O combate identitário chega à República Checa
Janeiro 12, 2008, 3:49 pm
Filed under: Em foco, Europa, Resistência & Reconquista

O movimento identitário solidifica-se e amplia a sua área de influência. Se o leste europeu parece por vezes alheio aos desenvolvimentos políticos e sociais que têm lugar no resto do velho continente, isso é uma ilusão, pois um novo amanhecer já se começa a assomar e ali germinam as forças que poderão resgatar a Europa da tenebrosa decadência que dela se apoderou.

Muitos e cada vez mais são aqueles que percepcionam que os problemas que afectam o seu país de origem são transversais a todas as nações da Europa, que o combate contra o «sistema de assassinar povos» não se restringe às fronteiras nacionais de cada estado, e desse modo o movimento Identitário está a ganhar simpatizantes por todo o continente (e não apenas, não é assim amigos brasileiros e chilenos!), um combate que está a disseminar-se e cada vez mais e a substituir velhas formas e fórmulas políticas, caducas e anacrónicas, que durante décadas não conseguiram atrair a menor simpatia das populações nem exercer qualquer influência política, social ou cultural.

Na bonita República Checa os identitários já fazem notar o seu trabalho pela Renascença europeia, blogues de informação e reflexão política como Delian Diver, onde as referências a Pierre Vial, Guillaume Faye são recorrentes, e onde é possível visualizar o elo de ligação deste mesmíssimo blog, que graciosamente estes companheiros decidiram adicionar à sua lista, somam-se blogues de carácter cultural, dedicados em particular à música não conformista, como são Fanfares of Europe ou Heliodromus.

Motivos de sobra para ficarmos bem mais optimistas e, pegando no texto imediatamente abaixo deste, é motivo para dizer que a Coruja de Minerva está efectivamente a levantar voo.


52 comentários so far
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Firendly regards from Czech Republic! Thnx for our brothers in arms from Portugal and best wishes!

Comentar por Flavius Aetius

Una ventaja que tienen en el este: Como ya estuvieron en “el paraíso” muchos años, no quieren saber nada de utopías. Aquí aún tendremos que aprender eso, y que “elhombre nuevo” no existe, a pesar de San Pablo o Lenin. Lo que me pregunto es a qué costo tendrá nuestra sociedad que aprenderlo.
Dear Flavius Aetius, I want to ask you something: Tell me a little about the sokol.: characteristics, ideology… thank you from Spain!!! (or the former Spain)

Comentar por Pepin

to pepin: basic info about sokol is here

http://en.wikipedia.org/wiki/Sokol

Comentar por waldgänger

Thank you both (Flavius Aetius and Waldgänger), for the kind words. Keep up the good work for our Magna Europa.

Best regards on behalf of portuguese identitarians.

Comentar por arqueofuturista

«Lo que me pregunto es a qué costo tendrá nuestra sociedad que aprenderlo.»

Estimado Pepin, essa é a questão e temo que o custo será, e já está a ser, demasiado elevado. Mas serão os nossos filhos, mais do que nós, quem conhecerá na carne o custo dessa utopia identicida.

Comentar por arqueofuturista

Excelente. La causa Identitaria, la acción Identitaria y las ideas Identitarias deben expandirse a todo ser euro-descendiente!!!!!!!!!!

Saludos,

Acción Identitaria (Chile)

Comentar por AC

Frutos?

Não me lvem a mal…

Comentar por Anónimo

cresce por todo o lado, e ninguém nos pára….

Miazuria

Comentar por Miazuria

Levar a mal Anónimo? De todo, só não vê quem não quer, seja por cegueira selectiva, por embirração dogmática ou por incapacidade de ler a conjuntura. Aliás, este postal é bem ilustrativo dos frutos que está a dar a árvore identitária, pois quando nasceu em França no início do século XXI (sim, os identitários representam a mais recente e inovadora forma de actuar politica, social e culturalmente), não se imaginou no alcance das raízes da mesma, que já chegam ao Chile, à Rússia, à Itália, à República Checa e um longo etc.

Comentar por arqueofuturista

Que me desculpe o Arqueofuturista mas não resisto a fazer uma provocaçãozinha offtopic (ou talvez não) ao nosso amigo MIguel.

Fui ao café da esquina tomar a minha bica e tinham a tv sintonizada na Eurosport onde estava a ser transmitido o Croacia-Roménia em voleibol feminino. E não é que a selecção nacional da segunda pátria do nosso amigo tem uma jogadora assim castanho clarinha, por acaso bem gira. Fiquei espantado, caramba, até a longinqua Roménia não reistiu à tentação!

Um abraço

Comentar por Ninguém

Meu caro, se por “tentação” podermos entender falta de orgulho próprio, ausência de brio desportivo, carência de sentido de identidade, inexistência de uma orientação nacional/identitária no desporto romeno, seguidismo desavergonhado, em suma, traição aos verdadeiros valores desportivos, bom, então aí não há dúvida algumade que os romenos cederam à “tentação”.

Felizmente que por cá já se ouvem vozes no desporto a protestarem pela utilização de estrangeiros na diversas selecções e representações nacionais.

Comentar por arqueofuturista

Arqueofuturista, esta nem parece vinda de ti

“Felizmente que por cá já se ouvem vozes no desporto a protestarem pela utilização de estrangeiros na diversas selecções e representações nacionais.”

Não sejas ingenuo, eles protestam por serem estrangeiros, não por serem castanhos escuros.
Resumidamente protestam se um branco estrangeiro jogar na selecção, mas não protestam se um das centenas de milhares de portugueses africanos jogarem na selecção.

Gente desse só merece desprezo total, são oportunistas do pior.
Não me parece nada positivo que se repudie um branco por ter nascido no local A ou B e se venere um qualquer africano por ser portugues, isso são as mentalidades patriotas à DS2.

Comentar por SUEVO

E com isto não te quero criticar, apenas pretendo alertar-te que é preciso ter algum cuidado com todos esses patriotas, que de identitarios não têm absolutamente nada, muito pelo contrario.

Assim de repente lembrei-me logo do presidente do sindicato dos jogadores de futebol.

Comentar por SUEVO

Bem,caros amigos, a excepção ainda não muda a regra….

E a “tentação” é fruto da “amizade socialista” de outros tempos, na esmagadora maioria dos casos, neste caso era mesmo a regra, faziam os filhos em terra alheia,quando eram supostamente estudantes, falo dos africanos, e depois piravam-se deixando-os entregues às mães “tentadas” e irresponsáveis….
Era exótico…
Infelizmente!

Comentar por Miazuria

O que dizes é pertinente.

Mostra que os regimes comunistas afinal de contas não eram assim tão fechados a elementos exóticos como se supõe. E as autoridades romenas reagiam bem a esse filhos dos exóticos?

Já agora que conheces bem o leste, existiu algum país de leste que durante o socialismo estivesse completamente fechado a elementos exóticos?
Tenho a ideia que a Albânia era bastanta fechada.

Mas o maior problema etnico na Romenia deve ser mesmo a gigantesca comunidade cigana aí existe.

