Frankistan
Agosto 14, 2007, 11:42 am
Filed under: Em foco, Europa

  

Um chupa-chupa para quem descobrir o que se afigura absolutamente bizarro (ou porventura nem tanto) nesta fotografia. 

Uma pista: trata-se de uma coreografia de uma claque de futebol.


107 comentários so far
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Nada de bizarro teria esta foto, caso ela reportasse um jogo qualquer de um clube argelino, contudo quando ela é tirada em Marselha e está associada a uma das claques do marselha, os yankee nord ( http://www.yankee-nord.com/ ) algo de errado se passa. Mas vendo bem as restantes fotos existentes no site da claque, compreendo a razão.

Comentar por Sucellus

Lololol…
ArqueoFuturista.
Com todo o respeito li a tua opinião. Agora: crentes ou não, religiosos ou não, ( o que é diferente ), mais ou menos ateus, penso que a todos nos diz respeito uma necessidade Ética comum face ao Homem, face às coisas. Para lá das divergências pontuais eu defendo que há ou deveria haver um conjunto de princípios inerentes à espécie humana. Que são património de todos. O direito à vida, sim, por exemplo, à dignidade humana, ( o que é diferente de direitos humanos, algo muito mais cultural e que não esconde uma enorme arrogância moral e intelectual de um certo Ocidente ), mas também o direito à Fé e ao Sagrado. Algo que, penso, não se verifica no nosso actual quotidiano. Se calhar porque a Fé, em tempos de facilitismo, incomoda e é exigente.
Quanto a Radtzinger, já o disse. Não sou católico. Não me me especialmente simpático. Mas reconheço nele uma enorme craveira intelectual e, de fora, ( porque não sou católico ), vejo nele o homem capaz de liderar e inverter o estado anémico a que chegou a Igreja Católica.
Um abraço, bom feriado.

Comentar por PR

Concordo com o Sucellus, a imagem é da claque do Marselha,. É uma vergonha para os franceses deixarem esse clube ser tomado pelos árabes.

Atenção que no Sport Lisboa e Benfica também já se vêm muitas bandeiras de Angola.

Comentar por Nelson

Mais uma vez estou aterrado.

Esta imagem causa-me muito mais temor que qualquer imagem de qualquer barbaridade cometida na guerra do Iraque ou até no Darfur.

Chocante… e pensar que uma vez fomos senhores do mundo e agora nem em nossas casas estamos seguros.

Quanto ás bandeiras Angolanas nas claques do Benfica, é uma comparação deveras estúpida.

Comentar por Camões

Tanto os Yankees como os Comando Ultra do Marselha estão infestados de árabes…
Só uma curva francesa tinha capacidade para lhes fazer frente que era o Kop Of Bolougne , mas as autoridades e o clube Parisiense decidiram perseguir os seus membros , dando primazia aos Tigris Mystic…
França é um caso perdido

Comentar por Mauro

É verdade caros amigos, a imagem tem por pano de fundo a claque Yakee-nord do Olympic Marseille no jogo do passado dia 11 frente ao Rennes.

Camões, também eu fico aterrado perante tal imagem e tal mensagem, efectivamente muito mais simbólica que aquela que os terroristas islâmicos neo-conquistadores da Europa querem fazer passar. Esta imagem é bem demonstrativa da FALSIDADE que é a INTEGRAÇÃO, a ASSIMILAÇÃO, que os nossos Rui Marques, José Falcão, Daniel Oliveira e demais quejandos propalam em relação aos imigrantes. O que a imagem demonstra é que a Europa é vítima de uma submersão étnica, de uma gradual mas acelarada substituição populacional e que os imigrantes e seus filhos já nascidos em solo europeu não querem integrar-se, não querem ser assimilados, pelo contrário querem impor-se!

Quanto às bandeiras angolanas no Estádio da Luz, não sei se é verdade isso, talvez algum sócio/simpatizante do SLB nos possa elucidar sobre isso. Mas também não me admiraria…

Comentar por arqueofuturista

“Quanto ás bandeiras Angolanas nas claques do Benfica, é uma comparação deveras estúpida.”

Estupidez é escrever sobre o que não se sabe. A claque NoNameBoys do Benfica tem dezenas, para não dizer centenas, de pretos e muitos deles levam bndeiras de Angola porque o Benfica é o clube português que tem mais simpatia entre os africanos em Portugal e África, além de terem o angolano Mantorras como idolo.

Não me irá admirar ver o estádio da Luz com uma super bandeira angolana no futuro.

Comentar por Nelson

Também abundam as bandeiras de Israel espalhadas por todo o estádio do Ajax de Amesterdão. O Ajax, é inclusivamente conhecido como o clube dos Judeus, nunca vi nenhuma coreografia dos espectadores do Ajax a representar a bandeira Israelita,( mas não me admiraria que já tivesse acontecido ou venha a acontecer). Certas são as bandeiras israelitas espalhadas pelo estádio, à porta de bares e casas de adeptos do Ajax como imagem de marca, assim como as tatuagens de adeptos do Ajax com bandeiras israelitas. Isto não vos deixa aterrorizados?

Comentar por Lopes da Silva

Nelson, espero honestamente que o seu prognóstico esteja errado e olhe que não é por eu ser Benfiquista…

Lopes da Silva, também isso que refere me deixa aterrado (a si por certo aterrorizado), pois não acho de todo normal e aceitável esta politização do futebol, a sua estratificação étnica ou religiosa, particularmente de corpos alógenos aos clubes europeus que representam as cidades em causa, seja Marselha ou Amesterdão.

Comentar por arqueofuturista

Lopes da Silva,
Uma coisa sãu Judeus que estão a ser assimilados há 2000 anos outra são hordas conquistadoras. Então um Europeu que tenha fé Judaica deixa de ser Europeu? Os Judeus europeus não são nada puros e muito dificilmente os podemos classificar (racialmente ou como quiserdes) de semitas. Nem em Israel a maioria da população Judaica pareçe Semita. Sim, os Palestinianos são Semitas mas a maioria dos Judeus Israelitas pareçem Europeus.
Aliás, a Maioria dos Judeus (de linhagem) na Europa têm mais sangue ariano/europeu autóctone que Semita. Por favor, parem de perseguir alguém só porque é de fé Judaica! Como seria o Médio Oriente sem Israel? Israel e o Líbano são a linha da frente como a Sérvia ou a Croácia, se essa linha da frente cai em poder mouro qual será a nova linha da frente? Sevilha? Nápoles? Lisboa? Viena?
A mim não me incomoda que exista uma minoria insignificante de Judeus na Europa porque são uma minoria integrada e assimilada étnicamente.

Comentar por Camões

Os Judeus já não representam qualquer perigo quando comparados com pretos e mouros e outros.

Comentar por Camões

Nelson,
Uma coisa é adeptos individuais aparecerem com bandeiras para mostrar á familia a Sul do Sara que estão presentes e para mostrar que em Angola também há apoiantes do Benfica, ou até para mostrar apoio a qualquer um jogador.
Outra coisa é uma claque violenta ser composta por algumas minorias étnicas.
Outra muito diferente é uma claque fazer de seu símbolo a bandeira de um país que foi outrora colónia Francesa, que recusou ser parte do território Francês, pela qual muitos Franceses foram mortos e que agora é ostentada como símbolo de que aquela parte de França é hoje Argélia.
Eu sou do Benfica e até podem fazer uma bandeira Angolana daquele tamanho porque não representa a conquista, a humilhação a soberania de facto de Angola sobre Portugal como simboliza aquela bandeira argelina no Estádio do Olimpique de Marselha.
A imagem não assusta pelas cores da bandeira, assusta pelo simbolismo, por aquilo que está por trás, pela impotência de que padecem os Marselheses que não conseguem fazer da sua bandeira uma bandeira maior no estádio da sua própria cidade.
É um acto de humilhação que representa conquista. Principalmnete depois da Guerra da Argélia e dos carros queimados recentemente por toda a França.

Comentar por Camões

PS- Nada a este nível aconteceu em Portugal pelo que qualquer bandeira, por maior que fosse, seria desprovida de simbolismo.

Comentar por Camões

É um acto de humilhação que representa conquista. Principalmnete depois da Guerra da Argélia e dos carros queimados recentemente por toda a França.

É isso mesmo Camões. Tal como o que sucedeu quando o Brasil foi campeão do Mundo e os brasileiros provocaram distúrbios em zonas de Lisboa. Na Costa da Caparica onde já atingiam uma população significativa cortaram estradas e obrigaram cidadãos portugueses a beijar a bandeira brasileira. Pior que isto é impossível.

Comparando com esta infame afronta, o facto dos angolanos gostarem do Benfica e levarem bandeiras de Angola para a Luz, tal como os portugueses levam para os jogos do Chelsea e anteriormente do Barcelona não me parece nada grave, é somente uma questão de identificação com o clube, nada mais que isto.

Já os brasileiros é diferente, querem impor-se, só que no caso dos brasileiros isso sucede na Selecção Nacional – muito mais grave pelo simbolismo, não pretendem impor-se num clube, numa cidade, mas imporem-se numa Nação.

Comentar por Lopes da Silva

Caro Arqueo. Até estamos afinal, no essencial, de acordo.
Só uma nota. No blogue somos 3 ( ou 4, já não sei ).
O comentário não é meu mas do Bernardo.
A crença e a Fé, naturalmente, ou a faltra dela, não são discutíveis.
Abraço.

Comentar por PR

Não é isto que me incomoda.
Cumprimentos.

Comentar por Nero

«Uma coisa sãu Judeus que estão a ser assimilados há 2000 anos outra são hordas conquistadoras. Então um Europeu que tenha fé Judaica deixa de ser Europeu? Os Judeus europeus não são nada puros e muito dificilmente os podemos classificar (racialmente ou como quiserdes) de semitas. Nem em Israel a maioria da população Judaica pareçe Semita. Sim, os Palestinianos são Semitas mas a maioria dos Judeus Israelitas pareçem Europeus.»

Camões não concordo consigo em absoluto. A questão é mais complexa do que aquela que desenha. A Europa padece de uma doença que a corrói por dentro. Chama-se ocidentalismo, uma concepção do mundo que se faz sentir em todo o hemisfério norte, bem como em países como o Japão, Malásia, Austrália, Argentina Brasil, etc. É uma ideologia assente na religião dos direitos do homem, nos princípios liberais do mercado, numa política desenraizadora e multiculturalista. Os judeus não estão a ser assimilados, ou pelo menos parte deles, senão aqueles que adoptaram o modo de vida ocidental. Os judeus, e aqui refiro-me aqueles que são rigorosos nos preceitos judaicos, não são assimiláveis. Não sendo uma raça nem uma etnia unica, os judeus são contudo etnocentristas, uma comunidade fechada, aqueilo que eles designam como povo eleito. Se de facto muitos judeus, por ventura a maioria, não é semita e tem uma fisionomia semelhante à dos europeus, também os turcos nos se assemlham e não é por isso que devemos aceitar a sua entrada e pertença à UE.

«Por favor, parem de perseguir alguém só porque é de fé Judaica!»

O judaismo não é reduzível a uma fé religiosa. Pergunte isso a qualquer judeu e logo verá a resposta que obtém.

«Como seria o Médio Oriente sem Israel? Israel e o Líbano são a linha da frente como a Sérvia ou a Croácia, se essa linha da frente cai em poder mouro qual será a nova linha da frente? Sevilha? Nápoles? Lisboa? Viena?»

pertinentes observações e merecedoras de um debate com tópico próprio. A ver se lanço o tema em breve. Mas devo dizer que concordo com a sua inquietação.

«A mim não me incomoda que exista uma minoria insignificante de Judeus na Europa porque são uma minoria integrada e assimilada étnicamente.»

Atenção, aqui caiu em contradição, afinal são os judeus uma fé ou uma etnia, mesmo que assimilada?

Comentar por arqueofuturista

«Uma coisa é adeptos individuais aparecerem com bandeiras para mostrar á familia a Sul do Sara que estão presentes e para mostrar que em Angola também há apoiantes do Benfica, ou até para mostrar apoio a qualquer um jogador.»

Camões, isso a mim parece-me um discurso paternalista. Desvalorizar as bandeiras angolanas que surgem nas claques do Benfica quando estas são o prelúdio para uma afirmação mais vigorosa por parte dessa comunidade no nosso país não me parece muito ajuizado.

O mesmo se aplica às observações do Lopes da Silva, que dispara para cima dos brasileiros, e anteriormente dos judeus do Ajax, e desvaloriza os actos dos demais.

Sinceramente não percebo que padrões são os vossos.

Comentar por arqueofuturista

Prezado PR, peço perdão em tê-lo confundido com outro blogger, de facto deveria ter tido mais atenção, mas fico contente por saber que partilhamos o essencial, porque é aí que reside na verdade o fundamento base do combate em que nos inserimos.

Um abraço.

Comentar por arqueofuturista

Caro Nero, peço desculpa, mas não percebi o seu comentário, talvez possa explicitar o que queria transmitir noutro postal.

Melhores saudações.

Comentar por arqueofuturista

Lopes da Silva,
No último mundial, eu vi o jogo Brasil vs França num bar na Costa da Caparica. O bar devia ter capacidade para 50 ou 75 pessoas mas estavam lá para aí uns 150 ou 200 brasileiros e uns 25 ou 30 Portugueses. Os Brasileiros eram tantos que até se sentavam no chão! Depois do jogo houve alguns excessos por parte dos Brasileiros mas penso que nada que um Português no Rio não fizesse depois do Portugal vs França.
Já tenho ouvido falar desses desvarios Brasileiros mas uma coisa são casos isolados outra são casos sistemáticos.
Ah! Desses 200 Brasileiros 100 ou 150 eram de ascendência claramente Europeia e o que os denunciava eram as camisolas canarinhas e o sotaque. Portanto talvez a imigração do Brasil para este canto da Europa não seja assim tão má! Se calhar (espero eu) são só pessoas que querem regressar á pátria agora que esta lhes dá melhores condições económicas.

Comentar por Camões

«A mim não me incomoda que exista uma minoria insignificante de Judeus na Europa porque são uma minoria integrada e assimilada étnicamente.»
“Atenção, aqui caiu em contradição, afinal são os judeus uma fé ou uma etnia, mesmo que assimilada?”

