Kosovo é Sérvia!
Dezembro 16, 2007, 10:41 pm
Filed under: Em foco, Europa

(Adaptação de um desenho da cartoonista francesa Chard)


40 comentários so far
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“Kosovo é Sérvia!”

Azar, azarinho!

Comentar por xxx

Pede-se um post um pouco mais sério em torno de tão grave assunto.

Comentar por D. Sebastião II

O triplo X revela um notável regozijo pelo que se pasa no Kosovo. Por certo deve ser um javardola mafomético.

DS2, o postal é bem sério, se não entende isso lamento, mas caso tenha disponibilidade para escrever algo que considere adequadamente sério, não se acanhe, força nisso.

Comentar por arqueofuturista

O problema do Kosovo e’ um problema da politica Americana quem vai sofrer as consequencias mais uma vez vao ser os Europeus,os Servios tem o direito de defenderem o Kosovo como parte integrante do seu territorio,ou os americanos ficariam felizes se daqui a 10 anos a California fizesse parte do Mexico!!!e’ que brevemente a California tera mais descendentes Hispanicos que descendentes Americanos,e assim vai o nosso pobre mundo,com gente sem racocinido dos graves problemas que deixarao para o futuro.
P.s os Albaneses sao uma raca que nao interessa a ninguem,eu conhece-os…

Comentar por jorge [australia]

os albaneses nao sao de etnia europeia?

Comentar por c

Em cheio na questão. DS2, nem mesmo assim, consegue entender o real problema que se passa no Kosovo… é lamentável.

Comentar por nuno neves

Não podia estar mais de acordo.

Cumprimentos.

Comentar por Nero

Sendo ou não uma raça interessante estes têm o direito ao seu espaço! O problema é estarem a revindcar um espaço que não lhes pertence…e quererem impôr o seu metodo de vivência a povos europeus e neste a um com tão fortes raízes tradicionais!

Se a velha máxima ” cada macaco no seu galho” fosse levada a sério não tinhamos metade dos problemas.

De facto esta situação é uma acção americana que tão amiga é dos muslos mas que fazem parecerer que não são..é mais uma entrada na Europa.

Comentar por Surviver667

Bom, tentando dar a minha opinião/resposta a cad um:

Caro Jorge, acertou em cheio, uma vez mais esteproblema, o do Kosovo, tem ingerênca norte-americana. Aconselho a todos a lerem o livro “Guerras contra a Europa” de Alexandre Del Vale, ainda que a eitora já não exista. Com efeito os Yankees movem uma guerra não declarada contra a Europa de forma a enfraquecerem esta e assi poderem controlá-la melhor. Por outra parte tentam lavar a face junto do mundo islâmico com este apoio aos muçulmanos doKosovo, mas a expensas da Europa que se vê com um crise tremenda no seu seio.

C, sim, os albaneses são um povo europeu irmão com todo o dieito a existirem e com o dever de conviverem pacificamente com os seus vizinhos.

Neves, o DS2 entende mas exige algo mais profundo. Já fiz saber que o momento não é propício para que eu escreva, se bem que aquilo que aqui já publiquei e escrevi nas caixas de comentários seja suficiente para se perceber a minha posição.

Nero, meu caro peço perdão pelo esquecimento em colocar o link do seu blog, erro que já está colmatado.

Surviver667, gosto muito desse velho dito “Cada macaco no seu galho”, embora tema que alguém pudesse vir logo à liça berrar desalmadamente por considerar tal dito xenófobo e discriminatório. Imagine-se que seria esses patrulheiros do políticamente correcto a questionar histericamente onde ficariam os chimpazés e os gorilas…

Comentar por arqueofuturista

“DS2, nem mesmo assim, consegue entender o real problema que se passa no Kosovo… é lamentável.”
Como, senhor Neves?

Caro Arqueofuturista, permita-me discordar do seguinte:

“s Yankees movem uma guerra não declarada contra a Europa de forma a enfraquecerem esta e assi poderem controlá-la melhor.”
A questão não é bem essa. Á América convém-lhe uma Europa forte mas sempre mais fraca que ela, mesmo que unida. A Guerra não é tanto á Europa é mais á Rússia e o assunto do Kosovo mata, na mente de alguns americanos dois coelhos de uma cajadada só: Tanto sorriem para os muçulmanos (enojou-me ver bandeiras Albanesas ladoa a lado a bandeiras da NATO e dos EUA pois em 1999 e 1995 os mesmos levantavam bandeiras Sauditas, Turcas e Iranianas como atesta Samuel Huntington no seu excelente livro The Clash of Civilizations) como apertam o cerco á Rússia. Isto do Kosovo, Bósnia, Irão, mísseis na Europa e Leste e ingerências Americanas por todo o espaço pós-Soviético (a Geórgia de Chevernadze é disso um bom exemplo) servem apenas para arreliar Moscovo.

“os albaneses são um povo europeu irmão com todo o dieito a existirem e com o dever de conviverem pacificamente com os seus vizinhos.”
O quê???
Por mim eram todos corridos para a Turquia!!! A Grécia e a Sérvia també permaneceram sob jugo Otomano mas nunca se rebaixaram ao nível da Albânia. O lugar dos Albaneses e dos Bósniacos é na Turquia!

Só umas aspas: Quem tem defendido mais os interesses da Europa? Washington, Bruxelas ou Moscovo?

Passai um bom dia.

Comentar por D. Sebastião II

Gostaria de entender a mente do triple x…

Comentar por D. Sebastião II

Chard é UMA cartoonista francesa, de seu verdadeiro nome Françoise Pichard. Trabalha há mais de trinta anos no semanário Rivarol (www.rivarol.com) e tem um site com alguns dos seus trabalhos (http://dessinsdechard.free.fr/).

