Filosofia da responsabilidade
Abril 9, 2008, 9:49 pm
Filed under: Em foco, Europa

«A mentalidade evangélica (herdada do Novo Testamento e não do Antigo, puramente judeu), fundada sobre a auto culpabilização, o amor universal do género humano – com uma preferência pelo estrangeiro -, a negação da sua própria nação, impregna hoje todas as Igrejas cristãs, mas também, de forma laicizada, a maioria dos grupos de pressão, associações, sindicatos, meios de comunicação social, professores, partidos políticos, etc. Ainda que os intelectuais judaicos se tenham desde há muito tempo servido desta disposição de espírito para a acompanhar e acentuar, não a criaram em absoluto. Não foram os Judeus que introduziram o vírus do ódio a si próprio, da renúncia, do individualismo, nos Europeus. Nietzsche desenvolveu amplamente este ponto de vista, o qual foi sempre ocultado pelos seus panegiristas. Estes princípios foram inoculados pela moral do Novo Testamento, que não era judaica na sua essência, e que demorou vinte século antes de fazer sentir, após uma lenta incubação, os seus efeitos perversos (a ideologia do Amor); e, paradoxalmente após a destruição da Igreja católica tradicional que havia conservado os elementos fortes da mentalidade pagã.

Resumidamente, o espírito de abdicação, de abertura delirante ao Outro (mesmo sendo este agressivo e hostil), que enfraquece qualquer espírito de defesa e faz perder o bom senso, é talvez substancial ao espírito europeu, como uma parte negra do seu génio. Certos intelectuais judaicos podem ter activado este gene nefasto, mas não foram eles que o criaram certamente; e é provável que sem eles, ele ter-se-ia feito sentir do mesmo modo.»

Guillaume Faye. La nouvelle question juive. 2007


65 comentários so far
Deixe um comentário

Brilhante. Juro que nunca tinha lido isto antes de ter, no Gladius, comprovado estas afirmações por meio de citações concretas do Novo Testamento.

Comentar por Caturo

Não sei não, K’mrd…
Abraço,

Comentar por PR

Quando chamamos filho da p… a alguém quem é que procuramos atingir – O filho ou a mãe?
Parece-me um caminho, diria, perigoso, esse. Há muletas que não nos convêm. Poderíamos pegar naquilo que tem de pior o Nacional-socialismo e dizer a mesma coisa…
E se simplificamos ao dizer que o novo testamento trás consigo a ideologia do amor, do velho poderíamos dizer que é a ideologia do ódio e do castigo.
E este Castigo (pretensamente divino) é no fundo um ódio dissimulado a si próprio.
Não é fácil ser-se eleito!

saudações
Legionário

Comentar por Anónimo

O debate está aberto, todas as opiniões são válidas e todas podem ser discutidas. Vamos a isso companheiros.

Comentar por arqueofuturista

….após lenta incubação…” põe lenta nisso- 2000 anos, porém, o que vemos neste intervalo- a subida da Europa, de mero apêndice da Ásia ao maior Império que se tem notícia, presença nos cinco continentes, colonização maciça dos novos mundos (que poderá garantir a própria existência racial européia enquanto o velho continente comete suicídio demográfico), os maiores tesouros culturais e artísticos que existem e o próprio conceito de ciência e revolução tecnológica, e ainda deixou como herdeiro a maior superpotência que já existiu.
..e, paradoxalmente após a destruição da igreja católica tradicional que havia conservado os elementos fortes da mentalidade pagã.”. Eis a chave, após pensar muito no assunto, principalmente após tomar contato com o pensamento de autores que não conhecia bem, através deste site e de seus links, vejo que a Europa e o mundo branco em si, tomava suas forças de seu legado anterior, mas este legado não era o cristianismo primevo, o “dar a outra face”, esse é realmente nocivo á identidade européia, e sim o cristianismo paganizado, que garantiu a coesão necessária à sobrevivência européia na transição do Império Romano e foi o caldo cultural em que germinaram as revoluções carolígeas e do sec. XI. O antigo catolicismo, tanto o latinizado, quanto o greco-ortodoxo serviram á expansão européia contra seus inimigos e à dilatação de seu espaço racial, enquanto o protestantismo nacional e o calvinismo promoveram as bases morais para o surgimento do capitalismo e da mais fabulosa produção de riquezas que já houve. Portanto, assino embaixo quando dizem que o vírus se originou do cristianismo, mas esse vírus, como os da natureza, quando se replica, forma inúmeros subtipos, alguns são letais como o subtipo politicamente correto e os milenarismos socializantes, outros não cheiram nem fedem, como as seitas puramente místicas ou contemplativas, alguns subtipos porém, tem o efeito vacina símile, e pelo contrário podem estimular as defesas do hospedeiro e garantir o surgimento de anticorpos. Se o que coloco como cristianismo é uma “heresia” frente a uma interpretação capitulativa neotestamentária, que seja! Luto pela preservação/ sobrevivência do meu povo/raça, e acho sinceramente que o cristianismo adaptado ao interesse identitário se mostrará uma força efetiva no embate com o islamismo e o comunismo-PC.
Fica a discussão. Abraços identitários do sul do Equador.

Comentar por Aldo Friederiksen

O vírus originou-se no cristianismo. De acordo.
Isto não deixa que o judaísmo também o seja, embora diferente.
Abraço,

Comentar por PR

O vírus não está, nem no judaísmo, nem no cristianismo, aloja-se na ausência da consciência da Identidade etno-cultural….Muito simples!
Discuti pessoalmente com o Faye sobre esta questão e não chegámos a acordo.
Quando se fala do cristianismo ou do judaísmo deveremos pensar no plural.
Estudem-se ambos e depois opine-se.

Miazuria

Comentar por Miazuria

Portanto, assino embaixo quando dizem que o vírus se originou do cristianismo, mas esse vírus, como os da natureza, quando se replica, forma inúmeros subtipos, alguns são letais como o subtipo politicamente correto e os milenarismos

O problema é que o mal que fez não é compensado por nenhum bem que tenha feito.

E quanto ao bem que fez… não creio que tenha feito. Na verdade, o Ocidente é o que é, não graças ao Cristianismo, mas apesar do Cristianismo.

De resto, uma religião ou se leva a sério ou não. Produtos híbridos, ou que se sabe serem falsificados ou adulterados, não convencem o crente, pelo que de nada valem, só fomentam é ateísmo e ausência de valores (sem desprestígio para os ateus).

Comentar por Caturo

O vírus não está, nem no judaísmo, nem no cristianismo, aloja-se na ausência da consciência da Identidade etno-cultural….Muito simples!

E como surge essa ausência?
Pior – como surge a condenação moral dessa consciência, que é disso que se fala quando se aborda o tema do anti-racismo militante e vigilante?

Quando se fala do cristianismo ou do judaísmo deveremos pensar no plural.

Como é possível ignorar as partes do Novo Testamento em que Jesus atenta directamente contra o espírito de Estirpe e manda dar a outra face ao agressor?

Comentar por Caturo

Certo Miazuria, mas existem tanto um judaísmo liberalizante quanto o modernismo cristão calcados nas “demonologias” da Libertação que não só buscam apagar a identidade etno-cultural européia como reescrever a história a partir do ponto de vista do “oprimido” (daí que acho que estas a falar destas confissões no plural).

Comentar por Aldo Friederiksen

Se calhar…

Comentar por PR

“a subida da Europa, de mero apêndice da Ásia ao maior Império que se tem notícia, presença nos cinco continentes, colonização maciça dos novos mundos (que poderá garantir a própria existência racial européia enquanto o velho continente comete suicídio demográfico)”

lol, a colonização maciça de europeus noutros continentes obviamente nao garante a existencia de europeus pois esses europeus estao cada vez mais miscigenados com o passar das geraçoes e nesses continentes ainda ha mais nao-europeus (em termos raciais) que na Europa.

E sendo como diz, então a Europa poderia estar tao misturada e ter tanta imigraçao como o Brasil e EUA que tambem garantiria a sua existencia racial.
Mesmo a Austrália e Nova Zelandia, países onde havia mais percentagem de europeus e onde não se misturavam muito com os nativos, hoje esta com tanta imigração ou mais que a Europa.

O virus espalhou-se por todo o lado.

