Tintin na Prisão (2)
Agosto 21, 2007, 7:25 pm
Filed under: Em foco

Em adenda à notícia abaixo publicada constou-me que algumas tribos índias norte-americanas irão accionar um processo judicial contra Lucky Luke, que os cidadãos de Roma irão processar postumamente René Goscinny pelos complexos criados a gerações continuas de jovens da cidade eterna pelos arraiais de porrada infligidos por Astérix e Obélix às legiões romanas, que as massas árabes irão solicitar a interdição de Iznogoud porque soa em inglês como “he’s no good”, ou “ele não presta”. Enquanto isso um amigo disse-me que irá solicitar a proibição com efeitos imediatos da Abelha Maia porque se sentiu defraudado após recentemente haver descoberto que as abelhas não falam.  


28 comentários so far
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Bueno, en España a eso zapatitos le llama “recuperación de la memoria histórica”… Por cierto que en Inglaterra creo que van a cambiar el cuento de los “tres cerditos” para no herir la sensibilidad de la comunidad musulmana con animales impuros!!!!!! (cagate lorito!). No es el pensamiento débil, es la estupidez delirante, y ése es el criterio de nuestra sociedad! Cada uno saque conclusiones…

Comentar por Pepin

Amigo Pepin, se o que escrevi acima é fruto da imaginação, embora talvez mais próximo da realidade do que pderemos pensar, e se a questão dos três “cerditos” é já uma realidade, não me admiraria nada que na Grã-Bretanha Shakespeare seja considerado anti-semita pelas tiradas anti-judaicas em algumas das suas obras e este vulto da cultura inglesa seja remetido para o canto dos proscritos.

Comentar por arqueofuturista

Elercader de Venecia, sin ir más lejos, ya tiene según donde, problemas para ser representado; Sieres tintinófilo, amigo arqueofuturista, confírmame lo que comento de el volumen de “stock de coque” sobre el Irgún, si es solola versión españolao también laportuguesa.
Saludos

Comentar por Pepin

Lololol….os deuses estão mesmo loucos…lolol…
Abraço,

Comentar por PR

Caro Pepin, não sendo um acérrimo Tintinófilo, creio todavia que a edição portuguesa de “Tintin no país do ouro negro” refere igualmente a organização sionista Irgun, a qual rapta por engano Tintin.

Comentar por arqueofuturista

Sim senhor, gostei desta em especial da Abelha Maia.

Salvaram a Europa? Não, mas fartamo-nos de rir!

Um abraço.

Comentar por Afonso Lima

Desculpem o pessimismo:

“Salvaram a Europa? Não mas fartamo-nos de rir!”
Por isso é que me sinto um palhaço!

Desculpem o desabafo, nada contra caro Afonso Lima.

Comentar por Camões

Agora lembrei-me desta:

“Israel and South Africa have one thing above all else in common: they are both situated in a predominantly hostile world inhabited by dark peoples.”

Anuário do Governo da República da África do Sul, 1976

Que tal?! :-)

Comentar por Romão

Camões:

Esta frase trata-se apenas e só de uma private joke, entre mim e o arqueofuturista.

Rimo-nos agora para (esperemos que não!) chorarmos depois…

Comentar por Afonso Lima

Desafio-o a ler os comentários de um tal “Mafia Cops” ño blog Máquina Zero na secção “entradas recentes” (barra lateral direita) na entrada: “Proprietários de Pitbuls, Rotweillers e outros cães assassinos…” os comentários desse “nosso amigo multiculturalista” são os últimos mas apresse-se que eu estou me roendo para lhe dar uma resposta á altura.
Desafio-o a pôr tais comentários neste blog, para que sejamos esclarecidos acerca do tipo de gente que enfrentamos, principalmente aqueles que se acham Portugueses, a 2ª geração de imigrantes (ou os filhos deles).

PS- Duvido muito que me dê tal presente, por isso vou andar por aqui pelo seu blog a chateá-lo e a provocá-lo a si e aos frequentadores do mesmo. Desafiando-vos para falarem acerca disso.

Comentar por Camões

Camões já visitei o MZ e li o que essa abjecta criatura que assina como Mafia Caps e possui um hi5 intitulado Black Soldier, mas acredite que não me surpreendeu de todo, pois as palavras desse energúmeno, desastrosamente mal escritas, são as mesmas que milhares de “jovens” empregam e expressam sob as mais variadas formas por toda a Margem Sul, Linha de Sintra e de Cascais, loures, entre outras áreas suburbanas da cintura de Lisboa. Não sei como isso o fz ficar admirado, mas é tempo de perceber que nestas zonas vive-se um clima de guerra civil de baixa intensidade e com a tendência para se acentuar, não obstante os esforços dos meios de comunicação e das organizações colaboracionistas e traidoras como o SOS Racismo e o Acime para escamotear esta realidade.

