Robert Mugabe
Dezembro 7, 2007, 1:29 pm
Filed under: Em foco

O único homem que branco você pode confiar é um homem branco morto.

O nosso partido deve continuar a incutir o medo no coração do homem branco, o nosso inimigo real!

Não iremos continuar a reclamar as terras, nós vamos tomá-las sem negociar.

Nós não nos preocupamos com as sanções que nos inflige a Europa. Não somos Europeus.

A terra é nossa. Não é europeia e nós reclamamo-la, devolvendo-a a quem de direito…

Retirado de African Crisis

Estas palavras foram proferidas por Mugabe, o Tirano de Harare, que o Governo português convidou para estar presente na Cimeira Euro-África, preterindo assim o membro da União Europeia e velho aliado britânico. Revoltante e vergonhoso!


31 comentários so far
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Acabo de ver na tv que no parque das nações o circo já está montado com protestos e reclamações de toda a espécie. Vocês, identitários, também têm alguma coisa programada?

Comentar por Ninguém

“A terra é nossa. Não é europeia e nós reclamamo-la, devolvendo-a a quem de direito…”

Quanto a outras afirmações do cavalheiro, reconheço que tresandam ódio por tudo o que é poro mas esta, o que é que esta afirmação tem de criminosa?

Comentar por Ninguém

Bueno, he visto la página, y desde luego me parece una incitación al odio racial, pero como es de negros contra blancos… NO PASA NADA!!!!
Más de lo mismo…

Comentar por Pepin

Ninguém, a resposta à sua questão já foi concedida pelo Pepin. Faça lá um exercício de imaginação e troque “europeia” por “africana” e logo ouvirá as trompetas dos taradinhos do anti-racismo. Será que não percebe que quem não tem origem europeia possui um estatuto de excepção para dizer todas as barbaridades, e inclusive incitar ao genocídio, sem que os jornalistas, políticos, religiosos, sindicalistas e quejandos, sempre tão atentos e solícitos a denunciar o racismo, exercçam o menor gesto de reprovação? Tanto assim é que até levantaram a proíbição ao Mugabe de pisar solo da UE.

Outro exemplo é arrogância do louco de Tripoli que exigiu motar uma tenda em Lisboa, como forma de afrontar os europeus, dizendo “agora já não mandam em nós e somos nós que em breve manderemos em vós!”. Isto para não falar da onversa de encher balões dessa criatura abjecta ao referir que os europeus tê de pagar indemnizações aos antigos povos colonizados. É caso para perguntar qual é a nação norte africana actual que se disponibiliza a pagar indemnzações aos europeus por mais de 1 milhão e meio de escravos europeus feitos pelos árabes norte-africanos e que só a incursão militar francesa em 1830 consegui pôr cobro!?

Comentar por arqueofuturista

Era para ter ido ver a “feira” lá no Parque das Nações mas porcarias de última hora impediram-me de lá estar, mas vi na televisão que o meu amigo M. esteve lá. Estavas de costas mas aquele “vai prá tua terra pá” é inconfundivel, reconhecia aquele tom de voz em qualquer parte do mundo.
Preferia ter-te abraçado pessoalmente mas, à falta de melhor, aqui vai um abraço virtual e votos de que nunca a voz te doa.

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Brandos costumes lusos ?

Comentar por abulense

No, en este caso, la única que protestó “algo” fue la Merkel… Si tuviesen lo que es preciso, según aterriza Mugabe, un juez debería cursar una acusación de oficio para detenerlo y enviarlo a La Haya, donde unos jueces iban a tener una charlita con él… y darle una rama para que se encarame o se cuelgue. Pero no, como es negro, hay que respetarlo pues es otra cultura, con laque hay que dialogar… ¿por qué con Milosevich fue distinto?
Ah, y la Comisión nos cuela la “constitución” que había sidorechazada en referendum, en forma de leyes… muy democrático!!
Pero ¿es que no se puede hacer nada? Por favor, que alguien de ideas!

Comentar por Pepin

Ninguém, com efeito viu na TV os identitários a protestarem face à atitude do governo português ao permitir a entrada de Mugabem em solo europeu. Atenção que o “vai prá tua terra pá” não deve ser entendido fora da situação que se gerou, na qual o africano mandou os identitário embora da li, sendo que lhe foi dito que se ele não gosta da liberdade de expressão existente em Portugal que vá para a terra dele, o Zimbabué.

Comentar por arqueofuturista

Abulense, o que quer dizer com “brandos costumes lusos?”? Não gosta, está indisposto? Tome uma aspirina.

Comentar por arqueofuturista

Amigo Pepin, é verdade que Merkel foi a única que ousou denunciar o etnocida Mugabe. Mas fora da sala de reuniões estiveram os identitários a manifestarem-se, tendo obtido uma boa cobertura mediática, quer televisiva, quer na imprensa.

Comentar por arqueofuturista

Não pretendo desvalorizar a Causa Identitaria, nem sei se o autor do blogue pretende discutir isso aqui, fica ao teu criterio.

No entanto parece-me errado que aqueles que se opõem à mistura racial critiquem o Mugabe.

Mugabe não pertence ao nosso povo, mas quando comparado a qualquer outro governante presente na cimeira Lisboeta, Mugabe é o exemplo a seguir, e não o alvo a abater. E um exemplo porque? Porque não se importa aparentemente que o seu país fique mais pobre, desde que com isso entregue o território aos africanos.

Por muito que isso possa chocar alguns, se pensarem bem chegarão a essa conclusão.

Claro que os patriotas odeiam Mugabe, mas um racialista deve desejar um governante igual ao Mugabe na Europa.

Ou preferem os governantes que promovem a integração entre brancos e negros?

