Como se apanha um reles caluniador e agente provocador
Março 15, 2008, 2:01 pm
Filed under: Em foco, Hit Parade dos colaboracionistas

Considero sempre ser um exercício desprovido de interesse falar de quem carece de importância, de dimensão política ou cultural, enfim, de quem utiliza a falácia e a difamação intriguista como praxis regular e pelos mais diversos canais. Contudo, há momentos em que se torna incontornável renunciar a tal postura, particularmente quando a calúnia extravasa para outros âmbitos, para outros domínios, além fronteiras mesmo, entendendo-se aqui fronteiras nos sentidos literal e metafórico.

Alguns bons amigos advertiram-me que escrever sobre esta matéria é conceder importância a quem não têm em absoluto, outros alertaram-me mesmo para o facto de que tal criatura, isto é, aquela que doravante irei expor, ser um mero instrumento de outrem. Infelizmente, os meus amigos terão de me perdoar, pois não posso protelar mais esta denúncia. O animal de presépio, ou por outras palavras, esse gordo como uma vaca, estúpido como um burro, mas que gosta de se encobrir na pele de carneirinho, padece de uma obsessão, diga-se mesmo de uma tara maníaco-compulsiva em relação à minha pessoa em particular e para com os identitários de forma geral. Tamanha é a paranóia que o indivíduo colocou-me a mim e aos identitários no centro do seu miserável universo, fazendo girar toda a sua vidinha sem interesse em torno deste vosso escriba, erigido por ele à categoria do “principal identitário em Portugal”.

Os excertos que infra irei apresentar são retirados apenas e somente de um local internético, nomeadamente o Foro DisidenciaS, um fórum de debate político do Estado espanhol, onde convergem inúmeros militantes da chamada área nacional de Espanha e não apenas, entre os quais o roliço ogre, que tem por passatempo minar os camaradas espanhóis contra os identitários em geral e a Causa Identitária mais especificamente, num trabalhinho reles de deturpação, mentiras e muita falta de carácter, já que ética é para este tipo de gente uma palavra inexistente nos seus dicionários. Como nunca teci qualquer comentário em dito fórum, o Troll julgava-se livre e impune para ali destilar o seu veneno mais nojento, mas não estava…

Comecemos então por constatar que um não-identitário, ou melhor dizendo, um anti-identitário, arvora-se no direito de atribuir paternidade aos identitários e mesmo em definir quem é ou não identitário. Imagine-se um anticomunista definir quem são afinal os precursores do ideal comunista, referindo que, a título de exemplo, os comunistas do PCP não são na verdade comunista!

Ora atentemos nestas eruditas sentenças:

«os N-A consideram os identitários como nazi-kosher e racistas (filhos de Alexandre del Vale e de Guillaume Faye).

Infelizmente a palavra “identitário” foi usurpada por gente mal intencionada e actualmente já não significa “aquele que defende a identidade do seu povo”, sentido original do termo. Em Portugal temos tentado discutir menos e fazer mais, mas é difícil ignorar por vezes tantos disparates defendidos “pelos nossos”.»

N-A, para quem desconheça é referente aos nacional-anarquistas, uma corrente ultraminoritária que não passa do campo da teoria e que o nosso detractor diz-se ser o ideólogo em terras portuguesas.

Escreve a criatura, qual destacado membro do SOS Racismo, que os identitários são racistas. Mas se bem me recordo é este mesmo aldrabão que dizia-se líder de uma pseudo organização nacional-socialista ligada ao NSADAP/AO do mediático norte-americano Gerhard Lauck, a quem o racista arrependido enviava fotografias da claque sportinguista Juve Leo, referindo que as pessoas presentes nas fotografias eram membros da sua “organização” unipessoal…

Mais, o mentiroso compulsivo diz que “têm” tentado discutir menos e fazer mais, mas quem visitar as páginas de internet alimentadas pelo Quasimodo verificará que este não passa uma semana sem dirigir ataques aos identitários, mesmo não obtendo qualquer resposta pala parte destes últimos.

