Barack Obama, a white-made man
Janeiro 6, 2008, 1:00 pm
Filed under: Em foco

Self-made man é uma expressão em inglês, e amplamente empregue nos Estados Unidos da América, a qual procura designar uma pessoa, no caso um homem, que construiu a sua vida e atingiu o sucesso graças aos seus próprios esforços. Ora, no caso de Barack Hussein Obama, candidato pelo Partido Democrata às Presidenciais, não se pode dizer isso. Obama é um produto da esquerda americana, um homem que foi criado e moldado por uma classe política, e que é carregado promocionalmente ao colo por todo um aparelho mediático. A sua recente vitória no Iowa, um Estado com 93% da população Branca, é expressão directa de decénios de Affirmative Action, dessa política de racismo invertido que visa combater a discriminação das minorias através da discriminação da maioria.

Se Hillary Clinton sofreu o vexame de da derrota, à actuação errónea de uma vida política o deve, na medida em que o seu oponente não é senão um produto daquilo que Hillary, o seu marido e outros hippies, muito em voga nos idos anos 60, histericamente advogavam. Finalmente o Melting Pot, que Hillary tanto defende, está a surtir efeito, traduzindo-se consequentemente no American Way of Death. Hillary Clinton, e não apenas esta, sofre agora as consequências das suas políticas. Obama deve estar grato pelo figurão que o casal Clinton fazia noutros tempos, pois se não fossem eles…


12 comentários so far
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HaHaHa! É bem verdade, é caso para dizer que “what goes around comes around”. De qualquer modo, é irrelevante saber quem vai ganhar a presidência, não chega lá ninguém que não esteja previamente aprovado e comprometido pelo poder. Ilusões democráticas…

Embora a eventual eleição do tal obama pudesse criar alguns efeitos psicológicos interessantes.

Comentar por Rodrigo

Já agora, a reter também como algumas séries americanas de grande audiência anteciparam e prepararam o eleitorado para um presidente negróide ou uma mulher. Chega a ser hilariante ver os ratinhos democráticos a correrem na roda….

Comentar por Rodrigo

Se o american Way of Death fosse só na América…

Comentar por D. Sebastião II

Bueno, coincido con Rodrigo en que es irrelevante quién es el presi, pues quien manda de verdad está detras (leed “el lobby israeli” de reciente aparicion, que no entiendo cómo lo dejaron publicar)
Pepin

Comentar por pepin

Bom postal!
Parabéns!

Ps/ Há para aí muita gente que tem urticária quando vê e lê a palavra democracia…..

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Tinha que vir um espanhol ladrar:
São os Judeus! São os Judeus! Por amor de Deus…

E sim, importa quem será o presidente dos Estados Unidos. E esperemos todos para que seja um Republicano.

Pepin, acredita mesmo que quem manda na maior potência do mundo é um grupo de Judeus?

Comentar por D. Sebastião II

Estimado Sebastian, le sugiero lea y despues comente: No serán los que mandan unívocamente, pero sí posiblemente los que tengan más influencia, la suficiente como para obligar a los estates a adoptar posturas contrarias a sus intereses…
Y si se para a leer un pocola historia del siglo xx (la que maneja vd de manual, no molestese en buscar un poco) verá en la época de Roosevelt, elthink tank que rodeaba al preisdente (Frankfurter, Brandeis, Morgenthau) eran de esa raza (o confesión?), por supuesto, ninguno un cargo elegido “por el pueblo”
Por cierto, comentario lo de español ladrando un poco fuera de lugar, no? Estaria encantado de seguir hablando de esto desdeuna actitud seria, no de garrulo nacionalista decimonónico (por cierto, de ESpaña, “nin bo vento, nin bó casamento”, je,je

Comentar por Pepin

O Ron Paul é um candidato muito interessante, infelizmente, e por isso mesmo, não vai ganhar.

Comentar por Castro

Quais são mais nojentos, os antigos hippies ou os neo-hippies?

Comentar por Aldo Friederiksen

Caro Aldo, com efeito essa é uma questão pertinente, mas sem relativizar todo o legado nefasto dos Hippies, cujos efeitos a ex-hippie Hillary Clinton agora sente, os neo-hippies, muitas vezes camuflados na chamada esquerda caviar, quando não transformados em yuppies, são indubitavelmente mais nojentos pelas suas práticas absolutamente atentatórias contra o seu próprio povo.

Um abrço e que o combate identitário ganhe rapidamente a desejada divulgação e força em terras de Vera Cruz.

Comentar por arqueofuturista

Llora como mujer lo que no supiste defender como hombre…..

Comentar por omega

Olhem bem para a fotografia e digam-me lá se o Clinton não é parecido com o Miguel. É só dar a cor correcta ao cabelo e à barba.

Comentar por Ninguém




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