O caso Pepe e a mediocridadade nacional
Setembro 5, 2007, 11:21 am
Filed under: Em foco

Na mesma semana em que um político suiço publicamente declarou que a selecção nacional de futebol desse país deve ser composta unicamente por jogadores autóctones, nós portugueses soubemos da convocatória por Filipe Scolari (que considera os portugueses hipócritas…) do futebolista brasileiro Pepe para a nossa selecção nacional, jogador, refira-se, a quem foi concedida a cidadania portuguesa (sim, porque isso de nacionalidade foi varrido da nossa constituição), o qual, entretanto, não irá envergar as cores nacionais somente por motivo de lesão. Tal episódio trouxe-me de imediato à memória este extracto da obra L’Archeofuturisme redigida por Guillaume Faye há quase 10 anos, mas que se reveste, uma outra vez, de pertinente actualidade.

Não sendo novidade as oportunistas naturalizações de atletas um pouco por todo o globo e inclusive em Portugal (com Pepe perfaz o total de cinco na nossa selecção de futebol), sinal evidente da ideologia mundialista desenraizadora que grassa e tudo corrompe, conforme podemos depreender da justificação apresentada por Gilberto Madaíl (o mesmo que havia convidado o brasileiro Derlei para a selecção nacional) para a inclusão de Pepe na lista de convocados ao proferir que «Temos que saber viver no mundo que temos», ou por outras palavras, até pode ser eticamente reprovável, mas os artíficios do Moloch economicista assim o impõe.

Descaracterizado na sua verdadeira essência, o desporto é apenas uma indústria onde os esquemas financeiros imperam e conduzem a naturalizações despudoradamente apressadas para servirem, e já que de futebol falamos, não as selecções nacionais mas sim clubes que procuram contornar as normas vigentes que impossibilitam determinado número de jogadores extra-comunitários serem incluidos nos planteis desse mesmos clubes, além de que a chamada desse jogadores às selecções nacionais faz aumentar exponencialmente a cotação dos mesmos no mercado futebolístico. À guisa de analogia podemos asseverar que estamos perante uma espécie de “casamentos brancos”, mas com a particularidade de que aqui o pecúlio em causa é bem mais elevado.

Ora se já referi que o caso Pepe não é o primeiro no nosso país, não deixa de ser gritantemente escandalosa a sua convocatória se atentarmos nos seguintes factos:

– Segundo consta a milionária transferência de Pepe do FC Porto para o Real Madrid já incluia a antecipada garantia da sua naturalização portuguesa, a qual possibilitaria a utilização desse jogador pelo clube Madrileno no campeonato Espanhol e assim contornar facilmente o impeditivo de empregar mais de três jogadores extra-comunitários imposto pela federação de futebol de nuestros hermanos.

– Inegáveis as qualidades atléticas de Pepe, não me parece que este seja substancialmente superior aos genuinamente portugueses R. Carvalho, Meira, B.Alves, M. da Costa, Castro ou Tonel, jogadores que ocupam a mesma posição no campo que o citado Pepe e todos eles com provas dadas de excelência futebolística.

Face a isto torna-se gravoso verificarmos a tácita conivência, mergulhada num manto de silêncio escabroso, não somente dos dirigentes desportivos, classe política de todos os quadrantes, agentes da comunicação social (um conhecido apresentador de um programa desportivo, curiosamente com dupla nacionalidade, considerou de ínutil discutir esta questão…), mas particularmente da sociedade civil, sempre passiva, indiferente e cobarde perante as questões que possam eventualmente suscitar reacções dos censores políticamente correctos de serviço e as suas histéricas acusações de racismo, derradeiro crime de lesa-pátria, perdão de lesa-república para ser mais acertado.

Ora surge a inevitável pergunta; o que é uma selecção nacional? Conforme o significando da palavra «selecção» esta exprime o acto de escolher através de uma separação criteriosa assente numa escolha fundamentada o grupo dos melhores atletas de um país. Já no caso do adjectivo «nacional» este significa aquilo que concerne à nação ou aos indivíduos naturais desse país. Com base nesta evidente proposição a designada selecção nacional de futebol em absoluto pode ser com rigor categorizada de nacional, sendo inclusive sobejamente discutível se obedece aos critérios minimamente exigíveis para a aplicação prática daquilo que se entende gramaticalmente por selecção.

Uma selecção nacional, para efectivamente o ser, tem por decente obrigação sintetizar as especificidades idiossincráticas e identitárias dos atletas, os quais (e pelos quais) manifestamente representam a qualidade, a excelência, ou inversamente a inexistência desta, do conjunto da nação. Por outras palavras os atletas nacionais devem espelhar o nosso modo de ser, o temperamento português, as nossas qualidades motoras e preparação física (força motriz), a nossa forma de competir, a nossa entrega, ou falta dela, a forma como encaramos o desporto e o Jogo, ou seja, comungar um singular modo de estar que é plasmado não apenas na entoação do hino ou no desfraldar da bandeira nacional, mas sobretudo pela maneira como se sentem as vitórias e as derrotas, e pela impetuosidade emotiva demonstrada quando se agarra e exibe com orgulho desmedido a insígnia que se tem ao peito. Uma selecção nacional representa aquilo que um país pode oferecer, aquilo que tem de melhor, por pouco que seja, e participar numa qualquer competição deve ser um honra independentemente do resultado final obtido, devendo-se fidelidade à velha máxima “Pouco interessa perder ou ganhar, o que importa é participar”. Uma selecção nacional que se preze jamais recorre à utilização da cláusula de interesse nacional para tornar “portugueses” jogadores que não o são, nem procura vitórias, o ouro, a qualquer custo, balizando conscientemente os seus objectivos para um patamar mais modesto e exquível.

