Temas para debate: Paganismo
Setembro 20, 2007, 1:08 pm
Filed under: Em foco

«A riqueza do Paganismo, a qual nenhuma outra “religião” possui, é que nele encontramos uma extraordinária pluralidade de sensibilidades: do Paganismo dos bosques e do enraizamento, ao do desencadear da tecnociência; do Paganismo das brumas da planície ao das divindades do fogo solar. Do Paganismo das fontes e das ninfas ao do murmúrio surdo das batalhas, daquele do cântico das fadas ou da correria dos duendes escondidos na vegetação, ao do troar dos reactores, do dos grandes Deuses tutelares ao dos lares. Mas o génio do Paganismo está em reunir numa totalidade cósmica e orgânica o conjunto das paixões humanas, com as suas misérias e as suas grandezas. O Paganismo é efectivamente o espelho do mundo vivo.» 

Guillaume Faye  

Esta citação retirada de uma entrevista concedida por Faye a uma publicação europeia de orientação pagã (Antaios), é categórica no que concerne à identificação do conhecido pensador gaulês com o paganismo. Não sendo eu nem pouco mais ou menos pagão, enquanto identitário, não deixo de nutrir um sentimento de simpatia para com o paganismo em geral, particularmente devido a uma intensa curiosidade histórica em conhecer as crenças religiosas dos nossos antepassados e consequentemente em perceber o que os terá conduzido a abandonar os rituais dos seus avoengos para abraçarem religiões forâneas. 

O que me leva a abordar este tema são várias questões que se me afloram sobre o paganismo, ou seja, partindo da percepção de que o paganismo está a despertar gradualmente do seu estado letárgico, adquirindo inclusive um considerável número de adeptos entre as fileiras de resistentes europeus, em que medida, tendo em mente as conjunturas nacional, europeia e global, com todas os seus intrincados elementos, poderá o paganismo responder às inquietações actuais? Em pleno século XXI da era cristã não serão os vetustos preceitos e rituais pagãos anacrónicos? Num momento em que o Cristianismo parece titubear face a um Islamismo que se impõe, que papel de relevo poderá representar o paganismo na Europa? Não será ele um agente que enfraquece o Cristianismo mas, por seu turno, não oferece igualmente uma resposta adequada para a islamização do continente? Um indivíduo, comprometido com a luta política patriótica, ao assumir-se publicamente como pagão não incorre no descrédito e automaticamente não se encerra a si mesmo numa torre de marfim? Portugal tem uma longa história que se confunde com a religião cristã. É o despertar pagão um vector positivo para a recuperação da nossa identidade enquanto povo ou, pelo contrário, um motivo para a fragmentação nacional? 

Outras questões existem certamente e serão colocadas adiante, mas por agora deixo estas interrogações no ar. Caros amigos o blog é vosso.


132 comentários so far
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Sinceramente é mais e apenas, para mim, claro, um sinal de degenerescência e decadência.
Mas eu sou Crente e a Fé não se discute. As religiões, sim.

Comentar por PR

Eu acredito que: quem dá as prendas é o Menino Jesus, e não um aldrabrão, atacado e asqueroso qualquer da lapónia, que se apresenta como o “Pai Natal”.

Continuo também a pensar, e cada vez com mais convicção, de que o Cristianismo é a única e a última tábua de Salvação da Cultura Europeia/Ocidental.Mas infelizmente os ataques e os judas são tantos, que estamos TODOS (Cristãos, Ateus e Agnósticos) encurralados e ludibriados com a modernidade.

O Cristianismo, não é pacifista, nem dá a outra face aos invasores.
A Moral Cristã afirma que: os governantes devem “impor aos cidadãos a obrigação de defesa Nacional “ .E o uso da força militar, é também moralmente justificada, quando estão reunidos determinados requisitos.
E o Papão do Universalismo, consiste só no seguinte:
De que o Cristianismo quer salvar o Homem (plural), tornando-o virtuoso.
E Deus sabe muito bem, que existe diversidades raciais e etnicas e que devemos respeitar as diferenças.

Comentar por joão aguiar/351

Pois a questão do Paganismo ser ou não anacrónco deve ser vista do seu lado do espelho. Se os os nossos antepassados tivessem conseguido que o grito “Basta de Imigração” vingasse… e não vingou (tal como hoje não vinga) hoje não teria um Deus do deserto semita a encimar os nossos montes verdejantes. Se o preocupa a questão do Islamismo então deve colocar a capa às costas e cruzar por aí fora, cada um deve lutar sob influência das suas crenças.
As divindades do “paganismo”, assim lhe queiram chamar, estão acordadas e a precisar do nosso voto. Seremos menos identitários por rezarmos ao rio da nossa terra ou à arvore que nos viu crescer? Não creio.
Bem-haja.
Torcato

Comentar por Torcato

O Deus do Deserto é o Deus único, o das 3 religiões monotaístas.
Mas cada qual fica pelo que quer.
Como escreveu o PR a decadência civilizacional assume vários contornos.

Comentar por Sónia Ribeiro

Torcato! Queres um “deus” exclusivo?
Abraça o Judaísmo
:)

Todos conhecemos as opiniões do Vaticano sobre certos e determinados temas. E muitos desses assuntos ditos mundanos,principalmente os mais controversos, a Igreja dá o livre arbitrio aos seus fiéis.A infalibilidade Papal é só para questões dogmáticas, de Fé. Como tal, encontrarás Cristãos/Católicos desde a Extrema-Direita até à Extrema-Esquerda,passando por, Nacionalistas, Independentistas, e Abstencionistas.

Torcato, diz-me que propostas ou soluções o Paganismo nos apresenta para os problemas do Sec. XXI? E tens assim tanta certeza que os teus deuses são racialistas?

Comentar por joão aguiar/351

O microcosmo como reflexo do macrocosmo

“O que mais distinguiu o mundo pré-cristão, em todas as suas formas normais, não foi a divinização supersticiosa da natureza, mas um entendimento simbólico dela, em virtude da qual cada fenómeno e cada evento aparecem como a revelação sensível de um mundo supra sensível.”
Julius Evola

O resto é folclore (e do pior)- túnicas, guedelhas e afins

Comentar por Legionário

Tentar opor à fé islãmica, monolítica enquanto fé (e não como dogma), uma miríade de crenças disparatadas, que não trazem um fundo escatológico, é suicídio.Neste ponto estou de pleno acordo, que somente o cristianismo, pela sua universalidade, sua capacidade de agregação e sua resistência, já povada no passado contra esse mesmo islão, terá condições de fazer frente a esta ameaça. O grande problema é depurá-lo dos traidores, dos vapores infernais que entraram pelas rachaduras no edifício cristão, principalmente ap´s o Concílio Vaticano II. Com isso, não quero dizer que os pagãos sinceros e conhecedores realmente do que é paganismo (e não, obviamente quela ralé neo-hippie da Nova Era) não devem lutar pelos seus ideais e suas crenças contra a maré islâmica, mas é inegável que só terão sucesso se lutarem ombro a ombro com os cristãos.Alíás, lembrem-se da derrota de Átila nos campos catalunicos para a união de romanos (pagãos e cristãos) com germânicos (ristãos arianos e pagãos).

Comentar por Aldo Friederiksen

Sublinho, Legionário.

“Sinceramente é mais e apenas, para mim, claro, um sinal de degenerescência e decadência.
Mas eu sou Crente e a Fé não se discute. As religiões, sim.”
Mais exacto e incómodo para alguns identitários, seria impossível. Acertaste na mosca PR, como se diz na minha terra.

“os ataques e os judas são tantos, que estamos TODOS (Cristãos, Ateus e Agnósticos) encurralados e ludibriados com a modernidade.”
Não diria melhor, João Aguiar. Pior que serem muitos é estarem entre nós. No final, podemos reconhecer que nós (enquanto povo) somos os verdadeiros Judas.

“Se os os nossos antepassados tivessem conseguido que o grito “Basta de Imigração” vingasse… e não vingou (tal como hoje não vinga) hoje não teria um Deus do deserto semita a encimar os nossos montes verdejantes”
Ou este senhor não sabe nada de História ou então…
Enfim só quero dizer-lhe que o Cristianismo vingou aqui no seu Arianistão por se mesclar e confundir com o paganismo. Assim como o Hinduísmo recebeu influências Dravídicas mas mateve-se pagão. Já o Islão (principalmente o Sunita) foi destruidor das antigas tradições.

“Seremos menos identitários por rezarmos ao rio da nossa terra ou à arvore que nos viu crescer?”
Isso não é paganismo, a isso, hoje em dia, chama-se estupidez. E eu anseio por ver um movimento identitário/nacionalista live de estúpidez. Ou onde a dita seja reduzida.

“Como tal, encontrarás Cristãos/Católicos desde a Extrema-Direita até à Extrema-Esquerda,passando por, Nacionalistas, Independentistas, e Abstencionistas.”
João Aguiar, eu não chamaria católicos áqueles católicos de extrema esquerda, mas eu também não sou o Papa.

Comentar por D. Sebastião II

Algumas respostas às questões do camarada Arqueofuturista (a melhor vem no fim):

Em pleno século XXI da era cristã não serão os vetustos preceitos e rituais pagãos anacrónicos?

Como assim?… Acaso se dirá que o Judaísmo, igualmente vetusto, é anacrónico? E o Hinduísmo?… E Xintoísmo, religião nacional de um dos países mais avançados do planeta?

O Paganismo consiste em rituais e lealdades, e ligações aos Deuses, não em mandamentos que, esses sim, podem ser desactualizados pelo tempo.

Num momento em que o Cristianismo parece titubear face a um Islamismo que se impõe, que papel de relevo poderá representar o paganismo na Europa?

A revitalização de um ser religioso verdadeiramente europeu.
Porque, sem isso, nunca será a Europa completa e verdadeiramente soberana. Não esquecer que o próprio papa declarou que «espiritualmente, somos todos semitas.»
Somos semitas, os Europeus? Vergonhosa traição aos nossos verdadeiros ancestrais, indo-europeus.

Não será ele um agente que enfraquece o Cristianismo mas, por seu turno, não oferece igualmente uma resposta adequada para a islamização do continente?

Oferece uma resposta adequada a todos os níveis, como adiante se verá.

Um indivíduo, comprometido com a luta política patriótica, ao assumir-se publicamente como pagão não incorre no descrédito

Esperai… mais descrédito do que assumir-se nacionalista, actualmente, é difícil… isto no contexto da elite dirigente, claro.

Quanto ao resto, é uma questão de paciência. E divulgação.

Portugal tem uma longa história que se confunde com a religião cristã. É o despertar pagão um vector positivo para a recuperação da nossa identidade enquanto povo ou, pelo contrário, um motivo para a fragmentação nacional?

O Cristianismo perde terreno dia após dia – e, além disso, o que dele resta tem contribuido mais para a diluição da identidade nacional do que para o seu fortalecimento, como sabem todos os camaradas identitários, e ns, que tiveram de demarcar-se do patrioteirismo minho-até-timorense, do amor universalista.

Comentar por Caturo

Caro D. Sebastião,tem toda razão, e obrigado pela observação.
Quando referi, o termo extrema-esquerda,estava só a pensar nos leigos, não politizados.
Como é obvio, a ideologia comunista , bem como a Teologia da libertação são incompativeis com o Cristianismo.

Comentar por joão aguiar/351

Eu acredito que: quem dá as prendas é o Menino Jesus, e não um aldrabrão, atacado e asqueroso qualquer da lapónia, que se apresenta como o “Pai Natal”

E eu não acredito nem no Menino Jesus nem no Pai Natal, mas sei que este último, ao menos, é um reflexo de antigas crenças europeias, pelo que me merece muitíssima mais simpatia do que o carpinteiro judeu que morreu longe, todo choroso e sangrado, e nunca teve corno a ver com a Europa ou com os Europeus.

Continuo também a pensar, e cada vez com mais convicção, de que o Cristianismo é a única e a última tábua de Salvação da Cultura Europeia/Ocidental

Pois o maior mal do Ocidente é e sempre foi o veneno instilado pelo Cristianismo. É daí que deriva o universalismo pacifista e amante-do-Outro a todo o custo.

O Cristianismo, não é pacifista, nem dá a outra face aos invasores/i>

É sim – Cristo proclama-o abertamente, sem margem para dúvidas.

A Moral Cristã afirma que: os governantes devem “impor aos cidadãos a obrigação de defesa Nacional “

Falta demonstrar onde é que Jesus algum dia disse isso…

E o Papão do Universalismo, consiste só no seguinte:
De que o Cristianismo quer salvar o Homem (plural), tornando-o virtuoso

O Papão do Universalismo consiste precisamente em achar que o Homem é todo igual em toda a parte e que deve haver uma só lei espiritual em todo o globo, fazendo tábua rasa das tradições daquilo que realmente existe – não «o homem», essa abstracção humanista, mas sim os Povos.

Comentar por Caturo

<iTentar opor à fé islãmica, monolítica enquanto fé (e não como dogma), uma miríade de crenças disparatadas,

Míriade de crenças disparatadas?…
Aquela de que o Deus único resolveu um dia criar o mundo em seis dias e ao sétimo descansou (estava cansado, o Omnipotente, Omnisciente, Omnitudo)?…
Ou aquela do carpinteiro judeu que andou por cima das águas?
Talvez aquela do carpinteiro judeu que morreu na cruz, mas afinal não morreu, quis foi ficar o sábado inteiro a bater uma soneca e depois ao domingo foi para um almoçarada com os amigos (mas só os seleccionados)?…
A qual das crenças disparatadas, afinal?…

Neste ponto estou de pleno acordo, que somente o cristianismo, pela sua universalidade,

Pois o seu veneno maior está também na sua «universalidade» – porque, como a própria Igreja reconhece, ou o Cristianismo é universal mas, nesse caso, não pode ser dado como religião europeia, ou então é tipicamente europeu mas nesse caso perde o seu direito à universalidade.

sua capacidade de agregação

Sim… agregar negros, mestiços, etc., tudo no «Ocidente», que maravilha…

e sua resistência, já povada no passado contra esse mesmo islão,

Também o Hinduísmo a provou.

O grande problema é depurá-lo dos traidores, dos vapores infernais que entraram pelas rachaduras no edifício cristão, principalmente ap´s o Concílio Vaticano II

E que vapores infernais terão sido esses?… Talvez o horror da… liberdade de culto?…

Com isso, não quero dizer que os pagãos sinceros e conhecedores realmente do que é paganismo

Já agora, qual é a autoridade que reconhece quem sabe ou não o que é o Paganismo?…

Alíás, lembrem-se da derrota de Átila nos campos catalunicos para a união de romanos (pagãos e cristãos) com germânicos (ristãos arianos e pagãos)

Curiosamente, nunca, em tempos pagãos, a Europa foi tão violentamente ameaçada por gente bárbara dessa maneira. E até a poderosa Cartago foi completamente abaixo perante a Roma pagã.

Comentar por Caturo

Enfim só quero dizer-lhe que o Cristianismo vingou aqui no seu Arianistão por se mesclar e confundir com o paganismo

Não, o Cristianismo vingou aqui no nosso Arianistão porque perseguiu a ferro e fogo o Paganismo, e, sobretudo, porque usurpou ao Paganismo muitos dos seus rituais (sem isso, nada feito, coisa curiosa, já que a fé do Crucificado é tão poderosa…).

Assim como o Hinduísmo recebeu influências Dravídicas mas mateve-se pagão

Claro, porque as influências dravídicas também são pagãs…

Já o Islão (principalmente o Sunita) foi destruidor das antigas tradições.

Tal como o Cristianismo, sempre que para tal teve força.

“Seremos menos identitários por rezarmos ao rio da nossa terra ou à arvore que nos viu crescer?”

Isso não é paganismo, a isso, hoje em dia, chama-se estupidez

Não, a isso chama-se Paganismo, e quem acha que a verdade só se alcança de joelhos perante um Judeu Morto, não dá lições a ninguém sobre o que é ou deixa de ser estupidez, muito menos no que ao Paganismo diz respeito.

Comentar por Caturo

em que medida, tendo em mente as conjunturas nacional, europeia e global, com todas os seus intrincados elementos, poderá o paganismo responder às inquietações actuais?

Ora creio que esta é a questão mais relevante aqui colocada – e, ironicamente, está respondida, no essencial, com a própria citação apresentada.
Efectivamente, Guillaume Faye faz notar um dos maiores valores do Paganismo, isto é, da Religião Nacional: a de ver e sentir, em qualquer circunstância, a presença do Divino correspondente.

Vivendo num mundo dessacralizado, onde os valores estão relativizados, não há nada melhor do que uma revitalização do sentido da vida por via do Sagrado, porque a maior e mais plena intensidade das coisas é alcançada precisamente através da prática e do sentir religioso.
Ora, que melhor solução para re-sacralizar o Ocidente do que… a sacralidade especificamente ocidental?

É preciso olhar com mais fervor as nossas florestas e os seus animais?
Que melhor do que reconhecer, nessas florestas e nesses animais, a presença de Diana, ou de Fauno?

É preciso olhar com mais fervor a prática da política?
Que melhor do que reconhecer, na actividade política, a presença dos Deuses da Soberania, como Júpiter, por exemplo?

É preciso olhar com mais fervor para a cultura, para o estudo, para a ciência?
Que melhor do que reconhecer, no estudo, a presença de Minerva?

É preciso olhar com mais mística para a comunicação, para as novas tecnologias, para o poder da internet até?
Que melhor do que reconhecer, na comunicação, a presença de Mercúrio?

É preciso olhar com mais fervor para a necessidade e dever imperiosos de salvaguardar a beleza feminina da Mulher Europeia?
Que melhor do que reconhecer, no glamour feminino, a presença de Vénus?
(E é hoje, sexta-feira, o Seu dia da semana, em Latim «Dies Veneris», em Galego «Vendres»)

É preciso olhar com mais fervor para o valor do combate, da luta, da defesa armada da nossa Estirpe?
Haverá melhor solução do que reconhecer, na luta, a presença de Marte, Protector dos Latinos?

Comentar por Caturo

As palavras de Guillaume Faye são realmente excelentes e, diga-se, agradavelmente surpreendentes, num meio em que muita gente pensa ainda que ser pagão é ser campestre.

Porque, efectivamente, não é preciso ir para o meio dos bosques ou viver «primitivamente» para se ser gentio – basta que se tome consciência da dimensão sacral de cada aspecto da vida humana, porque em tudo há Deuses, como dizia Heráclito.

Assim, tão pagão é o homem do campo que preserva a memória da sua ancestralidade religiosa, como o piloto de caças de combate, o cientista ou o astronauta, cuja vivência seja quotidianamente inspirada pela força sagrada vinda das Alturas Luminosas dos Deuses Ancestrais, sejam os da Guerra, os da Soberania ou os do Saber.

É isto que, quanto a mim, mais interessa salientar, em matéria de pensamento gentio.

Comentar por Caturo

Caturo I, Papa do Paganismo!

Comentar por Tenebroso

Extraordinário debate este que se gerou. Algumas cutas notas que me parecem importantes para recentrar a questão e pôr um pouco de ordem:

– João Aguiar/351, ainda que eu compreenda ser de certa forma incontornável, evite por agora limitar o debate a um confronto Paganismo vs Cristianismo. Proximamente irei lançar outro debate sobre o papel actual do Cristianismo no combate identitário europeu.
– Peço aos participantes no debate para não se confundirem o Paganismo globalmente com a moda neo-hippie denominada Wicca.
– D. Sebastião, não confunda identitários com pagãos. Nem todos os pagãos são identitários, nem todos os identitários são pagãos. No campo religioso os identitários definem-se primeiramente como aconfessionais.
– Tenebroso, por certo conseguirá oferecer um melhor contributo para o debate que limitar-se a lançar tiradas humorísticas.

Comentar por arqueofuturista

Peço desculpa pela tirada humoristica. Pensava que as “bocas” não eram monopólio do Flávio, afinal…

Que me desculpem citar aqui Karl Marx mas eu acho que nisto ele tem razão, “a religião é o ópio do povo”. A religião foi a grande “descoberta” que só serviu para os poderosos manipularem os povos no sentido de servirem os seus interesses.

O Caturo fala num dos seus posts dos “camaradas identitários e ns” e ocorreu-me a perguntar se os identitários consideram ter algo em comum com os “ns”. É que se têm, fico um bocado triste pois começava a gostar de algumas das vossas ideias mas, com nazis não me identifico nem quero nada.

Cumprimentos

Comentar por Tenebroso

Não, as “bocas” não são monopólio do Flávio, mas antes daqueles que nada mais conseguem expressar. O Tenebroso por certo conseguirá fazer bem mais que lançar bocas.

Não tem de se desculpar por citar aqui Marx, eu próprio cito sobejamente Lenin, e até Mao Zedong. Digamos que eu, tal como os identitários, estou despido de preconceitos e dogmas.

Quanto à comparação que o Caturo fez, nada tem de mais, pois também poderia ter escrito “identitários e comunistas”, e aquilo que os primeiros têm em comum com os segundos não faz deles membros do PCP. A comparação exercida pelo Caturo explica-se pelo facto de que tanto os identitários como os NS partilham da mesma opinião e posição sobre uma tendência existente na área nacionalista que é denominda depreciativamente por “Minho-Timorense”, ou seja, nostálgicos de um Portugal cronologicamente datado e que já não voltará.

Por fim, sublinho a posição do Tenebroso em relação ao debate em curso e afim de, caso alguém considere pertinente, ser contestada: “a religião é o ópio do povo”. A religião foi a grande “descoberta” que só serviu para os poderosos manipularem os povos no sentido de servirem os seus interesses.

Comentar por arqueofuturista

A minha opiniao, bastante polemica e em contradicao com o que pensa o Caturo, reflecte um espirito muito mais pragmatico e realista.
Nao vivo em nenhum panteao de deuses!
Combater o cristianismo e um erro grosseiro em termos de estrategia politica, mais:dividir os europeus por motivos religiosos e cometer o suicidio colectivo.
A classificacao etno-linguistica, a que faz o Caturo, nao me merece consideracao. Estou mais proximo culturalmente de um cristao Libanes (caucasiano) do que de um Bengali Hindu.
E ja o escrevi varias vezes: angolanos mesticos, brasileiros de todas as cores,guaranis do Paraguai,Chineses de Hong-Kong, mesticos da africa do Sul, falam e escrevem em linguas indo_europeias, mas nao sao caucasianos. Nao e a lingua que define a identidade etno-cultural!Nunca o foi….
Caro amigo Tenebroso, por favor nao confunda Identitarios com Ns, eu nao sou Ns, mas sou Identitario! Folgo em saber que nutre simpatias por algumas das nossas ideias.
O “identitarismo”, passe o neologismo, e plural e complexo na sua definicao ideologica.

Abracos

Comentar por Miazuria

eu sou ateu e nao preciso de nenhuma religiao para lutar contra a imigraçao e outras religioes

por mim acabava-se era com todas, ok deixava o paganismo desde k nao obrigassem os putos a ir a aulas religiosas pagas quando pequenos e nao andassem por ai a propagandear na TV e nos governos (como faz o nosso governo com o cristianismo).

Comentar por Rori

Caturo, isto é para si:

O senhor tem um blog muitíssimo interessante, aprecio também a sua maneira de pensar e raciocinar e pôr as coisas no seu devido lugar. Porém vou dar-lhe o seguinte conselho: Seja mais prudente, menos extremista. Se o senhor Caturo for um pouco mais PC e menos brusco será levado mais a sério.

Quer você queira quer não, e como o senhor bem sabe, o Cristianismo confunde-se e é o centro da civilização Europeia. Não vamos matá-lo, façamos pois, o que este fez com os nossos Deues Pagãos Arianos, não os matou, apenas os incorporou de forma suave na sua génese. O que devemos reclamar é um Cristianismo mais Europeu e menos Universalista. Um Cristianismo que satisfaça mais a nossa sede pelo Paganismo ancestral, pelas nossas tradições mais remotas e mais profundas. Um Católico Europeu dar-se-á sempre melhor com um Ortodoxo ou um Protestante Europeus do que com um Protestante do Botswana ou até que com um Católico Boliviano (Índio). Porquê? Porque o nosso Cristianismo está tão profundamente ligado ao Paganismo que os povos não Pagãos (Arianos/Europeus) nunca compreenderão o Cristianismo no mesmo sentido que nós, Europeus e Cristãos (de primeira). O Cristianismo deixou de ser uma religião Semita, apesar de adorar um Deus do Deserto. O Cristianismo é actualmente (mas ainda mais acentuadamente antes do concílio Vaticano II) a religião Ariana/Europeia por excelência. Não é Semita, é uma mescla que hoje deveria ser inteiramente Ariana. Hitler era Católico. Vê onde eu quero chegar?

