Como se apanha um reles caluniador e agente provocador
Março 15, 2008, 2:01 pm
Filed under: Em foco, Hit Parade dos colaboracionistas

Considero sempre ser um exercício desprovido de interesse falar de quem carece de importância, de dimensão política ou cultural, enfim, de quem utiliza a falácia e a difamação intriguista como praxis regular e pelos mais diversos canais. Contudo, há momentos em que se torna incontornável renunciar a tal postura, particularmente quando a calúnia extravasa para outros âmbitos, para outros domínios, além fronteiras mesmo, entendendo-se aqui fronteiras nos sentidos literal e metafórico.

Alguns bons amigos advertiram-me que escrever sobre esta matéria é conceder importância a quem não têm em absoluto, outros alertaram-me mesmo para o facto de que tal criatura, isto é, aquela que doravante irei expor, ser um mero instrumento de outrem. Infelizmente, os meus amigos terão de me perdoar, pois não posso protelar mais esta denúncia. O animal de presépio, ou por outras palavras, esse gordo como uma vaca, estúpido como um burro, mas que gosta de se encobrir na pele de carneirinho, padece de uma obsessão, diga-se mesmo de uma tara maníaco-compulsiva em relação à minha pessoa em particular e para com os identitários de forma geral. Tamanha é a paranóia que o indivíduo colocou-me a mim e aos identitários no centro do seu miserável universo, fazendo girar toda a sua vidinha sem interesse em torno deste vosso escriba, erigido por ele à categoria do “principal identitário em Portugal”.

Os excertos que infra irei apresentar são retirados apenas e somente de um local internético, nomeadamente o Foro DisidenciaS, um fórum de debate político do Estado espanhol, onde convergem inúmeros militantes da chamada área nacional de Espanha e não apenas, entre os quais o roliço ogre, que tem por passatempo minar os camaradas espanhóis contra os identitários em geral e a Causa Identitária mais especificamente, num trabalhinho reles de deturpação, mentiras e muita falta de carácter, já que ética é para este tipo de gente uma palavra inexistente nos seus dicionários. Como nunca teci qualquer comentário em dito fórum, o Troll julgava-se livre e impune para ali destilar o seu veneno mais nojento, mas não estava… Continuar a ler