Como já acima aludi, este meu fã número 1 revela não ter espinha dorsal, caso contrário não tornaria público conversas que com ele mantive em tempos. Grave é, porém, a total manipulação que fez das minhas palavras, atribuindo-me afirmações que em caso algum fiz. O seguinte trecho é disso um exemplo claro:

«em algumas das discussões que tive com um identitário português o mesmo insistia que o Ramón era identitário, eu insistia que o Ramón era Nacional Socialista.. . para mim, e muitos outros em Portugal, ser identitário é ser um cavalo de Tróia do capitalismo ianque e do sionismo israelita, uma vez que alguns identitários portugueses – discípulos de Faye – indicam uns o ódio ao socialismo como parte integrante do nacionalismo, e o capitalismo e liberalismo um aliado “menos mau”, e o sionismo como “aliado nacionalista judeu” e, por fim, Israel como “modelo de Estado racialista a seguir”.»

O pulha deturpa a seu bel-prazer, mente descaradamente, já que nessa conversa referia-me ao facto do meu bom amigo Ramón Bau estar mais próximo ideologicamente das posições identitárias do que daquelas defendidas pelo meu interlocutor. Num artigo que em breve irei publicar ficará bem expresso quão certo eu estava.

Quanto às demais patacoadas pueris já o havia escrito neste mesmo blog, a ignorância combate-se, a estupidez ignora-se!

Continuemos a resenha de insultos e difamações proferidos por aquele que tem por hábito vitimizar-se (artimanha recorrente de todos aqueles que usam o ataque pessoal de forma despudorada):

«Os nossos identitários são muito maus, ou não serão os identitários todos assim?»

Tsss tssss, escreveste tu, grande javardo, que existem identitários portugueses que te merecem a maior consideração e num fórum estrangeiro apunhalas pelas costas…

«a questão da Turquia (e a TIR, embora ainda não legalmente registada – só temos personalidade jurídica desde 2006 – foi o primeiro grupo português a fazer uma manifestação contra a entrada da Turquia) para nós tem vindo a ser tratada de modo diferente:

Quando se fala de Europa actualmente não estamos a falar dos Estados raciais europeus, estamos a falar da União Europeia, uma vez que estamos a falar da UE a estratégia da TIR no que diz respeito à Turquia é simples: “Nós nem queremos Portugal nesta União Europeia, porque haveríamos de querer a Turquia? E os nacionalistas e o povo turco também não querem!”

Assim evitamos todas as questiusculas inúteis entre os racialismos nacionalistas e o ódio anti-Islão dos identitário-sionistas.»

Que chatice, andei este tempo todo equivocado, pois tinha a impressão que a primeira manifestação contra a entrada da Turquia na UE havia sido realizada a expensas da Frente Nacional…

Não deixa de ser importante questionar porque terá então a TIR organizado uma manif contra a entrada da Turquia na UE se a TIR é contra a própria UE? Não seria mais lógico manifestarem-se contra a permanência de Portugal na UE? Paradoxal no mínimo.

Envolto anda o moço nos mui recentes delírios nacional-anarquistas-comunistas-mas-do-MRPP-antifa-de-última-hora-e-assíduo-frequentador-do-fórum-da-comunidade-islâmica-em-Portugal, que até denúncia o seu glorioso passado como luminoso führer do NS luso, numa amálgama entre III Reich e identitários, conforme se pode ler nesta passagem:

«Nacional Socialismo: do Terceiro Reich ao Sionismo Branco… dava um belo título para um ensaio/artido/ estudo sobre a evolução do NS “identitário” aos identitários pró-sionistas e pró-Israel como Guillaume Faye…»

Adiante, referindo-se ao extraordinário jornal IdentidaD, escreveu o bolorento:

«Infelizmente sou incapaz de comprar revistas de extrema-direita, ainda por cima identitárias. ..»

O rapazola escreve “infelizmente”, ou seja, pressupõe-se que ele reconhece ser um infeliz por não poder comprar as publicações identitárias. Deixa lá, alguém oferece-te uma para continuares a alimentar o mito falso-proletário sem dinheiro para comer sequer.

Curioso foi ler nesse mesmo fórum o ardiloso bisbilhoteiro questionar os foristas sobre a presença de identitários de Espanha na II Conferência Internacional da CI. Reparem nas venenosas alusões ao PNR e Hammerskins…

«Sabem se alguém de Identidad vai vir à conferência internacional identitário-sionista com Tierra y Pueblo, Fabrice Robert, militantes do PNR/Hammerskins e os identitários espanhóis em Lisboa?»

