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Na era da mundialização, o liberalismo não se apresenta mais como uma ideologia, mas como um sistema mundial de produção e reprodução dos homens e das mercadorias, dominado pelo hipermoralismo dos direitos do homem. Esta dupla polaridade de economia e de moral representa o bloco central das ideias de uma modernidade que termina. Não se trata, por conseguinte, de recusar o liberalismo político aceitando ao mesmo tempo o liberalismo económico, como se faz à direita, ou de recusar o liberalismo económico aceitando ao mesmo tempo o liberalismo político, como o faz a esquerda. O liberalismo, em todos os seus aspectos, representa o inimigo principal de todos aqueles que trabalham pela sua superação.
Manifeste pour une renaissance européenne, G.R.E.C.E.
21 comentários so far
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Hahahahah muito giro Arqueofuturista, a diferença entre um negro norte-americano e um negro africano é na GORDURA hahahah hahahah hahahah hahahah
Comentar por Eldridge Cleaver Março 17, 2008 @ 1:13 am“”Não se trata, por conseguinte, de recusar o liberalismo político aceitando ao mesmo tempo o liberalismo económico, como se faz à direita, ou de recusar o liberalismo económico aceitando ao mesmo tempo o liberalismo político, como o faz a esquerda.””
Meu, uma sacada muito boa essa daí… Por isso que a vida inteira eu sempre me considerei “de centro” mas não sabia explicar por quê…
Comentar por Eldridge Cleaver Março 17, 2008 @ 1:31 amO liberalismo só passa a ser mau quando se torna apátrida. De resto, essa foto, no contexto da crítica ao liberalismo, costuma ter mais a ver com um ideário moralmente chantagista anti-capitalista de Esquerda do que com qualquer Nacionalismo.
Comentar por Caturo Março 17, 2008 @ 3:38 pmO liberalismo (ou demo-liberalismo?) “totalitário” (económico e político) é de facto o grande inimigo.
Comentar por RGMateus Março 17, 2008 @ 10:38 pmBem dito Arqueofuturista, infelizmente muita gente ainda vê no liberalismo a liberdade e emancipação do individualismo.
Comentar por Silvério Março 18, 2008 @ 12:53 amNão. O grande inimigo é o universalismo, quase sempre totalitário, especialmente na sua versão politicamente correcta.
Comentar por Caturo Março 18, 2008 @ 11:00 amAmigo Arqueofuturista:
Comentar por PEPIN Março 18, 2008 @ 2:53 pmDel tema que propones se pueden sacar muchas cosas: Lo primero la Homogeneización de la humanidad, el homo mcdonald, lo segundo que apuntas es la incongruencia del liberalismo politico y económico. Daría para sacar mucho de aquí…
Saludos
Caro amigo Caturo, o liberalismo é universalista!
E o nosso pior inimigo é a ausência da consciência da nossa própria identidade…. étnica, cultural e religiosa.
Saudações identitárias e abraço
Comentar por Miazuria Março 19, 2008 @ 6:48 amMiazuria (Miguel Angelo Jardim)
O saco é que o liberalismo também transmite a falsa idéia de que nenhum de nós precisa ter responsabilidade para com entidades como a família, a lei e a nação. O liberal é o tipo do cara que te aconselha a sair por aí fazendo porralouquices como se você não devesse obrigação nenhuma a nada ou a ninguém.
Vocês que são Europeus e pertencem a nações de verdade, vocês têm obrigações com suas nações. Eu entendo que a liberdade de cada um de vocês acaba onde começam as obrigações com suas nações, e o liberal quer convencer vocês do contrário.
Eu, que não pertenço a merda de nação nenhuma, até posso me dar ao luxo de sair por aí fazendo zoeira… Ou seja, o cara que é um bicho solto no espaço (tipo, o imigrante) esse é o típico seguidor do liberalismo mais depravado, porque se sente como não tendo obrigação com porra nenhuma, e o índivíduo vira o próprio retrato do Homo Ferus quando acha que não tem obrigação com coisa alguma.
Comentar por Olha o Bicho Março 19, 2008 @ 11:06 amMudamos de endereço.
Comentar por A.N.(A.) Março 19, 2008 @ 1:03 pmCumprimentos.
“Caro amigo Caturo, o liberalismo é universalista!”
Completamente de acordo.
Comentar por RGMateus Março 19, 2008 @ 9:58 pmNem mais K’mrd.
Comentar por Pinto Ribeiro Março 20, 2008 @ 8:48 pmE roubei-te a imagem fazendo, é claro, o link.
Abraço,
Camarada Miazuria, a maior parte do anti-liberalismo é igualmente universalista. O mal não está pois no Liberalismo em si, mas sim no Universalismo.
Quanto ao que o Cleaver diz, até não é mentira, mas do mesmo modo que se pode conceber um socialismo, ou até um comunismo, nacionalista, pode-se fazer o mesmo com o liberalismo.
Não que eu defenda o Liberalismo em si, atenção. Mas de certeza que o nosso maior inimigo não deriva dele.
