Fitna, o filme que Eles não queriam que se visse
Março 30, 2008, 9:11 pm
Filed under: Em foco

42 comentários so far
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visionário e corajoso.
Sem mais palavras.
Sei bem quem são os meus aliados neste combate contra as trevas.
Abençoado seja o Magdi Allam.

Miazuria

Comentar por Miazuria

É pena o grande público não ter acesso a este filme, seria muito importante, cabe-nos a nós divulgá-lo o mais e melhor que pudermos…

Comentar por Rui Paulino

http://www.petitiononline.com/wilders/petition.html

Abaixo-assinado por Geert Wilders – assinem e passem palavra.

Comentar por Caturo

Excelente!!!!!!

Comentar por accionidentitaria

mas eles entram cá por culpa de quem??? de acordo no desprezo pelo islão e por negróides, mas e os fdp dos traidores que os deixam entrar? e o judeu é o coitadinho? quiçá nosso aliado??? acho que não serve de muito estar a tirar água do barco quando o buraco permite que ela volte a entrar….e o nome do buraco acaba em ão, mas não começa por i!

Comentar por Anónimo

Caro anónimo, pode assinar ou somente utilizar um pseudo, sempre personaliza mais a mensagem.

No que concerne à sua observação, também pode escrever sem temer o quer que seja, ou seja, se considera o SIÃO como o inimigo principal é uma opinião e que pode ser discutida.

Pessoalmente considero que existem vários polos de destruição da nossa identidade, e não os hierarquizo entre principais e secundários. Mais, se tiver que apontar um inimigo principal desde logo começo pelos indivíduos que têm a nossa tez de pele, e até o mesmo sangue a correr nas veias.

Por outra parte, parece-me que o anónimo insinua que eu, ou os identitários, consideramos o judeu como nosso aliado. Ora, para mim e para os identitários o judeu é apenas um membro de um povo, que na mesma medida que os demais, tem direito a existir e a dispor de si mesmo. Se os judeus possuem um poder desmesurado ou uma influência exagerada na política e na economia mundial, também outros a têm (os islâmicos por exemplo!), mas isso só comprova como nós, europeus, estamos a perder a nossa força e poderio de outrora. Recorde sempre que as nações como as civilizações são primeiramente destruídas por dentro e só depois por fora. Culpar os judeus da nossa tragédia seria uma espécie de racismo invertido, isto é, seria considerar e reconhecer a superioridade dos judeus sobre os demais povos, incluindo nós próprios. Eu não alinho nisso.

Comentar por arqueofuturista

Antes de mais, só para dizer que, não sendo eu o anónimo, o anónimo toca em parte do problema. Não considero correcto que o tal “ão” seja exactamente “mais um como os outros”. Tem características religiosas e uma tradição política no confronto com os povos europeus muito “própria”. Não sendo o adversário principal (também não penso nesses termos…) é um adversário muito peculiar. Mas francamente, estou farto de pregar…siga a marcha.

Ao Miguel,

Não sei se o teu aliado é o Magdi Allam e aqueles como ele, mas o meu não é de certeza, porque é de alianças dessas que vai morrendo a Europa. Sobre a sua conversão ao catolicismo:

«The miracle of Christ’s resurrection reverberated through my soul, liberating it from the darkness in which the preaching of hatred and intolerance in the face of the “different,” uncritically condemned as “enemy,” were privileged over love and respect of “neighbor.”»

Aí está, novamente, a caixa de Pandora.

Também, o argumento de que o homem entrentanto se tornou um opositor do multiculturalismo é do ponto de vista nacionalista uma falácia e uma ratoeira, o único multiculturalismo que ele passou a rejeitar foi o que se relacionava com o Islão. Para estes sectores a ultrapassagem do multiculturalismo é o integracionismo e a aceitação dos «valores ocidentais», quando, de um ponto de vista nacionalista, a oposição ao multiculturalismo tem um significado completamente distinto.