A actual selecção nacional de futebol é a antítese do acima descrito, é o retrato vivo de uma nação sem auto-estima, reflecte a ditadura da mediocridade que grassa pelo país, é um antro de mercenários e a expressão cristalina da carneira aceitação da nossa pequenez, é o delírio dos mestiçófilos e demais arautos da mentira multiculturalista e por tudo isto e muito mais eu não só não me revejo nesta selecção anti-nacional, como deixei de por ela vibrar, bem como de apoiá-la.


71 comentários so far
Deixe um comentário

Esse gajo é o quê?
Não é preto, não é branco, não é índio, não é mouro. Que raio é ele?

Português, segundo o Scolari.

Comentar por D. Sebastião II

A passagem do L’Archeofuturisme acerca dos “jogadores Alemães loiros” é assustadora. Principalmente porque pouquíssimos jogadores da selecção Alemã em 1998 eram loiros. Ás vezes só á porrada…

Comentar por D. Sebastião II

” Inegáveis as qualidades atléticas de Pepe, não me parece que este seja substancialmente superior aos genuinamente portugueses R. Carvalho, Meira, B.Alves, M. da Costa, Castro ou Tonel”
Até porque para intrusos, já lá temos o Jorge Andrade, este sim, um jogador excepcional. O Pepe, nem eu o queria no Benfica!

“mas particularmente da sociedade civil, sempre passiva, indiferente e cobarde…”
Pois, o mais triste é sermos uma cambade de cobardes. Isso sim é frustrante.

“A actual selecção nacional de futebol (…) reflecte a ditadura da mediocridade que grassa pelo país, é um antro de mercenários (…) é o delírio dos mestiçófilos e demais arautos da mentira multiculturalista e por tudo isto e muito mais EU NÃO SÓ NÃO ME REVEJO NESTA SELECÇÃO ANTI-NACIONAL, COMO DEIXEI DE POR ELA VIBRAR, BEM COMO DE APOIÁ-LA.”

Não deixe de apoiar a nossa Selecção, Arqueofuturista, não que seja a Selecção Nacional mas é a Selecção com mais Portugueses. Apoiemo-los a eles. Eu por mim vou continuar a torcer para que o Pepe se lesione e não tenha carreira. Ah! E apoiarei sempre a Selecção que tiver mais Portugueses quer ela se chame Portuguesa, Espanhola, Italiana, Brasileira, Frncesa, Galega ou Polinésia.

Comentar por D. Sebastião II

Sinceramente prefiro nesta fase apoiar a selecção italiana, essa sim uma verdadeira selecção europeia. A dita selecção portuguesa é uma selecção composta por pretos, mestiços,ciganos, brasileiros e alguns portugueses portanto segundo os ideais que defendo não a considero uma selecção europeia e portanto não tem nem voltará a ter o meu apoio!!!

Comentar por Rui Paulino

Caro D. Sebastião, deixo de apoiar a selecção nacional de futebol porque am o meu país. Eu sou identitário, defendo a preservaçãoetnocultural do meu povo e não poderia em caso algum cometer a antinomia de defender a homogeneidade por um lado e apoiar um paradigma do multiculturalismo por outro. Como disse Scolari referindo-se aos portugueses; “deixemos de ser hipócritas”. Como não sou hipócrita, mas sou português de cepa e com orgulho não apoio a selecção do Filipão, do Madaíl e quejandos.

Doravante apoio “Os Lobos”. Se não sabe a quem me refiro clique aqui.

Comentar por arqueofuturista

Também eu apoio os lobos! Aliás, comecei a interessar-me por rugby por causa deles!
No entanto, sou um adepto fervoroso do desporto rei e como sou Português cabe-me a mim apoiar a selecção que mais Portugueses tiver. No entanto arrependo-me cada vez mais de ter apoiado a França no mundial de 98 da mesma maneira que cada vez apoio mais a Itália e as equipas de Leste.
Mas e em relação ao Brasil??
Senão queremos ser hipócritas, encontramo-nos num paradigma… e é complicado pois escolhamos quem escolhamos, vamos ser sempre um pouco hipócritas…
Apoiem a selecção com mais Portugueses, vão ao estádio, nem que seja para chamar fdp ao scolari e ao pepe (note-se as minúsculas)!

Comentar por D. Sebastião II

Doravante apoio “Os Lobos”.

Atenção que ou muito me engano ou há lá pelo menos um mulato…

Comentar por Caturo

De resto, o texto está bom. Mas atenção à referência ao «modo de ser», está-se quase a resvalar para a pretensão de determinar o tal «modo de ser português», como certos quinto-imperialistas queriam fazer…

Quanto ao apoio à selecção, começo a ficar na fronteira… se se chegar ao estado de coisas da França, acho que deixo de torcer pela equipa «portuguesa».
Por outro lado, a posição do Sebastião também tem a sua validade – sucede, todavia, que uma equipa é, antes de mais nada, um colectivo, e eu prefiro colectivos caucasóides europeus a colectivos mestiços, cujas vitórias até servem para exaltar o multirracialismo. Por essas e por outras é que até foi bom que os mais recentes campeonatos de futebol europeu e mundial tivessem sido ganhos por equipas totalmente europeias (Grécia e Itália, respectivamente). Preferia naturalmente que Portugal tivesse batido o esquadrão helénico, mas ainda bem que os vencedores foram os Gregos e não os «Franceses»…

Comentar por Caturo

Seu racista. Só porque o pepe é brasileiro não?

