ligeiramente supremacista racial, chego a duvidar que a maioria dos que entram nesse site saibam discutir diretamente isso, sem ficar se censurando para não “ofender” os outros. Tem algo mais politicamente correto que isso?
Enfim, sou supremacista porque a minha vivência diária no “multi-culturalismo” é mais que suficiente para enxergar tudo, estou farto de gente feia, supersticiosa, desonesta, violenta, ignorante, entre mil outros aspectos medonhos… E quando falo isso não é porque estou decepcionado com o governo por ter me abandonado, nem é rebeldia juvenil, nem nada disso.

Me transpareceu que aqui existe a visão de nacionalista branco(ou como queira chamar) que é moderado, inteligente, progressista, intelectual e tudo mais, o que não é ruim, até porque talvez eu tenha um pouco desses aspectos. Mas aqueles que estão alinhados com vertentes mais racistas em primeiro plano(e sim, me refiro inclusive à eugenia e pureza), e com a questão do sionismo, esses são apenas uns jovens rebeldes, intolerantes, frutos da propaganda estadunidense.
Não quero entrar no mérito do assunto desse último paragrafo que escrevi, até porque não sou muito acostumado com discussões cíclicas, apenas o fiz para aclarar que o identitarismo(ao menos os textos que eu tenho lido) chega a ofender posturas diferenciadas, sem qualquer base, apenas por seguir outro rumo.

Me corrija e me esclareça se preciso

Comentar por Vítor

Cara de Pau, não apaguei nada, apenas não permito a publicação de merda como a que escreveste, porque se tu me conheces assim tão bem, inclusive arrogando-te no direito de me tratares pelo nome, deverias ter a coragem de me dizer aquilo que escreveste pessoalmente e não por esta via. Por certo és um ex-amigo, quer dizer, nunca foste amigo, mas um interesseiro, e como não passas de um recalcado e intriguista, daqui não levas nada, portanto, escusas de voltar a escrever.

Comentar por arqueofuturista

Caro Vitor, agradeço os votos de parabéns e o contributo para o debate neste blog, o qual, embora de clara tendência identitária, não padece de dogmatismo algum que limite uma estimulande discussão.

Desta forma, passoa a respondera cada uma das suas observações e questões.

você se diz contra o racismo, afirmando que é etno-diferencista(algo do tipo) como se tivesse uma vergonha da carga que traz a palavra racismo.

Não Vitor, não se trata de um acto de vergonha, mas sim a constatação de que o racismo, inicalmente entendido como uma ciência para o estudo das raças humanas, derivou erradamente para a hierarquização das mesmas. Devido a uma deficiente interpretação do que deveria ser efectivamente o racismo por parte de alguns dos seus seguidores e simultaneamente a ocorrência de uma instrumentalização do termo racismo por parte da esquerda, o racismo ficou socialmente ligado ao desprezo, ou mesmo ódio, às outras raças. Estando a chamada área nacional tão enfraquecida, sem capacidade de mobilização, sem capacidade de influenciar as mentalidades, pela inexistência de meios de comunicação ao nosso dispor, torna-se absolutamente suicida persistir na defesa de uma ciência que está totalmente desacreditada.

É necessário fazer essas alteraçoes com a linguagem apenas para ficar mais “bonitinho” aos olhos dos outros?

Sim, é, porque se não tivermos capacidade para tal é melhor não nos imiscuirmos na actividade política. O inimigo tem todo um aparelho de formatação mental das massas ao seu dispor, nós não, logo há que adaptarmo-nos às circunstâncias, isto se queremos sobreviver e mais tarde vencer.

Acaba-se caindo no jogo do sistema, a verdade e honestidade não se prezam substancialmente.

Não se trata de cair no jogo do sistema, mas sim reconhecer o falhanço de certas teorias e práticas, o falhanço de certas estratégias, e dessa forma, fazer uma correcta leitura da conjuntura. Em suma, adaptação ou extinção.

chego a duvidar que a maioria dos que entram nesse site saibam discutir diretamente isso, sem ficar se censurando para não “ofender” os outros. Tem algo mais politicamente correto que isso?