Os Judeus chegaram á Peninsula Ibérica há 2000~1800 anos.
Rapidamente deixaram de ter populações Judaicas com quem procriar. Rapidamente os Judeus (especialmente Homens) começaram a procurar mulheres Cristãs com quem procriar. Eles convertiam as mulheres Cristãs ao Judaísmo e casavam com elas e com elas tinham filhos. Processo análogo ocorreu com as mulheres Judaicas que, por insistência do Pai teriam de casar com um Homem Judeu ou convertido ao Judaísmo. Depois desta primeira geração “Semitó-Ariana” muitas mais se seguiram pelo que os Judeus continuaram a ser um grupo elitista e selectivo, muitas vezes isolado mas que estava ligado á restante população pelo sangue. Rapidamente os Judeus passaram a ser 50 75 88% Europeus e por aí a fora. Os Judeus estão ligados á Europa pelo sangue e CULTURA. Os Turcos, por mais Arménios, Gregos ou Celtas que sejam não têm a ligação cultura+sangue. Têm a ligação de sangue apenas e essa está cada vez mais reduzida e reduz-se a cada geração que passa desde 1453. Um Janízaro, a partir do momento em que era retirado á sua mãe, geralmente Eslava, perdia nesse momento toda a sua ligação com a Europa.

Comentar por Camões

Caro Arqueofuturista,
Paternalista ou não, perfiro que os Pretos em Portugal andem com bandeiras de Angola, com Nacionalidade Angolana e que todos os pretos levem uma bandeira Angolana para o Estádio da Luz do que se façam passar por Portugueses.
O grande perigo não é quando os imigrantes se deixam de considerar estrangeiros, o perigo é quando eles têm a (sórdida) ideia de que são estrangeiros no seu próprio país!
No entanto, acho que não compreendi esse seu comentário do paternalismo e dos nossos padrões!? Gostaria que fosse mais claro.
Cumprimentos

Comentar por Camões

Bfsemana, abraço.

( A propósito de um coment em cima: um judeu é sempre um judeu e NUNCA está assimilado ou integrado. Lamento, discordo ).

Comentar por PR

«Paternalista ou não, perfiro que os Pretos em Portugal andem com bandeiras de Angola, com Nacionalidade Angolana e que todos os pretos levem uma bandeira Angolana para o Estádio da Luz do que se façam passar por Portugueses.»

Esta questão tem diferentes formas de abordagem. Se por um lado também eu prefiro, pela minha oposição ao assimilacionismo, que os estrangeirs mantenham de forma permanente os seus traços culturais, corremos o risco de estarmos a cair naquilo que se designa por comunitrismo, ou seja, a existência de várias comunidades sob um mesmo território. Isto implica um perigo latente que é o dessas comunidades degaldiarem-se, pela inevitável vontade de imposição sobre as demais.

Sempre ouvi dizer que “Em Roma sê romano”, querendo isto dizer que quando em solo estrangeiro devemos comportar-nos educadamente, obdecendo e respeitando às suas normas, hábitos, tradições, etc. A exibição de bandeiras de um outro estado por parte de estrangeiros, como é este caso flagrante da claque do OM, é absolutamente ultrajante e desrespeitador do país que os acolhe, sentido eu o mesmo se o fizerem angolanos, brasileiros, israelitas ou malgaxes.

«O grande perigo não é quando os imigrantes se deixam de considerar estrangeiros, o perigo é quando eles têm a (sórdida) ideia de que são estrangeiros no seu próprio país!»

Parece-me que se baralhou aqui um pouco. Talvez fosse sua intenção escrever que o perigo reside no facto de nós, portugueses, autóctones, nos sentirmos estrangeiros no nosso próprio país, estou correcto? Se assim é, concordo consigo, mas isso tem uma causa, e chama-se desenraizamento, perda do sentido identitário, e isso quando acontece geralmente leva um povo à ruía, à extinção e já sabemos que A EXTINÇÃO É PARA SEMPRE!

«No entanto, acho que não compreendi esse seu comentário do paternalismo e dos nossos padrões!? Gostaria que fosse mais claro.»

Apenas achei estranho a sua defesa ou protecção de um grupo imigrante e a sua revolta para com outro, daí questionar os padrões com que mesura tais critérios.

Um abraço.

Comentar por arqueofuturista

Caro PR, talvez não me tenha feito entender devidamente. Os judeus podem eventualmente ser assimiláveis, tal como qualquer povo, quando abdicam da sua especificidade etncocultural. O que se passa é que o judaísmo é mais do que uma religião, é uma concepção do mundo, assim como o Islamismo e em certa medida o cristianismo. Os judeus ocidentalizados são judeus desenraizados, vitimas do mesmo processo multiculturalista de destruição dos povos. Contudo, os judeus conscientes preservam um laço inquebrável com todos os judeus do globo. Podem falar a nossa língua, podem nem parentar qualquer sinal de ortodoxia, podem afigurar-se pelanamente ocidentalizados e no entanto manterem a sua lealdade primeiramente e acima de qualquer outra para com os seus irmãos de sangue e para com Israel, o que considero honestamente louvável. Um caso paradigmático em Portugal: Esther Mucznik.

Um abarço e igual bom fim-de-semana para si.

Comentar por arqueofuturista

“A exibição de bandeiras de um outro estado por parte de estrangeiros, como é este caso flagrante da claque do OM, é absolutamente ultrajante e desrespeitador do país que os acolhe, sentido eu o mesmo se o fizerem angolanos, brasileiros, israelitas ou malgaxes.”
Não é simples exibiçao de bandeiras que é ultrajante, ultrajante é a exibição de bandeiras com o propósito de humilhar, de mostrar quem agora controla o terreno. Por isso é que uma bandeira Malgaxe, Angolana ou Israelita não têm o terrível valor simbólico que esta bandeira tem. (Creio que concorda comigo)

Realmente baralhei-me um pouco mas o Arqueofuturista não deduziu correctamente o que eu quis dizer. E foi:
“O grande perigo não é quando os imigrantes se deixam de considerar estrangeiros, o perigo é quando eles têm a (sórdida) ideia de que são (tão) nacionais (como os nacionais) do país em que residem!»

Acho que já cmpreendeu a minha passividade para com os Judeus. Penso que me explicitei correctamente no 22º comentário. Se não compreendeu: Quando houver um Holocausto com as outras minorias, e depois de 1800 anos de cá estarem, podem ser consideradas ao nível dos Judeus. Em 3800… Até lá, não vos queremos cá!

Boas Tardes…

Comentar por Camões

“Os judeus podem eventualmente ser assimiláveis, tal como qualquer povo.”

OS POVOS NÃO SÃO ASSIMILÁVEIS.
APENAS OS INDÍVIDUOS SÃO ASSIMILÁVEIS.

Um povo assimilado é um povo destruido, extinto ou então é um povo transformado, metamorfoseado, o que significa que é destruído e recriado.
É claro que de dois povos pode nacer um, mas para isso morrem os outros dois.

OS POVOS NÃO SÃO ASSIMILÁVEIS.
APENAS OS INDÍVIDUOS SÃO ASSIMILÁVEIS.

Comentar por Camões

Caro Camões, percebi que se havia baralhado, mas agora vi que queria dizer algo distinto do que imaginei, sendo que concordo inteiramente com esta sua segunda versão. Comportarem-se como se esta fosse a sua terra é algo que não tolero. Não o faço quando me desloco ao estrangeiro, não aceito que o façam na minha terra!

Por outra parte, revelada a sua atitude paternalista para com os judeus, devo dizer que não concordo com a mesma em absoluto, pois não é por eventualmente um povo ter sido vitima do quer que seja que deve adquirir um estatuto de excepção, seja ele o povo judeu, os arménios ou os esquimós.

Quanto à asseveração de que os povos não são assimiláveis, apenas os indíviduos o são, uma vez mais está inteiramente… errado!

Escreveu Jaime Cortesão que «Língua, direito, religião, não esquecendo os aspectos de civilização material, tudo os povos indígenas acabam por tomar dos invasores

Isto para dizer que efectivamente os povos são assimiláveis se abdicarem voluntariamente da sua identidade, já os indívidos podem resitir, mas nada são fora da sua comunidade, logo, não representam rigorosamente nada num combate identitário.

Os lusitanos deixaram-se assimilar pelos invasores, já os portugueses irão provar futuramente se optam pelo destino dos seus antepassados lusitanos ou se preferem resistir colectivamente, reafirmando a sua especificiade etnocultural.

Comentar por arqueofuturista

Os Judeus não são uma excepção por causa do Holocauso, são-no porque a meu ver, já foram assimilados étnicamente constituindo-se num povo irmão quer étnica quer culturalmente pois não podemos esquecer (quer sejamos ateus ou não) que esta cultura é Judaico-Cristã. Palavra que uma das coisas que mais abomino é o anti-Semitismo ou o ódio aos Judeus que não deixa vingar certas e determinadas correntes. O anti-Semitismo é um dos males dos Nacionalismos Europeus (na minha opinião) e palavra que gostava de compreender o porquê de tanto ódio. Quanto aos esquimós, acho que devem ser preservados (como qualquer povo) mas também acho que não devem ter qualquer poder importante para além de como viverem as suas vidas. Sou contra a criação dos Estados Unidos Esquimós ou qualquer coisa que lhe valha (o que parece pode acontecer no Canadá). Os Arménios, na minha opinião, já são um povo irmão que se mantém heróicamente na luta da frente, rodeado de Turcos, lutando pelo direito á existência, para mim os Arménios são Europeus, mas Europeus que lutam por preservar a sua identidade. Nada mais notável. Também pela sua dimensão histórica penso que o povo Arménio é um ramo importantíssimo e enriquecedor da Humanidade pelo que deve ter direito a uma voz política, vulgo um Estado Nação. Mas o mais importante é assegurar a existência do povo e cultura Arménios sendo via uma Arménia políticamente independente (da qual sou apologista) ou de uma Arménia integrada numa Rússia Maior (talvez necessário para assegurar a existência do povo contra as violentíssimas investidas de Turcos e Azeris).

“Língua, direito, religião, não esquecendo os aspectos de civilização material, tudo os povos indígenas acabam por tomar dos invasores” e a cultura dos indígenas está onde?
Eu disse “Um povo assimilado é um povo destruido, extinto ou então é um povo transformado, metamorfoseado, o que significa que é destruído e recriado” o que significa que, na teoria um povo pode ser assimilado, mas fica tão abalado e mudado que se transforma, tornando-se praticamente num novo povo.

“os povos são assimiláveis se abdicarem voluntariamente da sua identidade” Quem abdica da sua identidade nunca mais é o mesmo, torna-se outro.

Exemplos: Os Italianos não são Romanos, são Italianos; Os Portugueses não são nem Lusitanos nem Galaicos (ou lá como isso se escreve), são Portugueses; Os Franceses não são Gauleses…

“Os lusitanos foram deixaram-se assimilar pelos invasores” (Quais invasores???) Mas é isso mesmo. Um dos “slogans” de um dos “racistas” do PNR, que está por aí espalhado pela Internet é:
“Portugal é um país Europeu e Ariano ou então não é Portugal!” Apesar da rudeza, a frase é verdadeira.

Comentar por Camões

«…um judeu é sempre um judeu e NUNCA está assimilado ou integrado…»

—» Isto é um facto óbvio… tudo o resto é MÚSICA PARA OTÁRIOS.

De facto:
-1-> Há milhares de anos que os mais variados povos aparecem e desaparecem…… enquanto…… os Judeus sobrevivem.
-2-> Há milhares de anos que [de acordo com os seus interesses] os Judeus são os GRANDES ESPECIALISTAS quer na formação, quer na dissolução, de Identidades…
-3-> Não é por acaso que os Judeus são uns FEROZES INIMIGOS das Identidades Étnicas Autóctones: para os Judeus, a ÚNICA Identidade que possui o Direito de Sobreviver no Planeta… é a Identidade Judaica… tudo o resto… deverão deverão ser Identidades Conjunturais… que aparecer, e que deverão desaparecer, em função de interesses conjunturais…

Comentar por pvnamm

«Os Judeus não são uma excepção por causa do Holocauso, são-no porque a meu ver, já foram assimilados étnicamente constituindo-se num povo irmão quer étnica quer culturalmente pois não podemos esquecer (quer sejamos ateus ou não) que esta cultura é Judaico-Cristã.»

Vamos por partes. Como referi acima os judeus são primeiramente leais aos seus semelhantes. Pergunte a qualquer judeu o que pesa mis na sua hierarquias de prioridades se Portugal ou Israel. A resposta será Israel, e eu não os censuro, pois emana tal atitude uma verdadeira lealdade à comunidade de origem.

A nossa cultura tem de facto alguns elementos judaico-cristão, mas não é judaica-cristã.

«Palavra que uma das coisas que mais abomino é o anti-Semitismo ou o ódio aos Judeus que não deixa vingar certas e determinadas correntes. O anti-Semitismo é um dos males dos Nacionalismos Europeus (na minha opinião) e palavra que gostava de compreender o porquê de tanto ódio.»

De facto o anti-semitismo é um disparate. Mas atenção, uma parte significante dos judeus não é semita. Por outra parte não deixa de se bizarro algusn pretensos anti-semitas terem os árabes como modelo político, cultural e religioso, quando na verdade estes é que são absolutamente semitas. O anti-juadaismo e o anti-sionismo tiveram a sua época e são fácilmente localizáveis na história. Conjunturas sociais, económicas e polítcas foram a causa de perseguições, das quais não isento a quota-parte das culpas aos próprios judeus.

«Quanto aos esquimós, acho que devem ser preservados (como qualquer povo) mas também acho que não devem ter qualquer poder importante para além de como viverem as suas vidas. Sou contra a criação dos Estados Unidos Esquimós ou qualquer coisa que lhe valha (o que parece pode acontecer no Canadá).»

Por acaso referi os esquimós em termos retóricos, como poderia ter referido os índios yanomani da Amazónia, ou os karen na Tailândia, mas já que você explorou essa temática devo dizer que defendo idêntico respeito para com os esquimós e as suas reivindicações como por qualquer outro povo ameaçado de extinção.

«Os Arménios, na minha opinião, já são um povo irmão que se mantém heróicamente na luta da frente, rodeado de Turcos, lutando pelo direito á existência, para mim os Arménios são Europeus, mas Europeus que lutam por preservar a sua identidade. Nada mais notável. Também pela sua dimensão histórica penso que o povo Arménio é um ramo importantíssimo e enriquecedor da Humanidade pelo que deve ter direito a uma voz política, vulgo um Estado Nação. Mas o mais importante é assegurar a existência do povo e cultura Arménios sendo via uma Arménia políticamente independente (da qual sou apologista) ou de uma Arménia integrada numa Rússia Maior (talvez necessário para assegurar a existência do povo contra as violentíssimas investidas de Turcos e Azeris).»