Mais deplorável é, no entanto, o boneco fazer chantagem com Ramón Bau pelas posições deste serem coincidentes com as dos identitários, ora atente-se:

«Caro Ramón, já há alguns anos que mantemos contacto, este seu apoio aos identitários- kosher nacional-sionistas que promovem o ódio ao Islão deixa-me preocupado.. . o Islão é um aliado dos nacionalismos europeus há décadas, não é culpa dos muçulmanos que entram na Europa que tenham “cojones” e não deixem que o capitalismo sionista destrua a sua identidade, a culpa é de quem os deixou entrar – os políticos corruptos europeus, lacaios do capital.

Os identitários políticos já não são identitários – identitários reais sobram apenas os de NATION, todo o restante sucumbiu à besta sionista – inclusive os Tierra y Pueblo, são inimigos, esta revista “Identidad” parece-me muito suspeita, como surge? Quando surge? O que diz sobre o Islão é igual ao que os neo-cons e George Bush e até Aznar dizem, são mesmo diferentes? Há público para uma publicação alternativa disribuída assim em toda a Espanha? Se há porque não foi feito antes? Quem paga? Quem manda?»

Anedótico sem sombra de dúvidas, e absolutamente hilariante ver o difamador a lançar suspeitas sobre o jornal IdentidaD. Uma coisa é certa, os identitários não recebem fundos do Irão, nem mendigam nada a ninguém, muito menos à embaixada da Líbia!

Agora preparem-se, a que se segue bate todas as afirmações supra mencionadas:

«Outro problema com o atacar o Islão são os europeus (e arianos) que são muçulmanos, perguntei em tempos ao principal identitário português, fã de Alexandre del Valle e Guillaume Faye, se por exemplo o filho de Rudolf Hess fosse ariano e muçulmano… a resposta foi que não existem muçulmanos arianos e que não importa serem NS, filhos de NS ou nacionalistas, muçulmanos são para expulsar da Europa, é impossível ser muçulmano e europeu, têm obrigatoriamente que partir – certamente num verdadeiro genocídio ou holocausto promovido pelos identitários. ..»

A besta mentirosa entrou directamente para o panteão dos maiores aldrabões de sempre, pois a parte da promoção que me faz a principal identitário português, jamais e em caso algum lhe respondi aquilo que falsamente descreve. A religião é um assunto do foro particular. Embora me desagrade o Islão enquanto concepção do mundo, pelo seu carácter intolerante e totalitário, pouco me interessa se A ou X abraçam o Islão, desde que isso não condicione a minha forma de conceber vida e o mundo, desde que isso não ponha em causa os meus princípios primordiais.

O Islão assume-se para a Europa como um perigo, escusando-me a abordar exaustivamente esta matéria neste artigo, remetendo os leitores para outros artigos publicados neste blog ou para o blog Gladius.

«Os nacionalistas devem criticar os imigrantes que se comportam abusivamente, e não a sua religião, senão teriamos que ser também anti-pagãos e anti-cristãos já que quase todos os imigrantes africanos são animalistas (uma espécie de paganismo aos olhos da cristandade europeia) e cristãos, os nacionalistas europeus lidaram toda a vida com milhões de imigrantes africanos cristãos e nunca afirmaram que “o cristianismo está a invadir a Europa” (certo, alguns… mas poucos e marginalmente), milhares de imigrantes chineses imigram para a Europa, os nacionalistas não gritam que “o taoismo está a invador a Europa”, temos milhares de eslavos a emigrar, contudo “o ortodoxismo está a invadir a Europa” também nunca foi utilizado… porque é que tratando-se de magrebinos, marroquinos, turcos, líbios, etc. alguns nacionalistas optam por gritar “o Islão está a invadir a Europa”?»

Os nacionalistas não estão contra os imigrantes mas sim contra o processo imigracionista que visa apenas a mão-de-obra barata e novos consumidores, por sinal sobejamente ávidos. Ninguém é contra outrem por motivos religiosos, senão quando existe uma acção concertada por parte de prosélitos de uma dada religião em converter os demais à sua religião.

Devo também fazer um reparo, nomeadamente sobre os imigrantes africanos que poderão ser eventualmente animistas e não “animalistas”, estúpido!

«Esse discurso “identitário” de ódio ao Islão só serviu para prejudicar Le Pen, que perdeu os votos para Sarkozy. Aliás, os identitários apoiaram listas alternativas que concorreram contra a FN de Le Pen (como Nissa Rebela) juntamente com neo-cons como o MPF de de Villiers e o MNR de Megret.»