Comentar por FSantos

Muito grato pela informação por mim desconhecia caro FSantos. Já está devidamente descriminado o género, para empregar este termo tão em voga.

Comentar por arqueofuturista

«Á América convém-lhe uma Europa forte mas sempre mais fraca que ela, mesmo que unida.»

Aos EUA convém sempre uma Europa fragilizada por quezílias internas, uma Europa que necessite da intervenção Yankee.

«A Guerra não é tanto á Europa é mais á Rússia e o assunto do Kosovo mata, na mente de alguns americanos dois coelhos de uma cajadada só: Tanto sorriem para os muçulmanos (enojou-me ver bandeiras Albanesas ladoa a lado a bandeiras da NATO e dos EUA pois em 1999 e 1995 os mesmos levantavam bandeiras Sauditas, Turcas e Iranianas como atesta Samuel Huntington no seu excelente livro The Clash of Civilizations) como apertam o cerco á Rússia.»

O objectivo yankee é triplo, como bem desenhou o DS2, mas estás hierarquizado. primeiramente enfraqucer a Europa globalmente fomentando a discórdia no seu seio. Segundo, tentar demonstrar às hordas islâmicas que afinal o Tio Sam não é contra o Islão, mas sim contra a Al qaeda. Por fim, não permitir à Rússia margem de manobra, isolá-la, limitar a sua influência na Europa e no resto do Mundo.

«Isto do Kosovo, Bósnia, Irão, mísseis na Europa e Leste e ingerências Americanas por todo o espaço pós-Soviético (a Geórgia de Chevernadze é disso um bom exemplo) servem apenas para arreliar Moscovo.»

Não apenas. Seria demasiadamente redutor pensar assim, e até cair na tentação conspirativa. Como referi os EUA têm uma agenda definida e com múltiplos objectivos.

«O quê???
Por mim eram todos corridos para a Turquia!!! A Grécia e a Sérvia també permaneceram sob jugo Otomano mas nunca se rebaixaram ao nível da Albânia. O lugar dos Albaneses e dos Bósniacos é na Turquia!»

Meu caro, os Albaneses são um povo europeu, mas que infelizmente adoptaram uma religião malévola, não obstante a sua interpretação muito própria de tal religião. De resto, se quiser entrar em tipificações, os orgulhosos albaneses são dos povos melhor preservados nas suas características bioculturais. Portanto, deixe lá de parte esse seu nacionalismo estreito que de positivo nada tem.

«Só umas aspas: Quem tem defendido mais os interesses da Europa? Washington, Bruxelas ou Moscovo?»

Boa pergunta de díficl resposta. Por exclusão imediata de partes, Washington. Bruxelas, parece mais apostada em defender os interesss do Capital, dos plutocratas, do empresariado. Moscovo, por sua vez, sente que existe muita desconfiança por parte da Europa ocidental em relação aos russos, daí manter uma postura igualmente desconfiada. ainda assim parece-me que ultimamente são os russos quem defende melhor os nossos interesses e que poderão vir a ser futuramente talvez a derradeira opção.

Comentar por arqueofuturista

Caros camaradas, a América o que quer é fortalecer-se em paz e dar aos muslos um sinal de boa vontade. A atitude é míope, como já aqui foi dito, mas atenção que nos EUA há muitas forças a degladiarem-se nas esferas do poder. Há já ianques patriotas que nem por o serem desejam ver a fragilização da Europa, talvez porque percebam que se a Europa se transformar numa Eurábia, o seu país nada terá a ganhar com isso, só a perder.

Quanto ao Kosovo, não tenho a certeza se essa terra não pertenceria por direito aos Albaneses, visto que estes talvez já lá estivessem antes da chegada às Balcãs das primeiras tribos eslavas, as quais originaram as nações eslavas tais como a Sérvia. Sucede simplesmente que não é isso que está em causa e não é por isso que os EUA e outros poderes apoiaram a independência do Kosovo, e sim por uma questão religiosa – paz com o Islão na Europa… – e estratégica – debilitar o grande aliado da Rússia na região, que é a Sérvia.

Comentar por Caturo

Começo pelo Surviver

“e quererem impôr o seu metodo de vivência a povos europeus”

Falas como se a etnia albanesa não fosse europeia, onde foste buscar tal ideia?

Agora o DS2

““os albaneses são um povo europeu irmão com todo o dieito a existirem e com o dever de conviverem pacificamente com os seus vizinhos.”
O quê???
Por mim eram todos corridos para a Turquia!!!”

Vamos a factos científicos a ver se entendes, mistura sub-sahariana em povos brancos, nomeadamente nos haplogrupos L1/L2/L3b,d,e

north Africa 21.8%
south Portugal 8.6%
center Portugal 4.3%
Galicia 2.9%
Albania 2.38%
north Portugal 2.2%

Ou seja se os albaneses não são europeus, então tu serás ainda menos europeu do que eles.

Podes também analisar a linhagem M1, também ela conotada com Africa:

north Africa 2.3%
south Portugal 1.0%
center Portugal 0.6%
Galicia 0%
Albania 0%
north Portugal 0%

Vocês confundem estados com etnias, e ficas até a saber que na região da capital Macedónia os Albaneses também são a etnia maioritária.

Podes não gostar dos Albaneses por causa da sua religião, já que apenas 30% dos albaneses são cristãos como tu, mas daí até dizerem que eles não são europeus…
O que faltou à Juguslavia foi um Afonso Henriques e sucessores, que os obrigaria a falar a todos na mesma língua e a converterem-se todos à mesma religião.

Metam isto na cabeça, o mapa dos estados não condiz com o mapa étnico.