FORA DA SELECÇÃO EUSÉBIO. FORA BOSIGWA! FORA DA SELECÇÂO NELSON ÉVORA. NAIDE FORA .. ELA É PRETA .. PORTUGAL É UM PAÍS DE GENTE BRANCA.. FORA MANUEL DA COSTA ELE QUE FIQUE NA HOLANDA.. FORA MAKULO DO MARITIMO QUE VÁ PARA O CONGO.. FORA TODOS.

fala destes fala meu xico esperto

Comentar por Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi

Ao certo, e já postei sobre isso, é algo asqueroso.
De Nacional a selecção já nada tem.
Como a medalha da Costa do Marfim que, dizem, é nossa, causa vómitos.
Com ou sem negócio.
Cumprimentos.

Comentar por Nero

Fora todos, realmente, Abdul.
Sangue e terra, algo que não conheces certamente.

Comentar por Nero

Para o Mouro:
Inchalá Ala Aq Mer Damemo Grande Epá bomba na Portela se não me calo coiso e tal ashxzzzben.

Caturo ainda bem que concorda comigo.
Mouro, o caso do Eusébio é muito especial: Ele jogou pela selecção quando Moçambique fazia parte do Império e eu nunca o vi com qualquer tipo de simpatia pelos movimentos de independência Moçambicanos. Para além disso, o Eusébio tem sempre honrado o seu Portugal (Moçambique) tão bem como tem sido fiel a este Portugal. Isso faz dele muito mais Português que qualquer imigrante pós independência das colónias. Ele fez pela sua (de então e de agora) pátria aquilo que agora estes fazem pelo seu país. Compreende a diferença? Aqueles negros que são Portugueses, foram aqueles que defenderam o Império e o honraram. Esses MEREÇEM TODO O MEU RESPEITO. Não esta geração nigga wanna be filha de imigrantes por motivos económicos. De resto, tu só gostas deles todos porque enfraquecem a Nação. Tu queres é conquistar isto outra vez, mas aparece á minha frente que eu te farei provar o doce e frio gume da espada de D. Afonso Henriques (ou D. Sebastião II) directamente pela goela.
Fico á tua espera…

Comentar por D. Sebastião II

D. Sebastião, sou irredutível na minha decisão. Não voltarei a apoiar esta selecção que de nacional já nada tem. Recorda-se como foram tratados o Figo e o Rui Costa por terem demonstrado a sua indignação face à convocatória do Brasileiro Deco? Eu não colaboro em actos vergonhosos e que desonram todo um povo e por isso jamais irei assistir a um jogo em que este agrupamento futebolístico participe, nem mesmo para insultar o Scolari, como sugere.

Se você prefere ficar em cima do muro, isso é consigo, eu não, e como tal somente poderei torcer doravante para que este conjunto mercenário perca a cada partida.

Comentar por arqueofuturista

“Recorda-se como foram tratados o Figo e o Rui Costa por terem demonstrado a sua indignação face à convocatória do Brasileiro Deco?”
Isso mete-me nojo! Principalmente o que fizeram ao Rui Costa!
E porque deixou o Sérgio Conceição de ser convocado?

Mas o que me meteria mais nojo era se o Scolari fosse mais forte que eu e conseguisse que eu abandonasse esta selecção! Odeio o Scolari, não Portugal. E odiar-me-ia a mim mesmo se odiasse Portugal por causa do Scolari (lá está a hipócrisia por todo o lado).

Só uma coisa:
Arqueofuturista, eu passei por aqui para chamar atenção a um partido Nacionalista no poder. Não na China, não na África do Sul mas na Europa.
E vem de um dos países menos “Nação” da Europa, O Schweizerrieche Volkspartei da Suiça, que está no poder.

http://gatesofvienna.blogspot.com/2007/09/swiss-plan-racist-actions.html#readfurther

Comentar por D. Sebastião II

Agradeço o elogio Camarada Caturo. A minha referência ao nosso “modo de ser” apenas procura expressar que nós, povo português, temos efectivamente uma forma distinta de ser e de estar, ou seja, uma característica entre outras da nossa singularidade etnocultural e bem afastada de qualquer pretensão messiânica quinto-imperialista-universalista.

Como bem sabes e me conheces, não sou homem de meios-termos, não gosto de ficar em cima do muro. Prefiro cair para um dos lados e isso acontece porque sou um ferveroso adepto da verdade, a qual, como dizia Lindbergh ” sou radical porque amo a verdade”. E como a verdade é sempre radical e esta selecção “nacional” é uma falsidade, prefiro por conseguinte não apoiá-la.

Já no que aos Lobos concerne, não sei se tem um mestiço. Já vi o plantel de convocados e pelas fotografias todos me parecem caucasóides europeus. Além disso o Rugby é um desporto pouco contaminado por alógenos e o sentimento pátrio é ali mais latente e faz-se sentir mais forte que no futebol.

Comentar por arqueofuturista

Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi, é brilhante a profundidade do seu comentário, a sua facundidade verbal, a sua gritante originalidade. Enfim, já me chamaram coisas bem piores que racista e se por me insurgir contra a descaracterização da nossa identidade expressa por uma selecção pseudo-nacional, bom, então o epíteto que me lança, e ainda para mais vindo de um tipo que assina com tal nome, até é uma medalha honrosa.

Já quanto aos nomes que refere, aceito que alguns são/foram objectivamente bons atletas, mas também tenho de lhe dar razão quando escreve que, e passo a citá-lo, “Portugal é um país de gente branca”, afinal uma isso é verdade insofismável e contra tal não há nada a fazer por muito que os mestiçófilos pretendam à força, e forçando, fingir que somos todos um bando de mestiços.