Não tem nada que ver com politicamente correcto, mas antes pela existência de respeito pelas diferentes opiniões. Não tenho por hábito censurar nada senão as ofensas directas e oscomentários imbecis que em nada se relacionam com o blog. Por outro lado, existem muitas vias para divulgarmos as nossas ideias, eu opto por esta por considerar que é a mais susceptível de chegar ao homem da rua, e angariar a sua simpatia. Não é ceder em nada, éantes adaptar a linguagem.

Mas aqueles que estão alinhados com vertentes mais racistas em primeiro plano(e sim, me refiro inclusive à eugenia e pureza), e com a questão do sionismo, esses são apenas uns jovens rebeldes, intolerantes, frutos da propaganda estadunidense.

Vitor, a verdade é que todos sem excepção somos vitimas de influências forâneas, uns mais que outros, Eu pela minha parte, ainda que conhecendo muito bem o movimento racialista norte-americano, tendo lido um sem fim de artigos, revistas e livros de activistas e pensadores norte-americanos, considero que os EUA são um “universo” muito sui generis, e que não faz qualquer sentido importar modelos americanos para a Europa, onde a mentalidade é diametralmente oposta ou distinta pelo menos. O movimento supremacista ou separatista branco nos EUA está focado nos problemas, sem apresentar soluções, sendo, portanto, um movimento que se apresenta pela negativa.

Quanto ao identitarismo ofender outras posturas, engana-se o camarada, pois o identitarismo enquanto ideologia ainda é algo muito abstracto. O que pode isso sim chocar com as ideias de alguns camaradas são as estratégias de alguns identitários ou mesmo as ideias de identitários. Mas se isso acontecer, os identitários podem dizer o mesmo de outras tend~encias ideológicas, pois se alguém tem sido atacado nos últimos tempos desde sectores NS a sectores NR são os identitários, algo que não me causa estranheza, porque é norma condenar-se aquilo que não se conhece bem ou não se compreende.

Eu pela minha parte há muito que decidi não querer fazer parte dos últimos de ontem, mas sim dos primeiros de amanhã.

Um abraço identitário para um irmão do outro lado do Atlântico.

Comentar por arqueofuturista

Nao sei se entendeu bem quando falei de “jovens rebeldes, intolerantes, frutos da propaganda estadunidense”, isso era o que dava a impressão lendo aqui, e não o que eu acho, até porque o que eu tenho mais de influência é justamente a estadunidense; Erich Gliebe, William Pierce, Tom Metzger e mais uma infinidade de pensadores e grupos. Eu discordo de considerar que o movimento estadunidense não propõe soluções, mas certamente há um erro geral ali do conceito e mentalidade deles, vindo do “medo” do diferente, “medo” do futuro, atingindo as pessoas com especulações somente, ficando tudo vago e sem sentido.

Obrigado pela resposta, de fato, o que não se compreende bem é fácil de ser atacado. O que você respondeu já sanou com bastante clareza o que eu estava em dúvida, são estratégias bastante diferentes do que estou acostumado, mas talvez ideais para o tempo e espaço em que está. O senhor é um guerreiro por demonstrar tanta seriedade e quase um “profissionalismo” para se dedicar nisso. Eu havia entrado pela primeira vez aqui a um bom tempo, talvez no ano passado ou retrasado.

Abraço

Comentar por Vítor

Excelente! é a unica palavra que posso utilizar para este evento! E venham mais!

Comentar por

Caro Vitor, o movimento estadunidense exerce inevitavelmente muita influência sobre os jovens nacionalistas, mas na minha opinião é uma influência pouco saudável, visto que nos EUA tudo é muito superficial, muito redutor, logo, não se enquadra naquilo que nós, pelo menos na Europa, necessitamos. Todos sofremos infuências mutuas, isso é um facto, mas há que saber seleccionar devidamente aquilo que é frutuoso e aquilo que pode ser nefasto. Sugiro a leitura deste texto redigido por um camarada francês e traduzido para o português.