Comentar por Kim

Caturo, ignorar que o cristianismo, falsificado, deturpado ou o caralho à quatro tenha tomado parte da epopéia ocidental do séc. I até agora é fechar os olhos para 2000 anos de história e ficar à espera da Idade de Ouro perdida, enquanto os muslos não jogam fora um segundo sequer da sua história e impulsionados por essa nova forma de niilismo comunista/PC caminham a passos largos para a constituição de seu Califado Mundial.E o que garante a não hibridização ou a autenticidade de práticas religiosas mortas e ressucitadas ao bel prazer de visionários ,pseudo-eruditos e hippies tardios.Pode-se levar a sério um culto pagão, mas tens a garantia de sua continuidade amigo, com certeza? Teus helenos guardiões, teus druidas e wiccans constituem uma continuidade ou apenas uma vontade de parecer autênticos?
O Ocidente é o que é tanto pelo bem quanto pelo mal que o cristianismo fez, ignorar sua presença é cegueira auto-inflingida.Querendo ou não, o judeu morto , como o caro Caturo carinhosamente se refere, está presente no imaginário e no subconsciente do homem ocidental, apagá-lo é querer fazer como Stalin fazia com as fotos da revolução- sempre fica um espaço faltante e o seu preenchimento nunca encaixa bem, revelando a farsa.
Bom Kim, se é assim então é melhor achares uma loura e procurares um vale isolado numa cadeia montanhosa pouco acessível para dares continuidade a estirpe, porque significa que realmente a situação…..fodeu.

Comentar por Aldo Friederiksen

Cada um acredita no que quiser, que isso em nada interfere , em particular, com a paixão e o fervor à nossa Nação; e em geral , à preservação da nossa espécie.

De qualquer forma contra factos não há argumentos e o desenvolvimento da Europa muito se deve ao Cristianismo, por muito que certos líderes de uma pretensa religião nacional, culto esse, que vive à custa de réplicas de mitologias e fantasias de deuses nórdicos, O tentam ridicularizar.

E como vocês são todos Historiadores, recordo que Carlos Magno que no fim do século VIII chamou o Monge Alcuíno para formar as escolas palatinas, pois muitos Nobres não possuiam qualquer formação académica, nem sabiam ler.
Enunciarei de seguida, os principais aspectos do que a Cristandade liderada por Carlos Magno idealizava.

Pretendeu-se recuperar o esplendor do Império Romano e fazer renascer a sabedoria e a ciência da antiguidade. Alcuíno de York foi grande organizador nos estudos no tempo de Carlos Magno. Deu-se a fundação da escola palatina (escola nos palácios).
A Educação protagonizada pelo monge Alcuíno consistia em:
Filosofia Contemplativa – Teologia – Contemplação. Cuida da perfeição da vida espiritual;
Filosofia Activa – Sete Artes Liberais – Aplicação pública da filosofia – Acção – Cuida da vida activa do mundo.

Carlos Magno faz a continuação da sabedoria antiga de Atenas, através da sua deslocação espácio-temporal de Atenas para Roma, e de Roma para Paris; a Velha Atenas era o centro da sabedoria antiga, incluindo o legado das sete artes liberais; a Nova Atenas era o novo centro da sabedoria integrando a sabedoria antiga, portadora das sete artes liberais «o trivium, ou ensino literário (gramática, retórica e dialéctica) e o quadrivium, ou ensino científico (aritmética, geometria, astronomia e música)», com a sabedoria cristã, portadora dos sete dons do Espírito Santo: Sabedoria; Entendimento; Conselho; Fortaleza; Ciência; Piedade e Temor a Deus) (Justiça e Lealdade a acompanhar como profetizou Isaías em 11,1-2) que são a fonte de toda a virtude e de toda a sabedoria.
Os frutos do Espírito santo são: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, auto-domínio. (Gálatas 5,22-23).

Foi uma época de harmonia entre o mundano e o religioso, o humano e o divino, o secular e o espiritual, sagrado e o profano.

A FÉ É INDIVIDUAL , TEMOS É QUE NOS PRESERVAR

Comentar por joão aguiar

Creio que já se caiu na generalização e no reducionismo. Confunde-se uma ideologia, concepção do mundo, com a fé individual. Eu não nego a importância do Cristianismo na história da Europa e em particular da nação portuguesa, mas reconheço no Cristianismo um germe negativo que muito tem contribuido para a deadência europeia, e o Vaticano é o exemplo mais flagrante disso, em genuflexão permanente face às outras religiões, mergulhado num masoquismo repugnante do diálogo interreligioso, quando não posicionado explicitamente no lado do mais abjecto colaboracionismo da colonização da Europa.

Isto não quer dizer que eu, mesmo que ateu, despreze núcleos de cristãos tradicionalistas, particularmente activos em França, e que poderão constituir um elemento a ter em conta no renascimento europeu.

Comentar por arqueofuturista

No meio de toda esta discussão, parece-me que o Aldo é que tem a visão mais realista da questão.

Comentar por NC

Aldo, já que queres factos, então vamos a factos.

Eu não estou a ignorar coisa nenhuma da História do Cristianismo, pelo contrário, até gosto de recordar importantes partes da mesma que alguns quereriam ver esquecidas ou escamoteadas. Também não ignoro a existência passada da escravatura na Europa, e esta durou seguramente mais do que dois mil anos.

Só que, tanto no caso da escravatura como no do Cristianismo, o que aconteceu foi que a Europa começou a libertar-se deles. Isto também é um facto, e um facto comprovável todos os dias, observável por exemplo na velocidade com que as várias igrejas da Europa Ocidental vão fechando, e também na frequência com que se fala numa «crise de vocação», porque, além dos crentes, também os sacerdotes escasseiam. Até a Igreja Católica de Portugal reconhece que há cada vez menos baptismos e casamentos pela Igreja.

Tu, que tão realista pretendes ser, estás a esquecer-te disto?

Além do mais, sucede que boa parte da hoste cristã está completamente ao lado dos maiores inimigos da Europa, ou não fosse a raiz do Cristianismo igualmente comum à dos maiores inimigos da Europa (Islão; Esquerda internacionalista). Por toda a parte, a Igreja toma partido pela imigração. Em Portugal, por exemplo, o ACIME (Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas), organização governamental que está sempre do lado das «minorias», já teve três dirigentes até ao momento e um deles foi padre, os outros dois estão, segundo me foi dito, fortemente ligados à Igreja. Em França, a Igreja está igualmente do lado do imigracionismo militante. Para abreviar, o próprio papa diz que é preciso «agradecer aos imigrantes e seus descendentes a riqueza que trouxeram para a Europa.»

Ora isto só significa que quanto mais poder a Igreja tiver na Europa, mais dificuldades terá o ideário nacionalista/racialista/identitário. É nítido.

Quanto à autenticidade das práticas religiosas, fala o Aldo em «continuidade». Mas porque cargas de água é que tem de haver continuidade? É alguma regra universal de legitimação da religião, a continuidade? Significa isso, por exemplo, que certos cultos pagãos que o primeiro imperador de Roma, Augusto, restaurou, não tinham legitimidade? Significa isso também que o Protestantismo não tem razão de ser, já que surgiu na Europa moderna e pretendia reviver a pureza dos primitivos cristãos?

A reconstrução das antigas religiões da Europa faz-se com base na investigação e na especulação científica – mas faz-se, acima de tudo, pela Lealdade que é devida aos Deuses da herança ancestral. E, perante isto, tudo é de menor valor. O corolário de todo o Nacionalismo, de todo o pensamento identitário, é a cereja no topo do bolo, ou seja, a restauração do vértice superior das identidades europeias: o culto aos Deuses dos seus ancestrais.

Querendo ou não, o judeu morto , como o caro Caturo carinhosamente se refere, está presente no imaginário e no subconsciente do homem ocidental, apagá-lo é querer

Não é preciso, nem desejável, fazer isso. A sua imagem vai-se apagando, a pouco e pouco. Repare que, apesar de todo o poder da grande Igreja Católica, a nova Constituição Europeia, em vias de ser aprovada, continua a não fazer qualquer menção ao Cristianismo. E nenhum Povo se incomoda nada com isso.

