Há cerca de 4 anos, ou para ser mais exacto, em 30 de Abril de2004, os identitários do Pays Niçois, inauguraram aquela que é conhecida por La Maioun, ou traduzindo para português, a Casa, um espaço onde a solidariedade se transforma em fraternidade e o grupo reforça os seus laços e fomenta o espírito de comunidade. Neste local desenvolvem-se diversas actividades, sejam conferências, iniciação e melhoramento de conhecimentos informáticos da população, exposições temáticas, entre outras iniciativas, sem deixar de ser também um espaço de lazer e convívio, no qual quem por lá passa pode inclusive pernoitar, e onde se promove acima de tudo a identidade nicense e europeia.
Na esteira deste projecto os identitários da flandres avançaram com a edificação da sua própria casa e assim nasceu a Vlaams Huis, ou na língua do poeta, Casa Flamenga, uma habitação absolutamente extraordinária, provida de toda a comidade própria de uma casa na mais vetusta tradição europeia. Bastião dos identitários na região, a Vlaams Huis é já um polo de desenvolvimento e reconhecimento da cultura flamenga. Nela têm lugar as sempre necessárias conferências, aulas de aprendizagem de flamengo, cineclube, curso de artes marciais, entre um amplo conjunto de actividades. As fotografias presentes no sítio dedicado à Vlaams Huis deixam evidenciar que o futuro passa impreterivelmente pela abertura de mais e mais espaços como este, e uma vez mais os identitários estão na vanguarda. Parafraseando Fabrice Robert, que nasçam 5, 10, 100, 1000 casas da identidade!
12 comentários so far
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Este post fez-me lembrar aquele conhecido poema de Manuel Alegre:
Flores para Coimbra
Que mil flores desabrochem. Que mil flores
(outras nenhumas) onde amores fenecem
que mil flores floresçam onde só dores
florescem.
Que mil flores desabrochem. Que mil espadas
(outras nenhumas não)
onde mil flores com espadas são cortadas
que mil espadas floresçam em cada mão
Que mil espadas floresçam
Comentar por Google Abril 27, 2008 @ 4:05 pmonde só penas são.
Antes que amores feneçam
que mil flores desabrochem. E outras nenhumas não.
uma curiosidade. e se os mulatos, cabritos, pardos quiserem participar na casa, nas actividades da casa como vai ser?
Comentar por Kim Abril 27, 2008 @ 6:43 pmPodem recusar? Irão a tribunal por recusar a participação de um cidadão de outra raça?
Google, o poema é muito interessante.
Kim, a sua questão por estar camuflada em jeito de curiosidade merecia a resposta “pergunte a eles!”. Contudo, não deixarei de responder, dizendo que é óbvio que um indivíduo, mesmo que não seja nicense, flamengo ou europeu, pode entrar naquelas casas, sempre e desde que respeite a cultura autóctone. Por outra parte, e por exemplo no caso concreto da Vlaams Huis, que é um clube privado, o direito de admissão está garantido, logo, os proprietários do espaço têm o direito de serem selectos nas entradas.
Portanto, guarde para si os tribunais e a sua tara persecutória.
Comentar por arqueofuturista Abril 27, 2008 @ 8:35 pmobrigado pela resposta arqueofuturista
acho que me confundiu com algum esquerdista mas eu sou identitario como você. perguntei por curiosidade pois como isso é suposto ser uma casa de convivio para nacionalistas e com varias actividades, mais tarde ou mais cedo poderiam aparecer por lá mulatos e pardos a querer participar por ex. nas artes marciais.
Comentar por Kim Abril 27, 2008 @ 10:09 pmKim, se assim é, humildemente peço perdão pela minha reacção intempestiva. Como sabe as provocações esquerdistas são recorrentes e para essa gente não tenho muita paciência.
Saudações Identitárias.
Comentar por arqueofuturista Abril 27, 2008 @ 10:18 pmEstimado Arqueofuturista:
Comentar por pepin Abril 28, 2008 @ 2:34 pmMe parece una excelente noticia, y espero y deseo que la idea se expanda por toda Europa. Elcomentario de Kim me parece adecuado, puesya habrá eltípico de colorines que quiera entrar, ycomo no, pues ya se montará el belén demanifestaciones de “sos-racismo” y toda esa panda; es decir, que lasolución flamenca de hacerlo como club privado esmuy buena.