Comentar por SUEVO

Interessante este blogue.
Por acaso já começaram a pensar na catrefa de imigrantes que vão ser autorizados a entrar em Portugal para a construção do novo aeroporto?

Comentar por Anónimo

Caro Suevo, em resposta às observações que teces, com efeito tenho bem noção de que existe um portunismo inerente a tais protestos e que o patriotismo ali pouco peso tem, mas também há que convir que tais protestos transpiram para a população em geral como uma manifestação de desagrado face à estrangeirização do nosso desporto, nas suas várias modalidades, e é essa vertente, digamos sem paliativos, populista que interessa.

Comentar por arqueofuturista

Oh Anónimo, o blog é interessante sem dúvida, caso contrário não vinha para aqui publicar os seus comentariozinhos manhosos. Infelizmente já não é interessante estar a debater com um provocadorzeco que nem assina, mesmo que com um pseudo, os seus postais.

Lamentavlmente não duvido de que muitos serão os estrangeiros que irão participar na construção do novo aeroporto, mas isso apenas se deve à falta de escrúpulos dos empreiteiros e dos magnatas a construção cívil que optam por essa mão-de-obra barata em detrimento da mão-de-obra portuguesa, mesmo que mais qualificada, apenas porque esta última implica maiores salários e reais condições de trabalho.

Meu caro, o mito de que os portugueses não querem trabalhar têm pés de barro, pois é consabido que os portugueses fazem qualquer tipo de trabalho no estrangeiro, e fazem-no porque nesses países são bem remunerados, ao contrário do que acontece no seu país natal, em que o empresariado prefere a mão-de-obra alógena por que esta se sujeita a bagatelas, não exige condições de trabalho, etc, descapitalizando dessa forma os trabalhadores portugueses, mas você, como esquerdista que com certeza é, prefere manter e alimentar o supra referido mito da calanzice lusa. Etnomasoquismo no seu pior é o que é.

Comentar por arqueofuturista

Excelente resposta Arqueo, infelizmente ainda vão sendo muitos os tontos-úteis que vão fazendo o jogo a empresários sem escrupulos.

Comentar por RGMateus

Caro Suevo, sim, é verdade nem os ditos países “socialistas” escapavam às tentações dos desejos mais primários. É evidente que as autoridades romenas não viam essas “relações” com bons olhos, mas estas resultavam de vários factores:económicos: os estrangeiros, africanos, recebiam em dólares, e era sempre uma possibilidade, remota, dos nacionais sairem do país.
Mas lembro-te que a antiga RDA recebia trabalhadores imigrantes de Moçambique e da Etiópia, movimento imigratório devido à falta da mão de obra para as fábricas….
De facto a Albânia era um caso único e singular, era muito complicado, para não dizer quase impossível, um estrangeiro residir no país das águias.

Os ciganos são na verdade o MAIOR problema da Roménia.
Eles constituem entre 7 a 9% da população.
Sem eles a Roménia seria um óptimo país!
Saudações

Comentar por Miazuria

Boa tarde, sou o anónimo que ontem colocou a questão da emigração a propósito da construção do novo aeroporto de Lisboa. Acredite ou não, o post de ontem não foi assinado por mero acidente e hoje resolvi continuar assim por motivos obvios.
Em primeiro lugar quero dizer que não foi com ironia que disse que este blogue é interessante. Acontece que, apesar da recepção muito pouco cordial, essa era, e continua a ser, a minha opinião.
Em segundo lugar, não sou nenhum provocadorzeco e o meu comentário não é nenhuma manhosice. Acontece que acho que é mesmo uma questão pertinente e se a levantei foi porque acho que é capaz de ser uma maneira de dar inicio à recuperação económica que o nosso povo merece e não para resolver os problemas de excesso de população de paises terceiros.
Em terceiro lugar, quero dizer-lhe que embora de esquerda (sem partido, e abstencionista) faço uma leitura, utilizando a vossa terminologia, identitária da nossa sociedade e, por isso, a carimbadela. que fez o favor de me por na testa, de esquerdista e de etnomasoquista não me assenta nada bem.
Já o desculpei os modos pouco educados com que me recebeu (afinal todos temos dias menos bons) mas fiquei marcado, por isso esta vai ser a minha ultima intervenção no seu blogue.
Para terminar, votos de felicidades para si e para a sua causa.
Passe bem.

Comentar por Anónimo

Anónimo, não fui mal-educado consigo. Fui directo e sincero. Que saiba não o conheço, logo, não deve esperar da minha parte uma cordialidade que reservo para quem considero merecê-la, além disso a sua intervenção teria sido muito mais benéfica se tivesse optado por tecer as observações que hoje apresentou do que ter-se limitado a lançar duas frases desconexas e absolutamente lacónicas. Se não volta aqui a escrever, não me faz qualquer favor garantidamente, pois um blog apenas pode tornar-se mais rico quando existem verdadeiras trocas de ideias e desde que essas sejam inovadoras e constituam um contributo positivo para o debate. Se considera que não tem mais nada a acrescentar, então o melhor é realmente não escrever mais nada.
Retribuo os votos de felicidades e desejo sinceramente que reflicta sobre o que aqui foi escrito e que aminha causa passe também a ser a sua, pois ela é uma causa realmente desinteressada e a única que verdadeiramente corresponde aos anseios e inquietações dos nossos, os quais estão inequivocamente primeiro que os outros.

Comentar por arqueofuturista

Oh Arqueo você tem de começar a beber chá verde logo pela manhã, a ver se se acalma, então isso são maneiras de receber um pobre anónimo? O coitado veio aqui com a melhor das intenções (digo eu) e você dá-lhe logo uma paulada no cachaço? A ver se lhe ofereço um manual de boas maneiras da Paula Bobone.

Comentar por Ninguém

Oh Ninguém, mas isso é alguma espécie de solidariedade esquerdista ou o que é que se passa aqui? Eu assumo que por vezes a paciência me falha, mas não me crie um complexo de culpa, que para isso já basta nós, brancos, sermos diariamente acusados de todos os males deste planeta.

Volta anónimo esquerdista que eu prometo não voltar a ser tão rude.

Está bom assim ou ainda sou mercedor do manual da Paulinha Caro Ninguém?

Comentar por arqueofuturista

Solidariedade esquerdista? Está a provocar-me ou quê?
Acho que já lhe disse mas repito, não sou de direita nem de esquerda, eu sou é do contra.
Você não tem emenda, vou mesmo oferecer-lhe o manual.

Comentar por Ninguém

Suevo,

“Não me parece nada positivo que se repudie um branco por ter nascido no local A ou B e se venere um qualquer africano por ser portugues, isso são as mentalidades patriotas à DS2.”

Eu nunca defendi a Portugalidade de um não-branco por ser Português, quanto mais venerar. O meu defeito parece ser que considero os extra Europeus como seres Humanos que devem ver a sua dignidade respeitada.