Comentar por Caturo

De qualquer forma contra factos não há argumentos e o desenvolvimento da Europa muito se deve ao Cristianismo,

É ao contrário. A Europa desenvolveu-se apesar do Cristianismo. E foi precisamente na época em que o Cristianismo tinha mais força que a Europa estava mais atrasada e desgraçada.

por muito que certos líderes de uma pretensa religião nacional,

Não é «pretensa». É religião nacional. Cada Povo tem os seus próprios Deuses, sempre foi assim. Os Gregos tiveram sempre os seus Deuses gregos, até que uma chusma de párias e subversivos de raiz judaica os veio deitar abaixo, tendo para isso ascendido ao poder com base na força do número das massas de escravos e libertos. O mesmo se aplica aos Itálicos, aos Eslavos, aos Escandinavos, etc.. Não se concebe como é possível negar-se isto: homem grego-cultura grega-vida grega-religião grega-Deuses gregos; escandinavo-cultura escandinava-vivência escandinava – religião escandinava-Deuses escandinavos.

Mais claro é impossível.

culto esse, que vive à custa de réplicas de mitologias e fantasias de deuses nórdicos,

Pois, isto de viver de fantasias é uma grande chatice… que o digam os cristãos que ainda hoje têm dificuldade em conciliar a Bíblia com a Ciência dominante… ;:)
É entretanto claro que é verdadeira aquela história do Deus de algures criar o mundo em seis dias e depois bater uma soneca ao sétimo, bem como a outra história de a mulher ter sido feita a partir duma costela do homem, bem como aqueloutra história dos mandamentos a serem gravados a fogo, ou do carpinteiro que andou por cima das águas, e que transformou a água em vinho, e que depois, apesar de dizer que era o filho de Deus, foi parar à cruz como um vulgar criminoso, e muito sofreu e se lamentou, no dia seguinte lá descansou um bocado (como o alegado Pai tinha feito, mas após a criação do mundo, note-se… deve ser de família…) e no domingo acordou para um bela almoçarada só com os amigos mais chegados, finda a qual ascendeu ao céu. Claro que tudo isto aconteceu mesmo, não são mitos, são factos reais, aconteceram mesmo, realmente, pois foi…

Quanto a Carlos Magno, foi dos maiores criminosos que a Europa já conheceu. Na sua sanha beata e assassina, chacinou pelo menos um terço dos Saxões por estes recusarem a conversão ao Cristianismo. No que toca à cultura, salta à vista o evidente: o grosso da mesma é de origem pré-cristã, ou seja, pagã, e foi filtrada pelos cristãos.
Ou seja, a cultura dos ancestrais foi usurpada e, quem sabe, mutilada.

Se quero dar cem euros a uma filha, e se outro indivíduo se intromete na transacção, fica com esses cem euros e depois dá cinquenta euros à minha filha, tomando para si o resto, bem, nem eu nem a minha filha devem a esse indivíduo qualquer agradecimento. Do mesmo modo, a Europa nada tem a agradecer à Cristandade, que usurpou aos Europeus muito do que lhes pertencia por direito.

Comentar por Caturo

Obrigado NC e o camarada arqueofuturista tem razão quanto ao não confundir fé individual com ideologia.Eu mesmo abandonei o catolicismo romano devido ao que estes FDP do clero, principalmente os bispos (com raríssimas exceções) fizeram aqui no Brasil, abraçando ardentemente a ideologia satânicomunista da Teologia da Libertação, degradando o culto e a formação teológica e filosófica que descambou para submarxismo colegial, criando uma mixórdia ecumênica com cultos afro e o cacete, fizeram tanto que perderam milhões de fiéis para as seitas evangélicas, o espiritismo, sem falar daqueles que, ou partiram para o agnosticismo ou, como eu, passaram a professar um cristianismo não institucionalizado.Portanto, pode-se e deve-se criticar o Papa, o Vaticano, os Teólogos modernistas e ecumenistas, etc., mas negar que houve uma contribuição do cristianismo para a formação do SER EUROPEU é autoengano ou fanatismo, que tal qual os revolucionários esquerdistas, pretendem apagar todo o passado, só que não em busca do paraíso proletário dum futuro que jamais chega, mas em busca do renascimento duma Era de Ouro altamente idealizada que tampouco chegou a existir de facto, pelo menos não como estes fundamentalistas a pintam, aí apagam o período que não lhes interessa, não muito diferente do que os totalitários de todos os matizes sempre fazem (inclusive os totalitarios cristãos,qe também tentaram apagar as raízes pagãs da Europa, mas o que que querem os neopagãos agora? Dar o troco?)
E digo mais, entre os identitários portugueses, qual é a maior corrente de crença? São os pagãos? Tenho lá minhas dúvidas, mas acho que não estarei chutando muito longe do gol se apostar que são os ateus, os agnósticos, os simplemente teístas e os aconfecionais. Seriam por isso menos nacionalistas e menos representativos da estirpe por não cultuarem os deuses dos Lusitanos. Seria eu menos batalhador pela raça branca e a herança européia em meu país porque faço minhas orações para o Judeu Morto e sua mãe e não para o Wotan de meus antepassados milenares? Assim como existia no Comunismo a vanguarda do proletariado condensada no Partido, a única suficientemente pura e guardiã da Revolução para fazer valer sua palavra como última e definitiva e julgar a pureza dos demais, virá a existir no movimento identitário também uma vanguarda defensora do purismo religioso?
O que deveria impotar para além das diferenças religiosas/ideológicas é o COMPROMETIMENTO.
Se algum padre, bispo, pastor ou leigo vier para o meu lado tentando me fazer abandonar meu sangue, minha raça, minha nação ou minha honra em nome de princípios de fé instrumentalizados receberão um belo murro no meio da fuça, e nem por isso deixarei de ser cristão.
Danke und Gutten nacht.

Comentar por Aldo Friederiksen

Da encíclica Humanum Genus, de Leão XIII, contra a Maçonaria, de 20 de abril de 1884, destaca-se o seguinte trecho:

“Propositadamente aproveitamos esta ocasião adequada para renovar a recomendação por Nós já feita, segundo a qual cumpre propagar e firmar a Ordem Terceira de S. Francisco … Entre as numerosas vantagens que se podem esperar dela, uma há que prima sobre todas as outras; essa associação é uma verdadeira escola de Liberdade, de Fraternidade, de Igualdade, não como a maneira absurda como os maçons entendem estas coisas, porém tais como com elas Jesus Cristo quis enriquecer o género humano, e como S. Francisco as pôs em prática. Falamos, pois, aqui da Liberdade dos filhos de Deus, em nome da qual recusamos obedecer a senhores iníquos que se chamam Satanás e as más paixões. Falamos da Igualdade que, estabelecida sobre os fundamentos da justiça e da caridade, não suprima toda a distinção entre os homens, mas faça da variedade das condições e dos deveres da vida uma harmonia admirável e uma espécie de concerto com que naturalmente aproveitam os interesses e a dignidade da vida civil”.

Na Carta Apostólica Notre Charge Apostolique, de 25 de agosto de 1910, em que condena o movimento francês de esquerda católica Le Sillon, de Marc Sangnier, S. Pio X assim analisa a célebre trilogia:

“O Sillon tem a nobre preocupação da dignidade humana. Mas, esta dignidade é compreendida ao modo de certos filósofos, que a Igreja está longe de aprovar. O primeiro elemento desta dignidade é a Liberdade, entendida neste sentido que, salvo em matéria de religião, cada homem é autónomo. Deste princípio fundamental, tira ele as seguintes conclusões: hoje em dia, o povo está sob tutela, debaixo de uma autoridade que lhe é distinta, e da qual se deve libertar: emancipação política. Ele está sob a dependência de patrões que, detendo os seus instrumentos de trabalho, o exploram, o oprimem e o rebaixam; ele deve sacudir o seu jugo: emancipação económica. Enfim, ele é dominado por uma casta chamada dirigente, à qual o desenvolvimento intelectual assegura uma preponderância indevida na direção dos negócios; ele deve subtrair-se à sua dominação: emancipação intelectual. O nivelamento das condições, deste tríplice ponto de vista, estabelecerá entre os homens a Igualdade, e esta igualdade é a verdadeira justiça humana. Uma organização política e social fundada sobre esta dupla base, Liberdade e Igualdade (às quais logo virá acrescentar-se a Fraternidade), eis o que eles chamam Democracia…”

Para concluir, citemos trechos da alocução de Bento XV ao promulgar o decreto sobre a heroicidade das virtudes do Bem-aventurado Marcelino Champagnat, em 11 de julho de 1920:

“Basta considerar os princípios do século XIX para reconhecer que muitos falsos profetas apareceram em França, e a partir daí se propunham difundir por toda a parte a maléfica influência das suas perversas doutrinas. Eram profetas que tomavam ares de vingadores dos direitos do povo, preconizando uma era de Liberdade, de Fraternidade, de Igualdade. Quem não via que estavam disfarçados de ovelhas?
“Mas a Liberdade preconizada por aqueles profetas não abria as portas para o bem, e sim para o mal; a Fraternidade por eles pregada não saudava a Deus como Pai único de todos os irmãos; e a Igualdade por eles anunciada não se baseava na identidade de origem, nem na comum Redenção, nem no mesmo destino de todos os homens. Eram profetas que pregavam uma igualdade destrutiva da diferença de classes querida por Deus na sociedade; eram profetas que chamavam irmãos aos homens para lhes tirar a idéia de sujeição de uns em relação aos outros; eram profetas que proclamavam a liberdade de fazer o mal, de chamar luz às trevas, de confundir o falso com o verdadeiro, de preferir aquele a este, de sacrificar ao erro e ao vício os direitos e as razões da justiça e da verdade.”