De resto, espero de coração que vocês, irmãos eurodescendentes no Brasil, consigam gradualmente estabelecer um lóbi pró-branco, com vista aà preservação das vossas raízes europeias. Muito trabalho pela frente por certo, mas que vale o esforço sem dúvida.

Um valente abraço.

Comentar por arqueofuturista

Lendo o texto linkado traz a tona um tema bastante interessante a se comentar, a questao de conservador Vs revolucionário. Vendo tudo que eu li sobre identitarismo e os contemporâneos movimentos e agrupamentos nacionalistas europeus é possível chegar a conclusão que no geral são bastante conservadores, correto?

Aqui no Brasil ja é muito tarde para prover algo estritamente(e apenas) nacionalista, no meu entendimento o conceito de nação deriva da raça e da cultura, como nacional-socialista racial eu suporto mais a idéia de “meu país é minha raça” ou “minha raça é minha religião”, e os brancos euro-descendentes(daqui) são uma minoria tão ínfima e tão odiados pelo sistema que agir nos parâmetros comuns seria assinar o próprio atestado de óbito, não sei se sabes mas no Brasil é crime a apologia do que estamos tratando, mesmo na internet os poucos sites que tinhamos foram censurados pelo governo. Também é muito tarde para continuar na linha do conservadorismo, não existe nada para se conservar aqui, senão criar uma nova ordem, uma nova comunidade, uma nova família, um novo espírito. Vendo a situação da Europa atual(ja viajei para algumas regiões) é difícil acreditar que através de conservadorismo, retórica e outras atitudes tradicionais aos europeus seja resolvido algo e não acabar virando um Brasil ou uma África do Sul, apenas o tempo irá nos dizer a resposta. Por outro lado, apoiando a militância revolucionária, de forma alguma isso significa ser pouco saudável, vendo o texto que me enviaste eu achei absolutamente correta a crítica sobre o consumismo de roupas e de qualquer outra postura do tipo. Mas se equivoca quem pensa que esse é um problema de extremistas ou radicais racistas.

Provavelmente ja conhece ou ouviu falar do livro Diário de Turner, assim como a Order de Bob Mathews, a Aryan Nations, e alguns escritos de Tom Metzger. Se eles fossem reconhecidos como exemplos, e praticados em profundidade isso não estaria acontecendo nos EUA, mas o inimigo(e aqui eu nomeio como lobby judaico principalmente) está muito afrente, e consegue persuadir de toda forma os “nossos”. A maioria dos brancos nacionalistas estadunidenses têm a fama de serem sádicos, desequilibrados e mesmo psicopatas, provavelmente como efeito do que eles tiveram se baseando esses anos; televisão, consumismo, violência, individualismo e tudo mais que a sociedade lhes dá, ou lhes tira, como o restante das massas populares. E no resto do mundo não tem muita diferença. Quando conheci um pessoal na Europa me pareceram tão estereotipados, superficiais e incompreensíveis quanto algum americano “skinhead-de-hollywood”.

Certamente há muito trabalho pela frente, mas a minha realidade e o meu próprio cotidiano diário pedem por atitudes, digamos não tão usuais . A maioria dos europeus só irão entender isso quando chegarem ao fundo do poço, o que eu espero que não aconteça.
Mas eu reintero o meu profundo respeito pelas ideias que o corresponde, e irei continuar me informando e conhecendo segmentos alternativos ao meu, o que sempre vêm à acrescentar algo.

Comentar por Vítor

Respondendo ao Vitor:

Vendo tudo que eu li sobre identitarismo e os contemporâneos movimentos e agrupamentos nacionalistas europeus é possível chegar a conclusão que no geral são bastante conservadores, correto?

Primeiramente torna-se obrigatório definir o que é ser-se conservador e ser-se revolucionário, mas entendendo os conceitos como os entendo, posso dizer que em parte sim, existem movimentos conservadores e mesmo dentro dos identitários há aqueles que são mais conservadores e outros que não o são em absoluto. Aliás, considero o movimento identitário como revolucionário, pois rompe com velhas fórmulas e com base em ideias inovadoras adopta uma nova estratégia.