Comentar por SUEVO

Dito isto, serem contra a independência do Kosovo por causa da maioria dos Albaneses serem muçulmanos é um argumento, mas aí terão que defender a expulsão de mais de 90% da população do Kosovo, e terão também que defender a expulsão de grande parte dos albaneses da Albania não se sabe muito bem para onde, por outras palavras o que vocês pretendem é transformar a Albânia e o Kosovo num deserto, ou talvez pretendam que só fiquem lá os albaneses… desde que sejam cristãos.
Os comunistas tentaram eliminar a religião na Albânia, mas o seu sucesso foi reduzido.

Entendam que os vossos argumentos não são nem históricos, nem sequer raciais, são unicamente RELIGIOSOS.

Havia muito mais a dizer, mas não vale a pena.

Comentar por SUEVO

Ninguém aqui escreveu que se opõe à independência do Kosovo por motivos religiosos, ou apenas religiosos, até porque esse é o menor dos problemas. Se tu, Suevo, queres manipular o debate, garanto-te que bateste na porta errada, mas como escreveste, não vale a pena e como a pena não vale, não discuto mais contigo sobre um assunto que está bem explanado nesta caixa de comentários e que procuras conduzir para onde bem sabemos.

Comentar por arqueofuturista

Caralho, até o Kosovo serve para o Suevo chamar pretos aos portugueses que vivem a sul do Douro!

Comentar por Vanguardista

Arqueofuturista,

“primeiramente enfraqucer a Europa globalmente fomentando a discórdia no seu seio”
Os Estados Unidos não necessitam de enfraquecer a Europa por duas razões. Primeira porque esta já está fraca e segundo porque a Europa não existe (politicamente). A União Europeia só tem poder Económico. Aos Estados Unidos chega-lhes apenas não permitir que potências Europeias cheguem aos seus calcanhares e não permitir que as potências Europeias se gladeiem entre si. Até porque os EUA não ganhariam nada com isso.
Aliás, é pela Europa que graça o anti-americanismo estúpido, não ao contrário. Perguntem aos Ingleses quem lá esteve durante as Guerras Mundiais.
Acerca da discórdia no seio da Europa, os bons discipulos de Bruxelas são todos a favor do Kosovo, portanto…

“Não apenas. Seria demasiadamente redutor pensar assim”
Não apenas, de certo. Mas indiscutívelmente o primeiríssimo factor é irritar a Rússia. Indiscutívelmente.

“os orgulhosos albaneses são dos povos melhor preservados nas suas características bioculturais”
Como assim? Fiquei extremamente curioso.
Decerto que o Arqueofuturista não é daqueles nacionalistas para quem a língua é o mais importante e olhe que o Albanês ser uma língua indo-europeia tem muito que se lhe diga… e eles descenderem dos Ilídios também…
Arqueofuturista. Os Albaneses vieram para a Europa oriundos do monte Alba no Sul do Azerbaijão e só apareceram “Albaneses” na Europa depois da chegada dos Turcos.
Esclarecedor, no mínimo.

“Portanto, deixe lá de parte esse seu nacionalismo estreito que de positivo nada tem.”
Entre Sérvios e traidores, não estreiteza em apoiar os Sérvios repudiando os traidores.
É que por pura biologia, também deveriamos aceitar os Turcos Anatólios como Europeus.

Quanto ao comentário do Caturo sublinho o primeiro parágrafo e saúdo-o pelo seu saudável americanismo.
Só aponto que os Albaneses não são Ilírios. E portanto não têm mais direito á própria Albânia que a Sérvia, a Grécia ou a Itália.

Quanto ao Suevo, parece-me que padece mais de uum ódio ao preto que qualquer tipo de Nacionalismo.

Comentar por D. Sebastião II

Pois é Vanguardista, estou mesmo a imaginar o Suevo, louro de olhos azuis. Com um flyfot tatuado no antebraço.
Orgulhoso resíquo de toda uma família Nobre que nunca se misturou com estes Celtas inferiores, ainda por cima, arraçados de mouros e pretos e iberos e judeus.

Mas ele não, filho de uma família nobre, Germânica de todos os costados, saída do Sul da Suécia por alturas do Volkerwanderung… chegada a esta Península apenas por demanda do destino quando os seus antepassados vieram conquistar povos inferiores.

Comentar por D. Sebastião II

Caro Arqueofuturista

Eu não pretendo manipular o debate.
Não vale de facto a pena, porque eu não simpatizo com muçulmanos.

Lembro que durante a segunda guerra mundial, quando Hitler anexou a “Jugoslávia” ou a Serbia, ao mesmo tempo que a Itália invadiu a Albânia, Hitler “tirou” o Kosovo da Servia e anexou-o à Albânia (tal como os territórios da Macedónia de maioria albanesa) entregando-os aos italianos, resumindo Hitler separou o Kosovo da Servia e juntou-o à Albânia.
Hitler formou uma “grande Albânia” quando invadiu os Balcas.

Já sei que os patriotas não morrem de amores por Adolf Hitler, mas foi a Divisão SS “Skenderbeg” constituída por muçulmanos kosovares, que teve acção relevante na limpeza étnica do Kosovo.
Curiosamente será a União Europeia a premiar a limpeza étnica ocorrida no Kosovo sob as ordens de Hitler.

A minha visão sobre o assunto está próxima da dos nacional-socialistas, com uma diferença, simpatizo menos com os muçulmanos, e é por isso que o assunto para mim “não vale a pena”.

Quanto ao vanguardista, pareces saber escrever, mas não sabes ler.

“Vamos a factos científicos a ver se entendes, mistura sub-sahariana em povos BRANCOS”

Eu escrevo brancos, o vanguardista lé pretos.

Comentar por SUEVO

Suevo é quem eu penso???
O legião Invicta???

Comentar por nuno neves

ok, já fui confirmar…. é.