Comentar por joão aguiar

Conclusão:
Desta forma, fizeram os revolucionários as suas revoluções, baseados não em palavras erradas, mas em princípios errados. Enquanto na Idade Média a desigualdade, dentro de suas proporções naturais, era vista como obra de Deus, com o advento da Renascença e do Antropocentrismo, passou a ser vista como exploração…

Comentar por joão aguiar

Então os comentários não aparecem?

Comentar por Caturo

Camarada Caturo, os comentários parecem com alguma demora porque passam por aprovação prévia.

Camarada Aldo, no que se refere à religião, os identitários portugueses definem-se como aconfessionais, pois, como bem referes, existem desde ateus, pagãos, cristãos a agnósticos. O nosso amigo Caturo é talvez o representante mais visível da corrente pagã, mas que ainda assim visa apenas o debate de ideias e não o fraccionamento das nossas hostes.

Parabéns aos intervenientes pelo excelente debate, no qual se encontram ideias muito valiosas.

Comentar por arqueofuturista

Ora Caturo, de onde tiras que a cereja do bolo do nacionalismo deva ser o culto aos deuses mortos, por que é necessário tornar o identitarismo confessional, algo como uma religião nacional, seria obrigatória Caturo? Aspiraria ao pior do cristianismo inquisitório e do islão.Os que porvrntura continuassem cristãos, os ateus e os agnósticos seriam cidadãos de segunda classe? Uma nova dhimitude?Ora, eu reconheço os erros do cristianismo, e, sem duvida o maior deles foi a conversão forçada e a perseguição.E tu Caturo reconheces os erros passados do paganismo? Ou tudo eram flores? Como bem lembras os milênios de escravidão que fizeram parte da história, por acaso seus perpetradores eram o que, cristãos? mas o judeu morto não havia nem nascido? Eram pagãos!Que, sim ,construiram obras grandiosas nas artes, na filosofia, nas ci~encias, mas também praticaram o genocídio, o sacrifício humano, a castração,a opressão, a vendeta e o despotismo. Não há na história humana somente santos ou somente demônios, os tons são cinzas.Negar que o cristianismo não tenha feito nehum bem pela Europa é tão reducionista quanto afirmar que não tenha feito mal algum, além disso deve-se inserir isto na linha do tempo.Se hoje as autoridades cristãs são traidoras e covardes, não foi assim sempre, e veja bem, qdo falo do cristianismo não falo em nome de igreja alguma, de papa ou autoridade alguma, falo em nome do indivíduo, do que cada um dos milhões de europeus que ainda professam-se cristãos tem para sua própria conciência.
Quanto à Bíblia Caturo, existe uma coisa chamada exégese e outra chamada simbologia, querer reduzir tudo a transcrição literal é gozar da cara dos leitores.E quando ouço a palavra grego, não associo somente a deuses, mas à ortodoxia ,à resistência ao turco invasor, a Téotokos , tal como a maioria dos gregos ainda o fazem, querer reduzir tudo à religião nacional é totalitarismo e ponto.

Comentar por Aldo Friederiksen

mas negar que houve uma contribuição do cristianismo para a formação do SER EUROPEU

Não se trata de negar mas sim de ULTRAPASSAR. Ver acima.

mas em busca do renascimento duma Era de Ouro altamente idealizada que tampouco chegou a existir de facto,

Não é nada disso. Os pagãos não querem voltar ao passado. Sucede simplesmente que a lealdade é intemporal e o espírito da Estirpe ainda o é mais, e mais ainda o são os Deuses.

aí apagam o período que não lhes interessa,

Será que a proibição da escravatura foi alguma tentativa de apagar o passado?…

(inclusive os totalitarios cristãos,qe também tentaram apagar as raízes pagãs da Europa, mas o que que querem os neopagãos agora? Dar o troco?)

A vingança em si nada tem de mal, mas o que está em causa é ainda mais elevado: dar o seu a seu dono, reentronizar os legítimos herdeiros do trono espiritual da raça branca.

Seria eu menos batalhador pela raça branca e a herança européia em meu país porque faço minhas orações para o Judeu Morto e sua mãe e não para o Wotan de meus antepassados milenares?

Menos bem intencionado, não o será. Mas mais coerente também o não será de certeza.

Comentar por Caturo

Quanto às citações de católicos, têm imenso interesse… atente-se:

Falamos, pois, aqui da Liberdade dos filhos de Deus, em nome da qual recusamos obedecer a senhores iníquos que se chamam Satanás e as más paixões.
(…)
“Mas a Liberdade preconizada por aqueles profetas não abria as portas para o bem, e sim para o mal; (…) eram profetas que chamavam irmãos aos homens para lhes tirar a idéia de sujeição de uns em relação aos outros; eram profetas que proclamavam a liberdade de fazer o mal, de chamar luz às trevas, de confundir o falso com o verdadeiro, de preferir aquele a este, de sacrificar ao erro e ao vício os direitos e as razões da justiça e da verdade.”

Significativo, de facto.
Para esta gente, a Liberdade é ter todos os homens a seguir livremente… as ordens que lhes forem dadas.
Para esta gente, a Liberdade é o direito de pensar e fazer o que esta gente mandar pensar e fazer.
Para esta gente, a Liberdade é o «direito de escolher Cristo!», mas nunca o direito de não o escolher…

Conversa típica de quem não tem coragem para negar o vigor e fulgor da Liberdade, e, vai daí, tenta, assim como quem não quer a coisa, domesticá-la, mas «subtilmente», para que a Liberdade deixe de ser Liberdade mas pareça continuar a sê-lo…

Na verdade, a Liberdade não é «o direito de pensar, falar e agir correctamente», mas sim o direito de pensar, falar e agir erradamente. Porque o que quer que façamos estará sempre errado na opinião de alguém, mas não é por isso que devemos deixar de o fazer. E é nisto que está o maior valor da Liberdade. Como dizia Voltaire, «não concordo com nada do que dizes, mas lutarei até à morte para que o possas dizer». Um luxo incompreensível para muitos, esta mania da Liberdade… há por aí muita gente que só percebe a lei da coleira.

Comentar por Caturo

A encíclica Libertas Praestantissimum, do papa Leão XIII, datada de 20 de Junho de 1888, declarou o seguinte:
«Não é de modo algum permitido pedir, defender, ou acordar sem discernimento a liberdade de pensamento, de impressão, de ensino, de religiões, como sendo direitos que a natureza conferiu ao homem.»

Assim se confirma como esta doutrina é visceralmente inimiga da Liberdade, preconizando a mais íntima sujeição do indivíduo aos seus tutores espirituais, a ponto de nem sequer permitir o livre pensamento. É, efectivamente, o primeiro grande totalitarismo da História, utilizando amplamente a lavagem cerebral e a instituição dum clima de intimidação e sujeição a todos os níveis.

Nada disto tem um grama que seja a ver com a Europa. Já em Aristóteles se lê que o que havia de comum entre todos os povos da Europa – Gregos e bárbaros do Ocidente – era precisamente o apreço pela Liberdade, coisa que os orientais, donde vem o Cristianismo e o Islão, não têm e nunca tiveram (Islão significa submissão, note-se).

Comentar por Caturo

a Fraternidade por eles pregada não saudava a Deus como Pai único de todos os irmãos; e a Igualdade por eles anunciada não se baseava na identidade de origem,

Cá está – a Igreja, ontem como hoje, continua a exaltar o princípio da «identidade de origem», motivo pelo qual condenou o NS e toda e qualquer ideologia que mande pôr os nossos acima dos outros por princípio.