Já agora, depreendendo pelo nome que não é português, pelo menos a sério, não se escreve “xico” com X, mas com ch. Enfim, falam de integração e depois é dá nisto…

Comentar por arqueofuturista

Nero, a medalha que refere ainda não percebi bem se pode ser atribuida à Costa do Marfim ou a Cabo Verde, embora tenha vindo parar a Portugal. Alguma coisa está errada aqui…

Comentar por arqueofuturista

D. Sebastião, o seu comentário (nº 12) é lapidar. Subscrevo-o, mas estou em crer que o Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi Aaarrrggghh-pppuuufff não gosto nada.

Comentar por arqueofuturista

«E porque deixou o Sérgio Conceição de ser convocado?»

Pior foi o caso Vitor Baia, que viu-se arredado por causa da imbirração do Brasileiro Scolari.

«Mas o que me meteria mais nojo era se o Scolari fosse mais forte que eu e conseguisse que eu abandonasse esta selecção!»

Não se trata do Scolari ser mais forte que eu. O que é mais forte é a minha repulsa em alinhar com as opções dele e com o acordo tácito do Madaíl e demais cáfila colaboracionista.

“O Meu país faz-me mal”, dizia Brasillach referindo-se à França que o fuzilou em 1945, mas essa frase tem muito de actual e sinto-a como minha (ai se você soubesse…), e novamente, perante este acto aviltante, a revolta apodera-se de mim, portanto, não me peça o impossível. A única forma de demonstrar o meu amor a Portugal é odiá-lo tal como ele está.

Quanto ao SVP, tenho estado atento à polémica em que esá envolto devido aos seus geniais e corajosos cartazes, os quais desejo publicar num outro postal.

Comentar por arqueofuturista

Infelizmente o desporto e cada vez mais a expressao do espirito mercantil que impera nas nossas sociedades “coloridas”.
E que ate gosto bastante de futebol revolto-me contra a sua actual prostituicao. Um nojo!

Subscrevo na integra as criticas e denuncias a esta situacao ultrajante que se prende com a convocatoria do Pepe.

E, por ultimo, a minha simpatia vai cada vez mais para a natacao: e limpida, higienica, saudavel!
Porque sera?

Abraco

Comentar por Miazuria

“Atenção que ou muito me engano ou há lá pelo menos um mulato…”

Oh Caturo, desculpe lá, mas esta aversão que você tem a tudo o que é mestiço não é um bocado contraditória?
Você é fascinado pela India e pelos indianos mas estes também são mestiços. Ou não são?
Mas quem sou eu para discutir genética consigo…

Cumprimentos

Comentar por Tenebroso

“E, por ultimo, a minha simpatia vai cada vez mais para a natacao: e limpida, higienica, saudavel!
Porque sera?”

Genética meu caro Miguel.
Os negros têm uma densidade ossea superior à dos brancos e daí a sua maior dificuldade em flutuar.

Abraço

Comentar por Tenebroso

Atenção Tenebroso, não vá aparecer para aqui um qualquer zelador do antropologicamente correcto e chamar-lhe nazi, racista e eugenista por ousar escrever publicamente que os «negros têm uma densidade ossea superior à dos brancos». Afinal é consabido que somos todos iguais, só difere a cor da pele, e pertencemos todos à mesma raça humana…

Contudo a sua observação avivou-me na memória artigos que fui lendo ao longo do tempo na nossa imprensa, recordando-me inclusive de um artigo na revista do jornal “Público”, cujo título era «Black power», dedicado à superioridade dos atletas negros em determinadas modalidades. Isto perfaz um bom conjunto de anos e no entanto, edição do “Público” atrás de edição, ainda não consegui ler nenhum artigo sobre a superioridade dos brancos numa ampla panóplia de modalidades desportivas. Ora, das duas uma, ou tal facto é uma evidência e como tal não necessita de ser divulgada, ou, e não quero acreditar nisso, estamos perante um acto xenófilo e etnomasoquista por parte da redacção do jornal “Público”.

Comentar por arqueofuturista

Esta coisa da maior densidade ossea dos negros não é brincadeira, parece que é mesmo verdade.
Mas, voltando à vaca fria, passei agora pela RTP2 onde está a ser transmitido o jogo de basquete entre Portugal e a Russia e verifico que o nº 5 russo é negro. Estranho, uma potência como a Russia também recorre a estes estratagemas?

Comentar por Tenebroso

Arqueofuturista:
“o Rugby é um desporto pouco contaminado por alógenos e o sentimento pátrio é ali mais latente e faz-se sentir mais forte que no futebol.”
Sim isso é verdade mas apenas entre os desportistas, o povo, esse, é mais futebol e esse no que respeita ao futebol é patriótico.

“D. Sebastião, o seu comentário (nº 12) é lapidar. Subscrevo-o.”
Pensei que me ia chamar de mestiçófilo, de nigga-lover ou de traidor á pátria.
Se houvesse um partido Nacionalista com este bom senso e não os PNRs… teriamos uma hipótese de combater este estado de coisas!

Só para lhe descrever uma situação…
Nos primórdios da era Scolari vi um jogo de Portugal numa sala comum de um Hotel. Estavam umas vinte ou trinta pessoas na sala e eu estava desiludido por aquilo que fora feito a Sérgios, Joãos, Luíses, Ruis, Vítores, Jorges, entre outros.
A equipa adversária marcou o primeiro golo e eu bati palmas, todos olharam para mim com cara de que me iam bater. Pouco depois Portugal marcou e eu gritei golo eufóricamente. Todos pensaram que eu era maluco. Eu cheguei á conclusão que o Scolari, por muito que me faça não consegue que eu odeie a selecção. Compreende agora, eu já passei por isso! Parece que somos obrigados a ficar “em cima do muro”.

Comentar por D. Sebastião II

Bfsemana e um abraço K’mrd.
Sem pretos, brasileiros e judeus…lololol. E chineses!