O problema que reside aqui no Kosovo é este, é a substituição de uma população por outra… Este é o principal problema.

mesmo que os albaneses fosse cristãos.

Agora a Europa e os nossos governantes coloaram uma panela de pressão do centro da Europa, quando responderam afirmativamente aos EUA. Para tirarem de lá o Milosevic, criaram um problema para a Europa.

Kosovo Sérvio

Comentar por nuno neves

Meu Caro Suevo, vamos lá retomar o debate a ver se nos entendemos:

«Lembro que durante a segunda guerra mundial, quando Hitler anexou a “Jugoslávia” ou a Serbia, ao mesmo tempo que a Itália invadiu a Albânia, Hitler “tirou” o Kosovo da Servia e anexou-o à Albânia (tal como os territórios da Macedónia de maioria albanesa) entregando-os aos italianos, resumindo Hitler separou o Kosovo da Servia e juntou-o à Albânia.
Hitler formou uma “grande Albânia” quando invadiu os Balcas»

Bom, gizaste aqui um cenário que não é de todo verídico. Mas comecemos por dizer o seguinte. Com efeito o Kosovo eve como habitantes primordiais os Ilírios, povo que podemos afirmar ter como descendentes os actuais albaneses.Poém, com a chegada dõs eslavos aqule território foi oucpado por estes, os quais fundam precisamente ali o estado medieval Sérvio e sendo também ali que os sérvios são derrotados pelas hordas otomanas.

Durante a II GM a Albânia foi ocupada por Mussolini, que tentou ocupar igualmente a Grécia e obrigou o III Reich a intervir e consequentemente a invadir a Jugoslávia, atrasando a ofensiva contra a URSS. A Jugoslávia foi desmembrada, sendo a Sérvia, e refiro-me a esta porque é o que interessa no caso, transformada numa zona militrizada, dada a ferocidade e permanente rebelião dos sérvio face aos ocupantes. Mussolini nunca satisfeito com o seu Império em construção solicita a ocupação de parte do Kosovo, território que foi dividido em três partes conforme se pode ler aqu:

The greatest part of Kosovo became a part of Italian-controlled Fascist Albania, and smaller bits by the Tsardom of Bulgaria and Nazi German-occupied Kingdom of Serbia. During the fascist occupation of Kosovo by Albanians, until August 1941 alone, over 10,000 Serbs were killed and between 80,000 and 100,000 Serbs were expelled, while roughly the same number of Albanians from Albania were brought to settle in these Serbian lands.

Portanto, torna-se evidente que os albaneses aproveitaram a conjuntura para exterminar a população sérvia existente no Kosovo e ao mesmo tempo colonizar o teritório.

«Já sei que os patriotas não morrem de amores por Adolf Hitler, mas foi a Divisão SS “Skenderbeg” constituída por muçulmanos kosovares, que teve acção relevante na limpeza étnica do Kosovo.
Curiosamente será a União Europeia a premiar a limpeza étnica ocorrida no Kosovo sob as ordens de Hitler.»

Inteiramente de acordo. Não apenas a UE e os EUA vieram 60 anos depois dar razão a Hitler (no desmembramento da Jugoslávia), como étambém verdade que os albaneses sempre procuraram meter em prática um processo de limpeza étnica. A acção da divisão Skanderberg é disso exemplo.

«A minha visão sobre o assunto está próxima da dos nacional-socialistas, com uma diferença, simpatizo menos com os muçulmanos, e é por isso que o assunto para mim “não vale a pena”.»

Mas a minha também, não o escondo, só que eu considero que a conjuntura actual é absolutamente distinta daquela que existia há 70 anos. permitir que o Kosovo se torne independente é abrir a caixa de pandora. E repara que eu não me oponho à autodeterminação dos povos, o blog assim o atesta, pelo contrário sou defensor das pátrias carnais, mas não aceito substituições populacionais, tão convenientes para a alta política mundial, isto é, para a agenda de Washington, e que poderão vir a constituir um precedente terrível que leve ao surgimento de repúblicas africanas no seio de nações europeias..

Comentar por arqueofuturista

«Os Estados Unidos não necessitam de enfraquecer a Europa por duas razões. Primeira porque esta já está fraca e segundo porque a Europa não existe (politicamente). A União Europeia só tem poder Económico. Aos Estados Unidos chega-lhes apenas não permitir que potências Europeias cheguem aos seus calcanhares e não permitir que as potências Europeias se gladeiem entre si. Até porque os EUA não ganhariam nada com isso.»

Meu caro DS2, leia o livrinho que aconselhei mais acima, e verá qu o cenário não é tão idílico como desenha.

«Aliás, é pela Europa que graça o anti-americanismo estúpido, não ao contrário. Perguntem aos Ingleses quem lá esteve durante as Guerras Mundiais.»

Eu não sou anti-americano. Sou é contra a estratégia norte-america de enfraquecimento permanente da Europa. Quanto à ajuda yankee nas I e II GM, acha que os norte-americanos entraram nessas guerras por questões de amizade e humanitarismo. Oh meu amigo…

«Acerca da discórdia no seio da Europa, os bons discipulos de Bruxelas são todos a favor do Kosovo, portanto…»

Pois é, trocou as palavras, deveria escrever que em Bruxelas os bons discípulos de Washington (Sarkozy na primeira linha) são todos a favor da independência do Kosovo.

«Decerto que o Arqueofuturista não é daqueles nacionalistas para quem a língua é o mais importante e olhe que o Albanês ser uma língua indo-europeia tem muito que se lhe diga… e eles descenderem dos Ilídios também…
Arqueofuturista. Os Albaneses vieram para a Europa oriundos do monte Alba no Sul do Azerbaijão e só apareceram “Albaneses” na Europa depois da chegada dos Turcos.»