Assim não! Ora os identitários são de extrema-direita, ora são já contra a extrema-direita, a não ser que Le Pen e o FN não sejam agora, circunstancialmente e oportunisticamente, de extrema-direita!? Decide-te ignara criatura.

Cereja em cima do bolo, rufam os tambores, e leiam isto:

«Caro Ramón, todos nós desde MNSA e CEI em Espanha fomos identitários quando isso significava a defesa da identidade dos povos, actualmente a corrente política identitária que ROUBOU esse nome apenas para si promove o ódio aos não-europeus e defendem o sionismo e Israel, os USA e os neo-cons como aliados “naturais” dos nacionalistas na defesa do “Ocidente”.»

O subnormal foi identitário! Já não é, se bem que ele próprio não saiba bem o que é na verdade, mas uma coisa é certa, parafraseando Nietzsche, o que não é carne nem peixe não presta!

Os identitários são pró-Israel porque não vivem obcecados com a luta entre irmãos que tem lugar no longínquo Médio Oriente? Os identitários são sionistas porque não denunciam o sionismo, essa corrente nacionalista judaica que não exerce o menor interesse para o nosso povo e que lhe é absolutamente abstracta e indiferente? Por esta ordem de ideias, como os identitários também não se mostram particularmente empenhados na denúncia do tabagismo, logo, devemos ter uma parceria com a Tabaqueira… Haja paciência para com a ignorância.

«”Israel bastião de defesa do Ocidente”? Nunca, jamais. Prefiro deixar de comer cerdo e de mudar o meu nome para Abdul Husseini Nasser e memorizar o Corão a admitir tal disparate.»

Uma sugestão, não comas mais “cerdo” sob o risco de sofreres um enfarte do miocárdio, porque quanto a semelhanças com um porco essas são já inegáveis. Muda lá de nome, mas olha que Nasser, sim esse mesmo pseudónimo que utilizas no fórum da Comunidade Islâmica, não é do agrado dos teus amigos da Al Qaeda, essa organização que tanto glorificas pelos seus nobres actos de coragem, aquela mesma coragem que te falta, por sinal. Apanha o primeiro voo para Meca e não voltes.

«Existem mais imigrantes que polícias e militares na Europa… como os expulsaremos? De resto, já não sou racista há algum tempo, por mim os muçulmanos podem permanecer em Europa caso respeitem as nossas pátrias e costumes, sugiro uma solução comunitária, “nacional-anarquist a”. De resto, eu próprio convivo com a comunidade muçulmana portuguesa (tanto a sunita como a xiita) e o Islão é a religião com que mais me identifico»

Claro que existem mais imigrantes que polícias, bem sabemos disso tanto na Margem sul como na Linha de Sintra, mas não será com campanhas ao estilo “todos diferentes, todos patriotas” que se resolve a fractura étnica, social e cultural causada pelo imigracionismo.

De resto, e para que não restem dúvidas, eis que o roliço ganhou um lugar no Hit Parade dos Colaboracionistas com esta confissão.

«Recuerdo que el concepto NB hablaba de “ni racismo ni anti-racismo, simplemente diferencia”.
Esa diferencia es precisamente la que terminan odiando los etno-identitarios, al despreciar todo lo que no consideran como “suyo”.
También se defendía que en el binomio “sangre y suelo” tenía mayor peso el “suelo” que la “sangre”, marcando la supremacía del hecho histórico y político sobre el racial, sin que ello supusiera un desprecio de este, si no una jerarquía de lo que es importante.
La desviación identitaria etnicista ha ensuciado todos los conceptos, y su discurso termina absolviendo al culpable y criminalizando al que no lo es.
No tiene nada de antisistema, no toca ni una sola raíz del mismo, al contrario lo fortalece, no solo porque desvía la atención sobre las verdaderas causas de los problemas, si no porque finalmente acaba por defender los mismos intereses de este.»

O tipo julga-se poliglota, mas sejamos realistas, tem um castelhano que dá asco. Ramón Bau responde por mim:

Que mania con asumir los conceptos del sistema de que ‘identitaro’ es ‘despreciar al otro’…..