Defendo também, o que é polémico para a maioria dos Nacionalistas, a Portugalidade daqueles não-Europeus que contribuiram para a manutençam do Império Português fora da Europa e dos seus descendentes. Exemplos? Recordo-me apenas do Eusébio e dos africanos abandonados cobardemente por Portugal em África após o 25 de Abril numa atitude típicamente Esquerdista, especialmente á la Mário Soares, el maçon.
Esses que foram traídos vergonhosamente pelo Estado Português e chacinados por hordas de selvagens do mesmo grupo étnico que os referidos.
Creio no entanto que os filhos de não Nacionais e especialmente não Europeus e ainda mais especialmente quando filhos de mulheres Portuguesas ou Europeias no geral, não deve ser considerados Europeus, o que faria dos Portugueses não Europeus um número marginal. Desses poderia ainda diminuir-se o seu número através de campanhas de regresso aos países de origens se os primeiros o aceitassem.

Tenho muita pena é que haja nacionalitários paranóicos que não contribuem em nada para o nacionalitarismo.

O Nacionalismo só o é se for uma representação do povo.
Se um Nacionalista é realmente Nacionalista tem de conceber uma doutrina Nacionalista que atraia não apenas falhados mas a maioria do povo Português.
Com purismos e biologismos básicos como alguns Nacionalitários, que geralmente utilizam símbolos germânicos, que apenas revelam desprezo por Portugal e um complexo de inferioridade por não terem nascido na terra dos Furhers, não se vai a lado nenhum.

o Arqueofuturista que me desculpe, sei que a Santa Magna Europa sofre hoje grandes violações e que nós, enquanto Europeus, não nos podemos dar ao luxo de criar mais divisões mas eu quero é que os outros brancos, especialmente Castelhanos, vão c’u c…alho. Não são Portugueses, não têm lugar em Portugal. É claro que é sempre perferível imigração da Europa ou de Europeus mas o que o Nacionalismo deve focar primeiramente é o povo Português. Só depois a Europa.

O Nacionalitarismo Português sofre um grande problema.
O Nacionalismo (identitários inclusivé) são exclusivistas de mais; excluem os Portugueses á partida e não são inclusivos. Uma força política que queira vingar tem de ser inclusiva.
De que serve haver apenas cinco brancos no Nacionalismo se podemos ter 5 milhões de brancos e um negro? O negro rapidamente se diluirá na população, isto se não morrer, a população Portuguesa adquire a “ética Nacionalista” e Portugal salva-se da miscegenação.
Mas os puristas perferem ser cinco, que apanham bebedeiras juntos e deixam o resto do povo Português por si só, entregue á esquerda, á miscegenação não com um mas com cem negros, etc.

Não estou a dizer para que se criem blackskins no movimeto Nacionalista, digo apenas que o movimento se quer vingar, tem de ser mais inclusivo, e já!

O povo Português tem um grande potêncial para votar num partido Nacionalista moderado e inclusivo, não no PNR.

Outro defeito, é o esquerdismo no movimento Nacionalitário, a recusa do capitalismo, etc.
Fazem isto, uns por oportunismo, outros por convicção. Movimento Nacionalista tem que ser de direita.

Confesso que gostaria de ver o CDS a fugir para a Direita, como que se fundindo com o PNR. Gostaria de ver tal partido governado por uma personalidade a que o povo reconhecesse “alma” qual José Hermano Saraiva ou D. Duarte Pio. Não que sejam estas personagens as ideais.

Quando é que resolvem meter mãos á obra e resolver esses problemas básicos?
Quando deixam de ser amadores? Quando Suevo?
Têm que angariar mais Portugueses! Têm de ser inclusivos mantendo um certo grau de exclusividade, assumindo-se como de direita mas assediando o eleitorado do PCP, por exemplo.

É que com os Suevos do Nacionalismo Português, parece que os Nacionalistas se contentariam em ir para as desertas desenhar suásticas, pedir a independência e permitir o acesso daquelas ilhas apenas a brancos. Não a Portugueses, mas a brancos. E nalguns casos, parece que Albaneses seriam o tipo de brancos ideais. Branco para mim é um eufemismo para Europeu derivado do facto de que os Europeus, são, no geral, mais claros que os outros povos.
Mas ser-se Europeu não é apenas a tonalidade da pele e os Albaneses a meu ver são muito, mas mesmo muito pouco Europeus. Inclusivé nos traços genéticos mas mais que isso, nos Civilizacionais.

Tornem o povo Português Nacionalista. Não é o povo que tem de estar disposto a abraçar o Nacionalismo, é o Nacionalismo que tem de penetrar o povo.

Suevo, talvez tenha exagerado nas críticas feitas á sua pessoa pela internet a fora mas quando existem Nacionalistas Portugueses que têm nicks de tribos germânicas, não agoira nada de bom para o Nacionalismo Português.

Comentar por D. Sebastião II

«Solidariedade esquerdista? Está a provocar-me ou quê?
Acho que já lhe disse mas repito, não sou de direita nem de esquerda, eu sou é do contra

Pensava que ainda se considerava esquerdista, mas folgo em ver que assim já não é. Essa doença acaba sempre por desaparecer após a idade infantil.
Mas atenção, para qual esquerdista, quem se afirma como não sendo nem de direita, nem de esquerda, é imediatamente tipificado como sendo de extrema-direita…

«Você não tem emenda, vou mesmo oferecer-lhe o manual

Bom, se insiste não irei negar a oferta, mesmo a considerando desnecessária. Até breve então.

Comentar por arqueofuturista

Defendo também, o que é polémico para a maioria dos Nacionalistas, a Portugalidade daqueles não-Europeus que contribuiram para a manutençam do Império Português fora da Europa e dos seus descendentes.

Oh meu Caro DS2, um africano, mesmo tendo combatido num dado período histórico sob a bandeira portuguesa, não pode em caso algum ser português! E não pode porque já é por demais consabido que para se ser português não basta desejá-lo, não basta ter-se nascido em terra lusa, é preciso que nos seus genes corra a seiva dos nossos antepassados, os quais são obviamente europeus. Noutro registo, se o DS2 escrevesse que esses africanos, asiáticos, etc., ao invés de terem a nacionalidade portuguesa poderiam benefeciar da cidadania, bom, nesse caso concordaria.

o Arqueofuturista que me desculpe, sei que a Santa Magna Europa sofre hoje grandes violações e que nós, enquanto Europeus, não nos podemos dar ao luxo de criar mais divisões mas eu quero é que os outros brancos, especialmente Castelhanos, vão c’u c…alho. Não são Portugueses, não têm lugar em Portugal. É claro que é sempre perferível imigração da Europa ou de Europeus mas o que o Nacionalismo deve focar primeiramente é o povo Português. Só depois a Europa.

Eu desculpo tudo DS2, mas não sou obrigado a concordar e não concordo em absoluto com o que escreve, pois denoto aí um provincianismo bacoco, e pior, uma cegueira voluntária. Mandar os nossos congéneres europeus para o caralho é abjecto e revelador de uma incompreensão de que o combate em Portugal só pode ser vencido logicamente quando o mesmo estiver desenvolvido noutros países europeus (efeito dominó), e quiçá, só com a ajuda desses mesmo europeus que você manda para o caralho. O uso do termo, em jeito depreciativo, castelhanos também revela que o meu amigo parece estar cristalizado no tempo e já temo ouvir da sua boca que “de Espanha nem bom vento, nem bom casamento”, mas quando toca à injecção de capitais espanhóis, à criação de locais de trabalho (possivelmente o seu) por empresas do país irmão, aí já refere ter sido um bom investimento….