Comentar por PR

«Esta coisa da maior densidade ossea dos negros não é brincadeira, parece que é mesmo verdade.»

Tenebroso, eu sei que é verdade, os multiculturalistas apostolos do “todos iguais” é que lhes custa a aceitar isso, daí a minha ironia. Há que perceber que o anti-racismo além de ser um racismo inverso é também um processo que sobrevaloriza as raças e as coloca a nuas diferenças entre as mesmas à força de querer escamotear a realidade.

Outra coisa que nunca percebi da parte dos anti-racistas é a sua convencida asseveração (de alguns, porque outros são antirras por mero oportunismo e cálculo eleitoral ou por cbardia e ignorância) de que as raças não existem, mas são vezeiros a acusar A ou X de racismo. Se as raças não existem não se pode acusar, nem condenar, alguém de racismo, ou pelo a lógica assim o ditaria. Paradoxos…

Quanto ao exemplo que refere concernente ao Basquete, já nada me admira. A Rússia orgulhosa da era soviética já lá vai, mesmo que Putin tente recuperar o que não desapareceu com a hecatombe de 1991. É triste assistir a tão deprimente espetáculo.

Comentar por arqueofuturista

D. Sebastião, eu compreendo os seus argumentos e até aceito que pessoas com consciência identitária bem latente sintam um dilema. Poré, eu mantenho a minha palavra e espero que perceba isso. A coerência assim me o exige.

Comentar por arqueofuturista

Caro PR, não consigo escrever no S&S por mais que tente. Os postais que lhe deixei só oram publicados porque passei longos minutos a tentar dar a volta ao registo da Google. Desisto. Deveria flexibilizar a publicação de comentários.

Em jeito de resposta ao Bernardo, fique descansado que o narcisismo deixo-o todo para uma criatura dhimmiesca que por aí campeia e que acusa os id’s de racismo supremacista por uma parte e por outra de sionistas. É o que dá tornar-se antirra de última hora, cai-se logo em paradoxos imbecis.

Um abraço para a malta do S&S.

Comentar por arqueofuturista

Comunicado da CI

http://causaidentitaria.org/?p=176

Saudações id’s

Comentar por social-patriota

Um acto de coragem a CI demonstrar publicamente o seu desagrado face a esta situação aviltante e que aqui também denuncio.

Melhores saudações Social-Patriota!

Comentar por arqueofuturista

Social Patriota, o que me mete raiva é que os socias patriotas não se tornem em sociais trabalhadores, a causa identitaria, por muito boas intensões que tenha, é uma palhaçada.
O Português mediano conhece essa organização?
Que esforços têm feito para a divulgação da mesma?
Assim continuaram a achar-vos um grupo de meninos que fazem recortes e passeiam em comunhão com a Natureza e coisas do género…

Comentar por D. Sebastião II

Eh Lá! Assim custa aceitar de ânimo leve tão injusta opinião. Mas não entrarei em debate consigo sobre isso porque se lhe desagrada a CI só tem algo a fazer: ou adere à CI e agracia a mesma com o seu contributo militante, ou em alternativa cria a sua própria organização ou junta-se às já existentes na área nacional. Vá, não seja timido nem se acanhe, o caminho é em frente e faz-se caminhando!

Comentar por arqueofuturista

“Mas não entrarei em debate consigo sobre isso porque se lhe desagrada a CI só tem algo a fazer: ou adere à CI e agracia a mesma com o seu contributo militante, ou em alternativa cria a sua própria organização ou junta-se às já existentes na área nacional”
Pois, tá bem! Como entre umas e outras “que venha o diabo e escolha”, continuarei aqui por este blog a fazer comentáriozinhos, na esperança que o Arqueofuturista forme uma organização própria! :)
Depois, cheguei á conclusão que só me meterei por esses caminhos se alguém por aí me levar… seduzindo-me, mostrando-me que a sua organização tem objectivos mais nobres e que já passou da fase da palhaçada.
Acho que vou ter de esperar mais uns 10, 15 anos…

Comentar por D. Sebastião II

Caro amigo Tenebroso, sim, eu sei, traduzi um livro de um psicologo Canadiano no qual ele aflorava as diferencas geneticas entre caucasianos, asiaticos e negros.
A minha interrogacao era ironica…..
Abraco.

Caro D.Sebastiao II, cada vez simpatizo mais consigo, sem ironias, venha dai, para a CI!
Quem vier por bem e mais um amigo e camarada tambem!

Melhores cumprimentos,

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Tem rasgos de sabedoria o D. Sebastião II =)

Comentar por Flávio Gonçalves

Pois tem e aposto que não tardará muito a demonstrá-lo respondendo-te à letra ó… dhimmi.

D. Sebastião faça como diz o Miazuria e não se arrependerá, além de que numa contenda como esta em que estamos envolvidos todos somos poucos.

Comentar por arqueofuturista

“Social Patriota, o que me mete raiva é que os socias patriotas não se tornem em sociais trabalhadores, a causa identitaria, por muito boas intensões que tenha, é uma palhaçada.”

“Os sociais patriotas não se tornem em sociais trabalhadores?”
Essa doeu-me ó D.Sebastião, infelizmente eu não faço é quase mais nada para além de trabalhar.
Trabalhar para ganhar a vida e trabalhar por aquilo em que acredito.
Falar menos e fazer mais esse é um belo príncipio.

Comentar por social-patriota

Vou pensar nesse caso… mas todavia quem é o dhimmi? Não é aquele que quer fazer uma “aliança” com o Islão xiita?

Obrigado pela camaradagem.

Comentar por D. Sebastião II

O que e “sabedoria” para o “senhor” Flavio Abdallah e para mim erro de analise e pessimismo.
Certamente que para o “senhor” Abdallah ja nao e sabedoria as justas posicoes do D.Sebastiao II sobre Israel e os judeus.