Que disparate. Leia isto e tantos outros artigos na net e em livros de referência para dissipar tal ideia.

«Entre Sérvios e traidores, não estreiteza em apoiar os Sérvios repudiando os traidores.
É que por pura biologia, também deveriamos aceitar os Turcos Anatólios como Europeus.»

Traidores! A quem? Não percebo essa terminologia. Traidor é aquele que está originalmente num lado e passa posteriormente para o outro. Os albaneses não podem ser traidores a nada. Contudo, inequivocamente estou com os sérvios nesta questão do Kosovo.

Comentar por arqueofuturista

“A minha visão sobre o assunto está próxima da dos nacional-socialistas”
Suevo, posso perguntar porquê? Será porque é giro? Porque cansa pensar… Porquê?

Arqueofuturista,

“leia o livrinho que aconselhei mais acima, e verá qu o cenário não é tão idílico como desenha.”
Sinceramente! Comparar o poderio da Europa com o poderio dos Estados Unidos é, no mínimio insensato. Viva aos Estados Unidos!

“Quanto à ajuda yankee nas I e II GM, acha que os norte-americanos entraram nessas guerras por questões de amizade e humanitarismo. Oh meu amigo…”´
Então diga-me lá, caro Arqueofuturista, que guerra foi travada puramente por “questões de amizade e humanitarismo”. Agora, que isso teve e tem uma grande influência em levantar o moral das tropas por acreditarem estar a combater por aquilo que está correcto… há isso tem!
Devíamos era parar com todo este anti-americanismo e deixarmos de ser mal-agradecidos aos yankees. Queria viver mesmo sob as ordens de Hitler, Arqueofuturista? Eu prefiro viver sob as ordens de um Português num sistema democrático, nem que esse Português seja o Sócrates.

“Pois é, trocou as palavras, deveria escrever que em Bruxelas os bons discípulos de Washington (Sarkozy na primeira linha) são todos a favor da independência do Kosovo.”
Não meu caro, não troquei as palavras.
Aliás, se não sabe, deveria saber que a Europa de Bruxelas tem uma agenda de domínio político-ideológico bem estruturada e bem definida. Creio que se deveria informar um pouco mais acerca do Tratado de Lisboa… ou então frequente este excelente blog: (desculpe lá, mas é melhor que o seu bom blog! :) ) http://www.gatesofvienna.blogspot.com

“Traidores! A quem? Não percebo essa terminologia. Traidor é aquele que está originalmente num lado e passa posteriormente para o outro. Os albaneses não podem ser traidores a nada.”
Decida-se! Se não são traidores, não são “Ilírios” ou “Unicórnios” ou o que quer que se quer á força que eles sejam. Se não são traidores é porque são COLONOS turcos (indo-europeus ou não), tal como os bosníacos.
A propósito, traidor, neste caso, seria aquele que trai a CIVILIZAÇÃO EUROPEIA, pois é a aí que reside a superioridade da dita civilização.

Comentar por Anónimo

Peço desculpa mais uma vez, este último anónimo é o D. Sebastião II.

Comentar por D. Sebastião II

«Sinceramente! Comparar o poderio da Europa com o poderio dos Estados Unidos é, no mínimio insensato. Viva aos Estados Unidos!»

Vejo que padece de americanofilia aguda, um ponto a menos a seu favor. Se a Europa não possui o poderia dos yankees muito se deve ao trabalhinho de sapa desses últimos.

«Então diga-me lá, caro Arqueofuturista, que guerra foi travada puramente por “questões de amizade e humanitarismo”. Agora, que isso teve e tem uma grande influência em levantar o moral das tropas por acreditarem estar a combater por aquilo que está correcto… há isso tem!»

Mesmo que seja uma mentira! É um pouco do tipo “não importa os meios para atingir os fins”.

«Devíamos era parar com todo este anti-americanismo e deixarmos de ser mal-agradecidos aos yankees. Queria viver mesmo sob as ordens de Hitler, Arqueofuturista? Eu prefiro viver sob as ordens de um Português num sistema democrático, nem que esse Português seja o Sócrates.»

Mas qual anti-americanismo qual quê, a sua maericanofilia é que me parece já patológica. Até dá gritinhos histéricos de viva os Estados Unidos. Enfim, deve ser demasiado Holywood…

Quanto a viver sobre as ordens de outrém, eu desejo mesmo é que esse outrém esteja verdadeiramente ao serviço dos interesses do povo que governa e o seus Sócrates não se encaixa de todo nesa figura.

«deveria saber que a Europa de Bruxelas tem uma agenda de domínio político-ideológico bem estruturada e bem definida. Creio que se deveria informar um pouco mais acerca do Tratado de Lisboa… ou então frequente este excelente blog: (desculpe lá, mas é melhor que o seu bom blog! :) ) http://www.gatesofvienna.blogspot.com»

Uau, você conseguiu perceber que afinal eu sou um ignaro que escreve sobr aquilo que desconhece. Oh meu amigo, a sua conversa de encher balões comigo não pega. O que é que me interessa um tratado se na prática, naquilo que é a realpolitik, a Europa continua a reboque dos yankees e refém de em bom conjunto de lóbis? A Europa para ser poderosa ão precisa de tratados mas de uma vontade comum em afirmar-se como a potência mais poderosa do globo.

Quanto ao blog, já conhecia, e aceito que seja melhor que este, ainda que eu não esteja inserido num concurso para ser eleito o melhor blog, mas antes par expressar aquilo que acredito que está certo e é justo.

«Decida-se! Se não são traidores, não são “Ilírios” ou “Unicórnios” ou o que quer que se quer á força que eles sejam. Se não são traidores é porque são COLONOS turcos (indo-europeus ou não), tal como os bosníacos.
A propósito, traidor, neste caso, seria aquele que trai a CIVILIZAÇÃO EUROPEIA, pois é a aí que reside a superioridade da dita civilização.»

