Novopress entrevistou Diogo Canavarro, presidente da Causa Identitária
Outubro 3, 2007, 12:41 pm
Filed under: Em foco


A secção portuguesa da agência de notícias Novopress. Info, organismo iniciado pelos identitários da França que conta já com 13 antenas nacionais e 14 antenas regionais, entrevistou o presidente da associação Causa Identitária, Diogo Canavarro, o qual expressa em traços gerais o que é ser identitário e no que consiste o combate identitário.
Não posso deixar de transcrever algumas das perguntas colocadas e respostas concedidas que se me afiguram de especial interesse por aquilo que revelam, ou seja, uma clarividência notável aliada a uma correctíssima leitura da conjuntura actual, permitindo desde logo percepcionar que a Causa Identitária representa, no campo associativo e de intervenção cívica, uma associação efectivamente vanguardista em Portugal, com um discurso límpido e sem paliativos, que visa aproximar-se da população, dos nossos, uma vez que é por estes que se movem os identitários. Em suma, esta entrevista é literalmente uma lufada de ar fresco.

Antes de mais, o que significa o termo “identitário”?
Ser identitário é premiar a preservação e promoção da nossa especificidade etnocultural como eixo vertical, superior e intocável. É, também, a vontade de afirmação do nosso ser, expressa em hábitos, costumes e atitudes que nos são próprios e constituintes de uma particular singularidade no meio humano.

Quais são os objectivos da Causa Identitária?
A associação Causa Identitária tem por objectivo a defesa e promoção da identidade nacional e europeia. Na prática tal significa que, mais do que buscar falsas simpatias do nosso povo com discursos do “contra”, queremos despertar consciências e alertar as nossas populações para os tempos difíceis que se avizinham. É imperioso a mentalização colectiva de que, mais grave que as actuais crises política e económica, é o processo, gradual e acelerado, de substituição das nossas gentes, culturas, hábitos e costumes, por povos e culturas que nos são diametralmente opostos. É por isso que recusamos a ideia da «inevitabilidade» da globalização e propomos o Arqueofuturismo (conceito cunhado por Guillaume Faye e que visa a preservação da memória ancestral aliada ao progresso da tecnociência) como solução alternativa. Em suma, acreditamos que o futuro da Europa, e quiçá da humanidade, não passa pela aceitação forçada do «outro» e uma consequente diluição das especificidades identitárias através do processo de miscigenação, mas sim pelo renascimento dos blocos etnoculturais, em que a relação de forças conduzirá ao respeito por povos e culturas e à tão almejada harmonia global.

O que diferencia a Causa Identitária de outras iniciativas e organizações nacionalistas?
A começar pela definição de “nacionalismo”. A Causa Identitária considera que este termo está ultrapassado e demasiado polarizado. De facto, de que “nacionalismo” estamos a falar? Do nacionalismo “burguês”? Do nacionalismo imperialista? Do nacionalismo do estado-nação? Do nacionalismo separatista? Do nacionalismo de matriz esquerdista? Que nacionalismo? Assim cremos que, face a esta problemática, é necessária a introdução de uma nova corrente política que se afirme pela inovação e pela positiva e que, fundamentalmente, não viva agarrada aos dogmas, em suma, que esteja liberta das grilhetas do passado histórico/ideológico recente. Essa corrente é o “Identitarismo”. Citando livremente Pierre Vial (presidente da associação identitária Terre et Peuple), «guardemos no coração esta palavra “nacionalistas”, mas compreendamos que a actual conjuntura exige novos métodos e novos caminhos.»
Posto isto, a nossa corrente destaca-se ainda das demais organizações através de vários factores, dos quais saliento:

Autonomia histórica
Não nos revemos em modelos políticos do passado. O nosso combate situa-se no presente, mas com os olhos postos no futuro e em permanente reverência pelo nosso passado histórico! Respeitamos de forma crítica e intelectual as ideologias doutrora, mas não podemos aspirar a resolver os problemas dos dias de hoje com velhas fórmulas caducas e ultrapassadas. O mundo actual exige (tal como na ciência, por exemplo) novas ferramentas, novos discursos, novas ideias. E nós queremos ser os portadores dessa nova mensagem.

Europeísmo convicto
Acreditamos que, dos Açores a Vladivostok, a Europa tem uma História comum, uma matriz etnocultural semelhante. E face à invasão física e espiritual das nossas casas, a Europa deve unir-se para garantir a continuidade da rica diversidade que compõem a mesma. Mas esta união não pode ser feita, como diria Guillaume Faye, através da forma indolente da União Europeia. É necessária a construção de um bloco, a Eurosibéria, um espaço economicamente «autocentrado» e que não será ofensivo para o resto do mundo mas simplesmente inatacável, um pouco à semelhança do ouriço. A Eurosibéria inclui logicamente a Rússia e exclui, por razões óbvias, a Turquia. Para muitos, esta união é a perca da nossa soberania e identidade. Para nós tal não faz qualquer sentido. Um País é tanto mais livre e soberano quanto melhores forem as suas relações geopolíticas, as quais são um garante da sua segurança e prosperidade, assente numa real e efectiva política de subsidiariedade. Em caso algum isto significa a obliteração de Portugal, nem a diluição dos Portugueses numa amálgama europeia, muito pelo contrário. Portugal encontra no seio dessa unidade europeia o seu devido lugar e será ela quem permitirá a permanência e a perenidade do ser português. É pelo nosso intenso desejo em continuarmos a ser portugueses, em transmitir o legado que recebemos, que achamos que nos devemos unir àqueles que, todos os dias, sofrem dos mesmo males que nós e que nos são semelhantes. “Orgulhosamente Sós”, não serve para nós!

Nova Estética, Nova Acção
Tendo rompido com dogmas desprovidos de sentido, é nosso desejo também romper com atitudes que prejudicam a nossa luta. Assim, frases do género «Odiados e Orgulhosos», não têm qualquer cabimento no Ideal Identitário. Queremos que o nosso povo nos olhe como um dos seus, que se identifique connosco. Em concreto, tal significa que repudiamos a mentalidade dos «secretismos» e/ou «clandestinidades»: Somos homens e mulheres, actuais e esclarecidos, e, portanto, nada temos a esconder!

Para ler a entrevista na íntegra clique aqui.


18 comentários so far
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Brilhante entrevista: concisa e reveladora dos ideais Identitarios!

Parabens!

Comentar por Miazuria

Só por perguiça e curiosidade, podem explicar-me o que é a novopress? É que sempre pensei que fosse uma banal agência de notícias, como a Lusa!?

Comentar por D. Sebastião II

“a Causa Identitária representa, no campo associativo e de intervenção cívica, uma associação efectivamente vanguardista em Portugal, com um discurso límpido e sem paliativos, que visa aproximar-se da população, dos nossos, uma vez que é por estes que se movem os identitários.”
Não duvido. Estou convicto de que as intenções são as melhores.
Simultâneamente sinto-me na obrigação de vos espicaçar, dizendo, mais uma vez, que se têm de esforçar mais, ó Identitários, uma vez que o “grande públido” não tem uma pista da vossa existência!

“Na prática tal significa que, mais do que buscar falsas simpatias do nosso povo com discursos do “contra”, queremos despertar consciências e alertar as nossas populações para os tempos difíceis que se avizinham.”
Gostei sim senhora. Mas, continuam sem conseguir chegar ao grande público.

“A Causa Identitária considera que este termo está ultrapassado”
Mau! Revela aqui grande sabedoria, este Canavarro, ao saber desviar-se do que o povo desconfia para ganhar a confiança deste último. No entanto, Nacionalismo é uma palavra de que eu e o povo Português gostamos! Grande sabedoria.

“Europeísmo convicto
Acreditamos que, dos Açores a Vladivostok, a Europa tem uma História comum, uma matriz etnocultural semelhante”
Bem dito!
No entanto, a Rússia é muito grande e há muitos “não Europeus” por essas bandas, se é que me entendem. Já para não falar de Bósnios e Albaneses.
E acrescente-se à Europa, a América do Norte, o Cone do Sul (Sul das Américas) e a Austrália-Nova Zelândia!

Comentar por D. Sebastião II

Só isto ficou por dizer:

Grandes respostas nesta entrevista!
Quase me converteu ao identitarismo!

Comentar por D. Sebastião II

Depois de ler toda a entrevista na íntegra, recomendo o seguinte:
“Que o soar do javali se espalhe por toda a mãe Europa!”
Por favor, não tornem a usar este slogan!!!!!

Também não gostei das respostas ás perguntas rápidas e mais importante de tudo:
COMO PENSAM VOCÊS FAZER ALGO EM CONCRECTO SEM UM PARTIDO!!??

Comentar por D. Sebastião II

Só por perguiça e curiosidade, podem explicar-me o que é a novopress? É que sempre pensei que fosse uma banal agência de notícias, como a Lusa!?

Poupar-me-ia algum tempo se lê-se com devida atenção aquilo que se escreve. Ora atenta lá na introdução que faço a esta entrevista e veja lá no que escrevi: Agência de notícias, neste caso electrónica, aberta por identitários franeses e actualmente com dezenas de antenas.

Não duvido. Estou convicto de que as intenções são as melhores.
Simultâneamente sinto-me na obrigação de vos espicaçar, dizendo, mais uma vez, que se têm de esforçar mais, ó Identitários, uma vez que o “grande públido” não tem uma pista da vossa existência!

Meu caro, a CI é uma associação, não é um partido, logo não usufrui dos mecanismos que catapultam os partidos (direito de antena) para o domínio do conhecimento público. a CI tem apenas dois anos e meio e a sua conturbada vida, por motivos externos, têm dificultado a sua progressão, é certo, mas não serão suficientes para acabar com esta associação, a qual irá gradualmente, passo a passo, sem pressas nem delírios, ocupar o espaço que lhe é devido.

Mau! Revela aqui grande sabedoria, este Canavarro, ao saber desviar-se do que o povo desconfia para ganhar a confiança deste último. No entanto, Nacionalismo é uma palavra de que eu e o povo Português gostamos! Grande sabedoria.

Palavas não passam disso mesmo, palavras. Se você gosta da palavra nacionalismo, bom, dê-lhe substância, faça alguma coisa para que o nacionalismo seja realmente do agrado do nosso povo, o qual, a bem da verdade não parece nada interessado nele. Nós por cá, enfim, continuaremos com o combate identitário.

Ah, já agora se gosta tanto de nacionalismo porque escreveu tantas vezes neste local nacionalitarismo? Um Paradoxo…

No entanto, a Rússia é muito grande e há muitos “não Europeus” por essas bandas, se é que me entendem. Já para não falar de Bósnios e Albaneses.

Tem razão ao dizer que a Rússia é muito grande, mas os tais nõ-europeus a que se refere são minoritários no seio desse grande país. fique sabendo que na Sibéria a população russa de cepa constitui 70% do total.

E acrescente-se à Europa, a América do Norte, o Cone do Sul (Sul das Américas) e a Austrália-Nova Zelândia!

Não, não se pode acrescentar à Eurosibéria esses territórios. Esses fazem parte de um outro conceito que podemos designar, se assim for aceite, por Setentrião.

Quase me converteu ao identitarismo!

O “quase” revela que esta entrevista deixou alguma semente no seu íntimo, que o fez questionar, e se começa a questionar é porque está no caminho certo. Deixe-se de hesitações e jute-se à CI, contribuindo com as suas valências e não se limitando apenas em comentar aqui e acolá na internet.

Por favor, não tornem a usar este slogan!!!!!

Não é um slogan, mas antes o expressar do espírito jovem e revolucionário do presidente da CI. Se o D. Sebastião não gosta, mete de parte, não volta a ler.

Também não gostei das respostas ás perguntas rápidas

Quando não se gosta de algo tem-se duas opções, ignora-se ou procura-se fazer melhor.

e mais importante de tudo:
COMO PENSAM VOCÊS FAZER ALGO EM CONCRECTO SEM UM PARTIDO!!??

Por favor, aqui tenho de respirar fundo. Não sei qul é a sua idade para perceber que mente escreve isto, já li da sua parte, contudo, muita coisa que me agradou, outra nem tanto, e tudo porque você padece de um mal generalizado que é uma visão redutora das coisas resultante de uma análise pouco profunda. DESDE QUANDO É QUE A INTERVENÇÃO CÍVICA SE RESTRINGE AOS PARTIDOS? DESDE QUANDO SE ESGOTA NOS PARTIDOS A POSSIBILIDADE DE CHEGAR AO POVO E FAZER-SE ESCUTAR POR ESTE? DESDE QUANDO É IMPOSSÍVEL ACTUAR POLITICAMENTE SEM UM PARTIDO. ACASO SABE O QUE SÃO ONG’s, GRUPOS DE PRESSÃO, LÓBIS? ACASO SABE QUE, MESMO SEM UMA ESTRUTURA PARTIDÁRIA, PODE PARTICIPAR ACTIVAMENTE EM ELEIÇÕES? pOIS, NÃO ME PARECE QUE SAIBA DISTO, CASO CONTRÁRIO NÃO ESCREVIA ESTE TIPO DE PERGUNTAS E POUAVA-ME O TECLADO.

Comentar por arqueofuturista

Hola amigo. Acabo de descrubir algo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_%C3%81guia

No conocia el “Saudosismo”, parece muy, pero muy muy intersante.

Te escrivo tambien para decirte que ahora soy casi seguro que el procsimo ano hare un maestrado en portugal, como ya te habia dicho hacia unos meses, y por eso ahora estoy haciendo el curso de portugues (nivel basico)!!

Saludos

Comentar por Sikandar

“sem pressas nem delírios, ocupar o espaço que lhe é devido.”
Se bem que depressa e berm, não há quem, quem muito espera desespera. Eu gostaria que vós fosseis um pouco mais ousados! Assim como os Verdes-Eu-fémeas são ousados.

“não parece nada interessado nele (no Nacionalismo)”
O povo não se interessa é por politica(s) e por politiquice(s), quanto ao Nacionalismo… Euro 2004, Os Lobos, o Caso Maddie… Nacionalismo apolítico e neste último caso absurdo.

“Nós por cá, enfim, continuaremos com o combate identitário.”
É a isso que eu me sinto obrigado a críticar! “Combate”. Mas qual combate? Vocês ainda não combatem, vocês tentam despertar, alertar a população! Quem combate é o PNR mas eu creio que vocês seriam uns soldados diferentes, mais eficazes. Não levem a mal, mas é que o povo não vê os vossos combates. E olhem que o povo gosta é de porrada!

“Ah, já agora se gosta tanto de nacionalismo porque escreveu tantas vezes neste local nacionalitarismo? Um Paradoxo… ”
Porque palavras, são apenas palavras…
Era com a finalidade de unir os Nacionalistas e os Identitários em torno de uma causa maior. Missão impossível pois a mim parece-me que alguns Nacionalistas e alguns Identitários têm outras causas que a eles lhes parecem maiores. Alguns.

“Tem razão ao dizer que a Rússia é muito grande, mas os tais nõ-europeus a que se refere são minoritários no seio desse grande país. fique sabendo que na Sibéria a população russa de cepa constitui 70% do total.”
Bem sei. Todavia, essa maioria não é real em certos locais. Por vezes temos que abdicar do Império para melhor tomarmos conta da Nação. E a invasão Sino-Turco-Islamo-Mongol da Sibéria é mais grave que a iminvasão em França. Existem zonas no Cáucaso limpas de Russos! Na Chéchénia, por exemplo houve uma limpeza étnica extremamente eficaz.

“Não, não se pode acrescentar à Eurosibéria esses territórios. Esses fazem parte de um outro conceito que podemos designar, se assim for aceite, por Setentrião.”
Está bem, mas não deixem de lutar pelo Setentrião. (Deviam inventar um novo nome que esse nunca vai pegar!)

“Não é um slogan, mas antes o expressar do espírito jovem e revolucionário do presidente da CI”
Mas não tornem a fazê-lo!

“O “quase” revela que esta entrevista deixou alguma semente no seu íntimo, que o fez questionar, e se começa a questionar é porque está no caminho certo.”
A semente já cá está há muito! As questões também!

“Deixe-se de hesitações e jute-se à CI, contribuindo com as suas valências e não se limitando apenas em comentar aqui e acolá na internet.”
Dá vontade de dizer: A minha mãe não deixa! lol lol lol
Agora a sério. Creio que tenho outras prioridades e que não vos seria muito útil. Se bem que compartilho uns 90% dos vossos ideais. Mas, se um acontecimento catalizador (como a independência de certos países começados com k) acontecer, ou se eu vir que realmente lutar por causas tão nobres se tornou numa obrigação moral, ou uma prioridade de primeira ordem, sentir-me-ei ainda mais tentado (obrigado) a juntar-me a um movimento desse tipo.

“você padece de um mal generalizado que é uma visão redutora das coisas resultante de uma análise pouco profunda”
Talvez, não o nego. Apesar de lutar encarniçadamente contra qualquer tipo de visão redutora, principalmente, da minha parte.

” DESDE QUANDO É QUE A INTERVENÇÃO CÍVICA SE RESTRINGE AOS PARTIDOS?”
Tem razão, mas com uma máquina minimamente desenvolvida, a mensagem ganha maior força e mais difusão. Marketing, publicidade, passa por aí. Por vezes, eu penso que o Arqueofuturista (e outros) se esqueçem que o Português mediano, não tem tempo nem paciência para procurar outro tipo de informação. Ficando só com o que chega até ele (principalmente pela televisão).
“DESDE QUANDO SE ESGOTA NOS PARTIDOS A POSSIBILIDADE DE CHEGAR AO POVO E FAZER-SE ESCUTAR POR ESTE?”
Não se esgota. A questão não é o partido mas a máquina partidária.
Para além disso, parece-me que a Causa Identitária fala, fala, mas não oferece uma alternativa viável.
“DESDE QUANDO É IMPOSSÍVEL ACTUAR POLITICAMENTE SEM UM PARTIDO. ACASO SABE O QUE SÃO ONG’s, GRUPOS DE PRESSÃO, LÓBIS?”
Não vá por aí! Não é impossível, mas é sempre (ou quase) mais dificil.
“SABE QUE, MESMO SEM UMA ESTRUTURA PARTIDÁRIA, PODE PARTICIPAR ACTIVAMENTE EM ELEIÇÕES?”
Em teoria, na prática não terá como se fazer ouvir.
“CASO CONTRÁRIO NÃO ESCREVIA ESTE TIPO DE PERGUNTAS E POUAVA-ME O TECLADO.”
Desculpe lá qualquer coisinha mas eu sinto-me obrigado a espicaçar-vos desta maneira! Obrigado pela paciência.
Cumprimentos.

Comentar por D. Sebastião II

La escuela del Saudosismo es muy interesante, es una de mis fuentes ideologicas identitarias.

Y es obligatoria la lectura de Teixeira de Pascoaes.

Que seas bienvenido a tierras europeas de Portugal.

Saludos

Miazuria

Comentar por Miazuria

Olá Sikandar, com efeito, e como refere o meu bom amigo Miazuria, o Saudosismo é deveras interessante. A revista A Águia foi uma importante impulsionadora no ressurgimento nacionalista português, embora espelhasse um carácter marcadamente místico.

Fico muito contente por saber que no próximo ano virás fazer o teu mestrado em Portugal. Por certo não faltarão oportunidades para nos encontrarmos e debatermos pessoalmente inúmeros assuntos, disponibilizando-me desde já a auxiliar-te no que me for possível. Esperemos que te sintas tão bem em terras lusas como na tua pátria gloriosa que é a Itália.

Um abraço e até breve.

Comentar por arqueofuturista

Muchas gracias!

Te digo, creo que llegare en junio o julio para empiezar el maestrado en Octubre. Para elegir la universidad estare por alla este Diciembre o Ernero creo. De echo hay muchas que me gustan, La NOVA, la TECNICA, y la LUSOFONA. Anque la que me gustaria mas seria la antigua universidade de Coimbra. Pero esta en Coimbra y a mi gustaria vivir en Lisboa!! Asi que todavia tengo que elegir.

Saludos!