Comentar por Caturo

Há muito tempo que cheguei a esta conclusão. A esquerda, apesar de renegar do cristianismo e abraçar outros dogmatismos, tem uma filosofia de raízes judeo-cristãs, totalmente pervertidas. Você soube de um modo brilhante dar forma e palavras a aquilo que intuia.

Concordo consigo.

É sempre agradável ler algo sensato neste mundo de correcção política e de gregarismo.

Comentar por Antonio Marcelo

Quanto à distância a ser mantida em relação a todas as formas de religião, uma vez que a crescente decadência e secularização destas formas é auto-evidente, qualquer participação deve ser justificada pelo reconhecimento de valores básicos incondicionados.

A tarefa dos homens da Ordem é afirmar a supremacia de valores espirituais heróicos, aristocráticos e tradicionais contra o materialismo prático, o imoralismo mesquinho e utilitarismo dos nossos tempos. Em todas as ocasiões eles erguer-se-ão em defesa destes valores e opor-se-ão e desmascararão o que os contradisser.

Julius Evola

P.s. Caro Aldo – Bem visto sim senhor.

Legionário

Comentar por Anónimo

Aldo Friederiksen, já viste que começas a tua resposta com um insulto à tua própria ancestralidade? Um insulto que a Cristandade tornou tão aceite e lugar-comum que até já nem é pensado e dito de modo insultuoso?
Pois porque cargas de água é que pensas que os Deuses dos teus próprios antepassados estão mortos? Pelo nome que aqui usas e pelo que atrás disseste, pareces ser de origem alemã. Ora, o que te leva a acreditar que um povo lá dum canto da Ásia Ocidental, mais precisamente do Próximo Oriente, tem um Deus mais poderoso do que os Deuses dos teus próprios ancestrais, que são os do teu próprio sangue? Porque crês tu que Jeová, e/ou Jesus, a Santíssima Trindade, digamos, tem mais sacralidade ou vida do que Wotan, Thunor, Tiwaz?
Dizer que o Divino que os alienígenas semitas trouxeram está de algum modo acima dos Deuses da sua própria estirpe, é como cuspir no seu próprio sangue e subordinar os seus ancestrais aos ancestrais da malta do Oriente semita.

Quero de qualquer modo deixar bem claro que não estou a querer dar um carácter confessional ao Identitarismo ou a qualquer outro tipo de Nacionalismo. Naturalmente que o identitário pode com toda a segurança ideológica ser ateu ou agnóstico, por exemplo, e, além do mais, até há muitos e bons identitários que são cristãos. Sucede simplesmente o seguinte:
1 – O Identitarismo é um movimento de carácter idealista, ou seja, não materialista;
2 – O Identitarismo consiste em salvaguardar e valorizar a herança étnica e racial da sua própria estirpe;
3 – A herança étnica, isto é, o folclore, é uma realidade de carácter eminentemente espiritual;
4 – A herança étnica é essencialmente definida pelas raízes da Estirpe, acima e antes de qualquer mutilação ou descaracterização;
5 – Toda e qualquer cultura étnica, isto é, de raízes ancestrais, tem os seus próprios Deuses, visto que não há, tanto quanto se sabe, nenhuma cultura humana destituida de religião, que é, em todos os povos tradicionais, o cerne da vida humana, isto é, o vértice superior e mais central da sua cultura;
Por conseguinte, a salvaguarda e exaltação da herança étnica, se for integralmente assumida, acaba por incluir a religião que é própria, típica, inerente, a essa herança étnica.

É por isso que digo que o corolário de qualquer Nacionalismo, Etnicismo, Identitarismo, é o culto dos Deuses dos seus antepassados.

Faço entretanto notar que a existência duma Religião oficial não implica qualquer prática inquisitorial, como bem o atesta a liberdade religiosa que bem caracterizava o mundo antigo, como por exemplo Roma. Os paganismos europeus estavam pois bem distantes do fanatismo intolerante que afecta certos credos semitas.

Quanto à escravidão, é essencial lembrar que, primeiro, já na Antiguidade pagã se discutia a sua legitimidade, e, segundo, que também a Cristandade a praticou, e em larga escala, visto que o Novo Testamento a permite e abençoa.

Falas ainda em genocídio. Algum povo europeu cometeu genocídio a título de mandamento divino? Desconheço, mas duvido que tal se tenha verificado. Já agora que falas nisso, quem na verdade praticou (pelo menos) um genocídio por ordem de Deus foram os Judeus. Jeová ordenou ao seu povo que eliminasse por completo toda a nação de Amalec, incluindo mulheres e recém-nascidos, e até mesmo animais domesticados, de modo a varrer de sob o céu a memória da sua existência. Ora Jeová é também Deus dos cristãos. Para o Cristianismo, o Antigo Testamento, onde se encontra esta passagem relativa a Amalec (Primeiro Livro de Samuel, 15), é sagrado.
Por conseguinte, os cristãos cultuam um Deus que ordenou um genocídio e, especificamente, a matança de mulheres e de crianças acabadas de nascer. Os pagãos europeus, pelo contrário, nunca conheceram tal coisa antes da chegada do Critianismo às suas terras.

Referes o sacrifício humano, mas esqueces que os paganismos dos povos mais evoluídos, Gregos e Romanos, já tinham abolido essa prática. E fizeram-no sem intervenção dos cristãos.

Também fizeste referência à castração; faço notar que tal prática não existia, que se saiba, nos paganismos ocidentais.

No que toca à vendeta, qual é o mal?

Já quanto ao despotismo e à opressão, recordo que nenhuma repressão é exercida em nome do Divino concebido à maneira pagã.

Negar que o cristianismo não tenha feito nehum bem pela Europa

Já agora, pode dizer algum?

Quanto à Bíblia Caturo, existe uma coisa chamada exégese e outra chamada simbologia, querer reduzir tudo a transcrição literal é gozar da cara dos leitores

Parabéns. O mesmo sucede com as mitologias europeias, particularmente a grega e a romana.

E quando ouço a palavra grego, não associo somente a deuses, mas à ortodoxia ,à resistência ao turco invasor, a Téotokos , tal como a maioria dos gregos ainda o fazem, querer reduzir tudo à religião nacional

Não é reduzir, é hierarquizar. Porque dificilmente se pode considerar que uma adaptação circunstancial dum credo alienígena imposto pela força tem o mesmo valor identitário que a mais autência e genuína religião do Povo, aquela que brotou natural e automaticamente da própria Nação.

Comentar por Caturo

Entronizar o “espirito da estirpe” como modelo imutável e fadado a definir o destino humano lembra muito o endeusamento da história pelo modelo hegeliano, que serviu de armadura ideológica para todos os totalitarismos genocidas a posteriori, tendo inclusive o islão se embebido nele com a Irmandade muçulmana. Alie-se isso a unanimidade da “Religião Nacinal” e tem-se o neopaganismo a mostrar seus dentes, engolfando a fé individual e a consciência de cada homem num sistema préviamente definito e “eleito” (pelos deuses, é claro). Criarão também seus inimigos do povo?

Comentar por Anónimo

O Padreco supremo voltou a fazer das suas ao pedir perdão aos pretos pela escravatura e aos indidos pelo genocidio que sofreram na América.
Mais um prego na crucificação não do cristo mas do homem branco.
Não é possível distinguir entre o vaticano e o Sos racismo.