Mas que confusão vai nessa cabeça. Eu não tenho que decidir nada, pois já está mais que estabelecido que os albaneses são europeus, e a sua atitude hostil para com este povo é no minímo aberrante.

Tenha calma, não se indisponha, tome uma aspirina.

Comentar por arqueofuturista

Vocês confundem estados com etnias,

E tu confundes etnias percentagens genéticas. Pensas que uma etnia se define por décimas de sangue alienígena. Para ti, o centro, o norte e o sul de Portugal são de etnias diferentes… e, pela mesma ordem de ideias, o norte de Portugal também é duma etnia diferente da dos Andaluzes, que têm menos sangue negro do que os Portugueses do norte… :)

Comentar por Caturo

Caro Caturo, essa questão tem pouco a ver com a Albânia, mas cá vai a resposta.

“Para ti, o centro, o norte e o sul de Portugal são de etnias diferentes… e, pela mesma ordem de ideias, o norte de Portugal também é duma etnia diferente da dos Andaluzes, que têm menos sangue negro do que os Portugueses do norte… :)”

Claro que considero que os Andaluzes são de uma etnia diferente.
E não se trata apenas de percentagens disto ou daquilo, muito menos do uso de línguas que foram impostas por invasores e colonizadores.

A questão das etnias levanta problemas filosóficos e epistemológicos demasiadamente mal resolvidos até hoje, até porque existe em Portugal um obvio primado do estado, e não da nação.
Esse primado do Estado sobre a Nação reduz as chamadas identidades a uma dimensão virtualmente instrumental.

Tu falas muito na língua, mas deverias saber que no caso português a difusão e padronização da língua portuguesa não só não precederam a constituição do Estado, como também exigiram frequentes intervenções estatais no sentido de estabelecer normativamente a tradição, pelo menos desde o reinado de D. Dinis na viragem do século XIII para o século XIV.

E não é necessário recordar que também a unidade religiosa do actual estado português não se fez sem a repressão promovida, recorrentemente, pela aliança entre o Estado e a Igreja católica, não só contra muçulmanos e judeus, mas também contra todas as manifestações da Reforma em Portugal, e se quiseres, também contra qualquer manifestação pagã hostil ao cristianismo.

Pegando no exemplo do Kosovo, fazendo as coisas à maneira do estado português não haveriam muçulmanos nem cristãos naquele território, os muçulmanos seriam cristãos novos, nem que para isso fosse necessário arrancar os bebes dos braços das mães albanesas para os baptizar. Passado pouco tempo croatas,sérvios e albaneses seriam todos “jugoslavos”, mas o preço a pagar seria que etnicamente tais jugoslavos não seriam nenhuma etnia.

Se considerares os portugueses uma etnia, tais portugueses não poderiam ser mais do que os habitantes de uma estreita faixa territorial do Norte do país entre o rio Minho e o rio Douro, quando muito entre os rios Minho e Mondego, mas não incluiriam nem os habitantes de Lisboa nem, decididamente, os das margens e a sul do rio Tejo.

Outro factor que joga contra o facto de Portugal ser nação, é que para ser uma nação, e recuando à epoca da formação do estado para entenderes melhor, não só apenas seriam portugueses os do actual norte (quando muito até ao Mondego) como teríamos também que incluir os galegos na tal nação, e não os territórios que posteriormente foram conquistados. Ou seja, a formarmos uma nação, tal nação iria no máximo da Corunha a Coimbra, e não estamos a falar de percentagens genéticas, estamos a falar na língua, nas tradições,etc.

Ora o estado português ao ser criado, abdica logo de metade do seu território natural e do seu povo (estou a falar da actual Galicia espanhola) por razões que não importa abordar agora, e expande-se posteriormente para territórios que não tinham sido nunca etnicamente “portugueses”, foram conquistados por portugueses, o que é algo de muito diferente.

Pegando nas palavras de Mattoso:

“Por outras palavras, mesmo que fosse possível reconduzir ao Noroeste atlântico do Portugal atual um “potencial etnonacional” qualquer, todo o resto do território português – metade ou mais dele, incluindo a futura capital do reino – teria sido, por assim dizer, anexado e nacionalizado a partir de cima, do duplo ponto de vista territorial e simbólico, isto é, pela elite nortenha – guerreira e católica – capitaneada por Afonso Henriques e os seus sucessores próximos na chefia do Estado português recém-fundado.”

Isto ocorreu apenas num primeiro momento, porque rapidamente a conquista da Lisboa multiétnica e multicultural, colocou essa cidade num papel liderante na construção do Estado e, consequentemente, na nacionalização do território e das suas variegadas etnias, para não falar do futuro papel de Lisboa como plataforma da expansão ultramarina.

É um pouco esse o problema do Neves quando diz que o “kosovo” é Sérvio, ora o Kosovo era dominado por Sérvios, por uma elite Servia, poderiam até existir mais sérvios que albaneses no território, MAS sabemos que sempre houve por ali Albaneses, claro que não na mesma proporção que existe actualmente, resultado das políticas de limpeza étnica promovidas por Hitler.

Uma coisa é um território ser dominado por um rei Sérvio, outra coisa é não existirem albaneses nesse território, e é aí que entram as vossas confusões entre etnias e estados.

Comentar por SUEVO

A questão das etnias levanta problemas filosóficos e epistemológicos demasiadamente mal resolvidos até hoje, até porque existe em Portugal um obvio primado do estado, e não da nação.