Quem desejar ler o que esse escroque escreveu pode fazê-lo através deste link.

Comentar por arqueofuturista

“Não sei como isso o fez ficar admirado”
Admirado!!!?? eu!???? por amor de Deus… Poucos conhecem essa realidade melhor do que eu!!! Vai daí o meu objectivo era mostrar a (possíveis) leitores deste blog que não vivam na área de Lisboa ou que vivam numa zona “nigga free” o tipo de gente que estamos a formar neste país.

Esta gente terá cada vez mais poder nas cidades e a partir daí poderá ser uma força a ter em conta nas políticas deste país. Por exemplo no Norte, povo de (menos) brandos costumes, aquando do referendo do Aborto deu-se um fenómeno que ninguém atentou. No distrito do Porto (mais urbano e com mais imigrantes com direito de voto) o Sim vençeu por pouco, ao contrário do que sucedeu nos distritos vizinhos. Advinhem quem operou a mudança?
Ainda não se pode afirmar isto com toda a certeza, o que se pode afirmar é que na área de Lisboa os Portugueses têm cada vez menos poder.

“Nestas zonas vive-se um clima de guerra civil de baixa intensidade e com a tendência para se acentuar, não obstante os esforços dos meios de comunicação e das organizações colaboracionistas e traidoras como o SOS Racismo e o Acime para escamotear esta realidade.”

O problema é que não. A arrogância das duas partes é tal que a população nacional nem se digna de se importar (até que alguém é assaltado ou violentado). Guerra Cívil implica duas forças actuantes, nestes casos a força é apenas uma. Os imigrantes que não raras vezes estão mais bem armados que a polícia.
As “organizações colaboracionistas” só espelham a realidade e a hipócrisia existente na nossa sociedade. E isto há de ser um problema da próxima geração porque enquanto a rapariga média de 27 anos Europeia não tem um único filho, a Africana tem pelo menos dois, senão três.

Vejam isto, não se arrependeram: (pronto, não sei fazer um link!) http://maquinazero.wordpress.com/2006/08/14/proprietarios-de-pitbulls-rotweilers-e-outros-caes-assassinos-um-novo-tipo-de-debeis-mentais/http://maquinazero.wordpress.com/2006/08/14/proprietarios-de-pitbulls-rotweilers-e-outros-caes-assassinos-um-novo-tipo-de-debeis-mentais/

Comentar por Camões

«O problema é que não. A arrogância das duas partes é tal que a população nacional nem se digna de se importar (até que alguém é assaltado ou violentado). Guerra Cívil implica duas forças actuantes, nestes casos a força é apenas uma. Os imigrantes que não raras vezes estão mais bem armados que a polícia.»

Sim, tem razão no que concerne à guerra civil, talvez o termo exacto seja uma guerra de guerrilha de baixa intensidade o termo mais correcto para definir as acções desses grupos organizados.

Comentar por arqueofuturista

Concordo plenamente, guerilha de baixa intensidade. Quanto á organização, já vi pequenos grupos de jovens, cerca de três, com idades compreendidas entre os 12 e os 15 anos a roubarem lojas em plena luz do dia e a fazerem esperas para assaltar idosas dentro dos prédios das próprias.

Mas vejam isto para terem noção de com quem lidamos: http://maquinazero.wordpress.com/2006/08/14/proprietarios-de-pitbulls-rotweilers-e-outros-caes-assassinos-um-novo-tipo-de-debeis-mentais/http://maquinazero.wordpress.com/2006/08/14/proprietarios-de-pitbulls-rotweilers-e-outros-caes-assassinos-um-novo-tipo-de-debeis-mentais/

Comentar por Camões

“e expressam sob as mais variadas formas por toda a Margem Sul, Linha de Sintra e de Cascais, loures, entre outras áreas suburbanas da cintura de Lisboa. Não sei como isso o fz ficar admirado, mas é tempo de perceber que nestas zonas vive-se um clima de guerra civil de baixa intensidade e com a tendência para se acentuar,”

Eu quando ando de metro, até fico parva!!! No outro dia, na linha vermelha, ainda tentei contar quantos imigrantes estavam na carruagem, mas desisti! Achei mais fácil contar os portugueses!

Comentar por Vera

Outros lugares onde se torna mais fácil contar os portugueses de raíz europeia e não aqueles que o são apenas de BI são as repartições de registo civil, segurança social, centro de emprego e pediatrias situadas na cintura urbana de Lisboa. Visitem, é uma experiência e tanto.