Comentar por Caturo Março 21, 2008 @ 11:49 pmO Liberalismo entendido como o império da Lei, desde de que essa mesma Lei não seja somente fruto de interesses de legisladores corruptos, demagógicos e totalitários e sim derivada de princípios básicos que pautam a coexistência humana mesma; o Liberalismo como primado das instituições, derivadas da história dos povos, que se sobrepõem aos interesses provisórios de massas e maiorias manipuladas ou minorias influentes/ militantes; o Liberalismo como liberdade para o Indivíduo não ser submergido pela maré da dissolução demagógica, revolucionária ou populista, se afirmar como ente único e diferenciado, detentor de direitos e mais ainda de deveres para com seu povo (detesto a palvra sociedade).O liberalismo como liberdade de imprensa, de reunião e associação.Este liberalismo é aliado dos Povos, da Identidade, da luta pela Liberdade.Agora, o liberalismo multicultural, politicamente correto, demagógico/ midiático, materialista; é o maior cancro que corrói a humanidade nos dias de hoje. Em que princípio básico de humanidade se inscreve uma legislação que permite e facilita o aborto por parte de uma garota de 16 anos, mas a proíbe de por um piercing no nariz; que mande fechar o estabelecimento de um pobre quitandeiro portugues caso este deixe alguém acender um cigarro lá dentro, mas sequer molesta gangues de africanos a vender cocaína à luz do dia, pois o primeiro é “um porco branco capitalista explorador” , portanto sempre culpado, mesmo que se prove o contrário e os outros são categoricamente inocentes, por mais que as evidências em contrário brilhem com o fulgor do sol, pois são os “explorados”, com inimputabilidade nata. Tamb´´em o que dizer de instituições, quando estas se tornaram anacrônicas, verdadeiros covis mafiosos, onde compadrios, partidarismos e toda ordem de corporativismo as fizeram se desligar da sua própria raiz ontológica. Já não existem por causa do Povo, da Raça, da República, existem para si ou para submeterem os Povos aos Supergovernos, como o novo sovietismo da nojenta União Européia de Bruxelas, antítese mesmo do que seria um europeísmo.Falar em instituições neste contexto? Bah!E não jogo pedra só no telhado de vidro de vces irmãos europeus, o que dizer do governo???? de meu país, que trabalha descaradamente para uma instituição supranacional (o Foro de São Paulo) saudosa da ideologia genocida comunista, que patrocina o terrorismo, o tráfico de drogas e por tabela a violência que varre o país? Esse é o inimigo, ele está ao seu lado , Big Brother is watching you, e nada melhor para desviar sua atenção dele do que alardear um antiamericanismo e anticapitalismo , além do antisemitismo primários. Enquanto você berra na rua contra o imperialismo ianque, eles abrem a porta da sua casa para os explorados estuprarem e degolarem sua familia.Faça essa imagem em sua cabça toda vez que quiserem imputar o mal que fazem a terceiros (e olhem bem, que não considero americanos e israelenses santos, mas atribuir-lhes culpa do que está estampado na cara da canalha que nos governa e nos manipula é estupidez ad hoc).Já dizia o carniceiro Lenim em seu catecismo:- Culpem nossos inimigos pelo mal que nós fizemos e assumam os méritos do bem que eles fizeram.
Comentar por Aldo Friederiksen Março 29, 2008 @ 11:40 amCamarada Aldo, muito obrigado pela excelente intervenção, a qual subscrevo integralmente.
Melhores saudações identitárias para os identitários brasileiros.
Comentar por arqueofuturista Março 30, 2008 @ 9:16 pmBoa reflexão, camarada Aldo.Os meus parabéns…
Miazuria
Comentar por Miazuria Abril 3, 2008 @ 10:40 amEm cheio caro Aldo! Mesmo em cheio! O animal liberal acaba por ter uma “toca” organizada de uma forma tão previsível, que nem sei como não é possível desmascara-la de forma permanente. Os Humanos podem ser notavelmente evoluídos, não é? Mas o pior destes seres humanos, é que podem também ser uma uma espécie de “toupeiras”, a viver no “escuro” e pensar que são livres e serem “cegos” no meio de tanta clarividência, não é?
Comentar por osentinela Abril 8, 2008 @ 9:49 amCumprimentos.
Bem-vindo de volta Caro Sentinela, que há muito não tinhamos o prazer de o ler. Ânimo com o blog, não deixe morrer essa torre de vígia que é o seu blog.
Um abraço identitário e mantenha-se em contacto.
Comentar por arqueofuturista Abril 8, 2008 @ 9:05 pmProblemas com o acesso à internet, caro Arqueofuturista, tiram-me o tempo quase todo para estar on-line. Ou escrevo no blog e comento noutros ou leio apenas. Mas neste tempo todo, não perdi nem um artigo seu. Eu estou sempre presente, caro Arquefuturista. Mas daqui a algumas semanas vou voltar à carga.
Comentar por osentinela Abril 9, 2008 @ 3:37 pmCumprimentos.
Danke, e um abraço para todos
Comentar por Aldo Friederiksen Abril 12, 2008 @ 11:40 amlllleeegggaaalll
Comentar por maria caroline Julho 8, 2008 @ 11:50 am