E lamentavel a estreiteza de visao, o obtuso dogmatismo do “sr” Flavio.

E pena…..

Comentar por Miazuria

E faco minhas as palavras do amigo e camarada Arqueofuturista.

Abraco

Comentar por Miazuria

D. Sebastião, esse Dhimmi é o tipo que alimenta este blog. Repare na coluna da direita e percebe-se facilmente porque é que tal indivíduo odeia os identitários: ele padece duma crise de identidade, não sabe o que é e quer ser tudo ao mesmo tempo. Enfim puerilidades de gente crescida.

Comentar por arqueofuturista

“Essa doeu-me ó D.Sebastião, infelizmente eu não faço é quase mais nada para além de trabalhar.
Trabalhar para ganhar a vida e trabalhar por aquilo em que acredito.
Falar menos e fazer mais esse é um belo príncipio.”

Desculpe lá qualquer coisinha Social Patriota.

Comentar por D. Sebastião II

Realmente esse blog é esquesitóide… Mas se o Homem é comentador habitual neste blog vai ter de me aturar e confrontá-lo-ei quando mandar bocas mais esquesitóides (à falta de melhor palavra).
Até lá, obrigado pelo elogio Flávio Gonçalves.

Comentar por D. Sebastião II

Esquesitóide é pouco, é no minímo uma bizarria internáutica como poucas. o autor não é comentador neste blog. Quando lhe dei possibilidade disso fugiu como um muçulmano foge de uma mulher nua. Ele vem aqui apenas para lançar achas venenosas.

Além disso, creio que o D. Sebastião se equivoca quando agradece o quer que seja a esse dhimmi, porque ele ao proferir tais palavras insinuou que na maioria das vezes você não escreve nada de jeito. Sabe, é que ele é um prosélito islamita e activo colaborador no fórum da Comunidade Islâmica da Web.

Comentar por arqueofuturista

Uma bizzaria internacional, contudo.

Hoje os bizzaros da Izquierda Nacional Española marcham na rua com outros cépticos do 11 de Setembro, ontem um “black bloc” Nacional-Anarquista foi notícia em Sydney e surpreendeu autoridades e esquerdalhos do sistema.

A bizzaria da Esquerda Nacional anti-sionista existe, e não são os vossos insultos que a vão matar, Judas.

Comentar por Flávio Gonçalves

Cépticos do 11/09! Desconhecia a existência dessa fauna. Ah já sei, são aqueles lunáticos que dizem que o 11/09 foi obra da Mossad e da CIA. Certo, adiante.

O que me interessa é ver os camaradas do Nation (teus já não são por sinal) e demais organizações identitárias, nacionalistas ou simplesmente de cidadãos europeus que não querem deixar a Europa mergulhar novamente nas trevas, desta feita tendo o Crescente sobre as cabeças, a manifestarem-se, mesmo que proíbidos pelas cobardes e dhimmiescas autoridades belgas, contra a islamização do continente.

De resto, isso do Black Blok NA é tanga e da grossa, porque eu vi repetidamente imagns dos manifestantes e nem sinal de quaisquer NA ali, nem os pulhas bafientos dos esquerdistas iriam permitir essa veleidade.

Portanto, continua lá a reinar fantasiosamente na tua demanda pela ideologia perdida e deixa-nos da mão Abdallah.

Comentar por arqueofuturista

Flávio, ela não precisa ser morta…

Arqueofuturista, atenção que um muçulmano não foge de mulheres nuas!!! Se fosse assim o problema do Islão já estaria resolvido á muito!
Aliás os mouros até dizem que uma mulher que mostre o calcanhar deve ser violada…

Não estava equivocado, quanto ao dhimi, estava apenas a tentar ser um pouco mais acessível perante ele para ver se posteriormente o convenceria a tomar consciência que os esquesitismos não são a melhor maneira para coisa alguma.
No entanto, depois deste seu último comentário perdi as esperanças…
Agora, quero pensar que ele escreve estas coisas para impressionar alguma menina ou assim. A festa do Avante até que estava bem frequentada! :)

Comentar por D. Sebastião II

http://slackbastard.anarchobase.com/?p=838

Ean Higgins [and Dan Box and Godwin knows who else]
The Australian
September 08, 2007

PROTESTERS at APEC gathered in pouring rain and police were bracing for expected violence by dissident groups today.

The protesters gathered outside Sydney’s Town Hall station this morning.

As they prepared to march, police formed a solid line three deep to block off George Street.

Behind them, four police buses blocked George, their wheels covered with steel grates.

Police started forming lines confronting the [Notional Anarchist] group.

A police officer told his men, “This is the trouble here, these are the ones who are violent.”

There were about 30 of the [Notional Anarchists], who described themselves as the New Right, all dressed in black hooded jackets. Some of the group wore dark sunglasses and all had bandanas around their faces…

http://www.theaustralian.news.com.au/story/0,25197,22383283-5006784,00.html

Comentar por Flávio Gonçalves

Bom, embora as imagens televisivas não os tenham mostrado, admito que efectivamente os NA estiveram presentes na manif, ainda que separados pela polícia (protegidos da corja esquerdista, em abono da verdade).

Comentar por arqueofuturista

Já cá vinha uma homenagem aos Lobos!!!

Antes perder honradamente
Que empatar sem honra

Comentar por D. Sebastião II

Clinical Studies:
Racial Differences in Bone Density between Young Adult Black and White Subjects Persist after Adjustment for Anthropometric, Lifestyle, and Biochemical Differences http://jcem.endojournals.org/cgi/content/abstract/82/2/429

Comentar por Castro

“Bone density at all skeletal sites was statistically significantly greater in black than in white subjects;”

Comentar por Castro

Mas não é só a cor da pele que nos difere uns dos outros?