Sobre o filme em concreto: a prima-dona que o realizou já veio amaldiçoar os racistas, os fascistas e, toda furiosa, a maluca até garantiu que jamais se sentaria ao pé do Le Pen, ao que parece:

«Je n’ai rien contre les individus ; l ‘islam s’en prend aux femmes, aux homosexuels ; moi, je ne suis pas raciste, jamais je n’irai au Parlement européen dans un groupe avec Le Pen, je ne sais quel fasciste roumain, ou le Van block belge»

Tss, Tss, nem o Vlaams escapou. Mas,calculo que do ponto de vista lusoidentitário, isto ainda seja mais uma vantagem, o gajo não só é sionista e anti-islâmico, como ainda por cima tem as medalhas todas do exército ocidental liberal e os desprezos perfeitos.

Ah…o filme, certo… toda a razão, o erro foi meu…não o vi. Por nada, simplesmente não me interessou o assunto.

Hasta, compañeros!

PS. Miguel, ainda tens o mesmo mail? queria falar contigo.

Comentar por Rodrigo

Rodrigo, as tuas impressões, são realmente peculiares e singulares, ou seja, quero com isto dizer que são muito próprias, que são tecidas desde um prisma pessoal, porque ainda está para vir alguém dizer neste blogue ou onde quer que seja que eu, neste espaço, ou noutro, ou os identitários de forma geral defendem o sionismo ou são/têm como aliados os sionistas.

Não que isso me incomode, pouco me interessa essa atribuição de intenções pueril, porque não tenho nada a provar a ninguém e o mesmo se aplica aos identitários, que não vivem amarrados a idolos ou a dogmas sejam eles quais forem. Se, inversamente, algumas pessoas ficam muito importunadas pelo facto dos identitários não viverem obcecados com o Protocolo dos Sábios de Sião ou com desmentidos permananetes de holocaustos, porque nós, identitários, estamos isso sim centrados no presente com os olhos no futuro, bom, tenho de dizer que esse não é problema nosso.

Se não andar paranoicamente a pregar aos ventos o «perigo da judiaria internacional» faz dos identitários sionistas, esse é um problema de quem acusa os identitários e não destes, já que pouco nos importa tamanho absurdo e preferimos colocar sempre os nossos primeiro que os outros. É como se nos acusassem de alcoólicos porque nos nossos artigos não nos referimos ao consumo de bebidas alcoólicas…

Pessoalmente prefiro adaptar politicamente (não falo do blog em particular) o discurso ao homem da rua, empregar a sua linguagem e não cair no terrível erro, que conta decénios, de andar a empaturrar os seus ouvidos com uma linguagem que lhe é abstracta e estranha.

Saudações Identitárias.

Comentar por arqueofuturista

As minhas impressões são, de facto, tecidas de um prisma pessoal, que é a única forma que conheço de alguém tecer opiniões. Se achas que são peculiares ou singulares, tudo bem, é bem possível que sejam, sim.

É absolutamente razoável vir “alguém” dizer o que os identitários defendem, tanto como virem os identitários dizer o que os outros defendem, sejam multiculturalistas, comunistas, islâmicos, ou qualquer outra coisa. Depois há frequentemente em todos os grupos uma zona do discurso em que aquilo que se diz dizer não é exactamente aquilo que outros notam ser dito. Mas isso poderá sempre ser um problema do receptor….

Sei bem que não tens nada a provar e acho que fazes um excelente trabalho nos blogs e sites em que participas.

Nunca li os Protocolos, e o Holocausto é proibido debater.

Não andar constantemente a pregar os «perigos da judiaria internacional» não faz, evidentemente, de ninguém um sionista.Da mesma forma que quem não anda a pregar os «perigos do islão» não é um filo-islâmico.

Por fim, acho muito bem que falem a linguagem do homem de rua, que anda preocupadíssimo da vida com a islamização do país, como todos sabemos.

Comentar por Rodrigo

Uma nota final, a ironia está apenas no último parágrafo :)

*aperto de mão… bom jogo*

Comentar por Rodrigo

Sim, Rodrigo, o meu e-mail ainda é o mesmo. Podes falar comigo quando e onde quiseres. Vou estar uns tempos em Portugal.