Aqui no Brasil ja é muito tarde para prover algo estritamente(e apenas) nacionalista, no meu entendimento o conceito de nação deriva da raça e da cultura

Obviamente que o Brasil não pode ser considerado como nação, é, isso sim, um estado multirracial. O seu entendimento está correcto Vitor.

Quanto ao artigo que sugeri a leitura, não o fiz para condenar A ou B, mas sim para uma melhor percepção do que é a postura certa ou errada, na minha opinião claro, e isso só se alcança por via da introspecção, da autocrítica, porque ambos sabemos que é na nossa atitude, postura e acção que depende a aceitação ou não das nossas ideias.

Provavelmente ja conhece ou ouviu falar do livro Diário de Turner, assim como a Order de Bob Mathews, a Aryan Nations, e alguns escritos de Tom Metzger. Se eles fossem reconhecidos como exemplos, e praticados em profundidade isso não estaria acontecendo nos EUA

Sim, possuo a obra e conheço amplamente a história da Order e Bob Mathews. Tom Metzger é muito inteligente, mas assim como os Turner Diaries, ou o exemplo da Order, tudo me parece absolutamente inadequado para a situação que vive actualmente os EUA, já para não falar na Europa. É imperioso fazer uma leitura correcta da conjuntura, e neste momento qualquer deriva mais extremista traduz-se num suicídio. Meu caro, os anarquistas no século XIX e início do século XX desenvolveram o conceito deacção directa, e repare onde estão hoje os anarquistas, o que alcançaram eles, tudo porque a suavisão da sociedade fio entendida com o coração e não com a mente. Tenho toda a coleção de livros de Ben Klassen, mas acaso é possível aplicar as suas ideias na Europa? Impossível, nem mesmo nos EUA conseguem devido à sua linguagem extremista e a umapostura holywoodesca.

Portanto, conceitos de lonewolf, leaderless resistance, são neste momento contraproducentes, porque se as pessoas que integram os movimentos separatistas brancos não têm o minímo grau de compromisso mesmo com organizações legais, que não implicam grandes riscos, imagine se existem muitas pessoas dispostas a entrar na clandestinidade para colocar em prática uma luta mais revolucionária.

Quando conheci um pessoal na Europa me pareceram tão estereotipados, superficiais e incompreensíveis quanto algum americano “skinhead-de-hollywood”.

Absolutamente verdade, e é por isso que pessoas esclarecidas como você têm a obrigação de impedir que mais jovens da nossa estirpe caiam nesse mimetismo imbecil que de positivo nada comporta. Essa gente não é diferente de quem dizem combater, pois não pasam de produtos do sistema e que muito convém ao sistema.

A maioria dos europeus só irão entender isso quando chegarem ao fundo do poço, o que eu espero que não aconteça.

Também eu espero que assim não aconteça, mas os sinais indicam que assim será. Ai estaremos nós, como vanguarda, ou na pior das hipóteses, como último reduto.

De resto, o camarada já percebeu que não pensamos de forma muito distinta, eu apenas opto por uma abordagem diferente.

Saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

“De resto, o camarada já percebeu que não pensamos de forma muito distinta, eu apenas opto por uma abordagem diferente.”

Sem dúvida, isso é muito importante, em geral temos um objetivo comum sob diferentes prismas, não vejo necessariamente como existir o certo e o errado. As possibilidades são quase infinitas, falando nos próximos 50 anos, provavelmente os conceitos, abordagens, mentalidades do “último reduto” serão tão diversos e evoluidos que fica aquêm do imaginável, de qualquer um de nós. E também temos que relevar a questão que estivemos conversando acerca de diferentes realidades, e mesmo experiências, tudo isso leva a um caminho individual, no sentido evolutivo, da teoria e da prática.