Creo que una manera de comenzar la “reconquista de Europa” no irá inicialmente a través departidos políticos, si no a través de la “sociedad civil”, de una red de asociaciones, grupos de los más diferentes intereses, etc,etc con el denominador común de la defensa de la identidad. Por eso a ver si nos animamos en España y Portugal a hacer cosas así, pues algo hay que comenzar a hacer pero YA. A ver si los de Idega aquí toman nota y ejemplo…
“Creo que una manera de comenzar la “reconquista de Europa” no irá inicialmente a través departidos políticos, si no a través de la “sociedad civil”, de una red de asociaciones, grupos de los más diferentes intereses, etc,etc ”
Apoiado!
Eliminem a partidarite de vossas cabeças…
Legionário
Comentar por Anónimo Abril 29, 2008 @ 10:47 amImportante, este. Venho reler que isto anda mal de tempo.
Comentar por PR Abril 30, 2008 @ 9:53 amAbraço,
Tinha prometido a mim mesmo não comentar mais, mas perante o titulo deste post, não resisto a colocar a pergunta.
O Arqueo por acaso anda a ler as obras do Grande Timoneiro? É que este titulo é um tipico slogan maoista. Digo eu!
Já agora, veja lá se é um bocadinho mais condescendente com a malta abrileira, é que eu próprio também me considero um bocadinho dessas bandas e você deixou-me com algum receio de falar consigo sobre alguns temas.
Comentar por Ninguém Maio 3, 2008 @ 2:51 pmCaro amigo Ninguém, não sei porque razão prometeste não escrever mais aqui, mas respondendo concretamente à questão, a frase foi pronunciada por Fabrice Robert e não por mim, mas não escondo que possuo na minha biblioteca algumas coisas do Grande Timoneiro.
Eu sou condescendente com a malta abrileira, eles é que não o são comigo e com quem pensa de forma distinta. Bem sei do teu percurso e isso nunca me fez mossa, tal como tu sabes do meu e isso não te causou incómodo, assim estou em crer, masquando se armam em moralistas da treta, isso faz-me perder as tribeiras. Mas enfim, podes sempre debater comigo aquilo que bem entenderes.
Um abraço valente e sincero.
Comentar por arqueofuturista Maio 3, 2008 @ 3:06 pmSó para esclarecer que o que eu prometi a mim próprio foi não foi não comentar mais aqui, foi não comentar mais em nenhum blogue politico. Todos são donos da unica verdade verdadeira, que não condiz com a minha, e cheguei à conclusão que não existe nenhum com o qual me possa identificar. Sou um autêntico orfão politico. Uma tristeza.
Quanto a nós, apesar das diferenças, é claro que vamos continuar a debater, mas noutros sitios. Afinal somos duas pessoas civilizadas.
Um abraço
Comentar por Ninguém Maio 4, 2008 @ 5:32 pmAlém de eliminar a partidarite da cabeça, que tal uma ação mais voltada para os deserdados deste regime podre, o dito Portugal Profundo, suas vilas e aldeias despovoadas quase que a força, sua população sem atendimento médico e empregos, o campesinato a mingua.Que tal investir na juventude que resta nestes grotões para um renascimento da genuína nação portuguesa.Que tal mais Casas de Portugual a cercarem a Tugolandia e mostrarem que a força de mil indivíduos vale mais que o Estado amante do OUTRO.Maturem a idéia e contem comigo, aqui no além-mar existem muitos portuguesem em boas condições de vida que podem ajudar financeiramente tais projetos (eu incluso apesar de não ser portugues , mas irmão europeu), desde que bem elaborados, planejados e explicados.Para tal, meus contatos e minha casa estão abertas para aqueles que tomarem a iniciativa.
Comentar por Aldo Friederiksen Maio 5, 2008 @ 6:29 amSaudações identitárias.