Politicamente prefiro um preto racista a um branco patriota/ multirracialista, mas isto sou eu.

É obvio que um preto racista porque não pertence ao meu povo, mas pelo menos esse preto racista não pretende miscegenar todo o planeta, nem promove a igualdade racial.

Comentar por SUEVO

Caro Suevo, vamos por partes. A questão que colocas é deveras pertinente e merece a maior atenção.

Devo começar por explicitar que a CI exerceu uma acção de protesto não apenas pela presença em Portugal do ditador etnocida Mugabe, mas particularmente para demonstrar indignação face à atitude dos nossos governantes que, conforme está patente no comunicado da CI, preteriram o aliando ancestral inglês devido à chantagem que alguns governos africanos praticaram, ameaçando boicotar a Cimeira, caso Mugabe não fosse convidado.

Como bem te deves recordar, Portugal, assim como um amplo conjunto de estados europeus, foram sempre ferozes opositores ao regime branco sul-africano, isto para não citar um exemplo bem mais recente e geograficamente mais próximo que foi “o caso Jorg Haider”. Ora, torna-se evidente uma outra vez que os governos europeus optam pela já usual vergonhosa genuflexão perante os déspotas africanos, a quem concedem uma espécie de estatuto de excepção, e a quem tudo deve ser permitido, como forma de expiação de presumíveis pecados outrora cometidos pelos euopeus aquando da sua presença em África. Posto isso, como ficar indiferente face a uma atitude hipócrita de dois pesos e duas medidas? É branco ou europeu, pode e deve ser acusado de racismo e sancionado (África do Sul do apartheid, Áustria de Haider), é negro ou africano deve-se fechar muito convenientemente os olhos.

«Mugabe não pertence ao nosso povo, mas quando comparado a qualquer outro governante presente na cimeira Lisboeta, Mugabe é o exemplo a seguir, e não o alvo a abater. E um exemplo porque? Porque não se importa aparentemente que o seu país fique mais pobre, desde que com isso entregue o território aos africanos

Mugabe não é nem pode ser um exemplo. Os identitários não se revêem sob forma alguma nessa figura, nem na sua praxis, a qual está orientada no sentido de conduzir à expulsão da população branca do Zimbabué, nem que para isso seja necessário um genocídio, como aliás tem sido posto em prática, conforme atestam inúmeras imagens de horror cometidas sobre a população branca pelos partidários de Mugabe. Ou acaso consideras justa a morte brutal de mais de 2 mil portugueses em Angola nos primeiros ataques da UPA em 1961?

O meu sentido de lealdade é primeiramente étnico e só depois territorial. Se os meus sofrem em África, ou a Venezuela, ou na Conchichina, têm garantidamente a minha solidariedade.

«Claro que os patriotas odeiam Mugabe, mas um racialista deve desejar um governante igual ao Mugabe na Europa

Um identitário não almeja sob forma alguma o surgimento em solo europeu de um tirano como Mugabe. Os identitários são pela verdadeira democracia, onde exista uma efectiva liberdade de expressão. No Zimbabué de Mugabe nem os negros se podem expressar livremente, quanto mais os brancos, e a democracia é uma miragem, tendo isso ficado bem evidente no Parque das Nações com as largas dezenas de opositores ao ditadorque se manifestaram.

«Ou preferem os governantes que promovem a integração entre brancos e negros?»

Evidentemente que não! Mas daí até apoiar Mugabe, ou tê-lo como modelo, vai uma larga distância.

«Politicamente prefiro um preto racista a um branco patriota/ multirracialista, mas isto sou eu

Pessoalmente prefiro um preto com consciência etnocultural e que procure preservar a sua especificidade identitária na sua terra natal a um branco “patriota” multiculturalista e mestiçófilo.

Comentar por arqueofuturista

Em relação ao “ancestral aliado inglês” eu entendo a posição da CI, mas a minha é muito diferente, iria levar-nos para outra discussão e por termos outra visão histórica.
A minha posição é que somos uma espécie de feitoria britânica desde 1385, mas adiante que não é disso que o post deve tratar.

“Como bem te deves recordar, Portugal, assim como um amplo conjunto de estados europeus, foram sempre ferozes opositores ao regime branco sul-africano”

Exacto, mas o que vos está a escapar é que os estados multirraciais europeus TAMBÉM são contra o regime do Mugabe, atenção a isso. Os anti-racistas NÃO gostam do Mugabe. Claro que também existem questões económicas à mistura, mas o Mugabe é uma espinha cravada nos “democratas” multirracialistas e defensores das sociedades multirraciais. É obvio para todos que, se depender dos estados multirraciais europeus o Mugabe não dura mais um dia no governo do Zimbabwe.
Não gostavam do Haider, e gostam ainda menos do Mugabe, não duvides, e a Inglaterra fez questão de deixar isso claro.

No caso Mugabe não há tanto dois pesos e duas medidas se comparares com o Haider ou o apartheid, existem dois pesos e duas medidas se comparares com o Milosevic, mas aí a “estoria” é outra.

“Os identitários não se revêem sob forma alguma nessa figura, nem na sua praxis, a qual está orientada no sentido de conduzir à expulsão da população branca do Zimbabué, nem que para isso seja necessário um genocídio”

Aqui que ninguém nos le, temos que ser realistas, quem é contra a miscegenação sabe que só há uma maneira de a evitar, e de devolver a Europa aos europeus, e essa maneira é imitando o Mugabe. Ou seja, e utilizando as tuas palavras, só uma politica orientada no sentido de conduzir à expulsão da população negra da Europa poderá garantir de forma segura a manutenção da identidade europeia. Mas é claro que aceito, até por motivos legais que a CI não defenda a expulsão de africanos de território europeu.
E quem defender uma expulsão dos africanos tem que ter consciência que essa expulsão não será pacifica, tal como não foi no Zimbabwe, alias na Europa será muito pior, porque a resistência dos negros será mais forte (até pelo numero) do que foi a resistência dos brancos no Zimbabwe.