Comentar por Casper

O anônimo acima sou eu (Aldo), pois esqueci de digitar a identificação.
Caturo, não cuspo na minha ancestralidade (Dinamarquesa por parte de pai e italiana via materna) por não aceitar como fé pessoal algo que simplesmente foi apagado da história, algo que não disse mais respeito a Europa e principalmente aos emigrados por ao menos 1500 anos. E quando insultas os cristãos com termos como judeu morto, fé alienígena, etc. estarias a cuspir nos seus ancestrais certamente cristãos, já que Portugal foi até certo tempo atrás um dos países mais cristãos do mundo? Acho que não pretendes isso, pois seus escritos mostram o espirito de um identitário sincero.
Quanto a liberdade ideológica na Grécia e no Império Romano veja as grandes perseguições aos cristãos- jogados as feras, brutalizados, torturados das formas mais cruéis, sádicas- mulheres, crianças e idosos inclusos- e isso é inegável, pois está registrado em documentos e atestado pelas pesquisas histórico antropológicas. E o que dizer do esmagamento da revolta judaica que fez, segundo narradores pagãos da época cerca de 1 milhão de mortos. E o extermínio das tribos do Danúbio e da Panônia , veja os alto relevos da coluna de Trajano mostrando meninos sármatas decapitados levados como troféus espetados em lanças pelas tropas. Quanto a escravidão, diferentemente dos europeus cristãos que a praticaram quase exclusivamente contra outras raças (negra e indígena- americana) os gregos e romanos principalmente o fizeram contra a própria raça branca, de maneira mais brutal que qualquer senhor de engenho brasileiro sequer sonharia. A Gália foi praticamente despovoada após a vitória de César, mais de 2 milhões de gauleses se tornaram escravos, e a escravidão naquela época era praticamente igual a morte, visto que diferentemente dos negros ,que foram levados para a américa e apesar dos maus tratos lhes era permitido se reproduzir (óbvio que por nenhum motivo caritativo, mas para aumentar a mão-de-obra disponível),os infelizes que foram escravizados pelos romanos geralmente morreram ou tiveram sua descendência interrompida na face da terra). Óbvio que alguns filósofos e literatos da antigguidade pagã se levantaram contra isso, mas foram solenemente ignorados.E foi no próprio seio da cristandade que surgiu o movimento abolicionista moderno e ainda hoje são principalmente movimentos critãos que denunciam a presença de escravidão na Àfrica, países islâmicos, na China e na Índia.Quanto ao Novo testamento aben~çoar a escravidãos- onde viste isto Caturo, qual passagem? Se estivesse a fala do Antigo vá lá, mas no Novo? Na boa, transcreva tal passagem se a encontrar, pois estou curioso.
De mais a mais, acho que de modo algum o identitarismo deva se contaminar por cisões e richas originadas de credos pessoais, deve sempre se manter aconfessional e as crenças e ideologias de cunho pessoal podem muito bem ser respeitadas mutuamente e ajudar a enriquecer o movimento, desde que não colidam com seus objetivos principais e imediatos, salvar a própria existência dos europeus e dos euro descendentes ao redor do mundo.Tivemos um debate quente, mas apesar de tudo respeitoso, agredimos mutuamente alguns de nossos ideais, mas nunca as pessoas. As discussões devem sempre fazer parte da dinâmica do movimento, mas não devemos transpor fatos históricos já cobertos pelas brumas do tempo para a era presente, trazendo junto consigo ódios e preconceitos contra membros da nossa própria raça, pois é isto mesmo que o inimigo- interno e externo- mais querem. A imagem é a seguinte: se eu presenciar ou souber que um negro, ou mestiço, etc. cristão está a fazer mal ou a ameaçar algum europeu ateu ou pagão, não pensarei duas vezes em partir em auxílio ao segundo, pois com relação à isso, guardo sim um respeito e veneração enorme por meus ancestrais, principalmente por aqueles que deixaram a europa e se aventuraram numa terra selvagem e desconhecida, mas na minha crença, todos nascemos ateus, somos batizados ou iniciados numa fé, mas sorry, não acredito que deuses venham com o sangue, alíás sequer acredito em deuses, acredito num Deus Uno- é minha escolha, mas jamais será minha imposiçaõ para os outros – não a imponho nem aos meus quatro filhos, quanto mais a terceiros.
De resto Caturo, és um belo oponente no duelo das idéias, escreves bem, defendes com ardor seu ponto de vista, és sarcásttico como eu, but take it easy, quando se trata de combate identitário, estamos do mesmo lado, mal estamos misturando a farinha para fazer o bolo, quando o mesmo estiver pronto, com a cobertura e tudo mais, aí discutiremos a cereja.
Abraços identitários.

Comentar por Aldo Friederiksen

Ora bem…

Entronizar o “espirito da estirpe” como modelo imutável e fadado a definir o destino humano

Há sempre algum princípio ideológico tido como central e polar a querer definir o destino humano, seja o espírito da Estirpe, ou, para outros, o humanismo, os valores cristãos, o universalismo a todo o custo, enfim. Há pois que evitar denunciar as palas nos olhos do vizinho e não ver as dos seus…

lembra muito o endeusamento da história pelo modelo hegeliano, que serviu de armadura ideológica para todos os totalitarismos genocidas a posteriori,

Bem, a armadura, e mais, o motor ideológico da maior parte dos totalitarismos foi precisamente o do universalismo, nas suas várias versões: primeiro o Cristianismo, depois o Islão, a seguir a Esquerda comunista. Trata-se de algo que é inerente à própria mecânica do pensamento universalista, que passo a enunciar entre aspas:
«1 – Se todos os homens são iguais e, por isso, o que é bom para uns, é igualmente bom para outros,
2 – Se «nós» sabemos o que é bom para nós,
3 – Se temos o dever de iluminar todo o género humano, independentemente e acima das fronteiras raciais, étnicas, nacionais, familiares,
4 – Então temos de ir impor a toda a parte aquilo que é bom para nós, porque o que é bom para nós também é de certeza bom para os outros, mesmo que eles, os outros, não o saibam ou não o queiram, ou pretendam simplesmente viver em paz. Os outros ainda não sabem o que é bom para eles, mas a gente explica-lhes, quer eles queiram quer não, custe o que custar, porque o nosso bem é supremo e vale bem o sacrifício de algumas vidas.»

O universalismo moralista é pois o principal agente de opressão na História humana.

Alie-se isso a unanimidade da “Religião Nacinal”

Não se trata de unanimidade, mas sim de centralidade, de hierarquia de valores, de base estrutural da espiritualidade dum povo. A oficialidade da Religião não implica, ao contrário do que muitos pensam, a sua imposição ao indivíduo ou a supressão doutras religiões.

Criarão também seus inimigos do povo?

Para quê criar o que já existe e é causa da nossa movimentação política?…

Comentar por Caturo

Ó Caturo, ainda falas tu dos fundamentalistas semitas. Olha que não és muito diferente deles.

Comentar por Observador

A verdade é que o Vaticano se tem portado muito mal, em termos de iminvasão, subserviência, etc. Mas isso é um mal recente, posterior à 2ª G.M. Durante quase dois mil anos o cristianismo não foi isso, de todo.

Comentar por Robespierre

O Padreco supremo voltou a fazer das suas ao pedir perdão aos pretos pela escravatura

Olha, essa é que eu não sabia… mas também não me surpreende muito. Bate certo com o que se conhece do Cristianismo, que manda dar a outra face.

Mais um prego na crucificação não do cristo mas do homem branco.

Isso é só para quem acreditar que o papa ainda fala em nome da Europa… era o que mais faltava, até o diabo se ria…
Com papas e bolos se enganam os tolos.

Não é possível distinguir entre o vaticano e o Sos racismo.

Um deriva do outro. Ainda há dúvidas?

Comentar por Caturo

A oficialidade da religião diz respeito a sua apropriação pelo estado e o uso do monopólio da violencia por parte do mesmo para a homogeneização do pensamento- quanto mais o estado se mete na vida das pessoas, mais maligno se torna.Aliás caro Caturo, eu mesmo reconheço, que a pior coisa que aconteceu ao cristianismo foi sua cristalização junto ao estado romano por Constantino- que usou o aparato estatal para suprimir o paganismo. Portanto, ou é ingenuidade sua acreditar que ” a oficialidade da Religião não implica, ao contrário do que muitos pensam, a sua imposição ao indivíduo ou a supressão doutras religiões”, ou não enxergas as palas nos teus olhos.

Comentar por Aldo Friederiksen

Aldo Friederiksen, há uma diferença entre não aceitar e desprezar. Um ateu, ou um arreligioso, ou um cristão «de nascença», que pura e simplesmente não queiram saber dos Deuses dos seus ancestrais, não estão a cuspir em nada.

Não estão a cuspir em nada enquanto não disserem aquilo que você disse, que os referidos Deuses estão mortos. E você ainda não me respondeu com que critério é que declara o óbito das Divindades dos seus maiores, enquanto considera que o culto a um Judeu Morto é a única via religiosa possível do Ocidente. Isso seria mais ou menos como ver os seus netos a considerá-lo, a si, como um velho inútil e de apelido indigno, preferindo chamar «avô» a algum vizinho que não gostasse de si.

Quanto à comparação que faz com os meus ataques à fé cristã, não tem razão. E não tem razão por dois motivos:
– eu diferencio entre Cristianismo e cristãos, ou então não chamaria «camaradas» aos camaradas cristãos;
– a Cristandade é que tomou a postura ofensiva, não creio que alguma vez o agredido possa ser considerado igual ao agressor.