É óbvio que não sou favorável à entrada maciça e descontrolada de outros europeus no território português, nem das suas empresas, mas daí a mandá-los para o caralho vai uma larga distância. lembro-lhe que se não fossem os impostos desses europeus que você manda para o caralho que há muito seriamos um protectorado da ONU, com uma administração de gestão composta por estrangeiros, e até teriamos pedido a Madrid para nos anexar…

O Nacionalismo (identitários inclusivé) são exclusivistas de mais

Meu caro, deixe-me lembrar-lhe que todo e qualquer nacionalismo é por essência exclusivo, contrário ao internacionalismo e ao universalismo, se assim não fosse não seria nacionalismo. O identitarismo possui uma característica etnicista mais vincada porque parte da compreensão de que, numa situação de crise, de sobrevivência, o que importa é permanência do elemento biológico e não do elemento político, já que o primeiro quando penetrado no seu tecido pode correr o risco de extinção e a extinção é para sempre, e o elemento político pode ser reconstituido a qualquer momento.

Quanto às suas criticas em relação a certos nacionalistas-puristas, se por um lado concordo consigo, não deixo de considerar uma cedência essa posição de deixar diluir no corpo português o elemento forâneo. Não me oponho à miscigenação pontual, pois pode daí decorrer um amor sincero e genuino, oponho-me sim à miscigenação programada, forçada, imposta.

De resto e porque não me apetece comentar observação a observação, fico deveras espantado com isto: Suevo, talvez tenha exagerado nas críticas feitas á sua pessoa pela internet a fora mas quando existem Nacionalistas Portugueses que têm nicks de tribos germânicas, não agoira nada de bom para o Nacionalismo Português.

Oh DS2, então os Suevos nada têm a ver com Portugal, mesmo tendo estabelecido um reino na nossa península? Bom, nesse caso também os lusitanos o têm, visto serem anteriores à formação do estado português. Francamante, são estes primarismos e falata de precisão histórica que levam a desentendimentos perfeitamente escusados.

Comentar por arqueofuturista

Archeofuturista: I have sent an e-mail for you into your mail adress

best wishes, Delian Diver Fanfares of Europe

Comentar por Flavius Aetius

Dear Flavius Aetius, I sent a reply to your email just today.

Best Identitarian regards

Comentar por arqueofuturista

“Denoto aí um provincianismo bacoco, e pior, uma cegueira voluntária.”
Arqueofuturista, não é cegueira, é que essa linha entre Europeísmo e Internacionalismo é bastante vaga.
Repare-se que a Europa enfrenta hoje problemas e ameaças gigantescas que todos sabemos quais são. Mas, e se esses problemas desaparecerem?
Como se resolveria os Nacionalismos Catalãos e Bascos? Como manteria Portugal uma boa relação com Espanha apoiando movimentos sessecionistas no seio desta? – com todo o direito que esses movimentos tenham – Como nos relacionariamos com Espanha em relação á problemática Galega e, mais grave de Olivença? Qual seria a nossa posição em relação a Gibraltar? E o que faremos em relação a sub Nacionalismos como o Nortenho, o Andaluz ou o Canário?
O perigo dos Nacionalismos é serem incompatíveis, por vezes, com outros Nacionalismos.
Ao entregarmos metade do Alentejo a Espanhóis estamos a minar o Alentejo e a criar problemas futuros que hoje são insignificantes devido a outros problemas. No entanto, estes problemas têm um grande potêncial de escalada quando o Nacionalismo reflecte a vontade popular.
E as relações Ibéricas não estão muito mal, imagine-se como seria no Leste da Europa? Na Ucrânia? Na Húngria? Imagine-se se a Alemanha reivindica meia Polónia?
Os Nacionalistas Europeus estão unidos porque têm de resolver problemas de tamanha dimensão que as suas divergências se tornam insignificantes.
Não estão unidos porque são amiguinhos.

“Mandar os nossos congéneres europeus para o caralho é abjecto e revelador de uma incompreensão de que o combate em Portugal só pode ser vencido logicamente quando o mesmo estiver desenvolvido noutros países europeus (efeito dominó), e quiçá, só com a ajuda desses mesmo europeus que você manda para o caralho”
Não é bem assim. Se ler o que eu escrevi, eu mando-os para o caralho indirectamente, ou seja, dou a noção de que não são bem vindos em Portugal como se fossem Portugueses – o que os próprios acertadamente reconhecem – não deixo de apoiar a maioria das suas causas.
O Suevo diz “não Não me parece nada positivo que se repudie um branco por ter nascido no local A ou B” numa atitude racista como se a Europa fosse uma Nação, como se todos os Europeus fossem Portugueses. Peguei no caso Castelhano pois já vimos o que acontece na Catalunha, País Basco e o que tem acontecido “por” Portugal.
Dou-lhe razão, no entanto, tento também é elucidá-lo para os perigos dos Nacionalismos que se opõem diametrialmente.
Nomeadamente o Português, Catalão, Basco com o Castelhano Iberista.

Não utilizo o termo “Castelhanos” de maneira depreciativa, de maneira alguma. Agora, não me venha dizer que Espanha é uma Nação!

““de Espanha nem bom vento, nem bom casamento”, mas quando toca à injecção de capitais espanhóis, à criação de locais de trabalho (possivelmente o seu) por empresas do país irmão, aí já refere ter sido um bom investimento….”

De Espanha bom vento, só se for da Galiza porque o vento de Leste… Quanto a casamento, a maior parte das vezes, não é mesmo bom, se bem que nalguns casos… quanto aos investimentos Espanhóis, fico dividido. Muitas vezes empresas Espanholas dominam a Economia e isso não será de certo bom para Portugal. Não são os Espanhóis que virão salvar Portugal.

“lembro-lhe que se não fossem os impostos desses europeus que você manda para o caralho que há muito seriamos um protectorado da ONU, com uma administração de gestão composta por estrangeiros, e até teriamos pedido a Madrid para nos anexar…”
Ora, não exagere… os Ingleses têm ajudado a Economia no Algarve mas daí a dizer que Portugal necessita de estrangeiros para sobreviver…

“todo e qualquer nacionalismo é por essência exclusivo, contrário ao internacionalismo e ao universalismo, se assim não fosse não seria nacionalismo.”
Concordo.
Mas também concorda que o Nacionalismo só é Nacionalismo quando este representa a Nação, o povo, sim?
E presentemente o Nacionalismo Português não representa a maioria do povo Português por este não estar virado para o Nacionalismo. Mas quando digo inclusivo, quero dizer que é o Nacionalismo que tem que fazer o povo ver o Nacionalismo – especialmente as elites, que são no Nacionalismo constantemente atacadas – e não repudiar o povo porque pensa desta ou determinada forma.
Este blog é dos poucos que podemos considerar de “saudávelmente educativos” no campo do Nacionalismo Português, mas mesmo dentro do movimento em si, parece que muito poucos se preocupam em “converter almas”.