“Ou acaso consideras justa a morte brutal de mais de 2 mil portugueses em Angola nos primeiros ataques da UPA em 1961?”

Claro que não, mas se me perguntas o que penso sobre a descolonização, não me importo de chocar os patriotas, dada a conjuntura internacional da época comigo não seria necessário derramar sangue, eu daria a independência às colónias com uma condição, nem um ÚNICO africano seria aceite em solo europeu, seria um acordo justo para todos, e poderia evitar as matanças da UPA e a guerra que se seguiu.

“Um identitário não almeja sob forma alguma o surgimento em solo europeu de um tirano como Mugabe. Os identitários são pela verdadeira democracia, onde exista uma efectiva liberdade de expressão.”

Então e aqui que ninguém nos le, acreditas que será possível expulsar os africanos da Europa de forma pacifica e democrática, num ambiente de expansão económica, de “peace and love”?

Mugabe não é um modelo, a maior critica que lhe fazem é a de ter arruinado a economia, no entanto o ponto que serve de exemplo é que ele não se importa de arruinar a economia desde que isso sirva para devolver o poder ao seu povo no seu território. Ou seja o importante é devolver o poder ao povo no seu território e descoloniza-lo, o resto é secundário. Isto ao nível da defesa de identidades parece-me um óptimo exemplo a seguir. Ele não é um exemplo por ser um tirano ou um assassino, até porque nisso tem a companhia de muitos outros lideres africanos e não só.

Comentar por SUEVO

«Em relação ao “ancestral aliado inglês” eu entendo a posição da CI, mas a minha é muito diferente, iria levar-nos para outra discussão e por termos outra visão histórica.
A minha posição é que somos uma espécie de feitoria britânica desde 1385, mas adiante que não é disso que o post deve tratar.»

Caro Suevo, esclareço desde já que aqui, neste blog, escrevo apenas em nome pessoal, já que o mesmo não é porta-voz da CI. Isso, porém, não me impede de emitir opiniões sobre a CI e a sua estratégia.

Em relação ao aliado inglês, percebo onde queres chegar, mas apenas o referi porque desde o ponto de vista ético e de lealdade que mantemos para com essa nação, a decisão dos nossos governantes em preterir Gordon Brown por Mugabe representou uma cedência a toda linha à chantagem de governos africanos.

«o que vos está a escapar é que os estados multirraciais europeus TAMBÉM são contra o regime do Mugabe, atenção a isso. Os anti-racistas NÃO gostam do Mugabe. Claro que também existem questões económicas à mistura, mas o Mugabe é uma espinha cravada nos “democratas” multirracialistas e defensores das sociedades multirraciais. É obvio para todos que, se depender dos estados multirraciais europeus o Mugabe não dura mais um dia no governo do Zimbabwe.
Não gostavam do Haider, e gostam ainda menos do Mugabe, não duvides, e a Inglaterra fez questão de deixar isso claro.»

Tenho que discordar. Os estados europeus não gostam de Mugabe pelo seu ferveroso proteccionismo económico, por não deixar que as grandes multinacionais se instalem no Zimbabué, não porque ele incita à matança da população branca que ele considera não pertencerem à espécie humana. Isso não importa aos nossos euro-plutocratas, o que importa são os novos mercados.

«No caso Mugabe não há tanto dois pesos e duas medidas se comparares com o Haider ou o apartheid, existem dois pesos e duas medidas se comparares com o Milosevic, mas aí a “estoria” é outra.»

Milosevic também foi alvo da ira euro-plutocrata não por pretensos crimes de guerra mas porque não deixou a Sérvia inserir-se na economia de mercado. O argumento dos direitos humanos é conversa de encher balões.

«Aqui que ninguém nos le, temos que ser realistas, quem é contra a miscegenação sabe que só há uma maneira de a evitar, e de devolver a Europa aos europeus, e essa maneira é imitando o Mugabe. Ou seja, e utilizando as tuas palavras, só uma politica orientada no sentido de conduzir à expulsão da população negra da Europa poderá garantir de forma segura a manutenção da identidade europeia. Mas é claro que aceito, até por motivos legais que a CI não defenda a expulsão de africanos de território europeu.»

Suevo, não creio que tenhamos que descer necessariamente à selvajaria de Mugabe para que a Europa volte a ser europeia. Há diversas estratégias para que as populações alógenas voltem para as suas terras, basta haver possibilidade de as colocar em prática. Para tl seria necessário adquirir os mecanismos do poder para que tal fosse uma realidade.
A CI não apenas se opôe àquilo que designo como invasão e colonização da Europa, como defende o repatriamento humano e gradual dos alógenos.

«E quem defender uma expulsão dos africanos tem que ter consciência que essa expulsão não será pacifica, tal como não foi no Zimbabwe, alias na Europa será muito pior, porque a resistência dos negros será mais forte (até pelo numero) do que foi a resistência dos brancos no Zimbabwe.»

É possível. Ainda que num camp das hipótese, mas é possível que assim seja, tal como é possível que seja mais pacífica e humanizada.

«se me perguntas o que penso sobre a descolonização, não me importo de chocar os patriotas, dada a conjuntura internacional da época comigo não seria necessário derramar sangue, eu daria a independência às colónias com uma condição, nem um ÚNICO africano seria aceite em solo europeu, seria um acordo justo para todos, e poderia evitar as matanças da UPA e a guerra que se seguiu.»

Concordo, mas a realpolitik dificilmente o permitiria.