Subscrevo na íntegra.

«“Língua, direito, religião, não esquecendo os aspectos de civilização material, tudo os povos indígenas acabam por tomar dos invasores” e a cultura dos indígenas está onde?»

Essa é substituida pela dos invasores, destruída, olvidada, apagada.

«Eu disse “Um povo assimilado é um povo destruido, extinto ou então é um povo transformado, metamorfoseado, o que significa que é destruído e recriado” o que significa que, na teoria um povo pode ser assimilado, mas fica tão abalado e mudado que se transforma, tornando-se praticamente num novo povo.

“os povos são assimiláveis se abdicarem voluntariamente da sua identidade” Quem abdica da sua identidade nunca mais é o mesmo, torna-se outro.»

Nem mais.

«Exemplos: Os Italianos não são Romanos, são Italianos; Os Portugueses não são nem Lusitanos nem Galaicos (ou lá como isso se escreve), são Portugueses; Os Franceses não são Gauleses…»

Caro Camões, italianos é a designação para os povos da península Itálica, a qual é composta por vários povos. Não por acaso a região da Lombardia pretende a autodeterminação/independência. A França é outro estado composto por várias nações, desde a Bretanha, à Alsácia, passando pela Córsega. Portugal actualmente não comporta a Lusitânia, ou os territórios a esta historicamente atribuidos, mas não contém igualmente na sua formação enocultural nações distintas.

«“Os lusitanos foram deixaram-se assimilar pelos invasores” (Quais invasores???)»

Os romanos.

«Mas é isso mesmo. Um dos “slogans” de um dos “racistas” do PNR, que está por aí espalhado pela Internet é:
“Portugal é um país Europeu e Ariano ou então não é Portugal!” Apesar da rudeza, a frase é verdadeira.»

Não sendo mais que uma frase básica, é por isso mesmo uma constatação irrefutável, seja ela proferida por quem for.

Comentar por arqueofuturista

correcção:
-3->« …pois, para eles, tudo o resto… deverão ser Identidades Conjunturais: Identidades que deverão aparecer, e que deverão desaparecer, em função de interesses conjunturais… »

Um outro assunto:
—» Para os ‘descendentes de Obikuelus’ [e afins, por essa Europa fora…] conquistar uma nacionalidade… é… uma formalidade burocrática.
—» No entanto, serão os ‘descendentes de Obikuelus’ [e afins…] que irão realizar a RENOVAÇÃO DEMOGRÁFICA.
—» Os ‘descendentes de Aljubarrota’ [e afins, por essa Europa fora…], a longo prazo [quando os ‘descendentes de Obikuelus’ dominarem demograficamente a Europa], irão ter o estatuto social que lhes assenta quem nem uma luva: irão ser considerados uns BANDALHOS NO PLANETA [nota: os ‘descendentes de Aljubarrota’ [e afins…] nunca souberam o que é alcançar a Renovação Demográfica… sem ser à custa da Repressão dos Direitos das Mulheres: mulheres tratadas como uns úteros ambulantes].

Comentar por pvnamm

Camões: «Já tenho ouvido falar desses desvarios Brasileiros mas uma coisa são casos isolados outra são casos sistemáticos».

Não são casos isolados, sistematicamente, sempre que há jogos da selecção brasileira, os brasileiros tornam-se ainda mais agressivos e confrontacionais. Se posteriormente ocorrem as mesmas cenas de obrigar portugueses a beijar bandeiras brasileiras, nenhum de nós pode confirmar, mas os comportamentos deles são caracterizados por confrontação hostil aos portugueses e a Portugal. Aquilo que o arqueofuturista referiu relativamente às bandeiras angolanas: «o prelúdio para uma afirmação mais vigorosa por parte dessa comunidade no nosso país»
Ahh, já assisti a pretos (africanos dos PALOPs) a comemorar as vitórias da Selecção Portuguesa, com a bandeira portuguesa, nunca vi isso nos brasileiros. Antes pelo contrário, os poucos que estão nas multidões levam as bandeiras do Brasil e evocam o tal de Felipão, isto para não falar todos aqueles que celebram as nossas derrotas. Significativo, não querem partilhar das nossas vitórias querem impor-se, à semelhança dos argelinos do Marselha.

Comentar por Lopes da Silva

Camões «Ah! Desses 200 Brasileiros 100 ou 150 eram de ascendência claramente Europeia e o que os denunciava eram as camisolas canarinhas e o sotaque. Portanto talvez a imigração do Brasil para este canto da Europa não seja assim tão má! Se calhar (espero eu) são só pessoas que querem regressar á pátria agora que esta lhes dá melhores condições económicas.»
Não, Camões, isto é gente veio para ficar, vão chamando os familiares, amigos, conhecidos….
A alternativa será a imigração de Leste, esses sim são genuinamente Europeus, estão empenhados em construir um futuro com os restantes cidadãos europeus, não são antagónicos a Portugal ao Povo português nem à nossa História: – ao contrário dos brasileiros, são profissionais qualificados, civilizados, e com a expansão da UE para Leste a tendência é comprovadamente o abrandamento dos fluxos migratórios com origem nessas regiões Europeias. Precisamente o oposto da invasão brasileira que não dá sinais de diminuir, julgando-se com o direito inalienável de se instalarem em Portugal utilizando a nossa terra como uma plataforma para entrar na Europa e aos poucos transformando Portugal numa favela, trazendo a negritude, mestiçagem, crime, e conflituosidade social.
Portanto estar a pactuar com a invasão brasileira, é estar a cair num erro enorme, com consequências devastadoras permitindo a instalação de um cavalo de Tróia, tão grave quanto a imigração islâmica ou africana. Acresce ainda que os brasileiros certamente serão favoráveis à chegada massiva de islâmicos, sempre contribui para desagregar ainda mais Portugal situação que lhes convém de sobremaneira dado que prosperam no caos, os cidadãos de Leste também neste tema estão do nosso lado, dado que sentiram os efeitos das anteriores batalhas para debelarem as invasões islâmicas.

Comentar por Lopes da Silva

pvnamm, como eu penso que tu és o maluquinho da renovação demográfica, não vou gastar o meu Latim a falar sobre Judeus.~

Arqueofuturista, senti o cheiro de anti-semitismo/sionismo proveniente dos seus escritos. lol
Ora aqui vai:

“Como referi acima os judeus são primeiramente leais aos seus semelhantes. Pergunte a qualquer judeu o que pesa mis na sua hierarquias de prioridades se Portugal ou Israel”
Claro, como eu tenho mais afinidades com Angola que com a Tanzânia por causa da língua! Muitos Judeus Alemães do III Reich eram fieis á Alemanha, quer se queira quer não, e simultâneamente fieis a Israel. Um Judeu Português estará dividido assim como um Católico Português dividido entre Portugal e o Vaticano. Continuo a considerar-me (o único) nacionalista pró Judeu e pró Israel. As pessoas são leais ás nações quando elas representam os seus.

“A nossa cultura tem de facto alguns elementos judaico-cristão, mas não é judaica-cristã.”
O quê!!!!??? Então que cultura é a nossa? Cada terreola de Portugal tem uma igreja ou capela, não vejo nem mesquitas nem templos pagãos por esse Portugal a fora! Não caia em extremismos, Arqueofuturista!

“O anti-juadaismo e o anti-sionismo tiveram a sua época e são fácilmente localizáveis na história.”
Ainda não morreram e continuam bem vivos, principalmente por essa esquerda fora que aliada aos islamitas quer impor a Eurábia, mas também por alguns tótós adoradores do Hitler que se dizem de extrema-direita e para quem os Judeus são a razão de todos os males.

Então, é a favor da criação de um Estado Esquimó?
E os Italianos não são oS povoS da península Itálica, os Italianos são O POVO DA NAÇÃO ITALIANA, que descendem dos variados povos que EXISTIRAM naquela peninsula. E as autonomias no Norte e Sul são puramente por razões económicas. A Itália é uma Nação dividida pelo poder económico. É óbvio que cada região tem a sua própria identidade mas a identidade nacional é Italiana. A dividir assim os povos Europeus, temos o Alentejo independente, não tarda!

Quanto aos Romanos, estava um pouco esquecido… É que eu creio que os Romanos estavam tão mais avançados que nós que não os vejo como invasores mas como civilizadores. (Sem tirar méritos a Viriato).

Comentar por Camões

Camões:

“Muitos Judeus Alemães do III Reich eram fieis á Alemanha, quer se queira quer não, e simultâneamente fieis a Israel”

Extremamente difícil, uma vez que o III Reich não passou de 1945 e Israel só foi fundada em 1948.

E creio que não lhe faria mal nenhum ler “Os Soldados Judeus de Hitler”, que pode encontrar aqui:

http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=105369

“Continuo a considerar-me (o único) nacionalista pró Judeu e pró Israel.”

Eu infelizmente discordo, andam muitos colegas seus por aí, por acaso já visitou o blogue http://gladio.blogspot.com ?

Comentar por Flávio Gonçalves

«Arqueofuturista, senti o cheiro de anti-semitismo/sionismo proveniente dos seus escritos. lol»

Camões, isso deve-se certamente a uma leitura apressada da ua parte. Pelo contrário, deverá perceber que admiro o etnocentrismo e insticto preservacionista judaico, atitude que deveria ser apanágio de todos os povos.

«Claro, como eu tenho mais afinidades com Angola que com a Tanzânia por causa da língua! Muitos Judeus Alemães do III Reich eram fieis á Alemanha, quer se queira quer não, e simultâneamente fieis a Israel. Um Judeu Português estará dividido assim como um Católico Português dividido entre Portugal e o Vaticano.»

Camões, como muito judeus, eu sou etnocentrista. Não confunda simpatia com lealdade. Não tenho dúvidas de que inúmeros judeus residentes em Portugal, como a já citada Esther Mucznik, não deverão ter qualquer problema em assumir que a sua lealdade está primeiramente para com Israel do que para com Portugal. Ora, a meu ver, isto é apenas criticável quando as pessoas actuam como agentes subversivos nos países que as acolhem ou onde porventura nasceram. De resto aceito e apoio que a ligação à ancestralidade se mantenha viva, não se deixando absorver num assimilacionismo desenraizador e destruidor.

«“O anti-juadaismo e o anti-sionismo tiveram a sua época e são fácilmente localizáveis na história.”
Ainda não morreram e continuam bem vivos, principalmente por essa esquerda fora que aliada aos islamitas quer impor a Eurábia, mas também por alguns tótós adoradores do Hitler que se dizem de extrema-direita e para quem os Judeus são a razão de todos os males.»

É verdade o que escreve, mas a esquerda está metida num beco sem saída a breve/médio prazo sofrerá internamente as consequências da sua estratégia traidora e suicida. Quanto aos ditos nacionalistas pró-islâmicos, o seu número é cada vez mais residual, pouco representando senão apenas um equivocado e inconsequente punhado de pessoas que passam o tempo a olhar para trás e esquecem-se de olhar para a frente.

«Então, é a favor da criação de um Estado Esquimó?»

Eu! Eles é que terão de demonstrar essa vontade. Eu preocupo-me com o meu povo e já me basta.

«E os Italianos não são oS povoS da península Itálica, os Italianos são O POVO DA NAÇÃO ITALIANA, que descendem dos variados povos que EXISTIRAM naquela peninsula. E as autonomias no Norte e Sul são puramente por razões económicas. A Itália é uma Nação dividida pelo poder económico. É óbvio que cada região tem a sua própria identidade mas a identidade nacional é Italiana. A dividir assim os povos Europeus, temos o Alentejo independente, não tarda!»

Caro Camões, leia um pouco a história da Itália e perceberá quão recente é este Estado e a profusão de nações existentes no seu seio.
Não se trata de dividir os povos europeus como escreve, mas antes uma questão de justiça para com os povos, para com as nações carnais, para com os países que possuem características etnoculturais distintas e não vêem reconhecido o seu direito à autodeterminação.
O Alentejo como exemplo é infeliz. O Alentejo não possui qualquer elemento etnocultural, histórico, que lhe permita aspirar a qualquer separação de Portugal, o mesmo se aplicando a qualquer outra região do nosso território, etnicamente e culturalmente uno.

«Quanto aos Romanos, estava um pouco esquecido… É que eu creio que os Romanos estavam tão mais avançados que nós que não os vejo como invasores mas como civilizadores. (Sem tirar méritos a Viriato).»

Civilização e cultura são conceitos distintos. Também os EUA ou o Japão são muito mais avançados que Portugal e não é por isso que aceitaria a dominação de Portugal por esses países.

Comentar por arqueofuturista

Flávio Gonçalves nunca visitei esse blog e estou com tenções de o visitar, obrigado.
Quanto á sua declaração:
“Extremamente difícil, uma vez que o III Reich não passou de 1945 e Israel só foi fundada em 1948.”
Quando me refiro a Israel refiro-me á pátria Judaica quer esta tenha uma componente física ou não, apenas “espiritual”.
Boas Tardes

Comentar por Camões

Lopes da Silva,
Partilho o essencial das suas opiniões, também eu perfiro imigrantes de Leste.
No entanto, acho que é injusto para com os Brasileiros, pois os Brasileiros “Europeus” com quem tenho contactado são-nos cultural (e físicamente) tão Europeus como os de Leste. Não creio que possamos pôr os Brasileiros todos no mesmo saco, o país é muito grande!!!

PS- (Ainda) não tenho razões de queixa para com os Brasileiros, especialmente aqueles de ascendência Europeia.

Comentar por Camões

Flávio Gonçalves, afinal visito frequentemente o blog e acho-o anti-semita até á ponta dos cabelos! Anti-“Juden” o suficiente para querer acabar com a cultura Cristã na Europa porque é de ascendência Judaica.
No entanto acho o blog um ensaio interessante pelo que se passa pr aí e uma grande fonte de informação acerca dos Deuses antigos dessas Europas (sendo a própria uma Deusa (ainda hoje!) violada não por Zeus mas por aqueles que nós sabemos).

Comentar por Camões

“Civilização e cultura são conceitos distintos. Também os EUA ou o Japão são muito mais avançados que Portugal e não é por isso que aceitaria a dominação de Portugal por esses países.”

