Sérvia, posto avançado na defesa da verdadeira Europa
Fevereiro 20, 2008, 9:50 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

    
Por manifesta escassez de tempo não tenho conseguido publicar tanto quanto gostaria e seria desejável, afinal muitos são os assuntos que merecem uma devida menção, outros uma merecida denúncia, mas existe um que é absolutamente incontornável, ou para ser mais concreto, a questão do Kosovo, província pertencente à República da Sérvia, que declarou unilateralmente a sua independência há alguns dias, e que contou com o despudorado apoio da hiperpotência, os EUA, estado que há muito colocou em prática uma guerra não-declarada contra a Europa, tal como o francês Alexandre Del Valle muito fundamentadamente demonstrou com a obra «Guerras contra a Europa» (Hugin Editores).

Local que esteve na origem do despoletar da I Guerra Mundial, os Balcãs continuam mergulhados numa instabilidade que se repercute invariavelmente por toda a Europa. Região geográfica que constitui desde sempre a porta de entrada dos eternos inimigos do nosso continente, os muçulmanos, foi e é ali que se encontra também a linha da frente do que resta da verdadeira Europa, uma Europa fiel a si própria, arraigada nas suas raízes e nas suas tradições, uma Europa que teima em não alinhar pela uniformização massificadora que o Ocidentalismo, esse sistema de destruir povos, procura há muito impor por todo o globo.

Sem demoras e saltando por cima dos antecedentes, o actual contencioso entre a a República da Sérvia e a mal designada, mas absolutamente infame, comunidade internacional, pode ser traçado muito sucintamente;

Por um lado existe, como referi supra, uma estratégia norte-americana de enfraquecimento fraccionamento da Europa, isto é, uma estratégia que visa impedir custe o que custar a concretização do Bloco Europeu, sob a égide, ou não, da presente União Europeia. Tal esquema ardiloso tem por ponto de partida algumas contradições existentes em solo europeu, nomeadamente a existência de comunidades etnicamente europeias, mas de confissão muçulmana, as quais actuam inequivocamente como «Cavalos de Tróia» do neo-expansionismo islamita, sendo o caso do kosovo e da Chechénia exemplos claros disso.
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