«Então e aqui que ninguém nos le, acreditas que será possível expulsar os africanos da Europa de forma pacifica e democrática, num ambiente de expansão económica, de “peace and love”?»

Acredito que será possível rpatriar grande parte dos alógenos de forma não apenas pacífica e democrática, como até voluntária da parte deles. A expansão económica é ilusória e não tem sido, nem será, ela que mantém a paz entre os autóctones e alógenos, os motins em França assim o comprovam.

«Mugabe não é um modelo, a maior critica que lhe fazem é a de ter arruinado a economia, no entanto o ponto que serve de exemplo é que ele não se importa de arruinar a economia desde que isso sirva para devolver o poder ao seu povo no seu território. Ou seja o importante é devolver o poder ao povo no seu território e descoloniza-lo, o resto é secundário. Isto ao nível da defesa de identidades parece-me um óptimo exemplo a seguir. Ele não é um exemplo por ser um tirano ou um assassino, até porque nisso tem a companhia de muitos outros lideres africanos e não só.»

Percebo a tua opinião e não quero alongar-me muito mais sobre amesma, mas pessoalmente considero-o uma figura execrável, pois os massacres da população branca, e as suas opiniões em relação a nós brancos, levam-me a detestá-lo.

Comentar por arqueofuturista

“Claro que não, mas se me perguntas o que penso sobre a descolonização, não me importo de chocar os patriotas, dada a conjuntura internacional da época comigo não seria necessário derramar sangue, eu daria a independência às colónias com uma condição, nem um ÚNICO africano seria aceite em solo europeu, seria um acordo justo para todos, e poderia evitar as matanças da UPA e a guerra que se seguiu.
Então e aqui que ninguém nos le, acreditas que será possível expulsar os africanos da Europa de forma pacifica e democrática, num ambiente de expansão económica, de “peace and love”?”

Suevo, aqui que ninbguém nos lê,
esse tipo de racismo primário, irracional e malévolo não leva a lugar algum. Lembra muito aquele programa da TVi… da geração rebelde… e tal… não creio que seja por aí o caminho.
Por aquilo que li escrito pelo Suevo, parece-me que, para ele, a acção mais bem sucedida que a CI ou outra organização do género pode tomar é passar umas rajadas de metrelhadora pela Cova da Moura. Para quê? Somos todos Humanos, bolas! Mas é mesmo isso, somos todos Humanos, não partilhamos nada mais em comum. Respeitemos pelo menos isso.

“eu daria a independência às colónias com uma condição, nem um ÚNICO africano seria aceite em solo europeu”

Então e o Eusébio? E os brancos que combatiam alegremente como MPLA e outros? Não é assim tão simples.
Podemos assimilar pessoas, sim. Não povos. Nunca povos. E é isso que se passa.

Pensemos numa escala mais global para agir localmente. Tenhamos em conta a realidade Portuguesa. Mais própriamente a de Lisboa.
Existem três tipos de população. 1) Portugueses 2) Outros Europeus 3)Não Europeus e ciganos.

Os Portugueses e os outros Europeus, devido aos escassos números dos últimos formarão a breve trecho uma única comunidade a que chamarei de Europeia, pois todos reconhecemos que a imigração Europeia é muitíssimo menos preocupante que “a Outra”.

Os “Não Europeus e Ciganos” (NEC), não devem ser tratados a baixo de cão. Devem sim, ver os seus direitos respeitados, a sua dignidade reconhecida e ser tratados sempre, mas sempre, como Humanos e sempre, mas sempre, como Não-Portugueses.
Aí residem os problemas. O primeiro passo consiste nisso.
O segundo passo consiste em convencer os NEC que no seu país viveriam melhor. Erguer um movimento de orgulho NEC para que as elites das comunidades NEC tivessem corajem de regressar ás suas terras. Os Nacionalitários não deveriam ter vergonha de fomentar “Nacionalitarismos” entre os NEC.
É claro que a problemática Cigana levanta outras questões, mas não falarei disto aqui e agora.

Outro ponto a combater, em vez de se combater os NEC em si, é a ilusão que muitos NEC têm de que esta terra lhes pertençe tal qual pertence aos Portugueses, porque vem escrito no BI… e não sei que mais… e tal. Isto tem de ser combatido! Devemos fomentar que os NEC tenham orgulho em ser NEC e que não quieram ser Portugueses.

“acreditas que será possível expulsar os africanos da Europa de forma pacifica e democrática, num ambiente de expansão económica, de “peace and love”?”

Claro que sim!
Um africano que trabalha na Europa mal tem dinheiro para si. Mas se conseguir trabalhar na Europa e amealhar dinheiro para depois voltar a África ascenderá rapidamente na Sociedade Africana. Temos que lhes mostrar que são mais úteis e mais apreciados em África que na Europa e isso não é feito.

Outro aspecto que assola o Sueva é o da miscegenação.
Ora pois bem. E o que fazem os nacionalitários? Nada! Palavras, palavras, palavras. É urgente que se crie um ambiente em torno das jovens Europeias de (ainda maior) descriminação cada vez que se juntam com pareceiros mais exóticos. Por exemplo, cada nacionalitário ou rapaz, deveria ter a corajem para “mandar bocas” a certos companheiros exóticos como mandam bocas se a rapariga bonita tiver como companheiro um gordo, ou um grande porco mal educado. Tem de se criar uma áurea DIÁRIA de inacessibilidade á volta das jovens Europeias perante os NEC. É urgente. Mas o que se passa é que para muitas jovens, os NEC são mais apelativos, o que é totalmente compreensível devido a “pussification” do Homem Europeu e devido á educação que essas jovens receberam dos pais ou do sistema educativo.
A culpa não é delas. Acreditem, são apenas jovens ingénuas.