Se combate al ‘otro’ que viene a tu casa y trata de eliminar o cambiar tu identidad, pero se admira, se desea, se defiende, al ‘otro’ en su identidad en su terreno.
‘criminalizar’ al otro… ?¿ tipico de lo que dice la propaganda del sistema… al reves, el identitario defiende al islam y a lo africano, en su tierra. Precisamente niega el error globalizador de imponer ‘nuestra’ cultura alli, es anti colonialista, es anti imperialista, es anti globalizador.
Por otro lado eso de que el Sistema no lo atacamos… pues el sistema CRIMINALIZA al identitario, ha dictado leyes contra la defensa de la identidad, odia la identidad y la diferencia .

En fin, que eso de ‘ni racismo ni anti racismo, simplemente diferencia’ es decir: “No al anti racismo, si al racismo o sea a la diferencia’. .. pero como ‘racismo’ suena a xenofobia y a ilegalidad, tratan de evitar esa palabra…. miedo al sistema y a sus conceptos… . acaban apoyando a la ‘democraia’ porque esa palabra esta bien promovida por el sistema…
Cobardia por plegarse al vocabulario y conceptos de la propaganda del sistema!!! eso es lo que hay.

Muito mais poderia escrever sobre este figurão, desde as suas reles e abjectas actuações nos diversos fóruns antifas, onde não por poucas vezes publicou sob disfarce o meu nome e referências a este blog, ou às suas permanentes campanhas difamatórias que exerce, em tantas quanto pode, caixas de comentários de blogues.

Com isto, pretendo apenas pôr a descoberto como actua este mastronço, para que os mais incautos saibam que o discurso de vitimização por ele perpetuamente empregue é apenas um manto para encobrir a sua verdadeira face de caluniador profissional.

Desta forma, quero dizer que pela minha parte tal escroque tem apenas o meu eterno desprezo e no máximo um sorriso irónico e um abanar de cabeça pela pena que me dá uma infeliz existência tão desprovida de interesse. Um study case por certo, mas não serei eu a debruçar-me mais sobre ele, já que por certo é um caso de foro psiquiátrico, para o qual não estou seguramente habilitado a acompanhar.

Ah, por olvido não nomei quem é o seboso que aqui referi nesta exposição, mas enfim, já todos devem ter-se apercebido quem ele é e poupam-me o teclado.


21 comentários so far
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Poxa, Arqueofuturista, lamento muito o que aconteceu. Esses caras que fazem essas coisas precisam, como dizem os Norte-Americanos, “obter uma vida”.

Esses caras que defendem o Islamismo só podem ser mesmo inimigos ou muito ignorantes. Ou uns brutos onanistas, já que em países onde um homem tem o direito de ter 4 mulheres, obrigatoriamente 75% dos homens está condeando a passar o resto da vida tocando pívias, o que já é motivo suficiente para jogarmos umas bombas nucleares naquelas merdas, até mesmo como expediente para acabar com o sofrimento daquelas pobres pessoas. Onde já se viu.

Eu defendo o estado de Israel até o fim. Bob Marley, além de negro era judeu, falou? Esses negões que se convertem ao Islamismo não sabem de porra nenhuma. Os árabes têm 17 países só para eles e já é terra demais, por isso pé na bunda dos palestinos para fora de Israel mano.

Comentar por Eldridge Cleaver

A dos «animalistas» também me fez soltar uma boa gargalhada. De facto eles são uns grandes animais!…

«Existem mais imigrantes que polícias e militares na Europa… como os expulsaremos?»

Quantos guerrilheiros havia em Angola e quantos colonos brancos? E a coisa fez-se, não fez?

Comentar por NC

e a TIR, embora ainda não legalmente registada – só temos personalidade jurídica desde 2006 – foi o primeiro grupo português a fazer uma manifestação contra a entrada da Turquia

Quando é que isso aconteceu? Ahahahahh… a única manifestação contra a entrada da Turquia na U.E. foi feita pelo PNR.

Comentar por Caturo

También se defendía que en el binomio “sangre y suelo” tenía mayor peso el “suelo” que la “sangre”, marcando la supremacía del hecho histórico y político sobre el racial, sin que ello supusiera un desprecio de este, si no una jerarquía de lo que es importante.

Quem acha que o solo é mais importante do que o sangue, não é sequer nacionalista mas sim patriota. Não faz falta nenhuma às fileiras nacionalistas, pelo contrário, só serve para criar confusões doutrinárias.

Comentar por Caturo

De resto, e para que não restem dúvidas, eis que o roliço ganhou um lugar no Hit Parade dos Colaboracionistas com esta confissão.