“Pois o seu veneno maior está também na sua «universalidade» – porque, como a própria Igreja reconhece, ou o Cristianismo é universal mas, nesse caso, não pode ser dado como religião europeia, ou então é tipicamente europeu mas nesse caso perde o seu direito à universalidade.”

Ora atente no que a própria Igreja diz. O Cristianismo e os Cristãos têm de fazer uma escolha. Ou escolhem um Cristianismo Europeu como tem sido antes do Concílio Vaticano II. Defendendo a Europa, confundindo-se com a própria Europa, incorporando o Paganismo em si, sem medo de declarar guerra aos inimigos da Europa. Ou teremos uma religião cada vez mais Semita e Universal.

O perigo é que ao perder apoios e crentes na Europa os dirigntes da Igreja sentem-se tentados a satisffazer cada vez mais Africanos, Sul Americanos e outroscomo os Coreanos. Ninguém perderá mais que isso que a Europa.
Daí eu acreditar que o bom seria termos de novo uma Igreja ao lado da Europa, ao lado dos povos Europeus, Universalista, sim. Mas que esse Universalismo fosse sempre igual ao Universalismo da Europa.
Só uma grande questão se põe. Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus.

Continue com o seu blog e um bem haja! Apenas tenha mais calma e não se iluda pois o Paganismo nunca vingará sem ser pela Igreja.

Comentar por D. Sebastião II

PS- para o Caturo:

“Sim… agregar negros, mestiços, etc., tudo no «Ocidente», que maravilha…”
A Igreja só agrega esse tipo de gente no Ocidente numa tentativa desesperada de trazer o Cristianismo ou qualquer coisa que lhe dê ímpeto para o Ocidente, assim como defende a “agregação” de Europeus crentes na China e pelas Coreis aí a fora…

Daí a Igreja ser um aliado fundamental à Europa. Nós temos traído a Igreja e ela tem-nos traído a nós.
Go figure why! :-(

Comentar por D. Sebastião II

Arqueofuturista e Tenebroso:

Parem com essas “mariquices”:
Eu não me dou com pretos.
Eu não me dou com “ns’s”.
Eu não me dou com comunistas.

Isso não ajuda ninguém. Eu, neste campo ideológico estou com aqueles que quiram levantar Portugal e admiro Álvaro Cunhal, Eusébio e outros que para este campo são muito polémicos.

Só quer que sejam nacionalitários (do latim, nacionalista+identiário=Um daqueles que põe Portugal em primeiro e a civilização Europeia em segundo).
Façamos o seguite, juntemo-nos com nazis, nacionalistas, nacionais socialistas, identitários, velhos da aldeia, etc e façamos coisas juntos porque no fim de contas, a finalidade é a mesma: Ajudar a transformar PORTUGAL E O POVO PORTUGUÊS nalguma coisa melhor. Um dia chegará um líder que nos una a todos (até alguns velhos comunistas, desiludidos com a sua expriência no comunismo são hoje grandes patriótas!) contra as hostes inimigas qual Aragorn em Senhor dos Anéis. Um dia (sem querer fazer analogia com João Baptista) D. Sebastião II chegará, mas o verdadeiro! Aquele que não baptizará com água, mas com o espírito de divino.
Eu creio que o pior deste(?) movimento(?) são as divisões internas. Há 10000 nacionalitários assumidos. Cada um age sozinho. Existem 8,5 milhões em potêncial, mas não são estimulados.

Vós falais do patriotismo Minho-Timorense. Para mim o “meu patriotismo” é desde a Galiza ao Algarve, e onde quer que esteja um Português, que para mim é um Europeu que fala esta língua e ama a nação Portugu(alegu)esa (mesmo que não o saiba).

Voltando ao tema:
“a religião é o ópio do povo”. A religião foi a grande “descoberta” que só serviu para os poderosos manipularem os povos no sentido de servirem os seus interesses.” e comentado esta frase, quero dizer que concordaria com ela se não estivessemos nós a esquecer que religião = oculto, e frase mais Portuguesa que a seguinte, não me ocorre:
“Não acredito em bruxas, mas que as há, há”.

Comentar por D. Sebastião II

* Nação Portug(alegu)uesa

Comentar por D. Sebastião II

** Nação Portug(aleg)uesa

Comentar por D. Sebastião II

Arqueofuturista, venho, por este meio, pedir-te humildemente para que um dia nos brindes com um debate acerca de um dos grandes problemas da sociedade Europeia actual. Um problema que é a causa maior do desenraízamento cultural a que hoje assistimos.
O medo da religião. O Islão (civilização mais dinâmica dos dias de hoje) não padece dessa enorme fraqueza.

Venho aqui também pedir para que nos brindes antes do dia 7 de Outubro com um artigo acerca da manifestação (e consequentemente das problemáticas inerentes a ela) que ocorrerá nesse dia em Novi Pazar, Sérvia.
(Faz-me o favor de não dizer qualquer coisa depois da manifestação como fizeste com a de dia 11 de Setembro em Bruxelas, mas acompan~ha-á, se possível, claro.)

São só sugestões, evidentemente, não quero que o Arqueofuturista se sinta pressionado.

Comentar por D. Sebastião II

Caturo,
respondendo ao seu post número XIII (númeração pagã, hã?)…

“Não, o Cristianismo vingou aqui no nosso Arianistão porque perseguiu a ferro e fogo o Paganismo, e, sobretudo, porque usurpou ao Paganismo muitos dos seus rituais (sem isso, nada feito, coisa curiosa, já que a fé do Crucificado é tão poderosa…).”

Não acredito que com os seus conhecimentos acerca da História da brilhante civilização Europeia, a civilização da aristocracia da Humanidade, não saiba como ascendeu o Cristianismo. Pelo que acho muitíssimo grave que a História seja apagada porque não nos convém.
O Cristianismo, tal como o Judaísmo, foram permitidos no Império Romano mas não adoptados como religião oficial (pelo menos no ínicio).
O Cristianismo foi durante alguns séculos perseguido no Império Romano. Os Cristãos eram não raras vezes atracção no Coliseu pois serviam de alimento vivo para os Leões. Não se lembra dessa parte da História?
Não se lembra também de que os elaborados túneis por baixo da cidadade de Roma eram utilizados pelos Cristãos como portos seguros, não se lembra que eram aí realizados muitos ritos Cristãos?

Talvez não se lembre de muita coisa da História da Europa. Mas garanto-lhe que depois da morte de Cristo (ou pelo menos depois da sua crucifixação e ressurreição) os seus discípulos, entre os quais os apóstolos foram espahar a mensagem de Cristo pelo mundo fora e creio que S. Pedro (ou talvez S. Paulo) partiram para Ocidente, para a Grécia e até a Roma. Depois de uma larga população do Império Romano ter sido Cristianizada (uma parte maior que os muçulmanos existentes hoje na Europa) o Imperador Romano Constantino teve uma vizão da cruz numa batalha no século IV e converteu-se ao Cristianismo a partir desse momento, fazendo do Cristianismo a religião de Roma. A partir daí o povo do Império Romano foi lentamento Cristianizada. A violência na cristianização do Império Romano foi mínima. Contantino, continuou inspirado na Cruz e por Cristo a governar o Império Romano, construiu a basílica de S. Pedro em Roma e fundou Contantinopla, a Nova Roma. Cidade essa que foi perdida pela Cristandade face ás hostes do profeta em 29 de Maio de 1453. Contantino foi graças a Cristo, dizem, um dos Imperadores mais “iluminados” do Império Romano. Foi-o especialmente um grande imperador no seu tempo e nos séculos que o seguiram (e antecederam, creio). A partir de Constantino foi civilização+Cristianismo vs barbarismo+Paganismo. Eu estaria do lado dos Romanos, da Europa Ocidental, do Império Bizantino e da civilização Europeia contra os bárbaros Germanicos.

“Claro, porque as influências dravídicas também são pagãs…”
Talvez sejam. O meu conceito de paganismo é uma religião clássica e autóctone Europeia que descenda da proto-religião Indo-Europeia. As crenças Dravídicas não satisfazem o meu conceito de Paganismo. Talvez o Hinduísmo ou até o Zoroastrianismo.
E atentem que muitas das inovações de Jesus são baseadas no Zoroastrianismo. O que não é de todo absurdo pois não se sabe práticamente nada de Jesus entre os seus doze e os seus trinta anos. Bem podia ter ido para a Pérsia e ter passado lá esse tempo a receber ensinamentos zoroastrianos (não sou o único, muito menos o primeiro a avançar com essa tese).
E olhem que o zoroastrianismo é uma religião, senão pagã, intrínsecamente indo-europeia, tal como o senhor Caturo gosta.

“Tal como o Cristianismo, sempre que para tal teve força.”
Deve estar a falar da Inquisição. Mas isso é outra história. O Islamismo sempre converteu os outros pela espada, isso não aconteceu (pelo menos inicialmente) com o Cristianismo.

““Seremos menos identitários por rezarmos ao rio da nossa terra ou à arvore que nos viu crescer?”

Isso não é paganismo, a isso, hoje em dia, chama-se estupidez

Não, a isso chama-se Paganismo, e quem acha que a verdade só se alcança de joelhos perante um Judeu Morto, não dá lições a ninguém sobre o que é ou deixa de ser estupidez, muito menos no que ao Paganismo diz respeito.”

Peço desculpa mas a si dou-lhe lições. Eu sou um apreciador do Paganismo, um interessado pelo Paganismo tal como o senhor. Uma diferença é fundamental, não é por me interessar pelas crenças dos meus antepassados que me vou reger por elas. Vou respeitá-las e apreciá-las. Talvez até demais pois fiquei chocado ao visitar Conímbriga e a ver dois Alemães a falar Alemão por cima das ruínas do Império Romano. Pensei automáticamente: “Afinal os bárbaros levaram a melhor que nós”. Esse é o máximo de respeito que podemos ter pelo Paganismo em si: Sentirmos pena pela sua morte. Ressucsitá-lo é uma falta de respeito. Hoje em dia, ninguém respeitável adorra verdadeiramente uma árvore ou um rio. Isso é rebaixar uma religião que merece o nosso maior respeito. Ou o Paganismo vive no Cristianismo Europeu ou morre. Se morrer não brincaremos com os seus ossos, deixaremos o paganismo descansar em Paz com o máximo de respeito.
Afinal de contas, quantas pessoas normais, sem problemas do foro psiquiátrico, credíveis e sinceras é que o senhor conhece que rezam ás árvores ou aos rios?
Não se iluda, o Paganismo nunca voltará em força. Lute para que a Igreja respeita e amplifique o seu paganismo inerente.

Comentar por D. Sebastião II

Eu, como não tenho jeito nem feitio para ser politicamente correcto, e muito menos para ficar em cima do muro.
Digo e sem rodeios, que prefiro adorar um Deus vivo. Do que o Sol , as rãs, a água, o Eucalipto , o cão , gato….. e as respectivas naturezas mortas.A Mãe Natureza respeita-se, não se tributa culto.
Enfim, “coisas” que as outras raças também prestam vassalagem. Por exemplo,em Africa, os negros chamam-lhe animismo, aquilo que alguns Europeus preferem sucessivamente branquear, como a religião -só- dos nossos ancestrais.

Pois,também os nossos antepassados (Indo-Europeus) foram mestres na mestiçagem, e fizeram desaparecer por completo etnias.
Ai, como eram “bons” racialistas, os nossos ancestrais……..

E será que também,os nossos ancestrais, foram sempre monoteístas?
Admira-me que os “Doutores e Engenheiros” da Blogosfera pagã , desconheçam que também os antigos , mais concretamente no paleolítico Europeu, faziam alusão a um grande deus criador.
já não para referir, que muitos historiadores viram uma 1º forma de monoteísmo, no culto das “venus” pré-históricas, simbolos da fertilidade.

P/S: Ainda ninguém me respondeu , quais são os conselhos que o neo-paganismo nos dá , para as questões mundanas? E qual é a sua orientação Espiritual, no Século XXI ?
O Cristianismo, como as outras religiões, é criticado, mas porque faz algo, intervém na Sociedade.E a Igreja é constituida por Homens do seu tempo.

Comentar por joão aguiar/351

Portugal não tem a sua fundação no paganismo, mas sim no Cristianismo. Antes disso, só havia tribos dispersas que até se odiavam, apesar das semelhanças Etno-Culturais.

Comentar por joão aguiar/351

Errata.
“E será que também,os nossos ancestrais, foram sempre monoteístas?”
deve-se ler: Politéistas

Comentar por joão aguiar/351

D.Sebastião, subscrevo-lhe quase que totalmente no que diz respeito aos comentários do Sr.Caturo, que no seu ódio anti-cristão, acaba por turvar sua própria visão histórica dos acontecimentos.
“O Cristianismo perde terreno dia após dia..”.Não de acordo com o último levantamento feita pela insuspeitíssima (pois anti-cristã de carteirinha) ONU: O cristianismo só perde em crescimento para o islão.Aliás, procures na tua Europa indo-européia em que famílias se encontram os maiores índices de natalidade e verás que são naquelas cristãs praticantes, já que a turminha laicista e seus pagãozinhos parecem não gostar muito de se reproduzir da maneira convencional (talvez estejam a esperar que alguma divindade venha semear caucasianos a partir do cosmos).
“..e daí que deriva o universalismo pacifista e amante do Outro..”, tal qual os cristãos pacifistas Carlos Martel, Carlos Magno, João da Áustria,Ricardo Coração de Leão, Fernando de Aragão, Isabel de Castela, o próprio D.Sebastião, Skandenberg,Sigismundo da Polônia, Ivan da Rússia, os cossacos…todos oferecendo a outra face para os muçulmanos.
“Também o hinduísmo a provou(a resistência ao islão)..”.Tão bem provado, que hoje abriga em sua pátria cerca de 250 milhões de muslos cujo número só aumenta e não tem pudores nem de metralhar seu parlamento quando lhes dá na telha.
Quanto à vitalidade romana, esta mesmo se devia mais, tal qual os espartanos e macedônios, à sua ética guerreira e organização militar, solidificadas na sua noção de cidadania e na deificação da cidade-estado romana (depois personificada no imperador)do que num ímpeto religioso pagão.E pelo que eu saiba, Nero, Calígula, Caracala e outros não eram própriamente carolas cristãos quando afundavam a sociedade romana na ignonímia.

Comentar por Aldo Friederiksen

Sebastiao, acho uma piada defenderes a Galiza dentro de Portugal.
Se calhar és mais um dos que passa a vida a dizer que é lusitano, mas na hora de anexar, prefere anexar a Galiza em vez da Extremadura Lusitana.
Em que ficamos? Queremos ser Lusitanos ou queremos ser Galegos?
Eu, se tenho orgulho em ser Lusitano, quero a Extremadura e não a Galiza. Acho que devemos ser coerentes.
Deixa la os Espanhois da Galiza e preocupemo-nos é com os nossos, os Lusitanos.

Comentar por Rui Pedro

João Aguiar,

“Enfim, “coisas” que as outras raças também prestam vassalagem. Por exemplo,em Africa, os negros chamam-lhe animismo, aquilo que alguns Europeus preferem sucessivamente branquear, como a religião -só- dos nossos ancestrais.”

Sim, os negros também são Humanos, ponto final parágrafo.
O Animismo é completamente diferente do Paganismo Indo-Europeu. Essas religiões são a maneira de um povo ver o mundo, são parte da sua própria cultra. Têm traços comuns, mas são muito diferentes. A nosa única semelhança é sermos Humanos. Assim como o Paganismo Germânico é diferente do Paganismo Celta. Cada religião deste tipo tem a ver com uma cultura própria, ua compreensão e interpretação própria do mundo. Ninguém anda a branquear nada neste aspecto.

“Pois,também os nossos antepassados (Indo-Europeus) foram mestres na mestiçagem, e fizeram desaparecer por completo etnias.
Ai, como eram “bons” racialistas, os nossos ancestrais……..”
Como assim? Fiquei muito curioso. Gostaria que avançasse pormenores.

“E será que também,os nossos ancestrais, foram sempre monoteístas?”
Essa é uma questão muito complexa pois tal como no Cristianismo existem anjos, santos, heróis, etc. No Paganismo havia sempre um Deus Supremo como Zeus, Júpiter, Ódin, Lug e outros. A questão é que os Deuses pagãos interagem mais uns com os outros e por vezes rivalizam com o Deus supremo. No Cristianismo, por exemplo, esse tipo de relalção com (o) Deus (supremo) foi diabolizada pois o único rival de Deus é Satanás.
Creio que se pode dizer que o Monoteísmo é subjectivo.

Quanto ao seu PS, creio que é exactamente essa falta de compromisso e, ao mesmo tempo, a mesma hierarquização de valores que no Cristianismo que atrai esses neo-pagãos. (E é por isso que eu acho que eles são estúpidos, parece que querem fugir da realidade.)

Comentar por D. Sebastião II

««A riqueza do paganismo, que não possui nenhuma outra “religião”, é que permite uma variedade de possibilidades na atitude frente ao sagrado: há um paganismo do bosque, um paganismo das rãs e um paganismo das deidades do fogo solar, um paganismo da primavera e das ninfas e um paganismo das batalhas, também há um paganismo das fadas e um paganismo dos reactores, há um paganismo dos grandes deuses patronos e um paganismo dos espíritos do lar doméstico. O génio do paganismo é que nos aproxima de um espaço orgânico onde todas as paixões humanas se sublimam. O paganismo é o reflexo do cosmos vivente.»

???????????????????? Entre outras…paganismo das rãs???? da primavera???

A partir do original em francês:

“A riqueza do paganismo, que não é partilhada por nenhuma outra «religião», é que nele encontramos uma extraordinária pluralidade de sensibilidades: do paganismo dos bosques e do enraizamento, ao do desencadeamento da tecnociência, do paganismo das brumas da terra ao das divindades do fogo solar, do paganismo das fontes e das ninfas ao do murmúrio surdo das batalhas, do do cântico das fadas ou da correria dos duendes nas matas ao do troar dos reactores, do dos grandes Deuses tutelares ao dos lares. Mas o génio do paganismo é unir numa totalidade cósmica e orgânica o conjunto das paixões humanas, com as suas misérias e as suas grandezas. O paganismo é bem o espelho do mundo vivo.”

Quanto à questão que colocas, o cristianismo, e muito menos o catolicismo, não pode servir de base espiritual a uma retomada e uma refundação identitária porque:

1- É de origem semita, logo, consequentemente, estrangeiro à Europa, pelo menos nos seus princípios. Ora se estamos aqui a falar na identidade europeia não me parece necessário um doutoramento em filosofia para perceber a ruptura na lógica que isso implica. A aceitação da identidade cristã da Europa constitui já em si uma rendição e uma aceitação da colonização espiritual dos povos europeus pelo semita.

2- A subjugação espiritual da Europa pelo cristianismo é a raiz de todas as derrotas que se seguiram e, mais importante, da derrota maior de todas, a que vivemos hoje. Aliás, nunca existem verdadeiramente rendições sem derrotas culturais e espirituais, essas são sempre as únicas que levam realmente à derrota, não existem vitórias ou derrotas físicas sem vitórias ou derrotas espirituais. Condição sine qua non. O cristianismo é o mito inicial de onde floresceram todos os mitemas destrutivos da Europa, a génese do universalismo e do igualitarismo está ali.

3- É preciso, de uma vez, falar verdade sobre o pré-concílio Vaticano II que alguns católicos insistem em apresentar como alternativa espiritual para o movimento nacionalista. O catolicismo antes do vaticano II não era aliado do nacionalismo, a razão pela qual esse catolicismo é acusado de intransigência quando não de aliança com a “extrema-direita” é que a missa antes do Vaticano II é considerada “anti-semita”, isto porque apelava ao salvamento espiritual do judeu pela aceitação de Cristo e o abandono do judaísmo, e nesse sentido, na sua intransigência, o pré-Vaticano II consegue ser ainda mais ferozmente universalista do que as restantes abordagens cristãs. Não há ali nada de nada que possa servir um movimento nacionalista na luta pela preservação da sua especificidade étnica, pelo contrário, há a vontade doentiamente beata de forçar todos a aceitar Cristo numa união universal para a salvação. A razão pela qual o Vaticano II é apontado nalguns meios de direita dura como sendo uma heresia maçónica ou esquerdista é porque, de facto, permitiu uma certa libertação de costumes, porém, embora esse conservantismo de humores que o catolicismo tradicionalista pré-vaticamo II defende seja de facto apropriado a uma verdadeira direita não tem nada a aoferecer ao nacionalismo, como sabem os que andam nisto há alguns anos, há uma abismal diferença entre ser nacionalista e ser um desses conservadores radicais. Não creio que eu tenha de explicar isto…

4- É hilariante que alguns católicos insistam em apresentar o “Martel & Cia Lda” como exemplo de que a Igreja Católica pode servir a luta nacionalista, quando que qualquer criança de 2 anos percebe que esses indivíduos lutaram contra os inimigos da Europa porque ao tempo esses eram de religião diferente, só isso, o que significa que hoje lutariam debaixo da mesma bandeira que africanos, mestiços, asiáticos e quaisquer outros desde que sob o signo da cruz. Obviamente, não existe posição mais fundamentalmente anti-identitária e anti-nacionalusta que esta.

5- O reconstrucionismo pagão também não constitui alternativa a coisa alguma, é simples folclore ridículo a que ninguém dá credibilidade alguma. Isso de rezar ao deus não-sei-do-quê e à deusa das nãoseiquantas é um descrédito para qualquer movimento. E além do mais é simples cópia reles da abordagem religiosa e/ou espiritual do cristão e do semita.

6-A primeira fase de uma autêntica refundação pagã será perceber que o paganismo não dá à religião o mesmo sentido que os monoteísmos semitas, a forma como vive a religião não é a mesma e não procura as mesmas coisas. Logo, é evidente que o caminho a percorrer pelo paganismo não é o de reconstruir panteões e ritos para poder fazer cerimónias desafiantes do cristianismo ( mas que não são mais que uma imitação barata do que pretendem negar, no sentido em que aceitam o mesmo entendimento da religião) mas sim o de recuperar uma ética, o de entender o significado valorativo da sua mitologia e o de compreender que sendo a história cíclica e sem fim predeterminado ( e aceitar isto é uma ruptura decisiva com a concepção do mundo cristã ) um novo ciclo necessita de novos mitos e é da criação desses novos mitos, respeitando uma ética autenticamente europeia e não semita, que poderá renascer a Europa. O que se deve procurar é portanto, em resumo, o novo mito fundacional e não a reconstrução de uma tradição morta. E perceber os valores que existiram é importante para que os mais válidos de entres esses, possam alimentar o novo mito, a nova era.

7- Porém, para aqueles, como vós, cuja luta é contra a “islamização da Europa”, a única alternativa é o cristianismo, porque por um lado o cristianismo oferece uma verdade e um caminho, uma certeza e uma salvação depois da morte, isto é, o cristianismo, por ser irmão do inimigo, partilha com ele os mesmo princípios que atraem os ocidentais ao Islão, e o Ocidental que procura o Islão não está à procura de “liberdade”, nem de “democracia”, nem de “novas eras europeias”, nem de “pensamento crítico”, procura fugir do relativismo e procura certezas, regras e normas que lhe devolvam um sentido do que é certo e errado de forma absoluta, algo que não encontra na moderna sociedade “ocidental”, que é de facto a antítese disso. Por outro lado o cristão tradicional é mais orientado para a família e mais capaz de renovar demograficamente a Europa( embora, obviamente, lhe seja indiferente com quem o faz, desde que o cônjuge se ajoelhe nalguma sacristia está bom para a poda…). Por outro lado é mais fácil, ou seja, o cristianismo é a única tradição viva que a Europa conhece hoje, já existe, já cá está, não tem de ser reconstruída nem tem de ser refundada e, sobretudo, não exige o tipo de reflexão crítica que o paganismo exige, é mais reconfortante e por isso mais adequado às massas inferiores.

Comentar por Rodrigo

Sem contar que nesta época em que triunfou o “ocidentalismo” as pessoas estão muito mais aptas a morrer por algo se acahrem que depois vão viver eternamente ao lado do Barbas e do filho, como promete o cristianismo, do que de morrer pela honra, para fazer o que deve ser feito, ou por dever para com os antepassados, como propõe a ética pagã.