O problema é a falta de união dos Portugueses. Pois muitos há que apoiam as reivindicações dos NEC a esta terra. (E ás nossas gajas, cambada!) Mais uma vez normalissimo. E não creio que seja por mal, pois eu apenas tomei conta do que se passa á relativamente pouco tempo. Mas essa desunião entre os Portugueses acabará depressa se todos tratarmos os NEC como Humanos e fomentar-mos o seu “Nacionalitarismo”.

Um dia, D. Sebastião voltará…

Comentar por D. Sebastião II

Tem de se criar uma áurea DIÁRIA de inacessibilidade á volta das jovens Europeias perante os NEC. É urgente.

Correcto. Mas atenção que quanto mais mística é essa aura maior é a vontade dos NEC a romperem – para os negros, por exemplo, ter uma branca é uma questão de estatuto social, isto é, de rompimento da fronteira sócio-racial.

Mas o que se passa é que para muitas jovens, os NEC são mais apelativos, o que é totalmente compreensível devido a “pussification” do Homem Europeu

Nem por isso – essa relativa preferência tem muito mais a ver com a promoção do Homem Africano, nomeadamente no campo da música e do desporto, que são os ambientes que mais dominam a generalidade da subcultura juvenil. Já antes de 1910, um certo comunista norte-americano tinha escrito um livro no qual dizia que era preciso exaltar os negros no desporto e na música para através daí subverter a sociedade branca norte-americana…

Mulheres brancas com negros era coisa praticamente inexistente há uns séculos, e mesmo na primeira parte do século XX, ao contrário do que agora sucede.

Porquê?

Talvez porque, para as mulheres, o maior afrodisíaco seja o poder social do homem – dantes, nenhuma mulher queria andar com um escravo, ou com um liberto, ou com um filho de escravos; agora, andar com um gajo bom em desporto ou cheio de ritmo, servirá porventura como valorização pessoal…

Comentar por Caturo

Só para dizer que resolvi dar seguimento ao apelo para pôr o forum Identitário a mexer. A questão é dirigida ao algarvios e não só.

Comentar por Ninguém

Caturo,
vem apenas reforçar a minha opinião.

A áurea de inacessibilidade a que me referia deveria centrar-se na própria mulher/jovem e não nos outros.

É evidente que tal sensação não provém do ar (por ventura, isso é descutível). Mas provém de uma ordem de valores que é transmitida pela cultura dominante, seja essa o papá, a MTV ou a amiga ganzada do liçeu.

A questão é que os Homens Europeus devem fazer com que as suas mulheres/filhas/irmãs não se sintam completamente livres nesse aspecto.

E, para mais, a própria rapariga deve achar-se ela própria superior — sim, é uma questão de auto-confiança, conhecem alguma mulher em posição de destaque que tenha esse tipo de copmportamentos, já viram? — e dessa maneira não se sujeitar a esse tipo de comportamentos. Tem de partir dela própria.

Para mais, esse tipo de relações é amplamente promovido pela nossa cultura decadente, etnocida e fascinada por tudo o que não é nosso. Não sendo, pois, Natural.

Hão de ler aquilo que está escrito nos Vedas acerca de amor.
Depois digão-me se estão errados! Zero racismo nisto.

Se promovessem macacos como se promove as minorias, de certo que veríamos meninas a passear com macacos.

A questão essencial Caturo, fica aqui lançada, é que a própria jovem tem que encerrar em si própria, sob ela própria e para ela própria uma áura de inacessibilidade face a essas minorias.
Assim essa áurea será projectada para as minorias.
É só olharem para as meninas da Nobreza Britânica. Lá está, questão de auto-confiança…

Comentar por D. Sebastião II

Começando pelo Arqueofuturista.

A Inglaterra e as restates pátrias multirraciais podem dar mais importância aos mercados, mas não gostam que os seus cidadãos, e seus descendentes sejam expropriados e expulsos da “Rodésia”, eles não acham piada nenhuma ao Mugabe, nem tenho duvidas que preferem o Haider ao Mugabe.

“A CI não apenas se opôe àquilo que designo como invasão e colonização da Europa, como defende o repatriamento humano e gradual dos alógenos.”

Eu entendo muito bem que estrategicamente é cómodo criticar os métodos do Mugabe, mas sendo sérios e realistas, há que ter em conta que muitos africanos e principalmente muitos mestiços só sairão da Europa se a isso forem obrigados, que não seja tacticamente correcto admitirmos isso já é outra historia.

“a realpolitik dificilmente o permitiria.”

A realpolitik permitia isso e muito mais, o estado multirracial português é que não o desejava, nem nunca o desejou. Basta ver que o numero de negros que existia nos países de leste até à bem pouco tempo, e não estamos a falar de regimes nacional-socialistas, muito pelo contrario.

“A expansão económica é ilusória e não tem sido, nem será, ela que mantém a paz entre os autóctones e alógenos, os motins em França assim o comprovam.”

Não entendeste o que eu quis dizer, mas adiante porque neste caso esse assunto não é importante.

Indo agora para o desaparecido em Al-cacer kibir.

“Então e o Eusébio?”

Estás a brincar comigo certo? O Eusébio que fosse jogar para a selecção de Angola.
Como tu dizes e bem, somos todos humanos, não tenho nada contra o Eusébio, ele é português, mas ao meu povo ele não pertence.

““eu daria a independência às colónias com uma condição, nem um ÚNICO africano seria aceite em solo europeu”
Então e o Eusébio? E os brancos que combatiam alegremente como MPLA e outros? Não é assim tão simples.
Podemos assimilar pessoas, sim.”