Já a tinha feito há muito tempo, quando no Fórum Nacional chegou ao ponto de afirmar que de boa vontade se voltaria contra a Europa, em caso de guerra, se esta estivesse ao lado dos Judeus contra os muçulmanos.

Isto não é, nunca foi, um nacionalista, mas sim um anti-sionista. Ora um dos princípios essenciais do Nacionalismo consiste em deixar bem claro que a doutrina nacionalista não é definida como anti-algo, mas sim como pró-algo – não é pois anti-outro mas sim pró-nós. Por conseguinte, quem faz da sua vida um projecto dirigido contra os Judeus, e está disposto a tudo sacrificar em nome de tal ódio, até mesmo a sagrada lealdade ao seu sangue, não pode, sob prisma algum, ser considerado nacionalista.

Não sei, não percebo, não concebo, como pode haver dúvidas a este respeito. Só a falta de preparação ideológica – que se faz pela reflexão lógica, não pela simples, maciça e ovina leitura de livros – é que pode ter permitido que durante muito tempo o Nacionalismo fosse um albergue espanhol, onde cabia tudo o que fosse «anti-sistema» e «conservador». Esse tempo já lá vai, ou se não vai tem de ir, a todo o custo, porque só faz parte das nossas fileiras quem põe a Estirpe no topo da sua escala de valores.

Comentar por Caturo

Esse discurso “identitário” de ódio ao Islão só serviu para prejudicar Le Pen, que perdeu os votos para Sarkozy.

Estupidez, ou aldrabice, pura. Sarkozy tinha mais fama de ser anti-islâmico do que Le Pen, além de que Sarkozy é muito mais aliado dos EUA, dos neo-cons, do que Le Pen… logo aqui se vê que a arenga do indivíduo aqui criticado não tem coerência.

Comentar por Caturo

milhares de imigrantes chineses imigram para a Europa, os nacionalistas não gritam que “o taoismo está a invador a Europa”, temos milhares de eslavos a emigrar, contudo “o ortodoxismo está a invadir a Europa” também nunca foi utilizado… porque é que tratando-se de magrebinos, marroquinos, turcos, líbios, etc. alguns nacionalistas optam por gritar “o Islão está a invadir a Europa”?»

Porque nem o Animismo, nem qualquer Paganismo, nem o Cristianismo Ortodoxo, nem o Taoísmo, tem a mesma postura que o Islão. É «só» por isso.
Não se vêem manifestações de animistas, de ortodoxos, de taoístas ou de budistas a exigir a morte de caricaturistas, ou a ameaçar o Ocidente, ou a exigir a censura de jornais, de livros, de filmes.
Não há multidões nos países animistas, ortodoxos, taoístas ou budistas a queimar embaixadas só porque em cascos de rolha alguém desenhou uma caricatura dum profeta de há mil e quatrocentos anos.
Não há terroristas animistas, ortodoxos, taoístas ou budistas a pôr bombas em estações ferroviárias, em comboios, em autocarros, em metros. Não há.

São só essas as diferenças, coisa pouca, meia dúzia de ninharias, para quem é estupidamente autista e aprova acções terroristas contra inocentes. Aliás, o sujeito em questão até faz suas as palavras dos apoiantes do terrorismo, ao negar a inocência dos civis ocidentais que morrem nos atentados bombistas, «argumentando» que foram eles que votaram em Bush ou em governos que apoiam Bush. Está tudo dito quando ao quilate «nacionalista» do sujeito. É dum ridículo atroz continuar a considerá-lo como parte do «Movimento», só porque o fulano manda bocas ao capitalismo, já basta de parvoíce e de falta de lógica nas fileiras nacionalistas, que fique fora da carroça quem não tem bilhete.

Comentar por Caturo

Acresce que o Islão tem uma agenda de conquista mundial, afirmada diversas vezes por vários dos seus clérigos que vivem em sociedades ocidentais e têm o atrevimento de pregar o ódio ao Ocidente mesmo em mesquitas estacionadas em solo europeu e americano. Não se vê nada disso, pelo menos com essa força e agressividade, nas fileiras ortodoxas, e, claro, muito menos entre os animistas (muitos dos quais são chacinados em Darfur pelos amigos muçulmanos do dito sujeito…) ou entre os taoístas.