É pena que não tenhas visto o filme.

A minha conduta política nunca foi conduzida pelo ódio ao outro só porque este é diferente, ela, a conduta, tem o registo do desprezo e do combate a todos os que põem em perigo o meu estilo de vida e o do meu povo (cultural e civilizacional).
Mais: considero o “multiculturalismo” como uma falácia e um embuste semântico e ontológico.Não tenho nada contra o “multiculturalismo” no seio dos povos Europeus…..
O que eu não gosto mesmo e sem papas na língua é do multiracialismo e da mestiçagem, ambas destruidoras da biodiversidade e das diferenças étnicas.

E não ando obcecado com judeus, aliás, muito falam deles sem os conhecerem.

Saudações

Miazuria

Comentar por Miazuria

também não acho necessário andar sempre a malhar no judeu, aliás, nem se pode….mas concentrar todas as forças contra a mouraria quando os 1os são iguais ou piores não me parece justo, mais vale então ir à carga aos fdp da nossa raça, esses sim o principal inimigo, completamente de acordo

Comentar por Anónimo

Bem, já cá faltava a ladainha dos judeus-escondidos-atrás de cada canto-que-controlam-tudo-incluindo-o-trânsito-da-hora-de-ponta.
Bem, para iniciar o diálogo com o “anónimo”, depois de ter lido a sua críptica mensagem, só lhe peço o seguinte: demonstre que são os judeus os principais culpados pela imigração em massa na Europa.
Terá de fazer melhor do que repetir os chavões do costume:
-eles controlam as televisões
-eles controlam as rádios
-etc etc etc
São os judeus que colocam africanos nos botes?
Ou será as diferenças criadas pelo capitalismo internacional (controlado pelos judeus? Só se for em sonhos) que levam a tais movimentos populacionais?
E mesmo que fossem os judeus esfrega mãos a controlarem o mundo, com o intuito de sugarem a maior quantidade de ouro dos pobres gentios (que são burros e não vêem o esquema), não seria uma parvoíce fomentar a imigração em massa, que já se percebe que tem efeitos nefastos nas diversas comunidades Europeias?
Vamos por partes, para ver se o anónimo entende.
1) Os judeus controlam o mundo, obrigando os outros a misturarem-se, fomentando a imigração em massa, ao mesmo tempo que mantêm a sua identidade intacta.
2) Ao obrigarem os outros povos a misturarem-se, conseguem controla-los melhor, para ser mais fácil sugar o dinheiro
3) A imigração em massa dá cabo de qualquer comunidade, tornando-a numa Africa do Sul (é só uma questão de tempo). Pequenas mantas de retalho de condomínios fechados, campos de golfe com arame farpado à volta. Sai do comboio e vai a correr para casa…
4) Ora, se as diversas comunidades se transformam em Africas do Sul, não vão ser assim muito produtivas, em termos monetários. Menos crescimento económico, menos dinheiro para sugar.
5) Resumindo: os judeus ao fomentarem a imigração em massa estragam a sua fonte inesgotável de ouro.
6) Já não vão contentes, a esfregar as mãos no caminho para o banco.

O que me parece é que o anónimo tem

1) Inveja de não ser esperto como os judeus, tendo passado a sua juventude a ver desenhos animados e a pedir dinheiro para comprar pastilhas
2) Considera ler, aprender a tocar um instrumento musical, ouvir musica clássica, apreciar e comprar arte uma coisa de delicados. Coisas de judeus!
3) Não entende que a história muda.
4) Não percebe ponta do Islão, de Judaísmo e de Sionismo.
5) Não consegue escrever um parágrafo que se entenda.

Eu de facto estou aqui a ver muitos buracos. Como por exemplo, na sua cabeça, que é um grande vazio. E nos seus argumentos, bafientos e podres. Haja paciência.

Comentar por ciclista Völkish

Bom, eu ontem escrevi uma resposta a isso que, não sei porquê, não está publicada.