Eu não pretendo assimilar africanos. Os brancos que combatiam alegremente pelo MPLA que pedissem asilo politico à tal Angola independente e que criassem lá o seu estado multirracial, se quisessem até lhe podiam chamar Portugal, seria problema deles.

“Os “Não Europeus e Ciganos” (NEC), não devem ser tratados a baixo de cão. Devem sim, ver os seus direitos respeitados, a sua dignidade reconhecida e ser tratados sempre, mas sempre, como Humanos e sempre, mas sempre, como Não-Portugueses.”
Esses negros são tão portugueses como tu. Eu acho que para aqueles que pensam como eu é positivo que eles saibam que eles estão cá a prazo, sejam eles portugueses ou não, tenham nascido cá ou não. Temos uma visão muito diferente, e soluções muito diferentes, o que é normal.

“É urgente que se crie um ambiente em torno das jovens Europeias de (ainda maior) descriminação cada vez que se juntam com pareceiros mais exóticos.”

O “problema” é que para tal é preciso coragem para enfrentar os estados multirraciais , o que digamos não é fácil, afinal de contas o estado português pode-te meter na cadeia por “incentivares ao racismo”, já pensaste nisso?
Por muito que adoptes um discurso moderado e politicamente correcto, o estado português pode, sempre que lhe apetecer, aprovar leis que ilegalizem os “teus” partidos, e que te mandem para a prisão. Não te esqueças que a pátria é cada vez mais mestiça. E cada dia que passa pior fica. E tu como patriota não terás certamente coragem para lutar contra a tua patria mestiça, portanto continua a enganar-te a ti próprio, mas como acreditas que num dia de nevoeiro…

“Por exemplo, cada nacionalitário ou rapaz, deveria ter a corajem para “mandar bocas” a certos companheiros exóticos como mandam bocas se a rapariga bonita tiver como companheiro um gordo, ou um grande porco mal educado.”

A tua ideia não é má, mas esqueces-te que em Portugal podes ir preso por “incentivar ao racismo”. Pensa nisso.

Comentar por SUEVO

Suevo,
antes de mais quero dizer-lhe que quando me refiro a “Portugueses”, refiro-me ao grupo étnico que tem um Esado-Nação coorespondente, isto é, Portugal.
Não me refiro a cidadanias ou qualquer outro tipo de burocracias.

Também não acredito em pátrias multirraciais.
Elas existem sim, mas não na Europa. O que existe na Europa são países com grande número de alógenos. Pátrias multirraciais são o México, o Cazaquistão, etecetra. E não sei se podemos classificá-los como Pátrias…
O Portugal do Império era uma país multirracial com uma étnia dominante (e a única soberana), a Portuguesa.
O Eusébio, como Homem que desempenhou papeis importantes durante a existência dessa “pátria multirracial” deve, a meu ver ser considerado Português, mas isso fica para outra discussão.

Agora sério,
“não tenho nada contra o Eusébio, ele é português, mas ao meu povo ele não pertence.”
Se é Português, pertence ao povo Português. Eu aqui diria que o Eusébio é um “Português Honorário”.

“Eu não pretendo assimilar africanos.”
A questão não é por aí. O problema é que podemos “tolerar”, se perferir, 2 ou 3 alógenos mas 20 ou 30 mil vão constituir uma comunidade… é mais por aí. É perferível uns 10 do que uns 10 mil.

“Esses negros são tão portugueses como tu.”
Creio que já disse o que tinha a dizer quanto a isto.

“Eu acho que para aqueles que pensam como eu é positivo que eles saibam que eles estão cá a prazo, sejam eles portugueses ou não, tenham nascido cá ou não.”
Concordo, só acho que ser Português não é ter um papel que o comprova…

“o estado português pode-te meter na cadeia por “incentivares ao racismo”, já pensaste nisso?”
Questão extremamente pertinente.
Principalmente, devido á indefinição que rodeia a palavra Racismo.
Será que se pode chamar burro a um preto sem se ser racista?
Contudo, creio não ter defendido ideias racistas.
Cada um que entenda como quiser.

“Por muito que adoptes um discurso moderado e politicamente correcto, o estado português pode, sempre que lhe apetecer, aprovar leis que ilegalizem os “teus” partidos, e que te mandem para a prisão.”
Pois, mas a liberdade de expressão está aí para ser respeitada e ainda não caímos em tal estado de censura, como abunda no resto da Europa.
E o povo, é sempre mais forte. Não o povo pobre e rasca do comunismo, mas o povo Nação.

” E tu como patriota não terás certamente coragem para lutar contra a tua patria mestiça, portanto continua a enganar-te a ti próprio, mas como acreditas que num dia de nevoeiro…”
Lá está… Portugal não é Portugal sem o povo Português, portanto vai ser complicado andar por aí a mudar de pátria…

“A tua ideia não é má, mas esqueces-te que em Portugal podes ir preso por “incentivar ao racismo”. Pensa nisso.”
Essa ideia é para ser prática não contr os NEC mas contra as jovens. Racista? Duvido.

Comentar por Anónimo

Uma bela ideia para o Arqueofuturista, um post a ver se se define o que é o racismo.

Comentar por Anónimo

Estes anónimos foram o D. Sebastião II. Peço desculpa.

Comentar por D. Sebastião II

Concordo com muito do que o Suevo disse… sem ir responder ponto por ponto, ficam alguns comentários:

– É mais que óbvio que as Mugabe directa e indirectamente atacou de forma bárbara a população branca; não se trata aqui da questão da expulsão ou não, estamos a falar de linchamentos de famílias inteiras, violações, mutilações. Em abono da verdade, lembro que nos EUA tal prática também foi feita contra Africanos até ao século XX. Em ambos os casos são comportamentos aberrantes.