Avanço e Civilidade são conceitos distintos, meu caro!
Portugal sem Roma não é Portugal, aliás se existe algo que possibilitou a criação do nosso Portugal e algo que influencia esta nação há 1700 anos e continuará a influênciar esta nação, isso é a HERANÇA DE ROMA! Foi via Roma que nos tornámos Europeus, senão seriamos tão Europeus como os Turcos. Só Europeus de Sangue.

“…mas a esquerda está metida num beco sem saída a breve/médio prazo sofrerá internamente as consequências da sua estratégia traidora e suicida.”
Não estou tão óptimista, nem creio que o Arqueofuturista tenha razões para estar.

“… leia um pouco a história da Itália e perceberá quão recente é este Estado e a profusão de nações existentes no seu seio”

Bem, isso tem muito que se lhe diga… mas pagando na mesma moeda:
Caro Arqueofuturista, leia um pouco a história de Itália e verá que a Peninsula Itálica Romana ERA CONSIDERADA A NAÇÃO ROMANA, verá que já nesse tempo remoto OS ETRUSCOS E O POVO PROTO-ROMANO TORNARAM-SE NUM SÓ, o povo Romano. Nunca ouviu falar do contributo Etrusco a Roma? Adiando… nunca ouviu que Todos os Italianos se uniram desde o inicio contra os mouros quer na Turquia quer no Sul de Itália? No século VIII e IX e apesar das invasões bárbaras a Itália ficou (até recentemente) dividida em Norte, Centro e Sul. E todos os três locais tiveram desenvolvimentos diferentes a partir daí? O que explica o avanço de umas regiões e a especificidade cultural de cada região Italiana?
Deve concerteza saber que todas as potências Europeias patrocionavam o desmembramento de Itália como nação. Como as potências europeias tinham medo de um império Romano onde estivesse assente o Papa, onde as esquadras Genovesa e Veneziana se unissem, etc.
Talvez não saiba que no século XV se deu o Renascimento, movimento que sempre se disse, teve lugar em ITÁLIA e esse nome não se perdeu! Porquê chamar a nações diferentes Italianos?
A Italia sempre foi tão poderosa que as potências Europeias fizeram de tudo para a manter dividida.
É também bom lembrar que os NACIONALISMOS (não Imperialismos) do século XIX culminaram, em Itália, numa guerra com uma das maiores potências da Europa, a Áustria Hungria, com a finalidade de libertar regiões ITALIANAS DE UMA POTÊNCIA ESTRANGEIRA.
Aliás, os pesadelos das potências Europeias tornaram-se realidade no final do século XIX (quando já todos tinham o seu império e julgavam que a Itália já não era uma ameaça) com as tropas de Garibaldi a tomarem Roma. É incrível como passados menos de 50 anos a Itália já estava tão confiante para pôr um Mussolini no poder e a fazer e acontecer para reavivar o Império Romano, incluindo atacar a Grécia.
Só quem não quer ver é que não vê que a Italia é uma unidade, que os Italianos passaram por uma História comum (apesar de essa História incluir divisão) e que foram mantidos divididos devido ao interesse das potências estrangeiras. Apesar disso mantiveram-se relativamente ricos e foram um dos principais (se não o) focos da cultura Europeia.
Daí a comparação com o Alentejo.
Cumprimentos…

Comentar por Camões

Camoes, paradoxalmente voce nao esta so no que se refere a Israel, tem a minha companhia, apenas com ligeiras diferencas. Ate me admira o meu “amigo” Flavio nao mencionar o meu nome….
Esqueceu-se?!

E interessante verificar o encontro e desencontro de opinioes e tendencias neste mosaico “nacionalista” e patriotico!

Cumprimentos,

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)

Comentar por Miazuria

Camões, eu não dissocio os brasileiros de aparência europeia de todos os malefícios que nos trouxe a invasão brasileira, inclusivamente o livre exercício de expressarem os seus rancores ao nosso povo, à nossa História.

Os brasileiros de aparência europeia, contribuem também eles para desagregação da coesão nacional e para um comunitarismo brasileiro, o qual entre outras áreas, actua na pressão migratória, reivindicando legalizações extraordinárias de brasileiros, e estabelecendo ligações/redes de cumplicidade para conquistarem posições favoráveis na competição no mercado de trabalho e mercado habitacional, facilitando por esta via a invasão brasileira.

Comentar por Lopes da Silva

E nao considero os “blogs” arqueofuturista e gladius como anti-sionistas e muito menos anti-semitas.

A imigracao Brasileira em Portugal assume cada vez mais os contornos da “iminvasao”. A esmagaora maioria dos que chegam nao sao de origem europeia…..

Melhores cumprimentos

Comentar por Miazuria

Eu só penso que os Brasileiros Europeus deveriam ser bem-vindos a Portugal pois quantos deles não têm ascendência Portuguesa?
Depois, é mais provável que um Brasileiro Europeu do Rio (os únicos com quem tenho contado) fale mal de Negros e Nordestinos que Portugueses. No entanto também não se vão logo esquecer que eram Brasileiros… o ideal não existe mas esse tipo de imigrantes Brasileiros são o melhor tipo de imigrantes que Portugal pode receber, não? Perferes um preto, um muçulmano, um Brasileiro das favelas? Deixa-me advinhar, perferem Indianos, Chineses ou Turcos Cazaques? Pelo que eu creio que tem de haver uma dissociação.

Quanto ao Miazuria, não existe mosaico nacionalista algum, melhor alusão seria os fragmentos de uma jarra quebrada visto que não parece haver entendimento possível entre “nós”.
Cumprimentos

Comentar por Camões

… o ideal não existe mas esse tipo de imigrantes Brasileiros são o melhor tipo de imigrantes que Portugal pode receber, não?

Não Camões, o melhor serão os de Leste: polacos, romenos, búlgaros, dado que já estão na UE, e russos, ucranianos, moldavos. Competentes, civilizados, facilmente aprendem a Língua portuguesa e a médio prazo os seus países irão com certeza ter capacidade para os acolher.

Quantos desses brasileiros brancos de aparência branca não têm raízes sírias, libanesas, turcas, japonesas…..A invasão brasileira cada vez mais se assume como a mais reivindicativa e ameaçadora à coesão nacional.

Comentar por Lopes da Silva

Camões, tinha esquecido desse pormenor religioso, mas olhe que o ele defende de dentes cerrados a existência de Israel e do sionismo como movimento político nacionalista judeu.

Confesso que nunca me ocorreu que talvez seja porque quer mandar para lá os judeus todos…

Bem Miazuria, eu considero-o menos ferrenho de Israel e do sionismo que o Gladius, se calhar torva-se urgente a criação dum blog próprio?

A omissão não foi intencional, sinceramente que só me lembrei do Gladius.

Nunca na vida julguei que alguém iria chamar o arqueofuturista e o gladius de anti-semitas e anti-sionistas, quando eles se esforçam tanto por ser quase pró… ainda há gente mais papista que o papa (ou mais sionista que o Herlz).

Comentar por Flávio Gonçalves

«E nao considero os “blogs” arqueofuturista e gladius como anti-sionistas e muito menos anti-semitas.»

Não consideras e com absoluta razão, caríssimo amigo Miguel.

«A imigracao Brasileira em Portugal assume cada vez mais os contornos da “iminvasao”. A esmagaora maioria dos que chegam nao sao de origem europeia…..»

Efectivamente é verdade, a ampla maioria dos imigrantes brasileiros presentemente em Portugal são oriundos do Nordeste do Brasil, região onde a população de origem europeia é substancialmente escassa.

Comentar por arqueofuturista

Caro Camões, não irei discutir mais essa problemática da questão Italiana, pois seria demasiado exaustivo e foge por completo ao tema do artigo original. Uma coisa, porém, sugiro, que visite a página da Lega Nord e tente perceber o que se passa em Itália ao nível dos irredentismos. Posso dizer-lhe também que a Sardenha tem um movimento separatista. Mas atenção, se reconheço legitimidade à autodeterminação das pátrias carnais, não alinho em parvoíces pseudo-galaicas do norte de Portugal…

Comentar por arqueofuturista

Arqueofuturista, Itália é una e é uma nação Europeia de pleno direito. Penso que estou minimamente a par de “Padanias” da Liga do Norte e outros que tais. Penso também que a Liga do Norte já afirmou que não pretende a independência do Norte de Itália (como objectivo politico) mas a criação de um Estado Federal (tipo os Estados Unidos da Itália). Quem não apoia parvoíces no sua casa, não as deve apoiar na casa do vizinho.

Para todos,
quanto aos Brasileiros, bem sei que é verdade que a maioria dos Brasileiros que para cá vem são nordestinos e não europeus. Mas eu moro na Amadora e o contacto que tenho com os Brasileiros da minha zona mostra que uns 25~40% desses Brasileiros são Europeus Lusófonos e penso que a esses não devemos deixar a porta fechada propositadamente. Pois em que outro país se não Portugal (e a Galiza não é um país) é que existem Portugueses Lusófonos? Qual é o país com que aquela gente mais se identifica? Se sentirem bem recebidos aqui rapidamente porão a Pátria Portuguesa á frente da Brasileira. Deveriamos apostar nisso. Como os Argentinos se sentem mais Espanhóis ou Italianos que Sul Americanos, também esse tipo de Brasileiros se deveriam sentir mais “apegados” a Portugal. Se recusamos tudo rapidamente ficaremos isolados, o Brasil é um país chave, tiremos o máximo de partido da nossa próximidade cultural e genética.
Um amigo meu que chegou há quatro dias do Rio disse-me que a nível da população, estava á espera de ser único Europeu mas que se sentia como se estivesse em Lisboa! Cá em Portugal, no outro dia fui abordado por um individuo que me parecia ser bem Português apesar de parecer louro naturalmente, quando ele abriu a boca tinha um sotaque Brasileiro, no outro dia nos correios um brasileiro de aparência Lusa… Tenho uma vizinha ruiva de olhos azuis e Brasileira… agora o problema não são esses (que sempre me pareceram educados e civilizados) mas os outros. Deixemos os Brasileiros Europeus em paz! Não digo para fecharmos os olhos á invasão brasileira, mas que escolhamos os Brasileiros Europeus que a meu ver estão ao nível dos imigrantes de Leste, só que já falam Português!

Quanto aos Judeus, nunca vi nada pró Israel no blog Glaudius. Bem pelo contrário.

Comentar por Camões

Flávio Gonçalves, a sua crónica tendência, espécie de excitação maníaco-compulsiva, para a maledicência e para a difamação fácil, não obstante pueril e inócua, soma e segue. Aferrado a uma notória patologia anti-identitária, confundida e transformada já em questão pessoal, o Flávio não tem sequer a hombridade de aceitar o pedido que lhe fiz, nomeadamente o de não voltar a dirigir-se e a referir-se à minha pessoa, seja sob a forma de pseudo ou não, O seu caso assemelha-se a um tipo de neurose titubeante entre a atracção e a repulsa, o amor e o ódio. Aconselho-lhe umas férias prolongadas, ou quiçá, mais apropriado, a um urgente tratamento psiquiátrico.

Insiste em escrever neste blog, mesmo atribuindo-lhe mais variadas etiquetas, além dos “mimos” com que me vai presenteando ou aos identitários no global através da blogosfera nacionalista e fóruns afins. Ora, se já teve o seu “tempo de antena”, mais precisamente no artigo que portava o seu nome e ao qual se furtou, alegando ser vitima de insultos por parte de leitores do blog (porque será!), tendo inclusive eu apagado tais comentários a seu pedido, o que não foi suficiente para impedir a sua deserção do combate de ideias em causa, manifestando uma nítida incapacidade para aguentar o embate intelectual e a sua fraca formação ideológica (se é que a tem alguma), vem agora à liça lançar insinuações e outorgar rótulos a este e aquele, entre os quais eu próprio. Valha-nos a pouca vergonha!

Devo dizer que da sua boca, ou do seu teclado mais precisamente, todos os impropérios, insultos, difamações, mentiras lançados são medalhas honrosas.

Contudo, para que os demais leitores possam conhecer rigorosamente, se é que já não o sabem, qual a posição deste blog face às acusações por si disferidas, afirmo peremptoriamente que o mesmo não é com toda a certeza anti-sionista nem anti-judaico, tal como não é pró-sionista nem pró-judaico. Nem eu nem os colaboradores deste blog caimos em reducionismos desssa índole, já que a nossa visão do combate em que estamos envolvidos não se norteia pela negativa num mero esquema mental traçado a preto e branco. Este blog é positivamente Eurocentrista, não está contra este ou aquele, mas antes exalta aquilo que nos é mais caro, o nosso povo, o qual está sempre primeiro que os outros.

À guisa de remate final, uma coisa garanto ao Flávio Gonçalves, da minha parte e dos colaboradores deste blog, bem como indubitavelmente da parte da esmagadora maioria dos leitores do Arqueofuturismo Online, jamais irá ler aqui qualquer adulação servil ao Islão, aperceber-se de uma sinistra transição pateta para uma esquerda de conveniência, e muito menos ver este blog “em cima do muro”, ora saltando para um lado ou para o outro, consoante o soprar do vento.

Comentar por arqueofuturista

«Se sentirem bem recebidos aqui rapidamente porão a Pátria Portuguesa á frente da Brasileira.»
Isso não vai acontecer nunca, e está a passar o ónus da integração para o país de acolhimento. No fundo é o mesmo que os patriotas do Minho a Timor, neste caso com um desvio para o Brasil.

«Qual é o país com que aquela gente mais se identifica? »
Com o Brasil.

«Se recusamos tudo rapidamente ficaremos isolados, o Brasil é um país chave, tiremos o máximo de partido da nossa proximidade cultural e genética.»

O Brasil é o país do futuro há mais de 200 anos. Está cada vez pior. Portugal por outro lado está mais do que nunca integrado no 1º Mundo estamos integrados numa diversidade de 300 milhões de pessoas, com o melhor nível de educação, civismo, engenho, capacidade produtiva e do Mundo. Não precisamos de ser invadidos por brasileiros para ter acesso a uma qualquer utopia de brasileira.

«só que já falam Português!»

com sotaque para se diferenciarem, dos Portugueses.Isto quanto mais tempo cá estão mais se diferenciam. Os de Leste em meses já nem se nota o sotaque.