Comentar por Rodrigo

Quanto ao Magdi Allam, tem o Rodrigo inteira razão:
Não sei se o teu aliado é o Magdi Allam e aqueles como ele, mas o meu não é de certeza, porque é de alianças dessas que vai morrendo a Europa.
(…)Também, o argumento de que o homem entrentanto se tornou um opositor do multiculturalismo é do ponto de vista nacionalista uma falácia e uma ratoeira, o único multiculturalismo que ele passou a rejeitar foi o que se relacionava com o Islão. Para estes sectores a ultrapassagem do multiculturalismo é o integracionismo e a aceitação dos «valores ocidentais», quando, de um ponto de vista nacionalista, a oposição ao multiculturalismo tem um significado completamente distinto.

Agora, a respeito de Wilders, é pena que o camarada se deixe levar por rótulos e posicionamentos políticos que não têm directamente a ver com a questão. Valia a pena que conseguisse ser suficientemente objectivo para avaliar as acções e as palavras em si, caso a caso, em vez de rejeitar em bloco todo o pensamento deste ou daquele só porque tem este ou aquele lugar na política.

Já agora, tenho de dizer que no que toca ao tipo de «Sionismo» do holandês, ainda não lhe vi mácula.

E de tal modo o Rodrigo se afunda em rotulagens limitativas que até diz «Ah…o filme, certo… toda a razão, o erro foi meu…não o vi.»

Nunca foi tão bem e literalmente aplicado o dito popular «o mais cego é aquele que não quer ver.»

Comentar por Caturo

Culpar os judeus da nossa tragédia seria uma espécie de racismo invertido, isto é, seria considerar e reconhecer a superioridade dos judeus sobre os demais povos, incluindo nós próprios

E mais: é fazer o jogo dos judeus mais radicais e arrogantes – é apresentar-se a si mesmo como o bicho-papão. É verdade que os Judeus têm uma certa tradição de chauvinismo religiosamente afirmado. Para isso, têm de mostrar que são mundialmente odiados e perseguidos (odiados e orgulhosos…), assim o seu mito-força tem uma vitalidade acrescida, porque baseada em factos inegáveis.

Ora aceitar desempenhar o papel do anti-judeu é, além de fazer figura de parvo ao serviço da ideologia judaica, além disso, dizia, é também, e mais grave, anular o seu próprio eu para centrar a sua existência no outro, embora de forma negativa (o anti-).

Enfim, o Sionismo mais não é, ao fim ao cabo, do que o Nacionalismo judaico.
Ora, o que passamos todos a vida a dizer é que o Nacionalista não odeia os outros povos, simplesmente ama o seu e quer que os indivíduos dos outros povos sejam igualmente nacionalistas…

Em assim sendo, porque cargas de água é que se deve abrir uma excepção para os Judeus, não lhes reconhecendo o direito a serem nacionalistas?

O que fizeram, no fundo, os Judeus?

Deram forma religiosa ao que muitos outros povos também têm.

Efectivamente, todas ou quase todas as culturas humanas mostraram tendência para se considerarem superiores às demais: Chineses, Japoneses, Gregos, Romanos, Castelhanos, Franceses, Ingleses, Alemães, e também Portugueses, acreditaram ser ou os grandes civilizadores por excelência, ou os detentores da melhor forma de civilização, ou os mais nobres, etc.. A versão judaica desta atitude é considerarem-se o povo eleito por um Deus único, ou melhor do que os Outros.

O Judeu afirmou-se destarte com particular eficiência, pois nada bate a Religião; mas, por força das circunstâncias, essencialmente alheias à sua vontade (terem de fugir da sua terra não foi culpa sua), assumiram por vezes um modo de estar mais ou menos nómada, frequentemente de aparência parasitária (real ou não, isso é outra conversa), pelo que entraram mais em contacto com outros povos, vivendo entre eles. E, como se sabe, dois (ou mais) povos a viver debaixo do mesmo tecto, dá sarilho, é quase certo.