“o que importa é permanência do elemento biológico e não do elemento político”
Mas um povo sem Estado é indefeso! Portanto o Estado e o povo têm de ser indissociáveis.

“Não me oponho à miscigenação pontual, pois pode daí decorrer um amor sincero e genuino, oponho-me sim à miscigenação programada, forçada, imposta”
Sim, é uma cedência.
O que é mais produtivo, elevar o Eusébio a Português e outros velhos caquéticos que já fizeram pelo Império Português mais que os políticos Portugueses têm feito por Portugal nos últimos 10 anos ou deixar as coisas ir e deixar esta jovem segunda geração a reproduzir-se como coelhos, mais grave, sabe-se lá com quem e sendo eles primeiramente imigrantes cujos antepassados combateram já o Estado Português nas suas terras e ainda se dizem Português?
Há Portugueses mais Portugueses que outros. Outro conceito que não penetra o Nacionalismo de hoje. Mas devia.

“são estes primarismos e falata de precisão histórica que levam a desentendimentos perfeitamente escusados.”
Não são de maneira nenhuma falta de precisão Hitórica.
Talvez sejam primarismos mas parece-me que há por aí quem utilize esse tipo de nicks como uma afirmação de “Nortenhanismo” que se baseia na destacadíssima importância que o povo Português a Norte do Mondego tem tido desde sempre em Portugal para criar divisões entre os Portugueses que não devem ser toleradas mas sim prontamente esmagadas.
Talvez, neste caso seja empregue como regionalismo saudável e não como sub Nacionalismo desprezível. Daí o tom de desculpabilidade e ao mesmo tempo a mostragem do cartão amarelo, que pode até ter sido mal mostrado.
Para divisões entre os Portugueses já chega a da fronteira e dos 850 anos de separação.

“Um não Europeu nunca pode ser Português.
Noutro registo, se o DS2 escrevesse que esses africanos, asiáticos, etc., ao invés de terem a nacionalidade portuguesa poderiam benefeciar da cidadania, bom, nesse caso concordaria.”

Portugal apresenta uma questão diferente pois teve um Império Colonial e, a meu ver, devido á maneira em que abandonou as colónias, Portugal ficou em dívida não com povos mas com personalidades individuais que recusaram traír o Império e lutaram até ao fim pela sua manutenção, acabando por ser traídos no fim. São poucas pessoas, é um facto. Essas pessoas deveriam ser consideradas pelo menos Portugueses Honorários com todos os direitos dos Portugueses.
A questão da Cidadania a meu ver é diferente. A cidadania deve ser oferecida a todos os residentes em Portugal, nem que seja por pouco tempo, em contraste com a Nacionalidade que deve ser exclusiva dos Portugueses.

Comentar por D. Sebastião II

Arqueofuturista, não é cegueira, é que essa linha entre Europeísmo e Internacionalismo é bastante vaga.
Repare-se que a Europa enfrenta hoje problemas e ameaças gigantescas que todos sabemos quais são. Mas, e se esses problemas desaparecerem?
Como se resolveria os Nacionalismos Catalãos e Bascos? Como manteria Portugal uma boa relação com Espanha apoiando movimentos sessecionistas no seio desta? – com todo o direito que esses movimentos tenham – Como nos relacionariamos com Espanha em relação á problemática Galega e, mais grave de Olivença? Qual seria a nossa posição em relação a Gibraltar? E o que faremos em relação a sub Nacionalismos como o Nortenho, o Andaluz ou o Canário?

A ideia europeísta só é vaga para quem a desconhece ou dela discorda.

Os nacionalismo e micronacionalismos que refere numa Europa unida não têm lugar porque são a antítese dessa própria Europa, a qual é superior globalmente a qualquer pretensão micronacionalista, geralmente originária de ódios intra-europeus, resultantes de recalcamentos não curados.

A Europa unida é por conseguinte o garante de uma harmonia entre todos os povos europeus, nomeadamente através de uma política de efectiva subsidiariedade, de respeito pela identidade de cada povo, e pela protecção das suas especificidades individuais. Fora disto tudo é conflito e enfraquecimento mútuo.

O perigo dos Nacionalismos é serem incompatíveis, por vezes, com outros Nacionalismos.

Muito bem observado. É isso desejável? Não me parece, logo, o conceito que os identitários defendem, de uma Europa unida mas respeitadora das singularidades nacionais, revela-se o mais acertado.

Não utilizo o termo “Castelhanos” de maneira depreciativa, de maneira alguma. Agora, não me venha dizer que Espanha é uma Nação!

Óptimo, e jamais eu escrevi aqui que Espanha é uma nação, muito pelo contrário já o disse várias vezes Espanha é um estado composto por várias nações. O Iberismo não é exclusivo dos castelhanos, pois também existe um movimento secessiconista castelhano, tal como existem catalões, galegos ou bascos espanholistas.

os Ingleses têm ajudado a Economia no Algarve mas daí a dizer que Portugal necessita de estrangeiros para sobreviver…

Meu caro eu não disse que Portugal só vive às custas dos estrangeiros, mas sem eles, sem os seus impostos que aqui são injectados pela UE, acredite que a situação era absolutamente diferente para pior.

Mas também concorda que o Nacionalismo só é Nacionalismo quando este representa a Nação, o povo, sim?
E presentemente o Nacionalismo Português não representa a maioria do povo Português por este não estar virado para o Nacionalismo. Mas quando digo inclusivo, quero dizer que é o Nacionalismo que tem que fazer o povo ver o Nacionalismo – especialmente as elites, que são no Nacionalismo constantemente atacadas – e não repudiar o povo porque pensa desta ou determinada forma.

Sim, concordo com estas suas observações.

Este blog é dos poucos que podemos considerar de “saudávelmente educativos” no campo do Nacionalismo Português, mas mesmo dentro do movimento em si, parece que muito poucos se preocupam em “converter almas”.

Agradeço as palvras de reconhecimento, e também sei quão é verdade o que refere sobre o número reduzido dos que estão apostados efectivamente em “salvar almas”. Sinais dos tempos, meu caro, mas com os quais nos podemos dar ao luxo de esmorecer.

Mas um povo sem Estado é indefeso! Portanto o Estado e o povo têm de ser indissociáveis.

Preferencialmente um povo deve ter um estado, ou pelo menos uma organização interna. Contudo, os judeus são um bom exemplo de como a preservação do elemento biológico é primordial, já que andaram dezenas de séculos desprovidos de um estado e não desapareceram da face do planeta. Os palestinianos também são um bom exemplo de como um povo pode continuar a existir sem estado. Daí eu referir que o elemento biológico é sempre mais importante que o elemento político, o qual é circunstancial e conjuntural.

Talvez sejam primarismos mas parece-me que há por aí quem utilize esse tipo de nicks como uma afirmação de “Nortenhanismo” que se baseia na destacadíssima importância que o povo Português a Norte do Mondego tem tido desde sempre em Portugal para criar divisões entre os Portugueses que não devem ser toleradas mas sim prontamente esmagadas.