Não. Esse primado a que te referes diz respeito à filosofia oficial das elites dominantes, que até falam em «fundação da Nação», como se um homem pudesse criar um Povo. Mas, na realidade que não depende do saber ou do pensar dessas elites, a verdade é que a própria natureza de Portugal significa o primado da Nação sobre o Estado, visto que em Portugal há uma só nação.

Tu falas muito na língua, mas deverias saber que no caso português a difusão e padronização da língua portuguesa não só não precederam a constituição do Estado, como também exigiram frequentes intervenções estatais no sentido de estabelecer normativamente a tradição,

Puras questões de convenções linguísticas menores, nunca uma questão de uniformização forçada da faixa ocidental ibérica, ao contrário do que queres fazer crer.

E não é necessário recordar que também a unidade religiosa do actual estado português não se fez sem a repressão promovida, recorrentemente, pela aliança entre o Estado e a Igreja católica, não só contra muçulmanos e judeus, mas também contra todas as manifestações da Reforma em Portugal,

Pois, mas isso já nada tem a ver com questões étnicas.

Pegando no exemplo do Kosovo, fazendo as coisas à maneira do estado português não haveriam muçulmanos nem cristãos naquele território, os muçulmanos seriam cristãos novos, nem que para isso fosse necessário arrancar os bebes dos braços das mães albanesas para os baptizar. Passado pouco tempo croatas,sérvios e albaneses seriam todos “jugoslavos”,

Esqueces que no Estado Português houve sempre apenas uma Nação, não uma diversidade de nações.

Se considerares os portugueses uma etnia, tais portugueses não poderiam ser mais do que os habitantes de uma estreita faixa territorial do Norte do país entre o rio Minho e o rio Douro, quando muito entre os rios Minho e Mondego, mas não incluiriam nem os habitantes de Lisboa

Claro que incluiriam, visto que a população do norte desceu para sul e a homogeneidade étnica da população portuguesa é uma evidência. Começa logo, desde já, porque nunca houve sequer uma diferença decisiva entre o norte e o sul, visto que a influência norte-africana foi superficial e o fundamento étnico-genético da faixa ocidental ibérica permaneceu mais ou menos como era.

Por conseguinte, não há, ao contrário do que dizes, nenhuma diferença étnica entre o norte e o sul de Portugal.

“Por outras palavras, mesmo que fosse possível reconduzir ao Noroeste atlântico do Portugal atual um “potencial etnonacional” qualquer, todo o resto do território português – metade ou mais dele, incluindo a futura capital do reino – teria sido, por assim dizer, anexado e nacionalizado a partir de cima,

Refere-se ao aspecto polítioco e institucional, como a seguir diz:

do duplo ponto de vista territorial e simbólico,

Isto ocorreu apenas num primeiro momento, porque rapidamente a conquista da Lisboa multiétnica e multicultural,

Não era multiétnica como os multiculturalistas querem fazer crer, mas sim fundamentalmente moçárabe, isto é, hispano-romana sob domínio mourisco, e os muçulmanos seriam minoria, a qual, mais tarde, foi expulsa do reino.

na nacionalização do território e das suas variegadas etnias,

Não há várias etnias em Portugal.

Comentar por Caturo

Não sei se rio se choro com o que o que o Suevo escreve, de qualquer maneira é profundo e perturbador.

Caturo, dá-lhe aí uma lição de História!

Não deixo, no entanto de lhe dar razão (ao Suevo) numa coisa. A Galiza deveria ser integrada nesta nação do Ocidente Ibérico, construida, por motivos políticos E NÃO ÉTNICOS de ocasião, de Norte para Sul.

Portugal é uno, morte aos que o dividem!

Comentar por D. Sebastião II

Começo antes de comentar por fazer algumas sugestões e reparos de foro gramatical e bibliotecário.
Porque, vendo eu tanta abundância cultural, os caros bloguistas não partilham toda essa informação tão variada nos campos da ciência, genética, biologia evolutiva, ciência geo-política, cultural, com a maior enciclopédia do mundo em-linha, a Wikipédia?

Sendo o Inglês, tal como o Português, uma língua indo-europeia, e como os caros se consideram nacionalistas, creio que com essa atitude davam um grande contributo à língua dos Afonsos. Não concorda comigo caro Arqueofuturista?

Pois se observa o futuro, tal como refere no seu pseudónimo, eu imagino a Wikipédia como grande referência bibliotecária do futuro, acessível a todos, e livre, sendo a liberdade o grande objectivo do homem, e a máxima que eu vos vejo a pautarem-se.
Então faço-vos um apelo, para que aumentem o seu conteúdo na língua Portuguesa, em vez de andarem a degladiar-se em debates pouco coerentes. Vejam que mais de 90% dos artigos em Português têm proveniências no Brasil, e não querendo minorizar a sabedoria dos caros falantes do Português do outro lado do Atlântico, a Wikipédia carece de vós para imporem o espírito Português e Europeu, pois vejo em vós muito saber.

Em relação à questão gramatical, questiono-me a mim mesmo, porque é que Kosovo se escreve com ‘K’, tendo a língua portuguesa proscrito o ‘K’ na revisão ortográfica de 1911. Onde está o nacionalismo neste blog? :)

Comentar por João Filipe Pimentel

Em relação à questão geo-política propriamente dita, concordo com muito do que aqui se disse, no que concerne a questões de ingerência norte-americana nos assuntos de foro interno dos Europeus.
Também é certo que a UE não tem exército, nem tinha condições de estrutura militar, para fazer cobro à situação calamitosa que decorria nos Balcãs, aquando da separação da Jugoslávia.
Os Balcãs sempre foram uma zona recheada de confrontos, de guerras étnicas, de querelas políticas e religiosas. E questiono-me caros amigos, de um lado Muçulmanos, do outro Cristãos ortodoxos, a lutarem por um pedaço de terra não assim tão grande. Parece que aqui a religião é o factor fracturante e que divide os povos, e que provoca guerras.
Mas meus caros, deixem-me partilhar convosco uma teoria que tenho, para mim a UE também beneficiou bastante com a divisão dos Balcâs, querem saber como?
Simples, com a divisão da Jugoslávia tornou-se mais fácil à UE abraçar os novos estados no seu círculo institucional. Reparem como a Eslovénia já pertence à UE e até já aderiu ao Euro. Pois parece que a divisão da Jugoslávia foi frutífera aos povos Europeus, meus caros bloguistas.