A solução parece-me simples: deixá-los ter o seu próprio país e metê-los lá todos. Não sei, não percebo, não concebo, como é que algum nacionalista pode opôr-se a isto e querer destruir Israel.

Comentar por Caturo

Rodrigo, de facto a opinião é sempre tecida de um prisma pessoal, nisso estamos de acordo, e mais isso adquire substância quando a pessoa tem uma opinião tão pessoal, tãi única, que escapa em absoluto à realidade e à verdade. Não quer isto dizer que seja o teu caso em particular.

Quanto a ser razoável algumas pessoas virem dizer isto ou aquilo dos identitários, enfim, eu não diria que é razoável, diria antes que é inveja e egoísmo que não poucas vezes resulta em difamação, tudo porque os identitários não seguem a cenoura e muito menos quem detém o pauzinho que segura essa. Por mim podem dizer o que quiserem, ainda que fosse de bom tom que quem critica fizesse mais e melhor, que quem diz mal realmente apontasse as falhas e não as inventasse. Mas como dizia alguém, digam mal ou bem, pouco importa, vão ter sempre de falar de nós.

Quanto ao trabalho que realizo nos blogues e sites em que participo, poucos por sinal, agradeço o elogio, mas não faço nada de mais, até porque o tempo disponível é escasso e a minha vida não é centrada neste mundo virtual.

Devo também referir que o meu blog sob forma alguma representa o pensamento identitário em Portugal. Honra-me estar na órbita identitária, mas o blog não é de todo um porta voz da CI. Em última instância representa a minha opinião ou a do Miguel sobre variadissimos assuntos.

Quanto à islamização do País, tu é que o dizes e não eu, pois no máximo terei referido o perigo da islamização da Europa, cada vez mais uma realidade e que só a mais nojenta estupidez pode negar.

O homem da rua não está de facto preocupado com a islamização do país, mas muito menos quer saber de sionismo/sião/judiaria internacional e outras teorias conspirativas demenciais.

esclareço que não fui absolutamente irónico, até porque não tenho muito esse hábito ou virtude, visto ser frontalmente directo.

Saudações Identitárias!

PS/ Não sei a que postal te referes não ter sido aqui publicado. Não te esqueças que a aprovação não é imediata.

Comentar por arqueofuturista

“quando os 1os são iguais ou piores não me parece justo”

Ora aqui está mais uma excelente afirmação. Prove que os judeus são, neste momento, “iguais ou piores” do que os muçulmanos.

Comentar por ciclista Völkish

Tive algum tempo a pensar se entrava, ou não, neste terreno pantanoso mas resolvi dar a minha, e só minha, opinião.

Não vejo necessidade em declarar-mos forçozamente a nossa simpatia ou antipatia, apoio, ou critica tanto ao islão como ao sionismo.
Acho estranho transportar-se conflitos “de fora” para a realidade europeia.
Como já foi dito acima pode alguém ser considerado pró-sionista, ou pró-islamista por não fazer da critica a estes o seu cavalo-de-batalha? Creio que não.

Outra coisa é mostrar rechaço à tentativa de imposição dos seus costumes que imigrantes de religião islâmica estão levando a cabo em sociedades europeias (França, Bélgica, Holanda, R.Unido são exemplo disso).
Assim como denunciar personalidades e colectivos de judeus que tentam influenciar governos e sociedades europeias,quer económicamente, quer por exemplo através de organizações, ditas, anti-racistas (por exemplo em França, Itália e Alemanha).
Para mim tão criticáveis uns como outros.

Assim como me parece estranho que a primeira visita de John McCain após ser nomeado candidato Repúblicano à presidência dos E.U. ter sido a Israel, também declaro estranheza que no seu périplo por bairros maiotitáriamente (alguns totalmente) de imigração, Luis Filipe Menezes tenha visitado na Quinta do Mocho uma mesquita.
Eu continuo fiél ao lema “Nem Sião, nem Islão”

Quanto ao filme, era o que faltava que por (mais uma vez) imposição de alógenos um europeu não pudesse manifestar a sua opinião sobre uma religião/ideologia, que é o que considero que Wilders fez, e não sei se todos estão cientes que a situação em algumas zonas da Holanda é de terra ocupada pelo islão.