A propósito – o Aldo diz que a fé pagã foi «simplesmente apagada da História».
Mas apagada pelo quê? Apagou-se de repente, sem mais nem menos, como alguns cristãos querem fazer crer?
Não. Não se apagou. Foi apagada. E apagada pelo quê? Pela fé imperialista vinda do oriente, que usou a intimidação e o massacre para exterminar de vez as práticas pagãs, coisa que, aliás, nunca conseguiu fazer, por mais que diga que o seu Deus é omniptente. Na verdade, tiveram os cristãos de «negociar» não declaradamente com a Paganidade europeia, motivo pelo qual a religiosidade popular europeia tanto tem de pagão.

De resto, os Romanos foram geralmente demasiado ingénuos relativamente ao Cristianismo. Nunca houve sequer uma política oficial de perseguição aos cristãos. As perseguições eram esporádicas e deviam mais ao capricho deste ou daquele imperador do que do a uma directriz sistemática para eliminar a fé cristã.
Curiosamente, «a fé pessoal que é algo que simplesmente foi apagado da história» só foi apagada da História no Ocidente, onde os Romanos foram ingenuamente tolerantes… porque, onde quer que as autoridades pagãs tivessem sido mais prudentes e astutas, como no Japão e na China, onde quer que os cristãos não tivessem tido poder bélico para apagar o Paganismo, este não foi apagado… sintomático, de facto. Isto da História ser uma espécie de autoridade impessoal e justa tem muito que se lhe diga. Não há, afinal, a História como agente de si própria, mas sim agentes históricos com mais ou menos força.

Talvez para compensar isso, o Aldo evoca as matança sofridas pelos cristãos.
Sucede simplesmente que os Romanos estavam-se a defender contra a subversão cristã, pois que os primitivos cristãos faziam promessas de morte à tradição e ao modo de vida pagão, um pouco como muitos muçulmanos fazem agora à Europa que em má hora os acolhe. E, como mais tarde se comprovou, os romanos pagãos tinham toda a razão, pois que os cristãos, assim que tomaram o poder, resolveram pôr em prática a sua intolerância doutrinal e, acto contínuo, proibiram tudo o que fosse culto aos Deuses Nacionais, por vezes sob pena de morte.

Assim, se Portugal e todas as outras nações europeias foram educadas na Cristandade, tal deveu-se essencialmente a uma imposição, uma usurpação e um assassinato, não a uma evolução natural. Por isso, ao atacar a Cristandade em si, não estou a atacar aqueles que, pela força ou ignorância, dela fizeram parte.

Tem razão no que toca à opressão dos Judeus e às matanças cometidas pela Romanidade na Europa central e ocidental, e à escravização de povos em larga escala, mas tome nota que se tratou, em todos estes casos, de actos político-militares, não de acções religiosas, pelo que o Paganismo nada tem a ver com isto.

Já agora, vale a pena lembrar que se os cristãos medievais raramente escravizaram brancos europeus, foi porque, nessa altura, os Europeus estavam todos cristianizados. Não houve aí qualquer proteccionismo étnico da Europa, mas sim religioso circunstancial. Lembre, de qualquer modo, os Guanches, povo de raça branca das Canárias que sofreu um genocídio às mãos dos Espanhóis, católicos de todo.

Sobre a escravatura em particular, é de realçar que os primeiros impulsos para a criticar partiram de pagãos; e que, em contrapartida, o Novo Testamento a legitima. E que só foi abolida por uma Europa laica, no século XIX, depois de séculos e séculos de exploração esclavagista em plena pujança da fé católica.


Quanto ao Novo testamento aben~çoar a escravidãos- onde viste isto Caturo, qual passagem? Se estivesse a fala do Antigo vá lá, mas no Novo? Na boa, transcreva tal passagem se a encontrar, pois estou curioso.

Veja aqui uma série delas:
http://www.religioustolerance.org/sla_bibl2.htm

Saliento especialmente esta:
5 Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo;
6 Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus;
7 Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.
(Efésios)

Tivemos um debate quente, mas apesar de tudo respeitoso, agredimos mutuamente alguns de nossos ideais, mas nunca as pessoas.

Isto é que é essencial nas discussões.

mas na minha crença, todos nascemos ateus, somos batizados ou iniciados numa fé,

Pois na minha, não podemos ser considerados como unidades separadas da nossa ancestralidade, pelo que, à nascença, já fazemos parte duma cultura, e não há cultura sem Deuses, e os Deuses originais da nossa cultura eram os da Paganidade europeia. Por conseguinte, a ligação potencial a certas e determinadas Forças Divinas constitui uma herança natural de todo o Europeu, e desprezá-la em prol duma crença alienígena, ainda para mais imposta pela intolerância e pela intimidação, não me parece uma atitude identitária. Isto é bem diferente de impor seja o que for a alguém, sei bem que não é de esperar que alguém que foi educado numa determinada religião esteja pronto a dela abdicar, é humano e compreensível.

Saudações Etnicistas, seja como for. :)

Comentar por Caturo

Portanto, ou é ingenuidade sua acreditar que ” a oficialidade da Religião não implica, ao contrário do que muitos pensam, a sua imposição ao indivíduo ou a supressão doutras religiões”,

É pressa ou esquecimento seu ignorar que houve e há Estados com religião oficial onde esta não é imposta a todos.

http://en.wikipedia.org/wiki/State_religion

Comentar por Caturo

“a subida da Europa, de mero apêndice da Ásia ao maior Império que se tem notícia, presença nos cinco continentes, colonização maciça dos novos mundos (que poderá garantir a própria existência racial européia enquanto o velho continente comete suicídio demográfico)”

“Bom Kim, se é assim então é melhor achares uma loura e procurares um vale isolado numa cadeia montanhosa pouco acessível para dares continuidade a estirpe, porque significa que realmente a situação…..fodeu.”

Estou a ver que em vez de reconhecer o seu erro, prefere o mais facil para mostrar que tem razão, gozar um pouquinho a situação com a mania dos louros e isolamento.

Então aconselho-lhe um bom texto, que fala exactamente do que eu disse, que não é por os europeus estarem muito espalhados e em todos esses territórios haver imensas outras raças e mistura, que os europeus conseguirão preservar a sua identidade.

Leia o texto Expansão e Preservação Racial http://gladio.blogspot.com/2004/08/expanso-e-preservao-racial.html
Transcrevo os primeiros paragrafos:

“Parecerá absurdo ou exagerado dizer-se que a raça branca ou europeia tem recuado e tende a ser eliminada, sabendo-se que é ela que mais tem irradiado por todas as partes do globo. Realmente, a raça branca tem irradiado e conquistado por toda a parte; mas quanto mais irradia e conquista, tanto mais se adultera e desaparece!
Vai perdendo em pureza ou qualidade o que ganha em difusão; porque quanto mais se difunde, mais se mistura com outras raças afastadas que lhe acabam por adulterar completamente o seu tipo físico e mental.
Mais valeria ter-se difundido menos e conservado melhor a sua pureza ou tipo étnico; ”

“Este processo de desaparecimento da raça é tanto mais perigoso quanto é certo que actua por uma forma lenta que passa completamente desapercebida.”

Como lhe disse e volto a dizer, se a presença de europeus nos 5 continentes garante a existencia dos europeus então não temos de nos preocupar com a imigração na Europa, pois nos outros continentes os europeus ainda convivem com um muito maior número de não-europeus, imigrantes. O que você diz é um disparate pegado e por isso aconselho-o a ler o texto http://gladio.blogspot.com/2004/08/expanso-e-preservao-racial.html

espero que reconheça o problema

Comentar por Kim

“A luta que estamos a empreender agora até à vitória ou o amargo fim é, no seu sentido mais profundo, uma luta entre Cristo e Marx.”

Joseph Goebbels

“Jesus é a essência da nossa história…o Deus dos Europeus.”

Alfred Rosemberg

“Não tenho nada contra o cristianismo em si.”

Heinrich Himmler

Comentar por Robespierre

Caro Robspierre, pode referir as fontes dessas citações? Não que eu ponha em causa que esses homens tenham proferido tais afirmações, mas torna sempre mais credível para quem lê.

Comentar por arqueofuturista

Também eu fiquei indeciso em relação à citação que o Robespierre atribuiu a Alfred Rosenberg. Desde logo, porque Rosenberg, acolhendo a filosofia de Nietzsche fortemente anticristã, acusou o cristianismo de ser a causa da crise sofrida pela Alemanha do pós-guerra. Nas palavras do próprio, é na submissão às leis de uma religião decadente e acobardante que reside a decadência dos povos.