A propósito, o nobre colega usa MSN? Poderiamos manter contato, se houver interesse, senão entenderei e nos “trombamos” no seu blog.

Comentar por Vítor

Ó arqueofuturista,

Desculpa lá mas estás a derrapar. A wikkipédia está 100% certa.

Screwdriver é uma banda skin. E é a banda skin mais historicamente ligada ao white power. Estás farto de saber isso e não havia necessidade de o negares ao abrileiro. E não adianta negar. Eu já ouvia o The snow fell se calhar à mais tempo do que tu.

Entretanto aproveito para juntar os meus respeitos a essa banda que, enquanto muitos andavam nas modas (poseurs) teve a coragem e a profundidade de lutar por algo – contra tudo e todos.

Entretanto também gosto de zeca Afonso e da brigada vitor jara.

Ah, e do José Mário Branco.

Comentar por molochbaal

Foda-se, mas tu és estúpido ou fazes-te!!! Onde é que eu neguei a origem skin da banda? Pá, ou começas a escrever com mais seriedade ou corro contigo daqui para fora, agora não me venhas fazer passar por mentiroso.

Tu sabes lá o que é The snow fell ou o quer que seja, tu és mas é um imbecil que por aqui campeia e só mesmo a minha paciência é que tem permitido que escrevas disparates como esse de comparares os Skrewdriver com esse lixo sonor dos Zecas e quejandos comunóides.

Já me começas a enojar com a tua conversa merdosa sobre pandulas, libaneses e Zeca Afonsos, acho que é hora de começares a ir escrever para outras bandas.

Comentar por arqueofuturista

Ups, peço perdão ao especialista. Ao único conhecedor de skrewdriver. kuando kiseres apaga-me. Afinal, com tantas irritações ainda não deste duas para a caixa. Limitas-te a debitar preconceitos. Talvez fosse mesmo bom eu deixar de perder tempo.

Quanto ao zeca afonso, se calhar a música dele tem mais a ver com a identidade da nossa etnia, que tu supostamente dizes defender. do que os britânicos screwdriver.

Aliás, tirando o facto de ser um comuna miserável, condição que eu gostava de ver extinta, também é um facto de tipos da laia dele denunciaram muitos crimes sociais de que a grande maioria da nossa etnia sofreu e continua a sofrer.

Antes de me chamares comuna, lembro-te que o partido de Hitler se chamava socialista e que combatia o capitalismo. Lembro-te que a ala socialista do NSDAP defendeu a limitação da propriedade privada, a co-gestão dos trabalhadores nas empresas, a penalização fiscal do capital bolsista, a nacionalização da banca, a nacionalização de 30% de todas as empresas, a reforma agrária com a extinção dos latifúndios e distribuiução das terras aos trabalhadores etc etc.

Saúdo aqui Gregor Strasser o grande socialista que tentou fazer coisas que hoje em dia até o PCP teria medo de propor.

Heil Strasser.

Entretanto, de facto, é melhor apagares os meus textos. Já percebi que este é um local onde apenas frases feitas e pensamentos estreitos são compreendidos. O mundo é não simples. Nem a preto e branco. E isso assusta-vos. Mandem-me à merda de vez que realmente já não pertenço aqui.

Comentar por Anónimo

PS

Peço desculpa. Foi o Helraiser que negou a ligação da banda com a extrema direita. O que é hilariante. Entretanto, a razão do meu erro, foi que tu desprezaste o artigo da wikkipédia que está simplesmente correcto. Se não negas, não percebo porque o fizeste. Mas deixa lá. Há aqui muitas coisas que nunca perceberei.

Comentar por Anónimo

Aceito as desculpas, mas não deixo de me espantar contigo a escrever com K!! Mas o que significa isso, uma rendição ao modernismo acéfalo da modernidade decadente?

«Heil Strasser»!!
Meu amigo, estás cristalizado no tempo, e és português, deixa lá Strasser no seu eterno descanso, e não precisamos de saber que sabes dizer Viva em alemão.

Comentar por arqueofuturista




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