«(que sempre me pareceram educados e civilizados)»
Esses pelo seu numero contribuem para o aumento da população brasileira em Portugal, e alimentam o comunitarismo brasileiro, contribuindo para a desagregação da sociedade portuguesa.
A imigração brasileira há muito que ultrapassou o limite daquilo que poderia, eventualmente, ser considerado benéfico, com a vinda de imigrantes de aparência europeia. Neste momento, cada brasileiro é mais um elemento de uma comunidade estrangeira, reivindicativa, hostil e confrontacional.

Comentar por Lopes da Silva

Lopes da Silva,
Eu sinceramente, não me sinto hostilizado por brasileiros.
Venha á Amadora, passeie-se pelo degradante centro da cidade, pelo centro comercial Babilónia e afins a ver qual é o grupo hostil.
Há de passear-se pelas escolas (até as primárias) da Amadora para ver se os gangs são de Brasileiros…
Enfim, há e ir á Cova da Moura para ver os Brasileiros que estão a contaminar o bairro ou ir até Pombal para ver se o novo bairro que lá fizeram foi para acomodar Brasileiros.

Depois vá á Costa e veja quem dirige os mais variados restaurantes Brasileiros… e diga-me qual o grupo mais benéfico para Portugal. Quem cria mais riqueza e quem chupa mais dinheiro ao Estado? Ciganos, Negros, Nordestinos, ou Brasileiros de ascendência Europeia?
O pior cego é aquele que não quer ver, esses Brasileiros (os que eu conheço) falam pior dos Negros e Nordestinos que dos Portugueses e dizem até que deixaram o Brasil porque essas minorias étnicas levaram tudo menos estabilidade e desenvolvimento ao Brasil.
Eu até penso que eles invejam, mais do que nutrem rivalidades, a Argentina.

Comentar por Camões

Já compreendi porquê que o blog Glaudius ou Glaudio ou lá como se escreve é pró-Judaico.
Antes tarde que nunca…

Comentar por Camões

Caro Camões, o blog Gladius, militantemente “alimentado” pelo meu camarada Caturo, não é pró-judaico, mas pró-europeu. Existe contudo uma diferença substancial entre o blog Gladius, e mesmo este, com outros blogues ditos da área nacionalista, que é o simples facto de não vivermos obcecados com judeus/sionismo/Israel, imputando a estes, desde uma paranóia conspirativa, todos os males e falhas existentes na nossa terra e no mundo, quando em larga medida esses males e falhas a nós (europeus bem entendido) unicamente se devem.

Comentar por arqueofuturista

Bem pensado e melhor escrito, amigo e camarada Arqueofuturista.

Abraco,

Miazuria

Comentar por Miazuria

“Existe contudo uma diferença substancial entre o blog Gladius, e mesmo este, com outros blogues ditos da área nacionalista, que é o simples facto de não vivermos obcecados com judeus/sionismo/Israel, imputando a estes, desde uma paranóia conspirativa, todos os males e falhas existentes na nossa terra e no mundo, quando em larga medida esses males e falhas a nós (europeus bem entendido) unicamente se devem.”
Sim, sim, tem toda a razão. Aliás, Arqueofuturista, o que eu queria dizer com pró-Judaico era ter simplesmente uma visão imparcial daquilo que se passa no Médio Oriente. Reconhecer que Israel está na linha da frente de uma guerra complicadíssima em vez de afirmar que todo o mal do mundo provém única e exclusivamente dos Judeus. Reconhecer também o sofrimento do povo de israel que é constantemente vítima de atentados e apoiar o direito de Israel a se defender como qualquer Nação Soberana (Especialmente quando têm a razão e uma Nobre causa a seu lado).
Desculpe se não me consegui explicar como pretendia da primeira vez.

Comentar por Camões

Assim compreendo-te Camões, és da Amadora. A invasão brasileira pode parecer um mal menor face à escuridão dessa cidade tão flagelada pela africanidade.

Comentar por Lopes da Silva

Exactamente.
Não é que os Brasileiros aqui sejam poucos mas… comparando com outros grupos étnicos um Português e um desses Brasileiros (Europeus) são virtualmente idênticos.

“face à escuridão dessa cidade tão flagelada”
Eu não chamaria á Amadora uma “cidade Portuguesa”, não obstante TRAGAM A LUZ!

Comentar por Camões

Lapidar e lamentável K’mrd.
Adoro esta “direita” que serve agora o sionismo e descobriu no Islão o inimigo principal.
Assim:
Arqueofuturista. Por quem eram formadas as Brigadas SS Cerna Liga e Handschar?
Quem combateu maioritáriamente na Falange de Franco? De onde vinham as tropas do Norte de África?
Quem fundou a Academia Islâmica de Dresden em 1935?
Pessoalmente repugna-me ver quem se diz de Direita Europeia ser porta voz da Judiaria. Mas explica muita coisa. A decadência realmente da nossa civilização.
Uma Europa rendida a americanos e judeus. Está bem.
Abraço.

Comentar por PR

Não lamente companheiro PR, porque eu também não, ou melhor lamento isso sim que o meu amigo se limite, na sua defesa do Islão, (ou será do NS alemão? Ou será apenas das Waffen SS? Ou até mesmo do destruidor das identidades das Espanhas, ranco?) a referir que esse teve uma não declarada aliança com o III Reich, nomeadamente através do Grande Mufti, cujo apoio era declarado, ou através das divisões SS compostas por Bósnios.

Ora o que há a retirar daqui? Simples. Encontramo-nos perante uma conjuntura global largamanete distinta daquela que temos actualmente. Os marroquinos, não da Falange, mas do exército regular espanhol não lutaram pela hegemonia do Islão, servindo unicamente a potência colonizadora. O apoio Bósnio ao III Reich não foi maior do que o Arménio ou o Letão, muito pelo contrário, tal como o apoio islâmico não foi mais determinante no combate encetado pelo III Reich do que o apoio cristão.

Ora as conjunturas da política mundial mudam, não são imutáveis, logo, salta de imediato a pergunta; acaso alguém no seu perfeito juízo e fiel aos seus ideais NS poderá porventura ter a veleidade de apoiar o islão neo-invasor da Europa, cujas figuras proeminentes não se coibem minimamente de declarar que a Europa ter-se-á de submeter ao Crescente Verde ou caso contrário será destruida, um Islão que conta com mais de 30 milhões de fiéis em solo europeu, na Alemanha perfazendo um total de mais de 6 milhões, em França mais de 7 milhões, um Islão cujos fiéis derramam sangue inocente europeu em atentados em Madrid, em Londres, em Moscovo, isto para não referir a guerra de baixa intensidade praticada nos subúrbios de Paris, Marselha, Nice, Berlim, Antuérpia, Bruxelas, Londres (apelidado como Londinistão) por gangues islamitas? Não me parece muito francamente.

Mais acrescento, também o III Reich conteou com um apoio considerável de Indianos. Também o III Reich contava com a simpatia do TIbet, esse país conquistado, colonizado e vitima de etnocídio por parte de comunistas maoistas, a esquerda nacional da China. Curiosamente, ou até não, não se vêem activistas, ditos da verdadeira classe operária, a brandirem cartazes de apoio a estes povos, inclusive o primeiro tabém alvo do ódio islâmico. Caro PR, já se questionou sobre isto? Já ponderou que isso se deve ao facto, único e exclusivo, de que por mero acaso não se encontra envolvida nestas questões aquilo que apelida de judiaria?
Reformulando, porque desperta interesse em alguns nacionalistas, outros já não-nacionalistas, a questão do Islão e da Palestina e não interessa a questão do povo Karen, dos kalash ou dos índios Ianomani? Resposta simples; porque os primeiros envolvem de alguma forma os judeus e os três últimos não.

Conclusão, é notoria uma patologia neurótica, alimentada por maníacos das teorias conspirativas, que o o problema está sempre nos judeus. Mais, a razão da existência, aquilo que faz viver esses psicóticos são aqueles que doentiamente odeiam, isto é os judeus. Para esses indivíduos os judeus são um problema, mas um problema que não covém eliminar, caso contrário esgotam-se os argumentos sobre a culpa dos problemas mundiais, que como se sabem estão na judiaria…

Enfim, como eu sou muito pouco dado a ficção, talvez por vocação académica, como não adiro facilmente a ideias prêt-à-penser, como detesto dogmas, então, muito simplesmente não engulo essa do Moloch judeu e dos pacíficos e tolerantes islâmicos.

Por outra parte e para finalizar, não posso deixar de questionar-me se o PR leu efectivamente o que escrevi no comentário sobre a presença indesejável de Flávio gonçalves neste blog, pois o PR escreve a letras gordas que lhe repugna ver quem se diz de Direita Europeia ser voz da judiaria. Ora, parece-me que escrevi que o blog é Eurocentrista. Acaso os judeus são europeus? Acaso Israel se situa na Europa? Com certeza que não, e com certeza idêntica digo peremptóriamente que o Islão não tem outra relação com a Europa senão um historial de guerra, chacina e escravidão.

Por uma Europa Europeia, livre de influências estrangeiras, sejam do ocidente, sejam do Oriente e vergonha e opróbrio aos colaboracionistas na destruição da nação europeia.

Um abraço e bom fim-de-semana.

Comentar por arqueofuturista

Eh pá mas ainda se perde tempo a discutir por causa desse troglodita Flávio Gonçalves. Ninguém liga nenhum a esse gajo e vocês discutem e até se zangam por um palhaço mitómano, um aldrabão que mente com todos os dentes podres que tem. Vão ao blog dele ver as parvoices que ele escreve. O gajo diz que é um dos teóriocos do nacional-anarquismo BBuuuaaaahhhhh, que cromo pá.

Comentar por Zás-Trás

Lá está! Há sempre alguem contra os Judeus!
Gostava que o P(N)R me explicasse porque devem ser os Judeus todos mortos e enfiados no cinzeiro de um bruto Mercedes!

Quanto á direita Europeia que apoia os Judeus, se calhar é porque o povo de Israel é MAIORITÁRIAMENTE EUROPEU e porque a Esquerda apoia islamitas, muçulmanos e tudo o que não for Europeu! Quem é o traidor ao quê? Voçê tem ideia há quanto tempo estão os Judeus a SEREM ASSIMILADOS por essa Europa a fora?

Ai ai ai esse senhor P(N)R!!!

Comentar por Camões

“Ora as conjunturas da política mundial mudam, não são imutáveis”
Palavras sábias que muitos skins não conseguirão entender!

“acaso alguém no seu perfeito juízo e fiel aos seus ideais NS poderá porventura ter a veleidade de apoiar o islão neo-invasor da Europa, cujas figuras proeminentes não se coibem minimamente de declarar que a Europa ter-se-á de submeter ao Crescente Verde ou caso contrário será destruida”
Alguém que ande nisto não por convicções, mas porque é giro andar com uma malta musculada a assustar minorias étnicas.
Aliás, nem é perciso ser-se fiel ao NS ou ao fascismo. Só é perciso ser-se leal á Europa e á civilização que pariu tudo o que de melhor tem o Mundo!!

“…isto para não referir a guerra de baixa intensidade praticada nos subúrbios de Paris, Marselha, Nice, Berlim, Antuérpia, Bruxelas, Londres”
Mais uma vez não é guerra civil o que se enfrenta mas apenas guerrilha urbana de baixa intensidade. Média em França…

“Por uma Europa Europeia…”
Esse conceito é perigoso… muitos Americanos, Argentinos ou Brasileiros, Israelitas ou Australianos são bem mais Europeus que Bósniaks, Albanêses e Turcos.

Comentar por Camões

Em oposicao a “judiaria”(o que e isso?) ha muita boa gente equivocada na orientacao a dar a sua estrategica politica…
Bosnia e muculmanos? Pois, devem apoiar a demonizacao dos Servios,como apoiariam os massacres deste heroico e resistente povo durante e II Guerra Mundial….Ou nao?!

Direita Europeia?! E eu que pensava que o NS nao era de direita, nem de esquerda……

E ja agora uma informacao sobre o DR.Abdolkarim Soroush, autor que o PR citou num artigo seu e que eu ha muito, muito tempo conheco, atraves de publicacoes Iranianas:
“From the year 2000 onwards Abdulkarim Soroush has been a Visiting Professor in Harvard University teaching Islam and Democracy, Quranic Studies and Philosophy of Islamic Law. Also a scholar in residence in Yale University, he taught Islamic Political Philosophy at Princeton University in the 2002-3 academic year. For 2003-4 he will be a visiting scholar in the Wissenschaftkolleg in Berlin.”

Parece que gosta e aprecia bastante as liberdades “satanicas” do mundo ocidental…..

Cumprimentos

Comentar por Miazuria

Eu vejo propaganda sionista aqui por todo o lado, carai.E o komrda (?) até parece um bloquista!Os judeus europeus?
Assimilados?????
Então eu sou africano.E tu ó Camões, sê franco e directo que Poeta não és certamente.No nosso tasco andamos a pé e não gostamos mesmo nada dos PNR’s. Tráficos e criminosidades afins, passo. Registo criminal limpinho e nada de misturas mesmo que em nome das ideologias.
Uma direita sionista e próamericana? Poupem-me!!! Parece o porco do burguês Le Pen a elogiar o Sarko…eheheheh….
Mesmo sabendo que convem a alguns ser politicamente correctos. De falsos endireitas andamos nós.Desde o Faye que todos sabemos que a Mossad paga bem. E não tendo eu nada a ver com o Islão, o PR tem, prefiro Teerão a Amsterdam.
Bom fim de semana.

Comentar por OPintas/ Bernardo Kolbl

«Esse conceito é perigoso… muitos Americanos, Argentinos ou Brasileiros, Israelitas ou Australianos são bem mais Europeus que Bósniaks, Albanêses e Turcos.»
Caro Camões, não se equivoque, os Albaneses, os Bósnios são totalmente indo-europeus, apenas abraçaram aquela religião execrável que é o Islão. Já os Turcos, de facto a maioria da sua população não é europeia, mas não nos esqueçamos que a Turquia tem uma História milenar e em cujo território passaram e viveram inúmeros povos, inclusive indo-europeus, além de que não nos devemos olvidar que esse território até há cerca de 600 anos atrás era o Império Romano do Oriente, Bizâncio, acrescendo a isso que o Império Otomano era um próspero centro esclavagista, no qual os escravos europeus maioritariamente de leste eram a maioria. Ora com isto quero dizer que a Turquia, não sendo europeia e na minha opinião jamais deverá ingressar na UE, tem na sua composição étnica uma substancial componente europeia.