E concordo com o Arqueofuturista, o interessa dos americanos nunca foi o humanitarismo com os povos Europeus, mas foi sempre o interesse económico e militar. Sempre se ingeriram nos assuntos de foro interno dos Europeus, pois são eles que possuem o arsenal bélico mais poderoso do planeta, e quer os caros bloguistas queiram ou não, quem tem as armas, tem a força, tem o poder. Sempre assim o foi desde remotos e ancestrais tempos da história.

Por isso, na minha opinião pessoal, a separação da Jugoslávia e a consequente entrega do Kosovo aos albaneses é uma táctica geo-política e militar concebida entre Europeus e Norte-Americanos para combater a influência de Moscovo na Europa.
A UE ganhou com a adesão de novos estados (dividir para reinar) e os americanos ganharam alguns adeptos no seio da comunidade muçulmana, com atitude de encontro aos preceitos do Islão e do crescente das arábias.

Os únicos que perderam foram os russo, sendo os sérvios povos irmãos dos russos, e sendo a Sérvia como todos sabem a nação primeira da antiga Jugoslávia, a sua separação enfraqueceu como todos calculam o império russo.

Mas confesso que fiquei espantado quando aqui soube que os Albaneses eram povos de raiz indo-europeia, e que tinham proveniências em montanhas perto do Cáucaso.

Se têm a mesma raiz europeia que os sérvios, embora concordam comigo, em subgrupos étnicos distintos, isto serve apenas para demonstrar que a religião aqui é o factor fracturante e divisor.

E em relação à migração dos Albaneses, acho que apesar de tudo a UE faz bem em entregar o Kosovo aos mesmos, pois meus caros, como todos sabem bem, migrações sempre as houveram.

Os Albaneses instalaram-se apesar de tudo no Kosovo, através da multiplicação numerológica de indivíduos e não através de armamento bélico, como muitos cristãos fizeram no novo mundo, e apesar de todos sabermos que tal é uma grande arma, tal foi feito através da migração pacífica, e durante muitos anos Sérvios e Albaneses conviveram pacificamente. Foram os Sérvios que quiseram fazer uma limpeza étnica no Kosovo através da força das armas, o que levou as forças da NATO a intervirem.

Dizer forças da NATO é anedótico, forças norte-americanas seria o mais apropriado, pois o tratado do Atlântico Norte é apenas uma máscara diplomática à ingerência do Tio Samuel nos assuntos de foro político o militar no estrangeiro.

Cumprimentos cordiais

Comentar por João Filipe Pimentel

Caro JP, infelizmente serei sucinto nos meus comentários por obrigações que não controlo, mas começo pelo comentário 34. A sua ideia é sem dúvida interessante, mas no meu caso torna-se manifestamente impossível conceder tempo ao Wikipedia, mesmo reconhecendo o seu inestimável valor. Contudo, e como sou co-administrador da Metapédia, recomendo-lhe a visita a esta página, na qual se pretende estabelecer uma visão alternativa da história e da política. É fácil o registo e mesmo que não dê milhões dá prazer ver o nosso contributo ali exposto, portanto, não perca tempo e toca a escrever.

Quanto à utilização da letra K na palavra Kosovo, meu caro, a questão não passa por nacionalizarmos a palvra, mas antes por uma tentativa de preservar o seu carácter identitário. Claro que nada o impede de aportuguesar a palavra.

Comentar por arqueofuturista

No que concerne às suas observações sobre o Kosovo, devo dizer que concordo com quase tudo o que escreveu, à excepção da parte em que, complacentemente, diz que migrações sempre as houve e que a UE faz bem em entregar a província Sérvia aos albaneses, pois estes ocuparam-na pelo peso da demografia e não das armas. Errado meu Caro! Há decénios que a minoria que se foi transformando em maioria tem vindo a combater pela separação daquele território por via das armas, ou para ser mais excato, por via do assassinato de civis sérvios. Não atribua a limpeza étinca ao Sérvios, mas antes ao albaneses que estes sim, desde há muito a meteram em prática, e agora com o beneplácito da EU e apoio descarado dos EUA.

Comentar por arqueofuturista

É demais.. realmente a politica é um jogo de interesses.. Kosovo faz parte da Sérvia tanto como o Algarve faz de Portugal. Não vejo diferenças e não quero ir mais longe senão diria que Lisboa seria um kosovo e Guimaraes uma Servia… seria engraçado Lisboa separar-se de Guimaraes (Portucale).. Tenham é juízo pois Kosovo é parte integrante da Sérvia.

Comentar por melo

o que realmente interessa: Kosovo e Servia estão geograficamente unidos há séculos e albaneses ainda são albaneses, sérvios ainda são sérvios. No Brasil qualquer povo depois de duas gerações perde a integridade e identidade.

Comentar por Luciano

Que me desculpe o Melo mas há uma “pequena” diferença entre o Kosovo e o Algarve, é que 99% dos habitantes do Algarve são da mesma etnia a que pertencem a esmagadora maioria dos restantes habitantes aqui do “jardim”, ou você tem alguma dúvida sobre isso? É que já chateia essa estória de o pessoal do sul ser menos português que os minhotos.

Comentar por Ninguem




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