Comentar por Zéfiro

Kim, em nenhum momento no meu texto referi que vces ñ tenham que se preocupar com a imigração na Europa, senão sequer faria sentido eu participar das discussões deste site, só quis apontar, com sarcasmo (pelo que peço desculpas), a falha assustadora que os europeus originais tem em se reproduzir.As médias de nascimentos por todo o continente são ridículas, e mesmo se miscigenando menos que os eurodescendentes mundo afora, se não reverterem isso (e parece que somente a Rússia e os Bálticos estão tomando providencias) se tornarão minoria em seus próprios países, e ainda por cima uma minoria composta de anciâos.A Itália beira hoje um indíce de filhos por mulher de menos de 1,4 (isso somando o índice dos não brancos- o que é mais desesperador), a Alemanha 1,6 e assim vai.Por outro lado, a americana branca tem em média- 2,9, a argentina branca- 2,7, a sulafricana-2,6 (IIAE-2006) e a brasileira branca- 3,1(IBGE-2007). O que eu luto é pela preservação da raça branca em todos os continentes onde ela realizou sua obra civilizadora monumental e principalmente no seu berço chamado Europa.Uma civilização que não quer ter filhos é uma civilização que não ama seu passado, suas raízes e que não crê mais em seu futuro, que prefere definhar numa cama á arriscar-se.E eu me recuso a ouvir o réquiem que a modrnidade quer tocar, no epitáfio do meu túmulo que ao menos seja escrito- este não se curvou>
saudações identitárias do Brasil ainda não miscigenado.

Comentar por Aldo Friederiksen

Quê, citações de nacional-socialistas sobre o Cristianismo?…

Bem… só assim muito levemente,

http://answers.org/apologetics/hitquote.html

donde destaco a mais nítida:
Hitler, 1941:

O Nacional-Socialismo e a religião não podem existir juntos… O mais pesado golpe que alguma vez atingiu a humanidade foi a vinda do Cristianismo. O Bolchevismo é o filho ilegítimo do Cristianismo. Ambos são invenções do Judeu. A mentira deliberada em matéria de religião foi introduzida no mundo pelo Cristianismo… Que não se diga que o Cristianismo trouxe ao homem a vida da alma, porque tal evolução estava na ordem natural das coisas.»

Comentar por Caturo

Caro Caturo, perdoa-me a franqueza, mas acredito tanto nessas citações como acredito no Pai Natal ou mesmo em Deus(es). Já muita coisa foi atribuida a Hitler e na sua maior parte são falsidades ou deturpações maldosas, aliás, algo muito comum no que concerne a grandes vultos da História, ou mesmo a políticos de menor envergadura como o nosso presidente é exemplo quando pronunciou uma frase na altura em que era PM e que um jornalista manipulou e perdura como sendo algo que Cavaco disse realmente.

Se existem essas frases em que “demonstram” o anti-cristianismo de Hitler, existem milhentas outras que ligam o NS e mesmo Hitler a essa religião, basta procurar na net que não é difícil de encontrar.

Enfim, considero que não será essa a melhor via para desacreditar o cristianismo.

Comentar por arqueofuturista

Bem, a fonte parece credível, ou assim o pensou uma universidade com prestígio mundial como é a de Oxford.
Quanto às alegadas «milhentas outras (frases) que ligam o NS e mesmo Hitler ao Cristianismo», convém ver de que data são… porque, ao que tudo indica, Hitler foi-se tornando mais e mais hostil ao Cristianismo ao longo do tempo.

De qualquer modo, não era minha intenção desacreditar o Cristianismo por via destas citações, longe de mim tal ideia, não sou e nunca fui daqueles que acha que as palavras do «Tio» são só por si sagradas e, só por si, garantem a veracidade seja de que opinião for. Estava simplesmente a responder ao Robespierre, que, esse sim, veio aqui colocar citações de eminências ns sem mais quê nem para quê, talvez porque quisesse demonstrar que o NS até nem era nada anti-cristão.

Mas enfim, presumo que se lhe aplica a mesma resposta que me deste a mim, visto que, se não há provas para uma coisa, também não há para outra… certo?

Comentar por Caturo

De qualquer modo, mais do que qualquer citação de qualquer figura do NS, interessa aos identitários uma afirmação proferida pelo próprio papa (Pio XII) em 1941: «Espiritualmente, somos todos semitas».

Ora os Europeus conscientes e orgulhosos da sua identidade essencialmente indo-europeia (ou seja, todos os nacionalistas, racialistas e identitários da Europa) lá saberão se devem considerar-se «espiritualmente semitas»…

Comentar por Caturo

Amigo caturo, repara que coloquei, ainda que de forma polida, em causa as citações aqui deixadas pelo Robspierre.

Torna-se um exercício fútil dizer que o NS era ou não anti-cristão. Existima sectores e personalidades dirigentes dentro do partido NS que eram claramente hostis ao cristianismo (ateus e pagãos), outros que adaptaram o cristianismo (cristianismo positivo) e ainda outros que eram absolutamente cristãos. Desconheço absolutamente que Hitler tenha alguma vez proferido tiradas anti-cristãs, embora admita que até o possa ter feito em algum momento, mas sinceramente estou em crer que essas citações que a página em inglês apresenta são forjadas ou manipuladas. Basta recordar o livro pejado de mentiras demenciais que é o «Hitler disse-me», escrito e publicado na época, e que nenhum historiador, mesmo que anti-ns, se atreve a citar como fonte.

De resto, e não escondendo o meu ateísmo, sim, concordo que para mim basta a própria ideologia cristã para desacreditar o mesmo, e atenção, refiro-me apenas ao aspecto ideológico e não histórico.

Comentar por arqueofuturista

Amigo Caturo aconselho-te vivamente a tirar um curso de teologia Cristã , seja ele católico, ortodoxo, protestante ou evangélico e então falamos, ok?! É já não há paciência para o teu fundamentalismo pagão….intolerante, arrogante, reducionista e proselitista.

Estou de acordo na forma e na substância co o que escreve, e bem, O Aldo Friederiksen.

Miazuria

Comentar por Miazuria

Fundamentalismo pagão? Ó caro Miazuria, eu limito-me a apresentar factos, citações que se podem ler no Novo Testamento. Tu bem dizes que sou reducionista, mas quanto a apresentares a tua interpretação, está quieto.

Além disso, hás-de-me dizer onde é que neste discurso está a intolerância, a arrogância, etc…

Comentar por Caturo

Xiiiiiiiii, o “caro” Miazuria arreou uma cachaporrada de todo o tamanho na tola do “amigo” Caturo, de tal ordem que o Caturo ainda está com dificuldades em respirar.
Toma e embrulha.

Comentar por Abrileiro

Muito gosta a gentinha de provocar intrigas e de tentar virar os «inimigos» uns contra os outros, ehehehh… na falta de ideias ou argumentos, é assim… enfim, a necessidade aguça o engenho e quem não tem cão, caça com gato… :)

Comentar por Caturo

Camarada Caturo, não ligues ao Abrileiro, porque como o próprio pseudo indica é alguém que cristalizou no tempo mas que ainda está habituado às intriguices abrileiras da comunagem. O tipo não traz nada de novo ao debate, por isso é ignorá-lo.

Comentar por arqueofuturista

Não vim aqui para debater, só vim ver a bola, mas o que constato é que o Caturo ficou com o comentário do Miazuria atravessado.
Se me derem licença, vou continuar a visitá-los para ver como vai acabar este debate.

Comentar por Abrileiro

Atravessado como, se nenhuma afirmação ficou por rebater e tudo o que ficou no ar foi uma questão minha não respondida?

Comentar por Caturo

Ainda me mexo, Caturo, e vou responder-te em devido tempo….

Miazuria

Miguel Angelo Jardim

Comentar por Miazuria

Aguardo.

Comentar por Caturo

Eu também.

Comentar por Abrileiro

«Eu também»?

Ó Abrileiro, não me lixes, méne. Tu só aguardas é por uma hipótese de criar intriga e conflito, estás-te borrifando para o significado do que estamos a discutir, virem gajos como tu a sítios destes é como porem vizinhas alcoviteiras a assistir e a participar em debates universitários a respeito da administração romana na Ibéria entre os séculos II e III. Mas bem perdes tempo, que aqui deste lado o pessoal sabe separar as disputas ideológicas das camaradagens e das amizades.

Comentar por Caturo




Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s



%d bloggers like this: