Vivam as novas tecnologias!
Setembro 8, 2007, 10:36 am
Filed under: IMinvasão

É sobejamente consabido que os imigrantes do Terceiro-Mundo vêm para a Europa na desesperada fuga à mais abjecta miséria em que as suas vidas estão mergulhadas, sendo que o acesso aos mais primários bens lhes está vedado, e, famintos, sem água potável e descamisados, fazem-se ao mar em precárias embarcações para chegarem ao El Dorado europeu, tornando, dizem-nos os humanitaristas, impossível alguém ficar insensível e não solidarizar-se com esta pobre gente. 

Como é meu desejo contribuir para o despertar dos meus leitores para este tipo de situações quero relatar-vos que recentemente a polícia marítima espanhola resgatou do alto-mar, e de um provável naufrágio, um barco com vários imigrantes ilegais sub-saarianos porque estes conseguiram avisar os seus familiares, já residentes em solo espanhol, através dos seus telémoveis

É motivo para exclamar Caramba! No meio de tanta penúria estes imigrantes tiveram ainda assim o discernimento, que a fome não venceu, para se proverem de telemóveis. Devemos dar Graças a Deus por terem tido rede.


25 comentários so far
Deixe um comentário

É um dilema… mas, e se fossemos nós os pobrezinhos?

Comentar por D. Sebastião II

Genial…Lololol.
Em cheio. A propósito: e que tal a africantown cultural paga por nós, na Amadora, numa “reconvertida” Cova da Moura?
(Expresso, hoje).
Abraço.

Comentar por PR

Não sei o ke se passa no Suck. Parece tudo normal. Mas ontem até eu tinha problemas.

Comentar por PR

E não somos D Sebastião! Acha que provoca pouco sofrimento sermos bombardeados por estas farsas humanitaristas? Aconselho-o vivamente a leitura deste caderno presenta na loja virtual da CI: ”Imigração: nove respostas a nove ideias falsas”. Existe um outro caderno, mas mais cáustico, creio nas Ed. Falcata, com o título “O imposto da imgração” que também é imperdível. São leituras fáceis e baratas e só contribuem para o dissipar e desmornar dos preconceitos pseudo-humanitaristas que infelizmente imperam.

Comentar por arqueofuturista

Amigo D.Sebastiao II, nao tenha pena, tambem eu, em tempos passados, sofri dessa “fraqueza”.
Hoje chegam nas barcacas, amanha assaltam-nos!
Pense nisso

Por muitas razoes eles sao pobres, e a questao central e que parecem que querem continuar a ser mais pobres ainda….Por mais que os ajudem!
Nao e culpa nossa! Ate o Che Guevara se fartou deles!!

Melhores cumprimentos,

Miazuria

Comentar por Miazuria

“E não somos D Sebastião!”
Eu talvez me tenha expressado mal. O que eu queria deixar no ar era. E se fossemos nós que estivessemos nos barcos, e eles nos países ricos. Será que quereriamos ser ajudados?
Mais profundo que isso, será que eles nos ajudariam?
Não tenho dúvidas que nos ajudariam como quem ajuda um ou outro indivíduo mas como nós os temos ajudado como povo? Apesar de todos os problemas que causam na nossa sociedade (principalmente as segundas gerações)?
Será que eles nos ajudariam? Pensem nisso… e ao pensarem, vejam como eles tratam os seus irmãos de sangue que são de outras tribos.

“Amigo D.Sebastiao II, nao tenha pena, tambem eu, em tempos passados, sofri dessa “fraqueza”.”
Eu também cada vez sinto menos pena, mas que é um dilema, será sempre um dilema. No entanto e se fosse ao contrário, Será que eles nos ajudariam? Era por aí que eu queria ir.

“Hoje chegam nas barcacas, amanha assaltam-nos!
Pense nisso”
Sejamos francos, podemos acolhê-los, ganhar dinheiro com eles e depois mandá-los para a terra deles. Creio que isto até seria mais Humano. É claro que para os padrões actuais, só um Nazi ou um príncepe do mal (vulgo, o próprio D. Sebastião I) apoiaria tal solução.

” Ate o Che Guevara se fartou deles!!”
Como assim?

Comentar por D. Sebastião II

Eu, como pessoa sem blog ou qualquer meio de expôr publica e anónimamente os meus pensamentos e achados, tomo a liberdade de invadir os espaços dos outros até correrem comigo á paulada!
Por isso, vim aqui deixar este excerto de Eça de Queiroz in “Os Maias”:

“Porque essa simples forma de botas explicava todo o Portugal contemporâneo. Via-se ali como a coisa era. Tendo abandonado o seu feitio antigo, à D. João VI, que tão bem lhe ficava, este desgraçado Portugal decidiu arranjar-se à moderna: mas, sem originalidade, sem força, sem carácter para criar um feitio seu, um feitio próprio, manda vir modelos do estrangeiro – modelos de ideias, de calças, de costumes, de leis, de arte, de cozinha…
Sómente, como lhe falta o sentimento de proporção, e ao mesmo tempo o domina a impaciência de parecer muito moderno e muito civilizado – exagera o modelo, deforma-o, estraga-o até à caricatura. (…)
É o que sucede com os pretos já corrompidos de S. Tomé, que veêm os europeus de lunetas – e imaginam que nisto consiste ser civilizado e ser branco.
Que fazem então? Na sua sofreguidão de progresso e de brancura, acavalam no nariz três ou quatro lunetas, claras, defumadas, até de cor. E assim andam pela cidade, de tanga, de nariz no ar, aos tropeções, no desesperado e angustioso esforço de equilibrarem todos esses vidros – para serem imensamente civilizados e imensamente brancos…
Carlos ria:”

Amén

Triste é que passados cem anos continuamos a não passar da cerpa torta.
Mas estamos piores porque se dantes eramos apenas os “”wanna be” da Europa”, hoje continuamos a sê-los com a agravante dos “São Tomenses” que agora estão entre nós.

Comentar por D. Sebastião II

O Che Guevara com a ilusao de fazer a revolucao socialista em Africa contactou forcas rebeldes do Congo, imediatamente apercebeu-se da corrupcao, do nepotismo e da incompetencia dos africanos, em particular de uma triste figura chamada Kabila, muito mais tarde nomeado presidente do Zaire entao transformado em republica “democratica” (!!!!) do Congo.

Melhores cumprimentos

Miazuria

As suas impressoes sobre aquela experiencia estao narradas por escrito

Comentar por Miazuria

A pedido do K’mrd Arkeo/Jõao os comentários estão abertos até a anónimos…mas com a moderação a continuar. Uma questão de higiene, pois.
Divirtam-se. E digam das vossas mágoas.
Pinto Ribeiro.

Comentar por PR

O excerto de “Os Maias” é interessante e mais pertinente ainda. Nele também está contidz a razão dermos identitários. É contra a uniformização e pela singularidade do nosso povo que nos movemos e pelo qual o nosso amigo D. sebastião se devia juntar ao nosso combate.

Miguel, esse episódio da vida do Che, muito olvidado pelos esquerdistas e desesperadamente escamoteado é deveras expressivo da mentira em que vivem eles atolados.

Comentar por arqueofuturista

Caro PR, agradeço ter anuido ao meu pedido e prometo por lá passar para alimentar o debate.

Cumprimentos.

Comentar por arqueofuturista

Os adoradores de negociatas de lucro fácil estão imparáveis:
-> são advogados a cobrar mais de mil euros por processo de legalização…
-> é o pessoal do SEF a obter favores…
-> é o pessoal do ministério dos negócios estrangeiros a obter favores…
-> são mulheres-a-dias ao preço da chuva…
…ETC…
{o catálogo das negociatas de lucro fácil à custa de alienígenas (leia-se não nativos) é muito, muito, muito vasto…}

Comentar por pvnam

“A Revolução fará pelo negro o mesmo que o negro fez pela Revolução: nada!”

Dr. Ernesto Guevara

Grato pela recordação Miazuria, há mais no Che do que os esquerdalhos do sistema gostariam de admitir, o mesmo vale para o Subcomandante Marcos.

Comentar por Flávio Gonçalves

Citares essa frase do Che só vem corroborar o paradoxo que é a tua actuação política: uma aberração. Num blog e em certos fóruns dizes ser antirracista, noutros locais citas frases que para qualquer esquerdista (nacional ou não) contêm forte pendor racial. Tens de de encontrar rapaz, andas confuso e isso não te é nada saudável, além de transmitir a sensação (ou a confimarção) de que gostas muito de andar em cima do muro… faz lembrar aquelas estrofes que rezam assim: para onde o vento sopra eu vou, eu vou.

Comentar por arqueofuturista

Miazuria,
Isso eu já sabia, apenas não me lembrava. Agora quando falaste em “eles” não sei porquê, veio-me á cabeça os nativos americanos e os “negros americanos”.

Comentar por D. Sebastião II

Acho que já se fazia uma homenagem aos Lobos.

E já se punha pelo menos um vídeo dos Lobos a cantar o Hino. É o mínimo que qualquer blog/site dito identitário/nacionalista pode fazer.

Ás armas! Ás armas!

Comentar por D. Sebastião II

“faz lembrar aquelas estrofes que rezam assim: para onde o vento sopra eu vou, eu vou.”

Será um defeito dos ilhéus?!… Talvez !… Antero de Quental tinha tiques semelhantes ( sem querer menosprezar Antero).
Toda a vida na clausura de um Oceano imenso…. Apanham-se num continente em que há terra a perder de vista, agravam o seu problema psicopolítico.

Comentar por Islam-Suck

Vox Populi em Lisboa (dia 10-9-2007 num autocarro da Carris): uma conversa entre dois africanos:
– diz um: “…a semana passada tive que pagar 428 euros por causa da nacionalidade… ”
– responde o outro: “…depois vais poder fazer outros trabalhos…”

—» Os adoradores de negociatas de lucro fácil [são os ‘dignos’ herdeiros das sociedades europeias (do passado) exploradoras de escravos] estão imparáveis:
-> em vez de se cobrar impostos para financiar a renovação demográfica [incentivos monetários à natalidade, despesas com a fertilidade dos casais, despesas com a gravidez das mulheres, despesas em Saúde e Educação até à idade adulta, etc], resolve-se o problema demográfico cobrando aos imigrantes a nacionalidade!

Comentar por pvnam

– responde o outro: “…depois vais poder fazer outros trabalhos…

e chamar a familia, primos, vizinhos e amigos. Se forem brasileiros, então vêm brancos, pretos, indios, e pardos a exigirem legalizações extraordinárias para todos.

Comentar por Lopes da Silva

“Por muitas razoes eles sao pobres, e a questao central e que parecem que querem continuar a ser mais pobres ainda….Por mais que os ajudem!”

Como eles são um problema para Portugal, suponho que devem preconizar uma solução. Podem esclarecer-me?

Comentar por Tenebroso

Tenebroso, respondendo antecipadamente pelo Miguel devo dizer que o problema é por demais conhecido, ouvido, visto e sabido por todos, inclusive aqueles que promoveram e promovem a entrada de imigrantes em Portugal, isto é, aqueles que fomentam a colonização invertida.

Assim sendo, a questão deverá logicamente ser colocada a esses, pois foram eles que objectivamente transformaram o país num paiol instável e que cedo ou tarde irá explodir, mesmo que se procure maquilhar a realidade diária com a recuperação urbanística da Cova da Moura (a décima primeira ilha de Cabo Verde como dizem os seus habitantes), ou com a criação do futuro Museu do Multiculturalismo na Estação do Rossio a expensas do povo português.

Comentar por arqueofuturista

Vox Populi em Lisboa (dia 10-9-2007 num autocarro da Carris): uma conversa entre dois africanos:
– diz um: “…a semana passada tive que pagar 428 euros por causa da nacionalidade… ”
– responde o outro: “…depois vais poder fazer outros trabalhos…”

Finalmente o pvnam começa a dizer coisas com sentido!!!

Atentem no conteúdo da frase pois esta ilustra a realidade na perfeição.

Comentar por D. Sebastião II

Caro Arqueofuturista,
(Em relação ao comentário sobre as “contradições” Dhimmi ser ou não racista.)
Os Indo-Europeus podem gostar de Blues, da dança do ventre e vestir calças Levis. E ao mesmo tempo defenderem a continuidade etno-cultural (racialismo).

Comentar por joão aguiar/351

Caro João Aguiar, tem toda a razão nisso. Eu, enquanto identitário, sinto-me absolutamente à vontade para dizer que aprecio a culinária indiana, gosto de visionar filmes norte-americanos e documentários sobre as tribos africanas, e delicio-me a ouvir folk, em particular irlandês, isto para mencionar alguns exemplos. O que eu critico são posíções hipócritas de pessoas que veiculam algo em que elas próprias não acreditam, ou que contraria tudo aquilo que têm vindo a preconizar o longo da sua vida, actuando para o exterior como mui modernos neo-anti-racistas, e para dentro continuam a expressar tiradas do tipo da que o referido dhimmiesco efectuou. É um pouco como aqueles tipos que publicamente dizem “o holocausto não aconteceu!”, mas no seu círculo dizem aos amigos “Porra, o Hitler deveria era tê-los limpo a todos!”.

Comentar por arqueofuturista

Exactamente, amigo e camarada Arqueofuturista.

Caro amigo Tenebroso, existem modalidades para resolver o problema sem enveredar por solucoes “extremistas”.
Cito um exemplo em jeito de proposta: alterar a lei da nacionalidade e impedir o reagrupamento familiar.
Outra proposta: perder o sentido de culpabilidade europeia/ocidental e responsabilizar os dirigentes africanos, afinal de contas sao maiores e vacinados.
Eles devem assumir o desenvolvimento dos seus proprios povos.

Abracos,

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria




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