Esse estudo foi com certeza manipulado por algum cientista racista que trabalha numa clínica racista, tendo o mesmo sido publicado num site racista e só os racistas é que o lêem e divulgam.

Como afirmou a Unesco numa das suas publicações, e cito de memória, «Mesmo que se provasse a existência de diferenças raciais, continuariamos a negá-las». Nem mais, o que interessam evidências científicas?

Comentar por arqueofuturista

Uma das difernças que não consigo entender é a distância dos olhos(?) Não noto diferença nenhuma em negros, europeus e chineses.

Comentar por D. Sebastião II

“Esse gajo é o quê?
Não é preto, não é branco, não é índio, não é mouro. Que raio é ele?”

lol é brasileiro (ou seja mistura completa) e está tudo dito.

Comentar por Augusto

Caro Augusto, não seja injusto. Existem muitos brasileiros euro-descendentes cujas famílias jamais se misturaram e que actualmente procuram arduamente defender as suas raízes europeias da mesma forma que nós o fazemos na Europa.

Comentar por arqueofuturista

Augusto: Nem mais. Agoro só pergunto como é que esta gente se pode sentir europeia, africana, americana ou até Brasileira? O Grupo étnico que mais parecido com eles são os ciganos, por não terem casa, triste. Mais triste é virem para cá fazer a sua casa.

Arqueofuturista, o que você disse é também verdade. A América vai continuando assim, dividida em castas até que os mais pobres se reproduzam como bactérias e ganhei o poder, ou até que um militar se ponha ao lado da Europa (mas como se nem a Europa apoia a Europa?) e conduza a uma sociedade ainda mais hierarquizada em castas. Talvez a melhor ´rpoca do Brasil, pós Império tenha sido sob comando de Jetúlio Vargas, mas só um Brasileiro (europeu não socialista/comunista nem um favelado) me poderá dar uma opinião mais suscinta.

Comentar por D. Sebastião II

lol nao tenham ilusoes. Mais de 90% dos brancos brasileiros têm antepassados negros, mesmo no Sul.
Basta 1 ou 2 gerações lá que está o caldo entornado, pois mesmo que tenhas filhos com brancos, ficarás misturado e com genes subsarianos.
Mas enfim, parece que agora os genes subsarianos também já fazem do Portugal Branco, especialmente nalgumas localidades :'(

Comentar por Augusto

Augusto, duvido que os “brancos Brasileiros” tenham antepassados negros tão recentes… se em vez de 1 ou 2 gerações dissesses 6 ou 7 gerações, não poria isso em causa mas segue o meu racíocinio:
1g=100%
2g=50%
3g=25%
4g=12.5%
5g=6.25%
6g=3.125%
7g=1.5625%
Para além de não existirem “brancos” com pelo menos uns 80% de “sangue europeu”, se alguém teve um antepassado negro há 7 gerações é apenas 1.5625% negro, ora é absurdo considerar essa pessoa negra! Por essa lógica os Portugueses são todos Marroquinos (lol)! Não existem raças puras.

No entanto dizes uma frase desconcertante:
“Mas enfim, parece que agora os genes subsarianos também já fazem do Portugal Branco, especialmente nalgumas localidades :’(”
Gostava de saber algo mais acerca disso…

Comentar por D. Sebastião II

Por acaso também estou amplamente curioso por conhecer esses dados que o Augusto refere sobre os genes subsarianos da população portuguesa, depois de tão segura asseveração de que 90% da população brasileira branca tem sangue negro.

Comentar por arqueofuturista

É um exagero. É óbvio que em situações coloniais a possibilidade antepassados subsarianos ou indigena é maior, mas tal também é verdade por exemplo para os EUA. Acima de tudo acho desnecessário levantar suspeições tão amplas de forma ligeira, e contraproducente.

Quanto à questão portuguesa, o Augusto estava certamente a referir-se aos estudos que indicam que em algumas localidades ligadas à importação de escravos subsarianos os marcadores de ADN africano chegam em alguns casos a 20% da linha materna. Houve um documentário sobre os “mulatos do Sado” que foi investigar uma das localidades perdidas no meio da paisagem e onde de facto era fácil identificar os traços africanos de parte da população; tal foi possível devido ao isolamento e ostracismo a que foram em parte colocados. Além disso existem estudos que indicam uma curva de Norte para Sul de haplogrupos associados a africanos, que chega de forma genérica a cerca de 8% em partes do Sul. De notar que isto é apenas linha feminina, sendo portanto o valor próximo de 4%. Além disso é ridículo tirar muito daqui visto que os haplogrupos mantêm-se isolados independentemente das gerações, o que quer dizer que alguém que teve 1 antepassado há 3 mil anos aparece como se fosse 50% subsariano (aconteceu a um inglêm recentemente, sem qualquer ligação a África á pelo menos 15 gerações).

Todos estes números são irrelevantes tendo em conta a situação actual, em que em qualquer país da Europa e dentro de 1 ou 2 gerações a imigração inédita e massiva de extra-europeus vai empalidecer qualquer destes números.

Comentar por Oestreminis

Bem notado, Oestreminis! Não obstante gostava de ouvir o próprio Augusto.