Comentar por Rodrigo

“Sebastiao, acho uma piada defenderes a Galiza dentro de Portugal.
Se calhar és mais um dos que passa a vida a dizer que é lusitano, mas na hora de anexar, prefere anexar a Galiza em vez da Extremadura Lusitana.
Em que ficamos? Queremos ser Lusitanos ou queremos ser Galegos?
Eu, se tenho orgulho em ser Lusitano, quero a Extremadura e não a Galiza. Acho que devemos ser coerentes.
Deixa la os Espanhois da Galiza e preocupemo-nos é com os nossos, os Lusitanos.”

Rui Pedro,
Eu acho que dizermos que somos Lusitanos e Galegos ou Galaicos é simplesmente estúpido e contra produtivo.
É Estúpido porque somos Portugueses. O Estado Lusitano (nunca existiu, eram um aglomerado de tribos) não existe desde o sec. IV a.C.
É contraproducente porque Portugal, partiu das Astúrias, da Galiza, do Minho, das Beiras. Lisboa nunca se impôs como Capital por si só, foi o povo do Norte que a elegeu como Capital para se proteger melhor de eventuais ataques Castelhanos e para dar mais âmplitude á Reconquista. Agora indo com calma:

Rui Pedro, atenta nos seguintes tópicos e depois diz-me qualquer coisinha, nomeadamente porque te identificas mais com a Lusitânia que com Portugal:

1) “Sebastiao, acho uma piada defenderes a Galiza dentro de Portugal.
Se calhar és mais um dos que passa a vida a dizer que é lusitano”
Eu nunca me digo Lusitano, digo-me Português. A escolher, prefiro ser Galaico a ser Lusitâno (e sou de Lisboa, com a maioria dos antepassados na Beira!).

2) “Em que ficamos? Queremos ser Lusitanos ou queremos ser Galegos?”
Queremos ser PORTUGUESES, porra! PORTUGAL=LUSITÂNIA+GALAÉCIA+COLÓNIAS (vulgo, territórios a Sul do Tejo posteriormente Celtizados pelos Lusitanos, os Dragani ou outras tribos Celtas do Ocidente Peninsular)

3) “Eu, se tenho orgulho em ser Lusitano, quero a Extremadura e não a Galiza. Acho que devemos ser coerentes.”
Concordo plenamente, devemos ser coerentes. O pouco orgulho que tenho em TER TIDO antepassados Lusitanos não é nada comparado ao orgulho que tenho em ser do Benfica, que não é nada comparado ao orgulho de SER Português.

4) “Deixa la os Espanhois da Galiza e preocupemo-nos é com os nossos, os Lusitanos.”
O termo “Espanha” por vem do latim “Hispânia” que em grego seria traduzido por “Ibéria”. Assim Espanha não é um país, uma nação mas uma zona geográfica, a Península Ibérica. Históricamente, uma Nação, ao anexar outras Nações Ibéricas, sonhou com um domínio Imperial sobre todos os povos da Península e escolheu esse nome: Hispânia. Com a vulgarização do termo, em Castelhano, Hispânia, passou para España. Em Português significa Espanha. Por esta analogia, qualquer pessoa fica a saber que, mal ou bem, espanhóis somos todos. Galegos, Lusitânos, não interessa. Como eu não me considero muito Espanhol, também não considero os outros povos Ibéricos Espanhóis, visto ser um termo tão dúbio para definir uma nação. Mas existe um país chamado Espanha. É um facto.
Por preocupar-me com os nossos é que me preocupo com a Galiza. Na extremadura espanhola fala-se o Espanhol. Na Galiza nasceu o Português e ainda hoje se fala Português.
Portugal nasceu da especificidade do povo do Ocidente Penínsular de Norte para Sul e, quer se queira quer se não queira, a Galiza é parte do Ocidente Peninsular. Poderia continuar por aqui, relatando-lhe muitos outros factos, desde os cerca de 20% de “blondism” no Minho, Douro Litoral e Galiza até ás especificidades do povo do Noroeste Penínsular, do Douro ao Atlântico desde há 4500 anos, até ao facto incontestável de que, as populações do Sul da Peninsula, aquando da invasão Moura, refugiaram-se a Norte e, ainda mais incontestável, essa população foi gradualmente colonizando o Sul do Ocidente Penínsular. Poderia continuar mas não tenho muito tempo… aguardo uma resposta da sua parte.

Comentar por D. Sebastião II

Dois breves apontamentos da minha parte:

Aos participantes no debate devo esclarecer (e desde já peço perdão, pois deveria tê-lo feito no início, pois a maior parte não conhece a minha posição em questões de fé) que não sou crente em Deus(es) e muito menos fiel a qualquer religião. Tendo presente quão sensível é o tema, esclareço que o debate serve para um explicitar de opiniões e posições, no qual, de momento, prefiro apenas acompanhar como atento observador. Quiçá, e esse é meu desejo, se possa chegar a uma conclusão de consenso alargado, e mesmo a uma sinergia, com base no entendimento e respeito mútuo.

Rodrigo, no ponto 7 do teu primeiro comentário escreves «para aqueles, como vós, cuja luta é contra a “islamização da Europa”». Parto do princípio, ainda que eventualmente errado, que te diriges aos membros da CI. Em caso afirmativo devo esclarecer muito resumidamente que os identitários portugueses não limitam o seu combate à islamização da Europa, muito pelo contrário, assumimos que esse é somente um entre múltiplos problemas. Porém, impõe referir que os identitários não fecham hipocritamente os olhos a esse insofismável facto, seja por nanismo político, seja por dogma ideológico/estratégico, que impera em determinados círculos intelectuais europeus, oportunisticamente aromatizados com a essência do ouro negro.

Comentar por arqueofuturista

Caros Rui Pedro e D. Sebastião, agradeço que a discussão sobre Galiza/Portugal seja remetida para outro tópico, eventualmente a ser publicado no futuro. Peço a ambos para recentrarem o debate e não se dispersarem.

Comentar por arqueofuturista

Pois….parece que há semitas e semitas.
Todavia só não compreendo, ou melhor até entendo perfeitamente os meios utilizados para atingir determinados fins, quando por exemplo, na Europa se tenta ridicularizar o Cristianismo, como a religião dos semitas e outros adjectivos típicos de um bar turco, e que me recuso neste local a repetir.
E por outro lado, muitos desses nacionalistas, andam aos beijos e abraços com os povos semitas.

Caro D. Sebastião
Devido às misturas rácicas, os hititas, mitânios e babilónicos entre outros, desapareceram para sempre.

“E será que também,os nossos ancestrais, foram sempre monoteístas?”
Houve aqui uma gralha da minha parte.
Queria-me referir a politeístas.
como já expliquei anteriormente, muito antes de Cristo, já havia o culto Monoteísta, na Europa.

A RELIGIÃO NÃO É ALGO QUE ESTÁ NO SANGUE.
PORTANTO, QUALQUER HOMEM PODE SEGUIR A RELIGIÃO X OU Y , SEM PERDER A SUA LEGITIMIDADE E/OU IDENTIDADE RACIAL.

Comentar por joão aguiar/351

E o que levou ao aparecimento do Cristianismo e ao sumiço da idolatria.
– Foi Jesus.

Mas isto, vocês devem estar carecas de saber ;)

Comentar por joão aguiar/351

Rodrigo,
O Rodrigo e muitos outros falam dos povos não Europeus Cristianizados como se fosse algo mau. É muito bom que eles sejam Cristãos e que se rebaixem ao Deus dos Europeus.

“… que poderá renascer a Europa”
A Europa não morreu, está apenas ferida, velha, doente. A palavra mais acertada seria revitalizar.

Arqueofuturista, peço desculpa por me ter afastado do tema mas se há facções nacionalitárias que odeio são os separatistas, principalmente os cavalos puro sangue.

Voltarei brevemente para comentar mais exaustivamente os comentários do Rodrigo pois apesar de dizer muita coisa “saudável” disse muitas barbaridades.

Comentar por D. Sebastião II

«Rodrigo, no ponto 7 do teu primeiro comentário escreves «para aqueles, como vós, cuja luta é contra a “islamização da Europa”». Parto do princípio, ainda que eventualmente errado, que te diriges aos membros da CI.»

Não, não faço ideia do que defendem os “membros da CI” , esse comentário é precisamente para aqueles de vós cuja grande luta é contra a tal “islamização da Europa”, sejam da CI, da Aliança Nacional, do grupo recreativo dos amigos do botas ou de nenhum agrupamento, é indiferente…

«O Rodrigo e muitos outros falam dos povos não Europeus Cristianizados como se fosse algo mau»

Não, o problema não é a cristianização dos povos não-europeus mas a dos povos europeus…percebeste à segunda ou ainda não? Embora do ponto de vista identitário a imposição de mitos religiosos a outros povos seja de facto antitética, uma vez que todos os povos têm o direito a preservarem as suas tradições e costumes, inclusive os religiosos, que é o mesmo que defendo para o meu povo. Caso contrário, se não o reconheço para os outros não tenho legitimidade para o exigir para os meus…

«É muito bom que eles sejam Cristãos e que se rebaixem ao Deus dos Europeus.»

«É muito bom que eles sejam cristãos e se rebaixem ao Deus dos judeus.»

Pronto, não precisas de agradecer.

«A Europa não morreu, está apenas ferida, velha, doente. A palavra mais acertada seria revitalizar.»

Não, a palavra correcta é renascer, não é revitalizar. Mas é bom perceber que morreu de várias doenças, sendo que o excesso de cristianismo foi o vírus inicial que minou as auto-defesas da Europa contra as outras patologias que a derrubaram.

«Arqueofuturista, peço desculpa por me ter afastado do tema mas se há facções nacionalitárias que odeio são os separatistas, principalmente os cavalos puro sangue.»

Não faz mal, pelo que tenho lido das tuas intervenções neste e noutros tópicos, estares no tema ou fora dele acarreta o mesmo valor para o debate

«Voltarei brevemente para comentar mais exaustivamente os comentários do Rodrigo pois apesar de dizer muita coisa “saudável” disse muitas barbaridades.»

Estou estarrecido!

Comentar por Rodrigo

“Caro D. Sebastião
Devido às misturas rácicas, os hititas, mitânios e babilónicos entre outros, desapareceram para sempre.” (E os Lsitanos e os Galaicos, agora somos todos Portugueses)

João Aguiar, Mitanis e Hititas foram oprimidos por Turcos, tal como os Gregos e assim foi criada a Turquia. Qualquer povo tem o instinto de evitar “misturas” para que a sua descendência e especificidade possa seguir em frente.
Se bem que, felizmente (ou talvez não tão felizmente), existem mulheres lendárias pela sua beleza e outros atributos que, são como troféus para qualquer povo, pois ao que parece, (e sem querer fazer-me superior) que a busca por melhores genes é comum a todos os povos e parece que esta estirpe é de alguma forma superior ao resto da Humanidade, formando como que uma aristocracia.

“A RELIGIÃO NÃO É ALGO QUE ESTÁ NO SANGUE.
PORTANTO, QUALQUER HOMEM PODE SEGUIR A RELIGIÃO X OU Y , SEM PERDER A SUA LEGITIMIDADE E/OU IDENTIDADE RACIAL.”
Verdade.
Mas eu como não me considero racista, talvez, apenas e no máximo um racialista, penso que é mais importante a identificação cultural que a raça. Se tenho orgulho em ser europeu é devido á beleza do sexo femenino europeu e devido à cultura ímpar desta civilização Europeia, há mais de 3500 anos, uma verdadeira aristocracia da Humanidade. Um Bósnio ou um Albanês pode ser muito loiro, com olhos muito azuis que para mim não deixa de ser um grande traidor. Nesse aspecto, estou muito mais próximo de um Arborígena Australiano que fale Inglês e seja adepto de uma qualquer seita protestate. Já quanto á questão de gerar descendência, que venha a Bósnia que com educação, muito se muda. (E todos sabemos como são tratadas as mulheres no Islão, pelo que nesse caso, dá-me pena a posição das mulheres nascidas no seio dessa religião. Mas não dos Homens, que escolheram essa religião)

Comentar por D. Sebastião II

Arqueofuturista, peço desculpa porque não tem a ver com o debate.
Mas lembra-se daquele menino Inglês com cerca de dez anos abatido a tiro em Liverpool? Creio que foi consigo neste blog, que eu disse que provavelmente o caso seria abafado por causa daquilo que nós sabemos e creio que o Arqueofuturista concordou.
Pois e como foi o desenrolar do caso?

Incrível, assustador e chocante quando adivinhamos o futuro em nome do multiculturalismo e da diversidade.

Foi só um desabafo. Por ventura, quando criar um blog, deixo de vir ocupar espaço no território dos outros.

Comentar por D. Sebastião II

patriota sebastiao

Lisboa nunca se impôs como Capital por si só, foi o povo do Norte que a elegeu como Capital para se proteger melhor de eventuais ataques Castelhanos e para dar mais âmplitude á Reconquista.

Quando é que o povo do norte elegeu lisboa como capital?
A escolha de tirar a capital do norte foi dos franceses, ingerencia estrangeira, e o povo do norte não teve nada a ver com tais decisões.

O pouco orgulho que tenho em TER TIDO antepassados Lusitanos não é nada comparado ao orgulho que tenho em ser do Benfica

Grande patriota sem duvida

Tu odeias os cavalos puro sangue, outros se calhar odeiam os patriotas cristãos da nação mestiça.
Na linguagem equestre que te agrada, se calhar odeiam os cavalos lusitanos que não passam de arraçados de andaluz com arabe.

Comentar por Anónimo

Na minha opinião o paganismo é a verdadeira religião dos nossos antepassados. O cristianismo é uma religião estrangeira, como o islamismo, o judaismo ou o budismo. João Aguiar escusas de defender o cristianismo dessa forma porque só tens a história de Portugal para te agarrares. Actualmente o cristianismo é mais um inimigo do nosso povo. O apoio do Vaticano á imigração é um exemplo disso. Dizes que muitos nacionalistas andam aos beijos e abraços com povos semitas. Quem em concreto? Tu és um desses, porque adoras um deus semita.

A conversa desse Rui Pedro é merda! E o D. Sebastião é o Pantera armado em chico-esperto.

Comentar por Zás-Trás

Esqueci-me de dizer que o Rodrigo também tem uma prosa jeitosa mas isso só pega na feira da ladra. Julgas que és o dono da verdade ou quê? Essa tua maneira de escrever como se fosses superior aos outros não te fica bem, porque de intelectuais do nestum está toda a gente farta.

Comentar por Zás-Trás

Eu creio em Deus , e Deus não tem raça. e no filho de Deus.
Ou seja,na Segunda Pessoa da Trindade, o Filho, que assumiu como sua a natureza humana, a ” forma humana de existir”.
Em Cristo, não existe uma “pessoa” humana, mas apenas a pessoa Divina, com duas naturezas e duas vontades (a vontade humana é necessária para que o Filho possa agir como homem).

O Zás.Trás, disse que: Só tenho a História de Portugal , para me agarrar e disse o muito bem. É precisamnete, essa a história e estórias que me interessam e pretendo defender, devido ao meu sentimento de pertença etno-cultural Mediterrânico e de lingua Latina, a este espaço fisico.
PRIMEIRO SOU SOLIDÁRIO COM OS MEUS IRMÃOS, E SÓ DEPOIS COM OS PRIMOS, e caso estes o mereçam.

Para combater a Migração (sim, porque os Portugueses também migram), devemos atacar as causas e não as consequências.
Bem sei, que é mais fácil insultar a mãe do mantorras , do que o empresário-capitalista e explorador do j. veiga. Mas essa não é a via para matar o ovo da serpente.

Zás-trás! povos semitas são: judeus e árabes.
Agora, cada um faça um exame de consciência.É que nesta vida , ninguém dá nada a ninguém.
Uhhhh !!!! então na politica…….nunca houve almoços grátis

Comentar por joão aguiar/351

Que me desculpem citar aqui Karl Marx mas eu acho que nisto ele tem razão, “a religião é o ópio do povo”. A religião foi a grande “descoberta” que só serviu para os poderosos manipularem os povos no sentido de servirem os seus interesses

É uma visão particularmente primária e empobrecedora a que faz de todos os sacerdotes, de todos os tempos, uma malandragem que não acreditava nos Deuses e que usava a Religião para enganar o povinho-coitadinho-oprimido. Pura e simplesmente deixou de pegar, essa ideia, já ninguém vai nisso.

Comentar por Caturo

Combater o cristianismo e um erro grosseiro em termos de estrategia politica,

Tudo a seu tempo. De facto, não há prioridade em combater politicamente o Cristianismo, embora seja essencial deitar por terra os valores cristãos. De qualquer modo, não foram os pagãos quem aqui ao blogue veio falar de guerra religiosa, mas sim um cristão.

mais:dividir os europeus por motivos religiosos e cometer o suicidio colectivo

Há quem não se preocupe com isso, desde que possa atacar os não cristãos…

classificacao etno-linguistica, a que faz o Caturo, nao me merece consideracao. Estou mais proximo culturalmente de um cristao Libanes (caucasiano) do que de um Bengali Hindu

Eu penso precisamente o contrário – está mais próximo de mim um hindu (caucasóide) do que qualquer árabe cristão. Diga-se – do que qualquer árabe, cristão, ateu ou mesmo pagão (se os houvesse, ou talvez já haja, no Egipto…).

E ja o escrevi varias vezes: angolanos mesticos,

Conheço esse argumento e só parcialmente concordo.
Quanto a mim, a língua é um dos indicadores étnicos essenciais – por conseguinte, todo e qualquer povo que tenha como língua-mãe um idioma indo-europeu, é um povo indo-europeu até prova em contrário.
Ora a prova em contrário, no caso dos Africanos, está à vista (é visível a olho nu…) e tem uma explicação histórica.
Agora, para povos antigos que falam línguas indo-europeias desde «sempre»… não há solução para além de os considerar indo-europeus, até que alguma descoberta genética, e/ou etnológica, e/ou arqueológica, possa pôr em causa a definição étnica do povo em questão.

Os Hindus têm, em muitos casos, forte mistura genética… mas o mesmo se aplica a muitos Europeus, sem que isso altere o seu carácter caucasóide. Ora, em sendo caucasóides, e em tendo por única tradição um património indo-europeu, então não há nada a fazer, são indo-europeus.

Comentar por Caturo

O senhor tem um blog muitíssimo interessante,

Agradeço o seu elogio e agrada-me tê-lo como leitor do Gladius.

Se o senhor Caturo for um pouco mais PC e menos brusco será levado mais a sério

Interessa-me mais a exactidão do que digo do que o poder ser levado a sério por este ou por aquele. E há coisas que têm de ser ditas de frente, pelo menos ao nível em que os blogues funcionam.

Quer você queira quer não, e como o senhor bem sabe, o Cristianismo confunde-se e é o centro da civilização Europeia

Foi confundido com a civilização europeia, pelo facto de a ter dominado, o que é bem diferente. Porque, de facto, o Cristianismo não é, nunca foi, o centro da Civilização Europeia. Em termos civilizacionais, o Ocidente deriva da Grécia e de Roma – e, do Cristianismo, pouco ou nada recebeu ou manteve. Falo, não apenas em termos estritamente culturais, mas inclusivamente ao nível dos valores. O que caracteriza, e diferencia a Europa, relativamente ao resto do mundo, foi sempre o seu apreço pela Liberdade (da qual a Democracia é a faceta política), o que contraria a submissão cristã ao Divino, similar à do Islão, visto que estes dois credos irmãos têm a mesma proveniência oriental.
Este espírito livre, de resistência e combate a qualquer tirania (a do Estado, mas também a do Espírito) voltou a ganhar força no Ocidente quando o Cristianismo começou, lentamente, a perder terreno, ou seja, a partir do final da Idade Média.

Não vamos matá-lo,

Não é preciso – ele já está a morrer.

façamos pois, o que este fez com os nossos Deues Pagãos Arianos, não os matou,

Não os matou porque não conseguiu, mas tentou – proibiu os Seus nomes e roubou (roubar – furtar com violência) os Seus ritos.

apenas os incorporou de forma suave

As perseguições sangrentas e as condenações à morte dos gentios nada tiveram de suave.

O que devemos reclamar é um Cristianismo mais Europeu e menos Universalista

Isso é o mesmo que meter-se num avião já acidentado e esperar que, com um arranjozito nas asas, a «coisa» vá… aliás, é ainda pior do que isso, porque não tem o menor sentido querer um Cristianismo «mais europeu e menos universalista», porque o Cristianismo é, em si mesmo, essencialmente universalista e não há Cristianismo que o não seja. Não se pode agarrar em Jesus e dizer «a partir de agora, ele não é bem assim muito universalista, ó pessoal, ele até puxa mais para o nacionalista, nunca o diz mas é como se dissesse porque a gente quer que ele o tivesse tido».

Porque, de facto, é isso que o caro D. Sebastião II pretende: apesar de não conseguir citar uma só afirmação de Cristo que tenha um sentido nacionalista, e apesar de eu conseguir citar pelo menos duas ou três claramente universalistas, o D. Sebastião II acha que ainda pode dar o Cristianismo como religião «europeia» e pronto, não vão haver milhares, talvez milhões, de cristãos devotos a cortar-lhe tal pretensão e a demarcarem o Cristianismo do seu (D. Sebastião II) Europeísmo, afirmando, com bases teológicas, precisamente o contrário – que o Cristianismo ou é universalista ou não é.

Um Cristianismo que satisfaça mais a nossa sede pelo Paganismo ancestral,

Isso não é nem uma coisa nem outra, mas sim um arranjinho assim escapatório, a colar com cuspe o «incolável», e tem em si, não apenas a impossibilidade religiosa (a palavra de Cristo é incontornável), mas também a própria ideia da mestiçagem do Europeu com o não Europeu.

Um Católico Europeu dar-se-á sempre melhor com um Ortodoxo ou um Protestante Europeus do que com um Protestante do Botswana ou até que com um Católico Boliviano

Nada o garante. Mesmo nada. E cada vez menos. E tanto assim é que a Igreja busca cada vez mais conversões em África e importação de africanos convertidos para a Europa.

Porque o nosso Cristianismo está tão profundamente ligado ao Paganismo que os povos não Pagãos (Arianos/Europeus) nunca compreenderão o Cristianismo no mesmo sentido que nós,

Compreendem-no no essencial. E de certeza que a crença no judeu filho de Judeus que manda dar a outra face ao inimigo é religiosamente mais importante do que uma procissão feita em honra dum santo que se calhar até está ali a substituir um Deus pagão… esta procissão só interessa a nível local, em determinada aldeia, e não tem qualquer relevância fora dela, muito menos a nível intercontinental, além de que o seu peso etno-político é actualmente nulo.

O Cristianismo deixou de ser uma religião Semita,

Se tal acontecesse, o Cristianismo deixava de ser… Cristianismo.
Além disso, essa é a sua opinião. O papa Pio XI tinha uma opinião diferente… disse ele, textualmente, em 1941, «Espiritualmente, somos todos semitas.» Sem apelo nem agravo.Isto quanto a mim deixa tudo em pratos limpos e não vejo como é que se pode contorná-lo, e negá-lo então está absolutamente fora de questão.

Mais recentemente, o papa Ratzinger declarou que o Cristianismo era um encontro com o Judaísmo.

Ora eu creio que nem o D. Sebastião II nem ninguém pode pôr em causa o parecer de um papa a respeito da sua própria religião, quanto mais de dois, e um deles é o actual…

apesar de adorar um Deus do Deserto

Quer o D. Sebastião convencer os Europeus de que interessam mais as «lateralidades» (tradições anexas e avulsas de origem pagã) do que o essencial?
É essa a sua mensagem?

O Cristianismo é actualmente (mas ainda mais acentuadamente antes do concílio Vaticano II) a religião Ariana/Europeia por excelência. Não é Semita,

É semita sim, sempre o foi, nunca o poderá deixar de ser; e, no essencial, nada tem de ariano ou de europeu.

Hitler era Católico.

Deixou de o ser, a avaliar pelas palavras que lhe são atribuídas.
De resto, mesmo no Mein Kampf não se refere a Jesus… porque será?

“Pois o seu veneno maior está também na sua «universalidade» – porque, como a própria Igreja reconhece, ou o Cristianismo é universal mas, nesse caso, não pode ser dado como religião europeia, ou então é tipicamente europeu mas nesse caso perde o seu direito à universalidade.”

Ora atente no que a própria Igreja diz. O Cristianismo e os Cristãos têm de fazer uma escolha. Ou escolhem um Cristianismo Europeu como tem sido antes do Concílio Vaticano II

Esse era semita. Em todos os aspectos, até na intolerância doutrinal.

O perigo é que ao perder apoios e crentes na Europa os dirigntes da Igreja sentem-se tentados a satisffazer cada vez mais Africanos, Sul Americanos e outroscomo os Coreanos. Ninguém perderá mais que isso que a Europa

Pois, mas mesmo quando toda a Europa era indiscutivelmente cristã, mesmo nessa altura a Igreja buscava converter os outros povos do mundo em alta escala. Porque o Cristianismo não tem, nunca teve, uma mentalidade etnicista, de considerar que «é deixá-los lá com a religião deles, que nós temos a nossa.» Nunca. Pelo contrário.
E foi à pala disso que os Portugueses perderam por exemplo os negócios com o Japão – porque os Japoneses não queriam lá a chusma missionária que ia nas naus portuguesas e vai daí os Holandeses, mais prudentes, que não iam para converter ninguém, ficaram com o bolo.

Daí eu acreditar que o bom seria termos de novo uma Igreja ao lado da Europa, ao lado dos povos Europeus, Universalista, sim. Mas que esse Universalismo fosse sempre igual ao Universalismo da Europa.

Universalismo da Europa?
Qual, aquele que foi converter os povos africanos e sul-americanos à civilização e modo de vida europeus?
Não obrigado. É por causa desse «universalismo europeu» que a Europa está agora a ser iminvadida.

Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus

Ó D. Sebastião, está mesmo a falar a sério?
Então algum dia se podia justificar uma coisa dessas, à luz fosse do que fosse? Algum dia haveria sequer um pároco de aldeia a ter a lata de dizer, numa missa, que a Igreja agora considerava que os Europeus eram fiéis de primeira classe? Acto contínuo, voltava-se para um mulatito na primeira fila e dizia «Meu filho, o teu lugar é lá atrás, ao fundo, porque Nosso Senhor Jesus Cristo era branco e esta religião é dos Europeus, tem paciência…» E depois se o mulatito se revoltava, e exigia que lhe mostrassem alguma parte do Novo Testamento a dizer isso, o padre respondia que ahã, não é bem assim meu filho (adoptado), é coisa e tal, não é bem isso que o Cristianismo diz, ou se calhar era mas agora já não é porque temos uma religião mais europeia, e se o mestiço insistisse ainda o piedoso padre se via forçado a convocar o auxílio de dois skinheads em cuja t-shirt estivesse escrito «Soldados Políticos de Cristo».

É que nem de perto nem sequer de muito longe, nem aqui nem na China. .

Saudações Nacionais

Comentar por Caturo

O Cristianismo foi durante alguns séculos perseguido no Império Romano

Já que quer rigor histórico, então lembre-se de que nunca houve uma política oficial de perseguição ao Cristianismo. As perseguições eram pelo contrário esporádicas e dependiam da vontade de um ou de outro imperador. Além disso, a perseguição foi sempre meramente defensiva, visto que o Cristianismo era subversivo e visava destruir toda a tradição pagã, base de Roma. É de notar que mais nenhuma religião foi proibida além da Cristo, e o Império tinha muitas, tolerando-as todas.

o Imperador Romano Constantino teve uma vizão da cruz numa batalha no século IV e converteu-se ao Cristianismo a partir desse momento, fazendo do Cristianismo a religião de Roma

Isso põe-se em dúvida historicamente, tanto no que respeita à aparição propriamente dita quanto à conversão imediata de Constantino, quer até quanto ao seu significado realmente cristão (curiosamente, o símbolo adoptado por Constantino, a saber, o do Ró com o Khi, é praticamente igual a um símbolo solar pagão muito em voga na altura. Coincidências…).

A partir daí o povo do Império Romano foi lentamento Cristianizada. A violência na cristianização do Império Romano foi mínima

Foi mínima, não, foi bem notória e incluiu várias destruições de templos e de estátuas, massacres de sacerdotes e implementação de legislação que punia com a morte quem praticasse rituais até mesmo no recato do seu lar (totalitarismo). Já que não quer apagar a parte da História que não convém, então lembre-se sempre desta, atestada pelo conhecimento de várias leis, sucessivas, cada vez mais duras, contra o Paganismo.
Isto já para não falar do massacre dos Saxões cometido por Carlos Magno, do massacre dos Gregos do norte cometido por ordem de um «santo» cristão, da guerra travada por cavaleiros cristãos da Ordem da Espada contra os pagãos do Báltico (Lituanos e Letões).

Foi-o especialmente um grande imperador no seu tempo e nos séculos que o seguiram (e antecederam, creio). A partir de Constantino foi civilização+Cristianismo vs barbarismo+Paganismo

Não. Foi Cristianismo a parasitar a civilização edificada pelos Pagãos, de maneira a servir-se da Romanidade como catapulta para controlar a Europa. Faz lembrar aqueles filmes de ficção científica em que um vírus alienígena se apodera do corpo de um dos tripulantes da nave e depois vai tomando conta dos corpos dos outros… neste caso, o vírus tomou conta do mais forte tripulante e usou a sua força para «infectar» os outros.

Eu estaria do lado dos Romanos, da Europa Ocidental, do Império Bizantino e da civilização Europeia contra os bárbaros Germanicos

Eu não gostaria de estar nessa luta. Por isso é que, na luta entre os Bretões de Artur e os Saxões invasores, eu em princípio tenho mais simpatia pelos primeiros, mas também não fico muito chateado com a vitória dos segundos… ao fim ao cabo, os Germanos também são indo-europeus.

E olhem que o zoroastrianismo é uma religião, senão pagã, intrínsecamente indo-europeia, tal como o senhor Caturo gosta.

Sem dúvida. Mas o Deus do Zoroastrismo é indo-europeu (Ahura Mazda ou Ormuzd, tal como é actualmente chamado), a sua tradição étnica é indo-europeia e os seguidores dessa religião não andam em missionação para destruir as outras religiões, pelo contrário, nem sequer aceitam conversões, tal é o seu espírito de estirpe…

“Tal como o Cristianismo, sempre que para tal teve força.”

Deve estar a falar da Inquisição

E de tudo o que a antecedeu, desde o final de Roma.

O Islamismo sempre converteu os outros pela espada, isso não aconteceu (pelo menos inicialmente) com o Cristianismo

Aconteceu sim, e de que maneira.

Não, a isso chama-se Paganismo, e quem acha que a verdade só se alcança de joelhos perante um Judeu Morto, não dá lições a ninguém sobre o que é ou deixa de ser estupidez, muito menos no que ao Paganismo diz respeito.”

Peço desculpa mas a si dou-lhe lições

Está perdoado, mas a mim não me dá lições. Eu é que as dou a si e não serão poucas, assim as saiba receber.

Uma diferença é fundamental, não é por me interessar pelas crenças dos meus antepassados que me vou reger por elas

Isso é lá consigo.

Vou respeitá-las e apreciá-las

Já demonstrou que as não respeita.

Talvez até demais pois fiquei chocado ao visitar Conímbriga e a ver dois Alemães a falar Alemão por cima das ruínas do Império Romano. Pensei automáticamente: “Afinal os bárbaros levaram a melhor que nós”

E estavam a gabar a beleza do local ou a discutir o melhor modo de destruir o que dele restava?…
Esses «bárbaros» de que fala têm infinitamente mais a ver com a nossa civilização do que qualquer cristão do norte de África ou arredores.

Esse é o máximo de respeito que podemos ter pelo Paganismo

Não, o máximo de respeito que podemos ter pelo Paganismo é honrar os seus Deuses.

Sentirmos pena pela sua morte

Não é o seu caso, já que gosta muito do triunfo do Cristianismo.
Mas, se sente pena, alegre-se – afinal, o Paganismo não morreu…

Ressucsitá-lo é uma falta de respeito

Isto é absolutamente ridículo – falta de respeito para com quem? Só mesmo para com quem pretende manter a Europa subjugada ao Judeu Morto.
Já agora, para radicalismo, radicalismo e meio: tomar consciência de que os nossos Deuses eram adorados aqui e não restaurar o seu culto, é uma desonra para o nosso sangue, é cuspir na memória dos verdadeiros e bons europeus que resistiram ao Cristianismo como puderam: Juliano, Radbod, Penda, entre outros.

É também insultar os nossos Deuses, afirmando que um carpinteiro judeu de cascos de rolha mais velho tem mais sacralidade e verdade do que os magníficos e magnificentes Júpiter, Zeus, Lug, Odin, Perkunas, Perun, Poderes Sagrados das Alturas.

Hoje em dia, ninguém respeitável adorra verdadeiramente uma árvore ou um rio

Primeiro, expliquei-lhe que não dá lições a ninguém em matéria de Paganismo.
Agora, informo-o de que também não dá lições a ninguém em matéria de respeitabilidade.

Quanto à prudência… é que são umas a seguir às outras, ó D. Sebastião… no seu esforço de manter de pé o que está colado com cuspe e a cair por todos os lados, chega ao ponto de dizer que o melhor era engendrar um Cristianismo com fiéis de primeira e de segunda consoante a sua raça/etnia/civilização…

Isso é rebaixar uma religião que merece o nosso maior respeito

Isso é demagogia da mais cretina que tenho lido – é, literalmente, querer atirar areia para os olhos de toda a gente. Não faltava mais nada do que dizer que a melhor maneira de honrar os antepassados seria dar os Seus Deuses como vencidos para sempre…
Isto é cuspir, não apenas nos antepassados, mas na própria lógica. É absolutamente inaudito.

E, já agora, não abona nada a favor da imagem do «cristão tolerante», pelo contrário… quem nunca tivesse assistido a uma discussão destas entre cristãos e pagãos e o visse a dizer essas coisas, concluiria certamente que os cristãos não mudaram nada ao longo de dois mil anos…

Ou o Paganismo vive no Cristianismo Europeu

Isso não existe. O Paganismo sobrevive clandestinamente no seio da cultura popular europeia, mas não vive, nunca viveu, no Cristianismo, pelo contrário, o Cristianismo sempre quis a sua morte – e, como se vê, pelo menos no seu caso, continua a querê-la.

Se morrer

Pois, mas não morre.

deixaremos o paganismo descansar em Paz

Esquece igualmente que um Deus não morre. Uma religião pode morrer, mas enquanto houver humanos e memória, o Deus de outrora pode sempre voltar a ser adorado.

Afinal de contas, quantas pessoas normais, sem problemas do foro psiquiátrico, credíveis e sinceras

Não conheço pagãos com problemas psiquiátricos.
Em contrapartida, há por aí cristãos com graves problemas de foro psíquico. E alguns até são pedófilos, veja bem, como há pouco tempo se descobriu nos EUA… de resto, é do conhecimento comum, em Portugal, desde há décadas, que os padres se aproveitavam sexualmente dos rapazinhos nos seminários.
Portanto, quanto a problemas de foro psiquátrico, credíveis e sinceras, estamos conversadíssimos…

Não se iluda, o Paganismo nunca voltará em força

Bem, para já está a crescer. E não se arme em profeta, olhe que cantar vitória antes do tempo dá azar…

Comentar por Caturo

«Não, não faço ideia do que defendem os “membros da CI” , esse comentário é precisamente para aqueles de vós cuja grande luta é contra a tal “islamização da Europa”, sejam da CI, da Aliança Nacional, do grupo recreativo dos amigos do botas ou de nenhum agrupamento, é indiferente…»

Caro Rodrigo, sei que nutres um particular gosto pelos malabarismos verbais, pelos eufemismos, paliativos, rodeios e “jogo de cintura”, no entanto, neste caso são inócuos porque não conduziram a nada. Preferia que escrevesses abertamente, que dissesses que inseridos no “vós” estou eu e outros que aqui escrevem, pelo menos era um atitude mais franca. É a tua opinião, aceito-a, mas não concordo com a mesma. Não insiro a luta contra a islamização da Europa no topo das prioridades. Está ao nível de outros combates de idêntica importância e, em certa medida, invariavelmente a eles ligada. Contudo, depreendo das tuas palavras que para ti a islamização da Europa não é caso para preocupação ou denúncia, não incomoda, não importa, nem mesmo como mito mobilizador no caso ibérico, não é assim?

Caro D. Sebastião, recordo-me bem desse caso do menino inglês abatido por “jovens”, não me surpreendendo nada que tal caso tenha mergulhado no maior obscurantismo e nem uma palavra se profira agora sobre o citado caso.

Anónimo do comentário nº 46, esse assunto não interessa para nada agora, nem aqui, portanto, e como não duvido que encontrará sítios certos para desabafar as suas frustrações nortenhas, agradeço que se limite neste tópico a abordar o assunto em epígrafe.

Zás-Trás, agradeço que respeite os demais participantes no debate. O seu contributo é de igual importância sempre que for tecido com elevação e inteligência.

Caro João Aguiar/351, o combate/denúncia da imigração, tornada invasão e colonização, de facto não passa por criticar a mãe do Mantorras, pois bem sabemos quem franqueia o caminho dos alógenos em direcção à Europa, quem são os que lucram com a colonização, quem são os seus colaboracionistas, mas também não podemos ser angelicais ao ponto de pensar que os alógenos são um punhado de pobre gente que está aqui apenas de passagem. A questão não está pois em centrarmos a atenção unicamente na causa ou somente nos efeitos, está em perceber a relação entre ambos e ambos denunciar.

Caro caturo, recordo-me de outrora termos discutido sobre a utilização dos termos Ocidente/ocidentalismo, os quais são, na minha opinião, geradores de equívocos e sob forma alguma servem para expressar a defesa e preservação daquilo que nos é mais caro. O Ocidente não é, nem pode ser, hoje entendido como um mero convencionalismo geográfico, pois a Argentina situada no hemisfério Sul faz parte do Ocidente e padece de ocidentalismo, o Japão, situado no extremo-oriente faz parte do mundo ocidental e igualmente padece de ocidentalismo. Israel é um estado ocidental e o ocidentalismo irá conduzi-lo à obliteração futuramente. Creio honestamente que deves rever a utilização sistemática desses termos por inexactos e ideológicamente contrários àquilo que propugnamos. Aconselho-te a leitura deste artigo para uma melhor percepção do que procuro transmitir.

Comentar por arqueofuturista

Digo e sem rodeios, que prefiro adorar um Deus vivo. Do que o Sol , as rãs, a água, o Eucalipto , o cão , gato….. e as respectivas naturezas mortas.A Mãe Natureza respeita-se, não se tributa culto

Pois… tributa-Se culto é Ao que está na Natureza e acima dela – as Forças Sagradas inerentes ao Sol, às rãs, à água, ao Eucalipto, ao cão, ao gato… às rochas.

Enfim, “coisas” que as outras raças também prestam vassalagem

Uns prestam vassalagem, outros ajoelham-se e humilham-se perante um Judeu Morto…

Por exemplo,em Africa, os negros chamam-lhe animismo,

Não, os antropólogos europeus é que chamam animismo ao que os negros africanos, e muitos outros povos, fazem e fizeram sempre…

aquilo que alguns Europeus preferem sucessivamente branquear, como a religião -só- dos nossos ancestrais

Não vejo que branqueamento será esse… acontece que um africano presta culto a um Deus Africano e um Europeu presta culto a um Deus Europeu.
Não vejo como é que isto pode ser difícil de entender, excepto se certas mentes estiverem já tão atrofiadas pelo universalismo que pensem que negros ou brancos vai tudo dar ao mesmo.

Pois,também os nossos antepassados (Indo-Europeus) foram mestres na mestiçagem, e fizeram desaparecer por completo etnias

Nem todos… aliás, um dos povos mais racialistas de todo o planeta é de origem indo-europeia, refiro-me aos Parsis…

Ai, como eram “bons” racialistas, os nossos ancestrais……..

Ou eram e devemos seguir o seu exemplo para nos salvaguardarmos,
Ou não eram, e, nesse caso, é tempo de sermos mais rigorosos do que os nossos ancestrais se não queremos desaparecer.
As pessoas evoluem e aprendem com os erros. Se não aprenderem, desaparecem.

E será que também,os nossos ancestrais, foram sempre monoteístas?

Não está, nunca esteve em causa o monoteísmo ou o politeísmo, esse é, no contexto ocidental, um dilema sobretudo judaico-cristão.

O problema do Cristianismo não é o monoteísmo – é o monoteísmo universalista à força, de querer destruir os outros Deuses; é o monoteísmo de raiz semita, que faz com que um cristão lituano ou grego considere mais verdadeiro um Deus estrangeiro (judeu) do que um Deus dos seus próprios ancestrais. Isto chega a ser uma traição obscena.

P/S: Ainda ninguém me respondeu , quais são os conselhos que o neo-paganismo nos dá , para as questões mundanas?

O Paganismo é uma religião, não é uma ideologia política…
O Paganismo permite a re-vitalização do quotidiano europeu. Mas não tem de obrigar ninguém a partilhar uma posição sobre o aborto, sobre a taxa de natalidade, sobre os impostos, sobre a televisão ou sobre o modo de defecar. Quem quer sistemas desses, que digam ao fiel tudo o que deve fazer e pensar, vai para o Islão.

Na Europa os homens são livres.

E qual é a sua orientação Espiritual, no Século XXI ?

Como assim?

Comentar por Caturo

Portugal não tem a sua fundação no paganismo, mas sim no Cristianismo. Antes disso, só havia tribos dispersas que até se odiavam, apesar das semelhanças Etno-Culturais

Não há prova alguma de que os Lusitanos, os Celtici, os Galaicos e os Túrdulos se odiassem…

De resto, a raiz da etnicidade galaico-portuguesa é perfeitamente paralela ao Cristianismo e não tem na sua formação nenhum elemento crucialmente cristão. De facto, a fusão lusitano-galaico-romana começou a dar-se em tempos pagãos.

Comentar por Caturo

“O Cristianismo perde terreno dia após dia..”.Não de acordo com o último levantamento feita pela insuspeitíssima

Não a nível mundial, mas sim a nível europeu e é isto que interessa – aliás, o facto de crescer fora da Europa e decrescer na Europa evidencia bem o perigo crescente que o Cristianismo significa para os Europeus.

Aliás, procures na tua Europa indo-européia em que famílias se encontram os maiores índices de natalidade e verás que são naquelas cristãs praticantes,

Nalguns casos sim, noutros não. Na Polónia sim, na Itália pelo contrário. Portugal e Espanha são também dos países da Europa com mais católicos e a sua natalidade é baixíssima.

já que a turminha laicista e seus pagãozinhos parecem não gostar muito de se reproduzir da maneira convencional

Mas que pagãozinhos conheces tu?

(talvez estejam a esperar que alguma divindade venha semear caucasianos a partir do cosmos)

(Quem costuma ter crenças dessas são os cristãos… mas não é a partir do Cosmos e sim do barro…)

“..e daí que deriva o universalismo pacifista e amante do Outro..”,

tal qual os cristãos pacifistas Carlos Martel, Carlos Magno, João da Áustria,Ricardo Coração de Leão, Fernando de Aragão, Isabel de Castela, o próprio D.Sebastião, Skandenberg,Sigismundo da Polônia, Ivan da Rússia, os cossacos…todos oferecendo a outra face para os muçulmanos

Todos resultado de uma mistura de tradições diversas, todos ainda com muito de bárbaro em si, todos fanatizados à maneira das turbas cristãs que iam queimar templos pagãos e sim, todos facilmente questionáveis por cristãos coerentes. Porque, entre seguir o exemplo do próprio Cristo e seguir o exemplo de Carlos Magno, é evidente que o cristão do século XXI não hesita. E é infantilidade pretender o contrário.

“Também o hinduísmo a provou(a resistência ao islão)..”.

Tão bem provado, que hoje abriga em sua pátria cerca de 250 milhões de muslos

Tão bem provado que, só com a sua força, deteve o avanço muçulmano, obrigou-o até a recuar e hoje conserva a maior parte do seu território de outrora.
Já agora, a sua taxa de natalidade também é alta (não são destes os «pagãozinhos» a que se referiu, decerto…).

Ao mesmo tempo, há hoje um forte movimento nacionalista hindu de combate ao Islão.

E no Ocidente cristão, como foi?
Aí, a Cristandade perdeu todo o norte de África, mais a Ásia Menor, mais o Próximo Oriente quase por completo, e, no seio da Europa, os muslos reproduzem-se a alta velocidade. Os únicos que se lhe opõem são pequenos movimentos nacionalistas, que nem em dimensão nem em coerência e coesão se comparam aos nacionalistas hindus.

Está a correr bem, sim senhor…

Quanto à vitalidade romana, esta mesmo se devia mais, tal qual os espartanos e macedônios, à sua ética guerreira e organização militar, solidificadas na sua noção de cidadania e na deificação da cidade-estado romana (depois personificada no imperador)do que num ímpeto religioso pagão

Pois essa religiosidade pagã sacralizava, tome-se nota, a sua ética guerreira, a sua organização militar, a sua noção de cidadania, a sua dimensão sacral de Roma.

E pelo que eu saiba, Nero, Calígula, Caracala e outros não eram própriamente carolas cristãos quando afundavam a sociedade romana na ignonímia

Pois, mas o Império Romano sobreviveu-lhes, e bem fortemente.
Com o Cristianismo é que caiu de vez.

Comentar por Caturo

Aproveito para referir que fiz uma revisão da citação de Guillaume Faye, agora bem mais fiel ao original presente na entrevista deste pensador à publicação pagã Antaios e que poderão ler em francês no Guillaume Faye Archive.

Comentar por arqueofuturista

Acerta em cheio, o Rodrigo, quando critica a posição dos cristãos que querem literalmente branquear o Cristianismo, mas falha grosseiramente quando se refere ao Reconstrucionismo.
Vejamos porquê:

5- O reconstrucionismo pagão também não constitui alternativa a coisa alguma,

Constitui sim e tem-no demonstrado. Explicar-se-á porquê.

é simples folclore ridículo

Quem não compreende o valor do Rito não percebe corno do que é a Religião. Porque a Religião não é a Mitologia, nem a Filosofia, nem «a Tradição», como alguns preferem chamar-lhe para engendrarem um produto insosso que só contenta meia dúzia de (pretensos, por vezes) intelectuais «carolas» que lêem uns livros e discutem calmamente em tertúlias, sem que isso tenha qualquer efeito que se veja no grosso da população.

Aliás – Religião vem de «Religio», e a Religio Romana é, antes de mais nada, uma questão de Rito.

Os «pagãos» que o são apenas devido a um «interesse cultural», descendem em via quase directa dos «católicos não praticantes».

Também na Antiguidade haveria pagãos que descuravam os ritos, é certo; mas nunca por os considerarem ridículos, nem tampouco andavam a desmobilizar quem os praticasse.

e ninguém dá credibilidade alguma

Sim, dão é credibilidade a meia dúzia de intelectuais que dizem que são pagãos só ao nível intelectual, e que até querem um dia fabricar mitos e tal… esses é que têm imensa credibilidade e movimentam milhares.

Isso de rezar ao deus não-sei-do-quê e à deusa das nãoseiquantas é um descrédito para qualquer movimento

Pelos vistos, está cada vez mais a deixar de o ser. Jamais me esquecerei do olhar confuso e perplexo de certos camaradas meus que por cá observavam o Paganismo com um sorriso divertido e depois ficaram a modos que sem saber bem o que dizer ou fazer quando foram a Espanha e viram os seus camaradas identitários a realizar rituais pagãos… :)

Enfim, aguardo que algum dos identitários daqui vá dizer ao senhor Pavel Tualev, um dos principais organizadores das Conferências de Moscovo, que aquilo que ele faz é ridículo. Uma ajuda:
http://www.newnation.org/Hoffmeister/Buyan-speaks.html

E além do mais é simples cópia reles da abordagem religiosa e/ou espiritual do cristão

Não vejo que cópia será essa.

Logo, é evidente que o caminho a percorrer pelo paganismo não é o de reconstruir panteões e ritos para poder fazer cerimónias

Claro que é. E por duas razões nítidas:
– primeiro, porque o Paganismo foi sempre isso;
– segundo, porque sem isso não há religiosidade a sério, mas somente uma difusa, e insípida, desvitalizada, doutrina assim a modos que apaganizada.

desafiantes do cristianismo ( mas que não são mais que uma imitação barata do que pretendem negar, no sentido em que aceitam o mesmo entendimento da religião)

Como assim?

mas sim o de recuperar uma ética, o de entender o significado valorativo da sua mitologia e o de compreender que sendo a história cíclica e sem fim predeterminado ( e aceitar isto é uma ruptura decisiva com a concepção do mundo cristã ) um novo ciclo necessita de novos mitos e é da criação desses novos mitos,

Conheço essa conversa há mais de quinze anos, mas ainda ninguém veio a público explicar, concretamente, o que significará «criação de novos mitos».
Haverá alguém capaz de o fazer?

7- Porém, para aqueles, como vós, cuja luta é contra a “islamização da Europa”, a única alternativa é o cristianismo,

Não é não, porque os piores males do Islão estão também, mesmo que atenuadamente, no Cristianismo.

porque por um lado o cristianismo oferece uma verdade e um caminho, uma certeza e uma salvação depois da morte, isto é, o cristianismo, por ser irmão do inimigo, partilha com ele os mesmo princípios que atraem os ocidentais ao Islão, e o Ocidental que procura o Islão não está à procura de “liberdade”,

O Ocidental que procura o Islão é uma minoria e situa-se no âmbito da marginalidade doutrinal, dos «rebeldes» toda a vida, que querem, em muitos casos, romper precisamente com o Cristianismo e, mais concretamente, «com isto tudo».

nem de “democracia”, nem de “novas eras europeias”,

E, claro, não se pode esperar agradar a Gregos e a Troianos.

Por outro lado é mais fácil, ou seja, o cristianismo é a única tradição viva que a Europa conhece hoje, já existe, já cá está, não tem de ser reconstruída nem tem de ser refundada

Mas é hoje uma das raízes do veneno que destrói a Europa, e fá-lo, não apenas por via histórica e indirecta, mas formalmente, visto que a Igreja está em força a apoiar a iminvasão. Não há nada a fazer quanto a isto.

Entretanto, o Cristianismo, como prática, está moribundo em toda a Europa Ocidental. Aliar-se a ele é ir com ele para o fundo.

e, sobretudo, não exige o tipo de reflexão crítica que o paganismo exige,

O Paganismo não exige reflexão crítica alguma e é aqui que se enganam alguns intelectuais. O Paganismo permite-a, o que é diferente.

Comentar por Caturo

Sem contar que nesta época em que triunfou o “ocidentalismo” as pessoas estão muito mais aptas a morrer por algo se acahrem que depois vão viver eternamente ao lado do Barbas e do filho,

Também há no Paganismo uma promessa de vida além morte.

Comentar por Caturo

Creio honestamente que deves rever a utilização sistemática desses termos por inexactos e ideológicamente contrários àquilo que propugnamos

Caro camarada, eu só quero é incluir no mesmo bloco os Europeus e os seus descendentes localizados noutros continentes, tais como os Brasileiros, os Norte-Americanos, os Argentinos, os Australianos.

O Guillaume Faye já percebeu o valor disto e usa agora o termo «Setentrião». Eu prefiro chamar-lhe Ocidente, porque quero incluir povos que hoje se situam a sul do Equador.

De futuro, talvez falemos, em vez de Ocidente, ou de Setentrião, em Branquidão ou assim…

Comentar por Caturo

Rodrigo,
“Não, o problema não é a cristianização dos povos não-europeus mas a dos povos europeus…percebeste à segunda ou ainda não?”
Não, não percebi à segunda, nem perceberei á terceirta.
A Cristianização dos povos Europeus não é um problema, quando muito é uma problemática. Percebeste Rodrigo, ou queres que eu te faça um desenho?

“«É muito bom que eles sejam cristãos e se rebaixem ao Deus dos judeus.»”

O Deus dos Judeus, tal como o dos Cristãos, é UNIVERSAL. Ou seja, é o Deus de TODOS OS HOMENS. Creio que se não compreendes assim, nem vale apena fazer-te desenhos.
E mais. Não confudas Cristianismo com Judaísmo. Isso só ilustra o teu ódio contra os Judeus.
Os Cristãos não são Judeus. Dá as voltas que quiseres mas o Cristianismo não é o mesmo que Judaísmo.

“Não, a palavra correcta é renascer, não é revitalizar. Mas é bom perceber que morreu de várias doenças, sendo que o excesso de cristianismo foi o vírus inicial que minou as auto-defesas da Europa contra as outras patologias que a derrubaram.”

Se a Europa morreu, eu quero este continente morto, de preferência revitalizado. Podes ir renascer e criar os continentes que quiseres na Lua ou em Marte.
E sim, o Cristianismo, quer queiras quer não, mesclado com as crenças Pagãs foi o factor de união da Europa desde os tempos de Constantino. Desde que se começaram a Cristianizar as tribos Germanicas e, mais tarde, Eslavas. Nunca ouviste a expressão Cristandade? Pois, em tempos idos era sinónimo de Europa.

“Estou estarrecido!”
Por mim até podes renascer, como esse teu continentezinho morto. Vou comentar os teus comentários, na mesma. Têm é cuidado, não vás tu fazer renascer tudo em que tocas.

Comentar por D. Sebastião II

«Enfim, aguardo que algum dos identitários daqui…»

Camarada Caturo, além do nosso amigo Miazuria, que efectivamente criticou o paganismo, ou uma vertente ligada a esse, a esmagadora maioria daqueles que neste debate participam não são identitários, ou pelo menos assim não se definem, tal como certamente as 300 visitas diárias que em média o blog conhece.
De resto, sabes bem que nós, identitários, somos absolutamente respeitadores das confissões religiosas (mesmo aqueles que como eu são ateus ou agnósticos), sempre e desde que estas não atentem contra os interesses do nosso povo ou actuem enquanto agentes descaracterizadores da nossa especificidade etnocultural.

No que concerne ao termo Ocidente, sempre percebi a conotação que a mesmo procuras imprimir, contudo, é um termo datado, que já não obdece ao espírito da época, e de todo pode ser confundido com a Europa e os euro-descendentes espalhados pelo globo. Mesmo o termo Setentrião, por Faye empregue, carece um pouco de exactidão, mas permite perceber que os euro-descendentes desde a Terra do Fogo à Nova Zelândia, do Alaska a Orânia, são filhos do Norte, isto é, do Setentrião.

Um abraço identitário.

Comentar por arqueofuturista

“Quando é que o povo do norte elegeu lisboa como capital?
A escolha de tirar a capital do norte foi dos franceses, ingerencia estrangeira, e o povo do norte não teve nada a ver com tais decisões.”

O povo do Norte nunca, repito, nunca, elegeu Lisboa como capital. Foi um lapso da minha parte afirmar tal coisa.
No entanto, eu queria ter dito (e agora dizer) que a Nobreza do Norte é que optou por escolher Lisboa como capital. A alma do povo Português sempre veio do Norte, isto é indiscutível. Fazíeis melhores figuras em admitir estes factos do que em vos armardes em regionalistas (que grandes patriotas!). A Nobreza optou por Lisboa para melhor se proteger dos ataques Castelhanos. A partir daí Lisboa começou a destacar-se como capital. Ora eu já li isto em mais do que uma fotnte. Nunca tinha ouvido em ingerências Francesas para retirar a capital do Norte (acho muito dúvidoso) mas no entanto, fiquei muito curioso e gostava de saber se o que o anónimo diz é baseado em factos, ou não. Gostava que o anónimo avançasse mais pormenores.

“Tu odeias os cavalos puro sangue, outros se calhar odeiam os patriotas cristãos da nação mestiça.
Na linguagem equestre que te agrada, se calhar odeiam os cavalos lusitanos que não passam de arraçados de andaluz com arabe.”

Perfiro esta nação Cristã mestiça (GALAÉCIA+LUSITÂNIA=PORTUGAL) que qualquer nação equestre. Ou até que qualquer outra nação à face da terra (por enquato).

Quanto a linguagens equestres, deixo-as para os cavalos (e respectivas éguas).
E olha que o cavalo Lusitano, não é apenas um cruzamento entre Andaluz e Árabe. O cavalo Andaluz e o Lusitano, são ambos descendentes do mesmo cavalo, o cavalo Ibérico.
Para cavalo, não percebes muito das vossas genealogias. (sem ofensa, claro.)

Comentar por D. Sebastião II

Zás Trás,

“Na minha opinião o paganismo é a verdadeira religião dos nossos antepassados.”
Pois, pergunta ao teu pai qual é a religião dele! Depois pergunta aos teus avós. Se eles não são teus antepassados… tens uma família muito estranha.

“O cristianismo é uma religião estrangeira, como o islamismo, o judaismo ou o budismo.”
Pergunta ao teu pai. Depois, pergunta aos teus avós. E depois questiona-te quem são os teus antepassados, se umas tribos com 2500 anos se a tua família mais chegada.

“João Aguiar escusas de defender o cristianismo dessa forma porque só tens a história de Portugal para te agarrares.
E é pouco? A que mais é que um Português se pode agarrar, senão ás suas tradições?

“Actualmente o cristianismo é mais um inimigo do nosso povo. O apoio do Vaticano á imigração é um exemplo disso.”
Eu já expliquei isso, nos comentários número 22 e 23.
Copy Pasting:
“Ora atente no que a própria Igreja diz. O Cristianismo e os Cristãos têm de fazer uma escolha. Ou escolhem um Cristianismo Europeu como tem sido antes do Concílio Vaticano II. Defendendo a Europa, confundindo-se com a própria Europa, incorporando o Paganismo em si, sem medo de declarar guerra aos inimigos da Europa. Ou teremos uma religião cada vez mais Semita e Universal.
O perigo é que ao perder apoios e crentes na Europa os dirigntes da Igreja sentem-se tentados a satisffazer cada vez mais Africanos, Sul Americanos e outroscomo os Coreanos. Ninguém perderá mais que isso que a Europa.
Daí eu acreditar que o bom seria termos de novo uma Igreja ao lado da Europa, ao lado dos povos Europeus, Universalista, sim. Mas que esse Universalismo fosse sempre igual ao Universalismo da Europa.
A Igreja só agrega esse tipo de gente no Ocidente numa tentativa desesperada de trazer o Cristianismo ou qualquer coisa que lhe dê ímpeto para o Ocidente, assim como defende a “agregação” de Europeus crentes na China e pelas Coreis aí a fora…
Daí a Igreja ser um aliado fundamental à Europa. Nós temos traído a Igreja e ela tem-nos traído a nós.
Go figure why! :-(”
Esclarecido?

” Dizes que muitos nacionalistas andam aos beijos e abraços com povos semitas. Quem em concreto? Tu és um desses, porque adoras um deus semita.”
Sim, continuem a dividir ainda mais os nacionalitários! Assim é que contribuis para a causa hã!? :O

“A conversa desse Rui Pedro é merda! E o D. Sebastião é o Pantera armado em chico-esperto.”
Não, não sou o Pantera. Já me começas a irritar com isso.

Comentar por D. Sebastião II

Camarada Caturo, além do nosso amigo Miazuria, que efectivamente criticou o paganismo, ou uma vertente ligada a esse, a esmagadora maioria daqueles que neste debate participam não são identitários, ou pelo menos assim não se definem, tal como certamente as 300 visitas diárias que em média o blog conhece

Sim, eu referia-me mais ao camarada Rodrigo, mas, pelo que vejo, talvez ele já não se assuma como identitário.

Diz-me, entretanto, porque é que o termo «Ocidente» perdeu a actualidade.

Comentar por Caturo

O Deus dos Judeus, tal como o dos Cristãos, é UNIVERSAL. Ou seja,

É um Deus de um povo em concreto que os cristãos quiseram transformar em universal. É bem diferente.

Porque uma coisa é certa: todo e qualquer cristão está obrigado a acreditar que, até ao nascimento de Jesus, só havia um povo na terra que conhecia o «Deus verdadeiro», e esse povo eram os Judeus.
Assim, o cristão afirma que os Deuses dos Europeus eram todos falsos e só o dos Judeus é verdadeiro.

Além disso, os cristãos crêem também que o tal «único Deus verdadeiro» (esta mania da exclusividade da verdade e a demonização ou insulto às outras religiões é uma tara judaica que os cristãos estenderam ao resto do globo) foi revelado apenas e exclusivamente por via de um carpinteiro judeu – e, mais uma vez, que esse carpinteiro judeu é superior aos Deuses Europeus.

Como é que um nacionalista/identitário, de qualquer país europeu, pode aceitar tal coisa?

Comentar por Caturo

Diz-me, entretanto, porque é que o termo «Ocidente» perdeu a actualidade.

Caro camarada Caturo, o termo carece de actualidade política na nossa área ideológica, pois como já aludi, este serve tanto para englobar a Malásia como o Canadá ou Portugal, o Chile como a Coreia do Sul ou a Polónia, num único conceito que é o ocidentalismo, ou por outras palavras, países que adoptaram uma determinada forma de governo, um padrão sócio-comportamental idêntico, hábitos alimentares ou de vestuário semelhantes, onde se ouve a mesma música e se assiste aos mesmos filmes. Isto, em traços muito gerais é o que representa o Ocidente/ocidentalismo, ou seja, um «sistema de assassinar os povos» através da aculturação ou de um sistemático processo de genocídio etnocultural, com vista à criação de uma massa mestiça indistinta que partilhe os mesmos gostos e opiniões. Enfim, o peasadelo denominado One World Order.

Insisto para que leias o texto de Guillaume Faye, através do qual poderás perceber muito melhor aquilo que tento transmitir.

Comentar por arqueofuturista

Caturo:

“Que me desculpem citar aqui Karl Marx mas eu acho que nisto ele tem razão, “a religião é o ópio do povo”. A religião foi a grande “descoberta” que só serviu para os poderosos manipularem os povos no sentido de servirem os seus interesses
É uma visão particularmente primária e empobrecedora a que faz de todos os sacerdotes, de todos os tempos, uma malandragem que não acreditava nos Deuses e que usava a Religião para enganar o povinho-coitadinho-oprimido. Pura e simplesmente deixou de pegar, essa ideia, já ninguém vai nisso.”
Concordo plenamente.

“embora seja essencial deitar por terra os valores cristãos.”
Errado. Quanto muito devemos acabar com alguns valores do Cristianismo, aqueles contraprodutivos. Do tipo dar a face ao outro. Nada que não se ultrapassasse com um segredar de um primeiro ministro a sua santidade.

“mais:dividir os europeus por motivos religiosos e cometer o suicidio colectivo
Há quem não se preocupe com isso, desde que possa atacar os não cristãos…”
Verdade. Mas não deixa de ser menos suícidio por isso, portanto não vale a pena irmos por aí.

“classificacao etno-linguistica, a que faz o Caturo, nao me merece consideracao. Estou mais proximo culturalmente de um cristao Libanes (caucasiano) do que de um Bengali Hindu.
Eu penso precisamente o contrário – está mais próximo de mim um hindu (caucasóide) do que qualquer árabe cristão. Diga-se – do que qualquer árabe, cristão, ateu ou mesmo pagão (se os houvesse, ou talvez já haja, no Egipto…).”
A classificação etnolinguista deve ter-se sempre em consideração, apesar de estar também eu, mais próximo de um Cristão Líbanês que de um Bengali. E os Libaneses não são própriamente árabes. É o Mika um Semita? Caturo, não acredites em tudo o que vem na wikipedia.

“Interessa-me mais a exactidão do que digo do que o poder ser levado a sério por este ou por aquele. E há coisas que têm de ser ditas de frente, pelo menos ao nível em que os blogues funcionam.”
Pena, porque eu queria sinceramente que a mensagem do seu blog fosse um pouco mais além. Agora, nunca deixe de dizer as coisas que têm de ser ditas de frente, nunca lhe pediria isso.

“o que contraria a submissão cristã ao Divino, similar à do Islão…”
Comparação deveras infeliz, como você próprio o sabe.

“Não vamos matá-lo,
Não é preciso – ele já está a morrer.”
Caturo, agora você parece que não sabe do que fala. O Cristianismo tem vindo a crescer em África, nas Américas, na Ásia Oriental, enfim, um pouco por todo o mundo. Não está a morrer. Está apenas cada vez mais fraco na Europa. A maior fraqueza na Europa é exactamente esse vazio que se está a criar nos Europeus (de valores, por exemplo) mas simultâneamente o desenraízamento do Cristianismo das suas tradições Árias. Pelo que a Europa está a ser expropriada da sua fé milenar, fé essa que levou a Europa a ser a elite da Humanidade. Não são os Bósnios e os Albaneses os traidores da Europa?

“Um Católico Europeu dar-se-á sempre melhor com um Ortodoxo ou um Protestante Europeus do que com um Protestante do Botswana ou até que com um Católico Boliviano
Nada o garante. Mesmo nada. E cada vez menos. E tanto assim é que a Igreja busca cada vez mais conversões em África e importação de africanos convertidos para a Europa.”
Só lhe posso dizer para fazer a experiência por si próprio. Pergunte a Católicos com quem eles mais se identificam, se com Gregos, Suecos ou Bolívianos.

“O Cristianismo deixou de ser uma religião Semita,
Se tal acontecesse, o Cristianismo deixava de ser… Cristianismo.”
Olhe que não… o Cristianismo é hoje muito mais africano que Semita.

“Além disso, essa é a sua opinião. O papa Pio XI tinha uma opinião diferente… disse ele, textualmente, em 1941, «Espiritualmente, somos todos semitas.» Sem apelo nem agravo.Isto quanto a mim deixa tudo em pratos limpos e não vejo como é que se pode contorná-lo, e negá-lo então está absolutamente fora de questão.”
Quer mesmo que eu vá buscar citações de papas anti-semitas? Em 2000 anos de História não caberiam na Internet tais citações…
Provavelmente o Papa disse isso numa tentativa de acalmar as injustiças contra os Judeus, na década de 40. Mas, e quem pôs os Judeus como inimigos públicos número 1? Quem discursava na missa, como eles tinham morto Jesus? Quem os acusava também de serem avarentos e quererem a riqueza acima de tudo? Isso explica-se com o simples factode que os Judeus não contribuiam com esmolas para a Igreja.

“O Cristianismo é actualmente (mas ainda mais acentuadamente antes do concílio Vaticano II) a religião Ariana/Europeia por excelência. Não é Semita,
É semita sim, sempre o foi, nunca o poderá deixar de ser; e, no essencial, nada tem de ariano ou de europeu”
isso é tão discutível…

“Porque o Cristianismo não tem, nunca teve, uma mentalidade etnicista, de considerar que «é deixá-los lá com a religião deles, que nós temos a nossa.» ”
Então esse é o seu problema. Eu não tenho problema nenhum com isso.

” É por causa desse «universalismo europeu» que a Europa está agora a ser iminvadida.”
É exactamente por causa da distruição desse universalismo Europeu
que a Europa está agora a ser iminvadida.” Começou todo com o final da Segunda Guerra Mundial e com os Americanos a quererem acabar com as colónias Europeias (eles próprios a colónia Europeia por excelência).

“Ó D. Sebastião, está mesmo a falar a sério?”
Teve graça, muita graça mesmo. Mas??? Não foi isso que se passou (ou ainda se passa) na América do Sul? Como no México? Ou não foi isso que se passou na Europa? Os Nobres e os Reis não eram fieis de primeira? Há muitas maneiras de excluir o mulatinho sem recorrer à discriminação racial.

Comentar por D. Sebastião II

” (curiosamente, o símbolo adoptado por Constantino, a saber, o do Ró com o Khi, é praticamente igual a um símbolo solar pagão muito em voga na altura. Coincidências…).”
E vamos sempre dar ao mesmo. O Cristianismo é o segundo nível. Tanto do Judaísmo como do Paganismo. Mas, como os Judeus se mantiveram fieis ao Judaísmo… a religião é só nossa! (foi, agora é cada vez menos, mas pronto.)

“foi bem notória e incluiu várias destruições de templos e de estátuas, massacres de sacerdotes e implementação de legislação que punia com a morte quem praticasse rituais até mesmo no recato do seu lar (totalitarismo). Já que não quer apagar a parte da História que não convém, então lembre-se sempre desta, atestada pelo conhecimento de várias leis, sucessivas, cada vez mais duras, contra o Paganismo.”
Agora deixa-me quase sem palavras. Mas, como você próprio atenta “as leis foram sempre cada vez mais duras”, eu acrescento, e com o apoio do povo Romano. (Primeiro os habitantes da cidade, depois os da Itália, depois os da Grécia e Turquia, e por aí adiante. No final, só os labregos eram contra o Cristianismo. Por muita pena que tenho, e tenho-a, não vou começar a ser Pagão em honra deles. Em honra deles vou respeitar o Paganismo e não o ridicularizar.)

“Isto já para não falar do massacre dos Saxões cometido por Carlos Magno, do massacre dos Gregos do norte cometido por ordem de um «santo» cristão, da guerra travada por cavaleiros cristãos da Ordem da Espada contra os pagãos do Báltico (Lituanos e Letões).”
Isso vem fora de contexto. Daqui a pouco está a dizer que o Bush atacou o Iraque para espalhar o seu Deus, o Deumocracia.

“Foi C(onstantino?) a parasitar a civilização edificada pelos Pagãos”
Isso é uma visão muito, mas mesmo muito subjectiva.

“…ao fim ao cabo, os Germanos também são indo-europeus.”
Sem dúvida, mas eles que venham para cá armados em donos disto tudo que eu dar-lhes-ei o mesmo tratamento que daria a qualquer muçulmano.

“Sem dúvida. Mas o Deus do Zoroastrismo é indo-europeu (Ahura Mazda ou Ormuzd, tal como é actualmente chamado)”
Bolas! Parece que o problema é o nome ser Semita e não Indo-Europeu. Como tratará o Senhor um Samuel, ou um Jacob, ou um Adão?

“a sua tradição étnica é indo-europeia e os seguidores dessa religião não andam em missionação para destruir as outras religiões, pelo contrário, nem sequer aceitam conversões, tal é o seu espírito de estirpe…”
Pois, mas hoje são todos maus mouros.
Eu bejo Jesus como alguém (Judeu) muitíssimo influênciado pelo Zoroastrianismo, e devido à quase inexistência do Zoroastrianismo actual eu diria que o Cristianismo é o Segundo nível do Judaísmo, do Paganismo e do Zoroastrianismo. Já lhe parece mais aceitável?

“Já demonstrou que as não respeita”
Como assim?
Mais desrespeito mostra o Caturo, a cortar com a religião dos seus pais, avós, bisavós, trisavós, (quer mesmo que eu continue até chegarmos ao seu avô Pagão?)…

“”Talvez até demais pois fiquei chocado ao visitar Conímbriga e a ver dois Alemães a falar Alemão por cima das ruínas do Império Romano. Pensei automáticamente: “Afinal os bárbaros levaram a melhor que nós”
E estavam a gabar a beleza do local ou a discutir o melhor modo de destruir o que dele restava?…
Esses «bárbaros» de que fala têm infinitamente mais a ver com a nossa civilização do que qualquer cristão do norte de África ou arredores”

Não sei, o meu Alemão é péssimo.
Concordo consigo, esses bárbaros têm mais a ver com a nossa civilização do que qualquer um desses novos Cristãos.

“Não, o máximo de respeito que podemos ter pelo Paganismo é honrar os seus Deuses.”
Adorar os seus Deuses, hoje em dia, é ridicularizá-los e descridibilizar toda uma cultura ancestral.
O seu blog, por outro lado é (salvo raras excepções) respeitoso para com os Deuses Pagãos. É pena é que incida tanto sobre grupos que se dizem pagãos que estão só a fazer aquilo que fazem porque não têm, literalmente, mais nada que fazer.

“Não é o seu caso, já que gosta muito do triunfo do Cristianismo.
Mas, se sente pena, alegre-se – afinal, o Paganismo não morreu…”

Eu aprecio o triunfo do Cristianismo seguindo a lógica, ja aqui exposta, do segundo nível do Paganismo.Não, não morreu, vive no Cristianismo. E ainda mais intensamente, nos livros de História.

“tomar consciência de que os nossos Deuses eram adorados aqui e não restaurar o seu culto, é uma desonra para o nosso sangue, é cuspir na memória dos verdadeiros e bons europeus que resistiram ao Cristianismo como puderam”
Falando a séio, e os seus pais e avós, são o quê?

“Primeiro, expliquei-lhe que não dá lições a ninguém em matéria de Paganismo.
Agora, informo-o de que também não dá lições a ninguém em matéria de respeitabilidade”
Realmente, não sou o mais douto para dar lições de Paganismo.
Quanto à respeitabilidade, vá você para o Rossio com um padre, começe a rezar ás pedras da calçada e depois veremos quem tem mais respeitabilidade, se o Caturo, se o padre.
parece que em termos de respeitabilidade, eu dou-lhe cartas.

“chega ao ponto de dizer que o melhor era engendrar um Cristianismo com fiéis de primeira e de segunda consoante a sua raça/etnia/civilização…”
Primeiro, eu não disse nada disso. Segundo, o Caturo já deveria saber que é muito feio inventar coisas a respeito das outras pessoas.
O que eu realmente disse foi que, seguido uma lógica que eu apresentei, e que me parece a melhor para a Europa, a Igreja VIR-SE-IA NUM DILEMA pois PODERIA CRIAR CRISTÃOS DE PRIMEIRA E CRISTÃOS DE SEGUNDA. Vá lá ler o que eu escrevi, mas com olhos de ver.

“Isso é demagogia da mais cretina que tenho lido”
Talvez seja, talvez seja o melhor para a Europa.
“Isto é cuspir, não apenas nos antepassados, mas na própria lógica. É absolutamente inaudito.”
E os seus pais, os seus avós, os seus bisavós, trisavós (quer mesmo que eu continue até chegrmos ao avô-pagão?) ficam aonde? Não são antepassados? Ou a religião deles não conta? Pode o Caturo cuspir neles? Tenha cuidado. Respeite primeiro os seus antepassados mais próximos.

“E, já agora, não abona nada a favor da imagem do «cristão tolerante»” Eu estou-me, em bom Português, bem a cagar para essa imagem. Eu nem vou á Igreja!!!

” …de resto, é do conhecimento comum, em Portugal, desde há décadas, que os padres se aproveitavam sexualmente dos rapazinhos nos seminários.”
Nunca ouvi nada disso, mas agora compreendo de onde vem a sua aversão a Cristo. Pois então que seja Pagão!

“Bem, para já está a crescer. E não se arme em profeta, olhe que cantar vitória antes do tempo dá azar…”
Neste campo posso profetizar com toda a segurança.
O que o Caturo não compreende é que esse Paganismo que está a crescer, não passa de uma parvoíce, um passa tempo para uns tantos frustrados sexuais… Caturo, não duvido que o seu apreço pelo Paganismo seja sincero (por acaso até duvido que seja Pagão) mas creio que um dia olhará para os Pagãos de hoje como usurpadores de uma cultura, uns brincalhões de mau gosto. Forme-se antes em História e faça um bom livro sobre os Deuses Pagãos que bem escasseiam. EU serei dos primeiros a comprá-lo.
Cumprimentos

Comentar por D. Sebastião II

“E no Ocidente cristão, como foi?
Aí, a Cristandade perdeu todo o norte de África, mais a Ásia Menor, mais o Próximo Oriente quase por completo, e, no seio da Europa, os muslos reproduzem-se a alta velocidade. Os únicos que se lhe opõem são pequenos movimentos nacionalistas, que nem em dimensão nem em coerência e coesão se comparam aos nacionalistas hindus”

E acha o Caturo que vai contribuir para a coesão atacando o Cristianismo, a maior religião de Portugal.
Todos deveriamos ter aprendido a não brincar com a Igreja com a primeira república. Ou mesmo que não tivessemos aprendido, os Espnhóis deram-nos um belo exemplo até 1936.

A minha lógica é esta: A Igreja é europeia per se. O Cristianismo tem sido o ponto de união da Europa há séculos. A Igreja pode ser uma grande aliada. Porque não havemos de nos aliar a ela? Pelo menos respeitem-na, bolas!

Comentar por D. Sebastião II

“Pois essa religiosidade pagã sacralizava, tome-se nota, a sua ética guerreira, a sua organização militar, a sua noção de cidadania, a sua dimensão sacral de Roma.”

Tal como o Cristianismo, como por exemplo, nas Cruzadas.

Comentar por D. Sebastião II

“Sim, dão é credibilidade a meia dúzia de intelectuais que dizem que são pagãos só ao nível intelectual, e que até querem um dia fabricar mitos e tal… esses é que têm imensa credibilidade e movimentam milhares.”

Caturo, pode dar-nos um nome sonante de um Pagao, para os deixarmos de ver como ridículos? Quem se assume como Pagão?

PS-Se ser-se Pagão tem mais a ver com ritos que com qualquer outra coisa pode ser muito bem (e tem sido) conjugado como Cristianismo.

Comentar por D. Sebastião II

Caturo,
“O Ocidental que procura o Islão é uma minoria e situa-se no âmbito da marginalidade doutrinal, dos «rebeldes» toda a vida, que querem, em muitos casos, romper precisamente com o Cristianismo e, mais concretamente, «com isto tudo».”

Tal como os Pagãos. A única diferença é que os Pagãos têm orgulho das suas origens e os Pagãos só são rebeldes até se fartarem, depois retornam.

“Como é que um nacionalista/identitário, de qualquer país europeu, pode aceitar tal coisa?”
Respeitando a Cristandade da Nação e da Civilização Europeia, apelando ás massas que se importam, não anexando apenas melhorias. Daqui a 15 anos, quando houver um partido Nacionalitário, a gente fala.

Comentar por D. Sebastião II

D. Sebastião dixit;

Adorar os seus Deuses, hoje em dia, é ridicularizá-los e descridibilizar toda uma cultura ancestral.

Como assim? Como já referi não tenho religião, nem sou crente, mas considero a sua observação inapropriada, pois torna-se incompreensível que seja ridículo adorar Deuses e, em idêntica medida, não seja imbecil adorar um Deus. O que torna a adoração ao Deus único melhor, superior, e paradoxalmente normal (sim, porque regra geral o superior escapa à normalidade) em relação aos Deuses?

desrespeito mostra o Caturo, a cortar com a religião dos seus pais, avós, bisavós, trisavós, (quer mesmo que eu continue até chegarmos ao seu avô Pagão?)…

Noto uma certa tendência, e não apenas da parte do D. Sebastião, para limitar a milenar história do nosso povo à idade que tem a nacionalidade portuguesa. Efectivamente, e como João Aguiar escreveu, a história de Portugal, enquanto estado-nação, está intimamente ligada ao Cristianismo, porém, não se pode olvidar os milhares de séculos anteriores que perfazem a história dos nossos antepassados. A nossa identidade etnocultural é composta por esses elos que nos unem indefectivelmente às nossas mães e pais, avós, mas também a todos outros ancestrais perdidos nas brumas da memória.

A Igreja pode ser uma grande aliada. Porque não havemos de nos aliar a ela?

Noutro tópico iremos debater essa problemática e tentar perceber se assim é. Atente-se que não confundo a fé/crença com a instituição, a qual pessoalmente me merece pouca credibilidade.

Caturo, pode dar-nos um nome sonante de um Pagao, para os deixarmos de ver como ridículos? Quem se assume como Pagão?

Não sou o Caturo mas dou-lhe apenas três nomes: Guillaume Faye, Alain de Benoist e Pierre Vial, por sinal três franceses, todos académicos e com ampla bibliografia publicada. Ridículos! Não creio meu caro.

Daqui a 15 anos, quando houver um partido Nacionalitário

D. Sebastião, esse termo não é novo, nem porventura é a junção de nacionalista+identitário. Além disso, aquilo que expôs no comentário 3 é na minha opinião uma quimera e, como tal, sob forma alguma tangível. Centre-se no real, naquilo que existe.

Comentar por arqueofuturista

Pois, pergunta ao teu pai qual é a religião dele!

Pois… e pergunta a uma criança da catequese, de Cabeceiras de Baixo, qual é a religião dela… claro que o facto de ela nem sequer saber que existem outras religiões é um pormenor sem importância… e o facto de estar absolutamente fora de questão escolher outra religião qualquer, isto também nem se discute…

Claro que as gerações portuguesas anteriores à nossa estiveram sempre dominadas pelo Cristianismo, visto que não tinham qualquer capacidade ou possibilidade de escolha, porque o Cristianismo tratou, há mais de quinze séculos, de se impor como única religião admissível.

Usar esse argumento é pois de um descaramento revoltante sem limites. É como ir pôr uma bomba nuclear em Fátima e depois dizer «Olha, já não há católicos em Fátima… será que perderam a fé?…»

Se eles não são teus antepassados…

E se o D. Sebastião não tem antepassados além dos seus avós, então não há dúvida absolutamente nenhuma de que o D. Sebastião é que tem uma família muito estranha.

“O cristianismo é uma religião estrangeira, como o islamismo, o judaismo ou o budismo.”

Pergunta ao teu pai

Pergunta também ao puto de cinco anos de Cabeceiras de Baixo, que fui educado a pensar que o Cristianismo é a única religião possível e imaginária.

E depois questiona-te quem são os teus antepassados, se umas tribos com 2500 anos se a tua família mais chegada

São todos – e tem seguramente mais antepassados pagãos do que cristãos.
Com a agravante que a esmagadora maioria dos seus antepassados cristãos não puderam escolher sê-lo…

“Actualmente o cristianismo é mais um inimigo do nosso povo. O apoio do Vaticano á imigração é um exemplo disso.”

Eu já expliquei isso, nos comentários número 22 e 23.
Copy Pasting:
“Ora atente no que a própria Igreja diz. O Cristianismo e os Cristãos têm de fazer uma escolha

Mas quais cristãos é que têm de fazer uma escolha?

A Igreja não é uma instituição democrática. Não há votações e referendos na missas para saber o que querem os fiéis. Os padres determinam qual o caminho da Igreja e acabou.

Ora o caminho da Igreja já está à vista – o apoio aberto à iminvasão.

Ou escolhem um Cristianismo Europeu como tem sido antes do Concílio Vaticano II

Um Cristianismo particularmente opressivo e semita?
Era o que mais faltava.

o perigo é que ao perder apoios e crentes na Europa os dirigntes da Igreja sentem-se tentados a satisffazer cada vez mais Africanos,

Repito: a Igreja sempre quis englobar os Africanos, mesmo quando dominava incontestavelmente a Europa.
Por isso, nada que os Europeus façam no seio da Igreja pode impedir isso.
Pelo contrário – os Europeus que se envolverem na Igreja, vêem-se forçados a considerarem cada vez mais Africanos como seus irmãos.

Daí eu acreditar que o bom seria termos de novo uma Igreja ao lado da Europa,

E eu queria ter ganho o Euromilhões na semana passada.

Comentar por Caturo

Quanto muito devemos acabar com alguns valores do Cristianismo, aqueles contraprodutivos

Não leve a mal, mas como é que queria dar lições de Paganismo fosse a quem fosse se nem de Cristianismo entende?
Então acha mesmo que pode agarrar no Cristianismo e tirar a parte que não lhe interessa?
Não entende sequer que aquilo que caracteriza as religiões reveladas (Judaísmo, Cristianismo, Islão) é precisamente a sacralização do discurso do seu revelador maior (Moisés, Cristo, Maomé)? E que essa sacralização do discurso significa que tudo o que o referido revelador revelou é de origem divina? E que, por conseguinte, ou aceita a totalidade das suas palavras ou não aceita nenhuma, não há qualquer meio termo?
Religiosamente falando, Jesus/Moisés/Maomé não podem ser encarados como Sócrates, Platão ou John Locke. No caso dos filósofos, pode-se concordar com algumas coisas e discordar doutras; no caso dos reveladores de alegadas verdades divinas, não há qualquer espaço para a relativização ou para a destrinça. Nenhum cristão minimamente conhecedor da sua religião dirá que Jesus era um gajo porreiro e dizia umas coisas acertadas, embora às vezes exagerasse e desse as suas calinadas. Isso não existe.

Como é possível que o D. Sebastião não saiba disto, ou aparente não saber?

Além disso, acho curiosa a sua atitude… Quer dizer, criticava outros por alegadamente fazerem isso à História (contar apenas a parte conveniente), mas quer fazer o mesmo à Religião…
Excelente princípio para quem discute ideologias, não haja dúvida.

Nada que não se ultrapassasse com um segredar de um primeiro ministro a sua santidade

Ah, um arranjinho jeitoso… foi o que eu disse acima, há que ter rigor histórico, étnico, racial!!!!, mas em religião ajeita-se a coisa e tal, assim por baixo da mesa e pronto…

Caturo, não acredites em tudo o que vem na wikipedia

Tenho a informar-te que não é só na Wikipedia que se diz que os Libaneses são semitas… agarra em qualquer livro sobre o assunto e examina por ti mesmo.

“o que contraria a submissão cristã ao Divino, similar à do Islão…”

Comparação deveras infeliz

Nem por isso. A diferença é que enquanto os cristãos se ajoelham em submissão e miserabilismo, os muçulmanos vão mais longe e agacham-se. Mas ir mais longe é ir no mesmo caminho, só que mais radicalmente. Porque, no fundo, a mentalidade de submissão é a mesma.

Em contrapartida, os Gregos e os Romanos saudavam de pé os Deuses.

O Cristianismo tem vindo a crescer em África, nas Américas, na Ásia Oriental, enfim, um pouco por todo o mundo

Mas a morrer na Europa, e é isso que mais interessa.
Aliás – o facto de crescer no terceiro mundo só agrava a posição africanista e terceiro-mundista da Igreja. Isso contribui para que a Igreja apoie a vinda de mais imigrantes não europeus, inclusivamente como sacerdotes cristãos.

simultâneamente o desenraízamento do Cristianismo das suas tradições Árias

O Cristianismo não tem e nunca teve tradições Árias.

Pelo que a Europa está a ser expropriada da sua fé milenar, fé essa que levou a Europa a ser a elite da Humanidade

Não foi o Cristianismo que erigiu a glória da Filosofia, da Arte, da Administração e do poder militar europeus, mas sim o conhecimento antigo de Gregos e Romanos.

Não são os Bósnios e os Albaneses os traidores da Europa?

Não são mais traidores do que os Europeus que primeiramente se converteram ao Cristianismo.

“Além disso, essa é a sua opinião. O papa Pio XI tinha uma opinião diferente… disse ele, textualmente, em 1941, «Espiritualmente, somos todos semitas.» Sem apelo nem agravo.Isto quanto a mim deixa tudo em pratos limpos e não vejo como é que se pode contorná-lo, e negá-lo então está absolutamente fora de questão.”

Quer mesmo que eu vá buscar citações de papas anti-semitas?

Venham elas. Pelo menos uma… basta uma, para já.

Claro está que nenhuma citação anti-judaica conta, visto que o anti-judaísmo cristão tem uma motivação apenas e exclusivamente doutrinária.

Portanto, venha ela…

Provavelmente o Papa disse isso numa tentativa de acalmar as injustiças contra os Judeus,

Claro. E depois? Ia mentir?

Mas, e quem pôs os Judeus como inimigos públicos número 1?

Quem culpa os Judeus pelo «assassinato de Cristo». Mas culpar os Judeus pelo assassinato de Cristo não conta para absolutamente nada ao nível que estamos a falar, porque quem assim fala quer promover outro semita, o próprio Jesus.
Por conseguinte, esse anti-judaísmo só contribui para envolver os Europeus numa questiúncula nascida da cultura semita e que só tem sentido no contexto semita. Quem nela participa e toma partido, faz parte dela.
Por isso, o melhor exemplo bíblico a seguir é o de Pôncio Pilatos, esse sim, um dos nossos (ocidental): lavar as mãos e livrar-se de tudo isso.

” semita sim, sempre o foi, nunca o poderá deixar de ser; e, no essencial, nada tem de ariano ou de europeu”

“isso é tão discutível…”

É indiscutível que Jeová e Jesus são semitas.

“Porque o Cristianismo não tem, nunca teve, uma mentalidade etnicista, de considerar que «é deixá-los lá com a religião deles, que nós temos a nossa.» ”

Então esse é o seu problema

O meu e o de todo o Ocidente.

” É por causa desse «universalismo europeu» que a Europa está agora a ser iminvadida.”

É exactamente por causa da distruição desse universalismo Europeu que a Europa está agora a ser iminvadida

Não. O universalismo de que fala é que produziu a globalização que incita à iminvasão.

Teve graça, muita graça mesmo. Mas??? Não foi isso que se passou (ou ainda se passa) na América do Sul? Como no México?

Você não percebe que não pode aplicar ao presente, e ao futuro, uma coisa circunstancial que se passou no terceiro mundo?

Os Nobres e os Reis não eram fieis de primeira?

E o regime aristocrático não está já mais que morto?

Há muitas maneiras de excluir o mulatinho sem recorrer à discriminação racial

Nem uma.

Comentar por Caturo

num único conceito que é o ocidentalismo,

O facto de haver quem queira fazer do Ocidente uma amálgama mixordeira não significa que o Ocidente já o seja.
De resto, se o Japão foi considerado ocidental, pode igualmente ser considerado setentrional, porque também faz parte do setentrião (hemisfério norte).

Comentar por Caturo

E vamos sempre dar ao mesmo. O Cristianismo é o segundo nível. Tanto do Judaísmo como do Paganismo

Não, não é o segundo nível do Paganismo. É o segundo nível do Judaísmo; nunca, em momento algum, do Paganismo.
O Deus cristão é o Deus (que foi) de Israel.
Jesus era um judeu que prestava culto ao Deus de Israel.
A Bíblia é toda ela um livro judaico.
Todos os profetas do Cristianismo são judeus.
Que não haja dúvida alguma sobre isto.

Mas, como os Judeus se mantiveram fieis ao Judaísmo… a religião é só nossa

«Nossa« dos «espiritualmente semitas», bem entendido.

“foi bem notória e incluiu várias destruições de templos e de estátuas, massacres de sacerdotes e implementação de legislação que punia com a morte quem praticasse rituais até mesmo no recato do seu lar (totalitarismo). Já que não quer apagar a parte da História que não convém, então lembre-se sempre desta, atestada pelo conhecimento de várias leis, sucessivas, cada vez mais duras, contra o Paganismo.”

Mas, como você próprio atenta “as leis foram sempre cada vez mais duras”, eu acrescento, e com o apoio do povo Romano

Isso diz você. Mas quem tomava tais medidas era a elite, não era o Povo Romano.

(Primeiro os habitantes da cidade, depois os da Itália, depois os da Grécia e Turquia, e por aí adiante. No final, só os labregos eram contra o Cristianismo

Só esses se mantinham leais.

Por muita pena que tenho, e tenho-a, não vou começar a ser Pagão em honra deles

Isso é consigo. Mas eu tenho por eles infinitamente mais consideração, mas sem margem para dúvidas, do que por mil Carlos Magnos e dois mil Constantinos.
Além disso, a maior consideração não é para com eles e sim para com os Deuses da nossa Estirpe.

E você das duas uma: ou não acredita que estes Deuses existem e, assim, segue um ponto de vista especificamente judaico, porque acredita somente no Deus da Bíblia; ou então acredita que estes Deuses existem mas não Os quer honrar… o que, mais uma vez, é ter um comportamento judaico (o primeiro mandamento de Deus a Moisés é «Não terás outros Deuses na minha presença.»).

Em honra deles vou respeitar o Paganismo e não o ridicularizar

Pois, mas já tentou ridicularizar o Paganismo.

“Isto já para não falar do massacre dos Saxões cometido por Carlos Magno, do massacre dos Gregos do norte cometido por ordem de um «santo» cristão, da guerra travada por cavaleiros cristãos da Ordem da Espada contra os pagãos do Báltico (Lituanos e Letões).”

Isso vem fora de contexto

Não vem absolutamente nada fora do contexto. O D. Sebastião veio dizer que a cristianização foi pacífica, para ver se consegue convencer quem o lê de que «o Cristianismo é natural na Europa», e eu estou a provar-lhe, com factos históricos, que isso não é verdade.
Ou será que esta parte da História não lhe convém?

armados em donos disto

Porquê tanta animosidade contra os Germânicos?…

Sem dúvida. Mas o Deus do Zoroastrismo é indo-europeu (Ahura Mazda ou Ormuzd, tal como é actualmente chamado)”

Parece que o problema é o nome ser Semita e não Indo-Europeu

Sim, quando o facto de ter este ou aquele nome indicam a sua proveniência étnica.

Como tratará o Senhor um Samuel, ou um Jacob, ou um Adão?

Está a ver qual foi um dos males que o Cristianismo fez à Europa?
Criou essa confusão. Antes da imposição do Cristianismo, a cultura semita não tinha produzido quantidades astronómicas de europeus Samuéis, Josés, Joões e afins.
Mas enfim, nesses casos sabemos que a sua onomástica de raiz semita não indica uma ascendência semita. No caso dos Deuses, pelo contrário, sabemos que a sua onomástica indica a sua origem étnica, porque os Deuses não são baptizados por alguém que leu a Bíblia… (explicar isto torna-se surreal).

“a sua tradição étnica é indo-europeia e os seguidores dessa religião não andam em missionação para destruir as outras religiões, pelo contrário, nem sequer aceitam conversões, tal é o seu espírito de estirpe…”
Pois, mas hoje são todos maus mouros.

Engana-se… uma parte dos Iranianos que se quiseram manter fiéis à sua tradição religiosa nacional fugiu para a Índia, onde prospera hoje. Trata-se da comunidade parse.

Eu bejo Jesus como alguém (Judeu) muitíssimo influênciado pelo Zoroastrianismo, e devido à quase inexistência do Zoroastrianismo actual eu diria que o Cristianismo é o Segundo nível do Judaísmo, do Paganismo e do Zoroastrianismo

Não, é só mesmo do Judaísmo. Nada tem Jesus a ver com Zaratustra e nenhum padre aceitaria pôr o reformador iraniano ao mesmo nível que Moisés.

“Já demonstrou que as não respeita”

Como assim?

Ao pretender ridicularizar quem adorasse «rios, árvores» etc..

Mais desrespeito mostra o Caturo, a cortar com a religião dos seus pais, avós, bisavós, trisavós,

Pelo contrário, mostro é respeito para com a minha estirpe ao redimir a minha linhagem, retornando à religião dos ancestrais.

“Não, o máximo de respeito que podemos ter pelo Paganismo é honrar os seus Deuses.”

Adorar os seus Deuses, hoje em dia, é ridicularizá-los

É impossível considerar que adorar os Deuses é ridicularizá-los. Quem Os quer ridicularizar é você, reduzindo-os a cadáveres ou a uma pandilha de Entidades que resolveu ir-Se embora porque o Cristianismo se impôs pela força. Isso sim, é desrespeitar a ancestralidade e fazer troça de quem o lê.

Por conseguinte, não há demagogia que lhe valha – é impossível impingir uma obscenidade dessas a quem tiver um mínimo de bom senso.

O seu blog, por outro lado é (salvo raras excepções)

Que excepções serão essas?…

respeitoso para com os Deuses Pagãos. É pena é que incida tanto sobre grupos que se dizem pagãos

E quem é você, ou seja quem for, para dizer que eles não o são?

que estão só a fazer aquilo que fazem porque não têm, literalmente, mais nada que fazer.

Tal como a beatagem que passa a vida nas igrejas?…
Ah, mas essa é cada vez menos…

Paganismo.Não, não morreu, vive no Cristianismo

Não, não vive no Cristianismo. Vive apesar do Cristianismo. E também nos livros de História. E, mais interessante, muito mais fascinante ainda, também já vive nas almas de alguns Europeus despertos, conscientes e leais à sacralidade da sua Estirpe.

“tomar consciência de que os nossos Deuses eram adorados aqui e não restaurar o seu culto, é uma desonra para o nosso sangue, é cuspir na memória dos verdadeiros e bons europeus que resistiram ao Cristianismo como puderam”

e os seus pais e avós, são o quê?

São o que não podiam deixar de ser porque, atenção, não tomaram nunca consciência de que os nossos Deuses eram adorados aqui (primeira parte da minha premissa, ler acima).

Quanto à respeitabilidade, vá você para o Rossio com um padre, começe a rezar ás pedras da calçada e depois veremos quem tem mais respeitabilidade,

Se eu rezar aos Poderes que presidem à Natureza e o padre rezar ao seu Judeu Morto, a maioria das pessoas do Rossio fica indiferente a ambos; alguns velhotes preferem o padre; mas talvez haja um bom número de jovens que tem mais simpatia pelo que eu estou a dizer do que por aquilo que o padre pregar…

parece que em termos de respeitabilidade, eu dou-lhe cartas

Nem em respeitabilidade – nem sequer em Cristianismo, pelos vistos.

“chega ao ponto de dizer que o melhor era engendrar um Cristianismo com fiéis de primeira e de segunda consoante a sua raça/etnia/civilização…”

Primeiro, eu não disse nada disso

Disse sim. Passo a citá-lo:
22. D. Sebastião II – Setembro 22, 2007
Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus.

Não há volta a dar, está escrito.

Segundo, o Caturo já deveria saber que é muito feio inventar coisas a respeito das outras pessoas

Pois, por isso é que não faço esse tipo de coisas.
Em contrapartida, o D. Sebastião já deveria saber que tão feio como isso é afirmar que nunca disse o que realmente disse.