Comentar por arqueofuturista

Aqui na Amadora, quando fui renovar o BI estavam umas 30 pessoas para ser atendidas. Europeus? uns 7, 9 no máximo!

Comentar por Camões

Paradigmático é a loja do Cidadão nos Restauradores. Um misto entre o Martim Moniz a casa do Brasil o Rossio e a Mesquita de Lisboa.

Comentar por Lopes da Silva

Bom exemplo Lopes da Silva, estive nesse sítio não faz muito tempo e aí se apercebe a profundidade do caos multiculturalista em que mergulhou a nossa Lisboa. O misto de odores, o colorido nas roupas e não somente nessas, a vozearia ininteligível devem fazer as delícias dos funcionários etnomasoquistas do Acime.

Comentar por arqueofuturista

E têm visto os mundiais de atletismo? Ali é que se pode constatar o processo de globalização que, ser de Portugal, Argélia ou República do Dominicana é tudo igual. O que interessa é ter uma federação que pague a deslocação e treinos.

Comentar por Afonso Lima

Oh Afonso Lima, o que interessa é naturalizar uma catrefa de Obikwelus para que Portugal ganhes umas medalhitas. A prata da casa, o orgulho nacional por aquilo que somos, ou não somos, não interessa já para nada face ao padrão ouro.

O sonho dos internacionalistas de esquerda e de direita de uma uniformização mundial corre em passo de corrida para a dissolução das identidades nacionais .

Comentar por arqueofuturista

Grande António Marcelo!
Concordo contigo em quase tudo mas principalmente quando dizes que Filipes não são nada comparados com um futuro que alguns querem… Assí yo quiero ser español! Mas miesmo assí yo pienso que se puedo escoller, voy a escoller a serlo Inglés!

Deixando de lado as nossas divergências de independentismos na Ibéria, Dr. Catalão, quero dizer que surge mais uma, a sua ideia de não estar orgulhoso pelos feitos de negros ao serviço de Portugal.

Eu tenho vergonha que Portugal não mande atletas Portugueses para os Mundiais de Atletismo, mas apoio qualquer atleta que seja residente em Portugal (ou Português do Martins Moniz) que queira levar a bandeira deste país mais longe.
A bandeira, não o povo. Saliente-se.
A bandeira é só o símbolo de um país. O povo é a sua alma. É digno de pena e vergonhoso que os Portugueses já não consigam levar a sua bandeira mais longe. Não obstante, um obrigado a Nélson Évora, Obikwello e Naide Gomes por levarem a bandeira de Portugal mais além que o próprio povo Português. (O que não deixa de ser vergonhoso para o povo Português uma vez que este foi incapaz de se representar a si próprio).

Por um mundo Multicultural! Países Monoculturais!
Por um mundo Pluriracial, Países Uniraciais!

Comentar por D. Sebastião II

D. Sebastião tenho de lhe dizer que a mudança de pseudo parece ter tido alguns efeitos também no seu discurso. Mas o que é isso de António Marcelo, Filipes, Dr. Catalão. Tenha mais calma e responda serenamente e razoalvelmente a cada um sem misturar alhos com bugalhos.

Quanto às suas observações sobre a bandeira nacional, agradecimentos a Obikwelus e Cª, inferiorização do povo português, devo dizer que discordo em absoluto. Nada se aproveita lamentavelmente. Ainda para mais quando escreve acertadamente que num Mundo Milticultural, países monoculturais.

Meu caro amigo, o Senhor Obikwelu é para mim um mercenário, e se levanta a bandeira portuguesa de quando em vez isso não faz dele português. Ser português é mais do que um sentimento, a exibição de um passaporte ou sequer da bandeira nacional num estádio. Muito honestamente prefiro um país sem medalhas do que um país carregado desse metal honorífico à custa de mercenários ou portugueses de BI.

Comentar por arqueofuturista

Peço desde já desculpa pois isto foi copiado de um comentário meu noutro blog e não queria ter copiado os dois primeiros parágrafos. Foi um erro pois originalmente este comentário era dirigido a um António Marcelo e os dois primeiros parágrafos seguem uma lógica que não é captável para quem lê este meu comentário. Seria um género de “piada privada” dirigida a esse senhor sendo fruto de uma conversação e trocas de ideias anteriores.Garanto-lhe que continuo o mesmo e nada do que está escrito nos dois primeiros parágrafos é o que parece, como já referi era uma “piada privada”.
Fique descansado que continuo o Camões, mas agora sento-me no trono para teclar.
Quanto ao cerne da questão:

“Quanto às suas observações sobre a bandeira nacional, agradecimentos a Obikwelus e Cª, inferiorização do povo português, devo dizer que discordo em absoluto.”
Quanto á bandeira, creio que não a denegri. Quanto ao povo… não sou eu que o inferiorizo! O povo é que é inferiorizado quando a sua elite é estrangeira. Neste caso, os três atletas que melhor representaram o nosso país: Francis Obikwelu, Naide Gomes e Nélson Évora, não são Portugueses. É vergonhoso que um povo tenha de recorrer ao estrangeiro para se fazer representar. Para mim não é um motivo de orgulho.
Encaremos os factos Arqueofuturista, você sente-se orgulhoso por ver Portugal representado por esses três atletas? Eu perferia um PORTUGUÊS.

