Filosofia da responsabilidade
Abril 9, 2008, 9:49 pm
Filed under: Em foco, Europa

«A mentalidade evangélica (herdada do Novo Testamento e não do Antigo, puramente judeu), fundada sobre a auto culpabilização, o amor universal do género humano – com uma preferência pelo estrangeiro -, a negação da sua própria nação, impregna hoje todas as Igrejas cristãs, mas também, de forma laicizada, a maioria dos grupos de pressão, associações, sindicatos, meios de comunicação social, professores, partidos políticos, etc. Ainda que os intelectuais judaicos se tenham desde há muito tempo servido desta disposição de espírito para a acompanhar e acentuar, não a criaram em absoluto. Não foram os Judeus que introduziram o vírus do ódio a si próprio, da renúncia, do individualismo, nos Europeus. Nietzsche desenvolveu amplamente este ponto de vista, o qual foi sempre ocultado pelos seus panegiristas. Estes princípios foram inoculados pela moral do Novo Testamento, que não era judaica na sua essência, e que demorou vinte século antes de fazer sentir, após uma lenta incubação, os seus efeitos perversos (a ideologia do Amor); e, paradoxalmente após a destruição da Igreja católica tradicional que havia conservado os elementos fortes da mentalidade pagã.

Resumidamente, o espírito de abdicação, de abertura delirante ao Outro (mesmo sendo este agressivo e hostil), que enfraquece qualquer espírito de defesa e faz perder o bom senso, é talvez substancial ao espírito europeu, como uma parte negra do seu génio. Certos intelectuais judaicos podem ter activado este gene nefasto, mas não foram eles que o criaram certamente; e é provável que sem eles, ele ter-se-ia feito sentir do mesmo modo.»

Guillaume Faye. La nouvelle question juive. 2007