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Janeiro 19, 2008, 1:03 pm
Filed under: Em foco, Europa

A ideia de Unidade europeia, da construção de um bloco continental no qual conflui a vontade criadora de vários povos que partilham a mesma matriz etnocultural, não foi resultado da inspiração de um Jules Monet ou Robert Schumann, actualmente, e erroneamente, considerados como os “pais da Europa”, pois é uma ideia antiga, anterior aos citados e que teve maior expressão nos ideais revolucionários que foram o Fascismo em Itália e o Nacional-Socialismo na Alemanha, os quais, por força da sua influência, conduziram a uma inevitável compreensão por parte das demais forças nacionalistas da Europa dos anos 30, e em particular dos anos 40, do século XX, que a unidade europeia era a todos os níveis desejável, ou mais do que isso, uma necessidade e o consumar consequente da nossa evolução histórica e política. O historiador espanhol Erik Norling deixou isso magistralmente patente na sua obra “Eurofascismo”, ENR, 2006, demonstrando fundamentalmente a existência de um esforço enorme a todos os níveis por parte do Eixo em estabelecer os alicerces para uma efectiva União Europeia, tendo nomeadamente por porta-vozes os académicos de maior renome do velho continente.

Exemplo disso foi a publicação «Jovem Europa», revista da juventude académica e combatente (não olvidar que milhões de jovens europeus encontravam-se por altura do primeiro número desta publicação, 1942, empenhados na Cruzada contra o Bolchevismo), na qual eram publicados artigos dedicados exclusivamente à Pátria europeia, contando com a colaboração de Continuar a ler