O que eu realmente disse foi que, seguido uma lógica que eu apresentei, e que me parece a melhor para a Europa, a Igreja VIR-SE-IA NUM DILEMA pois PODERIA CRIAR CRISTÃOS DE PRIMEIRA E CRISTÃOS DE SEGUNDA

Ou seja, para lá das confusões, o que você está a dizer é que, de acordo com a lógica que você queria ver a Igreja seguir, criar-se-iam hierarquias no seio do Cristianismo, com cristãos de primeira, os Europeus, e cristãos de segunda, os não Europeus.

E não vale a pena dizer que não defendeu isso. Ou acha que a sua lógica é boa ou não, ou tem soluções para separar as águas ou não tem. Não é vir dizer que as águas poderiam ser separadas mas que você não queria apoiar isso, embora apoiasse o princípio que motivaria tal separação…

Está a ver as confusões que arranja só por não querer admitir as coisas como elas são?

“Isto é cuspir, não apenas nos antepassados, mas na própria lógica. É absolutamente inaudito.”

E os seus pais, os seus avós, os seus bisavós, trisavós (quer mesmo que eu continue até chegrmos ao avô-pagão?) ficam aonde? Não são antepassados?

Claro que são. Mas foram e são cristãos porque nem sequer consideraram a hipótese de o não serem. Foi assim que o sistema os condicionou… é assim que você gosta, não é? Pois é…

Ou a religião deles não conta?

É absolutamente evidente que não conta.

Pode o Caturo cuspir neles?

Não. Posso é cuspir no sistema que os condicionou assim. E cuspo com cada vez mais força, quanto mais o leio a si. E incito quanta gente puder a desbaptizar-se já. E apoio incondicional e absolutamente toda a luta dos hindus contra os missionários cristãos na Índia. E se tivesse de escolher, e considerasse mortos os Paganismos europeus, converter-me-ia ao Hinduísmo se preciso fosse…

” …de resto, é do conhecimento comum, em Portugal, desde há décadas, que os padres se aproveitavam sexualmente dos rapazinhos nos seminários.”

Nunca ouvi nada disso, mas agora compreendo de onde vem a sua aversão a Cristo

Uma coisa nada tem a ver com outra. Eu não confundo ideais com as práticas de alguns dos seus seguidores, ao contrário do que fazem certos argumentadores.

“Bem, para já está a crescer. E não se arme em profeta, olhe que cantar vitória antes do tempo dá azar…”

Neste campo posso profetizar com toda a segurança

Não, não pode. Já lhe disse que dá azar…

O que o Caturo não compreende é que esse Paganismo que está a crescer, não passa de uma parvoíce,

Também já lhe expliquei que não tem qualquer autoridade cultural para considerar que o Paganismo actual é uma parvoíce.

um passa tempo para uns tantos frustrados sexuais

Isso queria você. De resto, em matéria de frustrados sexuais, estamos conversados…

Caturo, não duvido que o seu apreço pelo Paganismo seja sincero (por acaso até duvido que seja Pagão)

Duvida mal.

mas creio que um dia olhará para os Pagãos de hoje como usurpadores de uma cultura,

Mais um vaticínio sem fundamento.
Até porque quem usurpou aos pagãos foram os cristãos, atenção a isso. Que fique bem claro e nunca seja esquecido.

Forme-se antes em História

Já o fiz. E você?

Cumprimentos

Comentar por Caturo

E acha o Caturo que vai contribuir para a coesão atacando o Cristianismo, a maior religião de Portugal

Já lhe disse que não preciso de atacar o Cristianismo em larga escala – basta deixá-lo cair e avisar os camaradas mais jovens para o perigo que o Cristianismo representa e sempre representou.

A minha lógica é esta: A Igreja é europeia per se. O Cristianismo tem sido o ponto de união da Europa há séculos. A Igreja pode ser uma grande aliada

Tanto não pode que já marcha efectivamente contra nós.

Porque não havemos de nos aliar a ela?

Porque nos havemos de aliar a quem prega valores opostos aos nossos?

Comentar por Caturo

Caturo, pode dar-nos um nome sonante de um Pagao, para os deixarmos de ver como ridículos? Quem se assume como Pagão?

Ai você funciona conforme o status de quem promove os ideais?…
Eu chamo a isso mentalidade ovina. E você?

Mas pronto, se quer informar-se sobre um dos maiores pagãos do século XX, pesquise a respeito de Sveinbjorn Beinteinsson.

PS-Se ser-se Pagão tem mais a ver com ritos que com qualquer outra coisa pode ser muito bem (e tem sido) conjugado como Cristianismo

Não pode não, porque os ritos têm evidentemente de ser dirigidos a Divindades pagãs e o Cristianismo proíbe rigidamente tal prática.

Comentar por Caturo

Caturo,
“O Ocidental que procura o Islão é uma minoria e situa-se no âmbito da marginalidade doutrinal, dos «rebeldes» toda a vida, que querem, em muitos casos, romper precisamente com o Cristianismo e, mais concretamente, «com isto tudo».”

Tal como os Pagãos.

Alguns sim. Outros não.

“Como é que um nacionalista/identitário, de qualquer país europeu, pode aceitar tal coisa?”

Respeitando a Cristandade da Nação e da Civilização Europeia,

Respeitando uma imposição semita sobre a sua herança indo-europeia, quando pode restaurar a espiritualidade dessa herança indo-europeia de modo soberano (ou seja, sem ter um Deus judeu por cima)? Absolutamente impensável.

Se porventura o Islão dominar a Europa no século XXI, você acha que os Europeus do século XXX terão obrigação de aceitar o Islão como religião europeia?
Nem a brincar. Mas é que nem em brincadeiras.

Comentar por Caturo

Efectivamente, e como João Aguiar escreveu, a história de Portugal, enquanto estado-nação, está intimamente ligada ao Cristianismo, porém, não se pode olvidar os milhares de séculos anteriores que perfazem a história dos nossos antepassados. A nossa identidade etnocultural é composta por esses elos que nos unem indefectivelmente às nossas mães e pais, avós, mas também a todos outros ancestrais perdidos nas brumas da memória.

E digo mais – quem não quiser levar em linha de conta o que está para trás de Portugal, nunca será verdadeiramente etnicista, porque a chave da identidade étnica nacional não está na Idade Média e sim na Antiguidade ou mesmo na Proto-história.

Comentar por Caturo

Mais desrespeito mostra o Caturo, a cortar com a religião dos seus pais, avós, bisavós, trisavós,

Já agora – o D. Sebastião considera que os Europeus que há mil e setecentos anos se converteram ao Cristianismo… desrespeitaram os seus pais, avós, bisavós, trisavós pagãos?

Comentar por Caturo

O facto de haver quem queira fazer do Ocidente uma amálgama mixordeira não significa que o Ocidente já o seja.
De resto, se o Japão foi considerado ocidental, pode igualmente ser considerado setentrional, porque também faz parte do setentrião (hemisfério norte).

Caro Caturo, conforme já fiz saber o conceito Ocidente não pode aqui ser entendido como um mero convencionalismo geográfico, assim como o termo Setentrião, este último empregue por Faye para designar os filhos da luz, do vento do norte, ou seja, os povos de raça branca ou, para ser mais preciso, de sangue europeu. O conceito de Ocidente foi transformado pelos nossos inimigos para designar uma concepção do mundo cosmopolita e uniformizadora. Sob forma alguma este termo serve para explanar de forma concreta e objectiva aquilo que defendemos. Daí a necessidade de denunciá-lo como sendo uma cosmovisão antagónica com aquilo que preconizamos já que ao fim de contas representa um outro universalismo totalitarista.

Comentar por arqueofuturista

“E você das duas uma: ou não acredita que estes Deuses existem e, assim, segue um ponto de vista especificamente judaico, porque acredita somente no Deus da Bíblia; ou então acredita que estes Deuses existem mas não Os quer honrar… o que, mais uma vez, é ter um comportamento judaico (o primeiro mandamento de Deus a Moisés é «Não terás outros Deuses na minha presença.»).”

Daí, apesar de tudo, acredito na terceira via (que você achará decerto rídicula. Está no seu direito.), que o Paganismo se fundiu com o Cristianismo e que, por isso, não faz mal ser-se Cristão.

“Pois, mas já tentou ridicularizar o Paganismo”
Eu não queria dizer isto, para não ser ofensivo, mas vou ter que o dizer:
O Paganismo que eu ridicularizo não é o Paganismo ancestral, verdadeiro. É esta falsidade e esta paródia deste Neo-Paganismo.
No seu blog, já li que uma tal de Mara (com as fotografias em anexo) era a reencarnação de Vénus (ou algo parecido, não escrito por si, é claro). É este o Paganismo a que aspira? Pois olhe que mal ou bem, é esta a minha visão do neo-Paganismo.
(Acho que agora devia pedir desculpas ou á Mara, ou ao Caturo, mas não peço.)

“uma parte dos Iranianos que se quiseram manter fiéis à sua tradição religiosa nacional fugiu para a Índia, onde prospera hoje.”
São no máximo 300 mil, grande prosperidade. Não têm país, influência nada… e isto de uma Religiãi que outrora foi a “Religião Étnica” de um país que hoje tem mais de 65 milhões de habitantes.

“Pelo contrário, mostro é respeito para com a minha estirpe ao redimir a minha linhagem, retornando à religião dos ancestrais.”
Não posso andar por aí a pregar valores como o da família e depois ser assim tão arrogante.

“Forme-se antes em História
Já o fiz. E você?”
Eu nada. Bem queria, mas creio que o país necessita mais de mim noutras áreas (o que, com muita pena minha me fez recusar qualquer diploma de História(s)…) e que eu necessito bem mais de outras áreas o que me fez relegar a História para segundo plano.
Mas então, escreva um bom livro sobre tradições pagãs em Portugal (antigo ou não tão antigo) para que leigos como eu possam ficar mais esclarecidos.

“Já lhe disse que não preciso de atacar o Cristianismo em larga escala – basta deixá-lo cair e avisar os camaradas mais jovens para o perigo que o Cristianismo representa e sempre representou.”
É exactamente isso que você faz no seu blog, e é exactamente esse tipo de atitude que eu espero de vós (pagãos), têm todo o direito de “ser do contra”, desde que não destruam e não (nos(?)) odeiem. Caso contrário, ninguém benificia.

“Ai você funciona conforme o status de quem promove os ideais?…
Eu chamo a isso mentalidade ovina. E você?”
Teria de concordar com isso se fosse esse o caso. Eu só queria que você tivesse noção de que uma pessoa não pode assumir-se como Pagão e aspirar ser alguém respeitável. Se bem que, as informações que o Arqueofuturista me providenciou, abalaram um pouco as minhas convicções, pelo que, agora, refaço a frase e digo quem assim se assume, não pode aspirar respeitabilidade pelo grande público Cristão. Apenas simpatia.

Eu não vou estar aqui a rebater os meus “rivais(?)” pois não tenho tanta capacidade. Estes “apanhados” aqui acima, são apenas os “apanhados” que eu achei deveriam ser esclarecidos o mais urgentemente possível.
Agora vamos a coisas sérias:

“Só uma grande questão se põe. Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus.”

Caturo, o que eu realmente disse foi:

“Daí eu acreditar que o bom seria termos de novo uma Igreja ao lado da Europa, ao lado dos povos Europeus, Universalista, sim. Mas que esse Universalismo fosse sempre igual ao Universalismo da Europa.
Só uma grande questão se põe. Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus.”
“Só uma grande questão se põe. Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os seus fieis em Europeus (de 1ª classe) e uma segunda classe de fiéis, os não Europeus.”

Uma grande questão se põe. = fica no ar uma problemática, á qual, eu não vrjo nenhuma solução viável.

Nesse caso, a Igreja hierarquizaria os… = Caso a minha lógica fosse avante, a Igreja poderia, eventualmente, hierarquizar os seus…

A língua Portuguesa é muito traiçoeira, lixada mesmo. O que eu disse (e concordo que outra interpretação é muito fácil) foi que a Igreja, encontraria um problema pois seria forçada a hierarquizar os seus fieis, o que vai contra as escrituras…
Cumprimentos.

Comentar por D. Sebastião II

Como já disse, não vou rebater “os meus rivais”. Este debate, foi para mim enriquecedor, e com as contribuições do Caturo e do Arqueofuturista, creio que fiquei com uma outra noção das coisas, tal qual como as inúmeras questões que aqui foram colocadas e não tiveram resposta.

Não mudei de opinião, mas as minhas certezas nestes campos religiosos (sou daqueles Cristãos “de garganta e civilização”) foram diminuídas.
Um bem haja a todos!

PS- Caturo, agora respeito ainda mais os antigos Pagãos, e quase que respeito os neo-Pagãos (se bem que a alusão Vénus-Mara…). Agora tolero-os, como tolero Judeus (mas estes respeito-os, desde que não se armem em donos do mundo) e não tolero Muçulmanos.

Comentar por D. Sebastião II

O conceito de Ocidente foi transformado pelos nossos inimigos para designar uma concepção do mundo cosmopolita e uniformizadora

E porque pensas que não podem fazer o mesmo com qualquer outro conceito, seja o de «setentrião» ou mesmo o de «identitário»?

A propósito, sabes porventura com que frequência é que os políticos do sistema usam a expressão «identitário» nos seus textos? E achas que a nossa voz se sobrepõe à desses?

Comentar por Caturo

Pois… já vi que a definição e precisão de conceitos, de campos ideológicos, faz-te confusão. Continua lá, tu e alguma extrema-direita, por sinal aquela que confunde Europa com Cristianismo, a empregar o termo Ocidente.

Comentar por arqueofuturista

Daí, apesar de tudo, acredito na terceira via (que você achará decerto rídicula. Está no seu direito.), que o Paganismo se fundiu com o Cristianismo e que, por isso, não faz mal ser-se Cristão

E porque fará mal ser-se pagão?

“Pois, mas já tentou ridicularizar o Paganismo”

Eu não queria dizer isto, para não ser ofensivo, mas vou ter que o dizer:
O Paganismo que eu ridicularizo não é o Paganismo ancestral, verdadeiro. É esta falsidade e esta paródia deste Neo-Paganismo

Já o tinha dito antes, por outras palavras…
Curioso que os seus antepassados doutrinais, os cristãos das origens, ridicularizavam e demonizavam o Paganismo tanto quanto podiam. E deitaram-no politicamente abaixo, à custa de manobras, taxa de natalidade elevada e intimidações várias. Por isso é que agora o D. Sebastião se pode dar ao luxo de chorar autênticas lágrimas de crocodilo: «eu até o respeito, mas pronto, foi-se abaixo, olha que chatice, aconteceu… azares… é a vida…»

Não se ofenda se eu disser que isso é pura sonsice.

No seu blog, já li que uma tal de Mara (com as fotografias em anexo) era a reencarnação de Vénus (ou algo parecido, não escrito por si, é claro). É este o Paganismo a que aspira?

Nunca sei se você está a falar a sério ou a querer enganar alguém, palavra que não sei. Houve alguma vez em que qualquer criança normal com mais de dez anos pensasse, por um segundo que fosse, que essas comparações eram para ser levadas a sério no sentido religioso?

“uma parte dos Iranianos que se quiseram manter fiéis à sua tradição religiosa nacional fugiu para a Índia, onde prospera hoje.”

São no máximo 300 mil, grande prosperidade

E com esses trezentos mil, controlam o comércio em Bombaim, uma das maiores cidades da Índia, para além de também terem deputados na Câmara dos Comuns, em Inglaterra. Constituem uma das principais elites culturais e económicas da Índia, um dos maiores países do planeta. É, de facto, uma grande prosperidade.

e isto de uma Religiãi que outrora foi a “Religião Étnica” de um país que hoje tem mais de 65 milhões de habitantes

Enquanto isso, o Zoroastrismo parece dar sinais de vida no Irão…

“Pelo contrário, mostro é respeito para com a minha estirpe ao redimir a minha linhagem, retornando à religião dos ancestrais.”

Não posso andar por aí a pregar valores como o da família e depois ser assim tão arrogante.

É arrogância, exaltar os Ancestrais e a nossa sagrada Herança?… Belos valores tem você, sem dúvida…

Eu só queria que você tivesse noção de que uma pessoa não pode assumir-se como Pagão e aspirar ser alguém respeitável

Pelos vistos, a noção é errada.

Se bem que, as informações que o Arqueofuturista me providenciou, abalaram um pouco as minhas convicções, pelo que, agora, refaço a frase e digo quem assim se assume, não pode aspirar respeitabilidade pelo grande público Cristão

Creio que o Miazuria e todos os outros cristãos identitários respeitam enormemente os três nomes citados pelo Arqueofuturista…

Cumprimentos.

Comentar por Caturo

já vi que a definição e precisão de conceitos, de campos ideológicos, faz-te confusão

Não me faz confusão alguma. Pura e simplesmente não mudo de terminologia consoante as modas, ao contrário de ti, que achas que «Ocidente» e «Nacionalismo» já não podem ser usados porque não sei quem as utiliza. Essa é a lógica da desistência constante. Porque se/quando alguém conseguir dar uma conotação mixordeira a «Setentrião» e a «Identitário», tu, por essa lógica, vais achar que precisas de inventar novas designações, e assim sucessivamente, ad aeternum.

Comentar por Caturo

Não se trata de mudar consoante as modas, nem de seguir o que fulano A dz ou sicrano X escreve, mas antes de perceber por múltiplas razões (que é preciso conhecer e compreender) que o emprego de determinados termos não é benéfico e, pelo contrário, é, isso sim, gerador de confusão. Porque razão muitas organizações e individualidades deixaram de se denominar racistas e passaram a empregar o termo racialistas, Foi só por uma questão legal? De todo. O mundo está numa marcha permanente e ficar atolado a termos cuja definição já não correspondem em absoluto ao seu significado original, que foram desvirtuados ou perderam actualidade. Persistir nisso, ou seja, no erro, é fazer o contrário daquilo que consiste uma real luta política e cultural, o que quer dizer que ou se é um pateta ou um diletante.

Comentar por arqueofuturista

Porque razão muitas organizações e individualidades deixaram de se denominar racistas e passaram a empregar o termo racialistas, Foi só por uma questão legal? De todo

Claro que não. Foi uma questão de coerência lógica, porque o racismo sempre significou, na origem, uma crença na superioridade/vileza de uma ou mais raças. As mudanças de terminologia, em acontecendo, têm deste modo de ser inteiramente justificadas, ou então adopta-se um estilo «fashion» que só fará dos seus seguidores um grupo de tolos ou de intelectuais de casulo cada vez mais afastados da realidade e adoptando um discurso cada vez mais incompreensível para o homem comum.

Comentar por Caturo

cada vez mais afastados da realidade e adoptando um discurso cada vez mais incompreensível para o homem comum.

Ora nem mais, torna-se totalmente incompreensível para o homem comum ouvir o termo Ocidente pela boca daqueles que pelas suas palavras e acções apenas contribuem para o enfraquecer e para a destruição da Europa (Bush no topo por razões que obedecem à estratégia da sua administração e os demais dirigentes europeus por tibieza e/ou colaboracionismo), e siultaneamente ouvir uma defesa ou exaltação do Ocidente da boca daqueles, como tu, que dizem defender uma Europa e um mundodiametralmente oposto ao que preconiza Bush e quejandos. A defesa do ocidente está datada e seu significado ultrapassado.

Comentar por arqueofuturista

Caturo,
“Nunca sei se você está a falar a sério ou a querer enganar alguém, palavra que não sei. Houve alguma vez em que qualquer criança normal com mais de dez anos pensasse, por um segundo que fosse, que essas comparações eram para ser levadas a sério no sentido religioso?”
Claro que não. Mas isso só comprova a paródia e a falta de credebilidade de que o neo-Paganismo padece.

“É arrogância, exaltar os Ancestrais e a nossa sagrada Herança?”
Passando por cima de mais de mil e quinhentos anos de ancestrais mais directos Cristãos, sim.

Comentar por D. Sebastião II

Pode haver diferenças entre ambos os discursos no que respeita à concepção de Ocidente – mas ambos concordam em que tal realidade histórico-civilizacional se define pela Democracia, pela Liberdade, pela salvaguarda da diversidade étnica e cultural. E, no caso de Bush, uma resistência ao terror islâmico, mesmo que depois, a título individual e circunstancial, as opções do dito presidente norte-americano não sejam as mais coerentes, o que, naturalmente, é outra conversa.

Comentar por Caturo

Ai é que te enganas porque é aí que reside o cerne da questão. Ocidente para Bush e seus comparsas europeus, sul-americanos e asiáticos significa Democracia sim, mas imposta aos demais e não atendendo às suas especificidades etnoculturais, à sua cosmovisão, Liberdade sim, mas para os grandes consórcios internacionais, para os multiculturalistas promoverem o caos étnico e a mistura racial generalizada, para se interferir militarmente onde bem dsejam os promotores do One World Order, e jamais, mas jamais, Ocidente significa para essa camarilha a salvaguarda da diversidade étnica e cultural dos europeus e demais povos do plnaeta.

Portanto, é bem patente que o termo Ocidente, politicamente empregue, não representa senão aquilo que existe de mau neste mundo e, em consequência, profundamente antinómico com aquilo que qualquer identitário/nacionalista propugna.

Comentar por arqueofuturista

Claro que não. Mas isso só comprova a paródia e a falta de credebilidade de que o neo-Paganismo padece

Pois. Portanto, se chamarem à Mara «Maria Madalena» ou até «Virgem Maria», isso comprova a paródia e a falta de respeitabilidade de que o Cristianismo padece. Certo?
Já para não falar de exposições de arte que incluem crucifixos dentro de frascos de urina.

“É arrogância, exaltar os Ancestrais e a nossa sagrada Herança?”

Passando por cima de mais de mil e quinhentos anos de ancestrais mais directos Cristãos, sim

Nesse caso, também os primeiros cristãos foram arrogantes ao quererem passar por cima, aliás, destruir, muito mais milhares de anos de adoração pagã. A este argumento não respondeu.
Isto com a obscena agravante de que o Paganismo estava na Europa antes do Cristianismo.

Ao mesmo tempo, constato que considera qualquer imposição (relativamente) bem sucedida como legítima. Por conseguinte, se porventura o escravizassem, seria uma arrogância da parte dos seus trinetos o quererem libertar-se de tal condição. Deste modo, o D. Sebastião considera que a abolição da escravatura «foi uma arrogância porque passou por cima de milhares de anos de escravizadores e escravizados».

Mas já que se fala em termos de arrogância… enfim, não fui eu que chamei «labregos» aos nossos ancestrais Europeus de há mil e seiscentos anos que resistiam ao triunfo duma religião estrangeira. Em matéria de arrogância estamos pois conversados…

A Justiça manda dar a cada qual aquilo que é seu – e a Europa pertence, com o seu sangue, aos Deuses Europeus.
Devolver a Europa às Divindades da sua herança étnica constitui pois um dos maiores e seguramente o mais sagrado dos imperativos éticos da actualidade.

Comentar por Caturo

Ocidente para Bush e seus comparsas europeus, sul-americanos e asiáticos significa Democracia sim, mas imposta aos demais e não atendendo às suas especificidades etnoculturais,

É também nisso que se enquadra aquilo que eu disse sobre a política de Bush: «as opções do dito presidente norte-americano não sejam as mais coerentes». Mas há mais por dizer:

mas para os grandes consórcios internacionais, para os multiculturalistas promoverem o caos étnico e a mistura racial generalizada,

Pois, mas também os Nacionalistas podem promover os seus ideais livremente, no país de Bush, ou então não estaríamos aqui a falar. É esse país de Bush que salvaguarda a nossa liberdade de expressão.

Portanto, é bem patente que o termo Ocidente, politicamente empregue, não representa senão aquilo que existe de mau neste mundo

E agora dás razão à minha crítica, porque cometes realmente o erro de achar que o termo «Ocidente» fica «estragado» só porque a «Nova Ordem» dele se apropria, como se ficasse contaminado, quando na verdade se trata duma expressão muito anterior sequer ao nascimento do pai Bush.

Comentar por Caturo

dás razão à minha crítica, porque cometes realmente o erro de achar que o termo «Ocidente» fica «estragado» só porque a «Nova Ordem» dele se apropria, como se ficasse contaminado, quando na verdade se trata duma expressão muito anterior sequer ao nascimento do pai Bush.

De todo. O termo Ocidente adquiriu uma conotação política há bastante tempo sem dúvida, mas nunca para definir a Europa ou para exprimir a vontade em preservar as identidades entoculturais. A defesa do Ocidente foi reclamados pelos Aliados frente ao III Reich, mais tarde face à URSS, inclusive pela extrema-direita católica, e actualmente, entre outros males, dá corpo à religião dos direitos humanos, essa tirania que não reconhece povos e culturas, que oblitera as suas cosmovisões, em nome de um padrão único, de um nivelamento genocída, isso é o que representa o Ocidente e o ocidentalismo.

Comentar por arqueofuturista

“A Justiça manda dar a cada qual aquilo que é seu – e a Europa pertence, com o seu sangue, aos Deuses Europeus.
Devolver a Europa às Divindades da sua herança étnica constitui pois um dos maiores e seguramente o mais sagrado dos imperativos éticos da actualidade.”

Senhor Caturo não terá sem querer caido naquilo que no seu blog está sempre a condenar, o totalitarismo? Dizer que a Europa pertence aos deuses pagãos exclui as outras confissões automaticamente. E os ateus, como pelos visto é o autor deste blog e seu correligionário ideológico, que lugar lhes é reservado? Se para alguma coisa serviu este debate foi para ver como o senhor Caturo assemelha-se a um inquisidor medieval.Senhor Caturo insulta a religião dos outros, mas depois diz que estas questões não dividem os nacionalistas, que contradição. Imaino uma Europa com o senhor Caturo e outros igual a ele o que aconteceria aos fieis das outras religiões e aos ateus.

Comentar por Lourenço

O termo Ocidente tem sido usado em diferentes contextos, mas nada obriga a que fique preso ao mundialismo. Como tu próprio reconheces, a sua conotação foi sendo alterada consoante as conveniências.

E aquilo que defendemos (eu, pelo menos) é o que já na Antiguidade se desenhava nas palavras de Aristóteles: de um lado, os bárbaros ocidentais e os Gregos amavam a liberdade; do outro, os bárbaros orientais viviam na submissão.

Comentar por Caturo

Senhor Caturo não terá sem querer caido naquilo que no seu blog está sempre a condenar, o totalitarismo? Dizer que a Europa pertence aos deuses pagãos exclui as outras confissões automaticamente

Não, do mesmo modo que dizer que Portugal pertence aos Portugueses não significa que nele não possam habitar estrangeiros.

De resto, é sintomático que não tenha expressado o seu desagrado pelos vários cristãos que aqui vieram atacar o Paganismo.

Porque será?

E os ateus, como pelos visto é o autor deste blog e seu correligionário ideológico, que lugar lhes é reservado?

Os ateus teriam evidentemente toda a liberdade para o serem. Falta-lhe perceber que, no Paganismo, não há ninguém obrigado a acreditar nisto ou naquilo.

Se para alguma coisa serviu este debate foi para ver como o senhor Caturo assemelha-se a um inquisidor

Percebo, dizer «tu é que és» serve-lhe de argumento.

Caturo insulta a religião dos outros,

Que descaramento repulsivo o seu.

mas depois diz que estas questões não dividem os nacionalistas, que contradição

Queria você que dividissem, mas tem azar.

Comentar por Caturo

O senhor Caturo não me viu a atacar os cristão, porque tambem não me viu a atacar os pagão como você e por uma simples razão: eu não ataco ninguém pela religião que professa como você faz.
As palavras agressivas que usa para tentar desacreditar aqueles que ataca é que são sintomáticas da pouca segurança e dos seus argumentos frágeis.
Por mais que não queira assumir o seu discurso é insultuoso, agressivo e nada de bom traz ao nacionalismo que diz defender.

Comentar por Lourenço

O termo Ocidente tem sido usado em diferentes contextos, mas nada obriga a que fique preso ao mundialismo. Como tu próprio reconheces, a sua conotação foi sendo alterada consoante as conveniências.

Caturo, as conveniências são moldadas por que tem poder para tal. Desde há décadas que Ocidente representa políticamente o antónimo de tudo aquilo que os identitários e nacionalistas europeus promovem, mesmo que isso não te agrade.

E aquilo que defendemos (eu, pelo menos) é o que já na Antiguidade se desenhava nas palavras de Aristóteles: de um lado, os bárbaros ocidentais e os Gregos amavam a liberdade; do outro, os bárbaros orientais viviam na submissão.

Já referi aqui, e não por poucas vezes, que o conceito de Ocidente não se limita somente à sua conotação geográfica, vai muito além disso. Para os Romanos os Gregos eram Orientais, contudo, foram estes últimos que definiram a sangue o conceito de Europa por oposição aos bárbaros que os acossavam directamente da Ásia.

Se insistires em conceder ao termo um significado meramente geográfico, então, lamentavelmente mas, de acordo com aquilo que defendes, do continente Europeu apenas a Península Ibérica, Ilhas Britânicas e Islândia fazem parte do Ocidente.

Já reparei que não leste o artigo que recomendei e insistes, muito ao teu estilo de nunca permitir que seja o outro a ter a última palavra, em confundir quem te lê no emprego equivocado do termo Ocidente. É pena que assim seja.

Comentar por arqueofuturista

Quanto à insinuação do Sr. João Aguiar a mim dirigida “Abraça o Judaísmo!” Pois faça-o V. Exa., abrace a cruz e alguém que aproveite para lhe pregar as mãos, os pés e a língua também. Não me venha para aqui insultar com coragem de teclado.
Ao outro senhor D. Sebastião II que alude às minhas declarações com o termo “estupidez”, só lhe desejo que se perca no nevoeiro e não volte, o seu povo agradece.
Muito bem, os meninos muito ofendidos por ter atirado sal para as vossas feridas, curem-se da peste que vos persegue, ou sois vós a própria peste?!
Assim me retiro, ofensivo porque ofendido fui.
Até um dia… ou uma noite porque presumo que a luz do Sol vos incomode.

Comentar por Torcato

Assim me retiro, ofensivo porque ofendido fui.
Até um dia… ou uma noite porque presumo que a luz do Sol vos incomode.

Caro Torcato, não o faça, não o faça por que apreciei a sua intervenção inicial e você parece-me uma pessoa razoável e que nos poderá conceder outros contributos de igual validade.

Comentar por arqueofuturista

O senhor Caturo não me viu a atacar os cristão, porque tambem não me viu a atacar os pagão

Vi sim, que foi o que você veio agora fazer. Já que não tem argumentos, ao menos seja honesto e deixe de se armar em sonso e em vítima, que isso só serve para meter nojo.

como você e por uma simples razão: eu não ataco ninguém pela religião que professa como você faz

Se me viu a fazê-lo, prove o que diz – ou então fica dado como mentiroso impotente.

As palavras agressivas que usa para tentar desacreditar aqueles que ataca é que são sintomáticas da pouca segurança e dos seus argumentos frágeis

Aqui se evidencia a sua cobardia, típica de rancorosos sem argumentos – você bem queria invalidar os meus argumentos, mas, como não tem pedalada para isso, fica-se pelo ataque pessoal, mas em jeito de vítima por interposta pessoa. Em suma, um asco completo.

Por mais que não queira assumir o seu discurso é insultuoso, agressivo

Cresça e arranje uma coluna vertebral. Depois volte cá.

Comentar por Caturo

Olha… «parece» que o Torcato também diz ter sido agredido por certos beatos… comprovando que o papel do Lourenço aqui foi simplesmente o de aldrabar e gemer calúnias, a querer dar certos cristãos como vítimas inocentes e a querer, ele sim, incitar à desunião por motivos religiosos.

Comentar por Caturo

“Ao outro senhor D. Sebastião II que alude às minhas declarações com o termo “estupidez”, só lhe desejo que se perca no nevoeiro e não volte, o seu povo agradece.”
Fez me rir, este malandro!

“Assim me retiro, ofensivo porque ofendido fui.
Até um dia… ou uma noite porque presumo que a luz do Sol vos incomode.”
Por amor de deus, não tem poder de encaixe para ouvir umas palavrinhas mais grosseiras? O meu sobrinho também faz muitas birras, mas ele tem 4 anos. E o Torcato?
Basicamente, quem tem argumentos, expõe-os, quem não os tem…

PS- Desculpe lá qualquer ofensa da minha parte.

Comentar por D. Sebastião II

Caturo, as conveniências são moldadas por que tem poder para tal

É isso que ando a dizer há meses – e que pode, facilmente, suceder no caso do termo «identitário». Aliás, já sucede. Porque as únicas palavras que se podem usar sem serem «roubadas» são as que ninguém quer, tal como, por exemplo, «nazi».

Desde há décadas que Ocidente representa políticamente o antónimo de tudo aquilo que os identitários e nacionalistas europeus

Não é bem assim. O Ocidente representa, entre outras coisas, a Democracia, a Liberdade, os Direitos Humanos (pelo menos alguns, tais como os dos trabalhadores, que nenhum nacionalista rejeita, suponho…) e a estrutura cultural greco-romana.

Se não queres falar em Ocidente porque há quem o use de maneira que não te agrada, então também não queres falar em Europa, porque se vais dizer a muita gente que te consideras Europeu, o mais provável é que pensem que amas a União Europeia tal como ela está e que consideras Portugal como secundário. Claro que não é esse o caso, mas vais ter sempre de explicar aquilo que és, não basta usar um ou outro termo.

E aquilo que defendemos (eu, pelo menos) é o que já na Antiguidade se desenhava nas palavras de Aristóteles: de um lado, os bárbaros ocidentais e os Gregos amavam a liberdade; do outro, os bárbaros orientais viviam na submissão.

Já referi aqui, e não por poucas vezes, que o conceito de Ocidente não se limita somente à sua conotação geográfica,

Não vejo a que propósito te referes agora à conotação geográfica, visto que não é isso que o meu comentário refere como central na definição.

Comentar por Caturo

Caturo, eu não vou discutir mais consigo neste post, pois, para que um de nós mudasse de opinião, uma conversa frente a frente seria necessária.

No entanto, o que acha você da língua Portuguesa? Não é a língua do Romano opressor (civilizador)?
Porque não chamamos umas Galesas para nos ensinarem a falar linguas Celtas?

Arqueofuturista,
voltámos a ultrapassar os 100 comentários, mas atente que aqui o Caturo incitou o debate, não pôs uma simples imagem e uma qualquer estrofe, pelo que continuo, cada vez mais embasbacado por o poder transcendente daquele símbolo. E se o dito símbolo é-nos tão avassalador para nós, os conquistados, quanta energia não dará aos conquistadores?

Comentar por D. Sebastião II

Caturo, estou ciente dos teus malabarismos verbais e do gozo que te dá conduzir os assuntos até à exaustão, mesmo quando é patente que percebes aquilo que te quero transmitir e optas, ainda assim, por ladear a questão.

Para colocar um ponto final nessa problemática Ocidente/ocidentalismo remeto-te para um link, insuspeito, da Wikipédia onde se explica o que é o Mundo Ocidental.

Comentar por arqueofuturista

É notório que o senhor Caturo se incomoda com a minha presença no debate. Insulta-me e insnua que a minha presença é ofensiva só porque não concordo consigo. Duvido que tenha amigos.
Palavras como “armado em sonso”, “nojo”, “mentiroso impotente”, “cobardia”, “rancorosos”, “asco” são tudo menos palavras de respeito. A sua agressividade só demonstra que não sabe dialogar nem o deseja fazer. O seu ódio à religião dos outros é mais forte. Você é doente.
Diz que não divide os nacionalistas e acusa outros de o fazerem, mas chama “beatos” aos nacionalistas cristãos. O engodo como forma de dividir.
Deus tenha piedade de si senhor caturo.

Comentar por Lourenço

Caturo, estou ciente dos teus malabarismos verbais

Não há qualquer malabarismo verbal naquilo que digo – e constato que nada disseste sobre a conotação de se dizer «europeu».

Eu simplesmente não vou atrás de modas só porque em determinado nicho ideológico se pensa que é possível criar nova linguagem.

Quanto ao artigo que recomendas, chamo a tua atenção para este aviso, no topo do mesmo: «Cuidado: Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências, em desacordo com a política de verificabilidade.»

e, aproveitando a deixa, recomendo-te este, menos impreciso e mais bem elaborado:
http://en.wikipedia.org/wiki/Western_world

Comentar por que

No entanto, o que acha você da língua Portuguesa? Não é a língua do Romano opressor (civilizador)?

Infelizmente. Mas foi assim que nasceu a nossa identidade étnica – da fusão, a princípio forçada, entre o elemento latino e o elemento indígena (lusitano e não só).

Porque não chamamos umas Galesas para nos ensinarem a falar linguas Celtas?

Era bonito. Mas a nossa língua étnica é latina.

voltámos a ultrapassar os 100 comentários, mas atente que aqui o Caturo incitou o debate, não pôs uma simples imagem e uma qualquer estrofe, pelo que continuo, cada vez mais embasbacado por o poder transcendente daquele símbolo. E se o dito símbolo é-nos tão avassalador para nós, os conquistados, quanta energia não dará aos conquistadores?

Mas o que quer isto dizer?…

Comentar por Caturo

É notório que o senhor Caturo se incomoda com a minha presença no debate

O que é realmente notório, desde a sua primeira intervenção, é o seu incómodo por não ver rebatidos os meus argumentos. Por isso é que enveredou, desde a sua primeira intervenção, por uma estratégia de auto-vitimação. Coisa pouco decente, efectivamente.

Insulta-me

Não o insultei mais do que você a mim – com a agravante, no seu caso, de que tomou a iniciativa de me atacar.

e insnua que a minha presença é ofensiva só porque não concordo consigo

E claro, mente descaradamente. Vai de mal a pior, Lourenço…

Duvido que tenha amigos.

Amigos como você não quereria ter de certeza. Mais vale só do que mal acompanhado, diz o Povo.

Palavras como “armado em sonso”,

Pior ainda do que «Inquisidor»?… Talvez.

“nojo”,

Atitude asquerosa, de facto, equivalente a considerar o que digo como «agressivo e insultuoso».

a “mentiroso impotente”,

Dei-lhe o benefício da dúvida – pelos vistos, não o quis aproveitar. E lá diz o Povo, quem cala consente…

“cobardia”, “rancorosos”, “asco” são tudo menos palavras de respeito

Ver acima no que respeita ao «discurso insultuoso que não traz nada de bom ao Nacionalismo».

A sua agressividade só demonstra que não sabe dialogar nem o deseja fazer

Mais descaramento asqueroso (depois queixa-se…), desta vez mais primário ainda, visto que toda a minha participação ao longo de mais de cem comentários se centrou na argumentação – ao contrário da sua, que, objectivamente, se limita a ataques pessoais.

Compreendo que o seu nível cultural não lhe permita ir além disso. Mas, pelo menos, admita-o.

Você é doente

Isto sim, é o primeiro insulto declarado.

Diz que não divide os nacionalistas e acusa outros de o fazerem, mas chama “beatos” aos nacionalistas cristãos

Mente, mais uma vez, visto que eu chamei «beatos» aos nacionalistas cristãos que vêem impingir o Cristianismo, por vezes contra o próprio Nacionalismo.

Deus tenha piedade de si senhor caturo

Que tenha é piedade de sim, lourenço, porque eu não tenho.

Comentar por Caturo

Caturo, estou ciente dos teus malabarismos verbais

Não há qualquer malabarismo verbal da minha parte – e constato que não respondeste à questão de o Europeu ser perfeitamente equivalente ao Ocidental, no contexto em que estamos a discutir.

Quanto ao artigo que referes, chamo a tua atenção para o aviso no topo do mesmo, «Cuidado: Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências, em desacordo com a política de verificabilidade.»
e recomendo, em vez disso, que leias este,
http://en.wikipedia.org/wiki/Western_world
muito mais bem elaborado.

Comentar por Caturo

Caturo, eu percebi que o comentário 115 eras tu, assim como noutros que aparecem assinados com «que».

Conforme referi carradas de vezes, geograficamente apenas uma estreita faixa pertence ao Ocidente. A Europa é desde há algum tempo confundida com Ocidente por motivos políticos, isto é, pela existência de uma uniformização política no seu conjunto.

A imposição de uma nova terminologia é necessária, a bem da definição ideológica, da demarcação entre o nosso discurso e o do inimigo/adversário.

Pela carga nefasta que acarreta o Termo Ocidente, assim como e pela confusão e consequente equívoco a que se pode conduzir as pessoas, considero pertinente o seu abandono puro e simples.

Comentar por arqueofuturista

voltámos a ultrapassar os 100 comentários, mas atente que aqui o Caturo incitou o debate, não pôs uma simples imagem e uma qualquer estrofe, pelo que continuo, cada vez mais embasbacado por o poder transcendente daquele símbolo. E se o dito símbolo é-nos tão avassalador para nós, os conquistados, quanta energia não dará aos conquistadores?

Vai-me perdoar D. Sebastião, mas estou um pouco confuso. A que símbolo se refere? Ao Crescente islâmico? Sinceramente não percebi.

Comentar por arqueofuturista

Conforme referi carradas de vezes, geograficamente

E eu continuo a não fazer a menor ideia do porquê de tu falares nisso.

A imposição de uma nova terminologia é necessária, a bem da definição ideológica, da demarcação entre o nosso discurso e o do inimigo/adversário

Essa demarcação é sol de pouca dura se confiar na ingénua ideia de que a nova terminologia não será livremente «usurpada» ou conotada com outras coisas.

Pela carga nefasta que acarreta o Termo Ocidente,

Aplica-se o mesmo ao termo «Europa» – e muito mais até, porque hoje fala-se muito mais de «Europa» do que de «Ocidente».

Comentar por Caturo

Aplica-se o mesmo ao termo «Europa» – e muito mais até, porque hoje fala-se muito mais de «Europa» do que de «Ocidente».

Precisamente, os nossos adversários Yankees gostam de empregar o termo Ocidente para assim englobarem a Europa nas suas coboiadas e, por seu turno, os nossos inimigos Islâmicos, bem como as hordas revanchistas do Terceiro Mundo optam por referir-se à Europa, qual encarnação maléfica de todos os males passados, presentes e futuros.

Nisto tudo, prefiro ser definido pelo inimigo, já que é mais sincero na sua vontade em fazer-nos obliterar do globo, do que aceitar ou assumir uma designação mantida pelos adversários para definir uma entidade abstracta e que ideológicamente é contrária ao que defendemos.

Comentar por arqueofuturista

os nossos inimigos Islâmicos, bem como as hordas revanchistas do Terceiro Mundo optam por referir-se à Europa,

É precisamente ao contrário. Esses é que se referem mais ao Ocidente do que à Europa, porque dirigem mais ódio contra os EUA do que contra os Europeus. E, quando criticam o Ocidente, criticam sobretudo a sua liberdade de expressão e a sua «libertinagem sexual». Logo,
Nisto tudo, prefiro ser definido pelo inimigo, já que é mais sincero na sua vontade em fazer-nos obliterar do globo,
está tudo dito.

Quem na realidade mais fala de Europa é, neste momento, a chusma socialista e social-democrata politicamente correcta que quer uma Europa «unida» a obliterar identidades, como preparação para o mundialismo.

Comentar por Caturo

Meu Caro, desde Boumediene, Kadafi, passando pelos caciques sul-americanos, tiranos vários da África negra, aos actuais djihadistas da Al Qaida, todos nutrem um ódio visceral à Europa e é a esta que se referem, inclusive estes últimos têm por hábito referir-se aos “Norte-americanos e seus lacais cruzados europeus”. Para estes falar de guerra contra o Ocidente não tem qualquer sentido, pois, além de reclamarem o Al Andalus como parte do futuro Califado, um teritório geograficamente no Ocidente, eles têm por baliza a implementação da Sharia a nível universal. Para eles Ocidente e Oriente são meros conceitos geográficos. Já Europa é para eles sinónimo de tudo o que consideram odiável, e não por mero acaso aquando das violentas manifestações em Londres, por motivo dos cartoons, exibiam cartazes onde se lia a letras gordas Europa. Já o ódio dos caciques e tiranos do terceiro mundo é também ele dirigido invariavelmente à Europa em bloco, dado o revanchismo patológico que subsiste e medra entre aqueles povos.

Quem na realidade mais fala de Europa é, neste momento, a chusma socialista e social-democrata politicamente correcta que quer uma Europa «unida» a obliterar identidades, como preparação para o mundialismo.

Pois falam, mas em caso algum de uma Europa bloco, de uma Europa política, de uma Europa que representa uma unidade de destino, porque a Europa deles é meramente uma entidade mercantil, uma união assente em pressupostos economicistas. Uma Europa subjugada ao ocidentalismo, isto é, à religião dos direitos humanos, essa tirania que visa exportar a democracia e impô-la aos demais povos, nada importando-se se tal conceito lhes é estrano ou não, mesmo que isso signifique a perde indelével das suas especificidades etnoculturais. Essa é a Europa Ocidental, em que Portugal também é permanentemente referido e salientado devido á sua vocação atlântica.

Por fim, um só reparo, será que denoto da tua parte uma repentina mudança de posição em relação à Unidade Europeia?

Comentar por arqueofuturista

Uma nota final, aquando da realização da Conferência Internacional em Durban na África do Sul, a quem os conferencistas ridiculamente exigiram reparações pela prática da escravatura? A resposta é óbvia, à Europa.

O espírito de desforra e o desejo de vingança destes povos dirige-se não ao Ocidente, do qual alguns fazem parte, mas à Europa e sempre a esta.

Comentar por arqueofuturista

Para estes falar de guerra contra o Ocidente não tem qualquer sentido, pois, além de reclamarem o Al Andalus como parte do futuro Califado, um teritório geograficamente no Ocidente,

Se o teu problema continua a ser a Geografia, é de notar que o Al-Andaluz também fica na Europa…

Pois falam, mas em caso algum de uma Europa bloco, de uma Europa política,

Também o Ocidente de que falam certos mundialistas não é o Ocidente que defendemos.

Por fim, um só reparo, será que denoto da tua parte uma repentina mudança de posição em relação à Unidade Europeia?

Não vejo porque o dizes.

Comentar por Caturo

Se o teu problema continua a ser a Geografia, é de notar que o Al-Andaluz também fica na Europa…

Claro que fica na Europa, daí eu dizer que para os imperialistas islâmicos o inimigo é a Europa e não o Ocidente.

Também o Ocidente de que falam certos mundialistas não é o Ocidente que defendemos.

Mas eu não defendo o Ocidente, eu defendo a Europa, a Eurosbéria, o Setentrião, ou seja unidade dos povos europeus e euro-descendentes.

Não vejo porque o dizes.

Porque escreveste isto; a chusma socialista e social-democrata politicamente correcta que quer uma Europa «unida» a obliterar identidades, como se a unidade europeia fosse intrinsecamente má.

Comentar por arqueofuturista

Claro que fica na Europa, daí eu dizer que para os imperialistas islâmicos o inimigo é a Europa e não o Ocidente

Tu disseste que eles não falam em Ocidente porque o Al-Andaluz ficava no Ocidente.
Ora, por essa ordem de ideias, também não seriam contra a Europa, porque o Al-Andaluz também fica na Europa…

Também o Ocidente de que falam certos mundialistas não é o Ocidente que defendemos.

Mas eu não defendo o Ocidente, eu defendo a Europa, a Eurosbéria, o Setentrião,

É a mesma coisa – estirpe e civilização europeia na Europa e noutros continentes.

Porque escreveste isto; a chusma socialista e social-democrata politicamente correcta que quer uma Europa «unida» a obliterar identidades, como se a unidade europeia fosse intrinsecamente má

Repararás que pus o termo «unida» entre aspas. Porque o que querem não é uma Europa realmente unida, mas sim uma Europa aglutinada e amassada, como se de plasticina se tratasse.

Comentar por Caturo

“Mas o que quer isto dizer?…”
Caturo, peço desculpa, queria ter dito arqueofuturista em vez de Caturo.
Era um comentário para o Arqueofuturista. Tem por base um outro tema em que se desenvolveu um debate igualmente forte. Mas esse debate desenvolveu-se espontaneamente, numa reacção das pessoas a uma simples imagem. Ao contrário deste debate que foi incitado pelo Arqueofuturista.

Comentar por D. Sebastião II

“Vai-me perdoar D. Sebastião, mas estou um pouco confuso. A que símbolo se refere? Ao Crescente islâmico? Sinceramente não percebi.”

Ás bandeiras Argelinas no campo do Marselha, já se esqueceu? Eu não me vou esquecer por muito tempo…

Comentar por D. Sebastião II

De facto, com tanta coisa que para aqui se escreve, por vezes fico confuso, mas não falhei no símbolo, pois lembrava-me que haviamos abordado anteriormente que esse símbolo além de aterrador, inflamava as hordas islâmicas contra a nossa Europa.

Comentar por arqueofuturista

Estou admirado com tantos teólogos de chacha. Parece impossível tanta estupidez.
OO

Comentar por OO




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