Comentar por SIKANDAR

“como na tua pátria gloriosa que é a Itália.”
Ai agora a Itália já é uma pátria!?

Sem que vai tudo cair em cima de mim mas, porque raio é que vem para aqui um Italiano falar Castelhano? Ele pode muito bem falar Italiano ou Português, agora vir para cá falar Castelhano parece-me um pouco ofensivo, não?

Comentar por D. Sebastião II

Sikandar, quando vieres a Portugal entra em contacto comigo uns dias antes para que te transmita o meu número de telefone e possamos marcar um encontro.

Não sei que Universidade te posso aconselhar. Já terminei o meu curso faz alguns anos. Talvez algum leitor presentemente universitário em Lisboa possa dar a sua opinião…

Quanto a viveres em lisboa, espero que te refiras a Lisboa cidade e não aos subúrbios, de todo aconselháveis.

Um abraço.

Comentar por arqueofuturista

Ai agora a Itália já é uma pátria!?

DS2, você anda atento, a ver onde me pode agarrar. Esteve bem agora. A minha cortesia para com o Sikandar traiu-me, mas enfim, para ele eventualmente a Itália é mesmo uma Pátria, já para um habitante da Padânia ou para um outro da Sardenha eventualmente a Itália é apenas um Estado composto por várias nações.

Mas enfim, não nos desviemos do assunto deste postal, nem sejamos pouco cordiais com o nosso amigo italiano ao abordar um assunto que porventura pode ser-lhe desagradável.

Comentar por arqueofuturista

Muchas gracias, claro unos dias antes te voy a escrivir.
Si me rifiero a Liboa ciudad.

Gracias

Saludos

Ps. Sebastião, no me parece ofensivo hablar el idioma de Cervantes (anque prefiero Camoes o Dante..), vivo en Colombia y vivi en Cantabria, asi que para mi es mi segundo idioma. (anque se que no lo escrivo demasiado bien). Solo escrivio en castellano para que el amigo arqueofuturista me entienda mejor, el italiano es mas diferete y portugues no lo hablo bien.

Cuanto a la cuestion de Italia, tampoco te contesto, no tengo tempo para desperdiciar, y lo que diciste me parece muy grosero, y descarado.

Comentar por SIKANDAR

Sikandar,
grosserias e descaradísses á parte, não fazia a mínima ideia que vivias na Colômbia ou que tinhas toda essa vivência castelahana. Ofensivo é quando aparecem por aqui alguns estrangeiros a pensar que o Castelhano é a língua franca da Península. Não é o caso, menos mal.

Quanto à questão Italiana, “tampoco te contesto y lo que diciste me parece muy grosero, y descarado” e “para ele eventualmente a Itália é mesmo uma Pátria, já para um habitante da Padânia ou para um outro da Sardenha eventualmente a Itália é apenas um Estado composto por várias nações” falam por si.
A Itália é uma pátria indívisivel, ponto final. Quanto muito, existem Italianos que não se identificam com a Itália, assim como há Portugueses Galaicos e Portugueses Lusitanos e Portugueses Mouros(!? LOL), não como existem Catalães, Bascos e etecetra.

Boa tarde, e não se chateiem com este assunto!
Não leves a mal Sikandar!

Comentar por D. Sebastião II

No te preocupes Sebastião, no estoy enfadado!
Ademas a mi tampoco me gustan lo que pensan que el castellano sea la lingua franca de la penisola o iberica!

Saludos

Comentar por SIKANDAR

O pais do cone sul mais conhecido dos Portugueses: Repulbica Federativa do Brsil Popolaçao-179 milhoes de habitantes ou seija 21 habitantes por kilometro quadrado. Composiçao Etnica-Negros-53% Mistos ou Mestiços-40% Brancos-6% Outros-1% In- ATLAS DO MUNDO Editora Civilizaçao DK – Agora caros amigos este pais e a continuaçao da Europa? Talvez a Argentina! Em relaçao aos Brasileiros dizerem que sao os irmaos dos Portugueses e tudo falso geneticamente antropoligicamente culturamente sao povos muito diferentes! Amigos obrigado pela atençao.

Comentar por Paulo Silva




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