Comentar por Caturo

Hinduísmo, Budismo e Taoísmo não pregam “guerra santa” (como o Corão diz, “combata-os até que se convertam”) e o Hinduísmo sequer é proselitista. Os Hindus dizem que só se pode ser Hindu por nascimento, e não por conversão. As únicas correntes do Hiduísmo que fazem proselitismo são a Consciência de Krishna e a Teosofia, mas esta é uma religião civilizada e aquela, um bando de malucos.

Quanto ao animalismo africano, a Europa não pode ser por ele invadida, porque os Europeus já dispõe do paganismo Indo-Europeu, que anula qualquer interesse por paganismos “rivais”.

O Islão quer fazer as pessoas acreditarem que é tolerante com as outras religiões, mas isso é uma falácia. Em países fundamentalistas, quem não é muçulmano tem que pagar o imposto do infiel… Obviamente os mais pobres são forçados a se converterem ao Islamismo porque não têm dinheiro para pagar o imposto. Assim tem sido em toda a história da expansão islâmica, entram num país, fazem a maioria da população se converter por falta de dinheiro para pagar o imposto do infiel, e só os muito ricos podem se dar ao luxo de permanecerem judeus, zoroástricos, cristãos, Hindus, etc.

Quero ver os Europeus obrigando os muçulmanos a pagar imposto também… Aí eles gritariam que estariam sendo discriminados.

Eu digo e repito: O islamismo é uma merda porque defende a poligamia. Se um homem tem o direito a ter 4 mulheres, 3 homens mais pobres vão ficar a bater pívias pelo resto da vida. Não é por outra razão que o islamismo promete 72 virgens no céu para esses infelizes. A vida no islamismo é tão ruim que eles preferem morrer como homens-bomba do que suportar uma vida inteira sob aquele regime religioso horrível.

É um ato de caridade invadir países islâmicos e matar xeques e imãs. Os árabes, turcos e iranianos precisam de JESUS CRISTO.

Comentar por Eldridge Cleaver

Este porcalhão já levava era na tromba por todas as intrigas que lançou no meio nacionalista. É irradiá-lo quanto antes.

Comentar por Odeio esse gordo

Realmente é preciso ter uma grande cara podre para andar a fazer-se de vitima e depois vem-se a saber que anda a meter veneno aqui e ali contra estes e aqueles.
Este tipo de atitudes só demonstram a personalidade de quem as pratica.
Caro Arqueofuturista, é não mesmo isso que escreves, desprezo para com esta gente que nada de bom faz pelo nosso ideal e que só andam nisto para serem falados.

Comentar por Fonseca

Há anos que ando a dizer para se espancar o gajo mas ninguém me ouve. Só levou umas peras há uns anitos mas foi coisa pouca, só serviram para desaparecer uns meses. Comigo esse gajo era para acabar.

Tenho dito.

Comentar por O Incompreendido de Rammallah

“”Caro Arqueofuturista, é não mesmo isso que escreves, desprezo para com esta gente que nada de bom faz pelo nosso ideal e que só andam nisto para serem falados.””

Concordo contigo, apesar de eu ser branco, não movo uma palha por identitários, nacional-socialistas, racialistas, ou qualquer que seja o nome que usem: Motivo: Quero distância de Ku-Klux-Klans norte-americanos e nordicistas de merda ignorantes que acham que os imigrantes italianos e alemães automaticamente viraram pretos quanto cruzaram a linha do equador num navio a caminho do Brasil, como que por um encanto ou coisa do tipo. Cansei de falar um milhão de vezes para uns gringo-americanos filhos da puta (que eu conheci em outro site) que eu sou branco, botei minhas fotos no site, falei da origem da minha família e tudo, e os filhos da puta continuaram me chamando de “HISPÂNICO” no mau sentido da palavra Hispânico. Um dia resolvi mandá-los todos levar no cu e passei a usar nickname de negão estuprador mesmo. Fodam-se todos. Acho que essa porra de “defender a raça branca” é muito mais uma coisa ligada a defender os privilégios de uma elite do que defender os brancos propriamente ditos. Para certo tipo de “White Power” Norte-Americano um filhote de Índio lá no meio das Dakotas com muito dinheiro é branco, mas os Kalash do Paquistão que tomem no toba, né? Não dá para levar a sério um norte-americano de merda que fala em “one drop rule” quando todo mundo sabe que 1/3 daqueles cachorros Anglo-Saxônicos fedorentos norte americanos tem sangue negro misturado. Hispânico é a puta que pariu aqueles gringos, cambada de nego burro que acha que brasileiro fala espanhol e ainda se dá à pachorra de querer ditar a raça de uma pessoa só pelos números de IP.