Pronto ficou dada a minha opinião sobre o que se tem discutido em torno do filme.

Comentar por RGMateus

Caro Rolando, o terreno não é pantanoso para os identitários, que têm bem definida, como aliás bem fizeste aqui, a sua posição face a essas duas questões. Pantanoso é, isso sim, atribuir (falsas) intenções aos identitários, pantanoso e vergonhoso.

De resto, disseste tudo.

Saudações Identitárias.

Comentar por arqueofuturista

E, já agora, para comentar o filme. Sim, vi o filme, e agora os meus comentários:
1) não foi suficientemente forte. Poderia ter colocado mais Suras maravilha.
2) Quem não crítica o Islão ou mantém uma posição de indiferença em relação a este, está a ser muito, muito irresponsável. Principalmente se este alguém é da dita área preocupada com o destino dos povos Europeus.
3) Quem não leu o Corão, deve lê-lo. Está lá tudo, e não está aberto a interpretações, ao contrário da Bíblia ( já para evitar a ladaínha de que a bíblia também é violenta).

Se depois de ler o Corão, continuar a achar que não há qualquer coisa ali de ameaçador….

Comentar por ciclista Völkish

Tenho andado a tentar reconstruir a minha árvore genealógica e até agora já descobri nos meus antepassados (ainda vou nos meus bisavós) quatro apelidos cristão-novos. Será que estou bem aqui? É que ao ler alguns dos comentários me cheirou um bocado a enxofre, andam por aqui admiradores do mafarrico ou é só impressão minha?

Comentar por Ninguém

Este Ninguém é um maroto. Sim estás bem aqui. Quem gosta de musica clássica é bem vindo.
Nas palavras imortais de Jared Taylor, quando o Phil Donahue lhe pergunta: e então, Jared, os judeus, hã?
Resposta: they look white to me!
Aprofundando um pouco mais, se uma rapariga for a Israel pode andar de fato de banho na praia.

Comentar por ciclista Völkish

É de aproveitar para falar mal do Islão enquanto se pode, e expor os seus malefícios perante o maior número possível de pessoas, a alta velocidade, porque, recentemente, este direito fundamental começou a morrer nas Nações Unidas:
http://gladio.blogspot.com/2008/04/agonia-da-liberdade-de-expresso-devido.html

Divulgue-se a denúncia, não faltará muito para que a Lei esteja em cima de quem criticar o Islão, e, nessa altura, a hoste musla vai poder andar a divulgar a sua doutrina sem que se possa sequer contrabalançar as maravilhas (?) que sobre ela forem ditas com os aspectos negativos do credo de Mafoma.

Comentar por Caturo

Caro ciclista,
Essa de gostar de musica clássica tem que se lhe diga, o que não faltam aqui são comentadores que gostam desse tipo de musica
A bem da verdade, os cantares sefarditas (no qual incluo o cante alentejano), dizem-me muito mais que qualquer sinfonia de qualquer Wagner.

Comentar por Ninguém

Aqui, os manda-chuva não chateiam Ninguém por causa da alegada ou efectiva ligação a Judeus, creio.
De resto, os Judeus são caucasóides, e o que interessa é o veio central, ou seja, o Povo a que se pertence. Se o Ninguém for português, não há razão para que se incomode.

Agora, se o Ninguém estivesse noutros meios nacionalistas que por aí há, teria de dar provas, ai teria sim… gritar ódio aos Judeus em cada palavra, jurar pela mãezinha que tinha imensa vergonha do seu sangue judaico, afirmar todos os dias que Israel não tinha o direito de existir… e pronto, conseguiria ser tolerado.