De resto, todos os povos euro-descendentes têm um laço eterno com a mãe-Europa e fazem parte daquilo que Faye preconiza muito correctamente como sendo o Setentrião, ou seja, a aliança global de todos os povos de origem europeia.

Comentar por arqueofuturista

«Eu vejo propaganda sionista aqui por todo o lado, carai.E o komrda (?) até parece um bloquista!Os judeus europeus?
Assimilados?????»

Onde é que o OPintas leu aqui, neste blog, uma frase minha que seja de cariz sionista ou que propagandie o sionismo? Onde raio é que me viu escrever que os judeus são europeus ou estão assimilados? Vamos lá a deixar-nos de palhaçadas e mantenhamos a seriedade caramba!

Uma coisa é você querer ver neste blog, mesmo que à força, porque lhe é conveniente, porque vai de encontro à vulgata anti-sionista, ou seja apenas por amizade ao seu amigo Flávio, um folhetim sionista porque simplesmente eu e outros não passamos o tempo obcecados com o terrível complot judeu/sionista, outra coisa é a realidade nua e crua na qual é bem patente que aqui apenas se exalta Portugal e a Europa e se denuncia todos aqueles que pelos suas actividades se revelam nocivos para os primeiros, sejam eles quem forem, independentemente de credo, raça ou cor política.

Portanto, vamos lá deixar de parte os esquemas pueris da acusação infundada de sionismo, ou do quer que seja, àqueles que não vivem dogmatica e obcecadamente com palas nos olhos direcionadas unicamente para o sionismo, procurando assim encontrar um bode expiatório para os males do mundo, como que com o desaparecimento deste todos os problemas se dssipassem e passariamos a viver sob a paz perpétua.

Por fim, agradecia que o OPintas me esclarecesse pormenorizadamente sobre os pagamentos da Mossad a Guillaume Faye, já que deve ter algum contacto privilegiado que os demais não possuem. Mas por favor, não me venha com a cantilena de que o Faye é anti-islâmico e não denuncia o sionismo e que isso o torna imediatamente num agente a soldo do sionismo internacional e apátrida, nem me diga que ouviu dizer ou que leu no VoxNR.

Melhores cumprimentos.

Comentar por arqueofuturista

Estou a ver que se tem de solicitar um certificado de anti-sionismo aos autores do blog Suck and Smile. Parece que eles estão habilitados a distinguir entre quem é sionista e quem não é.

Comentar por Fonseca

A mim K’mrd parece-me que o Bernardo se estava a referir ao ” Camões “. Não a ti. Normal em quem usa nick’s.
Quanto ao resto, não podemos mesmo concordar.
A tua Europa é a Europa que eu desprezo. A do Capitalismo transnacional pós 1945, assente no tapete de bombas e na ocupação, militar, económica e cultural, americana. A que inventou Israel para a canalha sionista que deambulava sem pátria, que NUNCA a tiveram, na Europa. Esta Europa sem regras e sem rostos, sem bandeiras nem valores, a da prostituição, do consumo, que tem medo da pena de morte mas não de incentivar o aborto, a dos lobbies gays, do parlamentarismo dos interesses, a da pedofilia, do tráfico de pessoas, do ataque à Família e à natalidade, que teima em confundir laicismo com secularismo, das deslocalizações, do trabalho precário, do lucro, do ataque à ideia de Nação, avessa à Cultura, à História, de fragmentação dos direitos dos cidadãos e do Trabalho, da falência dos sistemas educativos, de saúde, da segurança social, aos valores de Gaia, do hedonismo, da massificação. Da cobardia. Da permissividade intolerante. Do falso igualitarismo.
Como percebo o medo que inspira o Islão. O resto são leituras. Para mim, sem ideias de “conspiração” ou de falsos complots, esta “(pós-) modernidade” que me repugna e na qual assenta a Europa que recuso, sofre de facto do “mal” judaico-americano.

( Não tenho aqui comigo. Dados. Mas Faye, numa conferência pública, referiu os apoios e incentivos que recebia dos judeus. Claro que, posteriormente, muitos desmentem o simples facto dessa conferência ter sequer existido…não sei, o especialista és tu ).

Boa noite e um abraço.

Comentar por PR

Já agora, Civilizações e Impérios, conto-os pelos dedos.
A Europa sim, desde a Grécia e Roma aos povos do Norte. A Persa, o Chinês, o Nipónico.
Ainda, os Maias, os Incas, os Egípcios. Como houve uma esplendorosa civilização Islâmica.
Em África e no Brasil não me ocorre nenhum. Nem nessas sanguessugas históricas de povos onde sempre se instalaram, os Judeus. Que, enquanto povo, não me inquieta nada. Sim, o que transmite. Sim, a existência de Israel e do sionismo. É diferente.
Mais. Cuidado que os árabes são TAMBÉM semitas.

Comentar por PR

Caro PR, as palavras do Bernardo foram dirigidas à minha pessoa e nessa medida respondi-lhe como sempre faço a quem se me dirige.

Não percebo honestamente como o PR pode diagnosticar e mesmo asseverar qual é a minha Europa. É um direito que lhe assiste não concordar com as minhas ideias, com aquilo que anelo para o meu povo e para a minha Pátria, mas não lhe fica absolutamente bem atribuir-me epítetos nem intenções, não somente porque não o faço em relação a si nem a ninguém, mas particularmente porque se revistar todo este blog do início até ao dia hodierno não irá encontrar qualquer artigo que se enquadre naquilo que afirmou. O PR não me conhece ideologicamente o suficiente para estabelecer tal perfil, considerando eu o exercício que fez de péssimo tom, pois sabe muito bem que aquilo que nos distingue são os métodos, a estratégia, mas não aceita isso e procura, de forma assaz redutora, impor a lógica (ou a falta dela) de que quem não ataca permanentemente, recorrentemente, obcecadamente, o sionismo é por conseguinte sionista.

O PR afiguar-se o suficientemente inteligente e culto para não se deixar embrenhar em tamanho reduccionismo, próprio de pessoas pouco formadas e pior instruidas.

Quanto a Faye, efectivamente procuro informar-me o máximo que posso sobre o que este homem escreve e quais as suas actividades, que por coincidência acabou de realizar a II Conferência Pan-Europeia, após o sucesso da I Conferência que teve por tema o Futuro do Mundo Branco. A obra escrita de Faye fala por ele, não necessita de advogados mas de leitores e de activistas que saibam aproveitar os instrumentos ideológicos por Faye oferecidos, tudo o resto são balelas propaladas por alguns, poucos, indivíduos que estavam acomodados na sua torre de marfim, que julgavam haver lugares estabelecidos e cativos na chamada área nacionalista. Essa conferência que menciona foi na verdade uma conversa de café, numa esplanada, e Faye explicta pormenorizadamente o que se passou e quem foi o autor da gracinha na entrevista ao Novopress que publiquei neste blog, após outro(s) chico-esperto(s) ter(em) falsificado ma entrevista com este pensador gaulês. Isto é bem revelador do carácter de quem engendra tais assassinatos políticos, individuos que actuam em consonância com os métodos que atribuem aos judeus. Uma vergonha miserável.

Comentar por arqueofuturista

Entáo, ó Sô Pintas!!
Este discurso é dirigido á sua pessoa!

“até parece um bloquista!Os judeus europeus?
Assimilados?????”
Então, há de agarrar num Judeu que esteja há pelo menos três gerações na Europa e analisar a sua composição genética. Depois diga-me se o Judeu Europeu é muito mais Semita que a população Vristã Europeia ou não. Infelizmente, não tenho acessos a estudos destes mas devem ter existido… Quantos a bloquismos… estou no campo oposto. Odeio bloquismos, e por muito que preze a demoracia o bloquismo e outros movimentos do tipo na Europa deveriam ser controlados de perto pois revelam “algo de terrívelmente errado e perturbante” na nossa sociedade.
O bloquismo é apenas uma imagem da desvirilização do Homem Europeu, principalmente Ocidental.

“E tu ó Camões, sê franco e directo que Poeta não és certamente”
Pois não, não sou. Mas devido á implicância que o público demonstra em relação ao meu nick, um dia mudá-lo-ei. Fique descansado…

“No nosso tasco andamos a pé e não gostamos mesmo nada dos PNR’s. Tráficos e criminosidades afins, passo. Registo criminal limpinho e nada de misturas mesmo que em nome das ideologias…”
Eu também sou elitista mas aprendi que se recusarmos tudo e todos ficaremos, mais tarde ou mais cedo, sozinhos. Com esse discurso não se vai a lugar algum.

“Uma direita sionista e próamericana? Poupem-me!!! Parece o porco do burguês Le Pen a elogiar o Sarko…eheheheh…”
Se é Europeia, tem de ser mais pró Americana que pró Saudita e tem que ser mais sionista que islamita. Note-se que até o Salazar usou a expressão “Orgulhosamente sós” e não “Orgulhosamente isolados” pois se por vezes existem motivos de orgulho por estarmos sós, esses nunca existirão se estamos isolados. Não vejo nenhuma vantagem em estarmos isolados. E o mundo é mais que Portugal, eu quero um movimento Nacionalista dinâmico, não isolacionista. Gostaria de que saber de que me serve estarmos isolados! Quais são as vantagens? Gostava que me explicassem!

Estranhamente este “nosso amigo” sofre de um grande complexo de inferioridade pois parece-me que o que o que ele despreza mais no Le Pen é o facto de ser Burguês, não o de ter elogiado o Le Pen (querias que ele elogiasse quem? A Ségolén Royal?? Por amor de Deus!)
Eu acho que o que falta a muitos nacionalistas é mais um ano ou dois de ensino secundário…

Comentar por Camões

Eu creio que quando o senhor Pintas diz que perfere Teetão a Amisterdão, quer dizer que perfere ver Teerão muçulmana do que Amisterdão muçulmana.
Acho que se exprimiu mal…

(Sempre a bater nos Judeus, pá!!!
Parece que os Judeus mataram o teu cão, pá!)

Comentar por Camões

PR:
Que mal te fizeram os Judeus? A mim e aos meus nenhum (que eu saiba)…
Só para vosso conhecimento, eu sou Nacionalista, Europeísta, Anti Islâmico e Pró-Israel:
http://chromatism.net/images/natintel/gallery.htm#Pic003
Eu também sou fã!

Comentar por Camões

“«Esse conceito é perigoso… muitos Americanos, Argentinos ou Brasileiros, Israelitas ou Australianos são bem mais Europeus que Bósniaks, Albanêses e Turcos.»
Caro Camões, não se equivoque, os Albaneses, os Bósnios são totalmente indo-europeus, apenas abraçaram aquela religião execrável que é o Islão. Já os Turcos, de facto a maioria da sua população não é europeia, mas não nos esqueçamos que a Turquia tem uma História milenar e em cujo território passaram e viveram inúmeros povos, inclusive indo-europeus, além de que não nos devemos olvidar que esse território até há cerca de 600 anos atrás era o Império Romano do Oriente, Bizâncio, acrescendo a isso que o Império Otomano era um próspero centro esclavagista, no qual os escravos europeus maioritariamente de leste eram a maioria. Ora com isto quero dizer que a Turquia, não sendo europeia e na minha opinião jamais deverá ingressar na UE, tem na sua composição étnica uma substancial componente europeia.

De resto, todos os povos euro-descendentes têm um laço eterno com a mãe-Europa e fazem parte daquilo que Faye preconiza muito correctamente como sendo o Setentrião, ou seja, a aliança global de todos os povos de origem europeia.”

Para mim quem abraça o Islão, abandona a sua cultura anterior.
(Talvez os Persas ainda mantenham alguns traços pré-islâmicos).

Eu não sou racista pelo que NÃO GOSTO dos povos Europeus por estarem na Europa, gosto destes povos porque são a aristocracia da Humanidade devido á cultura que desenolveram, devido á beleza do sexo femenino europeu, devido á sua riquissima e gloriosa História, devido á sua permanente não capitulação e resistência nos tempos obscuros que significa coragem e respeito pelos seus antepassados.
Ao aderir ás ordens de Mafoma não estamos a respeitar os nossos antepassados. Ser-se genéticamente indo-europeu (ariano) não é sinónimo de ser superior para mim (Ou também defendes a indo-europeidade dos Paquistaneses?).
Outra coisa engraçada é relegar para a segunda divisão Europeus que não estejam na Europa. Então, um Europeu que saia da Europa deixa de ser Europeu?
E se acham que Albaneses e Bósniaks são tão Europeus quanto os outros… não sei o que ainda faço neste blog! Se acham que eles “também” são Europeus, aí só me resta tentar mudar-vos de opinião.
Quanto há Turquia… vi recentemente (não sei se na Internet, mas é provável) um estudo que reclamava que 30% da população Turca era Turca (Asiática), sendo os restantes 70% genéticamente europeus.
Agora como esses predominantementes Europeus são amigos de Maomé, para mim não são Europeus. Eles recusaram o Setentrião há muito, muito tempo. Os Sérvios, Gregos e outros que estiveram sob ocupação Otomana, mantiveram-se fiéis ao Setentrião. Se esse Setentrião inclui todos esses povos, eu mando esse Stentrião para o…

Comentar por Camões

“Nem nessas sanguessugas históricas de povos onde sempre se instalaram, os Judeus”
Leia a Bíblia! E tenha juízo…

Comentar por Camões

«Eu não sou racista pelo que NÃO GOSTO dos povos Europeus por estarem na Europa, gosto destes povos porque são a aristocracia da Humanidade devido á cultura que desenolveram, devido á beleza do sexo femenino europeu, devido á sua riquissima e gloriosa História, devido á sua permanente não capitulação e resistência nos tempos obscuros que significa coragem e respeito pelos seus antepassados.»

Compartilho da opinião.

«Ao aderir ás ordens de Mafoma não estamos a respeitar os nossos antepassados. Ser-se genéticamente indo-europeu (ariano) não é sinónimo de ser superior para mim (Ou também defendes a indo-europeidade dos Paquistaneses?).»

A adesão ao islamismo não é perpétua. O Camões sabe bem o que são conversões não sabe? Os Bósnios e os Albaneses são europeus de pleno direito mas fiéis de uma religião abominável. Não se pode excluir povos inteiros com base na religião, até porque existem Bósnios e Albaneses cristãos e mesmo ateus.

«Outra coisa engraçada é relegar para a segunda divisão Europeus que não estejam na Europa. Então, um Europeu que saia da Europa deixa de ser Europeu?»

Mas acaso eu escrevi isso? Leia com atenção, sem pressa, e verá que pelo contrário considero-os tão europeus quanto aqueles que nasceram na Europa.

«E se acham que Albaneses e Bósniaks são tão Europeus quanto os outros… não sei o que ainda faço neste blog!»

Sabe sim, sem este blog não teria a possibilidade de aprender e ensinar, de debater e discutir saudavelmente, de sentir que partilha muitos pontos de vista comigo e outros colaboradores e visitantes do blog.

«Se acham que eles “também” são Europeus, aí só me resta tentar mudar-vos de opinião.»

Olhe que seria tarefa infrutífera por ser impossível, pois não se pode negar a europeinidade de quem é realmente europeu.

«Quanto há Turquia… vi recentemente (não sei se na Internet, mas é provável) um estudo que reclamava que 30% da população Turca era Turca (Asiática), sendo os restantes 70% genéticamente europeus.»

Pouco me importam esses dados, a Turquia não é etnicamente, culturalmente, geograficamente e historicamente europeia. A Turquia no máximo pode a meu ver manter relações privilegiadas ao nível económico e militar e nada mais.

«Agora como esses predominantementes Europeus são amigos de Maomé, para mim não são Europeus. Eles recusaram o Setentrião há muito, muito tempo. Os Sérvios, Gregos e outros que estiveram sob ocupação Otomana, mantiveram-se fiéis ao Setentrião. Se esse Setentrião inclui todos esses povos, eu mando esse Stentrião para o…»

Não manda nada porque após o que escrevi irá voltar ao blog para escrever que afinal tenho razão e que a tarefa passa por convencer esses povos a abjurarem a crença nessa religião castradora e malévola que é o islamismo.

Comentar por arqueofuturista

“A adesão ao islamismo não é perpétua. O Camões sabe bem o que são conversões não sabe? Os Bósnios e os Albaneses são europeus de pleno direito mas fiéis de uma religião abominável. Não se pode excluir povos inteiros com base na religião, até porque existem Bósnios e Albaneses cristãos e mesmo ateus.”
Sim, é verdade.
No entanto eu estou a julgar povos e nenhum Bósnio ou Albanês não mouro se vê como parte integrante desse povo. E se se vêm têm uma luta a travar, deveras complicada.

“Olhe que seria tarefa infrutífera por ser impossível, pois não se pode negar a europeinidade de quem é realmente europeu.”
Eu que gostei tanto deste seu post, vejo-me aqui obrigado a discordar. Se o Arqueofuturista não considera os Turcos e Judeus Europeus, não pode considerar os Bósnios e Albaneses Europeus. Então voçê acha que não foram os antepassados desses “clãs”, Turcos com acesso a mulheres Europeias… iam abraçar o Islão sem mais nem menos, sem uma relação familiar…

“Pouco me importam esses dados, a Turquia não é etnicamente, culturalmente, geograficamente e historicamente europeia.”
Olhe que não é bem assim!
Esses dados (ao serem verdadeiros) provam que a Turquia é étnicamente Europeia. Cultural e Historicamente, a Turquia tem sido o lar de Celtas, Gregos, Arménios, Hititas, “Mitanis”, Lídios entre outros povos arianos até ter sido tomada á força. E Constantinopla sé caíu a 29 de Maio de 1453! Quanto á componente geográfica… isso pouco importa! A Madeira e as Canárias, ou até a Islândia são dificilmente consideradas geográficamente Europeias e a cidade de Istambul, Constantinopla ou Bizancio tem sido desde há pelo menos milhares de anos uma das maiores cidades Europeias. Segundo a Wikipedia é hoje a terceira atrás de Londres e Moscovo… como disse, isto tem muito que se lhe diga…

“Não manda nada porque após o que escrevi irá voltar ao blog para escrever que afinal tenho razão e que a tarefa passa por convencer esses povos a abjurarem a crença nessa religião castradora e malévola que é o islamismo”
Parece que o Arqueofuturista é bruxo!
E que tal usar esses poderes para salvar a Europa e o meu Portugal!
Tem toda a razão! Agora duvido é que isso aconteça…

Comentar por Camões

Ena que vai aqui um arraial kosher :)

Comentar por Flávio Gonçalves

«No entanto eu estou a julgar povos e nenhum Bósnio ou Albanês não mouro se vê como parte integrante desse povo. E se se vêm têm uma luta a travar, deveras complicada.»

Ai vêem sim. Não é pela maioria dos Bósnios e Albaneses terem uma religião abominável que os não-crentes irão renunciar à nacionalidade. A tarefa não é fácil, mas sabemos bem que nada é eterno na história. Além disso um português ateu ou pagão vai renunciar à nacionalidade porque a maioria do povo português é cristão? Não me parece.

«Se o Arqueofuturista não considera os Turcos e Judeus Europeus, não pode considerar os Bósnios e Albaneses Europeus. Então voçê acha que não foram os antepassados desses “clãs”, Turcos com acesso a mulheres Europeias… iam abraçar o Islão sem mais nem menos, sem uma relação familiar…»

Turcos e Judeus não são europeus e eles próprios na sua maioria não se sentem enquanto tais.

«Esses dados (ao serem verdadeiros) provam que a Turquia é étnicamente Europeia. Cultural e Historicamente, a Turquia tem sido o lar de Celtas, Gregos, Arménios, Hititas, “Mitanis”, Lídios entre outros povos arianos até ter sido tomada á força. E Constantinopla sé caíu a 29 de Maio de 1453! Quanto á componente geográfica… isso pouco importa! A Madeira e as Canárias, ou até a Islândia são dificilmente consideradas geográficamente Europeias e a cidade de Istambul, Constantinopla ou Bizancio tem sido desde há pelo menos milhares de anos uma das maiores cidades Europeias. Segundo a Wikipedia é hoje a terceira atrás de Londres e Moscovo… como disse, isto tem muito que se lhe diga…»

O Camões não consegue precisar a veracidade desses dados e além disso se é verdade que o território da actual Turquia foi habitado por inúmeros povos, tal como aludi acima, inclusive povos indo-europeus, a substituição populacional e a miscigenação tiveram um papel decisivo para que a composição étnica da Turquia seja impossível de ser considerada europeia. Veja aqui o que são os povos turcos e a sua origem.

Já quanto ao facto da Turquia ter parte do seu território na Europa, isso não torna a Turquia uma nação europeia, caso contrário a Espanha, que tem território em África (Ceuta e Melilla), poderia ser considerada uma nação africana. Ridículo certo!

Em jeito de remate final, devo dizer que historicamente, tal como o Islão, a Turquia conta apenas com um historial de agressões para com a Europa e isso de todo me parece abonatório.

Comentar por arqueofuturista

O unico arraial aqui é o que tu levaste Gordo. E escusas de vir para aqui com a tua conversa Halal, volta lá para o forum dos mouros seu colaboracionista.

Comentar por Cala a boca porca gordo!

Ó arqueofuturista mete esse Flávio na Hit Parade dos colaboracionistas.

Comentar por Zás-Trás

Camões, está a escolher um mal, que a si lhe parece menor. Mas nem tudo o que brilha é ouro. São uma comunidade igualmente hostil a Portugal e à nossa História, uma ameaça à coesão da sociedade portuguesa.

Comentar por Lopes da Silva

“Ai vêem sim. Não é pela maioria dos Bósnios e Albaneses terem uma religião abominável que os não-crentes irão renunciar à nacionalidade. A tarefa não é fácil, mas sabemos bem que nada é eterno na história. Além disso um português ateu ou pagão vai renunciar à nacionalidade porque a maioria do povo português é cristão? Não me parece.”
Comparação deveras absurda! Nem parece seu, ó Arqueofuturista!
A maioria dos Sérvios não são Muçulmanos, são Cristãos, Sérvios e Croatas. A única identidade do povo Bósnio (daí ter dito sempre Bosniak) é ter abraçado o Islão e gostar de oferecer as suas filhas a Turcos. Na Albânia, os povos Ortodoxos do Sul clamam-se Gregos e concerteza os povos Cristãos e Ateus não têm como pais Muçulmanos, ou não sabe que quem troque o Islão por outra religião deve ser abatido segundo o Corão? Não sabe também que tipo de educação recebem essas crianças? Veja os desenhos animados do Hamas.

“Turcos e Judeus não são europeus e eles próprios na sua maioria não se sentem enquanto tais.”
Não sei não… parece que o dinheiro fomenta as identidades. Afinal se até os pretos em Portugal se acham Europeus…
Quanto aos Judeus não se vêm Europeus devido á sua concepção elitista do mundo.

” Camões não consegue precisar a veracidade desses dados e além disso se é verdade que o território da actual Turquia foi habitado por inúmeros povos, tal como aludi acima, inclusive povos indo-europeus, a substituição populacional e a miscigenação tiveram um papel decisivo para que a composição étnica da Turquia seja impossível de ser considerada europeia. Veja aqui o que são os povos turcos e a sua origem. ”
É verdade que não consigo provar a composição étnica desses dados mas posso dizer para procurem os haplogrupos dos povos Turcos. Pouco diferão dos Gregos. Depois posso também dizer para ver alguns fenótipos Turcos e, apesar de nunca lá ter ido, uns 50% da população parecem ser descendentes directos de povos arianos. Gregos, Arménios, Curdos. A substituição populacional foi mínima. Os Gregos Ortodoxos que estavam na Turquia abandonaram-na recentemente e os muçulmanos que estavam na Grécia foram para a Turquia recentemente. Quanto aos povos Turcos, diferem da maioria dos Turcos da Turquia. São uns 30% de Turcos que parecem mesmo Turcos da Ásia Central.

“Já quanto ao facto da Turquia ter parte do seu território na Europa, isso não torna a Turquia uma nação europeia, caso contrário a Espanha, que tem território em África (Ceuta e Melilla), poderia ser considerada uma nação africana. Ridículo certo!”
Certíssimo.

“Em jeito de remate final, devo dizer que historicamente, tal como o Islão, a Turquia conta apenas com um historial de agressões para com a Europa e isso de todo me parece abonatório.”
Também a mim. E acrescento a isso Bósni(ak)os e Albaneses. Não tem visto o que se passou na ex-Jugoslávia e o que se tem passado no Kosovo?
Estou a pensar fazer brevemente uma transcrição de uma enciclopédia de um episódio da queda de Constantinopla aqui para este blog. E queria pedir para que os próximos dias 29/5 e 30/4 sejam dedicados á queda de Contantinopla e á queda da Península Ibérica, respectivamente, face ao Islão.

“Ó arqueofuturista mete esse Flávio na Hit Parade dos colaboracionistas.”
Ponha o blog dele!

Comentar por Camões

Aqui vai a transcrição:

“Logo que notaram ter deixado de haver resistência, os Turcos iniciaram o saque, (…), durante três dias.”

“Uma parte da população fugiu para a Igreja de Santa Sofia (…) quando os Turcos entraram na igreja (…) os Cristãos que não foram mortos ali mesmo, foram vendidos como escravos”

“Só mais tarde, o Sultão se encaminhou para o interior da cidade (…) directamente á igreja, onde ordenou que se pronunciasse do púlpito o credo islâmico…”

“Hagia Sophia is a former patriarchal basilica, later a mosque, now a museum, in Istanbul, Turkey. Famous in particular for its massive dome, it is considered the epitome of Byzantine architecture and one of the most beautiful buildings in the world. It was the largest cathedral in the world for nearly a thousand years. (…) For almost 500 years it was the principal mosque of Istanbul”

“Quando no dia seguinte Maomé II (…) exigiu que lhe trouxessem o filho do almirante-mor, um rapaz de catorze anos, para satisfazer os seus desejos carnais e o pai do mosso recusou, (…) incitaram o Sultão a mandar decapitar Notaras e todos os seus filhos”

Cumprimentos

Comentar por Camões

Arrumando questões.
O comentário era para o nick Camões.
Só usa nick quem tem medo de dar a cara.
Prefiro Amsterdam islâmica. A actual mete nojo.
Sem problemas, assumo a defesa da destruição de Israel.
Sem elitismo informo que no Suck somos todos muito mais que licenciados, e não em universidades ” privadas “.
Que eu saiba os Sauditas são amigos e aliados da América. Eu defendo uma aliança com o Islão xiita, para quem sabe a diferença.
Contactos com Partidos, só com o NPD. Sem problemas, um partido legal alemão.
A “direita” portuguesa mete repugnância, que me desculpem os Camões. Eu em caso algum quero contar com todos a qualquer preço.
O nível do debate fala por si.
Boa tarde.

Comentar por OPintas/Bernardo Kolbl

“hit parade”? Afinal os identitários também têm lista para abate?

Comentar por Flávio Gonçalves

Camões, agradeço a trascrição, assaz pertinente para relembrar algumas mentes esquecidas ou que preferem ignorar o que se passou aquando da queda de Bizâncio.

Irei seguir o seu conselho para o ano e realçar essas datas, pois fazem parte do nosso “dever de memória”.

Comentar por arqueofuturista

Bernardo, se o comentário era dirigido ao Camões devo dizer que isso não ficou explícito, daí a minha reacção.

Contudo permita-me contestar algumas das suas observações referentes ao último comentário.

«Só usa nick quem tem medo de dar a cara.»

Não necessariamente, há quem use pseudos por questões de liberdade criativa, outros por questões de segurança e por aí fora. Relembro que a liberdade de expressão é uma coisa muito relativa nos tempos que correm e em Portugal a liberdade de expressão é permitida sim, mas apenas para as opiniões autorizadas.

«Prefiro Amsterdam islâmica. A actual mete nojo.»

Eu prefiro Amsterdam Europeia. A actual mete de facto nojo, mas uma cidade daquelas islamizada meteria asco.

«Sem problemas, assumo a defesa da destruição de Israel.»

A destruição de Israel implica a aniquilação dos seus habitantes ou a sua expulsão maciça para a Europa? Convém explicitar.

«Sem elitismo informo que no Suck somos todos muito mais que licenciados, e não em universidades ” privadas “.»

Parabéns, o país precisa de pessoas que não se limitem à licenciatura. Mestrado e Doutoramento são impotantes e dignificantes. Embora a modéstia seja sempre de bom tom, devo dizer que mais do que licenciado numa universidade privada eu licenciei-me na universidade da vida (obséquio do sistema), mas não a aconselho a si nem a ninguém.

«Que eu saiba os Sauditas são amigos e aliados da América. Eu defendo uma aliança com o Islão xiita, para quem sabe a diferença.»