Quanto a outros babacas na internet, podem me chamar de “preto” ou de “índio” ou de “macaco” à vontade, eu já vi muitos espanhóis e sei que sou mais branco do que todos eles, e o que vem de baixo não me atinge. Eu até que queria ter nascido preto mesmo, pelo menos eu poderia estar comendo qualquer mulher sem ninguém para me chamar de fracassado. Vocês que estão aí nas “Oropas” não sabem a sensação de fracasso que é ser branco e só mulher preta ter interesse por você porque as brancas preferem um crioulo com dinheiro a um branco pobre. Hoje em dia é muito melhor ser preto do que ser branco.

Comentar por Eldridge Cleaver

Para o Cara que escreveu “Odeio esse gordo”

Se bobiar esse caluniador aí de quem vocês estão falando deve ser norte-americano, os fracassados não conseguem comer mulher a vida inteira e por isso descontam tudo no McDonalds.

Eu não queria imigrar para os Estados Unidos nem que me pagassem “muitos dóla”. Benza-o Deus.

Comentar por Eldridge Cleaver

Nêgo às vezes fala as coisas de birrinha, sabe? Por exemplo, tem um Romeno e um Húngaro, o Romeno diz, “odeio Turco”, mas aí como o Húngaro não gosta do Romeno e quer fazer birrinha, ele diz: “Pois eu prefiro a Turquia na União Européia à Moldávia”… Acho que é por aí. Não que eu esteja querendo defender o cara, mas a verdade é que rola muita birrinha. Até alguns Bascos, se bobiar, têm mais simpatia pelas Arábias do que pela própria Península Ibérica.

O foda é que a Europa está muito dividida por essas birrinhas, vocês sacam?

Comentar por Eldridge Cleaver

Incompreendido de Rammallah, não é preciso espancar ninguém, basta apenas que seja do conhecimento de todos quem é a peça. Posso dizer que ele não perdeu tempo em vitimizar-se de novo, tanto no foro Disidencias como num grupo de discussão da Yahoo dedicado aos nacional-anarquistas, mas nem num nem noutro espaço internético lhe concederam qualquer importância, mesmo que ele tenha escrito nesse último fórum que eu ataquei os NA e que apenas o ataco por ser gordo…

Posto a nu o escroque, ainda que outras coisas mais graves tenham ficado aqui por contar, este assunto está para mim encerrado e cimentado.

Comentar por arqueofuturista

Infelizmente no meio de tanta porcaria que tem a “politica” nacional, deve ser quase inevitável que algumas destas “pérolas” venham parar ao meio nacionalista e identitário, mesmo assim só pode ser por uma questão de modinha ou de “style” característico da pré-adolescência, é que ideais não são certamente.

Comentar por Silvério

“”Posto a nu o escroque””

Epa Arqueofuturista, não põe o gordo a nu não, que ninguém tá a fim de ver gordo nu.

Olha o Bicho:

:S

Comentar por Olha o Bicho

Gosto do que escreve o comentador Eldridge Cleaver.

Saudacoes Identitarias e abraco

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Caro Arqueofuturista :
Um porco gordo chamado Flavio Gonçalves que ja passou por todas as correntes politicas e doutrinárias possiveis, não merece a atenção e crédito de nenhuma pessoa de bem…

Passe a expressão : Cagar nele ainda é pouco!

Comentar por Flavio_Pata_Negra

Um “convertido de agora” a falar da “comunidade xiita”? Portuguesa? Qual? Onde? Com quem? Devagar, por favor.
Reporta a que Escola? Najaf ou Qom?
Quem é o seu líder e Aytullah espiritual?
Enfim. Na sunita acredito e nesse forum, acredito. Anarco salafita ou anarco wahhabita? Eheheheh…
Lamentável. E a mim não podem de certeza chamar de islamófobo, que tenho passado, e muito menos de sionista.
Que o diga a Mucznick e o Jornal Público, por exemplo.
Sou o primeiro a dizer bem alto que há um Islão a combater.
O resto, adiante. Não falo do que não sei e há discussões que me passam ao lado.
Abraço Arkeo.

Comentar por PR




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