– É também relativamente óbvio que a empatia que temos com a população branca do Zimbabwe altera ligeiramente a nossa percepção, o que é natural. Sendo aquele o país deles ou não existe sempre uma empatia que é de resto uma das consequências da existência de um sentido étnico nas populações.

– Dito isto, o Suevo tem razão quando diz que é utópico achar que qualquer solução de repatriamento se faz de forma voluntária e alegre… isto não significa contudo de forma alguma que se pratique o que se passa no Zimbabwe. Uma alternativa possível – e estamos aqui no puro faz-de-conta – seria o não reconhecimento da nacionalidade portuguesa aos nascimentos, acompanhado de medidas de incentivo reais para a repatriação voluntária dos pais. Ainda assim seria algo complicado, mas não involvia a deportação forçada de populações de forma directa – embora,sem hipocrisia, o fizesse de forma indirecta.

– A estratégia de “coacção social” tem interesse, mas é hoje em dia de uma eficácia relativa e de um risco não desprezível; eficácia relativa porque só se pode ter esse tipo de conversa com quem já partilha a mesma opinião, caso contrário os riscos de isolamento social e represálias imediatas são grandes (falo, por exemplo, no local de trabalho). Risco não desprezível porque uma leitura das leis anti descriminação – em especial as recentementes aprovadas na UE – tornam qualquer comentário tido como racista uma ofensa legal.

– A questão do Eusébio e outros é importante… é que se alguns passam a ser portugueses por mérito, então a questão étnica é de facto posta de lado. Não se trata de negar o valor humano das pessoas ou as contribuições que deram ou dão a Portugal, simplesmente achar que independentemente dessas razões a nacionalidade decorre de um pressuposto a que é alheio o mérito ou as acções. É algo simplistia, mas é a questão de fundo.

– Pegando nas palavra do Suevo, lembro que para mim Portugal e portugueses não significam o que a lei define. Isto torna particularmente insidiosas as leis anti-discriminação: se me perguntarem se considero o Makukula português, e eu disser que não, não estou certo se não pode ser considerado crime.

Comentar por Oestreminis

«A Inglaterra e as restates pátrias multirraciais podem dar mais importância aos mercados, mas não gostam que os seus cidadãos, e seus descendentes sejam expropriados e expulsos da “Rodésia”, eles não acham piada nenhuma ao Mugabe, nem tenho duvidas que preferem o Haider ao Mugabe.»

Meu Caro Suevo, aqui tenho de discordar uma vez mais. Os governos multiculturalistas europeus, promotoras da auto-flagelação étnica, em nada querem saber dos sues concidadãos que são expropriados no Zimbabué ou chacinados a golpes de ctana. Tanto assim é que deixam isso bem patente nas faustosas recepções que fazem a tiranos como Khadafi ou Mugabe (apenas para citar dois), mas quando se tratou de um dirigente partidário europeu que foi eleito democraticamente erigiram um muro de protestos e ameaçaram estabelecer sanções contra a pequena Áustria até obterem os seus intentos.

«Eu entendo muito bem que estrategicamente é cómodo criticar os métodos do Mugabe, mas sendo sérios e realistas, há que ter em conta que muitos africanos e principalmente muitos mestiços só sairão da Europa se a isso forem obrigados, que não seja tacticamente correcto admitirmos isso já é outra historia.»

Obviamente que a CI tem uma estratégia própria e que articula as suas actividades de acordo com a mesma e com o que a lei permite. Logo, é uma estratégia séria e realista, o contrário seria suicidário e imbecil. Estabelecer um cenário de expulsões compulsivas e maciças parece-me extremamente perigoso numa linguagem política.

Já no plano pessoal, e exclusivamente pessoal, também não escondo que temo que, a manter-se o actual índice de chegadas de alógenos ao nosso continente, já transformado num processo de invasão e colonização, existem fortes probabilidades de graves e grandes conflitos étnicos que exigirão tomadas de medidas drásticas.

«A realpolitik permitia isso e muito mais, o estado multirracial português é que não o desejava, nem nunca o desejou. Basta ver que o numero de negros que existia nos países de leste até à bem pouco tempo, e não estamos a falar de regimes nacional-socialistas, muito pelo contrario.»

Absolutamente em desacordo. Não acredito que Portugal ou qualquer outra nação com as dimensões e fraquezas do nosso páis pudesse estabelecer como contrapartida para a independência da colónias a impossibilidade de entrar um negro que fosse em solo pátrio. Olvidas que por aquela altura já a África do Sul era fustigada por sanções devido ao apartheid e que Portugal, sem as colónias, isto é, sem importância geopolíica e estratégica, sem os recursos que tinha até então, seria imediatamente levado à ruina económica, social e consequentemente política se optasse por tal decisão.

Comentar por arqueofuturista

Caro Oestreminis, permita-me umas curtas observações às opiniões por si expressas:

«É também relativamente óbvio que a empatia que temos com a população branca do Zimbabwe altera ligeiramente a nossa percepção, o que é natural. Sendo aquele o país deles ou não existe sempre uma empatia que é de resto uma das consequências da existência de um sentido étnico nas populações.»

Indubitavelmente. Pessoalemente assumo a lealdade étnica como o factor mais importante, pois é com ao lado dos nossos que temos de estar, seja no Zimbabué, seja na Venezuela, seja na Nova Zelândia.

«Dito isto, o Suevo tem razão quando diz que é utópico achar que qualquer solução de repatriamento se faz de forma voluntária e alegre… isto não significa contudo de forma alguma que se pratique o que se passa no Zimbabwe. Uma alternativa possível – e estamos aqui no puro faz-de-conta – seria o não reconhecimento da nacionalidade portuguesa aos nascimentos, acompanhado de medidas de incentivo reais para a repatriação voluntária dos pais. Ainda assim seria algo complicado, mas não involvia a deportação forçada de populações de forma directa – embora,sem hipocrisia, o fizesse de forma indirecta.»