De qualquer modo, faça o favor de se demarcar bem dos Identitários, que nós até perdemos o sono se agora os anti-sionistas do costume aproveitarem o seu comentário nº23 para mais uma vez «provarem» a nossa ligação à conspiração mundial judaica, livra!, abrenúncio!!…

Comentar por Caturo

Nãol achei o filme nada do outro mundo, pensava que, pela polémica que se gerou em volta dele, seria revelado algum segredo obscuro que os muslos não quisessem a descoberto…que parvoice…bem…andando…o filme não trouxe nada de novo, tudo o que lá está é a verdade, verdades ditas pelos próprios muçulmanos, radicais e moderados e “inocentes” também…ou não seria aquela menina de 3 anos inocente?!…pelo menos por agora…mas sim, a única coisa que me “chocou” – não é bem esta a palavra, pois eu até já sabia que isto acontecia – foi mesmo a menina de 3 anos a falar todas aquelas barbaridades, um discurso ensinado…ou já estará nos genes?!

Comentar por Shivafaa

Como refere o Caturo, ninguém irá chatear quem quer que seja pela suas ascendência. O Ninguém é nosso amigo e quero lá saber se na sua linhagem existem antepassados cristãos-novos, eu até sou ateu…

Agora essa do Ninguém não apreciar música clássica é que é um pecado. E incluir o cante alentejano nos cantares sefarditas é que não sei se está absolutamente certo, mas não discuto algo que não domino.

Porém, uma vez mais voltamos à roda viva dos purismos redutores. Ninguém, se as teorias racialistas de alguns é um erro grosseiro, também não deixa de ser interessante comprovar que o antirracismo é mais obsessivo que o próprio racismo e que o primeiro concede ainda mais importância ao factor racial que o segundo, visto que o primeiro procura de forma recorrente provar que “somos todos resultado de uma miscelânea étnica”.

Comentar por arqueofuturista

Caro Ninguém, bem me parecia que tinha o nariz muito grande! Ehehe!

Receba um abraço,

Diogo Canavarro.

Comentar por DC

Arqueo
A vossa sorte (!) é eu ser vosso amigo.
Quanto ao cante alentejano ser ou não um cantar sefardita, ora oiça lá http://ruadajudiaria.com/?p=574 e depois dê a sua opinião. (as minhas desculpas aos anti-sionistas de plantão pelo link)

Caturo
Palavra de honra que gosto de si mas tem de reconhecer que você é um tipo um bocado contraditório, umas vezes dá no cravo outras acerta na ferradura.

Diogo
Pois, já me tinham dito mas parece que além dos meus antepassados judaicos também tenho algum parentesco com o Pinóquio.

Finalmente, quero dizer que estou de acordo 100% com o comentário da Shivafaa que foi a unica que fez uma “critica” decente à obra em questão.

Um abraço a todos

Comentar por Ninguém

Caro Ninguém, pensei que me iria apresentar uma prova cabal e deparo-me com uma cabala, para não dizer cabalística opinião. Não vi qualquer similitude entre o cante alentejano e o cantar sefardita apresentado. Encontro semelhança isso sim entre o cântico ritualístisco católico, mas nunca com o cante alentejano.

Como venho referindo, mais forte do que a paranóia racialo-purista de alguns é a obsesão de outros em quererem provar que somos todos resultado de um grande caldo multi-étnico, só que os primeiros são apelidados de racistas e criminalizados e os segundos são vistos como progressistas e carregados ao colo pelo aparelho mediático.

Abraços e saudações Identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Caturo
Palavra de honra que gosto de si mas tem de reconhecer que você é um tipo um bocado contraditório, umas vezes dá no cravo outras acerta na ferradura.

Do que fala?

Comentar por Caturo

Quanto à semelhança entre o cantar alentejano e o sefardita, o Arqueofuturista já observou, e bem, a maior semelhança ainda entre esta música sefardita em concreto e os cânticos de igreja.

Mas há mais…

Primeiro, porque cargas de água é que quem faz estas comparações da música portuguesa com músicas não europeias (árabe e/ou judaica), partem sempre do princípio que a alegada semelhança verificada se deve a uma influência de não europeus sobre os Portugueses?