Islão xiita, sunita, wahhabita, ismaelita, enfim, tudo farinha estragada do mesmo saco. Eu defendo a aliança dos europeus. Juntos bastam e são suficientes.

«Contactos com Partidos, só com o NPD. Sem problemas, um partido legal alemão.»

Um partido interessante, mas muito centrado no passado, muito revanchista. Não lhe prevejo sucesso.

«A “direita” portuguesa mete repugnância, que me desculpem os Camões.»

Pessoalmente mete-me mais nojo a esquerda, seja portuguesa ou estrangeira. A direita até ao momento mete-me mais dó do que qualquer outro sentimento.

«Eu em caso algum quero contar com todos a qualquer preço.»

Por fim concordamos em alguma coisa. Bem venho tentando transmitir que os inimigos dos meus inimigos não são necessariamente meus amigos.

Boa noite.

Comentar por arqueofuturista

Lopes da Silva,
Adianta se lhe perguntar porquê?

Comentar por Camões

«“hit parade”? Afinal os identitários também têm lista para abate?»

Vamos por partes, porque essa frase, embora curta, tem que se lhe diga.

A inclusão do advérbio “também” pressupõe que conheces alguma lista de abate, certo?

Ora salta de imediato a questão; abate de quê de quem? Sei que nos talhos Halal se abatem muitos animais de acordo com o bárbaro ritual islâmico, era a isso que te referes quando empregas a palavra “abate”?

Hit Parade é um termo inglês, e é algo como um Top + musical, com a diferença que no Hit Parade se destaca não a música mas as declarações e acções da corja colaboracionista na destruição de Portugal e Europa.

Mas fica descansado que não irás para o meu Hit Parade. Por enquanto ainda estás na base da pirâmide colaboracionista, és demasiado insignificante.

Comentar por arqueofuturista

Há que dar tempo ao tempo, isto um gajo com esforço vai subindo =)

Comentar por Flávio Gonçalves

Excelente, amigo e camarada Arqueofuturista…..

Creio que serei obrigado a escrever uns textos sobre o sionismo, islamismo e….judeus!
Ja nao era sem tempo!
E que a ignorancia(mesmo com cursos universitarios tirados ou sacados em universidades publicas) acompanhada de muita angustia e obsessao (trata-se com uma boa psicanalise) campeia por muitas “cabecinhas pensadoras”….

Miazuria (Miguel Angelo Jardim)
O primeiro e o meu pseudonimo, o segundo e o meu nome, verdadeiro, diga-se!

Comentar por Miazuria

Licenciados?! Com licenca para o disparate?!

Comentar por Miazuria

Insignificante? Para ti? Um elogio K’mrd.
E os licenciados foi a propósito de um comentário do Camões a remeter-nos para o secundário.
Tanto pretenciosismo imbecil…e tanta mediocridade.
Vimos aqui na boa mas estamos a cagar-nos para o teu hit parade.
Vocês perdem mesmo o nível com facilidade.
Passa bem.

Comentar por PR

“Só usa nick quem tem medo de dar a cara.”
Porque teria eu medo de dar a cara? E porque havia eu de dar a cara? Não tenho nuenhum blog, não sou afiliado em nenhuma associação Nacionalista/Identitária e não concordo com as estratégias de TODAS essas associações se bem que aprovo o motivo base de TODAS essas associações. Mas se me der um bom motivo para mostrar a cara… pode ser que lhe dê o meu número de telefone, o meu e-mail e se quiser, até lhe dou a minha morada.
Eu uso nick, porque se utilizasse o meu Nome verdadeiro continuaria tão anónimo como sou agora. Mas se pedir com jeitinho talvez lhe diga o meu nome, mas aviso desde já que e só pelo nome não faz o meu tipo. :-)

“Prefiro Amsterdam islâmica. A actual mete nojo.”
Pois olhe que eu mais depressa me converto ao Judaísmo que apoio qualquer Estado muçulmano na Europa. Eu nunca estive em Amesterdão mas conta que é das mais belas cidades da Europa apesar de a actual Amesterdão me começar a meter nojo deido ao elevado número de muçulmanos presente naquela cidade.

“Sem problemas, assumo a defesa da destruição de Israel.”
Isto vindo de tão douta figura…
Eu sem problemas, assumo a defesa da dissolução da Bósnia e da sua partilha entre a Croácia e a Sérvia, bem como o envio dos muçulmanos Bósnios para a Turquia.

“Sem elitismo informo que no Suck somos todos muito mais que licenciados, e não em universidades ” privadas “.”
Pois olhe que não parece. E já agora, são licenciados em quê? Não me diga que tem medo de mostrar a cara? Desafio que “todos no Suck” disponham os seus diplomas de “muito mais que licenciados” no blog. Será que aceita??? Não creio!

“E os licenciados foi a propósito de um comentário do Camões a remeter-nos para o secundário.
Tanto pretenciosismo imbecil…e tanta mediocridade.”
Eu quando disse “Eu acho que o que falta a muitos nacionalistas é mais um ano ou dois de ensino secundário…” referia-me mesmo aos Nacionalistas, que em geral, têm um baixo nível de escolaridade o que afecta a maneira como vêem o mundo que é, de maneira geral, simplista. “Os Judeus são as causas de todos os males” e “Os pretos haviam de ser todos mortos” são frases que ilustram esse fenómeno e pouco têm de Nacionalista pois os Portugueses são Cristãos e Europeus. Mas se a carapuça serviu…

“Eu defendo uma aliança com o Islão xiita, para quem sabe a diferença.”
E eu acho que isso é parte integrante daquela ilusão que muitos têm de como os Pesas são Arianos, e os Persas moram no Irão, que o Irão é um Estado amigo. Então e os Turcos do Norte e Noroeste do Irão? E os Azeris? Também te queres dar com esses? Antes Israel que um Estado Islâmico! E eu até simpatizo coma Pérsia, não com o Irão.

“Contactos com Partidos, só com o NPD”
Pois! E é assim que o Nacionalismo há de chegar ao poder em Portugal! Como se esse partido fosse virado para Portugal ou para os Portufueses. (Ai essas licenciaturas!!!)

“A “direita” portuguesa mete repugnância, que me desculpem os Camões. Eu em caso algum quero contar com todos a qualquer preço.”
Está desculpado, os Camões desculpam-no! A direita Portuguesa a mim não me repugna, mas dá-me pena de tão fraquinha que é. Parece que vem o vento, e que a leva! O que me repugna é a Esquerda, pricipalmente a Bloquista. E logo eu!~
Eu que considerando-me um Nacionalista não racista, sou um arauto do multiculturalismo, pois parece-me que consigo unir um skin e um preto. Parece que me querem bater!
Boas Tardes

Comentar por Camões

PR, não percebo porque se melindra com as minhas palavras dirigidas ao Flávio? É por ele ser seu amigo? Deixe-me dizer que o colaboracionismo do Flávio é insignificante e disso não passará, porque jamais os loucos de Alá lhe irão conceder qualquer importância ou credibilidade, mesmo que ele despeje toneladas de verborreia anti-nacional no fórum desses escroques.

Tal como diz terem vindo para aqui na boa, na boa tenho eu respondido e contestado os seus/vossos pontos de vista, mesmo que se esteja a cagar para o meu Hit Parade. Já agora tenho o seu blog “linkado” e se assim é não o iria colocar na Hit Parade. Tomou as dores do Flávio para si, enternecedor.

Quanto a perder o nível, repare no verbo Cagar por si empregue, o qual demonstra que não sou eu quem perde o nível com facilidade.

Melhores saudações.

Comentar por arqueofuturista

Chegamos ao comentário 100 (cem)! Creio que este foi o artigo que mais promoveu a discussão neste blog.

Pelo que olhem para cima, para a imagem escolhida pelo Arqueofuturista e consciencializem-se de quão poderoso é um símbolo destes, um símbolo de efectiva ocupação da Europa.
Obrigado.

Comentar por Camões

É verdade Camões, atingimos uma cifra notável de comentários com este artigo. A sua interpretação para tal sucesso é notável e merece um aplauso.

Bem haja Camões.

Comentar por arqueofuturista

Agradeço a menção honrosa mas lembro-me sempre que até bem recentemente não tinha noção que acontecimentos como esse tomavam lugar na Europa, assim como que ao longo da História os turcos e mouros raptavam Cristãos das costas da Europa para escravatura e Cristãs para concubinas. É devido a blogs como este que eu agora consigo alcançar mais que uma simples manifestação de apoio ao Marselha naquela imagem. A grande maioria dos Europeus não conseguem e eu não os censuro pois o poder do Politicamente Correcto é muito grande e torna-se na norma, cegando o povo. Além disso, se é que me permitem, blogs como este não chegam e nunca chegarão, eu sinto-me preveligiado por ver um pouco mais que os outros mas sinto-me despriveligiado porque o povo Português e Europeu não vê.
E já que gostou da minha interpretação, volto a proclamá-la e acrescento:

Chegamos ao comentário 100 (cem)! Creio que este foi o artigo que mais promoveu a discussão neste blog.

Pelo que olhem para cima, para a imagem escolhida pelo Arqueofuturista e consciencializem-se de quão poderoso é um símbolo destes, um símbolo de efectiva ocupação da Europa.

Obrigado e que acabem essas imagens! Ou senão acabarem que elas nos continuem a chegar e que não as esqueçamos, que venha outra imagem que nos faça discutir até aos 200 comentários! E que venha uma que nos faça entrar em acção!

Comentar por Camões

Como o PR, desço de nível e também me cago para os Camões.
Nada consigo, claro, Arqueo.
Esse outro é rasca. Quer o meu diploma? Para? Tem emprego? Eheheheh…
Pegue no nome e informe-se. E esteja descansado que não me interessa qualquer contacto consigo. Já vi a pinta.
Ainda bem que gosta da actual Amsterdan. Putas, drogas, pedófilos, pornografia….Enfim. Adiante. A net realmente no seu melhor. Deste calibre, o seu, andam cá muitos. Assunto encerrado. Posso estar enganado mas você não vale mesmo nada. Nem o meu tempo. E acredite. Somos mesmo licenciados. O que para o caso, não o tivesse você trazido, pouco interessa.
Fui-me e boa tarde.

Comentar por OPintas/Bernardo Kolbl

“Como o PR, desco de nível e também me cago para o Camões”
Ó amigo, não se limite a cagar, enmerde-se logo!

“Quer o meu diploma? Para? Tem Emprego?”
Ó amigo, não, não tenho emprego. Sou estudante e aliás não quero ter emprego pelo menos ns próximos três anos! Agora é engraçado como alguns doutos senhores, tão mais que licenciados, fiquem tão nervosos quando se lhes pergunta pela licenciatura, mestrado ou douturamento! Ó amigo, com a sua retórica não engana ninguém!

“Não quero qualquer contacto consigo”
Fico bem mais descansado… é que há muitos maluquinhos por aí…

“Ainda bem que gosta da actual Amesterdão…”
Ó amigo, eu disse já anteriormente que nunca pus os pés em Amesterdão, nem na Holanda sequer! Amesterdão é (era) o reflexo dos seus habitantes, portanto eles que se desenrasquem com os problemas da cidade. Não os vejo a apanhar o lixo do Rossio ou a preocuparem-se com isso…

“Deste calibre, o seu, andam cá muitos”
Pois olhe que ainda havia era de haver mais!

“Posse estar enganado mas voçê não vale mesmo nada”
Isso é verdade! Tanto pode estar enganado, como não estar…

“E acredite. Somos mesmo licenciados. O que para o caso, não o tivesse você trazido, pouco interessava”
Ó amigo, eu já lhe expliquei porque disse o que disso e acho que não é necessário ser-se licenciado para o entender.
Agora não deixa de ser interessante a insistência na sua licenciatura, será porque não o tratei como Senhor Doutor, ou será Engenheiro?
Continuo Omnipresente e muitíssimo boa tarde e um melhor dia de amanhã.

Comentar por Camões

Camões,
Se depois de ler os meus comentários, continua a chutar para canto, a si não adianta responder – lhe.

Comentar por Lopes da Silva

A foto realmente é vergonhosa, marselha está tomada por invasores norte africanos, assim como as claques do Olimpique de Marselhe. Também acredito que a unica solução para a França venha de Paris… Kop de Boulogne nacionalistas do PSG.
Mas esta situação não pode ser comparada de qualquer á modo á situação do Benfica, é verdade que existem muitos adeptos do benfica africanos, mas os benfiquistas em geral e as suas claques sempre mantiveram ao longo da sua história valores e simbolos que não negam o seu nacionalismo, bandeiras portuguesas sempre presentes, bandeira da confederação, bandeiras com a cruz de cristo,etc.. e mesmo os NN Boys têm muitos nacionalistas lá no meio.
Se bem que devido é imigração em massa de africanos e brasileiros a nossa identidade está em risco e isso não podemos permitir, é necessário combater, seja nas ruas, nos estádios, nas claques, nas universidades, tudo pela nossa preservação que é o mais importante.

Quanto ao resto do debate, para mim , judeus e muçulmanos são farinha do mesmo saco, eles nunca serão amigos dos europeus, sempre representaram hostilidade á Europa e aos países europeus, seja os mouros nas tentativas de invasão da europa, batalhas nas portas de Viena, na Espanha, Balcans, Portugal, Russia, hoje em dia estão em todos os paises da Europa, e em França são milhões. Os judeus que controlam os mass media(MTV…) e estão por detrás das grandes organizações, e influências, seja nos EUA, seja na Europa, são os principais responsáveis pela destruição da nossa cultura.

Portugal aos portugueses
Europa aos europeus

Comentar por Portugal_Gott_Mit_Uns

Caro Portugal_Gott_Mit_Uns, a solução para a França ou qualquer outro país da Europa não reside em nenhuma claque de futebol, mas na acção militante de uma juventude politizada e predisposta ao compromisso e sacrifício. Aceito que se deve combater pelas ideias de preservação etnocultural em todas as frentes, em todos os momentos, mas não devemos confundir as coisas. O nacionalismo ou patriotismo das claques dura tanto quanto dura o entusiasmo juvenil, a embriaguez de uma vitória sobre o adversário, e que se evapora passado pouco tempo. Alimentar outra ideia é um desperdício de neurónios.

De resto, escreve acertadamente quando refere que judeus e muçulmanos são farinha do mesmo saco, ou seja, não nos dizem respeito as suas quezílias, nem nos interessa alianças com uns ou outros. Devemos contar somente connosco próprios.

Comentar por arqueofuturista




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