“Muito honestamente prefiro um país sem medalhas do que um país carregado desse metal honorífico à custa de mercenários ou portugueses de BI.”
Mas não vamos renegar as medalhas só por causa disso… se todos os países jogam sujo (excepção talvez para os países de Leste) quem somos nós para alterar as regras?

Comentar por D. Sebastião II

Certo, piadas privadas à parte, e centrando-nos no que interessa você vai de encontro ao que eu escrevi. É vergonhoso um país recorrer a atletas estrangeiros com Obikwelu ou Deco para ganhar medalhas. Comparemos isto com a equipa de um colégio que alicia um míudo de outro colégio para jogar pelas suas cores. É desprestigiante e desonroso.

As medalhas ou títulos que esses estrangeiros feitos “portugueses” possam eventualmente conquistar nada me dizem e jamais as celebraria. Países há que o fazem, porém Portugal deveria seguir o exemplo daqueles que não o fazem. Paradigmático, a selecção de futebol da França, essa exaltação do multiclturalimo, foi derrotada por uma orgulhosa Itália que apenas utiliza a prata da casa. Nós, como importantes agentes que somos no espetáculo desportivo, temos de nos insurgirmos e nos revoltarmos face a esta realidade e o dever de boicotarmos e rejeitarmos esta farsa em que o desporto nas suas diversas modalidade caiu.

Comentar por arqueofuturista

“As medalhas ou títulos que esses estrangeiros feitos “portugueses” possam eventualmente conquistar nada me dizem e jamais as celebraria.”
Isso já começa a ser racismo. Cuidado Arqueofuturista. E se fosse um Galego?

É claro que não são medalhas Nacionais, mas são medalhas Portuguesas. (Por mais infeliz que seja esta frase).
O que eu quis dizer é que o povo não é medalhado, mas é-o o país. Pelo menos isso.

No cerne da questão estamos de acordo, o resto não interessa.

Comentar por D. Sebastião II

«Isso já começa a ser racismo. Cuidado Arqueofuturista.»

Cuidado com o quê? A sua reacção quase se assemelha à de um qualquer esquerdista politicamente correcto. Cada vez que se fala em imigação, estrangeiros, portugueses de BI, recorrem pavlovianamente a uma espécie de argumentum ad nazium. Não caia nessa armadilha de ver o mundo a preto e branco.

«E se fosse um Galego?»

Ainda que esse tenha maior identificação connosco, pessoalmente continuo a considerar obsceno a naturalizaçãode atletas com vista à aquisição de medalhas. Então onde está o espírito desportivo da participação apenas pela participação?

Já imaginou que um país como o Liechtenstein poderia de um momento para o outro oferecer rendosos ordenados a um conjunto dos melhores jogadores de futebol do planeta, naturalizando-os cidadãos, e envergando as cores desse país essa equipa poderia agraciar o Liechtenstein com o campeonato do Mundo! É uma aberração, uma fraude ao espírito desportivo, não concorda?

«O que eu quis dizer é que o povo não é medalhado, mas é-o o país. Pelo menos isso.»

Essa é uma visão patrioteira. Tal como num presente o que importa é o conteúdo, ou por outras palavras, não importa a embalagem/embrulho, mas o que está no seu interior.

Comentar por arqueofuturista

“Já imaginou que um país como o Liechtenstein poderia…”
Já, e seria uma lição para alguns, principalmente Franceses…

“Essa é uma visão patrioteira”
Então concorda comigo!

“A sua reacção quase se assemelha à de um qualquer esquerdista politicamente correcto. Cada vez que se fala em imigação, estrangeiros, portugueses de BI, recorrem pavlovianamente a uma espécie de argumentum ad nazium.”
Como eu já disse, essas medalhas não pertencem ao Povo Português, mas pertencem a Portugal. Orgulhemo-nos disso, pelo menos. E enveronhemo-nos de não termos sabido representar o nosso país, e termos deixado “mercenários” fazer o nosso papel.

Comentar por D. Sebastião II




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