Na resposta ao Suevo, tornei claro que a CI enquanto asociação legal apenas se limita a actuar na estrita obediência legal, apresenatando um discurso que por sua vez é também aquele que pela associação se conclui como sendo o mais propício para penetrar nas mentes das nossas gentes. No campo pessoal, e não foi neste âmbito que o Suevo levantou a questão, estou em absoulta concordância com o que o Oestreminis escreve.

«- A estratégia de “coacção social” tem interesse, mas é hoje em dia de uma eficácia relativa e de um risco não desprezível; eficácia relativa porque só se pode ter esse tipo de conversa com quem já partilha a mesma opinião, caso contrário os riscos de isolamento social e represálias imediatas são grandes (falo, por exemplo, no local de trabalho). Risco não desprezível porque uma leitura das leis anti descriminação – em especial as recentementes aprovadas na UE – tornam qualquer comentário tido como racista uma ofensa legal.»

Observação muito pertinente e que revela grande objectividade. A acção política, social e cutural deve ser sempre mesurada de acordo com a tangibilidade e exequibilidade do objectivo estabelecido. Não podemos cair no erro de Ícaro.

Os dois restantes pontos, escuso-me a comentar por compartilhar da sua essência.

Comentar por arqueofuturista

se me perguntarem se considero o Makukula português, e eu disser que não, não estou certo se não pode ser considerado crime

Creio que não, se for feito a título meramente individual. Se pelo contrário tal opinião for apresentada como mensagem propagandística de um grupo, talvez possa daí surgir um processo em tribunal.

Comentar por Caturo

“A acção política, social e cutural deve ser sempre mesurada de acordo com a tangibilidade e exequibilidade do objectivo estabelecido.”
Lá está, o ficar de braços cruzados. Palavras, palavras, palavras…
Não pedi que fossem tomadas quaiquer medidas racistas ou que a CI fizesse isto ou aquilo.
Só pedi para que se não vire as costas ao segmento da população mais frágil e toda a gente vira as costas…

Desculpem o desabafo mas assim… temo apenas pelo pior.
Boas Tardes.

Comentar por D. Sebastião II

Mas oh DS2 o que quer dizer com isso Sinceramente não percebo. Fala embraços cruzados, virar as cotas, palavras… Ou houve aqui alguma desconexão na linha ou então falamos de coisas diferentes. Esclareça lá isso se faz favor.

Comentar por arqueofuturista

Fica para um outro post!

Comentar por D. Sebastião II

O Eusébio “português” honorário, porquê?…só porque foi futebolista?…mas que raio, não percebo.

E os ciganos, eles gostam de ser ciganos e nisso têm orgulho, não precisam da nossa ajuda nisso para nada…e eles consideram-se muito portugueses, até demais…infelizmente vivo perto de uma zona onde existem muitos ciganos – Belém – e, toda a vida, tive de viver “com eles” nas redondezas…sei como são, como agem, como pensam, o que pensam de nós e o que pensam quais os direitos que devem de ter…e até têm, na realidade…abonos de familia muito superiores, ajudas sociais que outros portugueses não têm, casas dadas, ou quase dadas…depois são um povo que, verdadeiramente, não servem para nada…os negros ainda inventaram o espremedor de limão agora os ciganos…pelos Deuses…bem, depois são o povo mais inculto que eu conheço, vivem do consumo de recursos, usam e não dão nada, poluem mais do que qualquer outro…e afinal, o que podemos fazer com eles?…para onde é que os pdemos mandar? Para a India?…nem se sabe ao certo de onde são. Peço desculpa a todos mas os ciganos são uns inúteis e reproduzem-se como pulgas, cada vez mais e mais e mais. Isto é o que penso e, dúvido, que alguem me faça mudar de opinião…não precisamos dos ciganos em Portugal, para nada.

Queiram-me desculpar os erros e a construção das frases mas estou cheia de febre e dores…que rico fim de ano.

Boa Passagem de Ano, para todos.

Comentar por Shivafaa

Longe de mim querer defender Robert Mugabe (por mais que vocês se referiam a mim como “este índio” ou “este preto”, a verdade é que eu também sou branco como vocês, e seu estivesse na Rodésia, estes Rodesianos me matariam.

Mas o que me deixa puto dentro das calças é que, se vocês Europeus, ainda no século XV, tivessem tomado a corajosa decisão de abrir mão do braço negro, eles já teriam sumido do mapa há muito tempo, ninguém iria empregá-los, e morreriam de fome.

O Erro de vocês Europeus foram terem ficados com as bundas sentadas na Europa ao invés de ocuparem maciçamente países como esta Rodésia e trabalharam para vocês próprios. Preferiram usar os negros como “peasants” (trabalhadores braçais de plantações) sem cogitarem nos riscos que isso lhes acarretaria no futuro histórico.

Hitler sempre disse: Uma nação é como um ser vivo, que nasce, cresce, e pode morrer; e para crescer, deve buscar ampliar o seu espaço vital. A África Subsahariana, com todos os seus problemas insolúveis mas com riquezas incalculáveis, foi uma dádiva divina para que vocês a ocupassem fisicamente (lançando mão de sua tecnologia armarmentista, isto é, canhões, espingardas, pólvora) com assentamentos auto-suficentes de milhões de Europeus.

Mas, preferiu-se empregar os nativos por salários de privada.

O resultado são pessoas como Mugabe a assassinar os poucos Brancos que por lá restaram.

Comentar por Eldridge Cleaver




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