Porque será que, por exemplo, neste caso, não há-de ser o canto sefardita a ter origem no cantar alentejano? Já agora, como serão os outros cantares sefarditas, nomeadamente de Itália, da Palestina?

De resto, a música estrangeira mais parecida com o cantar alentejano que tenho ouvido é a dos cantares corsos, igualmente europeus do sul.

Comentar por Caturo

Quanto à musica, fique com a sua que eu fico com a minha.

Pelo que tenho lido ultimamente, parece que agora já não existem racistas em Portugal por isso, quanto ao 2º paragrafo do seu comentário/resposta, só estou de acordo consigo prá ai uns 50%, ou nem tanto.

Abraço e Saudações Judaico-Cónias! :-)

Comentar por Ninguém

Estimado Ninguém, a questão da música parece-me arrumada. A sugestão do autor do blog Rua da Judiaria parece-me absoolutamente infundada, que mais me parece um “wishfull thinking” que outra coisa.

Por outra parte, não se trata de ter deixado de existirem racista em Portugal, mas sim de constatar uma realidade. repare, quem é que nega a existência das raças, mas que está sempre com a palavra raça/racismo na bocarra porca senão a corja do SOS Racismo, essa pandilha de oportunistas desenvergonhados que mamam do dinheiro dos contribuintes através das subvenções estatais?

Abraço forte e saudações portuguesas!

Comentar por arqueofuturista

O ciclista Völkish tem imensa piada! E o Miazuria também.

Comentar por Robespierre

” Cantares sefarditas e tal…” Isso tem tanta relevância como desenhar mantas de cavalo para o meu pequeno pónei. É do mais rebuscado que há.

Comentar por Robespierre

Está bem feito este filme. Nunca esquecerei Beslam!

Comentar por Robespierre

Realmente há por aqui gente com muita piada, o Robespierre incluido.

Comentar por Observador

Quase chorei a rir com o primeiro comentário do ciclista…! Não, a sério, chorei mesmo a rir!

Infelizmente não vi o dito filme pelo qual tenho muita curiosidade. Talvez o Miazuria, ou o “frei Luis de Sousa”, ou o homem da Volta a Portugal mo arranjem.
Não sendo anti-muçulmano, pois até estaria trair amizades se o fosse, sou de facto contra a islamização da sociedade europeia. Quando nos impõe comportamentos como não festejr o Natal ou proibir festas de moros y cristianos “para não ofender as minorias”, isso arrepia-me. E contra isto podemos nós lutar, fazendo um trabalho constante e didático. Mas não temos, dem devemos, pregar a ideologia do ódio.
Também eu não compreendo esta paranóia anti-semita. Para mim, um judeu é um judeu, nada mais. Não é um bicho-papão, nem é um ricalhaço-sedento-de-dinheiro-que-esfrega-as-mão-com-a-perspectiva-de-poder-explorar-o-próximo. É apenas um tipo, e desde que não me chateie, não me chateia.
O Joshua Benoliel (a quem a nossa História recente tanto deve) era branco e Português. E judeu. E depois?
E a Daniela Ruah, também é judia. E depois? Olha, “e depois” é que, para mim, ele é uma moça com um aspecto muito simpático…

Ninguém, para além dos cantares sefarditas (recomendo-te ouvires Jordi Saval/Hespérion XXI), sempre podes ouvir Franz Lizt. Creio que também ele tinha origem judaica.

Abraço e divirtam-se

Comentar por Pippo

Ah, só mais uma coisa: eu próprio já cantei (fui “menino de coro”!) cantares sefarditas. Curiosamente eram todos em Castelhano ou, talvez, em Ladino, não em hebraico.
O mais provavel é que fossem os hispânicos a influenciar os judeus (e mouros) da Península do que o contrário. Quanto aos judeus não sei bem, mas os judeus sefarditas de Salónica falavam castelhano; quanto aos “mouros”, mas não nos podemos esquecer que grande parte deles eram, na verdade, muladin, convertidos. É só fazer as contas.

Comentar por Pippo




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