Meu caro, esse pretenso separatismo nortista é uma farsa, carente de bases a todos os níveis. Só meia dúzia de lunáticos, e já estou a ser muito exagerado, é que propugnam pela separação, a qual não é senão resultado do niilismo reinante, da carência de referências sérias, da descrença em tudo. Enfim, é fenómeno que não preocupa e não deve sequer ser levado a sério.

Quanto à atribuição de nacionalidade aos negros que lutaram sob o estandarte luso, essa já é um facto para a maioria há muito tempo. Contudo, o que eu insisto é na não atribuição de nacionalidade a quem entra no nosso território e passado algum tempo, por aqui trabalhar, ou por aqui parir, adquire a nacionalidade automaticamente. Isso é intolerável e suicidário.

Comentar por arqueofuturista

Parabéns pelo blog, está excelente. Finalmente encontro um com o qual me identifico a 100%. Só tenho pena não o ter descoberto mais cedo. Encontrei-o por mero acaso quando procurava imagens no google. Penso que devia ter uma maior divulgação porque realmente merece.

Comentar por Anónimo

“Os nacionalismo e micronacionalismos que refere numa Europa unida não têm lugar porque são a antítese dessa própria Europa”
Lá estão os Europeístas a por Europa á frente das suas Nações e como tal a defender o Internacionalismo.
Primeiro as Nações, depois a Europa. Não existe Europa sem Nações.
Daí que a ideia de Europeísmo também é vaga para aqueles que apoiam um Europeísmo forte, mas menos um “Nacionalismo Europeu” que simplesmente não existe.

“Óptimo, e jamais eu escrevi aqui que Espanha é uma nação, muito pelo contrário já o disse várias vezes Espanha é um estado composto por várias nações.”
Então como pode, aparte estes problemas que ameaçam a Europa, defender a continuação do Estado Espanhol? São os Portugueses mais que os Catalães?

“Contudo, os judeus são um bom exemplo de como a preservação do elemento biológico é primordial, já que andaram dezenas de séculos desprovidos de um estado e não desapareceram da face do planeta. Os palestinianos também são um bom exemplo ”
Daí os Judeus terem sido expulsos de tudo o que é país Europeu, daí ter havido o holocausto e daí os Judeus não serem um grupo apelativo no que toca á imitação do modelo de Estado sem Estado.
Quanto aos Palestinianos? Não são uma Nacionalidade. São os Árabes que vivem na Palestina. Também me quer dizer que, sei lá, a Jordânia é uma Nação?

“Meu caro, esse pretenso separatismo nortista é uma farsa, carente de bases a todos os níveis.”
Sim, deste lado da fronteira. Mas o Arqueofuturista diz isso porque defende que o lugar da Galiza é em Espanha, longe de Portugal e como tal não consegue ver quão apelativo são as sugestões desse tipo de sub Nacionalismo para os Galegos mais incautos.

“Quanto à atribuição de nacionalidade aos negros que lutaram sob o estandarte luso, essa já é um facto para a maioria há muito tempo.”
A meu ver a questão é simples. Extra Europeus que tenham defendido o Império ou descendem exclusivamente desse tipo de gente evem ser considerados de Nacionalidade Portuguesa, nem que seja honorária, onde posso incluir o Eusébio. O seu número será decerto diminuto. Quanto a imigrantes, sou contra a sua “Nacionalização”. É de notar que desses “Portugueses”, muitos foram abandonados á sua sorte (azar) e estes que cá estão não têm nada a ver com esses.

O mais revoltante é que abandonamos a terra pela qual os outros lutaram e entregamos agora a nossa a quem não nos ajudou, deixando os outros á espera da morte, em África principalmente.

Comentar por DS2

Caro anónimo do comentário 35, agradeço as simpáticas e animadoras palavras, sempre motivadoras para quem está deste lado. Participe e contribua como possa, pois a esta causa merece e necessita de todo o apoio.

Bem haja e melhores saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Lá estão os Europeístas a por Europa á frente das suas Nações e como tal a defender o Internacionalismo.
Primeiro as Nações, depois a Europa. Não existe Europa sem Nações.

Caro DS2, antes de mais, peço-lhe que não generalize, não fale no plural, refira-se somente a mim, pois fui eu quem contestei o que escreveu.

Que confusão vai na sua cabeça. Vamos fazer assim, imagine uma criança, os seus irmãos e seus pais, ela é parte daquela família, mas sozinha fica vulnerável, é pequena, não tem capacidade de defesa nem recursos de subsistência. Sem a sua família ela depressa irá perder as suas referências identitárias, olvidar as suas raízes. Contudo, no seio familiar esta criança encontra não apenas segurança, mas também ajuda para ser um grande homem no futuro, pois a família garante-lhe as necessárias condições para que ela cresça e viva saudavelmente. Em suma, a criança sem a família nada é, tal como a família sem a criança fica mais pobre.
Não creio que necessite de descodificar a analogia que aqui gizei no que concerne ao lugar das nações no seio da Europa Bloco.

Então como pode, aparte estes problemas que ameaçam a Europa, defender a continuação do Estado Espanhol? São os Portugueses mais que os Catalães?

O estado espanhool é ameaça para a existência do estado português? Não creio. além disso cabe aos povos da Espanha decidirem por si só se desejam ou não continuar a fazer parte da Espanha.

Daí os Judeus terem sido expulsos de tudo o que é país Europeu, daí ter havido o holocausto e daí os Judeus não serem um grupo apelativo no que toca á imitação do modelo de Estado sem Estado.
Quanto aos Palestinianos? Não são uma Nacionalidade. São os Árabes que vivem na Palestina. Também me quer dizer que, sei lá, a Jordânia é uma Nação?

Meu caro o que não falta são povos e grupos étnicos sem estado, os judeus são um exemplo de sucesso. Os palestinianos logo se verá, assim como os karen, os sioux, os ianomani, os kalash, e um longo etc.
A Jordânia não é uma nação se por nação entendermos uma comunidade étnica que partilha uma ampla homogeneidade, ainda que entre palestinianos e jordanos não existam muitas diferenças.

Sim, deste lado da fronteira. Mas o Arqueofuturista diz isso porque defende que o lugar da Galiza é em Espanha, longe de Portugal e como tal não consegue ver quão apelativo são as sugestões desse tipo de sub Nacionalismo para os Galegos mais incautos.

Não me atribua intenções! Não gosto que me façam isso, porque nunca leu qualquer postal meu onde refiro que o lugar da Galiza é na Espanha. O lugar da Galiza é onde os galegos assim entenderem e não onde mais agrada a mim ou a você.

O mais revoltante é que abandonamos a terra pela qual os outros lutaram e entregamos agora a nossa a quem não nos ajudou, deixando os outros á espera da morte, em África principalmente.

Isso é revoltante sem dúvida, mas pior que isso é verificar que aqueles que outrora estiveram na linha da frente para descolonizar aquelas terras, que tudo fizeram para que Moçambique fosse para mãos dos moçambicanos, Angola para mãos dos angolanos, e por aí adiante, sejam também aqueles que actualmente estão na linha da frente dos apoios e incentivos à entrada maciça dos ex-colonizados em solo português. Outrora descolonizadores, hoje colaboracionistas da colonização.

Comentar por arqueofuturista

Anónimo, eu não tenho nada a ver com o blog mas olhe que decerto que não se identifica a 100%.

E é isso que este blog tem de bom. Não exige que as pessoas sejam “fanáticas” submissas ou que concordem com tudo, apenas exige que se partilhem certos valores básicos.
Invente um nick e participe para enriquecer os pontos de vista.

Comentar por DS2

Arqueofuturista, desculpe este á parte mas estivve recentemente a assistir a um programa da BBC – Young, Nazi and Proud – acerca do líder da juventude nacionalista Britânica, Mark Collet do British National Party e ouvi o seguinte comentário do narrador anti Nacionalista que expressa aquilo que eu quis dizer quase na perfeição:

“But to me this organisation is no army, or even really a political party, more a fundamentalist moviment, a cult. And within it, the followers isolated from the rest of society, found a real cense of belonging”

Este é o maior mal do Nacionalismo Europeu.
Os Nacionalistas têm de ser parte da socidade, não podem dar ao luxo de se isolar no seio do Nacionalismo para aí encontrarem algum sentido de pertença. O sentido de pertença do Nacionalismo é para com a sociedade, não para com um qualquer culto urbano restricto.

Comentar por D. Sebastião II

Corrorboro e subscrevo integralmente tudo isso que escreveu. Há muito que venho dizendo isso, contra ventos e marés, isto é, contra acomodatícios e contra dogmáticos, os quais são os únicos e grandes inimigos daquilo que dizem defender.

Comentar por arqueofuturista

“Não creio. além disso cabe aos povos da Espanha decidirem por si só se desejam ou não continuar a fazer parte da Espanha.”

Creio que os Bascos têm mostrado o suficiente, e então?
Seremos tão ignóbilmente hipócritas que lhes negaremos o Estado,, ou apoiaremos Espanha a fazê-lo?

“Outrora descolonizadores, hoje colaboracionistas da colonização.”
Desculpe, mas está redondamente enganado.
É a continuação da descolonização, um processo Natural. Primeiro Angola, Moçambique, Timor, hoje a Damaia, é tudo um processo de descolonização.

Quanto á Galiza, a sua resposta foi assustadoramente politicamente correcta, mas não posso deixar de concordar consigo.

Quanto á alegoria da criança, fica que muitos Europeístas acérrimos sentem-se como Nacionais de uma Nação e de um Continente.
Eu creio que a Europa é um conjunto de Nações e que para a Europa ser forte, só através de Nações fortes. O melhor que podemos fazer pela Europa é limitarmo-nos a Portugal, no meu ponto de vista, até porque na casa dos outros (resto da Europa) não mando eu.

Comentar por D. Sebastião II

Em resposta ao comentário 41, ainda bem concorda.

Felicidades.

Comentar por D. Sebastião II

Creio que os Bascos têm mostrado o suficiente, e então?
Seremos tão ignóbilmente hipócritas que lhes negaremos o Estado,, ou apoiaremos Espanha a fazê-lo?

Meu caro, basta passar em revista o blog que obtém a resposta para isso, e garanto-lhe que é o único espaço da chamada área nacional que ousou abordar ou ter uma posição sobre tal matéria.

Desculpe, mas está redondamente enganado.
É a continuação da descolonização, um processo Natural. Primeiro Angola, Moçambique, Timor, hoje a Damaia, é tudo um processo de descolonização.

Claro que o DS2 é muito jocoso e que isto foi uma piada.

Quanto á Galiza, a sua resposta foi assustadoramente politicamente correcta, mas não posso deixar de concordar consigo.

Não é PC, é realista e honesta. Mas ainda bem que concorda com a mesma.

Por fim, quanto à Europa, o melhor é encararmos este continente como a nossa casa comum, como a nossa família, onde cada membro da família tem o seu quarto, a sua função.
Fora disso apenas existe a extinção e a extinção é para sempre!

Comentar por arqueofuturista

Quanto á Europa, creio que é melhor que faça a alegoria com uma aldeia pois cada um deve ter a sua casa. É melhor, antes que nos ponhamos a discutir quem é a mulher ou o chefe de família.

Quanto á posição dos Bascos, não sei qual é a opinião identitária, mas penso que só pode passar pelo Estado Basco.

Cumprimentos.

Comentar por D. Sebastião II

De facto se há aqui alguém lúcido ao tratar e falar de questões identitárias, é o D.Sebastião. Já Salazar dizia que era fundamental manter as colónias, já que um dia no futuro o mundo seria feito de grandes blocos, e Portugal teria assim uma “palavra” a dizer no meio destes blocos. Tal não aconteceu, as colónias são hoje países independentes (e francamente, se é o que eles queriam, fico contente por eles), e considerar aqueles que lutaram ao nosso lado, sob o estandarte da nossa bandeira, como indignos de receber a nacionalidade é mesquinho e só vem mostrar que de facto a grande maioria dos nacionalistas que para aqui pregam são meros lacaios dos nacionalistas estrangeiros. Portugal perdeu hegemonia em todos os panoramas: industrial, económico, cultural, desportivo, etc, etc. A influência que essa gente desprovida de qualquer valor humano e que apenas procuram o conflito ( se a Europa ficasse hoje livre de imigrantes, esse pessoal focava as suas pretensões agressivas para o país ao lado) tem nos movimentos nacionalistas portugueses enoja-me e tenho pena que não haja de facto um verdadeiro movimento identitário Português!

Comentar por peres

O Peres está mergulhado num oceano de contradições. Acusa aqueles que defendem a identidade e homogeneidade do povo português como lacaios dos nacionalistas estrangeiros, mas, em contrapartida, defende a atribuição da nacionalidade portuguesa a estrangeiros, sem ter me mente o grau de nocividade que isso pode ter no seio do nosso povo, podendo mesmo conduzi-lo ao seu desaparecimento enquanto tal.

Mais, o Peres não deve ler o que se escreve neste blog com a atenção que o mesmo requere, pois evitava tiradas infelizes. Neste blog condenam-se os ódios intra-europeus que tão mal fizeram até hoje aos próprios europeus, primeiras vitimas dos seus egoismos “nacionalistas”. Este blog é identitário, ou seja, está para além do nacionalismo, mas não deixa de apontar os malefícios inerentes à entrada e presença maciça de imigrantes não-europeus em solo pátrio, não se tratando de nenhuma embirração particular mas antes de uma constatação inegável.

Comentar por arqueofuturista

Sim?..então caros Perez, como seria o “verdadeiro” movimento identitário português?…gostaria muito de ouvir.

Comentar por Shivafaa

Caro Shivafaa, eu não lhe posso responder a essa pergunta pois não estou habilitado para tal. Não vim aqui numa de “sabedor” mas sim para procurar entender o porquê de algumas problemáticas que aqui se levantam. No entanto, digo-lhe que não considero um movimento nacional português, se este retira os seus ideais dos movimentos nazis. Com franqueza não posso concordar com a ideia de que um país que se pretende unitário e defensor dos valores tradicionais, tenha como pano de fundo um ódio cego a tudo o que não é branco.
Arqueofuturista, de facto não leio todos os seus posts, como tal não sou conhecedor da sua ideologia completa; apenas comentei o pouco que li. Não acho que seja incoerente por defender a nacionalidade daqueles que lutaram por Portugal. Não acredito que isso vá conduzir ao desaparecimento de uma nação como referiu. Agora se me pergunta se concordo com a nacionalidade para todos os estrangeiros que aqui chegam, então aí estamos do mesmo lado – não concordo minimamente com as politicas de imigração europeias actuais. Mas repito: faz-me confusão que algúem que lutou por Portugal ser desprezado por ser preto – é nesse sentido que vejo uma aproximação aos ideias fascistas, que é o puro ódio pelos não brancos. E eventualmente, meus caros irmãos portugueses, não tenham dúvidas que também nós seríamos olhados de lado pelos “puros”.
Por isso, como lhe disse, não sei qual seria um verdadeiro movimento nacional português, mas sou-lhe franco quando digo que não gosto desta reaproximação a uma extrema-direita cega. Lá por não haver quem claramente se pronuncie a favor de Portugal, não significa que nos tenhamos de refugiar em movimentos culturais, que embora mais próximos dos nossos, não têm nada a ver connosco! Já agora, aproveito (espero que não veja isto como uma crítica), para dizer que, tendo em conta o seu discurso, o considero muito defensivo…aproveita qualquer sentença para atacar…e não para discutir e partilhar…cumprimentos

Comentar por peres

Com franqueza não posso concordar com a ideia de que um país que se pretende unitário e defensor dos valores tradicionais, tenha como pano de fundo um ódio cego a tudo o que não é branco.

Caro Peres, acaso o movimento identitário, em Portugal representado pela Causa Identitária, tem como pano de fundo o ódio cego a tudo o que não é branco? Não é verdade e as acções desenvolvidas por essa organização, bem como as diversaspáginas de internet vão exactamente no sentido contrário das suas palavras.

Mas repito: faz-me confusão que algúem que lutou por Portugal ser desprezado por ser preto

Não se trata de desprezo, muito pelo contrário. A concessão de cidadania a esses homens seria a única medida correcta e justa. Já a concessão da nacionalidade é um absurdo, pois em caso algum se pode pretender ser aquilo que não se é. A atribuição da nacionalidade a alógenos, além de ter relativizado esta, despindo-a de um carácter singular e identitário que lhe é inerente, por via da banalização de atribuições de nacionalidade maciças, representa um grave atentado para o tecido da comunidade nacional, fragilizando-a e ameaçando-a de desintegração.

é nesse sentido que vejo uma aproximação aos ideias fascistas, que é o puro ódio pelos não brancos. E eventualmente, meus caros irmãos portugueses, não tenham dúvidas que também nós seríamos olhados de lado pelos “puros”.

Meu caro o ideal fascista, stricto senso, jamais padeceu de um ódio pelos não brancos. Não se deixe levar pela propaganda oficial (entenda-se lavagem cerebral que se faz nas escolas e veicula nos meios de comunicação). Mais, quando refere “puros”, deixe-me dizer-lhe que quando refere a ideia supremacista dos NS alemães dos anos 30 e 40 do século XX, essa ideia não era exclusiva deles, mas antes uma ideia generalizada em toda a Europa. Posso dizer-lhe que tenho em minha posse um pequeno livro dos anos 30, intitulado “Raças Nacionais e a Raça Portuguesa”, redigido por João Perestrello, no qual o autor defende a pureza da Raça portuguesa, a sua superioridade em relação às demais, inclusive aos nossos vizinhos espanhóis! Esta ideia era corrente em qualquer nação, mesmo na livre Inglaterra, portanto, não acuse A ou B de algo que era absolutamente normal na época, isto é, de os povos considerarem-se superiores aos outros.

Por fim, espero ter-me redimido aos seus olhos, pois, pese embora o facto de não me considerar defensivo/ofensivo, neste caso concreto debati, rebatendo, aquilo que escreveu anteriormente.

Melhores saudações identitárias.

Comentar por arqueofuturista

Caro D. Sebastião,

penso que a questão, fundamental, é, a descendência identitária, a estirpe de cada um, a descendência linguistica originariamente indo-europeia, e, não creio que, um negro, só por ter nascido na Europa, seja europeu, da mesma forma que um branco nascido em África, é etnicamente europeu.

A Língua albanesa, com a sua descendência nos povos Ilírios, é uma língua indo-europeia, logo, são, a meu ver, tão europeus como nós.

O Eusébio, além de ser negro, nasceu em Moçambique (o que poderia não querer dizer nada, se fosse 100% de descendência europeia), portanto, não é português…só o é, no bilhete de identidade, porque, o governo português, assim o entendeu, mas não pertence à Europa, nem a Portugal, as suas raizes étnicas estão em África e não na Europa, assim como, todos os seus descendentes e filhos dos filhos dos seus descendentes no futuro. Chateia-me imenso que muitos africanos, tentem, a todo o custo, ser portugueses, e que se ofendam quando lhes dizem que não pertencem aqui. Deveriam, sim, orgulhar-se da sua Terra-Mãe, da terra das suas origens ancestrais…muitos dizem orgulhar-se das suas origens ancestrais – os que nascem em Portugal – , mas, é só da boca pra fora, pois, não aceitam que lhes digamos que não são portugueses, que esta não é a sua terra, quando, afinal, não é mesmo…mesmo eles tendo cidadania portuguesa.

Comentar por Shivafaa

“Quanto à atribuição de nacionalidade aos negros que lutaram sob o estandarte luso, essa já é um facto para a maioria há muito tempo.”

Não para mim!

Conceder a cidadania, sim, mas não a nacionalidade…pois, fazê-lo, é, simplesmente, uma mentira exposta aos olhos de todos. Louvar o acto heróico, sim, mas não agradecer desnacionalizando o povo português, pois, seria isso mesmo que fariamos, ou fizemos, ao aceitar, como nossos, na nossa Nação, alguém que etnicamente não pertence a esta terra. Era o mesmo que dizer que, um português, faz-se, cria-se, e não o é, simplesmente, pelas suas raízes.

Essas pessoas deveriam ser consideradas pelo menos Portugueses Honorários com todos os direitos dos Portugueses.

Caro DS2 e Arqueo,

Nacionalidade?…mas que absurdo!…o facto de certos negros terem lutado pela pátria portuguesa, não os torna de origem portuguesa. Não têm,naturalmente, nada em comum com o nacionalismo português,nem com a Nação Portugal, a não ser, uma causa defendida à algum tempo atrás, em situação eventual.

Já agora, DS2, o que fez Eusébio, de dignificante, por Portugal?…se vamos abrir excepções deste tipo, então que moral teremos para negar nacionaliadade a tanto outros extra europeus, mesmo os nascidos em portugal?!

Penso que, o verdadeiro significado de nacionalidade está, aqui,a ser tratado levianamente.

Comentar por Shivafaa




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