Comentar por D. Sebastião II

“50% subsariano (aconteceu a um inglêm recentemente, sem qualquer ligação a África á pelo menos 15 gerações)”

Ha 15 geraçoes, pelas minhas contas, penso que a Inglaterra nao tinha começado a viajar na Africa Negra.
Cheira-me mais a adultério recente e por isso não visivel nos registos dos antepassados.
O antepassado negro tem de ser mais recente no caso desse Inglês.
É a minha opinião

De qualquer forma é alarmante e preocupante.
Os europeus não tinham quaisquer influencias genéticas sub-sarianas e agora vão começar a ter :(

Comentar por Rori

Ps haplogrupos sub-sarianos na Europa podem ter diversas explicações: Podem ser por exemplo vestígios de migrações neolíticas, ainda pouco se sabe acerca disso. Não nos esqueceamos também que nenhum dos “Haplogrupos Europeus” nasceu na Europa lol, muitos dizem que nasceram na Ásia Central (mas cá para mim nasceram no Irão actual!).

Quanto ao caso desse Inglês, basta que a mãe da mãe ( da mãe…) tenha feito uma dessas migrações muito antigas, basta que uma marroquina com ascendência materna sub sariana de há muitas gerações tenha vindo para o Sul da Ibéria, que se considerasse Portuguesa ou Espanhola e que passado algum tempo tenha ido viver para Inglaterra.

Aquando do surgimento dos últimos Haplogrupos Humanos, cada ser Humano actual tinha um milhão de ascendentes directos vivos mas só dois aparecem para definir haplogrupos.
Portanto isso diz-nos que esse Inglês é com toda a certeza (1/1000000) x 100% Sub Sariano, o que pelas minhas contas dá 0.00001% Sub Sariano. É um preto, não haja dúvidas!

Comentar por D. Sebastião II

Rori,

A questão é que existem migrações que praticamente antecedem o *Paleolítico* e que podem – aliás, sabe-se que assim acontece – introduzir haplogrupos que se mantém apesar da restante genética já nada ter a ver com a população em cujo esse haplogrupo é originária. Isto porque, como disse anteriormente, os haplogrupos X e Y são transmitidos de forma não fragmentada: alguém cujo antepassado masculino mais remoto seja alguém que migrou antes da glaciação para a Europa – e que já podia ser perfeitamente europóide e ter apenas determindado haplogrupo devido a migrações anteriores – vai, se fizer um exame genético, ter a mesma ascendência que alguém que seja nativo do Senegal, apesar de não ter de facto antepassados africanos. Daí existirem sempre, por toda a Europa, haplogrupos variados considerados exógenos em pequeno grau mesmo em zonas onde nunca houve intereacção recente com outras populações. O exemplo que referi é provavelmente um desses caso (existem mais).

Claro está que não deixa de ter razão, hoje em dia, e em especial nos últimos dois séculos com muito maior incidência nos últimos 30 anos, as possibilidades são maiores para ascendência recente. Daí eu ter dito que na prática essa é que é a questão pertinente, e não preocupações antropológicas sobre o que se passou há 14000 anos.

Comentar por Oestreminis

nao ha haplogrupos sub-sarianos resultantes de migraçoes neoliticas nem paleoliticas. Os haplogrupos sub-sarianos ou mesmo os restantes genes sub-sarianos encontrados nos europeus sao muito recentes.

Já agora, como é k os haplogrupos vão mudando? tipo antes nao havia o I nem o R1 e agora ja ha. alguem consegue explicar como eles aparecem do nada?

Comentar por Rori

nao ha haplogrupos sub-sarianos resultantes de migraçoes neoliticas nem paleoliticas. Os haplogrupos sub-sarianos ou mesmo os restantes genes sub-sarianos encontrados nos europeus sao muito recentes.

Er, não. Através da distribuição pela Europa – inclusindo regiões sem nenhuma presença subsariana histórica – e pelo conhecimento que se tem das migrações Neolíticas existe uma percentagem de haplogrupos subsarianos que está ligada a essas migrações.

Já agora, como é k os haplogrupos vão mudando? tipo antes nao havia o I nem o R1 e agora ja ha. alguem consegue explicar como eles aparecem do nada?
Os haplogrupos mudam porque tal como muitas outras estruturas celulares são passíveis de sofrer mutações. No caso dos haplogrupos essas mutações são raras o que permite identificar com alguma certeza quando ocorreram e qual a população associada ao seu aparecimento.

Comentar por Oestreminis

Escravatura em Portugal.Muitos dos escravos que chegavam a Portugal eram vendidos para Espanha e outros reinos da Europa.A vinda de escravos para Portugal declinou muito devido a crescente procura de escravos para o Brasil e America Espanhola.no seculo16 o Baixo Alentejo mostrava uma percentagem de baptismos de escravos entre os 7% e 8% o vale do tejo cerca 6% o Alentejo central cerca 5%. Havia picos altos de baptismos de escravos em algumas vilas de Portugal-Lagos12.5% e Portimao quase 15% Alcacer do Sal cerca de 11% Alvito e Odmira cerca de 10% cada. No vale do tejo salientava-se Couruche E Benavente com cerca de 9% cada. No seculo 17 a tendencia geral foi para o decrescimo foi para metade ou menos de metade. O traficode escravos era feito para as Americas e Caraibas onde rendiam mais aos mercadores de escravos. lembrem-se que os indios nao se adaptavam ao trabalho escravo.

Comentar por Paulo Silva

Composiçao etnica do povo Brasileiro: Popolaçao-179 milhoes de habitantes-21 habitantes por kilometro quadrado-Mistura etnica-negros 53% mistos 40% brancos 6% outros 1% in ATLAS DO MUNDO Editora Civilizaçao- DK

Comentar por Paulo Silva

Popolaçao Brasileira-179 milhoes-21 habitantes por kilometro quadrado Mistura Etnica-negros 53% mistos 40% brancos 6% outros 1% in ATLAS DO MUNDO Editora Civilizaçao- DK

Comentar por Paulo Silva




Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s



%d bloggers like this: